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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Cabelegria anuncia a campanha "Adote uma Peruca 2018"


Promovida no Kickante, a ONG tem objetivo de arrecadar R$ 50 mil, quantia suficiente para confeccionar 500 perucas


O Cabelegria, ONG que confecciona e doa gratuitamente perucas para pacientes com câncer, lança hoje, 9 de abril, a sua campanha “Adote uma peruca”, que visa a arrecadar R$ 50 mil reais durante três meses. A instituição, que leva sorriso e autoestima às pacientes, pretende arrecadar a quantia necessária para fazer 500 unidades.

Para quem não conhece, desde sua criação, em 2013, a ONG conseguiu arrecadar mais de 100 mil doações de vários países do mundo, e atualmente possui em estoque mais de 2 toneladas de cabelos e, por isso, precisa de ajuda os gastos necessários para transformar toda essa quantidade em perucas. As doações são a partir de R$10,00 e feitas pelo link www.kickante.com.br/cabelegria

“O Cabelegria tem a capacidade de produzir milhares de perucas com toda a quantidade de cabelos arrecadados, porém as doações financeiras não atingem essa mesma demanda”, explica Mariana Robrahn, fundadora da ONG. “Doar ao Cabelegria é doar amor, é devolver autoestima às pacientes que sofrem não só com os efeitos do tratamento, mas também com as quedas dos fios. É inexplicável a emoção que sentimos ao presenciarmos uma paciente recebendo sua peruca (geralmente com os cabelos no comprimento e cor semelhantes ao que eram)”, completa a fundadora.

As doações do Cabelegria às pacientes são gratuitas e são feitas nos Bancos de Perucas ou enviadas gratuitamente por SEDEX. Para mais informações acesse www.cabelegria.org




Serviço
Cabelegria
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCaAhuF3a_xF585xrvn4aWKQ

DOUTORES DA ALEGRIA SELECIONA PROFISSIONAIS DAS ARTES CÊNICAS PARA COMPOR O ELENCO DA ASSOCIAÇÃO EM SÃO PAULO


 Por meio de edital, DOUTORES DA ALEGRIA recebe entre os dias 10 de abril e 10 de maio inscrições de profissionais de artes cênicas que possuam especialização e prática na linguagem do palhaço interessados em compor o elenco do grupo em São Paulo.

seis vagas disponíveis e é necessário ter mais de 18 anos e possuir DRT de ator ou de palhaço para participar do processo seletivo, que será composto por quatro etapas: análise curricular, oficina, teste prático em um dos hospitais atendidos pelos Doutores na capital e entrevista. Entre os critérios a serem observados estarão a experiência artística, habilidades desenvolvidas e a compatibilidade em situações de jogo cênico e no hospital.

Hoje a unidade paulistana dos Doutores conta com 26 palhaços, divididos em duplas, que atuam duas vezes por semana em oito hospitais: Hospital do Campo Limpo, Hospital do Mandaqui, Hospital Geral do Grajaú, Hospital M’boi Mirim, Hospital Santa Marcelina, Hospital Universitário da Faculdade de Medicina da USP, Instituto da Criança e Instituto de Tratamento do Câncer Infantil.

As atividades serão remuneradas, uma vez que a associação não trabalha como voluntários.

Os candidatos devem enviar para o e-mail editalsp@doutoresdaalegria.org.br os seguintes itens: currículo resumido; fotos com e sem caracterização como palhaço; trechos em vídeo de atuações em teatros ou espaços públicos; ficha de inscrição e carta de intenção já disponíveis para download no site oficial www.doutoresdaalegria.org.br. O resultado da seleção será divulgado no dia 4 de julho.

Paralelamente ao edital em São Paulo, a unidade do Recife (PE) também realizará um processo seletivo nos mesmos parâmetros, que resultará na contratação de quatro artistas para o elenco local.
Doutores da Alegria
Organização da sociedade civil sem fins lucrativos que utiliza a arte do palhaço para intervir junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos e ambientes adversos.  Fundada por Wellington Nogueira em 1991, a associação já realizou mais de um milhão de visitas a crianças hospitalizadas, seus acompanhantes e profissionais de saúde. 

A partir das intervenções em hospitais, Doutores da Alegria amplia canais de diálogos reflexivos com a sociedade, compartilhando o conhecimento produzido através de formação, pesquisa, publicações e manifestações artísticas, contribuindo para a promoção da cultura e da saúde e inspirando políticas públicas. 

Desde 2016 a associação se reposiciona institucionalmente a partir de uma nova governança e uma nova tarefa institucional, propondo a arte como mínimo social, ou seja, como uma das necessidades básicas para o desenvolvimento digno do ser humano, assim como alimentação, saúde, moradia e educação. O trabalho é gratuito para os hospitais e mantido por doações de empresas e de pessoas.



DOUTORES DA ALEGRIA
EDITAL | SELEÇÃO DE ELENCO SP 2018
Inscrições gratuitas até 10 de maio de 2018.
Pré-requisitos: + 18 e DRT de ator ou palhaço.

Mais informações Doutores da Alegria

Em São Paulo: Rua Alves Guimarães 73 / Pinheiros. Telefone: 11 3061-5523.

 

Homens são mais suscetíveis à problemas de audição do que mulheres


Mas atenção, não é para descuidar! O mal está atingindo as mulheres jovens cada vez mais cedo


Há quem ainda diga que a mulher é o sexo frágil, mas não é bem isso que indica a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE com apoio do Ministério da Saúde.  De acordo com o estudo, os homens são mais suscetíveis à problemas de audição do que as mulheres – em toda a população a proporção é de 1,2% no sexo masculino e 1,0% no sexo feminino. Isso acontece porque os hormônios femininos protegem a audição, fazendo com que o declínio auditivo se inicie mais tardiamente nas mulheres do que nos homens. Essa diferença entre os sexos só diminui quando as células auditivas começam a morrer naturalmente, por volta dos 50 anos. No entanto, isso não significa que elas podem descuidar da saúde auditiva. Cada vez mais as mulheres convivem com o barulho no cotidiano, principalmente as mais jovens. 

"A poluição sonora é um dos principais vilões. O ouvido humano acostuma-se com frequências mais altas à medida que é exposto ao barulho. Por isso eu recomendo manter distância de ambientes barulhentos e ouvir música e assistir TV sempre em volumes abaixo de 85 decibéis", alerta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

E a poluição sonora está em todos os lugares. Na música alta nas aulas da academia; no happy hour em bares; nas baladas dos fins de semana; no som nas alturas nos fones de ouvido para a corrida matinal ou até mesmo durante a ida ao trabalho de metrô. É aquela animada playlist que você coloca bem alta enquanto vai de um lugar para outro, todos os dias! O barulho presente nos diversos ambientes e situações de nosso cotidiano podem, sim, prejudicar a audição.


Oi? Hein? Hã?

Há ainda outras diferenças na audição entre os gêneros. As mulheres tendem a ouvir melhor os sons em frequências mais altas e até por isso elas tendem a prestar mais atenção a conversas paralelas. Porém, é preciso ficar atento ao volume das conversas. Já se sabe que uma pessoa alcança em média 70 decibéis falando alto. Se para se comunicar com alguém em um ambiente for necessário muito esforço na fala, existe um forte indício de que é melhor sair de cena e procurar um lugar mais silencioso.

Um outro estudo, este realizado em uma clínica de audição em Massachusetts (EUA), mostrou que as mulheres também se sentem mais à vontade para falar de sua perda auditiva, enquanto os homens preferem esconder essa perda, mesmo que isso prejudique a sua comunicação. Comprovando essa resistência, outra pesquisa na Islândia mostrou que homens idosos com perda auditiva e visual têm grande risco de morrer em um período de cinco anos, caso não usem aparelho auditivo. 

“Acima dos 50 anos é recomendado que tanto homens quanto mulheres consultem um otorrinolaringologista anualmente. O médico irá checar se está tudo bem com a audição e pode recomendar uma audiometria, exame que avalia o grau de perda auditiva. A partir daí, será identificado o melhor tipo de tratamento, que pode ser com o uso de aparelhos auditivos”, explica a Fonoaudióloga da Telex. 


Genética x perda auditiva

A perda de audição também é influenciada pela genética. Há indivíduos que são geneticamente predispostos a serem mais sensíveis aos sons elevados. Seja o seu caso ou não, algumas atitudes fazem toda diferença quando o assunto é a saúde dos ouvidos. Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos é essencial.

Os protetores auriculares podem garantir um bom conforto acústico para quem precisa estar próximo a maquinários ou em lugares barulhentos como estações de trem e metrô. "Muitas pessoas recorrem à música em seus smartphones em volumes cada vez mais altos quando estão nesses lugares para evitar o ruído, mas para os ouvidos, a música alta também é prejudicial. Ao invés dos tradicionais fones, o ideal é o uso dos protetores auriculares que diminuem o som ambiente. E eles podem ser encontrados em diversas cores e formatos para não atrapalhar o look", recomenda Isabela.

E para termos uma noção dos danos causados à audição pelos ruídos do cotidiano, já é possível baixar aplicativos que registram os decibéis do ambiente. "Os efeitos da exposição prolongada a sons altos podem demorar para aparecer, já que a deficiência auditiva atinge estágios cada vez maiores ao longo da vida; por isso é importante se cuidar desde cedo para evitar problemas futuros de perda de audição", finaliza Isabela Papera. 


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