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sábado, 20 de junho de 2026

Canetas emagrecedoras impulsionam nova relação dos brasileiros com autoestima, autocuidado e bem-estar

Divulgação


Após o início do tratamento, os gastos médios mensais com beleza e bem-estar crescem 17,6%, aponta estudo da HSR Specialist Researchers


As canetas emagrecedoras vêm transformando muito mais do que os hábitos alimentares dos brasileiros. Dados de um estudo realizado pela HSR Specialist Researchers, maior grupo independente de pesquisa de mercado do Brasil, por meio da Reds Research, revelam que o tratamento está associado a mudanças importantes na forma como os usuários se relacionam com a própria imagem, autoestima e rotina de autocuidado.

Segundo o levantamento, 68% dos usuários afirmam que passaram a cuidar mais de si mesmos após iniciar o tratamento. Além disso, 62% dizem se sentir mais responsáveis pela própria saúde e 63% se matricularam em academias ou passaram a praticar atividades físicas, indicando que a jornada de emagrecimento tem funcionado como um catalisador para mudanças mais amplas de estilo de vida.

O impacto também aparece no consumo. Após o início do tratamento, os gastos médios mensais com beleza e bem-estar cresceram 17,6%, passando de R$ 512 para R$ 602 por mês. O aumento é acompanhado por uma maior frequência de consumo de categorias ligadas ao autocuidado, como skincare, bodycare, massagens, tratamentos faciais, tratamentos corporais e salão de beleza.

"O que os dados mostram é que estamos diante de uma transformação que vai além da perda de peso. Muitos usuários relatam uma relação mais positiva com o próprio corpo e passam a investir mais tempo e recursos em práticas que reforçam o bem-estar e a autoestima. O autocuidado deixa de ser algo pontual e passa a fazer parte da rotina", afirma Karina Milaré, CEO e fundadora da Reds Research.


Do emagrecimento à redescoberta da imagem pessoal

A pesquisa mostra que a autoestima está entre os principais motivadores para o uso das canetas emagrecedoras, sendo citada por 18% dos entrevistados. Mais do que alcançar um objetivo estético, o tratamento parece influenciar a percepção que os usuários têm de si mesmos.

Esse movimento se reflete no aumento da procura por procedimentos corporais, tratamentos faciais e produtos voltados aos cuidados com a pele. Entre as categorias analisadas, o skincare apresentou crescimento de frequência de uso após o início do tratamento, assim como bodycare, massagens e serviços de salão. “A perda de peso costuma ser apenas o ponto de partida. Conforme os resultados aparecem, muitas pessoas passam a olhar para si mesmas de uma forma diferente e ampliam seus investimentos em saúde, beleza e qualidade de vida. Existe uma conexão direta entre autoestima, confiança e autocuidado", explica Karina.

Os dados sugerem ainda uma mudança mais profunda de comportamento. Metade dos usuários afirma falar abertamente sobre o uso das canetas emagrecedoras, enquanto apenas 4% preferem esconder o tratamento. O resultado indica uma crescente normalização do tema e uma visão mais ampla sobre os medicamentos, associados não apenas ao emagrecimento, mas também à busca por bem-estar.

O estudo também aponta que milhões de brasileiros passaram a frequentar especialistas como endocrinologistas, nutricionistas e psicólogos durante a jornada, reforçando a adoção de uma abordagem mais integrada para saúde física e emocional.

Para Karina, o fenômeno ajuda a explicar por que setores ligados ao bem-estar vêm observando crescimento entre esse público. "Existe uma busca cada vez maior por experiências que contribuam para a construção da autoestima e da autoconfiança. Beleza, atividade física, alimentação equilibrada e saúde emocional passam a fazer parte de uma mesma jornada de cuidado pessoal."

 



Reds Research

HSR Specialist Researchers


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