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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

As obras que devem movimentar o Centro de SP em 202

A requalificação da região vai priorizar a conclusão de grandes obras de infraestrutura iniciadas em anos anteriores, a expansão do mercado habitacional via retrofit e a modernização da mobilidade


Em 2026, o Centro de São Paulo terá grandes obras, como a continuação da revitalização dos calçadões, o início da mudança do Centro Administrativo Estadual para a região de Campos Elíseos, que envolve desapropriações, e projetos de infraestrutura urbana (VLT, BRT, parques), previstos para licitação.

Essas obras são parte de um plano maior, que envolve cerca de R$ 6,3 bilhões da gestão municipal e que visa transformar o centro histórico da capital paulista em um polo mais vibrante, cultural e comercial, impulsionando a economia local, além de melhorar a infraestrutura de mobilidade e a drenagem urbana.

Copan faz parte do programa de subvenção econômica da Prefeitura
com incentivos para retrofit de prédios antigos.
FOTO: ILION PARTNERS/DIVULGAÇÃO


Principais projetos previstos para 2026:

Continuação da revitalização dos calçadões: A reforma das 23 vias que compõem o centro histórico (como rua São Bento, rua Direita e rua XV de Novembro) tem previsão de entrega final para janeiro de 2026. As principais mudanças envolvem a substituição do pavimento por concreto de alta resistência, instalação de valetas técnicas subterrâneas (para eliminar fios aéreos no futuro) e novos sistemas de drenagem. Tudo isso para tornar o espaço mais acessível e atrativo para pedestres e para o comércio. Hoje, a obra alcança 70% da execução concluída, segundo a AMF Company Ambiental, empresa responsável pela execução do projeto.


Novo Centro Administrativo (Campos Elíseos): Neste ano, o projeto de transferência da sede do Governo do Estado para a região de Campos Elíseos também entrará em uma fase decisiva. Após alguns ajustes no cronograma, 2026 será o ano do leilão, da assinatura do contrato e do início das desapropriações e realocações de moradores na região, com previsão de investimento de R$ 5,4 bilhões.

Remarcado, o leilão da PPP do Novo Centro Administrativo está previsto para o final de fevereiro e o projeto estima um investimento de R$ 6 bilhões. O governo estadual aportará cerca de R$ 3,6 bilhões e o restante será de responsabilidade da concessionária vencedora. A empresa ou consórcio vencedor terá um contrato de 30 anos para construir e gerir o complexo.

Com o contrato assinado (previsto para o segundo semestre de 2026), começam as intervenções físicas no bairro. O projeto abrange quadras próximas ao Largo Coração de Jesus e à Praça Princesa Isabel. Estima-se que cerca de 650 famílias e diversos comércios serão desapropriados. Em 2026, o foco será a negociação dessas áreas e o oferecimento de unidades habitacionais (via CDHU) para os moradores de baixa renda da região.

A desativação e transferência do terminal de ônibus Princesa Isabel para uma nova área próxima à Estação da Luz também devem ganhar corpo em 2026. O novo distrito administrativo terá sete edifícios e dez torres que abrigarão o gabinete do governador e todas as secretarias (cerca de 22 mil funcionários). Os prédios terão lojas, cafés e restaurantes no térreo, abertos ao público, para garantir que a região não fique deserta à noite.

O projeto prevê o restauro de 17 imóveis tombados na região. Haverá a ampliação de 40% das áreas verdes do parque e o governo estadual planeja lançar, em paralelo, editais para a construção de moradias de interesse social nas proximidades, para evitar que o bairro se torne apenas uma zona de escritórios.

Mobilidade: Dentro do Programa de Metas 2025-2028, o ano de 2026 é considerado um ano-chave para o Veículo Leve Elétrico (VLE), um bonde moderno que circulará pelo Centro. O objetivo é conectar pontos estratégicos com um transporte silencioso, elétrico e integrado à rede de ciclovias. Para o primeiro semestre do ano, espera-se o início das obras físicas e a consolidação do traçado que ligará os principais terminais e estações de metrô centrais.

No caso do VLT, em 2026, o foco sairá dos estudos técnicos para o início das obras físicas e a realização das licitações para operação. O sistema terá 12 quilômetros de extensão divididos em duas linhas circulares que se conectam no Largo do Paissandú. Os trens usarão o sistema Alimentação Pelo Solo (APS), o que significa que não haverá fiação aérea, preservando a visão do patrimônio histórico. A expectativa é substituir diversas linhas de ônibus que hoje congestionam as vias estreitas do Centro, criando um transporte silencioso, elétrico e com intervalos de cerca de seis minutos. Além disso, o VLT será integrado a nove estações de metrô, outras duas da CPTM e cinco terminais de ônibus.

Enquanto o VLT circula "dentro" do Centro, os sistemas de BRT e corredores de alta capacidade garantem o fluxo de quem vem de outras regiões para o coração da cidade. Um dos projetos mais aguardados, o BRT Radial Leste, deverá utilizar faixas segregadas e embarque em nível para reduzir o tempo de viagem drasticamente. Já o BRT Aricanduva, outro eixo fundamental que impacta a chegada ao Centro, já teve seus acordos contratuais assinados e deve ter suas obras aceleradas nos próximos meses. Sobre a eletrificação da frota, a meta da Prefeitura é que, até 2026, uma parcela significativa dos ônibus que entram no Centro seja elétrica ou movida a biometano, reduzindo a poluição sonora e atmosférica na região requalificada.

Parques urbanos e PPPs: Outra estratégia da Prefeitura e do Governo do Estado para o Centro de São Paulo, em 2026, está em combinar grandes concessões de infraestrutura com a criação de novas áreas verdes para atrair moradores e investimentos. As Parcerias Público-Privadas (PPPs) e os novos parques são os pilares para tentar reverter a degradação de áreas históricas.

A meta é transformar os chamados "vazios urbanos" e áreas degradadas em espaços de convivência. Um deles é o Parque do Bixiga que, após décadas de disputa, terá em 2026 a consolidação do projeto, que teve seu concurso de arquitetura lançado em 2025. O parque ocupará o terreno próximo ao Teatro Oficina, preservando o último pedaço de terra livre do bairro.

O Parque Municipal do Minhocão prevê a desativação gradual do Elevado Presidente João Goulart e a Prefeitura projeta a expansão das intervenções de lazer (como novos acessos e jardins suspensos) em trechos específicos, enquanto o tráfego de carros é reduzido. No Parque Princesa Isabel, o ano de 2026 servirá como o período de maturação do parque como equipamento de lazer e esporte para a região dos Campos Elíseos, após a reforma entregue recentemente para retomar o espaço antes ocupado pela Cracolândia.

Por meio da Área de Intervenção Urbana (AIU) do Setor Central, estão previstos planos de jardins de chuva e arborização. A meta é expandir a rede de drenagem sustentável, com mais de 500 jardins de chuva instalados para combater alagamentos localizados. O plano também prevê uma arborização intensiva com o plantio de árvores em 118 quilômetros de vias, criando corredores verdes que conectam praças como a da República, o Largo do Arouche e a da Sé. Além disso, são esperadas novidades sobre as PPPs para o Parque Dom Pedro II e a Nova Esplanada da Liberdade. 



Mariana Missiaggia
https://dcomercio.com.br/publicacao/s/as-obras-que-devem-movimentar-o-centro-de-sp-em-2026



5 formas de economizar na compra de material escolar e como decidir se compra à vista ou parcelado


Para quem tem filhos, um dos maiores gastos no início do ano é com a compra do material escolar. Mas, devido à falta de educação financeira, as despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes, ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro.

A maior dúvida é como economizar sem ter que desistir de obter os itens que as crianças necessitam. Sempre recomendo que pensem o quanto precisam trabalhar para conseguir o seu salário. A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preço e, principalmente, a negociar os valores das compras.

Então, o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar. É fundamental ir às compras com antecedência para não precisar ser obrigado a pagar mais caro de última hora. Elaborei algumas orientações sobre o assunto. São elas:

  1. Procure conversar com outros pais e tente fazer a compra em conjunto, pois, assim, a probabilidade de conseguir preços menores aumenta;
  2. Junte o material escolar do ano anterior e veja a possibilidade de reutilizá-los. É possível ainda reaproveitar livros didáticos do filho mais velho para o mais novo, se for o caso. Se não der, faça uma boa ação e doe o material para crianças ou jovens de famílias que não possuem condições de comprá-los;
  3. Faça uma lista do que se precisa comprar, para não se perder e acabar rendendo-se aos impulsos consumistas, deixando de economizar;
  4. Converse com os filhos antes de sair às compras, explicando a situação em que a família se encontra e quanto poderão gastar com os materiais. Caso contrário, será muito fácil ceder aos desejos deles e, com isso, gastar mais do que o planejado;
  5. Quando estiver na loja, seja sincero e explique ao vendedor de forma clara o que você precisa, buscando sempre a melhor opção de pagamento. Sempre pergunte quanto aquele produto custa à vista? Isso proporcionará bons descontos. Se tiver que pagar a prazo, veja se as parcelas caberão no orçamento mensal.

Para quem tem uma reserva de dinheiro, pagar à vista pode ser vantajoso caso se consiga um bom desconto com o vendedor, mas essa decisão depende de outros fatores. Se o dinheiro guardado para a compra está investido, é preciso avaliar a rentabilidade do investimento e se o desconto oferecido pelo pagamento à vista supera o que seria ganho caso o montante fosse mantido investido, sendo pagas as percelas.

Para facilitar essa análise, a DSOP Educação Financeira criou uma calculadora específica para ajudar os consumidores a tomar essa decisão de forma mais embasada. A ferramenta leva em consideração o desconto oferecido na compra à vista e o potencial de rendimento do valor investido. Você pode acessá-la aqui.

Enfim, comprar materiais escolares requer cuidados, mas o investimento vale à pena, pois é o que dará a base necessária para os estudos. Preocupar-se em economizar sem deixar de proporcionar o que a família precisa faz parte do processo de educação financeira. Passe esses ensinamentos aos pequenos, pois, se aprenderem agora, se tornarão adultos mais conscientes e saudáveis financeiramente. Boas festas e bom início de ano a todos.

 

Reinaldo Domingos - PhD em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (Abefin -Link) e da DSOP Educação Financeira (Link). Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira.

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O que desejar para a educação em 2026?

 

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Por mais que saibamos que se trata de uma convenção, a cada final de ano se repete o movimento de avaliar ações passadas e projetar o que se fará no próximo ciclo. Além dos projetos para nossas vidas pessoais, especialistas das mais diferentes áreas são convocados a dizer o que é possível ser feito para melhorar uma dada dimensão da vida, uma política. Quais projetos serão ou devem ser realizados para o futuro?  

Não fui motivada a escrever sobre projetos, mas sim sobre desejo. A atitude desejante alarga a ideia do projeto, desloca-o do seu sentido de organizar planos, de traçar metas (inalcançáveis), propor certezas (impossíveis). O desejo nos convoca à imaginação, dimensão tão importante, e frequentemente tão esquecida, nas políticas educacionais. 

As políticas educacionais – e de certa forma toda política – buscam padrões de certeza, de previsibilidade, de garantia, de controle. Na medida em que são realizados investimentos públicos, é razoável que tais dimensões sejam consideradas. O problema é quando tais políticas se resumem, como muitas vezes se faz nos últimos anos, a operar com esses modelos. Tal escolha simplesmente não funciona.  

Não é com metas de aprendizagem medidas por exames em larga escala, evidências quantitativas de resultados das escolas, controle do trabalho de docentes e dirigentes nas escolas, tentativas de garantir um conhecimento neutro e desvinculado da vida das pessoas que se faz educação. Pelo menos, não é assim que se faz a educação que desejo para 2026. 

Quando a política é vista desse modo, é desconsiderado que a educação, e mais especificamente o local privilegiado (mas não exclusivo) para seu acontecimento — a escola —, é da ordem do imprevisível: envolve a relação com o outro, afetos e subjetividades. Envolve permanência e mudança, simultaneamente; remete a histórias pessoais e coletivas; conflitos entre visões de mundo, entre questões de raça, gênero e sexualidade. Todas essas diferenças vêm gerando ataques por parte dos que temem a diferença do outro, esse outro que ousa deslocar certezas e abalar o que julgamos definitivo. 

É com essa forma de pensar que desejo para a educação em 2026 mais investimento no salário e nas condições de trabalho dos docentes, mais compromisso e acordos pautados nas diferenças dos múltiplos contextos da escola e menos tentativas de uniformizar o que todas as escolas ensinam; menos crença nas métricas e fundamentos curriculares e mais solidariedade e atuação política pela justiça social e a democracia, visando combater desigualdades. Isso implica, por exemplo, não usar o poder (e a polícia) para combater a religião na qual não se acredita, a sexualidade ou a cor do outro que não se aceita, a posição política que não se admite existir. 

Em defesa de formas desejantes na política, talvez possamos apostar que seja possível, na educação, vivermos juntos – e bem – em 2026.  

 

Alice Casimiro Lopes - Professora Titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-graduação em Educação da Uerj, autora do livro Por um currículo sem fundamentos, (Cortez Editora).

 

Ano novo, empresa nova: cinco cursos e ferramentas online do Sebrae para apoiar na abertura do pequeno negócio

         Ideias de negócio, controle de fluxo de caixa e passo a passo para registro do CNPJ são algumas das opções disponibilizadas pelo Sebrae de forma gratuita

 

O ano de 2025 foi o ano dos pequenos negócios. De janeiro a dezembro, mais de 5 milhões de microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) foram registrados em todo o país. E esse número deve continuar crescendo em 2026. De acordo com a mais recente edição do Monitor Global de Empreendedorismo (Global Entrepreneurship Monitor – GEM 2024), o país tem mais de 47 milhões de potenciais empreendedores que desejam ter um negócio próprio em até três anos.

Se está na sua lista de metas para este ano começar a empreender, o Sebrae preparou uma série de conteúdos, cursos e ferramentas gratuitas para quem deseja abrir um pequeno negócio e não sabe por onde começar.


Iniciando um pequeno grande negócio

O curso gratuito de apenas 10 horas traz conceitos básicos de empreendedorismo e identifica os elementos para iniciar um negócio, incluindo análise de mercado, definição de público-alvo e estruturação de um plano de negócios. A capacitação ajuda também a definir produtos e serviços diferenciados e dá noções básicas de gestão para o dia a dia. Inscreva-se aqui


Ideias de Negócio

A plataforma elaborada pelo Sebrae reúne mais de 400 ideias de negócios com informações completas que ajudarão no planejamento e na abertura destes novos estabelecimentos, como indicações sobre a melhor localização, equipe para cada tipo de negócio, equipamentos, legislação, entre outras. Confira aqui.


Como captar recursos para o seu negócio

Em duas horas de curso, o empreendedor que já está com a empresa estabelecida - e se encontra em uma situação financeira difícil ou quer expandir o negócio - aprende sobre como acessar as linhas de financiamento. A capacitação oferece uma ampla visão sobre os cuidados na busca por um financiamento e como obtê-lo. Quem está iniciando um empreendimento também deve fazer o curso para não cair em ciladas. Confira aqui


Como controlar o fluxo de caixa

Em 10 horas de capacitação, os donos de pequenos negócios compreendem a importância do fluxo de caixa para a gestão financeira do negócio e identificam os elementos que compõem o controle de entradas e saídas de recursos. O curso é ideal para quem busca mais planejamento, segurança e controle das finanças, além de ajudar na projeção de cenários futuros e com estratégias para evitar riscos e tomar decisões com mais segurança. Acesse neste link


Ferramenta Fluxo de Caixa descomplicado

Para começar 2026 mais organizado, o Sebrae disponibiliza a ferramenta Fluxo de Caixa para os microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. Com a ferramenta on-line, a gestão financeira do pequeno negócio se torna simples e eficiente. Por lá, é possível registrar todas as entradas e saídas de caixa, visualizar o saldo atual e projetado e uma visão clara dos seus compromissos financeiros futuros. Além de simplificar a emissão da guia DAS para MEIs, a ferramenta permite ainda a criação de relatórios personalizados para diferentes períodos, enviados automaticamente por e-mail. Confira aqui


5 dicas reais e diferenciadas para economizar e fazer seu dinheiro render

“O paladar não retrocede” - e, segundo especialista, esse hábito de elevar o padrão de vida a cada aumento de renda compromete o futuro; ela traz dicas práticas para poupar sem abrir mão de qualidade


 

Viver bem vai muito além de aparentar conforto. Em um mundo onde redes sociais amplificam estilos de vida desejáveis e o consumo é constantemente estimulado, manter um padrão elevado pode parecer sinônimo de sucesso. Mas essa busca, quando não vem acompanhada de organização e consciência financeira, tende a cobrar um preço alto - emocional, profissional e até físico.

 

Uma pesquisa da plataforma Creditas Benefícios, em parceria com o Opinion Box, reforça essa conexão entre dinheiro e bem-estar: 71% dos brasileiros afirmam que trabalham melhor quando estão com as contas em dia, enquanto 64% dizem não conseguir cumprir tarefas básicas da rotina profissional quando estão endividados, como chegar no horário ou manter a produtividade. O impacto vai além da performance: 66% relatam que problemas financeiros afetam diretamente a saúde mental, gerando quadros de estresse, ansiedade e até insônia.

 

Para Adriana Melo, que é contadora de formação, mentora em finanças pessoais e carreira, esse cenário é o reflexo de um comportamento recorrente: muitas pessoas mantêm padrões de consumo que não condizem com sua real capacidade financeira. “Elas vivem no automático, consumindo por hábito, por impulso ou por comparação. A consequência é uma rotina financeira frágil, mesmo quando a renda é alta. O problema não está na quantidade que se ganha, mas no quanto se ignora para onde o dinheiro está indo”, comenta.

 

Segundo Adriana, mais do que cortar gastos, é preciso entender o que sustenta de fato o padrão de vida de uma pessoa ou família - e o que, na prática, está apenas ocupando espaço no orçamento sem gerar valor real. “Economizar não significa abrir mão do que importa, mas sim manter o essencial com equilíbrio e propósito. O objetivo deve ser viver com segurança e autonomia, e não apenas parecer bem enquanto se caminha no limite”, entende.

 

Pensando nisso, a especialista reuniu orientações práticas para quem deseja preservar o padrão de vida sem comprometer a saúde financeira - indo além de cortes óbvios e abordando comportamentos que fazem diferença no longo prazo. Confira:

 

1. Mantenha o padrão, mas reveja os excessos invisíveis

Você não precisa abrir mão de tudo o que gosta para ter uma vida financeira saudável - mas precisa saber exatamente quanto custa viver como você vive hoje. Isso inclui revisar despesas recorrentes que, sozinhas, parecem inofensivas, mas somadas comprometem boa parte do orçamento: planos pouco utilizados, assinaturas que passam despercebidas, pedidos por delivery, múltiplos streaming de vídeo e música, mimos constantes que viram hábito.

 

“Faça uma análise mensal: o que realmente é essencial para o seu bem-estar e o que está apenas drenando seus recursos sem trazer valor real? As pessoas acham que gastar é o problema, mas o desafio está no que se gasta sem perceber. Revisar os excessos permite manter o que realmente importa com mais tranquilidade”, afirma Adriana.

 

2. Cuidado com o que vem embalado como presente

Roupas que chegam perfumadas, dobradas com fitas de cetim e sua etiqueta já separada - não são presentes. São parte de uma técnica de venda. Grifes como Gucci, Louis Vuitton e joalherias sofisticadas dominam o jogo da sedução. E isso se replica em outras faixas de consumo, com o que chamamos de “malinha”: uma curadoria personalizada que chega à sua casa com a promessa de conveniência - e a armadilha do impulso.

 

“O problema não é o serviço - é quando você se torna o alvo da meta de um bom vendedor. Cuidado: a peça que parece ter sido feita para seu alter ego pode nunca ver um evento real. E ainda passar anos ocupando espaço (e drenando seu bolso). Comprar deve ser decisão sua, não da loja que bate à sua porta”, analisa.

 

3. Evite parcelar a vida: antecipe o que puder

Viver de parcelas dá uma falsa sensação de controle - mas, na prática, compromete o futuro. O ideal é inverter a lógica: em vez de pagar depois, se organize para comprar à vista, sempre que possível. Isso vale para bens de consumo, viagens e até presentes. 

 

“Quando o pagamento é imediato, a escolha tende a ser mais criteriosa, menos emocional. Além disso, evita o acúmulo de parcelas simultâneas e a sensação constante de aperto financeiro. A antecipação é um hábito poderoso. Quem aprende a esperar para comprar, passa a consumir com mais liberdade - e não com culpa ou medo de faltar”, diz a especialista.

 

4. Tenha metas claras, muitas vezes Riqueza é o dinheiro que você não gastou.

Guardar dinheiro por guardar pode parecer um esforço em vão. Mas quando há um objetivo - cuidar dos seus pais, poupar para os filhos, uma mudança de carreira ou o sonho da casa própria - o sacrifício se transforma em propósito. 

 

“Mesmo que o valor seja pequeno, o hábito de poupar com intenção reforça a disciplina e o senso de progresso. O segredo é transformar metas em planos concretos e visíveis. Quem não tem meta vive reagindo ao que aparece. Com uma meta clara, você escolhe onde quer chegar e passa a filtrar melhor os gastos que realmente te aproximam desse caminho”, entende.

 

5. Atualize seu estilo de vida com consciência

O paladar não retrocede, e é aí que mora o perigo. O aumento da renda costuma vir acompanhado de gastos maiores - o tal do “efeito elástico”. Mas se toda promoção vira pretexto para assumir mais compromissos fixos, não sobra espaço nem para investir.

 

“Tem coisa que é pra rico. E tem coisa que é pra bobo. Antes de transformar qualquer aumento de salário em novo padrão de vida, crie um tempo de observação. Quite dívidas, monte uma reserva, invista em formação. Subir o padrão? Tudo bem - desde que seja uma escolha consciente e sustentável, não só uma reação à nova fase. Porque a liberdade financeira não vem do contracheque, vem do que você faz com ele. Ganhou mais? Ótimo. Mas antes de gastar mais, garanta uma base sólida. Aí sim, o próximo passo faz sentido - no bolso e no tempo”, conclui Adriana Melo. 

 



Adriana Melo - CFO da SAS Brasil, com mais de 20 anos de experiência em finanças corporativas, planejamento, controladoria e uma especialização estratégica em tributação - diferencial raro entre executivos da área. Com passagens por empresas como Gartner, Ferrero, Votorantim e CNH Capital, ela atua com foco em geração de valor, eficiência fiscal e tomada de decisão estratégica, sendo reconhecida pela capacidade de traduzir complexidades financeiras em soluções práticas e sustentáveis para o crescimento das organizações.



Depois do Natal, evite o crédito: 5 motivos para priorizar o débito e reorganizar as finanças

Passadas as compras de Natal e as confraternizações de fim de ano, muitos brasileiros começam a olhar para a fatura do cartão com preocupação. O uso do cartão de crédito continua em alta no país, segundo um levantamento da Abecs, o uso do crédito cresce ano após ano no comércio físico e online. O movimento, porém, acompanha outro indicador: segundo o SPC, cerca de 80 milhões de pessoas terminaram o ano endividadas.

Para Breno Nogueira, influenciador e especialista em planejamento financeiro, a preferência pelo crédito no dia a dia cria uma sensação de renda maior do que a real. Ele destaca que o uso mais frequente do débito ajuda a manter o orçamento sob controle e reduz riscos, como perda de renda, acúmulo de parcelas e cobranças inesperadas.

O especialista  também comentou sobre os principais problemas que grande parte dos usuários do cartão de crédito enfrentam — e por que é importante controlar ao máximo o uso. Confira:


1. O cartão transforma o salário em “pagador de fatura”

Quando o cartão de crédito concentra todas as despesas, o salário deixa de financiar a vida real e passa a servir apenas para pagar a fatura. Breno Nogueira explica que é assim que muitas famílias entram em um ciclo em que nada sobra no final do mês — e, sem sobra, o consumidor continua recorrendo ao cartão para sobreviver ao mês seguinte. A ausência de limite no crédito favorece esse comportamento, diferente do débito, que mostra o impacto do gasto imediatamente.


2. Gastos variáveis ficam invisíveis no crédito

Despesas que mudam conforme o dia — cafés, delivery, mercado rápido — deveriam ser monitoradas em tempo real. No crédito, normalmente, elas se acumulam sem “dor imediata”, só aparecendo 30 dias depois. Breno aponta que é justamente nesses gastos flexíveis que o débito funciona melhor: a falta do dinheiro no saldo força o consumidor a ajustar o ritmo no mesmo dia, evitando que essas compras se transformem em uma fatura difícil de pagar.


3. Parcelamentos competem com despesas essenciais

Compras parceladas criam um compromisso futuro que muitas vezes é esquecido. Quando as parcelas começam a se sobrepor, elas pressionam despesas fixas como aluguel, energia e saúde. Breno defende que o parcelamento não é o vilão, mas exige disciplina — algo que se perde quando o consumidor já está com a renda tomada por faturas volumosas. No débito, a compra é sentida na hora e evita que o orçamento seja comprometido por meses.


4. Muitos cartões dificultam o controle

Quanto mais cartões na carteira, maior o risco do consumidor perder o controle do que já gastou e de quanto ainda será cobrado. Isso aumenta a chance de inadimplência e de cobranças inesperadas. Para quem busca reorganizar as contas, Breno recomenda reduzir a quantidade de cartões ativos e priorizar o débito enquanto recupera margem financeira.


5. Limite não é renda — e essa confusão custa caro

Um dos erros mais comuns é tratar o limite do cartão como uma extensão do salário. Breno reforça que o crédito não representa um dinheiro disponível na conta, mas sim uma antecipação de uma renda que ainda virá. Quando o consumidor se apoia no limite para fechar o mês, qualquer imprevisto, perda de renda, queda de comissões, atraso de pagamento, vira um gatilho para o endividamento. “Quando o débito é priorizado, o consumidor volta a calibrar o orçamento com base no dinheiro real e não em uma projeção”, completa Breno.

 

Breno Nogueira - especialista em finanças pessoais e fundador da Escola do Breno, iniciativa que ensina pessoas físicas a organizarem suas rendas e despesas, sair das dívidas e criar melhores hábitos financeiros. Diferente de quem foca em ensinar a investir, Breno acredita que o primeiro passo é fazer o salário sobrar no fim do mês. Para isso, utiliza métodos práticos e acessíveis — como sua Planilha do Breno, que em apenas um ano ultrapassou R$ 3 milhões em faturamento, e o App do Breno, lançado em outubro. Hoje, a Escola já impactou mais de 20 mil pessoas. Breno reúne mais de 900 mil seguidores nas redes sociais e é reconhecido pela linguagem simples e direta sobre como lidar melhor com o dinheiro.



Mais vagas abertas, mais entrevistas: 3 dicas para conquistar o recrutador

Com o aumento das contratações no país, candidatos precisam se preparar melhor para se destacar nos processos seletivos 


O mercado formal de trabalho mantém um ritmo elevado de geração de empregos: segundo o Novo CAGED, mais de 1,2 milhão de vagas com carteira assinada foram criadas no acumulado de 2025 até junho. Essa alta é reforçada pela Pesquisa de Expectativa de Emprego para o 4° trimestre de 2025 do ManpowerGroup, líder global em soluções de força de trabalho, que indica que 53% das empresas brasileiras planejam contratar entre outubro e dezembro. Para aproveitar o cenário favorável, é preciso se preparar para as entrevistas de emprego e se destacar na conversa com o recrutador.

Pensando nisso, Bárbara Gonçalves, gerente de recrutamento e seleção do ManpowerGroup, reuniu algumas dicas para auxiliar os profissionais durante os processos seletivos. 

“Conquistar o recrutador vai além de estar disponível para trabalhar, exige preparo, clareza de perfil, proatividade e comunicação estratégica em todas as etapas”, afirma. 

De acordo com a especialista, o primeiro passo é a preparação pré-entrevista, que inclui pesquisar sobre a empresa, compreender os requisitos da vaga e antecipar possíveis perguntas. Candidatos que demonstram conhecimento prévio sobre a rotina e as expectativas do cargo tendem a se sobressair em relação aos demais. 

Outro ponto relevante é alinhar o currículo e as respostas às competências mais valorizadas para a função. Isso pode envolver destacar experiências anteriores, habilidades de trabalho em equipe, disponibilidade de turno ou conhecimentos técnicos específicos. Na comunicação com o recrutador, o ideal é transmitir segurança e clareza, mostrando familiaridade com contextos similares e com as demandas da área. 

“Em processos com alto volume de inscritos, etapas como triagem digital ou testes prévios são comuns. Manter o perfil atualizado em sites e portais de vagas, ter um currículo bem formatado e responder rapidamente a convites para entrevistas online são diferenciais práticos. Candidatos com informações desatualizadas podem ser eliminados antes da primeira chamada”, comenta Bárbara.

Durante a entrevista, é importante manter postura profissional, clareza e objetividade. Recomenda-se que o profissional siga um roteiro de suas motivações, apresente conquistas anteriores de forma organizada e prepare perguntas pertinentes para demonstrar interesse genuíno. 

A especialista destaca ainda a importância de uma comunicação bidirecional, não apenas responder com qualidade, mas também saber questionar. Demonstrar curiosidade sobre metas, dinâmica da equipe e indicadores de performance podem fazer a diferença. 

Por fim, após a entrevista inicial, o acompanhamento, como enviar uma mensagem de agradecimento, reforçar o interesse pela vaga e sinalizar disponibilidade para próximas etapas, pode influenciar positivamente a decisão final.

 

ManpowerGroup®


Escassez de médicos na Itália abre oportunidades para profissionais brasileiros a partir de 2026


Médicos brasileiros têm oportunidades crescentes na Itália em 2026,
com salários atrativos e alta demanda. Gabriela Rotili, especialista no tema,
orienta sobre o processo legal de atuação no país 
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 Alta demanda, salários competitivos e contratos estáveis atraem estrangeiros, mas processo de revalidação do diploma exige planejamento e cuidado


A Itália enfrenta uma escassez crescente de médicos, especialmente em hospitais públicos e regiões fora dos grandes centros. Para suprir a demanda, o país tem ampliado a contratação de profissionais formados fora da União Europeia, colocando médicos brasileiros no radar a partir de 2026.

Segundo especialistas, o salário pode chegar a valores equivalentes a cerca de R$ 45 mil mensais em contratos de tempo integral. Além da remuneração, a estabilidade e os benefícios previstos na legislação italiana tornam o país uma opção atraente para profissionais que buscam experiência internacional. 

No entanto, atuar legalmente na Itália exige atenção a regras específicas de reconhecimento do diploma médico, que incluem análise de elegibilidade, organização documental e cumprimento de prazos institucionais, que podem ser longos. “O erro mais comum é começar pelo caminho errado, sem entender as exigências legais. Isso pode gerar atrasos significativos e prejuízos financeiros”, explica a médica brasileira Gabriela Rotili, que atua no país desde 2021 e é CEO da DNN Learning, instituição voltada à orientação de médicos brasileiros. 

Ela alerta que muitos profissionais iniciam o processo de forma improvisada, investindo em traduções, cursos e taxas antes de confirmar se são elegíveis para a revalidação. “Não existe atalho. Planejamento é essencial, porque se trata de uma mudança de país e de sistema de saúde completamente diferentes do brasileiro”, afirma. 

Outro ponto pouco conhecido é que médicos que iniciaram a organização da documentação no passado nem sempre precisam começar do zero. Parte dos documentos pode continuar válida, enquanto outros precisam ser atualizados. Uma análise criteriosa evita retrabalho e gastos desnecessários.

Com o aumento do interesse, também crescem promessas de aprovação rápida ou garantias irreais. “Processos sérios trabalham com legislação e prazos reais. Promessas fáceis costumam gerar frustração e prejuízo”, ressalta Gabriela.

Especialistas destacam que a Itália exige cuidado em cada etapa, entender os critérios para revalidação, organizar documentos corretamente, escolher regiões com maior demanda e planejar a transição com segurança jurídica. Mais do que rapidez, o foco deve ser construir uma carreira sustentável, evitando erros que possam atrasar a entrada no mercado de trabalho italiano.



Quickly Travel indica 11 destinos nacionais para os feriados de 2026


Seleção considera clima, duração e perfil do viajante para transformar as datas especiais do novo ano em experiências pelo Brasil


Maceió tem boa estrutura de hotéis e resorts, além de praias de águas mornas - perfeito para um feriado em família
                                                                 SEMTUR / Jonathan Lins



Depois de um 2025 com poucas pausas prolongadas, eis que 2026 surge como um calendário especialmente favorável para quem gosta de viajar. A maioria dos feriados nacionais cai em dias úteis, abrindo espaço para emendas estratégicas e períodos mais longos de descanso. Ao todo, serão 11 datas que vão propiciar oportunidades para os amantes de um bom passeio.


Atenta a este calendário, a agência de viagens Quickly Travel selecionou 11 destinos nacionais e os associou aos principais feriados de 2026, reforçando a proposta da QT Vacation, sua plataforma de lazer voltada aos colaboradores de empresas clientes. A curadoria considera diferentes perfis de viajantes e durações de viagem, combinando destinos de fácil acesso para escapadas curtas e opções ideais para feriados prolongados. 

Todos os roteiros podem ser personalizados pelo próprio viajante na QT Vacation, que reúne passagens aéreas, hospedagens e pacotes completos em um único hub digital. “Em 2026 teremos uma mescla interessante de feriados de 3 dias e também de alguns maiores. Para eles conseguimos sugerir viagens que aproveitam melhor cada data. A QT Vacation facilita o planejamento, mantendo o padrão de serviço que o colaborador já conhece das  viagens corporativas”, explica Gervásio Tanabe, Head de Business Travel, Sales e Marketing da Quickly Travel.


Carnaval - 14 a 17 de fevereiro (sábado a terça-feira): Salvador (BA)
Para quem quer vivenciar a maior festa popular do país, Salvador é o destino natural do Carnaval. Além dos blocos e trios elétricos, a cidade oferece opções para quem prefere um roteiro cultural, gastronômico ou praias mais tranquilas nos arredores. 


Sexta-feira Santa - 3 de abril (sexta-feira): Campos do Jordão (SP)
A data convida a viagens mais introspectivas e de descanso. Com clima ameno, natureza exuberante e boa oferta gastronômica, Campos do Jordão é ideal para quem busca tranquilidade, caminhadas ao ar livre e experiências culturais com a programação de Páscoa da cidade.


Tiradentes - 21 de abril (terça-feira): Jalapão (TO)
O feriado de Tiradentes é uma boa oportunidade para viagens de natureza e experiências mais imersivas. Abril marca o fim do período de chuvas no Jalapão, quando as paisagens estão mais verdes, os fervedouros cheios e as temperaturas ainda agradáveis. É o momento ideal para quem busca aventura e contato com o cerrado.


Dia do Trabalho - 1º de maio (sexta-feira): Florianópolis (SC)
Com temperaturas mais amenas e menor fluxo turístico, Florianópolis é uma boa escolha para quem busca equilíbrio entre praias, natureza e infraestrutura urbana, aproveitando um fim de semana prolongado.


Corpus Christi - 19 de junho (quinta-feira): Gramado (RS)
O feriado marca o início de um período bem charmoso na Serra Gaúcha. Gramado oferece clima frio, programação cultural, gastronomia de destaque e hotéis preparados para experiências românticas ou em família.


Revolução Constitucionalista (em São Paulo) - 9 de julho (quinta-feira): Ilhabela (SP)
Para os paulistas, o feriado é ideal para uma escapada ao litoral. Ilhabela combina praias, trilhas e cachoeiras, sendo uma opção versátil tanto para descanso quanto para atividades ao ar livre. Em julho, a ilha tem clima ameno, diminuição dos borrachudos e é o pico de temporada de avistamento de baleias-jubarte. 


Independência do Brasil - 7 de setembro (segunda-feira): Foz do Iguaçu (PR)

Setembro é um bom mês para visitar Foz do Iguaçu (PR) graças às temperaturas amenas e poucas chuvas
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Setembro é um dos melhores meses para visitar Foz do Iguaçu. O clima costuma ser mais estável, com temperaturas agradáveis e menor índice de chuvas, o que favorece os passeios ao ar livre, especialmente nas Cataratas do Iguaçu. No roteiro, ainda é possível incluir uma visita ao Parque das Aves e à Usina de Itaipu.


Nossa Senhora Aparecida - 12 de outubro (segunda-feira): Maceió (AL)
Outubro é um bom período para visitar a capital alagoana, especialmente para quem viaja em família. O clima é estável, com dias ensolarados e pouca chuva, e o mar costuma estar mais calmo, favorecendo a formação das piscinas naturais e praias de águas mornas. O feriado prolongado coincide com o Dia das Crianças, e o destino oferece ampla estrutura de resorts e hotéis voltados ao público familiar.


Finados - 2 de novembro (segunda-feira): Bonito (MS)
Novembro é um período especialmente interessante para visitar Bonito. Com o início da temporada de chuvas, a vegetação fica mais verde e rios e cachoeiras ganham mais volume, valorizando os cenários naturais do destino. As temperaturas mais elevadas favorecem atividades aquáticas, como flutuações e balneários, enquanto o movimento ainda é menor em comparação à alta temporada de inverno. 


Dia da Consciência Negra - 20 de novembro (sexta-feira): Belém (PA)
A data é uma oportunidade para explorar a diversidade cultural brasileira. Belém oferece uma imersão na gastronomia amazônica, mercados tradicionais e roteiros históricos, ideal para um fim de semana prolongado.


Natal - 25 de dezembro (sexta-feira): Monte Verde (MG)
Em dezembro, a vila mineira ganha decoração temática e programação especial, criando um cenário ideal para quem busca celebrar a data longe do ritmo das grandes cidades. A combinação entre natureza, gastronomia de inverno, trilhas leves e hospedagens charmosas faz de Monte Verde uma boa escolha tanto para casais quanto para famílias que desejam um Natal tranquilo.

Todos esses destinos estão disponíveis na QT Vacation, plataforma de lazer da Quickly Travel. A partir do primeiro semestre de 2026, a plataforma também passará a oferecer locação de veículos, ampliando as possibilidades de personalização das viagens e reforçando o posicionamento da Quickly Travel como uma agência que acompanha o viajante do trabalho ao lazer.


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