Tem gente que perde a vida simplesmente por ser bonita. Foi o caso de Ângela Diniz, ex-socialite brasileira de 32 anos que foi assassinada pelo seu companheiro, Doca Street, na Praia dos Ossos, localizada no município de Búzios (RJ). O que ela fez para tanto? Simplesmente deu um chute da b**** do engenheiro Milton Villas Boas e decidiu ser livre: o que causou a fúria da sociedade.
Xuxa Meneghel é outra que também não fica de fora dessa.
Considerada a Rainha dos Baixinhos, a atriz, apresentadora, cantora e compositora,
que já vendeu 28 milhões de cópias musicais direcionadas ao público infantil,
por ser bela demais, viveu história abusiva com a empresária Marlene Mattos.
Nas palavras da dirigente: “nós vivíamos uma relação. Você que não sabia”.
E o que falar de Grazi Massafera? Saindo, em 2005, do reality show
Big Brother Brasil para viver a personagem Thelminha na novela Páginas da
Vida, a vida da musa não foi fácil. Enfrentando preconceito por ser
modelo que nunca atuara em televisão, exemplifica: "Otavio Augusto, em Tempos
Modernos, não quis contracenar comigo. Fez a cena olhando para parede e foi
embora”.
Seria o fim da beleza como se conhece? Pode ser que sim. Para o
psicanalista ucraniano Wilhelm Reich, autor do livro A Função do Orgasmo,
lançado em 1927, as pessoas que são consideradas potentes orgasticamente são
aquelas capazes de alcançar uma grande quantidade de prazer nas suas atividades
do dia a dia devido à forma com que a sua organização psicológica se
estruturou.
Na visão do autor, quando um indivíduo se encontra neste estado
específico, o seu centro orgânico-vegetativo é capaz de se expandir
continuamente sem nenhum tipo de bloqueio. Isto significa que tanto a sua
psique quanto o seu corpo conseguem fazer a energia biológica fluir, abrindo
caminho para que as mais diversas benesses ocorram. É o que se chama de estado
P.
Nele, o sujeito pode ficar tão excitado com o falo mágico que
possui, e com tudo que ele é capaz de fazer e trazer para si, que pode se
fundir com este símbolo, tornando-se um mito. Quando este fenômeno acontece, o
portador da simbiose fica não só magnetizado com as capacidades do objeto como,
além de coisas boas, acaba atraindo também o oposto: o impotente orgástico.
Foi o que aconteceu com Ângela, Xuxa e Grazi. Em estado P,
tudo é gozo. Um rubor cora o rosto, o sorriso aparece sempre largo e
espontâneo, os olhos ficam entreabertos como se estivessem marejados, a voz
fica tranquila e aveludada, o caminhar fica suave e flutuante, gerando uma
sonolência latente que faz com que quem esteja nesta posição esteja sempre
relaxado e feliz.
É o que atrai o impotente. Como ele não passa de um frustrado
sexual, afinal, não é realizado com as escolhas que fez, nem com o que
construiu ao longo da sua trajetória pessoal, ele precisa perfurar as suas
vítimas, capturando todo o orgasmo que nunca teve. É aí que ele destrói alguém
de vez. Principalmente, quando existe bastante luz para preencher sua
escuridão: “alô, Diniz!”.
Pensa que é mentira? Segura essa: uma pesquisa desenvolvida pela agência
de notícias BBC News revelou aspectos obscuros e pouco discutidos sobre a
formosura. De acordo com o estudo, 70% das empresas não contratam mulheres bem
apessoadas para cargos de liderança, alegando não passarem credibilidade para
assumir posições onde serão mais exigidas intelectualmente.
Em outro grupo de discussão envolvendo os aspectos negativos da
elegância, a entrevistada Fernanda afirmou não gostar de conviver com pessoas
muito estonteantes: “tenho preconceito com gente bonita, porque elas afetam a
minha autoestima”. Para ela, estar ao lado de uma mulher mais agraciada, faz
com que se sinta inferior, tornando-se invisível quando está ao seu lado.
Há, ainda, hospitais que não oferecem o mesmo tipo de cuidado em
relação a pacientes bonitos. Dá para acreditar? Para muitos médicos, o paciente
formoso aparenta sempre estar bem, o que incide sobre o percentual crescente de
erros médicos no Brasil, com 74.358 processos judiciais apontados somente em
2024. É ou não é inveja porque a pessoa bonita transa? Dá-lhe Reich!
Nenhum comentário:
Postar um comentário