INER alerta para impacto no descanso e
reforça importância do colchão certificado
Dormir com o celular ao lado da cama, hábito cada vez mais comum
entre os brasileiros, pode estar comprometendo silenciosamente a qualidade do
sono e a recuperação do organismo. O estudo da Sleep Foundation, realizado em
Harvard Medical School, revela que a exposição à luz azul emitida pelas telas
antes de dormir, mesmo que por apenas 13 minutos apenas, reduz em 50%, a
produção de melatonina, hormônio responsável por regular o ciclo do sono,
dificultando o adormecimento e reduzindo a profundidade do descanso.
Além dos efeitos da tecnologia, especialistas reforçam que a
qualidade do sono também está diretamente ligada aos cuidados com o ambiente de
descanso e à escolha adequada de colchões e travesseiros. Diante desse cenário,
o Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER) chama atenção para um aspecto
complementar, mas igualmente decisivo: a qualidade do suporte físico durante a
noite. Segundo o Instituto, além da higiene do sono e da redução do uso de
telas, o colchão exerce papel fundamental na continuidade do descanso e na
recuperação muscular e postural.
“A luz das telas e a hiperestimulação cerebral já criam uma
barreira importante para o início do sono. Mas, mesmo quando a pessoa consegue
dormir, fatores como um colchão desgastado ou um travesseiro inadequado podem
comprometer todo o ciclo de recuperação do organismo. Quando isso se soma a um
colchão inadequado, sem suporte técnico e sem estabilidade estrutural, o
impacto no descanso é ainda maior. O corpo e o cérebro precisam trabalhar em
conjunto para que o sono seja realmente restaurador”, afirma Cleriane Lopes
Denipoti, diretora-executiva do INER.
Especialistas apontam que, mesmo após conseguir dormir, o
organismo precisa passar por ciclos profundos de sono para consolidar a
memória, equilibrar hormônios e promover recuperação física. Nesse processo, o
alinhamento correto da coluna e a distribuição equilibrada dos pontos de
pressão são fundamentais.
Por isso, cuidados simples no dia a dia fazem diferença: manter o
colchão limpo e bem conservado, respeitar o tempo de vida útil do produto e escolher
travesseiros que garantam o alinhamento do pescoço são medidas essenciais para
preservar a qualidade do sono.
É nesse contexto que o Selo Pró-Espuma se destaca como referência
de qualidade no setor colchoeiro. Coordenado pelo INER, o programa certifica
colchões que passam por rigorosos ensaios laboratoriais de densidade, firmeza,
deformação, resistência e durabilidade, garantindo que o produto ofereça
suporte adequado ao corpo ao longo de toda a noite.
“O consumidor costuma relacionar qualidade do sono apenas a
hábitos comportamentais, como evitar o celular antes de dormir, o que é muito
importante. No entanto, a escolha de um colchão certificado e adequado ao
biotipo, assim como o uso de travesseiros de qualidade, são fatores
determinantes para um sono profundo e contínuo. O Selo Pró-Espuma assegura que
esse suporte foi testado e validado”, destaca Cleriane.
O INER reforça que o sono de qualidade depende de um conjunto de
fatores: ambiente escuro, redução de estímulos eletrônicos, rotina regular e
escolha de colchões certificados, com densidade e desempenho compatíveis com o
biotipo do usuário.
Mais do que evitar o uso do celular à noite, investir em produtos
certificados e adotar boas práticas de cuidado com colchões e travesseiros é um
passo fundamental para garantir saúde, bem-estar e qualidade de vida.
Instituto Nacional de
Estudos do Repouso - INER
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