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sexta-feira, 12 de abril de 2024

Museus da USP levam conteúdos de seus acervos para diversas cidades em exposição interativa inédita e itinerante

 Mostra passa por 7 municípios e usa tecnologias imersivas para replicar ambientes e peças

 

Dando continuidade aos eventos comemorativos pelos seus 90 anos, a USP dá início, nesta sexta, 12 de abril, à itinerância da exposição inédita e gratuita USP 90 anos: uma jornada imersiva pelos nossos Museus, que percorre todos os municípios onde há campus da Universidade: Ribeirão Preto, Pirassununga, Bauru, São Carlos, Piracicaba, Lorena e São Paulo. A abertura acontece às 16h no espaço do polo Ribeirão Preto do Instituto de Estudos Avançados e a exposição fica em cartaz na cidade até o dia 10 de maio. 

 

A mostra apresenta uma experiência imersiva e digital que promove o encontro e a descoberta dos museus estatutários da Universidade, detentores dos maiores e mais relevantes acervos do Brasil: Museu de Arte Contemporânea (MAC), Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), Museu de Zoologia (MZ) e o Museu do Ipiranga, que faz parte do Museu Paulista (MP). Com seções exclusivas, os quatro diferentes acervos estarão reunidos no mesmo espaço por meio da intersecção entre recursos de realidade virtual e peças físicas selecionadas, criando para o público uma oportunidade de contemplar em um só trajeto a diversidade de conhecimento produzido e preservado por estes museus da USP. Todas as simulações e criações virtuais foram feitas na própria Universidade, pela equipe do Centro de Inovação da USP (InovaUSP). 

“A proposta dessa exposição parte do desejo da Universidade de maior aproximação com o público. Em relação aos museus, nossos acervos estão entre os maiores e mais importantes do mundo, com conteúdos incríveis e um trabalho de pesquisa e conservação bastante qualificado. Assim, a curadoria da mostra selecionou recortes representativos em uma concepção que leva o público para uma imersão nesse universo. A ideia não é simplesmente levar os museus até as cidades do interior, até porque isso seria impossível, mas sim passar ao público um pouco dessa dimensão e revelar todo este trabalho, convidando para que as pessoas façam uma visita aos museus sempre que tiverem essa oportunidade”, explica o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior. 


Os quatro museus estatutários da USP levam seus acervos para sete cidades em exposição imersiva. Foto montagem: Jornal da USP

O percurso inicia com 4M, filme documentário imersivo em formato de videoinstalação do artista e videomaker Tadeu Jungle. O acervo do MAC apresenta Boccioni no Brasil, tendo como destaque uma réplica da célebre obra Formas Únicas da Continuidade no Espaço, além da mostra Tempos Fraturados. O recorte do MAE para a exposição investiga a ocupação passada e presente dos povos indígenas na cidade de São Paulo e traz artefatos junto a uma projeção tridimensional do sítio arqueológico Abrigo Itapeva. O MZ trata do processo evolutivo animal e apresenta uma compilação de fósseis, além de mostrar exemplares impressionantes de dinossauros, inclusive um descoberto pela equipe do Museu. Já o enfoque do MP se volta para a diversidade da sociedade paulista por meio de retratos históricos e coleções de porcelanas, além de levar o visitante a conhecer parte das salas expositivas do Museu do Ipiranga e a célebre obra Independência ou Morte!

 

A nova mostra receberá visitas espontâneas autoguiadas e também contará com monitores e programa educativo para receber grupos e escolas das cidades onde será exposta. Além da exposição, a ação contará também com a realização de seminários e atividades dentro dos campi que serão visitados.

 

O coordenador da exposição, Hussam El Dine Zaher, que também é pró-reitor adjunto de Cultura e Extensão Universitária, comenta como essa exposição também tem um papel de divulgar uma pequena amostra de espaços que podem ser visitados para uma experiência ainda mais profunda: "Diferente de muitas experiências imersivas, em que a realidade virtual leva o público para lugares e tempos distantes — difíceis ou impossíveis de acessar —, USP 90 anos: uma jornada imersiva pelos nossos Museus traz até o público museus dos quais ele está a apenas alguns quilômetros de distância, como em um chamado para sua visitação e para o entendimento de seu papel enquanto espaços públicos e objetos de produção e formação acadêmica". Zaher destaca ainda o envolvimento dos museus no trabalho de produção da iniciativa: "Todos os diretores, curadores e equipes tiveram uma dedicação imensa ao longo de vários meses planejando e construindo essa exposição. É um trabalho de muitas mãos e olhares, por isso, tão rico", afirma.

 

Já a vice-reitora, Maria Arminda do Nascimento Arruda, que idealizou e propôs a realização desta ação para comemorar os 90 anos da Universidade, destaca a dimensão da presença da USP: "Ao mesmo tempo em que contamos com museus que possuem acervos absolutamente notáveis, alguns os maiores do mundo, temos, em cada um dos nossos campi, uma verdadeira cidade universitária. Por isso, a concepção desse projeto parte de um compromisso da gestão de atuar e pensar em um contexto de USP integrada. Este projeto foi pensado para que os campi da USP situados no interior pudessem ter um contato mais próximo com obras fundamentais e a solução tecnológica supriu a complexidade e o custo de transportar as obras de valor às vezes inestimável", explica. 

A exposição USP 90 anos: uma jornada imersiva pelos nossos Museus conta com o apoio da Pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. 

 

Serviço

USP 90 anos: uma jornada imersiva pelos nossos Museus

Mais informações e agendamento de grupos: expomuseus90anos.usp.br


Ribeirão Preto

13 de abril a 10 de maio de 2024, segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Local: Instituto de Estudos Avançados | Polo Ribeirão Preto

Rua Pedreira de Freitas, 20 - Campus da USP – Vila Monte Alegre 

 


Pirassununga


25 de maio a 7 de junho, todos os dias, das 9h às 18h

Local: Antigo Ginásio de Esportes

Avenida Duque de Caxias Norte, 225 - Jardim Elite 

 


Bauru


20 de junho a 13 de julho, de segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Local: Galeria Municipal Angelina Waldemarin Messenberg

Avenida Nações Unidas, Quadra 8 Número 9 Centro 

 


São Carlos


5 de agosto a 6 de setembro, segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Local: Centro de Convenções – Área 2

Av. José Antônio Santilli, 1050 - Bela Vista São-Carlense

 


Piracicaba


2 a 31 de outubro, segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Local: Jumbão - Departamento de Ciência e Tecnologia dos Alimentos

Alameda dos Alecrins

 


Lorena


13 de novembro a 14 de dezembro, segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Local: Centro de Vivência- Campus USP de Lorena - Área I

Estrada Municipal do Campinho, 100, Bairro do Campinho


São Paulo

16 de janeiro a 15 de fevereiro de 2025, segunda-feira a sábado, das 9h às 18h
Local: INOVA USP - Centro de Inovação da USP
Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 370 – Butantã



Exposição de 14 artistas mulheres baseada na obra de Virginia Woolf chega à Casa Museu Eva Klabin no dia 13 de abril

 

Isabel Portella (curadora), Mariana Maia, Bel Barcellos e Panmela Castro
 (
Fotos: Divulgação

Com a curadoria de Isabel Portella, “Uma Casa Toda Sua” une Eva Klabin e Virginia Woolf em um mesmo pensamento e propõe reflexão sobre independência e liberdade feminina

 

Baseada no livro “Um Teto Todo Seu”, de Virginia Woolf, a exposição “Uma Casa Toda Sua” chega à Casa Museu Eva Klabin no sábado, dia 13 de abril. A curadora Isabel Portella une Eva Klabin e Virginia Woolf num mesmo pensamento, convidando catorze artistas mulheres com discursos e poéticas bastante diversas para trazer propostas instigantes e interferências no espaço. “Uma Casa Toda Sua” pode ser visitada de quarta-feira a domingo, das 14h às 18h, com entrada gratuita. 

 

“O que proponho é uma exposição só com artistas mulheres independentes. Mães solo, mulheres negras, lésbicas, trans, periféricas, deficientes, idosas e mulheres livres que fazem seus trabalhos com garra e força, independentes de críticas e do mundo fálico dos curadores homens que habitam o nosso cenário artístico atual”, explica Isabel Portella. 

 

O livro “Um Teto Todo Seu” é uma coletânea de palestras de Virginia Woolf ministradas em faculdades de Cambridge, em 1929. Na obra, a autora reflete sobre as condições sociais da mulher e sua produção literária, bem como as dificuldades para que elas tenham uma posição de destaque e possam se expressar livremente, características ainda presentes nos dias de hoje. Virginia defende que a mulher precisa ter domínio sobre a sua vida e autonomia financeira para poder criar.

 

No período em que o livro foi publicado, Eva Klabin tinha apenas 25 anos, mas já praticava as verdades enunciadas por Virginia. Ao mesmo tempo que vivia intensamente suas viagens e estudos, ela também precisava de um espaço privado, um pedaço do mundo onde sua individualidade existisse isoladamente. Na casa da Lagoa - onde hoje funciona a Casa Museu - Eva reuniu peças vindas de civilizações e épocas diversas para conservá-las ao alcance dos olhos, no lugar onde vivia. O legado de Eva e Virginia permanece no fazer de cada artista, convidando a reflexões sobre as diferentes narrativas.

 

“No encontro da arte com tantos desejos e conquistas, celebremos a figura de mulheres que ousaram transgredir oferecendo à vida o que têm de mais íntimo e sagrado”, complementa a curadora sobre as catorze artistas. São elas: Bel Barcellos, Carolina Kaastrup, Claudia Hersz, Daniela Mattos, Dora Smék, Julie Brasil, Karola Braga, Lyz Parayzo, Mariana Maia, Marlene Stamm, Panmela Castro, Patrizia D' Angello, Sani Guerra e Simone Cupello. 

“Uma Casa Toda Sua” é realizada pelo Ministério da Cultura e produzida pela AREA27. Conta ainda com o apoio da Atlantis e com o patrocínio da Klabin S.A. 

 

SERVIÇO:

Dia: 13/04 a 23/06

Visitação: Quarta a domingo , 14h às 18h

Local: Casa Museu Eva Klabin (Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa)

Entrada gratuita

Classificação livre

 

Isabel Portella - Curadora da exposição (@isabelportella)

Com graduação em museologia, fez a Especialização em História e Arquitetura do Brasil pela PUC-RJ e Mestrado e Doutorado em Crítica e História da Arte, pela Escola de Belas-Artes/UFRJ. Atualmente é coordenadora e curadora da Galeria do Lago Arte Contemporânea do Museu da República (IBRAM). Especialista e consultora em acessibilidade cultural, desenvolve atualmente um projeto com artistas que entendem que a arte pode ser multissensorial, que ativam suas poéticas por outros sentidos além do olhar. Projetos de destaque: Intervenções Urbanas Bradesco ArtRio 2015 e 2016; Aquilo que nos Une no Centro Cultural da Caixa Federal-Rio e São Paulo. Em 2022 foi Co curadora do projeto Decorporeidade: poéticas artísticas da deficiência selecionado no apoio às artes da DGArtes, Portugal e 2023 foi autora de um artigo sobre acessibilidade no livro Hackeando o Poder de Panmella Castro.

 

 

Bel Barcellos - artista em exposição (@isabelportella)

Nasceu em Boston, em 1966. Passou a infância no Recife e desde 1984 vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formou-se em artes cênicas pela Unirio, em 1989. Em 1990 foi como bolsista da CAPES para a Inglaterra onde recebeu, com louvor, o título de Mestre em artes cênicas pela University of Hull. Trabalhou como figurinista e cenógrafa em diversos espetáculos teatrais e em produções audio-visuais na Rede Globo e na extinta Rede Manchete no final dos anos 80. Alternou o trabalho cênico e plástico nos primeiros anos da década de 90, passando a dedicar-se exclusivamente às artes plásticas a partir de 1994. Sua obra divaga sobre os aspectos emocionais e psicológicos que perpassam os ciclos da vida, discutindo as dualidades da existência, os sonhos, angústias, limites, afetos e as nuances das relações humanas. Através da representação figurativa, suas pesquisas passaram por aguadas de acrílica, desenhos e transfers com grafite para, desde 2009, se firmarem no bordado como linguagem representativa de suas referências femininas, mantendo elos com sua ancestralidade. Há mais de uma década, linha e agulha passaram a ser as ferramentas através das quais Bel compõe suas obras, pensando a vida por meio de fios, ora pontilhados, ora expandidos, costurando tramas de caráter íntimo para falar de questões inerentes a condição humana. Suas obras são construídas lentamente, num exercício de paciência e meditação, desafiando a aceleração da vida contemporânea, transmutando poesia têxtil em tempo tátil.

 

Carolina Kaastrup - artista em exposição (@carolinakaastrup.art)

Carolina parte de suas vivências e miudezas pessoais para explorar questões sobre corpo e inoperância. Trafega entre diversas linguagens e materializa suas reflexões através do universo da indumentária, entendendo-o como prática e discurso que opera e cria processos de subjetivação. É carioca e vive na cidade do Rio de Janeiro. Trabalhou com Design de Produto (Estilo), e Gráfico (Editorial), experiências que se mostram fundamentais em sua produção. Ingressou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2011), onde fez inúmeros cursos, e na Escola Sem Sítio (2018) como bolsista no curso Imersões. 

 

Claudia Hersz - artista em exposição (@claudiahersz)

Claudia Hersz vive e trabalha no Rio de Janeiro. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ, atua como artista visual desde 2002. Integrou várias coletivas, como Abre-Alas 2011 - Gentil Carioca, RJ, Nova Escultura Brasileira - Caixa Cultural, RJ e 10º Salão da Bahia, entre outras. Teve seu projeto NINHUMANOS contemplado pelo Prêmio Interferências Urbanas/RJ 2008, recebeu o prêmio aquisição 2011 no Salão UNAMA-Pará de Pequenos Formatos. Apresentou, em 2010, a exposição individual ToYS É NóIS no Centro Cultural Justiça Federal, RJ, ::KHAZA:: no Espaço Sergio Porto -RJ, em 2011, e no Centro Cultural São Paulo em 2012 - mostra contemplada com o Prêmio Aquisição para a Coleção de Arte de São Paulo. Integrou o programa Rumos Itaú Cultural 2011/2013. Em 2012, colaborou com a Intrépida Trupe, criando obras para Coleções em Campo e em 2014, apresentou a individual COSMOPOLITA, na Galeria do IBEU - RJ, além de trabalhos na exposição DESLIZE - SURF no MAR, RJ e na mostra Contextos Contemporâneos - em diálogo com a obra do Bispo (Museu Bispo do Rosário, RJ). Em 2015, formulou uma obra de grande porte para os jardins do Museu da República - Patos no Campo Ampliado - Intervenções ArtRio. Em 2016 participa de Aquilo que nos Une (Caixa Cultural, RJ), Primeira de Muitas (Saracura, RJ) e Somos Todos Clarice (Museu da República, RJ). Em 2017, por ocasião da exposição A Minha Coleção, no cofre da Casa França-Brasil, lançou o livro de mesmo nome, e apresenta a individual É Débito ou Crédito, na Portas Vilaseca Galeria, RJ. Sua série de fotografias Algumas Notas Autobiográficas integrou a mostra Crônicas Cariocas no MAR , RJ. Em 2021, apresentou a instalação Al-Fundaq na reabertura da Casa França-Brasil. Sua individual Um Mao por Dia foi exibida em 2022/ 2023, no Museu da Chácara do Céu-RJ, dentro do programa Amigos da Gravura.

 

Daniela Mattos - Artista em exposição (@dani_o_mattos)

É mulher branca cisgênera, mãe solo, artista, educadora e curadora que também escreve e canta. Desde o início dos anos 2000 tem participado de diversas exposições, mostras de vídeo e publicações no Brasil e no exterior, com destaque para a exposição individual Um teto todo meu (MAC-Niterói, 2015), a mostra de vídeos Videolinks Brasil (Tate Modern, Londres, 2009) e a exposição coletiva Conversations (Ljubljana, 2006). Pós-Doutora em Linguagens Visuais pelo PPGAV-EBA-UFRJ (2016), Doutora em Psicologia Clínica pelo Núcleo de Estudos da Subjetividade, PEPG/PC-PUC-SP (2013). Desde 2019 é docente da Uninassau-RJ, no curso de Licenciatura em Artes Visuais. 

 

Dora Smék - Artista em exposição (@dora.smek)

1987, Campinas. Vive e trabalha entre São Paulo, Brasil e Málaga, Espanha. Sua produção compreende uma investigação acerca do corpo em situações de crise, tensão e fluxo. Oriunda da dança, a artista aborda o inconsciente e a sexualidade em esculturas, instalações, fotografias, vídeos e performances. Sua pesquisa está frequentemente relacionada aos processos de adaptação e adequação do corpo em tensão com seu contexto. Mestra em Artes Visuais pela Unicamp e Graduada em Artes do Corpo pela PUC-SP.

 

Julie Brasil - Artista em exposição (@juliebrasil)

Julie Brasil, guatemalteca, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É doutora em Imagem e Cultura, Mestra em Artes Visuais e bacharel em Pintura pela UFRJ. É pós-graduada em Marketing pela PUC e bacharel em Comunicação Social pela UFF. Atualmente faz parte do corpo docente do curso de Cenografia da Escola de Teatro da UNIRIO. Como artista, gravita entre os temas trauma e política, consumo e ironia. Desenvolve as questões em meios múltiplos que vão de objetos, desenhos e pinturas a vídeos e performances. Participou em exposições no Museu da República, SESC, Caixa Cultural, Instituto Cervantes, Centro Cultural Brasil México, Festival de Vídeos de Kassel, Deutsches Märchen und Wesersagenmuseum Münster, Centro de Arte Hélio Oiticica, IBEU, Espaço Furnas Cultural, Centro Cultural Justiça Federal entre outros. Atuou por 21 anos na área de marketing em diversas multinacionais norte-americanas incluindo os cargos de Gerente na Coca-Cola, Coordenadora para a América Latina na Gillette e Diretora na Mattel e Kodak.

 

Karola Braga - Artista em exposição (@karolabraga)

Karola Braga (São Caetano do Sul, 1988) é artista e pesquisadora olfativa, utilizando o sentido do olfato como central em suas obras. Os cheiros, por serem carregados de aspectos históricos e culturais, sua ligação intrínseca com a memória - individual e coletiva, e sua relação direta com as emoções, são os meios que a artista utiliza para ativar espaços, evocar sensações, memórias, emoções e, sobretudo, contar histórias. Entrelaçando elementos de química, antropologia, cultura e ciência sensorial, sua poética se apoia nos binômios presença/ausência, memória/esquecimento.

 

Lyz Parayzo - Artista em exposição (@parayzo)

Lyz Parayzo (Rio de Janeiro, 1994), artista brasileira radicada em Paris, opera uma poética de contestação, criando performances, jóias, esculturas, instalações e desenhos. Mestre pela École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris (2022), foi contemplada com o prêmio “Jeudi des Beaux-Arts award - Comité Professionnel des Galeries d'Art, Paris” (2023). Os trabalhos da artista estão em diversas coleções públicas nacionais e internacionais, como MASP, MAC-Niterói, Casa de Cultura da América Latina de Brasília, Pinacoteca do estado de São Paulo e Arquipélago Centro de Artes de Portugal. 

 

Mariana Maia - Artista em exposição (@marianamaiaato)

É Artista Visual e trabalha com diferentes linguagens. Possui formação em História da Arte, com Mestrado em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Atua como professora de Artes da rede pública do Rio de Janeiro. Atua, também, como Curadora Independente, Produtora Cultural e Artista Educadora do MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

 

Marlene Stamm - Artista em exposição (@marlenestamm)

Natural de Vacaria-RS, radicada em São Paulo-SP. Participou da 33ª. Bienal Internacional de São Paulo como artista convidada de Mark Dion no projeto “Field Station Ibirapuera Park” (2018). Entre suas principais exposições individuais destacam-se: Há silêncio em tudo, Centro Cultural dos Correios, São Paulo, SP (2023), Antes que chegue a noite, Oma Galeria. São Paulo, SP (2023), Espelho Labirinto, CCBB Brasília, Brasília (2022), Será que estará sempre lá? Galeria do Lago, Museu da República, Rio de Janeiro (2022), Formatto Galeria em São Paulo, Brasil (2019), Adhoc Galeria em Vigo na Espanha (2015), Solo Projects da seção Foco Latino América na Arco Madrid (2014), Espaço T em Porto, Portugal (2014) e premiada no Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (2012). Entre as mostras coletivas de que participou destacam-se: Papeis 21, Trema Arte Contemporânea, Lisboa, Portugal (2021), Desconexa II, Museu municipal de Estremoz, Estremoz, Portugal (2021), STUDIOLO XXI desenhos e afininidades, Fundação Eugênio de Almeida, Évora, Portugal (2019), Memória seletiva, Galeria Aymoré, Rio de Janeiro, RJ (2019), Contemporary Art Center de Cincinnati, EUA (2017) Universidade de Musashino, Japão (2015), Museu Nacional do Conjunto da República, Brasilia (2014), Sesc Belenzinho, São Paulo (2013) e The dirty and the bad from São Paulo to Svendborg - Kunstbygningen - Svendborg, Dinamarca (2011). 

A artista trabalha com pintura, desenho, gravura, escultura e intervenções site-specific próximas a um vocabulário hiper-realista para discutir a ausência e o espaço vazio. Suas observações e reelaborações poético-plásticas de objetos cotidianos e espaços privados possibilitam uma saliência de afetos e relações de memorabília

 

Panmela Castro - Artista em exposição (@panmelacastro)

É uma artista visual que tem como força motriz o afeto, as relações de alteridade e o senso de pertencimento. Sua prática abrange estudos de performance e se desdobra em diversas mídias, como pintura, escultura, instalação, vídeo e fotografia, unificada pela ideia como elemento comum em sua produção. Suas obras estão presentes nos principais acervos do Brasil e também em coleções internacionais. Com um mestrado em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ e como pós-graduanda no curso de Direitos Humanos, Responsabilidade e Cidadania Global pela PUCRS, Panmela é reconhecida internacionalmente por seu ativismo no combate à violência doméstica em sua instituição de direitos humanos intitulada Rede NAMI.

 

Patrizia D’Angello - Artista em exposição (@patrizia.dangello)

Nasceu em SP, mas vive e trabalha no Rio de Janeiro, formada em Artes Cênicas pela Unirio e em Moda pela Cândido Mendes. A partir de 2010 confluiu todos os saberes até então vivenciados para o campo da Arte e desde então se dedica mais assiduamente à pintura, mas também à produção de objetos, à performance, à fotografia e ao vídeo. Acreditando ser o embate com a matéria a força motriz da vida, sua poética se dedica a misturar materialidade e sensorialidade no intuito de dar corpo ao seu espanto com a carne do mundo. A partir da construção de narrativas cotidianas e banais, do deslocamento de sentidos cristalizados e/ou do próprio espelhamento do real, a artista joga um foco sutil sobre as estruturas de poder, se servindo à farta de uma certa ironia e da sedução explicita dos sentidos para assim fazer surgir um universo próprio, feminino, potente e ambivalente. Frequentou a EAV em diversos cursos livres, esteve em intercâmbio com a ENSBA-Paris em 2014/2015, foi indicada ao prêmio PIPA de 2012, participou de várias exposições coletivas no Rio, SP, Brasília, joão Pessoa e Paris, realizou 8 exposições individuais, participa e/ou participou de grupos de estudos com Charles Watson, Ivair Reinaldin, Daniela Name, Miltom Machado, Arthur Chaves e Cadu. Tem trabalhos nas coleções do MAR ( Museu de Arte do Rio, Rio, RJ) no MNBA ( Museu Nacional de Belas Artes, Rio, RJ) na UFES (Universidade Federal do Espirito Santo, Vitória, ES) e na Fundação Biblioteca Nacional (Rio, RJ).

 

Sani Guerra - Artista em exposição (@saniguerra)

Nasceu em 1970, em Nova Friburgo, região Serrana do Rio de Janeiro, mestranda em design na PUC Rio, licenciada em Artes Visuais, frequentou cursos livres na EAV Parque Lage. Dentre as exposições individuais, pode-se destacar a mais recente, “O corpo da paisagem”, Sesc Nova Friburgo, RJ (2021) e a primeira individual no Rio de Janeiro, “Memória e Impermanência” na Galeria do Lago, Museu da República, RJ (2016); Participou de várias coletivas institucionais e comerciais, dentre elas, Novíssimos, Galeria Ibeu ; 23o Salão Anapolino de Arte - GO; 45o Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilloto - SP; “Onde havia florestas, habitam almas”, Galeria Kogan Amaro – SP; “Passeata”, Galeria Simone Cadinelli – RJ; “Desver a Arte”, Galeria Emmathomas – SP. Transita pelo desenho, escultura, instalação, e desde 2013 vem explorando mais intensamente a pintura. As atmosferas irreais criadas pela artista revelam as estranhezas criadas por gestos não coincidentes, ângulos improváveis e estampas exageradas. Sani provoca atrito na relação entre tempo e espaço. Retrata figuras fragmentadas, organizadas a partir do universo particular. Venceu o Prêmio Interações Estéticas da Funarte em 2009 e o concurso Garimpo da Revista Dasartes em 2013.

 

Simone Cupello- Artista em exposição (@simone_cupello)

Nasceu em Niterói, em 1962. Representada pela Central Galeria, SP. A partir de experiências profissionais e afetivas com a produção de imagens, a artista investiga o estatuto da imagem técnica. Um grande acervo de fotografias apropriadas é o elemento material e humano de sua pesquisa. Realiza esculturas e instalações que buscam deslocar o observador de imagens da posição ideal (diante da foto) para que transpareçam aspectos ignorados ou obscurecidos pelas convenções da imagem. Realizou as exposições individuais Sombras sem Figura e Jardim de Yeda (Central Galeria, SP), Entornos (Centro Cultural Cândido Mendes, RJ), Olhares Privados (Centro Cultural Justiça Federal, RJ) e Extracampos (Projeto “Mesmo Lugar”, Hermes Artes Visuais, SP). Participou das coletivas Arte Londrina 7, 43° SARP (Ribeirão Preto, SP), segunda Frestas Trienal de Artes (Sorocaba, SP) , The Role of Image (One Paved Court, Richmond, UK), Fotos Contam Fatos (Galeria Vermelho, SP), Abre Alas 12 (A Gentil Carioca, RJ), Bienal Caixa de Novos Artistas (Caixas Culturais do país), Contraprova (Paço das Artes, SP), MONU – A Arte Delas (Marina da Glória, RJ), FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FIESP e Oi Futuro de Belo Horizonte). Consta dos acervos do MAR – RJ e do FAMA Museu, Itú, SP. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. 


Sobre a Casa Museu Eva Klabin: 

Uma das primeiras residências da Lagoa Rodrigo de Freitas, a Casa Museu Eva Klabin reúne mais de duas mil obras que cobrem um arco de tempo de cinco mil anos, desde o Antigo Egito (3000 a.c.) ao impressionismo, passando pelas mais diferentes civilizações. A coleção abrange pinturas, esculturas, mobiliário e objetos de arte decorativa e está em exposição permanente e aberta ao público na residência em que a colecionadora viveu por mais de 30 anos. A Casa oferece programação cultural variada, que inclui, além das visitas ao acervo, exposições temporárias de artistas contemporâneos, oficinas, cursos e conferências para adultos e crianças. Enquanto referência no calendário cultural do Rio de Janeiro, a programação musical conta com a série Concertos de Eva, com os Concertinhos de Eva, dedicados ao público infantil, e com os shows de Nova MPB no jardim. Espaço de troca de ideias e aprendizados no presente, a Casa Museu mantém um diálogo constante com o passado e encontra sua originalidade na combinação entre o clássico e o contemporâneo.


Instituto CCR e Museu da Língua Portuguesa promovem Feira de Troca de Livros, neste sábado (13)

 


Os exemplares doados serão destinados para pessoas em situação de vulnerabilidade social


Com o objetivo de estimular o hábito da leitura e promover um espaço de encontro da literatura, o Instituto CCR e o Museu da Língua Portuguesa promovem a Feira de Troca de Livros, no próximo sábado (13), entre 14h e 17h, no Saguão e Pátio B e na Calçada do Museu. Para cada livro doado, os participantes podem retirar um ingresso gratuito para visitar a instituição até o dia 29 de dezembro de 2024, de domingos às terças-feiras, com o limite de quatro ingressos por pessoa.

 

Os exemplares doados serão destinados para pessoas em situação de vulnerabilidade social da cidade de São Paulo. Serão aceitos livros em bom estado, com foco em literatura infantil, infantojuvenil ou obras dos gêneros de poesia, ficção, quadrinhos, biografias, ensaios e arte. Quem estiver participando da Feira de Troca de Livros também poderá realizar as trocas de seus exemplares entre si, sem a intermediação da equipe do Museu. 

 

Parceiros desde a estreia da exposição Essa nossa canção, que atingiu mais de 189 mil visitantes durante sua exibição – entre junho de 2023 e março de 2024 – e da entrada gratuita aos sábados, o Grupo CCR, por meio do Instituto CCR, é patrocinador do Museu da Língua e apoia as atividades promovidas pela Instituição da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

 

Sobre o Instituto CCR | Entidade privada sem fins lucrativos, gerencia o investimento social do Grupo CCR, com o objetivo de proporcionar transformação social nas regiões de suas concessões de rodovias, aeroportos e mobilidade. Os projetos do ICCR são implementados por meio de recursos próprios ou verbas incentivadas. Entre os projetos proprietários de impacto, merecem destaque: Caminhos para a Cidadania, que capacita mais de 3 mil professores em 1.600 escolas anualmente, e o Caminhos para a Saúde, que oferece atendimentos de saúde a caminhoneiros, motociclistas, ciclistas e passageiros de trens urbanos e metrôs. Seu foco são iniciativas nas frentes de Mobilidade e Cidades Sustentáveis, Cultura e Educação, Saúde e Segurança. Desde 2014, as ações do Instituto já beneficiaram mais de 18 milhões de pessoas. Saiba mais em www.institutoccr.com.br.


 

Feira de Troca de Livros

Local: Museu da Língua Portuguesa - Saguão e Pátio B e Calçada da Instituição. O Museu da Língua Portuguesa está situado na Estação da Luz, servida pela linha 4-Amarela de metrô, gerenciada pela ViaQuatro.

Data: 13 de abril (Sábado)

Horário: 14h às 17h


O REINO DE LINDSOR


Estreia dia13 de abril, sábado às 20h30, no Espaço Dive.

 Av. Morumbi, 8503 – Brooklin

Uma batalha entre dois reinos exibida totalmente no escuro. Uma experiênica única!
 

O que é o Teatro Cego?

Desde 2012 a C-Três Projetos Culturais vem desenvolvendo o Teatro Cego, um formato teatral onde a peça acontece completamente no escuro, proporcionando, através da arte e do entretenimento, uma experiência única ao público, convidando-o a abdicar da visão e a compreender a trama através de seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição), utilizando-se de aromas, músicas e sensações táteis.

A peça teatral tem em seu elenco atores com deficiência visual, cumprindo, assim, um papel social através da arte.

Os espetáculos ''O Grande Viúvo'', ''Acorda, Amor!'', ''Clarear'' e “Um Outro Olhar” emocionaram espectadores em vários teatros do Brasil e tornaram-se grandes sucessos de público e de crítica.
Saiba mais em
www.teatrocego.com.br



O Reino de Lindsor 

Em 2024, o Teatro Cego completa 12 anos de história lançando seu sexto espetáculo - O Reino de Lindsor. Como sempre, tudo acontece completamente na escuridão total, utilizando aromas, sensações táteis, sons e muita intuição para mostrar a trama que se desenrola na peça. Mas desta vez, a plateia não vai simplesmente ‘compreender’ um espetáculo no escuro; ela vai ‘fazer parte’ dele, como um integrante do exército do Reino de Lindsor e, entre batalhas medievais, conspirações políticas e um triângulo amoroso, desta vez ela também ‘decidirá’ os rumos da história desse reino.


Sinopse

Depois de dez anos fora de Lindsor, Deodora volta com sua mãe para o reino onde viveu até os oito anos de idade. Sua beleza jovial enfeitiça os dois herdeiros ao trono e cria uma disputa mortal entre os irmãos. O Rei Óregon acaba de perder uma importante batalha para o reino vizinho, Dansey, e todo o desenrolar desse confronto sugere uma alta traição dentro dos muros de Lindsor. Um segredo antigo pode ser a chave que vai definir os rumos dessa guerra, dessa sucessão e desse triângulo amoroso, mas é o espectador que definirá os caminhos que essa história tomará.

 

FICHA TÉCNICA

Texto e direção - Paulo Palado.
Elenco – Ana Righi, Bruno Delboni, Cleber Tolini, Dida, Ed Cotrim, Ghell Silva, Giovanna Maira, Ian Nopenney, Paulo Palado e Tais Saback.
Produção – C-Três – Projetos Culturais
Espaço Dive - Experiências Imersivas

Há anos o Teatro Cego buscava ter sua própria casa, com intuito de se aperfeiçoar tecnicamente e de receber seu público de forma cada vez mais interativa e inclusiva. No início de 2023, o Espaço Dive foi criado, reunindo todos os requisitos para as experiências imersivas produzidas pela C-Três Projetos Culturais, agregando condição técnica, amplo espaço de recepção, ótima localização, facilidade de acesso e disponibilidade de estacionamento próximo. Desde então, o espaço vem recebendo o Jantar Cego e o Boteco Cego, projetos de sucesso que também acontecem completamente no escuro, proporcionando experiências ímpares para seus convidados. Agora chegou a vez do Teatro Cego.

A partir de 13 de abril de 2024, com o espetáculo O Reino de Lindsor, o teatro também fará parte desse cardápio imersivo e inclusivo oferecido pelo Espaço Dive.
Local – Horários - Ingressos


- Local – Espaço Dive – Av. Morumbi, 8503 – Brooklin

- 150 lugares (por conta do formato do espetáculo, não existe marcações de poltronas)

- Ingressos: R$95,00 (inteira) e R$47,50 (meia)

- Ingressos promocionais R$39,60 (inteira) e R$19,80 (meia) - Atendendo ao Artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/2021 em Sympla.com.br
https://www.sympla.com.br/evento/teatro-cego-o-reino-de-lindsor/2395693

Diferenciais do projeto Um Outro Olhar - Teatro Cego que podem ser explorados pela assessoria de imprensa:

• A peça acontece completamente no escuro e o público fica no palco juntamente com os atores, colocados dentro do cenário.

• O público, ao entrar no espaço do espetáculo, é recebido como se fosse o exército de Lindsor, que acaba de retornar ao castelo, vindo de uma importante batalha da qual saiu derrotado. O espetáculo é interativo e, no meio da peça, a plateia participa de um julgamento cuja apuração determina o rumo da história. Os atores e a produção só ficam sabendo do resultado dessa votação no exato momento em que ele é anunciado e têm que seguir com a representação de acordo com o que acabou de ser decidido.

• Ao abdicar da visão, o público compreende a trama através de seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição). Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico. Tais sensações são o caminho para a compreensão da trama, mesmo ela ocorrendo completamente no escuro. A proposta é estabelecer uma linguagem inédita no teatro.

• O espetáculo conta com atores com deficiência visual, que passam a ser peças de extrema importância quando o trabalho ocorre no completo escuro. Cumpre-se assim, também, um papel social, inserindo esses profissionais no mercado de trabalho e abrindo a possibilidade de uma forma de expressão artística que, até então, imaginava-se inviável para essas pessoas.


Lazer em São Paulo: abril é marcado por diversas atividades socioculturais e socioambientais gratuitas nos parques geridos pela Urbia

Divulgação
Urbia Parques

 Programação do mês será realizada nos Parques Ibirapuera, Jardim Felicidade, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Eucaliptos, Lajeado e Jacintho Alberto

 

Para quem busca conexão com a natureza em meio à cidade de São Paulo, a Urbia, gestora dos Parques Ibirapuera, Jardim Felicidade, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Eucaliptos, Lajeado e Jacintho Alberto, acaba de divulgar uma agenda repleta de atividades socioculturais e socioambientais gratuitas para o mês de abril. A programação será composta por ações que também celebram os dias Nacional da Botânica, Nacional do Livro Infantil e dos Povos Indígenas, comemorados respectivamente em 17, 18 e 19 do mês. Confira abaixo o cronograma completo:

 

PARQUE IBIRAPUERA

Estação Biodiversidade: Pigmentos Naturais e Brincadeiras

Nos sábados 20 e 27, das 10h às 17h, e nos domingos 21 e 28 de abril, das 14h às 17h, será realizada gratuitamente a Estação Biodiversidade: Pigmentos Naturais e Brincadeiras, com o propósito de destacar a importância do Dia Nacional da Botânica e o Dia dos Povos Indígenas. Na ocasião, a equipe educativa da Urbia apresentará o fruto urucum, nativo da América Tropical e amplamente utilizado pelos povos originários para pintura corporal e artesanato, devido à coloração vermelha de suas sementes, além de simbolizar força e alegria. Hoje, esse recurso é aplicado na pigmentação de laticínios, maquiagens, temperos e protetores solares. Durante a atividade, todos poderão produzir trabalhos manuais a partir da extração do pigmento do urucum e participarão de jogos indígenas. O acesso é livre para todos os públicos e o evento será realizado no Parquinho do Parque Ibirapuera, próximo às quadras de basquete, ou na Serraria, próximo ao Portão 7, em caso de chuva.

 

Circuito Temático Ambiental: A Biodiversidade no Coração de São Paulo

Em homenagem ao Dia Nacional da Botânica, o Parque Ibirapuera contará com o Circuito Temático Ambiental: A Biodiversidade no Coração de São Paulo, nos domingos 21 e 28 de abril, às 10h. Com início no Centro de Visitantes, próximo ao Planetário Ibirapuera, com entrada pelo Portão 10, a caminhada é guiada pela equipe ambiental da Urbia e passará pelas ruas, alamedas e jardins do espaço, além de ter como foco a biodiversidade presente no parque, sua história e principais curiosidades. Ao longo do trajeto, haverá paradas estratégicas nas quais serão apresentadas algumas aves, espécies botânicas e ecossistemas que pairam pelas paisagens. Uma ótima pedida para falarmos sobre a botânica no mês que se celebra o Dia Nacional da Botânica. É recomendado a utilização de roupas confortáveis, tênis ou sapatos fechados, além de protetor solar, repelente e garrafinha d’água. Vale ressaltar que a atividade é livre para todos os públicos, não há necessidade de inscrição, porém as vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de chegada.

 

PARQUE JARDIM FELICIDADE

Leitura em Homenagem ao Dia Nacional do Livro Infantil

Na quinta-feira (18), às 14h, será realizado encontro gratuito de Leitura em Homenagem ao Dia Nacional do Livro Infantil, no Parquinho do Portão 3. A Urbia convida todos a levarem livros de contos infantis para leitura coletiva, a fim de despertar a imaginação no bosque mágico do Parque Jardim Felicidade. É recomendado a utilização de roupas confortáveis, tênis ou sapatos fechados, além de protetor solar, repelente e garrafinha d’água.

 

Roda de Conversa sobre os Povos Nativos

Na sexta-feira (19), às 14h, o Salão de Bocha do Parque Jardim Felicidade contará com uma Roda de Conversa sobre os Povos Nativos. Durante a atividade, a equipe da Urbia abordará a história dos povos originários no Brasil, destacando a luta de Sepé Tiaraju, um guerreiro da etnia Guarani, considerado e declarado herói e suas influências na contemporaneidade. Também serão abordadas outras etnias que residem em territórios brasileiros, sua cultura ancestral, suas principais ameaças e sua luta coletiva. O evento é gratuito e livre para todos os públicos.

 

PARQUE TENENTE BRIGADEIRO FARIA LIMA

Oficina Literária: Artes nas Páginas

No domingo (21), às 10h, no Parquinho de Areia do Campo Society, a Urbia realizará gratuitamente a Oficina Literária: Arte nas Páginas. Em busca de estimular a imaginação, após a leitura, as crianças poderão criar desenhos, pinturas, colagens ou esculturas inspiradas nas histórias, utilizando elementos naturais. Desta forma, além de trabalhar a criatividade, os participantes se aproximarão das temáticas de biodiversidade nativa e conservação, se conectando ainda mais com a natureza.

 

PARQUE DOS EUCALIPTOS

Oficina Compostagem em Ação: Cuidando do Solo, Nutrindo as Plantas

Na sexta-feira (12), às 9h, na área de Piquenique do parque, será realizada a Oficina Compostagem em Ação: Cuidando do Solo, Nutrindo as Plantas, em celebração ao Dia Nacional da Conservação do Solo. Em parceria com a UBS Vila Praia, a atividade apresentará o passo a passo da montagem de uma composteira caseira, explicando a importância da compostagem para a conservação do solo e como ela contribui para reduzir o descarte de resíduos orgânicos, incentivando a sustentabilidade. A participação é gratuita e livre para todos os públicos.

 

Cultivando Conexões: Plantio Sustentável e Interação com a Natureza

No sábado (13), às 14h, no Playground do parque, será realizada a atividade gratuita Cultivando Conexões: Plantio Sustentável e Interação com a Natureza. Os participantes farão o plantio de sementes diversas, utilizando o humus retirado da composteira do parque e em recipientes de plástico reutilizados. Depois de pronto, poderão levar para casa e quando as sementes germinarem, as mudas poderão ser remanejadas para a terra ou vasos maiores.

 

Caminhada em Celebração ao Dia do Planeta Terra: Descobrindo e Conservando

No domingo (21), às 14h, será realizada a Caminhada em Celebração ao Dia do Planeta Terra: Descobrindo e Conservando. Durante o percurso, os visitantes terão a oportunidade de imersão com a natureza, descobrindo as sensações e aprendendo sobre a fauna, flora e história local. Além disso, poderão conhecer mais sobre as árvores nativas e espécies em risco de extinção, assim como aprender sobre o Córrego dos Mirandas e o Memorial da Vovózona. A atividade é gratuita e livre para todos os públicos.

 

Roda de Conversa sobre a Sabedoria Indígena na Conservação da Natureza: Diálogo de Saberes

Em homenagem ao Dia dos Povos Indígenas, no sábado (27), às 14h, no Playground, será realizada gratuitamente a Roda de Conversa sobre a Sabedoria Indígena na Conservação da Natureza: Diálogo de Saberes. Durante a atividade, os visitantes conhecerão mais sobre a importância dos povos indígenas na preservação da natureza e da biodiversidade, a relação que possuem com o meio ambiente, suas práticas de conservação e o papel fundamental que desempenham na área de proteção. A participação é livre para todos os públicos.

 

PARQUE LAJEADO

Circuito Temático Ambiental

Na segunda-feira (22), das 10h às 11h30, será realizado o Circuito Temático Ambiental para apreciação das espécies de fauna e flora do Parque Lajeado, seguido de uma roda de conversa sobre o Dia Mundial da Terra. Essa atividade será uma oportunidade única para conhecer a biodiversidade local e discutir temas relevantes sobre a preservação ambiental e a sustentabilidade. O evento é livre para todos os públicos e será realizado na Área Multiuso do espaço.

 

PARQUE JACINTHO ALBERTO

Divulgação Científica: O Incrível Universo dos Bichos-Pau

No sábado (13), das 12h às 17h, será oferecida uma programação especial em parceria com grupo de pesquisadores do Projeto Phasma, a Divulgação Científica: O Incrível Universo dos Bichos-Pau. Estes profissionais fazem pesquisas e divulgações científicas dedicadas ao estudo dos bichos-pau, insetos que fazem parte da fauna brasileira. Na data, os estudiosos estarão no parque para apresentar estes artrópodes que despertam a curiosidade de todos, devido à sua habilidade de camuflagem em pedaços de madeira ou gravetos. A participação é gratuita, livre para todos os públicos e o evento será realizado na Área Multiuso.

 

Oficina do Dia do Planeta Terra

No domingo (21), das 14h às 15h, será realizada a Oficina do Dia do Planeta Terra, em homenagem à data. A equipe da Urbia ofertará uma oficina de produção de trabalhos manuais com pintura, utilizando tinta e lápis de cor em desenhos relacionados à conservação do meio ambiente. O intuito da atividade é sensibilizar os participantes de forma lúdica sobre a importância de contribuir com a biodiversidade e sua conservação, por meio de atitudes cotidianas. A atividade é destinada às crianças e será realizada gratuitamente na Área Multiuso do parque.

Urbia Gestão de Parques
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