- Segundo
estimativas do National Institutes of Health (NIH), até 2050 o número de pessoas
diagnosticadas com Alzheimer ou outras demências na América Latina pode
aumentar em 200%, ultrapassando os 18 milhões de afetados.
- Para
enfrentar esse cenário, existem atualmente pilares como a comunicação, o
acolhimento e a tecnologia a serviço dos pacientes e de seu círculo mais
próximo.
A América Latina enfrenta uma
das transições demográficas e epidemiológicas mais aceleradas do planeta.
Segundo estimativas do National Institutes of Health (NIH¹), até 2050 o número
de pessoas diagnosticadas com Alzheimer ou outras demências na região pode
aumentar em 200%, ultrapassando os 18 milhões de afetados. Somente no Brasil,
perto de 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com Alzheimer, o
equivalente a aproximadamente 2 milhões de pessoas[1]. Por
trás desses números existem pessoas, famílias e comunidades inteiras
enfrentando profundos desafios emocionais. Diante dessa realidade, nasce o
propósito de sensibilizar, conectar e oferecer ferramentas de apoio mútuo e
prevenção.
O Alzheimer vai além de um
diagnóstico médico; transforma a vida cotidiana e os vínculos de quem vive com
a doença e de seus cuidadores. Por isso, é fundamental migrar para uma
abordagem integral que acompanhe tanto a detecção precoce de proteínas
patológicas quanto a preservação da dignidade, das memórias e da qualidade de
vida.
Entender o Alzheimer é abrir a
porta para a empatia e o acolhimento. Para refletir e acompanhar esse caminho,
compartilhamos três eixos fundamentais:
- Comunicação
e sensibilização:
Espaços abertos para abordar o esquecimento sem tabus, dar visibilidade à
realidade das demências e promover a empatia, rompendo estigmas a partir
do respeito e da compreensão.
- Acolhimento
e memória humana: Iniciativas voltadas a proteger vivências, tecer redes
de apoio entre famílias e cuidadores, e preservar a dignidade e as
memórias mais valiosas das pessoas.
- Tecnologia
e informação diagnóstica: Divulgação sobre como os avanços em saúde e inovação
biomédica apoiam a detecção precoce. Entre eles, destacam-se a neuroimagem
avançada (PET), que permite visualizar de forma não invasiva o acúmulo de
proteínas associadas à doença no cérebro, e os biomarcadores plasmáticos
(exames de sangue), que facilitam uma triagem mais acessível e em maior
escala ao detectar alterações proteicas em estágios iniciais.
Compreender a biologia da
doença por meio de imagens moleculares e exames de sangue permite intervir em
estágios pré-clínicos, abrindo uma janela histórica de oportunidade antes que
os sintomas interfiram significativamente na vida diária.
"Vencer o esquecimento
exige empatia, conhecimento e chegar a tempo. Nosso papel, como indústria de
tecnologia médica, vai além de oferecer a tecnologia. É construir, junto com as
famílias e as instituições de saúde, os caminhos para que o diagnóstico precoce
se traduza em mais tempo de autonomia, dignidade e memórias preservadas.",
afirma Rodrigo Lorenzo, Head de Diagnóstico por Imagem da Siemens Healthineers
na América Latina.
É fundamental somar-se a essa
conversa, informar-se e construir em conjunto uma rede solidária, na qual a
empatia, o acompanhamento e a prevenção sejam as melhores ferramentas para
cuidar do presente e do futuro, tanto próprio quanto do círculo social mais
próximo.
Siemens
Healthineers
Para mais informações, visite o site.
[1] Associação Paulista de Medicina.Relatório
Nacional sobre a Demência estima que cerca de 8,5% da população idosa convive
com a doença - APM. Acesso em 18 de setembro de 2026.
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