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terça-feira, 10 de abril de 2018

Alimentando Sonhos

Projeto social da PremieRpet® transforma a realidade de abrigos para aumentar as chances de adoção de cães e gatos


Websérie registra a transformação realizada em abrigos. No primeiro episódio, a ONG Catland – Adoção de Gatinhos ganha uma quarentena funcional para atender animais resgatados. 

Acompanhe a Websérie Alimentando Sonhos em três episódios nas redes sociais da PremieRpet®!
A PremieRpet® atua para melhorar as condições dos abrigos e aumentar as chances de adoção dos animais. E faz isso de forma inédita, difundindo e auxiliando as ONGs a aplicarem, na prática, os conceitos de Medicina de Abrigos (Shelter Medicine), uma importante frente de atuação da Medicina Veterinária do Coletivo*. O resultado dessa iniciativa é o projeto Alimentando Sonhos, que já está beneficiando centenas de animais. O foco são ONGs que se dedicam, de forma incansável, a aprimorar os cuidados com cães e gatos. 

“Com esse projeto ampliamos nossa capacidade de transformação social porque proporcionamos melhorias nos abrigos, aumentando as chances de adoção. Trabalhamos de mãos dadas com as ONGs, unindo conhecimento, especialidade e força de vontade para fazer a diferença na vida dos animais. Assim estamos mais perto de ajudar essas instituições a realizar um sonho que, no final das contas, é de todos nós: acolher, cuidar e encaminhar o máximo de cães e gatos possível para a adoção responsável”, afirma Madalena Spinazzola, diretora de planejamento estratégico e marketing corporativo da PremieRpet®

Episódio 1 – Catland: Quarentena Funcional


“A mudança da quarentena foi fundamental. Era um espaço apertado, no fundo da sede, que trazia chances de contaminação. O novo ambiente oferece o isolamento necessário, com segurança e mais conforto para os gatos resgatados. Recebemos treinamento e colocamos em prática novos procedimentos para beneficiar o cuidado dos animais. É emocionante ver o quanto esse projeto beneficia a vida dos gatos!”  - Perla Poltronieri, fundadora da ONG Catland



Episódio 2 – Patinhas Unidas Brasil: Treinamento na Prática



“O Projeto melhorou muito a qualidade de vida dos animais. Tanto no aspecto da higiene, com procedimentos adequados e controle de pragas, como também na alimentação. Depois do treinamento, conseguimos diminuir muito o consumo de ração porque aprendemos ações para combater o desperdício e para um melhor uso do alimento. Hoje não só economizamos em quantidade como os cães estão mais bem nutridos. Já dá para notar o quanto isso se reflete diretamente na saúde dos cães’. - Marcia Leone – Presidente da ONG Patinhas Unidas Brasil



Episódio 3 – Segunda Chance: Espaço Saúde



“Agora temos um ambulatório, uma área de curativos, um ambiente para banho e tosa e ainda um local exclusivo para armazenar alimentos. Isso mudou muito a nossa logística, impactando no bem-estar dos cães e nos custos da ONG. Jamais teríamos conseguido prover todos esses benefícios aos cães sem o apoio que recebemos. Felizmente, a missão da PremieRpet® vai além do negócio e a empresa trabalha pelo bem-estar dos animais, independentemente de sua raça ou origem. Posso dizer que o benefício social que esse projeto nos trouxe e o impacto na nossa realidade é algo que não tem valor monetário!” - Fernanda O. de Barros – fundadora do Projeto Segunda Chance

*Mais difundida no exterior, a Medicina Veterinária do Coletivo, através da Medicina de Abrigos, dá ênfase à saúde e ao bem-estar de cães e gatos que vivem em abrigos, com foco em um modelo de saúde preventivo, no controle populacional e no controle de zoonoses.  A Medicina Veterinária do Coletivo reconhece que saúde é fruto de uma interação entre a saúde das pessoas, dos animais e do ambiente, exigindo uma abordagem multidisciplinar e de responsabilidade coletiva. Mais informações: www.sheltervet.org


PremieRpet®
www.premierpet.com.br ou pelo PremieR Responde: 0800 55 6666 (de segunda à sexta das 8h30 às 17h30).








Brasil lidera o ranking de países da América Latina com percepção de alto risco de violência contra crianças; país fica à frente do México


ONG Visão Mundial lança pesquisa que mostra retrato da violência contra a criança em toda a América Latina e Caribe; dados comparam a percepção da violência no Brasil com relação aos países latino-americanos;

13% da população no Brasil classifica o país como alto risco de violência contra crianças, ficando à frente do México (11%); 

Índice de violência contra crianças e sistemas de proteção à infância foi feito em parceria com o Instituto IPSOS, organização de pesquisadores de opinião, e foi lançado no dia 9/4, às 10h30, no Civi-co, em São Paulo;



Entre os 13 países da América Latina que foram analisados sobre a percepção de risco de violência contra crianças e sistemas de proteção à infância, o Brasil foi classificado em primeiro lugar com alto risco (13%), ficando à frente do México (11%). A violência contra crianças é a ameaça mais significativa para o bem-estar e o futuro da juventude. Estes dados vêm da ONG Visão Mundial, organização não governamental especializada na proteção à infância, em estudo realizado em parceria com o Instituto IPSOS. A pesquisa - que aponta os principais resultados sobre as percepções públicas da violência contra crianças e a eficácia dos sistemas de proteção - foi lançada no Civi-co, em São Paulo, no dia 9/4, às 10h30. Ação faz parte da campanha global Precisamos de todo o mundo para acabar com a violência contra crianças.

Os dados da pesquisa mostram que cerca de 70% dos brasileiros sentem que nos últimos cinco anos a violência contra as crianças e os adolescentes tem aumentado; três a cada 10 brasileiros conhecem pessoalmente uma vítima de violência infantil; 83% concordam que as consequências da violência podem aparecer nas relações sociais da vida adulta; o mesmo índice ocorre para os que acham que têm efeito negativo na saúde infantil; seguido de 81% no resultado prejudicial à educação infantil.

A assessora de proteção à infância da Visão Mundial, Karina Lira, afirma a importância da pesquisa. "Esses resultados são fundamentais para que a população reconheça que a violência afeta distintas dimensões da vida da criança, podendo implicar em baixo desempenho escolar, comportamentos agressivos, lesões corporais, gravidez na adolescência, entre outros", conta. E continua: "Além disso, o estudo reforça a urgência para implementar soluções que melhorem a situação de violência que crianças e adolescentes estão vivenciando no país". 

A pesquisa avaliou a opinião de 5.826 pessoas em espanhol e português nos países da: Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua e Peru, por meio dos questionários online, e em El Salvador por telefone. No Brasil, foram entrevistados 505 brasileiros com mais de 16 anos de idade.

A análise avaliou a opinião pública sobre a violência contra as crianças, mediu a consciência e as atitudes das pessoas sobre o problema e sua percepção das responsabilidades do governo, e ainda identificou as principais fontes de informação sobre crianças afetadas, buscando entender as causas e soluções atuais das violações.

O estudo pontuou diversas formas de violência, mas algumas foram consideradas prioridades fundamentais, visto o índice de fator muito prejudicial: as Ameaças On-line são mais alarmantes (92%), seguido dos Comportamentos Violentos entre Crianças e Adolescentes (89%), além do Trabalho Infantil (88%) e, por último, Abuso Físico e Psicológico (86%).

Foi observado que os brasileiros têm uma percepção diferente do que apresentam as estatísticas sobre violência. A maioria acredita que o ambiente doméstico é o mais seguro para crianças e adolescentes, porém, em 2015, foram registradas 80.437 denúncias de violências no espaço familiar.

Foi concluído que a mídia é um importante influenciador sobre a conscientização pública da violência, pois 88% dos brasileiros dependem de meios de informação como TV, jornais, revistas ou rádio, para se informar. Isso mostra que os meios responsáveis pela propagação das informações devem alavancar sua influência e credibilidade para se tornarem elementos importantes na promoção de uma cultura de paz e no enfrentamento a violência, segundo a pesquisa.

O estudo revelou ainda que 59% dos brasileiros dizem que os governos não estão dispostos a tomar medidas suficientes para acabar com a violência contra crianças e adolescentes; 60% pensam que os governos não têm os meios para enfrentar a violência, independente das leis. As instituições são as responsáveis pela mudança desse cenário, porém a eficiência do governo para proteger as crianças é a menor, com 8% e as maiores são a família (43%) e a assistência social, ONGs, e sociedade civil (31%).

"A baixa confiança das pessoas nas instituições que existem para proteger seus filhos é preocupante. Assim como a maioria dos entrevistados, compreendemos que surge a necessidade de investimentos e esforços de uma rede de instituições para que as crianças estejam protegidas", conta Karina Lira sobre ações que podem acabar com a violência contra crianças e adolescentes.

E ainda reforça: "isso só acontece com uma abordagem multidisciplinar e intersetorial que inclua a colaboração de organizações religiosas, famílias, mídia e até empresas na proteção das crianças contra a violência", conclui.


Principais causas da violência

O Alcoolismo e Abuso de Drogas (65%) ficou com o topo do ranking, logo após o Abuso por Pessoas que foram Vítimas (55%), seguido de Crime Organizado (54%), Falta de Conhecimento (53%), Pobreza (52%), Crianças Ferindo outras Crianças (34%), Atitudes e Práticas Culturais (29%), Grupos Terroristas e Extremistas (15%) e, por fim, abuso pelas Forças Armadas (14%).

As causas da violência têm várias manifestações, por exemplo, de acordo com o UNICEF, uma em cada duas crianças menores de 15 anos estão sujeitas a castigos corporais em casa; e uma em cada quatro meninas se casam antes de completarem 18 anos;

Locais em que as crianças e adolescentes estão mais propensos ao risco
Segundo a pesquisa, acredita-se que as crianças são mais propensas ao risco quando estão fora da casa. Outros espaços públicos são os mais arriscados (52%) que a própria casa (21%), a escola (13%), o transporte público (6%) e os espaços religiosos (3%).

No Brasil, em 2015, foram registradas 42.085 denúncias de violências ocorridas contra crianças e adolescentes no espaço doméstico, mais do total de denúncias (80.437).


Efeitos Econômicos

A violência contra as crianças e adolescentes, e seus efeitos, podem consumir entre 7% e 11% do PIB dos países latino-americanos (como é citada na Estratégia Regional da América Latina e Caribe). Além disso, o UNICEF afirma que o desemprego juvenil, a gravidez na adolescência e o abuso de drogas podem reduzir o PIB de um país em até 1,4%.


Implicações

Sobre as instituições, 76% dos entrevistados concordam que os governos, as instituições sem fins lucrativos, as comunidades religiosas e as comunidades locais precisam colaborar para enfrentar a violência contra as crianças e adolescentes, ao invés de agir de forma independente; 36% concordam que as crianças em seu país têm acesso aos serviços e organizações que os ajudarão se estiverem em risco e 39% concordam que os pais têm acesso aos serviços e organizações para pedir ajuda se a família ou crianças estiverem em crise.

A efetividade das instituições para proteger as crianças fica, na ordem, com a família (43%), Assistência Social, ONGs e sociedade civil (31%), escolas centros de saúde ou clínicas (27%), comunidades religiosas (23%), crianças que se protegem (18%), sistema de justiça (polícia e tribunais) (16%), organizações culturais ou grupos comunitários (15%) e, por último, governo (8%).


PRÓXIMOS PASSOS

O Civi-co é um espaço compartilhado para empreendedores e negócios cívico-sociais. Inaugurado em novembro do ano passado, conta atualmente com 44 organizações, 180 residentes e milhões de vidas impactadas em seus programas.

Com o objetivo de solucionar os problemas apresentados na pesquisa da Visão Mundial/ Instituto IPSOS, o Civi-co divulgou, durante o evento, que irá realizar um hackathon, em parceria com a Visão Mundial, convidando startups para apresentarem ideias e soluções que busquem mudar a realidade da violência contra crianças e adolescentes. A experiência acontecerá no segundo semestre, durante um final de semana ainda a ser definido, reunindo membros da sociedade civil, ONGs e atores de mudança para propor e fomentar ações efetivas para resolver o problema.

Uma startup será selecionada para ser incubada no espaço durante um ano, com mentoria da equipe do Civi-co e suporte técnico da Visão Mundial. A data para inscrições no Hackathon será divulgada ainda neste semestre.



Sobre a Visão Mundial

A Visão Mundial Brasil integra a parceria World Vision International, que está presente em cerca de 100 países. No País, a Visão Mundial atua desde 1975 em 10 estados, beneficiando 2,7 milhões de pessoas com projetos nas áreas de educação, saúde/proteção da infância, desenvolvimento econômico e promoção da cidadania. Seus projetos e programas têm como prioridade as crianças e adolescentes que vivem em comunidades empobrecidas e em situação de vulnerabilidade. Nesses 42 anos de atuação no Brasil, a Visão Mundial se consolida como uma organização comprometida com a superação da pobreza e da exclusão social.


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Poupatempo abre Campanha do Agasalho 2018


 
Este ano a Turma da Mônica reforça a campanha do Governo de São Paulo


Os postos Poupatempo do Estado de São Paulo já estão recebendo donativos para a Campanha do Agasalho 2018. Para participar, basta entregar roupas, sapatos e cobertores em pontos de coleta nas 71 unidades fixas do Poupatempo. Os endereços e horários de funcionamento estão disponíveis no portal www.poupatempo.sp.gov.br e também no aplicativo de celular ‘SP Serviços’.

No ano passado, a arrecadação no Poupatempo, em parceria com a Prodesp – empresa de Tecnologia do Estado que administra o programa -, chegou a 274 mil peças distribuídas em creches, asilos, hospitais, albergues, entre outras instituições próximas aos pontos de arrecadação. As entidades beneficiadas são cadastradas no Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp).

A campanha liderada pela primeira-dama do Estado e presidente do Fussesp, Lu Alckmin, tem este ano o slogan "É tempo de doar!" e conta com o apoio da Turma da Mônica, do desenhista Maurício de Sousa.  






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