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sexta-feira, 25 de junho de 2021

O Frete, cai, sobe ou fica parado?

 

Sem dúvidas essa é a pergunta de um milhão de dólares que recebo diariamente. Pergunta capciosa e que possui inúmeras variáveis. 


A grande verdade é que qualquer previsão nesse sentido é imprecisa. Afinal, estamos em um momento nunca antes vivido na história da humanidade. Portanto, qualquer previsão será sem qualquer método empírico de dados ou experiência prévia.

 

Para se ter noção, desde o início da utilização de containers no shipping, o mercado nunca havia chegado ao patamar que chegou. Hoje no rate spot já é possível identificar frete de 20.000 USD por FEU (Ásia/Europa), enquanto que em 2015/2016 o frete spot girava em 200/300 USD per teu na mesma rota.

 

Por mais de uma década, os ursos dominavam o mercado de containers e o cenário foi de fretes baixos. E, assim, para reduzir os custos unitários por box, os grandes armadores passaram a apostar e investir em navios cada vez maiores e mais novos, permitindo um ganho de economia em escala em um mercado extremamente competitivo.

 

O problema é que os navios antigos não foram para corte, causando um descompasso na oferta de navios, permanecendo um excesso de capacidade, consequentemente, reduzindo os fretes.  

 

Enquanto, hoje, temos um problema distinto, concentrado no excesso de demanda por transporte, descompassado com a oferta de frota. E agora, o "touro" domina o mercado de frete.

 

Quando se pensa em Shipping, pouco se pensa em Economia. Entretanto, a indústria do shipping é o sangue vital da economia global e continua a ser um grande termômetro do crescimento econômico global, em virtude do seu papel importante no comércio internacional. Estando sempre correlacionado com a função de oferta e demanda cíclicas do comércio internacional.

 

A menos que em circunstâncias extraordinárias, a demanda por transporte marítimo é impulsionada pelo crescimento econômico global. Vale destacar que, sem a indústria marítima - dita responsável por cerca de 80% do comércio mundial, o comércio internacional simplesmente não seria possível

 

Assim, o problema de alta do frete marítimo efetivamente pode ser considerado uma "tempestade perfeita", pois é resultado de um efeito dominó, ou seja, uma sequência de problemas, causas e efeitos que resultaram nesse grande problema no setor.

 

As altas taxas de frete de containers são impulsionadas pela falta de boxes e espaço, que por sua vez são impulsionadas por uma confluência sem precedentes da demanda dos EUA por frete (devido a nova realidade do Supply Chain). De outro lado, temos a interrupções no lado da oferta: congestionamento dos principais portos, trabalhadores portuários e marítimos infectados por COVID, resultando em quarentena em navios e em portos/terminais (Yantian). Além disso, a bruxa parece que está solta no Shipping, portanto, temos embarcações encalhadas, embarcações retidas devido a quarentenas. Além de todo o recente desafio de embarcações ficando presas em canais, derrubando containers no mar ou pegando fogo.

 

O descompasso está atrelado à Covid e aos diversos planos de alívio econômico e de fomento ao crédito, inundando os mercados internacionais com liquidez como forma de alavancar a economia. E isso, funcionou. As grandes nações têm demonstrado enorme crescimento no PIB. Exemplo é a China que noticiou um aumento de 18% do seu PIB no Q1, resultando na necessidade cada vez maior de commodities. E a economica Americana, que demonstra um claro aumento do consumo e, com isso, o aumento da demanda de produtos importados da China.

 

Entretanto, enquanto a demanda cresce meteoricamente (conforme noticiado pelos índices internacionais) a oferta de navios se mantém. E a oferta de navios não é algo que consiga ser suprida em curto prazo, visto que demanda a construção de frota em estaleiro, levando alguns anos a serem entregues. E assim, novamente, regulando a oferta-demanda no shipping.

 

A pandemia de Covid-19 causou imensas restrições ao comércio ao longo da cadeia de abastecimento global, como sentido em Yantian, Los Angeles e muitos outros portos. A lentidão dos terminais está causando ineficiências ao longo das conexões intermodais, fazendo com que viagens fiquem até 20% mais longas, e assim, demorando o reposicionamento de containers vazios. 

 

Terminais de containers no mercado americano que demonstram menor produtividade e maior tempo para devolução de containers vazios, em virtude da menor mão de obra portuária. Recentemente foi noticiado que navios estão aguardando uma a duas semanas para atracar em terminais em Los Angeles e Long Beach, alguns chegando há três semanas. O que antes eram janelas de horas, hoje ocupam semanas. Armadores liners vem reportando uma redução de sua capacidade em até 20% em virtude da baixa operacionalidade e blank sailings.

 

E como dito anteriormente, tudo isso acontece como num efeito dominó. Exatamente pelo congestionamento e quebra de Supply Chain, simplesmente acabou-se o sonho do estoque "Just in Time". Empresas cada vez mais estão tendo que contar com grandes estoques para que não ocorram faltas, em virtude de possíveis atrasos na logística. Principalmente, em virtude da nova mentalidade do e-commerce de entrega da mercadoria no mesmo dia ou no dia seguinte ao consumidor.

 

E, assim, o problema se agrava, pois as grandes varejistas antecipam e avolumam suas compras, aumentando cada vez mais o estoque, resultando em um congestionamento ainda maior. Causando uma eterna ciranda.

 

 

Para se ter noção, em período pré-Covid de janeiro a maio de 2019, Los Angeles / Long Beach movimentou em média 14,9 porta-containers por dia, incluindo aqueles atracados e fundeados. Enquanto que do dia 1º de janeiro a 25 de maio de 2021, a média é de 53,9 navios por dia. Ou seja, 3,6 vezes os níveis pré-COVID.

 

Na Europa os terminais permanecem congestionados, em virtude do represamento e consequências do Ever Given. Enquanto que na China temos terminais sendo fechados em virtude da Covid. Na última semana foram reportados mais de 330 navios de container fundeados, coisa nunca antes vista.

 

Isso tudo, atrapalha o reposicionamento de containers vazios, além de tornar viagens mais lentas, muitas vezes tendo que ser necessário desviar toda a rota de containers e navios que ordinariamente utilizariam importantes polos portuários. 

 

A situação do Porto de Yantian já representa quase o dobro do represamento de containers ocasionado pelo encalhe do Ever Given. Especialistas afirmam, a possibiliadde de 600.000 teus terem sido impactados pela situação de Yantin. Além de existir aproximadamente 300.000 teu de no pátio do terminal aguardando carregamento para exportação. Em junho desse ano já foi reportado uma demora 42% maior que do ano passado para o transporte de cargas entre Ásia e EUA.

 

O Porto de Yantian anunciou que retornará a operar de forma integral a partir da madrugada do dia de hoje (24 junho). Os mais otimistas já anunciam uma possível redução no patamar do frete. Porém, será que isso vai realmente acontecer ? 

 

Infelizmente, especialistas reportam que os números otimistas serão de 80 dias para zerarem o "backlog" de containers gerado pela redução na operação no Porto de Yantian. Portanto, o problema de falta de boxes ainda deve continuar pelos próximos meses. Consequentemente, é impossível prever como isso deve impactar os valores de frete.

 

Do outro lado do globo, a Federação Nacional dos Varejistas Americanas mandou uma carta ao Presidente Joe Biden, solicitando uma audiência para tratar de problemas no Supply Chain Global e os impactos para a recuperação da economia americana, visto que o aumento dos fretes vem causando a inviabilidade de economia de muitas atividades, além da falta de produtos nas prateleiras americanas. O Congresso também vem debatendo sobre a possibilidade de ceder maiores poderes aos órgãos reguladores para que possam intervir na situação atual, tendo sido criado um comitê pela Casa Branca para acompanhar a situação atual.

 

A verdade é que o supply chain continua a viver um período de guerra. E os motivos são diversos. Miopia é achar que o problema é apenas em virtude do Terminal de Yantian.

 

O "buraco" é mais embaixo e os problemas são diversos. O shipping é considerado como uma das atividades mais globalizadas no mundo. E, assim, o simples bater de asas de um morcego na China pode resultar na falta de containers no resto do mundo. 

 

Por isso, quando me perguntam, eu digo, o Frete pode subir, pode baixar ou pode andar de lado! Tudo depende, e nada melhor que um dia após o outro.

 


Larry Carvalho - advogado e árbitro com vasta experiência em litígios e ênfase em transporte marítimo.


Plano Safra 2021/2022 contará com investimento de R$251,2 bilhões para pequenos, médio e grandes produtores

 O plano Safra 2021/2022 possui R$14,9 bilhões a mais que o plano anterior


Com um investimento de R$251,2 bilhões, o Governo Federal divulgou o Plano Safra 2021/2022, o valor disponibilizado para o financiamento do crédito rural é 6% maior do que foi disponibilizado no plano anterior, onde o investimento foi de R$236,3 bilhões, o que representa uma diferença de R$14,9 bilhões de uma safra para a outra. Os financiamentos podem ser contratados a partir de julho deste ano até junho de 2022. 

Com o intuito de priorizar a agricultura familiar, cerca de R$39,3 bilhões do investimento será exclusivo para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que recebeu um incremento de 19% em relação ao ano anterior. Os demais públicos ficaram com R$211,9 bilhões, 4% a mais do que em 2020, sendo que R$34 bilhões será destinado para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), R$177,8 bilhões será destinado pera o custeio e comercialização e os outros R$73,4 bilhões será para investimento, neste último caso, o aumento da disponibilidade foi de 29%.

 Junto com o aumento no investimento para o crédito rural para os produtores, as taxas de juros dos financiamentos também tiveram um leve acréscimo, para os pequenos produtores os juros passaram de 2,75% para 3% ao ano, para a produção de bens alimentícios de 4% para 4,5%. Já para os médios produtores os juros para custeio passam a ser de 5,5% e para investimento 6,5%. Os grandes produtores poderão contratar o empréstimo com juros de 7,5% para custeio e 8,5% para o financiamento de máquinas. E as cooperativas, crédito industrial e capital de giro terá juros de 8%. 

Presente no mercado há 8 anos, a Sonhagro e com várias unidades franqueadas pelo país, a rede oferece o serviço de consultoria de crédito rural, para todos os produtores que desejam realizar os investimentos. a rede é a primeira e única empresa no ramo no mercado de franquias e comenta sobre o novo valor da safra de 2021/2022. 

“Esse aumento vai impactar muito na vida dos produtores que utilizam desse recurso, pois atualmente, os insumos, máquinas agrícolas e seus implementos tiveram um aumento de custo considerável, devido à alta demanda por estes itens, baixa produção em função da mão de obra escassa no período desde o início da pandemia, ocasionando também a desvalorização do real. Por exemplo, antes um trator agrícola que custava R$100 mil, hoje o mesmo está custando R$138 mil. Esse novo limite de crédito rural, significa mais investimento e maior desenvolvimento da Agronegócio no país”, comenta o empresário Romário Alves, Fundador da rede. 

Para os produtores rurais que possuem interesse em contratar o serviço, a Sonhagro, conta com várias unidades de atendimento em diversas cidades do país e com profissionais qualificados para realizar a simulação e os projetos obrigatório exigido pelas instituições, para a liberação do crédito rural. A consultoria do Plano Safra 2021/2022 já está disponível na rede, entre em contato e tire suas dúvidas. 

 

Sonhagro

www.sonhagro.com.br

 

Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos apresenta crescimento de 5,7% no primeiro quadrimestre de 2021

ABIHPEC avalia que o resultado foi impulsionado principalmente pela flexibilização das medidas de restrição às atividades comerciais no mês de abril


A ampliação da abertura do comércio na maior parte das cidades brasileiras, especialmente em abril, contribuiu para uma boa performance do setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos no primeiro quadrimestre de 2021. De acordo com o Painel de Dados de Mercado da ABIHPEC - Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos, o setor de HPPC teve uma alta de 5,7% em vendas ex-factory¹, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Apesar do resultado positivo, a cautela ainda se faz presente e necessária. "Mesmo com uma tendência de aceleração da retomada da economia, o crescimento de 8,90% no INPC² nos últimos doze meses é preocupante", afirma João Carlos Basilio, presidente-executivo da ABIHPEC.

Além disso, apesar da economia do Brasil estar melhorando, dado o crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), de 1,2% no primeiro trimestre deste ano, o desemprego, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), chegou ao patamar de 14,7% em março. Esse quadro negativo reforça o cuidado da população com o aumento dos gastos em muitos bens e serviços.


Desempenho dos Segmentos

O segmento de Perfumaria foi o que apresentou a melhor performance, atingindo alta de 22% em vendas ex-factory no primeiro quadrimestre, quando comparado com o mesmo período de 2020. O destaque fica por conta da perfumaria feminina, que teve um crescimento de 26% no primeiro quadrimestre de 2021, contra 15% da perfumaria masculina. Ações promocionais e datas comemorativas, como o Dia das Mães, contribuíram para impulsionar o consumo deste segmento no período, assim como a cultura brasileira de se perfumar como ato de promoção de bem-estar.

O segmento de produtos de Higiene Pessoal segue com alta e fechou o primeiro quadrimestre com crescimento de 11,4% em vendas ex-factory (na comparação com o mesmo período de 2020), dada a relação dos itens deste segmento com a manutenção da saúde e a prevenção de doenças, como a COVID-19. Dentre as categorias que tiveram melhor desempenho estão as de produtos relacionados ao banho, hábito reforçado no dia a dia dos brasileiros, por conta também da prevenção à COVID-19. No primeiro quadrimestre de 2021, a categoria de sabonetes obteve uma alta nas vendas de 23%; a de shampoos +2% e condicionador +1%, todos dados em vendas ex-factory, em comparação ao mesmo período de 2020.

Tratamento capilar segue em crescimento de dois dígitos +18%. A categoria lançou uma enorme diversidade de produtos, como aqueles destinados a controlar o frizz, hidratar, proporcionar maciez, auxiliar na prevenção dos danos cotidianos, além de melhorar a definição dos cachos. O que não falta no mercado são produtos para atender às diferentes demandas do consumidor e as marcas que atuam nesta categoria não param de inovar.

Já consumo do álcool em gel nos quatro primeiros meses de 2021 se manteve estável em comparação ao mesmo período de 2020. O consumidor entendeu a sua importância como um produto essencial no combate à pandemia da COVID-19, quando não há possibilidade da lavagem das mãos.

No segmento de Cosméticos, a categoria de "maquiagem para as unhas" foi o grande destaque, com um crescimento de 8,7%, puxado por lançamentos de edições limitadas de esmaltes, que tiveram ampla divulgação, principalmente com ações nas redes sociais, com foco em grupos diversificados de consumidores. Além disso, o esmalte é um produto consumido por vários elos da cadeia, como manicures, salões de beleza, esmalterias e pelo próprio consumidor final, que encontra o produto em distintos canais de vendas.

A chegada do outono e do clima mais seco, associada à maior recorrência de banhos, também impulsionaram a categoria de produtos de cuidados com a pele com o corpo, com isso, os hidratantes corporais apresentaram um crescimento de 40% em vendas ex-factory nos primeiros quatro meses de 2021, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Outra categoria de produtos que ganhou importante papel na pandemia foi a de cuidados com a pele do rosto, que se manteve estável no período. Os destaques foram os tônicos faciais, com crescimento de 23%; e os produtos anti-acne, com alta de 28%, ambos em valor de vendas ex-factory .

"A máscara de proteção facial individual se tornou indispensável no dia-a-dia, e o uso frequente dela pode aumentar a oleosidade da pele e a formação de espinhas no rosto. O crescimento do consumo destes produtos pode estar relacionado a este movimento de uso de máscara de proteção facial", explica Basilio, presidente-executivo da ABIHPEC.

Já o segmento de tissue, que contempla papel higiênico, toalha de papel multiuso e lenço de papel, apresentou queda de vendas ex-factory de (-17,9%), em função ainda do impacto nos preços praticados no varejo, da alta dos custos dos insumos, indexados em dólar.

 

Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos – ABIHPEC

 https://www.abihpec.org.br

 

¹Ex-factory: líquido de impostos sobre vendas

²FONTE: IBGE


Comércio conversacional: a revolução no atendimento ao cliente

A democratização da tecnologia e a inserção das empresas no mundo digital é uma forte tendência mundial. Impulsionado pela pandemia e, principalmente pelo novo comportamento do consumidor – altamente exigente por uma maior velocidade e personalização no atendimento aliado à sua experiência de compra – este cenário vem se transformando ainda mais graças aos investimentos no comércio conversacional, que permite uma aliança perfeita entre o contato automatizado e personalizado na relação com o cliente.

Com o crescimento e popularização das plataformas e aplicativos de conversação, como WhatsApp, Messenger, Viber eTelegram, muitas empresas começaram a enxergar nelas estratégias eficientes para manter e abranger a comunicação com seus clientes. Em um momento crítico de isolamento social, onde nos vimos confinados em nossos lares, este movimento se tornou algo não apenas importante, mas fundamental para a continuidade dos negócios. Agora mais do que nunca, é necessário estar onde os usuários estão: no universo online.

De acordo com o relatório CX Trends 2021, 84% dos consumidores experimentaram essas interações conversacionais por meio de novos canais de comunicação com as marcas no último ano. Somente o WhatsApp, por exemplo, apresentou um crescimento de 118%. Por mais que esse seja o meio mais utilizado, existem novos canais sendo implementados que prometem chacoalhar esse mercado.

Dentre eles, o Rich Communication Service (RCS) é uma das mais promissoras evoluções do mercado de mensageria. Seu sistema de envio de textos é muito mais completo, trazendo novas features para o SMS, que irão enriquecer a experiência do usuário, tornando-a muito mais interativa e personalizada.

Contudo, seja qual for o canal escolhido, a comunicação entre as partes, hoje, deve ser mais rápida, fluida e quase que instantânea. Esse é um fator determinante, que torna uma marca mais conhecida e acessível em detrimento de seus concorrentes. O comércio conversacional cria uma ponte entre a empresa e o cliente, possibilitando que eles sejam atendidos com a mesma qualidade e proximidade se compararmos ao presencial.

Para as empresas que estão iniciando sua jornada digital, os chatbots são excelentes opções para alcançar um atendimento massivo quando aliados à inteligência artificial. Mas lembre-se: não se trata de uma inserção rápida. O robô é praticamente uma criança e, exige tempo para que seja treinado e capacitado adequadamente. Através do aprendizado prático e das interações constantes, a ferramenta entenderá seu modo de atuação com base nas soluções ofertadas durante o histórico de atendimento.

Uma outra solução mais aderente aos negócios de pequeno porte é possibilitar que este atendimento digital seja feito através de pessoas nas duas pontas da interação. Algumas marcas do varejo, por exemplo, estão levando seus vendedores para o online com muito sucesso. Promover a integração entre homem e máquina parece o melhor caminho para promover uma boa experiência no relacionamento com o cliente.

De forma geral, o mais importante é estar sempre atento às demandas e necessidades do seu consumidor e, em conjunto, buscar parceiros especializados nesse tipo de serviço para ajudá-lo na criação do seu comércio conversacional. Com ou sem pandemia, a comunicação com o seu cliente jamais voltará a ser como antes.

 


Bernardo Borzone - diretor de receitas responsável pelas áreas de Customer Success, Comercial e Marketing na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.

 

Pontaltech

https://www.pontaltech.com.br/


Suprema Corte americana nega Greencard para imigrantes que entraram ilegalmente nos Estados Unidos


Diante da promessa de anistiar 11 milhões de imigrantes indocumentados nos Estados Unidos feita pelo atual presidente do país, venho confirmar que, assim como eu já havia comentado anteriormente, não será algo tão simples, pois não é possível avançar nesse tema somente a partir da decisão presidencial. Inicialmente, Biden fez algumas promessas relacionadas à anistia para os seus primeiros 100 dias de governo, mas até o momento não foram efetuadas.

No dia 8 de junho de 2021, a Suprema Corte americana relatou algumas informações a respeito de pessoas que entraram no país de maneira ilegal, atravessando fronteiras com o México ou Canadá. O decreto da Suprema Corte também relata impedimentos para que
essas pessoas conquistem o greencard, considerando que elas possuem o status de proteção temporária - DACA. 

Isso terá um grande reflexo no futuro, o primeiro deles é que essas pessoas só poderão regularizar a documentação nos Estados Unidos mediante uma nova lei aprovada no Congresso, algo que não deve ocorrer nos próximos meses e talvez nem nos próximos anos, pois são necessários diversos outros fatores, além de negociações no congresso, que no momento não está favorável à decisão.

É importante ressaltar que, apesar da maioria democrata no órgão político, nem todos são favoráveis à imigração ou ao presidente Joe Biden e isso pode ser visto com as diversas tentativas de banir armas no país. De toda forma, no momento a aprovação da legalização de indocumentados segue indefinida e toda a pirotecnia criada à volta do tema não foi real.

A Suprema Corte deliberou e transcreveu as leis atuais, que deixam claro que somente as pessoas que entraram por alguma via de acesso legal nos Estados Unidos poderão realizar as medidas cabíveis para regularização de documentos após a aprovação do congresso. Em contrapartida, aqueles que furaram as fronteiras ainda devem ter algumas dificuldades para regularizar a situação no país e conseguirem a residência permanente.

 

 

Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo LLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br.  Toledo também possui um canal no YouTube com quase 110 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB São Paulo e Membro da Comissão de Direito Internacional da OAB Santos.


Toledo e Advogados Associados

http://www.toledoeassociados.com.br


Como a Covid-19 impulsionou a saúde digital

As grandes mudanças do sistema de saúde causadas pela pandemia do coronavírus reconfirmam, para muitos, a importância dos Registros Eletrônicos de Saúde (RES) e dos dados dos pacientes. Esses registros são cruciais para otimizar o atendimento, reduzir erros médicos, melhorar a coordenação entre os profissionais e capacitar os pacientes a participar de seus próprios cuidados.

A documentação médica digital pode melhorar o acesso aos serviços de saúde para a população e melhorar a experiência de receber ou prestar cuidados. A Covid-19 incentivou um interesse renovado de pacientes e prestadores de saúde por soluções digitais. Os principais domínios de tecnologia incluem telessaúde e inteligência artificial, suportados por outros domínios de tecnologia, como análise de big data, internet das coisas, redes de próxima geração (por exemplo, 5G) e blockchain.

A digitalização nos hospitais e em todo o setor de saúde é um tópico significativo e amplamente discutido, uma vez que permitem o armazenamento, recuperação e modificação de dados usando meios digitais em vez de sistemas de registro feitos em papel, permitindo que os registros eletrônicos possam ser acessados por todas as organizações de saúde e pelos próprios pacientes.

Além disso, quando implementada adequadamente, pode melhorar a qualidade da assistência médica, aumentar a conformidade com as diretrizes e reduzir os erros de medicação. Da mesma forma, a disponibilidade de dados do paciente em tempo real, bem como o acesso mais fácil à informação também são enfatizados como benefícios e podem resultar em maior segurança do paciente.

Nunca na história houve uma tarefa mais importante de manutenção de registros de saúde pública do que a que está neste momento do mundo: rastrear as vacinas contra a Covid-19. Como resultado desse desenvolvimento tão importante, fornecedores de softwares de todo o setor têm preparado seus produtos e seus usuários do setor de saúde para garantir que, quando um paciente recebe essa vacinação, ela seja registrada corretamente, direcionada para os sistemas e seja acessível agora e no futuro.

Os registros eletrônicos de saúde contêm muitos elementos importantes que podem ajudar com uma resposta à pandemia. Embora conheçam deficiências como a única fonte de dados para estudos que informam as decisões de saúde pública, a utilização de um grande número de registros de muitas instituições poderia ajudar a fornecer respostas a clínicos, pesquisadores, administradores, autoridades de saúde pública, pacientes e ao público em geral.

A implementação bem-sucedida das medidas descritas neste artigo permitirá abordagens baseadas em evidências para coordenar testes e rastreamento de contatos, prever os recursos necessários e se preparar de acordo (para que os serviços de saúde "não essenciais" não precisem ser encerrados desnecessariamente), realizar pesquisas básicas, preventivas ou terapêuticas e fornecer uma base confiável e factual para responder a questões de saúde pública de importância crítica para esta pandemia e outras condições de saúde.

 


Marcelo Carreira, Diretor de Marketing da Access


Concurso X Pandemia: cuidados no dia da prova


A pandemia trouxe diversas mudanças em relação aos concursos públicos, muitos foram adiados e outros até suspensos.  Mesmo com tantas alterações, ainda é necessário que o candidato saiba identificar em todo o edital, as hipóteses que lhe podem ocasionar a eliminação do certame em algumas fases.  

Pensando nisso, listei cinco pontos principais que os candidatos podem resguardar seu direito em concursos públicos. Confira: 

 

1- Direito de impugnar o edital: a primeira dica é direito de impugnar o edital. Muitos dos candidatos que prestam concurso público estudam todas as matérias presentes no conteúdo programático, mas não leem todo o instrumento convocatório.

 

É de extrema necessidade que o candidato saiba identificar em todo o edital, as hipóteses que lhe podem ocasionar a eliminação do certame em algumas fases. Um exemplo é o caso de você, candidato, possuir algum tipo de enfermidade e na própria norma editalícia que aquela enfermidade é motivo de inaptidão para o exercício da função pretendida. 

Diante desta situação, no momento que o edital for publicado, como você leu toda a norma editalícia, poderá, desta forma, impugná-lo vez que muitas vezes essas exigências são ilegais, pois o instrumento convocatório (edital) sozinho não pode criar exigências sem amparo na lei que rege o cargo. 

Assim, quando o candidato impugnar a norma editalícia em razão de uma ilegalidade, a banca examinadora poderá retificar o edital de abertura. Normalmente, o prazo de impugnação é de 3 dias, podendo variar a depender do edital e do concurso.

 

2- Direito de recorrer administrativamente: a segunda dica é o direito de recorrer administrativamente após a publicação de resultados provisórios com a possibilidade de reverter o resultado das provas objetivas, discursivas, prova oral e também dos exames psicotécnicos, dentre outros. 

Ressalta-se que, aquele que for reprovado ilegalmente poderá interpor recurso administrativo e poderá conseguir reverter a sua reprovação, como forma de resguardar o seu direito.

 

3- Direito de solicitar registro em ata sobre qualquer ocorrência: a terceira dica, que é considerada como fundamental, tendo em vista que muitos professores e doutrinadores não falam sobre, é o direito de solicitar registro em ata de qualquer ocorrência em qualquer fase do concurso público, para se resguardar de eventuais ilegalidades. 

Um exemplo é quando em um certame o envelope que continha as provas não chegou lacrado, possuindo, então, essa situação uma possibilidade de fraude. 

Outra ilegalidade que pode ser constatada, ocorrerá quando um candidato comparece para a realização do TAF e levou consigo o atestado médico conforme previsto no edital. Ocorre que, no momento da realização do TAF, o candidato foi impedido de realizar a referida etapa do certame pois a banca examinadora considerou que o atestado não possuía os termos exatos dispostos na norma editalícia, eliminando-o do certame. 

Caso esse candidato soubesse de seu direito de registrar em ata ocorrência, ele teria resguardado o seu direito, evitando uma possível arbitrariedade ou ilegalidade por parte da banca examinadora. Está se torna uma forma de comprovação, tendo em vista que neste contexto não há a possibilidade de se filmar ou gravar a situação.

 

4 - Direito de ter uma resposta motivada e fundamentada da banca examinadora: a quarta dica é o direito de ter uma resposta fundamentada da banca examinadora, respeitando o contraditório e a ampla defesa. Toda vez que se é interposto um recurso administrativo, a banca examinadora não poderá responder de forma genérica, como por exemplo: não considero o seu recurso. 

Assim, a banca examinadora deverá rebater todos os argumentos presentes no recurso administrativo, vez que caso não o fizer, poderá violar o princípio do contraditório e da ampla defesa.

 

5 - Direito de recorrer ao Poder Judiciário: por fim, a quinta dica é o direito de recorrer ao Poder Judiciário diante de uma ilegalidade ou injustiça sofrida no concurso público, tendo em vista que existem diversas situações em que a banca examinadora elimina o candidato injustamente, sendo possível propor uma ação judicial para tentar reverter a possível reprovação. 

 

 

Agnaldo Bastos - advogado, atuante no Direito Administrativo, especialista em causas envolvendo concursos públicos e servidores públicos e sócio-proprietário do escritório Agnaldo Bastos Advocacia Especializada.


Marketing: a ciência por trás do LinkedIn

Poucas pessoas entenderam a importância do LinkedIn e como ele de fato funciona.

Talvez estejam perdendo a chance do momento em gerar centenas de oportunidades de negócios ou até mesmo de crescimento profissional. O momento é agora!

Atualmente, o LinkedIn se tornou a maior rede social para negócios do mundo. Já são mais de 700 milhões de usuários, sendo 44 milhões somente no Brasil. Durante a pandemia, foi a rede social que mais cresceu, com aproximadamente 2 milhões de publicações diárias.

Em um único dia, 3 milhões de conteúdos são compartilhados, o que significa que existem mais pessoas distribuindo do que produzindo conteúdo. Além disso, 80% dos usuários do LinkedIn são tomadores de decisão, consequentemente são aqueles que ocupam cargos de liderança dentro de suas empresas, como coordenador, gerente, diretor, presidente e CEO. 

É importante ressaltar que 93% dos profissionais de marketing preferem a plataforma para gerar negócios. Existe uma ciência por trás do LinkedIn, como cientista de marketing, pude fazer experimentos e desenhar novas estratégias. Comprometido em descobrir ferramentas que aprimorem o desempenho de clientes, de como fazer mais rápido, mais barato e com mais eficiência, entregando o melhor resultado.

Nesse contexto, ter conhecimento sobre a mecânica de funcionamento da plataforma é o caminho para conexões de sucesso. Esse foi meu objeto de estudos durante anos, com a finalidade de descobrir o que funciona efetivamente, não considerando somente a quantidade de conexões do usuário na rede. E como qualquer ciência que se baseia na pesquisa, é preciso se questionar:

Quais são as melhores ferramentas?

Quais são os melhores horários?

Qual o melhor tipo de publicação?

Como abordar uma pessoa?

Como fazer um Pitch Comercial dentro do LinkedIn? 

Partindo desses questionamentos, quais são os aprendizados que se solidificam?

Seguindo essa lógica, a resposta se deu através de um trabalho vertical no LinkedIn que parte de três pilares. São eles, construção de autoridade, prospecção e venda. Através dessa perspectiva de discurso, podemos refletir:

1) O que é importante para a construção de autoridade?

2) Qual conteúdo funciona melhor?

3) Só texto? Se sim, que tipo de texto (texto com emoji, texto com vídeo, texto com imagem)?

4) Só imagem? Imagem com texto na própria imagem?

5) Somente vídeo? Vídeo longo, vídeo curto, stories?

Os estudos científicos de marketing foram capazes de trazer entendimento do que pode funcionar dentro da plataforma para a construção de autoridade. Como fazer uma boa conexão? Como descrever um bom perfil? Como fazer uma revisão completa de mais de 40 itens? Entre outras dúvidas frequentes.

Quando estamos construindo um perfil, não só o idealizamos visualmente, como também absorvemos informações para o subconsciente, o nosso cérebro. Isso faz com que as pessoas que acessam o seu perfil, sintam uma sensação de autoridade e domínio sobre a área na qual você está tentando se destacar dentro da plataforma.

Após a conclusão das bases para a construção de autoridade, podemos partir para o próximo passo, a prospecção. Como prospectar uma pessoa dentro do LinkedIn? Como fazer uma conexão exata, uma boa conexão com alguém? Onde buscar pessoas para se conectar? Quais grupos participar? Qual a abordagem funciona melhor? Qual mensagem você não deve usar? Qual é a frequência correta? O conjunto dessas questões somado às ferramentas de monitoramento de conversas, podem ajudar na realização de boas prospecções.

Por fim, há a etapa final, a monetização desses Leads, a venda. Como fazer o Pitch de venda? Como automatizar o processo de prospecção, relacionamento e venda? Refletir essas questões faz parte de um processo científico de criação e análise de dados, que surgiu a partir de um comportamento de inconformidade e busca de formas diferentes e mais efetivas de fazer os negócios acontecerem.

Afinal, o que é ciência senão o conhecimento que explica os fenômenos, obedecendo às leis que foram verificadas por métodos experimentais. Nesse sentido, a observação sobre o LinkedIn demonstra que há uma dinâmica muito própria de se trabalhar lá dentro. A forma de atuação na plataforma é única e poucas pessoas perceberam isso. O LinkedIn é um ambiente que não segue a forma tradicional de abordagem, criação de relacionamento com as pessoas e produção de conteúdo. Estamos falando de relações humanas, de como fazer amigos e influenciar pessoas. É a partir disso, que se criam situações para negócios dentro do ambiente digital.

Os estudos científicos mostram que quando você entende a dinâmica do LinkedIn, de como construir a audiência e como construir relevância para essa audiência, você descobre que na verdade os resultados não estão associados a quantidade de números que possui, de seguidores e de conexões. Quando você realmente compreende a lógica da plataforma, o jogo muda e os negócios começam de fato acontecer.

 


Ederson Dé Manoel - Growth Hacker especialista em LinkedIn e Lead Generation. Pós-graduado em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), atualmente dedica-se à projetos de Data Marketing, Growth Hacking e Gestão de Experimentos de Marketing Científico. Já atendeu clientes como Google, Corinthians, Vogue, Netshoes, Faber Castell, Cerveja Proibida, entre outras marcas.


Kit de sobrevivência online


A ideia do ensino a distância pode até parecer nova, mas a internet só deu um “F5” em uma modalidade de ensino que já era praticada desde os anos 1920. O Ensino a distância (EAD) antigamente era feito por correspondência, onde a escola ou o professor orientava seus alunos por meio de carta. As devolutivas dos alunos eram dadas também utilizando o sistema de correio, para a entrega de respostas.

 

Foi em 1996 que o Ministério da Educação implementou os primeiros ditames oficiais de EAD, no Brasil. Normatizar e oficializar os métodos e os protocolos desse processo vem, desde então, vencendo velhos hábitos e conceitos de ensino e aprendizagem.

 

Um dia, o planeta deparou-se com uma pandemia e o distanciamento social afetou de frente, todos os âmbitos da educação. Tudo bem que as metodologias de ensino a distância já estavam bem consolidadas, mas e o aluno? Como fica esse outro lado dos processos educacionais?

 

Excesso de telas

 

Em um ambiente onde há o excesso de ‘telas’ à nossa volta, pode ficar difícil concentrar-se em uma atividade que exige sua atenção em modo pleno, ou seja, o seu curso de inglês. Então, com base nas experiências educativas e nos hábitos observados entre os jovens, há um alerta para quem quer ter bons resultados nas aulas online e algumas dicas.

 

O alerta diz respeito à “liberdade” que as 24 horas do dia aparentemente podem oferecer, para quem está em casa, no ‘home office’. O termo em inglês é perfeito para definir as tarefas e o trabalho, agora feitos em casa. As 24 horas à sua disposição, porém, podem ser uma cilada e uma via de desgaste para quem não se organizar para as tarefas.

 

A primeira palavra da lista de dicas é a DISCIPLINA, que sem ela, a possibilidade das pessoas se perderem no ponteiro do relógio é bem grande. Para o aprendizado do inglês, ela será um dos mestres. Os recursos que dispomos no ensino online contam com a interação regular do professor, o outro mestre, e com encontros mensais com pessoas que vivem no exterior. Nas ‘lives’, essas pessoas trazem suas histórias e rotinas em conversas em inglês, estimulando a prática do idioma.

 

Agora, há 7 providências que só você pode tomar: 

1        Defina um calendário, com dias da semana e horário para estudar inglês;


2      Deixe um caderno ou bloco de papel para anotar palavras, expressões, frases e interações com o professor e colegas. Escrever ajuda a memorizar mais;


3       Deixe uma garrafa de água sempre por perto, pois além de fazer bem à saúde, tomar um gole de água fresca pode ajudar a firmar a concentração;


4     Certifique-se de que ninguém da sua casa vai atrapalhar este momento. Combine isso com as pessoas que moram com você;


5    Tenha à mão, um fone de ouvido em bom estado, pois é um ótimo caminho para fechar foco na tela do seu computador, enquanto estiver em atividade;


6      Afaste celular, tablete ou qualquer outro hardware, além do recurso que você costuma usar para suas aulas. Eles podem tirar o aluno da concentração;


7     Estude diariamente, nem que seja por 15 minutos, além do calendário de aulas.

 


Resultado

A resposta positiva que vem depois dessa sequência de atitudes é de quase 100%. O efeito acumulativo de conhecimento vai se avolumando na medida em que o tempo passe, e durante as aulas, seu professor se sentirá ainda mais motivado a ensiná-lo no caminho da fluência em inglês. Nesse ritmo, sem dúvida, as respostas virão rapidamente



Prof. Bob Maia - professor de inglês, pós-graduado em Comércio Exterior (FACESP) e fundador da escola de inglês Keep Calm and Learn Good English.


Empreendedorismo cresce durante a pandemia e atrai jovens

No dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas, gestores falam dos desafios no enfrentamento à pandemia, mas relatam esperança no crescimento


O segmento de micro e pequenas empresas, que ganhou uma data comemorativa no dia 27 de junho devido a importância do setor, é responsável por 30% do PIB do país e mais da metade da geração de empregos formais, se firmando como um pilar social e econômico fundamental. 

Apesar do alto nível de desemprego registrado em Goiás, com índice de 12,4%, um dado positivo chama a atenção do mundo dos negócios. Entre os meses de janeiro e março de 2021, o Estado registrou um recorde na abertura de novas empresas. De acordo com o Sebrae-GO, foram 8,7 mil novas empresas durante o período, o maior número já registrado nesses meses nos últimos cinco anos. Também se destaca a informação de que Goiás apresenta taxa de empreendedorismo de 10%, acima da média brasileira, que é de 9,88%. Dos 17 milhões de pequenos negócios do Brasil, mais de 600 mil estão em Goiás. 

O empreendedorismo se tornou opção viável de renda e crescimento para muitos brasileiros, com destaque para os jovens. Segundo estudos do Sebrae-GO, predominantemente, os microempreendedores individuais (MEI) em Goiás, têm como atividade mais frequente o comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, em pontos fixos. O perfil divulgado pelo órgão retrata que 30% destes empresários têm de 30 a 41 anos, seguidos pelos jovens entre 21 a 30 anos, com 23%.

Um exemplo é a microempresária Luanna Lúcia Silva, de 24 anos. Ela usou da coragem e decidiu empreender em um momento de adversidade. A abertura de seu primeiro negócio, se deu em meio a pandemia de Covid-19, após firmar sociedade com a irmã, na loja Lelilu, no Shopping Estação Goiânia. 

“Nós abrimos a loja sem muita estrutura e depois de 13 dias fomos obrigadas a fechar tudo. A situação ficou instável por muito tempo e é aí que entra o espírito empreendedor. Começamos vendendo para os familiares e conhecidos, partimos para as vendas online, investimos em peças diferentes e adaptáveis para todos os corpos, para não perdermos peças e conseguirmos atender todo o público, superamos os desafios”, diz a lojista. 

De acordo com a empresária, a experiência de abrir a primeira loja foi complicada em decorrência do momento, mas está sendo gratificante e ela aposta na própria escolha. “Quando abrimos a loja foi difícil, mas eu tenho amor pelo que eu faço. As coisas estão se alinhando e os resultados estão chegando, estamos conquistando o nosso público dia a dia”, ressalta Luanna como um motivo para celebrar neste dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas. 

Luanna reforça ainda que, apesar do sonho da formação acadêmica, nunca quis prestar serviço, mas sim, ter o próprio negócio. “Eu tinha o sonho de ter uma formação no ensino superior, fiz faculdade de Arquitetura e Urbanismo e, durante o tempo de estudante, já desenvolvi a veia empreendedora, fui juntando os meus recursos, porque já sabia que não queria trabalhar para alguém e sim ter o meu próprio negócio. Estou realizando um sonho e as coisas tendem a melhorar”, afirma a empresária. 

 

Números positivos

Conforme levantamento, o aumento no números de MEIs, em Goiás, em todo o 2020, foi de 19,4% em relação ao ano anterior. Contudo, só nos primeiros três meses de 2021, o crescimento foi estimado em 5,6%, o que representa 3,5% em âmbito nacional.

O MEI foi um mecanismo criado para auxiliar os profissionais autônomos com facilidades de crédito, emissão de notas fiscais, além de proporcionar obrigações e direitos de uma pessoa jurídica. Dessa forma, tem se apresentado como um caminho para quem quer investir no mundo dos negócios, e já representa 91% das empresas registradas no estado. 


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