“O erro mais comum é tratar a pele no verão como se estivéssemos
no inverno”, explica a farmacêutica bioquímica e especialista em estética
avançada Carla Caixeta. “A pele muda com o clima. E quando o cuidado não muda
junto, o dano se acumula.”
O que realmente acontece com a pele no
calor
Altas temperaturas provocam vasodilatação, aumento da produção de sebo e maior atividade inflamatória. A radiação ultravioleta, além de estimular melanina, compromete a função da barreira cutânea e acelera a degradação do colágeno.
O resultado não é apenas estético. É estrutural:
- manchas
que se tornam mais resistentes
- textura
irregular
- aparência
opaca, mesmo em peles jovens
- envelhecimento que se manifesta meses depois
“O verão planta problemas que só aparecem no outono ou no
inverno”, alerta Carla.
Clarear no verão exige inteligência não
agressão
Durante anos, clareamento foi sinônimo de descamação intensa e peelings profundos. No calor, esse tipo de abordagem costuma ser um erro. A pele, já sensibilizada pelo sol, responde com efeito rebote: mais inflamação e mais manchas.
A estética avançada atual segue outro caminho, controle
inflamatório, estímulo celular e preservação da barreira cutânea.
“Clarear não é atacar a pele. É reorganizar seu funcionamento”, explica a especialista. “No verão, o tratamento precisa ser estratégico, progressivo e compatível com a exposição solar.”
Os tratamentos que fazem sentido nos meses mais quentes
Janeiro e fevereiro pedem protocolos que trabalhem qualidade de pele, não agressão. Entre os recursos mais utilizados nesse período estão:
- Laser de Thulium (Lavieen): promove renovação controlada, melhora
manchas, textura e luminosidade, com recuperação rápida e segura para o
verão.
- Eletroporação: permite a entrega profunda de ativos
clareadores, antioxidantes e hidratantes sem agredir a superfície da pele.
- Bioestimuladores leves: estimulam colágeno e viço de forma gradual,
sem inflamação excessiva.
- Protocolos de hidratação profunda e regeneração: fundamentais para manter equilíbrio e função celular em altas temperaturas.
O viço verdadeiro não vem do brilho superficial. Ele vem de
uma pele estruturalmente saudável.
O que evitar nessa época do ano
Procedimentos muito agressivos, técnicas que fragilizam
excessivamente a pele e tratamentos padronizados tendem a aumentar riscos no
verão. Outro erro frequente é confiar apenas em cosméticos, sem ajuste de
hábitos como fotoproteção adequada, hidratação e rotina personalizada.
Quando estética vira autocuidado
consciente
Cuidar da pele no verão não é sobre estética imediata, mas
sobre prevenção inteligente. Uma pele bem tratada nessa fase responde melhor
aos tratamentos ao longo do ano e envelhece de forma mais equilibrada.
Esse olhar integrativo é o que orienta o trabalho desenvolvido pela Dra. Carla, que atua com protocolos personalizados e abordagem técnica focada na fisiologia da pele, unindo tecnologia, ciência e leitura individual de cada caso.
“Estética responsável não promete milagres. Ela constrói resultados”, resume.
Carla Caixeta - Farmacêutica bioquímica é referência em estética avançada, naturalidade e estímulo de colágeno. À frente da Clínica Orphia, seu trabalho se destaca pela abordagem personalizada e pelo cuidado em alinhar tecnologia, saúde da pele e bem-estar, especialmente em períodos críticos como o verão.


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