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quarta-feira, 23 de junho de 2021

Vai ter Festa Junina! Aprenda a fazer decoração de mesa para comemorar em casa

 As dicas da professora Elisângela Gomes da Escola de Moda Sigbol para compor a mesa



Recorte as bandeirolas e coloque o chapéu de palha, porque a Festa Junina vai acontecer! Pelo segundo ano consecutivo, as comemorações poderão ser planejadas em casa com tudo que temos direito: quentão, pipoca, milho e o que mais a imaginação permitir. Sem esquecer da decoração, que é uma parte importante da festa, já que fazem jus ao clima da época. Para compor uma mesa perfeita, a professora Elizângela Gomes da Escola de Moda Sigbol dá dicas de um passo-a-passo para você montar um suporte, um recipiente para docinhos e uma vasilha para pipoca. 


Passo a passo - Suporte para docinhos


Materiais


  • Tecido de Chita (estampa flores ou a preferência)
  • Mini Bandeirinhas (Papel colorido)
  • Linha Branca
  • 4 palitos de churrasco
  • Cola Quente
  • Caixa de papelão
  • Fita dupla face, cola branca ou bastão
  • Pincel
  • Fita Métrica
  • Agulha de Costura
  • Linha para costura (na cor que fica melhor de acordo o tecido)


PASSO A PASSO:



Corte um circulo com 31 cm de diâmetro. Pode usar algum objeto circular para ajudar a fazer um molde de papel.


Corte uma tira para a lateral com o diâmetro do círculo com 9 cm de largura, caso não tenha papelão suficiente pode fazer emendas.



Corte o tecido usando o círculo como molde, em seguida cole-o com fita dupla face, cola branca ou bastão.



Corte uma tira de tecido com o dobro do comprimento do circulo com 25 e meio de largura (12,0) e dobrar 1 cm para fazer o franzido do babado (com pontos largos) 


Cole a tira de papelão com cola quente no circulo (formando o suporte)


 


Cole4 palitos de churrasco em volta (nas extremidades)




Cole o babado em volta com cola quente

 






Faça mini bandeirinhas para a decoração do suporte de doces.

         

 

Passo a passo - Suporte 02



MATERIAL



  • Folha de EVA verde
  • 1 tubinho
  • cola quente
  • tesoura para papel
  • caneta
  • fita métrica


PASSO A PASSO



Desenhe uma folha (10 cm a 12 cm) no papel EVA, pode ser com um molde da internet ou desenho a mão livre. Use a primeira folha para cortar outras 3 (4 folhas no total).

 


Cole as folhas de EVA com cola quente na tampa do tubinho. Caso não tenha um tubinho, utilize uma garrafa pequena de água e corte ao meio. 


Depois de colar as folhas em pé, dobre a folha e cole-a virada para dentro.


 

RECIPIENTE PARA DOCES



MATERIAL

  • Garrafa de Suco
  • Barbante colorido ou Sizal
  • Tecido colorido (chita)
  • Estilete
  • Tesoura de Tecido


PASSO A PASSO


Corte a garrafa com estilete na altura desejada. 

Coloque o tecido dentro do pote formando umas pregas, procure cobri-lo por inteiro. 

Amarre o barbante no suporte, enrolando várias vezes (pode deixar com a largura de 1 cm), finalize com um lacinho. Em seguida corte as rebarbas do tecido. 

Corte outra base de garrafa e enrole com uma tira com 6cm de largura x 80cm de comprimento com a barra dobrada para dentro. Passe um pouco de cola para fixar o tecido. 

Enrole a volta da garrafa e no final faça umas pregas no tecido.

Dobre a ponta e passe cola para fixa-la.


 

Sigbol 


7 dicas para uma imunidade fortalecida no inverno

Nutricionista fala sobre como hábitos de vida e alimentação podem

potencializar a imunidade

 

Há um mês do inverno, torna-se necessário reforçar os cuidados com a saúde para prevenir doenças respiratórias, que se intensificam nessa época do ano. Isso porque as baixas temperaturas e o tempo mais seco prejudicam o funcionamento dos mecanismos de defesa das vias aéreas, deixando o organismo mais suscetível a gripes e resfriados. “Para ajudar o corpo a manter uma boa imunidade, é essencial que haja uma nutrição adequada, com equilíbrio entre macro e micronutrientes – o que pode ser alcançado com uma dieta variada”, aponta a nutricionista ortomolecular Claudia Luz, da Via Farma. 

O frio, aliás, costuma despertar o apetite por alimentos mais calóricos e gordurosos, o que também deve ser um ponto de atenção. “Nesse momento de pandemia, muitas pessoas não estão praticando exercícios como antes. Por isso, é importante ficar atento ao peso corporal, já que a obesidade é um fator de risco para a Covid-19”, diz Claudia. Um dos motivos para esse risco aumentando é que o excesso de peso eleva a reação inflamatória do organismo, prejudicando as defesas. “Além disso, o tecido adiposo produz substâncias que atrapalham o trabalho das células imunes, deixando o corpo mais propenso a infecções”, afirma.    

Assim, cuidar da alimentação e da forma física é um dos segredos para manter a imunidade em alta, mas outros bons hábitos também devem completar a lista de cuidados. Confira abaixo as sete dicas da nutricionista Claudia Luz para passar pelo inverno com saúde:

 

1. Não esqueça da água

Nos dias mais frios, é comum sentir menos sede. Isso porque, com as baixas temperaturas, a maioria das pessoas diminui o ritmo, o que se reflete na vontade de beber água. No entanto, as necessidades de hidratação continuam as mesmas e devem até ser reforçadas nos dias mais secos. Além de ter papel essencial nas reações químicas do organismo, a água regula a temperatura corporal e ajuda na eliminação de toxinas, fatores essenciais para um sistema imunológico saudável.

 

2. Conte com o poder dos alimentos

Uma alimentação variada e colorida é essencial para garantir a ingestão de todos os nutrientes essenciais para uma saúde fortalecida. Alimentos como frutas cítricas, vegetais verde-escuros, leguminosas, oleaginosas e fontes de proteínas animais e vegetais são ótimos para deixar a imunidade “tinindo”. Além disso, também é importante não exagerar na quantia: como o corpo gasta mais energia para se manter aquecido no frio, a fome pode aumentar. Nesse caso, o ideal é não abusar dos carboidratos e apostar em alimentos naturais.

 

3. Fique firme nos treinos!

O frio não é desculpa para burlar a rotina de exercícios físicos. Principalmente porque além de ser essencial para manter uma boa composição corporal, a atividade moderada ainda é benéfica para o sistema imunológico. E para quem busca emagrecimento, mais um motivo para pular da cama e treinar mesmo nos dias mais frios: as baixas temperaturas estimulam o metabolismo, devido à necessidade do corpo em produzir mais calor, estimulando os mecanismos de queima de gordura e potencializando a perda de peso.

 

4. Não abra mão do descanso

Uma boa noite de sono é um dos grandes pilares para uma boa saúde. É durante a noite que o organismo regula o metabolismo, liberando hormônios importantes para a reparação de tecidos e renovando as energias para o dia seguinte. Nesse processo, também é feita a manutenção do sistema imunológico, com a restauração das células de defesa. Apenas uma noite mal dormida já é capaz de afetar esse equilíbrio – por isso, a hora do sono é sagrada!

 

5. Conte com ativos naturais  

Quando indicada por um especialista, a suplementação pode ser uma excelente opção para manter a saúde fortalecida no inverno. O nutricionista pode auxiliar na escolha de fórmulas personalizadas, com nutrientes essenciais para manter a imunidade em dia. A combinação entre própolis verde, zinco, vitamina C e cogumelo Agaricus blazei (Imunovitae), por exemplo, é uma boa opção, já que os ingredientes se completam para oferecer ao organismo os principais nutrientes essenciais para o desenvolvimento das células de defesa.

 

6. Tome sol

A exposição ao sol estimula a produção de Vitamina D e é a principal “fonte” do nutriente para o organismo, embora ele também seja encontrado em alguns alimentos. Dentre muitas funções que tornam essa vitamina indispensável ao organismo, está também a modulação do sistema imunológico, como sugerem alguns estudos. Assim, aproveitar o sol ameno da manhã também é importante para manter a saúde em dia durante o inverno.

 

7. Passe longe do álcool e do cigarro

O tabagismo e o consumo excessivo de álcool são hábitos que afetam diretamente as defesas do organismo. Isso acontece porque ambos interferem no funcionamento das células responsáveis por identificar os “invasores”, prejudicando a resposta do corpo a infecções. Além disso, o cigarro ainda provoca danos nos pulmões, deixando o  indivíduo mais propenso a infecções respiratórias.


Diabetes e doenças bucais: combinação perigosa traz agravantes para a Covid-19

Pacientes com problemas gengivais apresentam 3,5 vezes mais possibilidade de serem internados por complicações da Covid


Diabetes, doenças bucais e Covid-19 podem se mostrar uma combinação perigosa durante a pandemia. Um estudo publicado no Journal of Clinical Periodontology, a revista da Federação Europeia de Periodontologia (FEP), analisou 500 pacientes que foram infectados pelo coronavírus. Os pesquisadores descobriram que aqueles com problemas gengivais tinham 3,5 vezes mais possibilidade de serem internados por complicações da Covid e a probabilidade 4,5 vezes maior de precisarem de um ventilador mecânico. Além disso, o risco de morte aumentou nove vezes, comparado a pacientes infectados sem gengivite. 

Isso se torna ainda mais preocupante quando se analisa que os problemas bucais são muito comuns em diabéticos, justamente um dos principais grupos de risco para a Covid-19. As doenças periodontais, caracterizadas pelo inchaço, vermelhidão, dor, pus, mau hálito e sangramento na gengiva, estão entre as principais inflamações que têm o diabetes como agravante. De acordo com o cirurgião dentista e especialista em saúde coletiva da Neodent, João Piscinini, os pacientes com glicemia alta têm um processo de cicatrização mais demorado. “A relação entre as doenças periodontais e o diabetes é na verdade uma via de mão dupla. Ao mesmo tempo que portadores de diabetes apresentam uma predisposição maior ao desenvolvimento da doença periodontal, um quadro não tratado de doença periodontal pode comprometer o controle do diabetes”, afirma. 

O dentista ressalta que o fato dos pacientes diabéticos serem mais propensos a desenvolver gengivite e periodontite apenas reforça que, especialmente durante a pandemia, eles precisam ter a higiene bucal como prioridade e um estilo de vida saudável. “Uma escovação eficiente após as refeições, o uso diário de fio dental para remoção de placa e restos de alimentos e uma dieta rica em nutrientes são ações simples que podem garantir a saúde bucal e evitar os problemas gengivais”, diz. 

O acompanhamento médico para controle da glicemia e monitoramento do diabetes deve ser feito com frequência, bem como as visitas regulares ao dentista para que, em casos de inflamações, a doença possa ser tratada logo no início e evitar complicações. 

E, ainda de acordo com Piscinini, nunca é demais lembrar que a boca é considerada uma porta de entrada para diversas doenças, não somente a Covid-19. “Não é de hoje que vemos a ligação da saúde bucal com a saúde sistêmica, ou seja, de todo o corpo. Ao contrário do que imaginamos, o cuidado bucal vai muito além dos dentes e está relacionado com diversos outros problemas, como diabetes e até mesmo doenças no coração”, conclui.



Neodent®️


Ginecologista e especialista em Miomas alerta para os principais sintomas da doença e como tratá-la

Segundo os dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a doença atinge quase 50% das mulheres em idade fértil 

no Brasil

 

Os fibromas, ou miomas, como são popularmente conhecidos, são tumores benignos que se formam no tecido muscular do útero e, apesar de serem nódulos identificados, não estão relacionados a nenhum tipo de câncer.


Cólicas intensas, sangramento em excesso e dificuldade para engravidar podem ser sinais de miomas. O Dr. Thiers Soares, ginecologista especialista em miomas, faz alerta para a doença que atinge quase 50% das mulheres em idade fértil no Brasil, segundo os dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).  


Os miomas se formam quando uma única célula muscular cresce de forma desordenada, ocasionando o aparecimento dos nódulos. Os miomas não têm uma causa estabelecida, apesar disso, existem alguns fatores de risco que trazem o alerta e contribuem  para o surgimento da doença, como:

 

·  Histórico familiar de miomas


·  Início precoce da menstruação


·  Obesidade


·  Deficiência de Vitamina D


·  Dieta rica em carne vermelha


·  Consumo excessivo de álcool


·  Afrodescendência

 

Dr. Thiers ressalta que algumas pacientes relatam a dificuldade de receber o diagnóstico de miomas, porque, muitas vezes, elas são assintomáticas ou apresentam sintomas semelhantes, muitas vezes considerados normais pelas mulheres, como as cólicas e o sangramento excessivo. “Os riscos da doença estão associados ao quadro dos miomas, que podem desencadear anemia, ou mesmo comprimir órgãos próximos da região uterina, como o intestino e a bexiga. Além disso, com a presença dos nódulos, as mulheres podem ter dificuldades para engravidar”, explica.


  A rotina de acompanhamento médico pode ajudar na identificação mais rápida da doença, principalmente com a realização de exames preventivos regularmente, como os próprios exames de imagem abdominal. “Cada caso merece atenção especial do médico ginecologista e quando identificado como cirúrgico, deve-se contemplar uma equipe especializada sobre o tema”, reforça o Dr Thiers. 

 

Tipos de miomas


Fonte: Tua Saúde

 

Existem três tipos de miomas: subserosos, intramurais e submucosos. Os subserosos se desenvolvem na parte externa do útero. Já o intramural surge na parede uterina, ocasionando o crescimento do órgão. Os miomas submucosos são localizados na parte interna do útero e conforme eles se expandem, acabam prejudicando o endométrio, com grandes possibilidades de atrapalhar a fertilidade da mulher. Este tipo de mioma é muito comum e pode atingir boa parte das pacientes, como a atriz Nivea Stelmman, que sofreu com esta condição no último ano. 

 

Tratamento


Atualmente, há vários tipos de tratamentos para os miomas. Na maioria dos casos, os nódulos são controlados com o uso de hormônios, feito a partir do uso de pílulas anticoncepcionais. Entretanto, quando há a necessidade de intervenção cirúrgica, inicialmente, o tratamento conservador é indicado. Esse procedimento é chamado de miomectomia (retirada de miomas e preservação do útero). Quando a paciente não deseja engravidar e não deseja mais preservar o útero, a histerectomia (remoção total do útero) é a opção indicada.


Para a realização deste tipo de operação, podem ser utilizadas as técnicas minimamente invasivas, como a laparoscopia e a robótica (com pequenas incisões). A cirurgia robótica vem crescendo exponencialmente no Brasil e no mundo, sendo a grande aposta para dominar as cirurgias abdominais no futuro. Outra opção bem interessante é a radiofrequência, recém chegada no país. 

Pioneiro por trazer esta nova modalidade de tratamento no Brasil, Dr. Thiers Soares enfatiza que apesar dos resultados positivos, a radiofrequência segue alguns critérios, como ser aplicada somente em mulheres com até 3 miomas. “A chegada da radiofrequência possibilita caminhos diferentes para o tratamento da doença, facilitando ainda mais a recuperação das pacientes”, finaliza o especialista.


Os benefícios da nutrição no tratamento de pacientes com câncer

Nutricionista do Hospital São Cristóvão Saúde ressalta como uma alimentação saudável pode ser uma importante ferramenta durante tratamentos oncológicos




 Uma alimentação balanceada é benéfica tanto para aspectos físicos, quanto mentais. Bons hábitos geram mais disposição para tarefas diárias e trazem melhorias para a autoestima. Porém, quais seriam os impactos de uma refeição equilibrada na rotina de pacientes oncológicos?

O paciente diagnosticado com câncer requer atendimento multidisciplinar e individualizado. Além do oncologista, é importante o acompanhamento de um nutricionista para traçar planos alimentares individuais e garantir que todos os nutrientes estejam inclusos no cardápio. A nutricionista Cintya Bassi Souza, coordenadora dos Serviços de Nutrição e Dietética do Grupo São Cristóvão Saúde, revela esta ser uma das maneiras mais eficazes de evitar o câncer: "aliada a atividades físicas, a alimentação deve ser baseada em alimentos naturais, rica em vegetais e pobre em ultraprocessados (industrializados)", aponta.

O ideal é buscar suporte ao receber o diagnóstico, monitorando a dieta ao longo de todas as etapas do processo, que pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou transplante, por exemplo. "É de extrema importância evitar a desnutrição, pois compromete a recuperação e aumenta o risco de infecções. Ao menor sinal, uma suplementação junto ao nutricionista é indicada", explica Cintya. "Em caso de náuseas e vômitos, evite ingerir líquidos com as refeições, coma em pequenas porções a cada três horas e opte por alimentos secos como torradas, biscoitos sem recheio e pães, frutas cítricas e banana nanica", sugere a nutricionista.

Os alimentos podem ainda conter microrganismos que causam infecções. Pensando no risco de diminuição da imunidade, por conta da agressividade dos procedimentos, "é preciso realizar a higienização das mãos até o antebraço, além da mesa e bancadas da cozinha, com água e sabão. Os hortifrutis devem ser lavados em água corrente, pra tirar a sujeira visível e devem permanecer de molho em solução (1 litro de água + 1 colher de bicarbonato ou água sanitária) por 15 minutos, seguido de um novo enxágue em água corrente", informa Cintya.

Os medicamentos fortes podem causar mucosite, que são inflamações na boca, faringe e todo trato gastrintestinal. "Deve-se evitar comidas condimentadas, quentes, secas, duras e ácidas. Há maior tolerância de purês, caldos e sopas em temperatura ambiente, além dos alimentos frios como sorvetes, shakes, sucos e gelatina", ressalta a especialista, como forma de poupar esforço na mastigação. Veja abaixo uma lista de recomendações de alimentos:

• Azeite de oliva extravirgem;

• Frutas oleaginosas, como castanha, amendoim, nozes e abacate;

• Carboidratos complexos, como pães, massa e arroz integral, farinha de aveia, frutas e hortaliças;

• Fontes proteicas de boa qualidade, como leite e derivados desnatados, carnes magras e grãos;

• Alimentos frescos e não processados;

• Muita água, para garantir melhor aproveitamento dos nutrientes e um bom funcionamento intestinal .

Em contrapartida, evite embutidos, frituras, pele de aves, refrigerantes, doces, e industrializados, pois são fonte de gordura saturada e açúcares. Além de muito calóricos, trazem poucos nutrientes e benefícios ao organismo. Dessa forma, com quadro nutricional adequado, o paciente vai responder de forma muito mais positiva e possivelmente terá menos efeitos colaterais.

 

Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão

Diabetes: saiba quais são os mitos e as verdades sobre a doença

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o diabetes mellitus é uma doença crônica que impede o organismo de produzir ou aproveitar de forma adequada a insulina no corpo. Somente no Brasil, 16 milhões de pessoas têm o diagnóstico da comorbidade, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


Para falar sobre o tema, Isabelle Dias, nutricionista da Clínica de Diálise de Volta Redonda, da Fresenius Medical Care, explica os mitos e as verdades em relação às principais dúvidas que os pacientes buscam na internet.



Existe um tipo de açúcar ideal para o paciente diabético?

Verdade. E, destacamos entre as opções naturais, devido ao baixo índice glicêmico, o stévia e o xilitol. Entre os adoçantes artificiais, os mais indicados para o consumo são: a sacarina, o ciclamato de sódio, a sucralose e o Acesulfame-K.


Atualmente, há um volume grande de pessoas pesquisando sobre os benefícios do sal vermelho para o diabetes. O produto é o realmente eficaz?

Mito. O sal vermelho, também conhecido como sal do Havaí, é rico em dióxido de ferro e minerais e vem sendo associado à melhora e ao tratamento do diabetes, entretanto, não há comprovação científica suficiente em relação ao uso desse produto até o momento.


Mel é prejudicial para a pessoa com diagnóstico de diabetes?


Verdade. Por ser um produto natural, muitas pessoas fazem confusão, mas o mel tem alto teor de frutose e glicose. Para indivíduos saudáveis, sua ingestão deve ser controlada dentro de uma dieta balanceada. O mel, mesmo com índice glicêmico menor que o açúcar refinado, pode causar alterações na glicemia e prejudicar o controle do diabetes.



As pessoas buscam muito por "chá milagroso para o diabetes". Essas infusões, de fato, existem? Quais cuidados devem ser tomados?

Mito. Algumas pesquisas revelaram que existem compostos bioativos no chá verde que possuem benefícios em relação ao diabetes tipo dois, porém, cabe ressaltar a importância da condução de mais estudos científicos que estabeleçam o consumo médio ideal para a prevenção de doenças.



Os pacientes também pesquisam se "existem formas de abaixar o diabetes rapidamente?". Há um método para reduzir da glicemia no curto prazo?

Mito. Existem condutas nutricionais que favorecem o controle glicêmico, promovendo melhora nos parâmetros clínicos e metabólicos da doença, mas elas demandam que esses hábitos alimentares sejam aplicados na rotina. Veja alguns deles:

• Fracione a alimentação - realize de cinco a seis refeições com volume reduzido por dia;


• Aumente a ingestão de fibras - elas diminuem a velocidade de absorção dos carboidratos, ajudando a controlar a glicemia;


• Consuma diariamente legumes e verduras (três a cinco porções) no almoço e jantar;


• Prefira as versões integrais de pães, torradas, biscoitos, arroz, massas e consuma com moderação;


• Opte por alimentos que sejam fonte de boas gorduras como o azeite de oliva, o abacate, as castanhas e o salmão;


• Não exagere no consumo de frutas. Coma três porções ao dia e em horários diferentes;


• Modere a ingestão de alimentos que são fontes de carboidratos como a batata, a mandioca, os pães, os biscoitos, as massas, as tortas e evite os produtos fabricados com "farinha branca".

Em caso de dúvidas, busque sempre um profissional de saúde de confiança.




Isabelle Dias - Nutricionista - Clínica de Diálise de Volta Redonda - CRN 4 08100170


Fresenius Medical Care

www.freseniusmedicalcare.com.br


Dermatite Atópica durante o Inverno

A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica benigna que apresenta grande impacto na qualidade de vida das pessoas que convivem com ela. A principal alteração presente nos pacientes com dermatite atópica é a pele seca, que resulta em lesões eruptivas pruriginosas que podem evoluir com presença de crostas, áreas mais grossas na pele e escoriações secundárias ao ato de coçar, além de possíveis alterações na coloração da pele.

Os pacientes com dermatite atópica podem apresentar períodos de remissão e exacerbação das lesões, sendo hoje detectados os fatores de piora como a não hidratação da pele, banhos quentes e prolongados, exposição a fragrâncias como alguns perfumes e sabonetes, roupas de tecido sintético ou lã que dificultam a ventilação da pele, alérgenos ambientais como ácaros de colchões e cortinas, pelos de animais, entre outros.

“A dermatite atópica pode piorar nas épocas de outono e inverno, pois são estações mais secas e que, devido às baixas temperaturas, tendemos a tomar banhos mais quentes, hidratar menos a pele e usar roupas de lã e outros tecidos que podem “abafar” a pele e resultar em piora da coceira em quem já tem uma pele mais sensível”, comenta a dermatologista Bruna Senna.

A base do tratamento para a dermatite atópica não é apenas medicamentosa, mas inclui os hidratantes e a atenção aos hábitos de vida. Hidratar a pele muitas vezes ao dia com hidratantes neutros é a recomendação básica para qualquer pessoa com esse diagnóstico. Outros hábitos importantes para essa época do ano é o uso de roupas de algodão que permitam a ventilação da pele, tomar banhos com água mais fresca, de  no máximo 5 a 10 minutos de duração, sem uso de buchas e pouco sabonete. Esses  cuidados se praticados de forma contínua melhoram muito a qualidade de vida dos pacientes com dermatite atópica. Além disso, nos períodos de crise e exacerbação da doença, pode ser recomendado o uso de pomadas de corticóides, antialérgicos e/ou antibióticos sistêmicos, visando a melhora e controle dos sintomas, de acordo com a avaliação do dermatologista.

Entre as opções para o tratamento medicamentoso da dermatite atópica está o uso tópico do fármaco tacrolimo monoidratado, capaz de alterar a resposta imune anormal, característica da doença, e aliviar os sintomas de irritação e coceira.

O Atobach®da U.SK Dermatology é um dos medicamentos utilizados para tratamento dessa doença, que tem o tacrolimo como princípio ativo. Sua eficácia foi comprovada em estudos clínicos de curta e longa duração que, com a aplicação do fármaco, demonstraram a melhora de eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e prurido em 83,3% dos pacientes, após 3 semanas de uso. Em longo prazo, estudo prospectivo com seguimento de até 4 anos, evidenciou eficácia no tratamento, principalmente no primeiro ano, mas também melhora progressiva nos anos seguintes.

“Sempre explico para os meus pacientes que a dermatite atópica não tem cura, mas tem tratamento e controle que permitem uma melhora importante da qualidade de vida, desde que o paciente entenda que precisa estar atento sempre à hidratação e aos cuidados adequados com a pele”, finaliza  Bruna Senna.


Pesquisa revela que mais de 40% dos profissionais tiveram piora na saúde física e mental durante a pandemia

 Estudo realizado pela consultoria Yoctoo ouviu mais de 400 trabalhadores de diversas áreas de atuação


Manter o corpo e a mente sã em meio a uma pandemia não tem sido uma tarefa fácil. Isso é o que revela uma pesquisa realizada pela Yoctoo, consultoria boutique de recrutamento e seleção especializada em TI e digital, que mostra que mais de 40% dos profissionais tiveram piora na saúde física e 45% na mental.

O estudo, realizado durante o mês de maio, ouviu mais de 400 trabalhadores de diversas áreas, entre elas Tecnologia, Recursos Humanos, Marketing, Engenharia e Finanças, com o objetivo de entender como os profissionais têm avaliado sua própria saúde em meio à pandemia.

Mais de 57% dos participantes relataram trabalhar exclusivamente de casa desde março de 2020, contra cerca de 22% que afirmam terem ido à empresa apenas em algumas ocasiões desde então. A mudança na rotina foi sentida em vários aspectos. Tanto é que mais de 77% dos entrevistados disseram praticar pouco ou nenhum exercício físico durante o período de isolamento social. A alimentação também piorou para 49%.

A qualidade do sono já não é a mesma para 47% e, a ingestão de bebida alcóolica está maior para 18% dos entrevistados. Chama atenção ainda o fato de que as mulheres são as que relatam as maiores queixas quanto à saúde física, sendo 45% frente a 40% do público total. “Com o fechamento das escolas, muitas mães se viram com um excesso de tarefas, já que elas desempenham um papel muito importante na rotina da criança. O peso das responsabilidades familiares acabou recaindo ainda mais sobre elas”, afirma Paulo Exel, diretor de operação da Yoctoo na América Latina.

Contudo, a maior preocupação ainda está na saúde mental, que piorou para 45% dos entrevistados. Nos cargos de coordenação e gerência, esse número salta para 53%. Entre os motivos estão, principalmente, o afastamento de amigos e familiares (64%), a sobrecarga de trabalho (53%), o desafio de conciliar atividades profissionais e pessoais (37%) e a maior pressão por resultados na empresa (25%). No caso específico dos cargos de liderança, a sobrecarga de trabalho é apontada por 61% dos entrevistados como o principal motivo para a queda da saúde mental.  

O excesso de reuniões é notado como um grande vilão. Mais de 64% dizem participar de mais reuniões do que antes. Diretores e C-Level relatam um aumento ainda maior, de 73%. “Não é possível reproduzir o ambiente presencial no online por meio de vídeo conferências. Profissionais que migram de uma reunião para outra, fazendo várias no mesmo dia, não tem tempo para executar suas atividades, planejar, pesquisar, entender o mercado. É muita energia gasta em troca de poucos resultados”, avalia.

Definitivamente, o mundo virtual é incapaz de substituir o real. Tanto é que mais de 44% dos profissionais dizem que o que mais sentem falta na rotina de trabalho na empresa são as celebrações, os happy hours e a interação com os colegas. “O ser humano precisa de relacionamento social. As empresas têm que ser mais criativas e buscar formas de tornar o ambiente leve, além de sempre celebrar as conquistas. Já vi casos de organizações mandarem cestas de presente, oferecerem procedimentos em um spa e até mesmo um grande executivo ligando pessoalmente para reconhecer o mérito de um colaborador. Todas as iniciativas no sentido de despressurizar são muito importantes”, recomenda.

Da mesma forma, é essencial que as empresas invistam cada vez mais na saúde física e mental de seus times, seja por meio de plataformas com aulas de diversas modalidades esportivas que podem ser realizadas dentro de casa ou mesmo com terapia online. “As companhias precisam rever suas políticas de benefícios. Muitas ainda oferecem planos de saúde que limitam até o número de sessões de atendimento. É preciso fazer uma revisão profunda e não apenas pontual”. 

E, ao que tudo indica, esse deve ser um cuidado não apenas agora, mas também depois da pandemia. “Estamos vivendo uma quebra de paradigmas. O trabalho híbrido tem se mostrado como a grande tendência em países onde a rotina começa a ser retomada aos poucos. Toda essa situação fez com que as pessoas se conscientizassem ainda mais sobre a importância da sua vida e da sua saúde, tanto física quanto mental. As empresas vão precisar acompanhar esse movimento de evolução na busca pelo bem-estar de seus colaboradores”, finaliza o diretor.

 


Yoctoo

https://www.yoctoo.com/pt


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