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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Vacinação contra a gripe: por que imunizar crianças a partir dos 6 meses é fundamental

 Com a chegada das estações mais frias e o aumento da circulação de vírus respiratórios, especialistas reforçam a importância da prevenção, especialmente entre as crianças. A campanha de vacinação contra a gripe começa em todo o país e inclui bebês a partir dos seis meses de idade, público considerado mais vulnerável a complicações da doença. 

Segundo a pediatra e CEO do Instituto Macabi, Mariana Bolonhezi, a imunização é uma das formas mais eficazes de proteger os pequenos contra o vírus da influenza e reduzir o risco de quadros mais graves.

 

“A gripe não é apenas um resfriado forte. Em crianças pequenas, ela pode evoluir com febre alta, prostração e até complicações respiratórias. A vacina é uma ferramenta fundamental para proteger os pequenos e evitar agravamentos”, explica a especialista.

 

A vacinação é recomendada para crianças a partir dos seis meses, porque nessa fase o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, o que torna os bebês mais suscetíveis a infecções respiratórias.

 

“Os bebês têm um sistema imunológico ainda imaturo, por isso ficam mais vulneráveis. A vacinação ajuda o organismo a reconhecer o vírus e reagir de forma mais rápida caso haja contato com ele”, afirma Mariana.

 

Outro ponto importante é que a vacinação infantil também ajuda a reduzir a circulação do vírus na comunidade, protegendo indiretamente outros grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas.

 

“Quando protegemos as crianças, também ajudamos a diminuir a transmissão dentro das famílias e das escolas. É uma forma de cuidado coletivo”, destaca a pediatra.

 

A especialista também esclarece que a vacina contra a gripe é segura e atualizada todos os anos para acompanhar as cepas do vírus que estão circulando com mais frequência. 


“Mesmo crianças saudáveis devem se vacinar anualmente. A imunização é uma medida simples, segura e essencial para reduzir complicações e hospitalizações”, finaliza Mariana Bolonhezi.



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