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quarta-feira, 24 de abril de 2024

Especialista revela dicas para dominar o SEO e aumentar a visibilidade no YouTube

De acordo com João Adolfo de Souza, autoridade em estratégias para maximizar os resultados na plataforma, implementar estas técnicas contribuirá para a construção de uma base de seguidores fiel e engajada


O YouTube não é apenas uma rede social para o compartilhamento de vídeos. É também o segundo maior motor de busca do mundo, ficando atrás apenas do Google. Isso significa que a otimização de vídeos na plataforma é crucial para aumentar a visibilidade e atrair mais visualizações. 

De acordo com João Adolfo de Souza, CEO e fundador da João Financeira e especialista em estratégias para maximizar ganhos no Youtube, o título de um vídeo é um dos elementos mais críticos para a otimização SEO no YouTube, precisando atrativo e incluir palavras-chave relevantes, que são utilizadas pelos espectadores em suas buscas. “Ferramentas como Google Keyword Planner, Ahrefs e SEMrush podem ajudar a identificar as palavras-chave mais procuradas e relevantes para cada conteúdo”, revela.


Detalhes e clareza

Para o especialista, o título deve ser claro e direto, mas também criativo e atrativo. “A chamada de um vídeo precisa capturar a atenção do espectador e, ao mesmo tempo, ser informativa sobre o que o vídeo oferece. Recomenda-se um título com aproximadamente 60 caracteres, evitando que seja cortado nos resultados de busca”, pontua.

A descrição do vídeo é onde o criador de conteúdo pode expandir o que foi iniciado no título. “É fundamental começar com as informações mais importantes, incluindo palavras-chave estrategicamente posicionadas nas primeiras linhas, pois apenas cerca de 100 a 150 caracteres são visíveis nos resultados de busca antes de o usuário clicar para expandir”, alerta.

Além das palavras-chave, a descrição exige informações que adicionam contexto ao vídeo e insiram um chamado à ação (CTA), como incentivar a inscrição no canal, comentar ou assistir a outros vídeos. “Links para redes sociais e websites também podem ser incluídos para aumentar a interatividade com o espectador”, declara.


Afinando a relevância

Segundo João, as tags ajudam o algoritmo do YouTube a entender o conteúdo do vídeo e a classificá-lo com outros vídeos semelhantes. “Como nas palavras-chave, o criador deve escolher tags que sejam altamente relevantes, incluindo uma mistura de termos genéricos e específicos para cobrir tanto buscas amplas quanto diretas”, relata.

Vale ressaltar que as tags devem ser consistentes com o conteúdo do vídeo. Caso contrário, a publicação pode ser penalizada pela plataforma.


Medindo a eficácia e ajustando estratégias

Uma vez implementadas essas estratégias de SEO, é importante medir o sucesso do conteúdo. “Ferramentas como YouTube Analytics, por exemplo, fornecem insights valiosos sobre como os vídeos estão performando em termos de visualizações, engajamento e retenção de audiência. Ajustes podem ser necessários à medida que o criador aprende o que funciona melhor para seu público”, revela.

O especialista acredita que implementar estas estratégias não apenas ajudará os vídeos a alcançar um público mais amplo através do aumento da visibilidade nos resultados de busca, mas também contribuirá para a construção de uma base de seguidores fiel e engajada. “A otimização de SEO no YouTube é um componente crucial para quem deseja ampliar seu alcance e impacto na plataforma”, finaliza. 



João Adolfo de Souza - administrador de empresas e atua há quase 20 anos no ramo de empréstimos consignados. Atualmente, é CEO e fundador da João Financeira. O empresário tem como foco ensinar pessoas a fazer dinheiro com o Youtube, e já conta com mais de 3,45 milhões de inscritos e ultrapassa a marca de 1 bilhão de visualizações em seus canais. Para mais informações, acesse as redes @joaoadolfooficial ou o portal https://linktr.ee/joaoadolfooficial.


Cadastro no Domicílio Eletrônico Trabalhista termina em 1º de maio; empresas precisam fazer adesão para evitar multas

 

FecomercioSP faz live com especialistas nesta quinta-feira (25) para esclarecer dúvidas e orientar empreendedores sobre o uso da nova plataforma

 

Empresas que integram os grupos 3 e 4 do eSocial e os empregadores domésticos têm até o dia 1º de maio para aderir ao Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET).

O sistema, criado para promover mais eficiência na troca de informações entre as empresas e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), pode ser acessado pela plataforma Gov.br e não requer

instalação. A partir do mês que vem, o DET passa a ser o ambiente oficial para comunicação e prestação de serviços digitais — e a não adesão pode resultar em multa e outras penalidades.

 

O assunto e as principais dúvidas dos empreendedores serão tema da live DET — Fique por Dentro e Evite Problemas, que será realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) nesta quinta-feira, dia 25 de abril, às 17h. Os interessados em acompanhar devem se inscrever pela página do evento no site da FecomercioSP

 

Após a criação da Lei 14.261/21, para atender ao artigo 628-A da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o uso do DET para os grupos 1 e 2 do eSocial (empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e entidades empresariais que faturaram, em 2016, até R$ 78 milhões não optantes pelo Simples Nacional) começou a valer em março. Agora, é a vez dos empregadores optantes pelo Simples Nacional, entidades sem fins lucrativos, órgãos públicos e organizações internacionais passarem pelo cadastramento obrigatório. O sistema, a ser disponibilizado pelo MTE, será aplicado a todos os que estão sujeitos à inspeção do trabalho, contando ou não empregados. 

No DET, o empregador receberá avisos em geral — como informações sobre atos administrativos, ações fiscais e intimações. Com isso, a publicação das informações no Diário Oficial da União (DOU) e o envio pelo correio serão dispensados. O ministério também adotará o Livro de Inspeção do Trabalho Eletrônico (eLIT), em substituição à versão impressa. Além de espaço fundamental para troca de informações com a Auditoria-Fiscal do Trabalho, a plataforma será o canal para que empreendedores façam o envio da documentação eletrônica necessária sobre as atividades fiscais e a apresentação de defesa e recurso em casos envolvendo processos administrativos.  

O sistema reduzirá custos operacionais envolvidos nas atividades dos empregadores e do governo, além de proporcionar mais transparência e agilidade aos processos. Contudo, requer atenção das empresas sobre quais dados devem ser informados, como funcionarão as notificações, como se dará a atuação dos auditores fiscais e quais devem ser os primeiros passos nessa adaptação. 

 

Essas e outras dúvidas serão respondidas por Paula Tateishi e Eduardo Pastore, assessores e especialistas em relações trabalhistas da FecomercioSP; Roberto Wakahara, auditor fiscal do Trabalho; e Manu de Paula, contadora e empreendedora. O bate-papo ainda inclui explicações acerca da segurança jurídica das informações e dos aspectos das relações laborais no uso do DET, além de orientações sobre como utilizar o sistema da melhor maneira possível (confira a programação completa a seguir).

 

Programação

 

O Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) e sua função | Paula Tateishi — assessora FecomercioSP


- Vantagens e pontos de atenção

- Cadastramento por CNJP e por CPF

- Terceirização de cadastramento por procuração

- Atenção aos prazos

- Ciência da comunicação e seus efeitos


 

Como fica o alerta das mensagens e quando correm os prazos a partir da abertura do sistema ou da notificação? | Roberto Wakahara — auditor fiscal do Trabalho


- Finaliza-se a ação indireta pelo DET ou há necessidade do envio do link ECPMR e listagem de AIS?

- Os documentos pelo DET ficam na nuvem ou são recebidos por e-mail?

- Os auditores fiscais do Trabalho receberão automaticamente os empregadores cadastrados no DET? 

 

Funcionalidades do DET | Manu de Paula — Canal ‘Contabilidade com Alma’


- Operacionalidade 

- Como se cadastrar

- Orientações de uso

- Quem pode receber notificações

 

Segurança jurídica e relações trabalhistas | Eduardo Pastore — assessor FecomercioSP 

- DET e segurança jurídica das informações

- Aspectos trabalhistas e o DET

- As normas de saúde e segurança e o DET

- Ações das empresas e o DET

 

Serviço

DET – Fique por Dentro e Evite Problemas

Quando: 25 de abril

Horário: 17h

Inscrição: página do evento no site da FecomercioSP 

 

FecomercioSP 

Fonoaudióloga aponta dicas para valorizar e interpretar as emoções que cada voz pode transmitir

A fonoaudióloga Juliana Algodoal, PHD em análise do discurso para o trabalho e precursora da atuação de fonoaudiólogos com voz profissional dentro de empresas, traz dicas de como usar a voz corretamente, de acordo com a mensagem que se deseja passar. São elas:

  1. Planejar a voz a ser usada para passar a mensagem - uma das coisas mais importantes é o planejamento da voz a ser utilizada em conjunto com o planejamento da fala. Escolher a intenção e a forma como vai expressar seu conteúdo para subir no palco e dar uma palestra, acolher uma pessoa, dar bronca, demonstrar urgência etc.
     
  2. Escolher a velocidade da voz - falar muito devagar, transmite a ideia de reflexão. A fala muito acelerada demonstra ansiedade, urgência. Ideal é saber qual a melhor velocidade para a mensagem que vai compartilhar, lembrando que sempre é possível variar a velocidade para dar ‘mais vida ao conteúdo’.
     
  3. Intensidade da voz- o som muito baixo de voz pode não ser ouvido ou interpretado corretamente, especialmente em ambientes ruidosos. Falar muito alto, pode transmitir uma imagem de falta de educação, dependendo do local onde está. Ajustar intensidade à mensagem compõe o planejamento.
     
  4. Entender e pensar sobre o conteúdo da fala - além de estudar a palestra, estudar a reunião, estudar a pauta, é preciso colocar no planejamento, ‘com que voz eu vou’.
     
  5. Valorizar a voz - ambientes ruidosos são mais desafiadores para quem precisa projetar a voz. Quando falta um microfone, o ideal é articular melhor as palavras. Abrir e movimentar mais os lábios para que as pessoas possam ter o apoio da leitura labial. Isso também requer cuidados com os lábios, aliás a coerência entre corpo e voz na fala valoriza ainda mais a mensagem com todo, pois quanto mais a voz é valorizada mais você se destaca.
     
  6. Respiração – essa é a base para uma boa projeção de voz. Com ar no pulmão, é possível usar as pausas para pegar mais ar e falar uma frase mais comprida, e ter uma voz que transmite saúde. Isso evita com que a pessoa que está falando fique sem ar até que a voz vai ficando ‘esganiçada’ no final da frase. Para quem escuta, essa situação passa despreparo, falta de planejamento, de insegurança. É fundamental fazer a regulação da respiração, do estilo de respirar com a intenção que ela quer transmitir, usando as pausas para ter mais tempo de fala.
     
  7. A voz no trabalho – é muito importante a pessoa saber qual é o papel que representa no ambiente profissional. A voz também é um ponto de atenção. Então, planejar o uso da voz faz muita diferença na carreira profissional. Ajuda a formar sua marca profissional e transmitir as mensagens para que todos envolvidos compreendam. É preciso saber inserir a voz na construção do seu discurso para enriquecê-lo e torná-lo ainda mais vencedor despertando interesse das pessoas.
     
  8. Não existe ‘falar de improviso’ – isso é mito. Para falar bem é preciso praticar, ter foco. Quem improvisa bem certamente já tem algum texto preparado previamente dentro de si, incluindo a melhor voz para se expressar.

Com mais de 30 anos de atuação para o aperfeiçoamento da fala de profissionais, Juliana Algodoal adaptou um modelo inspirado na publicação de Behlau e Pontes (1995), que pode ajudar a compreender as mensagens que cada escolha de voz carrega e a emoção que pode despertar:

 

Voz

Interpretação do ouvinte

Voz rouca

Indica que a pessoa sente cansaço ou faz algum esforço para falar.

Voz soprosa

Nas mulheres indica certa sensualidade, mas também pode indicar alguma fraqueza de quem fala.

Voz áspera

Considerada desagradável, indica agressividade.

Voz monótona

Também é chamada de “fala robotizada”, pois transmite ausência de emoção. Geralmente causa sono e desinteresse em quem escuta.

Voz mais grave

Historicamente associada a uma pessoa com personalidade autoritária, também pode transmitir energia e segurança, dependendo do contexto.

Voz mais aguda

Causa a impressão de que a pessoa é submissa ou frágil.

Tons agudos

Estão mais associados à alegria. Se houver velocidade de fala aumentada pode dar a impressão de que há uma festa.

Tons mais graves

São mais associados à introspecção ou tristeza. Se houver velocidade de fala reduzida pode dar a impressão de que o ambiente está triste ou de que há uma má notícia.

Intensidade alta

Aqui o equilíbrio é delicado, porque, dependendo do contexto em que se fala alto, pode ser identificada energia e movimento. Por outro lado, se o contexto requerer uma fala mais baixa, pode indicar falta de educação e, até mesmo, invasão do espaço do outro. Essa estratégia também pode ser utilizada para impor uma opinião e pode representar uma ameaça a quem escuta.

Intensidade reduzida

Geralmente associada à timidez, também pode indicar que a pessoa está insegura em relação àquela comunicação.

Intensidade adequada

Demonstra que o falante tem habilidade para balancear as intensidades de acordo com a situação, controlando-as de acordo com as necessidades

Velocidade lenta

Frequentemente quem fala devagar desperta falta de interesse em quem escuta, mas também pode indicar que o falante está pensando durante a fala ou que não planejou sua comunicação e a mensagem que deseja transmitir. Isso também acontece quando o falante não está prestando atenção ao falar.

Velocidade acelerada

Geralmente indica que há urgência, algo a ser resolvido rapidamente, porém pode demonstrar que a pessoa tem certa ansiedade ao falar. Importante ter controle da velocidade para que seja mais fácil separar quando a mensagem é, de fato, urgente.

 

“Mais que um recurso de liderança, a voz reflete a imagem da sua marca pessoal ou de uma empresa, reforça seu compromisso como líder, sobretudo espelha nossas atitudes e propósitos como empresa e como profissionais. Não é só o falar, é como falar”, destaca Juliana Algodoal. 

 

Juliana Algodoal - Considerada uma das maiores especialistas em Comunicação Corporativa do país, Juliana Algodoal é PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho – Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem e fundadora da empresa Linguagem Direta*. Acumula mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de projetos que buscam aprimorar a interlocução no ambiente empresarial - tendo como clientes grandes companhias, como Novartis, Pfizer, Aché, Itaú, Citibank, Unimed, SKY, Samsung, Souza Cruz, dentre outras. Também é presidente do conselho administrativo Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.


AGU abre vagas de estágio em todo o Brasil

As vagas são para estudantes do ensino médio e superior em diversos cursos e períodos

 

O Centro de Integração Empresa-Escola- CIEE e a Advocacia Geral da União - AGU abriram processo seletivo de estágio para estudantes do nível médio e superior com vagas para os cursos de  Design Gráfico, Direito, Economia, Engenharia Civil, Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, dentre muitos outros. As oportunidades oferecem bolsa auxílio nos valores de R$ 787,98 por mês (20h semanais) e R$ 1.125,69 por mês (30h semanais) para o ensino superior e R$ 486,05 por mês (20h semanais) e R$ 694,36 por mês (30h semanais) para ensino médio.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo Portal CIEE do dia 25/04/2024 até o dia 10/05/2024 exclusivamente no link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/12151/detalhe. O processo possui três fases, sendo elas: inscrição online, prova online e entrevista na Advocacia Geral da União - AGU. Os estagiários aprovados e contratados para as vagas terão também auxílio transporte de R$ 10,00 por dia estagiado.

Link do edital Edital 01-2024 .pdf

 

Kantar aponta impacto da Lei de Rotulagem de alimentos e bebidas na América Latina

Um dos insights da empresa mostra que, quanto mais etiquetas de advertência um produto tiver, menos ele será comprado

 

Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai já contam com a chamada Lei de Rotulagem para alimentos e bebidas. Trata-se de uma norma que implementa selos de advertência nutricional na parte frontal das embalagens de diversos produtos, cujo objetivo é informar o consumidor a respeito de ingredientes que podem ser prejudiciais à saúde. 

A medida vem ao encontro do fato de que a América Latina tem uma taxa de obesidade 11% acima da média global – 24% contra 13%, respectivamente. Os dados são da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). 

“Há uma década, assistimos à introdução gradual de regulamentos sobre rotulagem na América Latina. Com a experiência adquirida por cada país da região, chegamos a conclusões interessantes sobre esta política e sua influência no consumo de alimentos e bebidas”, comenta Marcela Botana, Market Development Director Latam da Kantar, empresa líder em dados, insights e consultoria. 

Um desses dados aponta que, quanto mais etiquetas de advertência um produto tiver, menos ele será comprado. No Chile, por exemplo, três selos juntos – açúcar, sódio e gordura – levam a uma queda de 70% no volume de vendas. No México, há uma perda de 8% no número de compradores de itens com quatro rótulos. 

Os selos também surpreendem os latino-americanos por advertir a respeito de categorias que parecem saudáveis, mas não são. O chá pronto para beber, por exemplo, sofreu queda no consumo após a rotulagem: -16% em volume no Equador (segundo trimestre de 2014 vs. 2013) e -5% em penetração no México, o que significa mais de 1 milhão de compradores (quarto trimestre de 2020 vs. 2019). 

Por outro lado, a Lei da Rotulagem abriu oportunidade para a tendência de comprar produtos que podem ser mais saudáveis. Em toda a América Latina, os refrigerantes light substituíram a fórmula tradicional, com alta de 16% em penetração nos últimos cinco anos – o que significa mais de 5 milhões de domicílios. 

As informações compiladas pela Kantar mostram que a norma tem mudado o comportamento dos latino-americanos e de maneira positiva. Prova disso é que, no Equador, 69% dos consumidores prestam atenção aos rótulos de advertência. No Chile, o número é ainda maior: 74%. 

É válido destacar que o Brasil é o mais novo entre os países latino-americanos que iniciaram o processo de rotulagem. A legislação é de outubro de 2022, embora os produtos sem selos pudessem ser vendidos até outubro de 2023. Apenas os fabricados a partir dessa data devem sair da indústria com as etiquetas. 

“As tendências que detectamos com a experiência na região são comuns entre os países. Sendo assim, podemos acompanhar esse movimento no Brasil também à medida que as ações avançam”, conclui Marcela.


Kantar
www.kantar.com/brazil


Afinal, vale a pena insistir no ensino da letra cursiva nas escolas?

Um assunto relevante para a educação está dividindo opiniões: o uso da letra cursiva nas escolas. A decisão do estado da Califórnia, nos EUA, de voltar a ensinar essa forma de escrita na alfabetização de crianças, trouxe à tona a discussão. Afinal, vale a pena insistir no ensino da letra cursiva nas escolas, uma vez que a era digital domina quase todos os meios de comunicação? Existem benefícios para os estudantes em aprender e praticar a letra cursiva? A psicóloga da Universidade de Washington, Virginia Berninger, conduziu uma extensa pesquisa sobre a relação entre escrita à mão, alfabetização e habilidades cognitivas. Berninger argumenta que a escrita à mão, incluindo a letra cursiva, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento cognitivo das crianças e na aprendizagem da linguagem escrita.

Outras pesquisas na área defendem que a escrita cursiva envolve uma coordenação fina e precisa dos movimentos das mãos e dos dedos, contribuindo para o desenvolvimento motor das crianças. A neurociência tem mostrado que o uso da letra cursiva estabelece conexões neurais e aprimora habilidades cognitivas em diversas áreas do cérebro, o que aprimora a psicomotricidade e a linguagem, além de aumentar o foco e a atenção. Segundo Karin James, professora da Universidade de Indiana, escrever à mão, em comparação com digitar em um teclado, está associado a uma maior ativação cerebral em áreas envolvidas na linguagem, leitura e cognição. Ela defende que a letra cursiva, em particular, pode oferecer benefícios únicos para o desenvolvimento do cérebro. Por outro lado, em lugares como a Finlândia, reconhecida por sua excelência em educação, a escrita cursiva deixou de ser obrigatória nas escolas desde 2016 para a alfabetização das crianças. Com o avanço constante da tecnologia, defende-se que a escrita digital ganhará ainda mais importância diante das transformações tecnológicas pelas quais o mundo vem passando, e que é essencial que os estudantes desenvolvam habilidades digitais. 

Vale ressaltar que a inclusão digital nas escolas é um direito dos estudantes. No entanto,  uma realidade que preocupa os educadores é o aumento excessivo no uso de dispositivos digitais pelos alunos, o que tem prejudicado a rotina em sala de aula, resultando em falta de atenção, desmotivação para fazer anotações em cadernos e uma crescente expectativa de gratificação imediata. Embora a tecnologia digital seja onipresente, a escrita à mão continua sendo uma habilidade relevante e necessária. Em muitas situações, como ao assinar documentos legais ou tomar notas em aulas, a habilidade de escrever à mão é indispensável. Além disso, a letra cursiva, caracterizada pelas letras unidas e pelo movimento contínuo, ou seja, sem levantar o lápis ou caneta do papel até terminar a palavra, auxilia no desenvolvimento da criatividade. Isso ocorre porque, ao dominar essa forma de escrever, o estudante começa a “desenhar” as letras com traços personalizados, criando um estilo próprio de escrita.

A reintrodução da letra cursiva nas escolas americanas é uma resposta a esse preocupante declínio e visa preservar uma habilidade tradicionalmente valorizada. Nos últimos anos, testemunhamos um movimento crescente em muitas escolas para reintroduzir ou reforçar o ensino da letra cursiva no currículo. No entanto, há quem defenda que a letra cursiva é coisa do passado e que, na era digital, não faz sentido insistir em seu ensino. O fato é que, apesar de dividir opiniões, a letra cursiva desempenha um papel importante na formação integral do estudante e não exclui a necessidade de ensinar habilidades digitais, essenciais para a sociedade atual. Portanto, cabe à escola proporcionar um ensino abrangente que prepare o estudante para enfrentar todos os desafios da vida.  



Liliani A. da Rosa - especialista em Literatura brasileira e infanto-juvenil, professora dos Anos Finais e assessora de Língua Portuguesa do Colégio Positivo.


Construindo um negócio de sucesso: a equação para vender de forma assertiva e consistente

Sabe aquelas pessoas que vendem de forma tão natural e convincente, que se você desse uma geladeira pra que ofertassem no Polo Norte, elas conseguiriam tranquilamente?

Eu conheço algumas delas, e você, provavelmente, também.

Esse perfil e essa habilidade sempre me deixaram muito intrigada, então, busquei fazer uma profunda investigação para descobrir qual era o segredo por trás de tanto resultado.

E eu descobri.

Claro, existem pessoas que nascem com o dom da lábia e do convencimento, mas acredite, a grande maioria dos bons vendedores não veio assim “de fábrica”.

Pois bem, conhecer bem o seu produto e/ou o seu serviço e saber os seus benefícios, conhecer um pouco sobre comportamento humano e ter experiência, não vou mentir, conta muito sim

No entanto, a equação do sucesso que desvendei não é construída por nenhum desses fatores.

Então, afinal, que equação é essa?

É esta aqui:

Vendas = Autoconfiança + Constância + Posicionamento

E o pulo do gato é que cada variável não só se soma, mas se complementa.

A autoconfiança é indispensável para se vender mais e melhor todos os dias, pois é através dela que reconhecemos o nosso valor e o valor daquilo que entregamos. 

1.   A autoconfiança é o que nos torna fortes para recebermos nãos sem levá-los para o lado pessoal e construirmos estratégias para tornar esse não em um sim.

2.   A constância é o que faz repetirmos hábitos e ações diariamente para que sejamos capazes de aprimorá-los, além de criar lembrança na mente e no coração das pessoas.

3.   Já o posicionamento é  comunicar para o mundo a sua autenticidade, os seus valores e o seu propósito. Ele é o que direciona as suas ações para o público certo sem que você perca a sua essência e a sua voz.

E, como disse anteriormente, cada uma dessas coisas se complementa.

O posicionamento de marca pessoal é construído através de um profundo trabalho de autoconhecimento que gera direcionamento e dá um up na autoconfiança.

O direcionamento criado com o posicionamento impulsiona a constância, pois descobrimos onde queremos chegar, e isso nos motiva a fazer o que precisa ser feito, resultando no aumento da nossa autoconfiança.

E a autoconfiança gera constância, que gera um posicionamento forte…

Enfim, é um ciclo virtuoso que nos torna um imã de excelentes clientes, negócios e oportunidade, que nos dá força para falarmos o nosso preço sem gaguejar e que nos torna fortes para levar um não com tranquilidade, buscando sempre revertê-lo em um sim.

Eu sei, o caminho parece complicado, mas com um guia, conquistar cada um desses fatores fica leve,  e tranquilo.

E eu posso ser esse guia na sua jornada dentro de poucos dias.

Na Mentoria em Grupo de Posicionamento Shining Star, eu pego na sua mão em 6 encontros repletos de ferramentas práticas e ensinamentos concretos.

Além de mim, você será acompanhada por um grupo de mulheres fantásticas que buscam os mesmos objetivos que você.

Então, se você sentiu o chamado, se sente comprometida e está pronta para um processo de intensa transformação, participe do processo seletivo para a Mentoria em Grupo de Posicionamento Shining Star clicando no link que está nos comentários desta postagem.

Brilhe e ilumine sempre!

 

Dani Sallaberry


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