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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Lutando contra o esquecimento: tecnologia médica se antecipa a risco de demência que pode saltar 200% na América Latina


  • Segundo estimativas do National Institutes of Health (NIH), até 2050 o número de pessoas diagnosticadas com Alzheimer ou outras demências na América Latina pode aumentar em 200%, ultrapassando os 18 milhões de afetados.
     
  • Para enfrentar esse cenário, existem atualmente pilares como a comunicação, o acolhimento e a tecnologia a serviço dos pacientes e de seu círculo mais próximo.

 

A América Latina enfrenta uma das transições demográficas e epidemiológicas mais aceleradas do planeta. Segundo estimativas do National Institutes of Health (NIH¹), até 2050 o número de pessoas diagnosticadas com Alzheimer ou outras demências na região pode aumentar em 200%, ultrapassando os 18 milhões de afetados. Somente no Brasil, perto de 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com Alzheimer, o equivalente a aproximadamente 2 milhões de pessoas[1]. Por trás desses números existem pessoas, famílias e comunidades inteiras enfrentando profundos desafios emocionais. Diante dessa realidade, nasce o propósito de sensibilizar, conectar e oferecer ferramentas de apoio mútuo e prevenção. 

O Alzheimer vai além de um diagnóstico médico; transforma a vida cotidiana e os vínculos de quem vive com a doença e de seus cuidadores. Por isso, é fundamental migrar para uma abordagem integral que acompanhe tanto a detecção precoce de proteínas patológicas quanto a preservação da dignidade, das memórias e da qualidade de vida. 

Entender o Alzheimer é abrir a porta para a empatia e o acolhimento. Para refletir e acompanhar esse caminho, compartilhamos três eixos fundamentais:

  • Comunicação e sensibilização: Espaços abertos para abordar o esquecimento sem tabus, dar visibilidade à realidade das demências e promover a empatia, rompendo estigmas a partir do respeito e da compreensão.
  • Acolhimento e memória humana: Iniciativas voltadas a proteger vivências, tecer redes de apoio entre famílias e cuidadores, e preservar a dignidade e as memórias mais valiosas das pessoas.
  • Tecnologia e informação diagnóstica: Divulgação sobre como os avanços em saúde e inovação biomédica apoiam a detecção precoce. Entre eles, destacam-se a neuroimagem avançada (PET), que permite visualizar de forma não invasiva o acúmulo de proteínas associadas à doença no cérebro, e os biomarcadores plasmáticos (exames de sangue), que facilitam uma triagem mais acessível e em maior escala ao detectar alterações proteicas em estágios iniciais.

Compreender a biologia da doença por meio de imagens moleculares e exames de sangue permite intervir em estágios pré-clínicos, abrindo uma janela histórica de oportunidade antes que os sintomas interfiram significativamente na vida diária. 

"Vencer o esquecimento exige empatia, conhecimento e chegar a tempo. Nosso papel, como indústria de tecnologia médica, vai além de oferecer a tecnologia. É construir, junto com as famílias e as instituições de saúde, os caminhos para que o diagnóstico precoce se traduza em mais tempo de autonomia, dignidade e memórias preservadas.", afirma Rodrigo Lorenzo, Head de Diagnóstico por Imagem da Siemens Healthineers na América Latina. 

É fundamental somar-se a essa conversa, informar-se e construir em conjunto uma rede solidária, na qual a empatia, o acompanhamento e a prevenção sejam as melhores ferramentas para cuidar do presente e do futuro, tanto próprio quanto do círculo social mais próximo.

  

Siemens Healthineers

Para mais informações, visite o site

 

[1] Associação Paulista de Medicina.Relatório Nacional sobre a Demência estima que cerca de 8,5% da população idosa convive com a doença - APM. Acesso em 18 de setembro de 2026.

 

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