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sábado, 25 de abril de 2026

Personalização em alta: mudança de comportamento redefine o futuro do emagrecimento

Avanço da obesidade e novas demandas do consumidor transformam o cuidado com o corpo 

 

Em um momento em que cada vez mais brasileiros enfrentam dificuldades para emagrecer, o avanço da obesidade acende um alerta e muda a forma como o cuidado com o corpo é conduzido. A obesidade no Brasil cresceu 118% entre 2006 e 2024, segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados pelo Vigitel (2024). Atualmente, 25,7% dos adultos vivem com a doença, o equivalente a cerca de 1 em cada 4 pessoas. Quando considerado o sobrepeso, o índice atinge 62,6% da população, evidenciando a dimensão do problema e a necessidade de abordagens mais eficazes.

Na prática, essa transformação já pode ser percebida no dia a dia e começa a influenciar a forma como o próprio setor se organiza. Redes especializadas ganham espaço ao acompanhar um consumidor mais atento à saúde e à qualidade de vida. É o caso do Emagrecentro, referência em emagrecimento saudável e estética corporal, que projeta crescimento de 20% em 2026, após realizar mais de 5 milhões de atendimentos ao longo da sua trajetória. Fundada em 1986, a marca soma cerca de 450 unidades no Brasil e no exterior e prevê a abertura de 60 novas clínicas, com foco em cidades médias e estratégia que combina atendimento presencial e acompanhamento contínuo.


Mudança de comportamento redefine o cuidado com o corpo

Segundo o médico Dr. Edson Ramuth, fundador e CEO da rede, a transformação vai além da estética e está diretamente ligada a um desafio estrutural de saúde pública. “A obesidade é considerada o mal do século, ela interfere diretamente na qualidade de vida e está associada a diversas doenças. Por isso, precisa ser tratada de forma séria, contínua e com acompanhamento adequado”, afirma. 

Na ponta do atendimento, a personalização se consolida como um dos principais diferenciais, sustentada pelo acompanhamento ao longo da jornada do paciente. Informações como histórico de peso, hábitos, frequência no tratamento e resposta individual ajudam a orientar decisões e permitem ajustes mais precisos. “Isso significa que o tratamento deixa de seguir um modelo único e passa a se adaptar à rotina de cada pessoa, considerando horários, hábitos alimentares, nível de atividade física e até dificuldades ao longo do processo”, explica.

Esse acompanhamento também permite identificar padrões de comportamento e antecipar possíveis desafios, tornando o cuidado mais próximo e efetivo. Com isso, o plano deixa de ser fixo e passa a evoluir conforme a resposta individual, o que torna o processo mais viável no dia a dia. “Não existe um único caminho para emagrecer, cada paciente responde de uma forma, e o acompanhamento precisa considerar isso. Quando adaptamos o atendimento à realidade de cada pessoa, aumentamos a aderência e os resultados aparecem de forma mais consistente”, conclui o médico Dr. Edson Ramuth.



Emagrecentro


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