A
iniciativa foi promovida pelo projeto de extensão Amizade Compatível.
Durante a ação, os voluntários realizaram a coleta de uma amostra
de sangue de 5 ml para inclusão no Registro Nacional de Doadores Voluntários de
Medula Óssea (REDOME), banco de dados que reúne informações de possíveis
doadores compatíveis em todo o país.
A coordenadora do projeto Amizade Compatível, Maria Theresa Cerávolo, afirma que a ação contribui para ampliar o acesso à informação e incentivar a adesão à causa. “Muitas pessoas ainda não têm conhecimento sobre o que é a doação de medula óssea ou não dispõem de tempo para ir até o Hemocentro. Ao levar essa oportunidade para o campus, facilitamos o cadastro e incentivamos a participação. A atividade tem sido um sucesso, especialmente por alcançar o público jovem, entre 18 e 35 anos, que corresponde à maioria dos estudantes da Universidade”, afirma.
O médico hematologista do Hemocentro, Ricardo Olivo, ressalta o
impacto da iniciativa para ampliar as chances de tratamento de pacientes. “A
parceria entre o Hemocentro e a Uniube é extremamente importante para ampliar o
número de possíveis doadores de medula óssea. Ainda há muitos pacientes que
dependem do transplante para o tratamento, e encontrar um doador compatível não
é um processo simples. Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas,
maiores são as chances de identificar compatibilidade e salvar vidas. Esse é o
principal objetivo da ação”, afirma.
A aluna de Medicina e integrante do projeto Amizade Compatível, Raissa Santos, também destaca a relevância da ação. “Na doação, são retirados cerca de 10% da medula, sem riscos para o doador. Em aproximadamente duas semanas, esse volume é totalmente recomposto. Para quem recebe, essa doação representa uma nova chance de vida. Esses 10% podem significar 100% de esperança para quem precisa”, pontua.

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