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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Segunda Opinião Médica é direito do paciente e do médico




O Código de Ética Médica indica que a chamada “Segunda Opinião Médica” é um direito do paciente e faz parte de sua autonomia no contexto da relação médico-paciente. De acordo com o código, é vedado ao médico opor-se à realização da segunda opinião solicitada pelo paciente ou por seu representante legal.

Antônio Pereira Filho, conselheiro e membro do Conselho Consultivo do Centro de Bioética do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), destaca o direito do paciente em ter uma segunda opinião. Para ele, é importante que o médico tenha esse conhecimento e trate de maneira natural quando a segunda opinião for solicitada. “O médico deve aprovar essa conduta, e em muitos casos, até estimular”, diz.

Pereira reafirma, também, a importância do médico que dá a segunda opinião de reconduzir o paciente ao médico que deu o primeiro parecer, junto de um relatório com seus pontos de vista. Para ele, o grande problema ético acontece quando o médico emite a segunda opinião, dá o seu parecer e ele mesmo continua o tratamento. “É condenável do ponto de vista ético e o Código de Ética Médica nos diz não podemos fazer isso”.

Segundo o Pereira, os próprios médicos também têm o direito de ter uma segunda opinião. “Quando o profissional está à frente de um caso difícil, ele pode buscar a opinião de outro colega”, ressalta Pereira. Assim, tanto o paciente quanto o médico podem procurar o auxílio de outros especialistas. 


Planos de saúde

De acordo com a Resolução CONSU nº 8 e o Código de Ética Médica, as fontes pagadoras, tanto públicas quanto privadas, podem solicitar a segunda opinião, trabalhando com sistemas de auditorias eficientes quando em suspeita de exageros e indicações inadequadas de procedimentos.

Contudo, segundo Pereira, é preciso ter uma atenção especial às solicitações de segunda opinião dos planos de saúde. Ele afirma que quando a fonte pagadora faz a solicitação, existem duas possibilidades: ou está buscando a melhor maneira de encaminhar o paciente ou está buscando uma redução de custos. “O que a gente não pode pensar é que toda vez que eles pedem uma segunda opinião só querem reduzir custos ou só querem o bem do paciente, as duas coisas existem”, justifica.


Receio médico

O parecer 114073 do Cremesp relata que o mecanismo da segunda opinião médica é usual em todo mundo e não é antiética. “No Brasil, ainda existe um pouco de preconceito em relação a isso, enquanto em outros países trata-se de algo absolutamente normal”, diz Pereira. De acordo com ele, alguns médicos ainda se sentem ofendidos, acreditando tratar-se de uma desconfiança do paciente.

Pereira destaca que os Conselhos, tanto federal quanto regionais, já têm sinalizado para diminuir o receio sobre a segunda opinião médica. Ele afirma que a segunda opinião é muito mais aceita entre os médicos mais jovens, e que essa resistência dos médicos à segunda opinião está progressivamente caindo.


Google

Para Pereira, o uso de tecnologias, como o Google, para a emissão de uma segunda, e em muitos casos até mesmo de uma primeira opinião médica, é perigosa. “No Google você tem desde pareceres importantes, cientificamente corretos, até coisas completamente absurdas”, diz. Ele acredita que é preciso tomar cuidado no uso da ferramenta, já que não se trata de algo 100% confiável, na medida em que não tem um filtro cientifico.





Selfie sem “papada” é possível



Na moda de postagens de fotos e imagens a todo tempo em rede social, as pessoas querem evitar o queixo duplo – ou a famosa “papada”


Em época de selfies, o que não faltam são truques para ficar bem na foto. Para evitar um queixo duplo – ou a indesejada “papada” –, os mais entendidos no assunto aconselham algumas dicas “manjadas”, como o alongar o pescoço e empurrar o rosto para frente ou levantar levemente a cabeça para cima e lateral. Para conferir como é que fica, basta observar o perfil das bloggers e ver a pose característica. 

Mas, esse incômodo vai além das postagens nas redes sociais, pois não tem nada mais desagradável para uma pessoa do que perceber aquela “bola” embaixo do queixo quando se observa no espelho ou faz alguns movimentos da cabeça. A papada realmente incomoda muita gente, pois pode "entregar a idade”, já que interfere diretamente na fisionomia do rosto, fazendo com que a pessoa tenha um semblante mais envelhecido. As alterações no pescoço, de modo geral, podem contribuir para essa desarmonia: flacidez ou excesso de pele, volume de tecido gorduroso, queda da musculatura, rugas cervicais etc.

Geralmente o problema afeta homens e mulheres entre 30 e 50 anos com história de ganho ou perda de peso e, assim, proporcionando uma perda do contorno da mandíbula. No entanto, para saber exatamente o que causou o problema, é necessária uma análise de fotografias realizadas em uma primeira consulta para identificar todas as alterações e, assim, ver a melhor abordagem a ser realizada em uma cirurgia plástica. “Apesar de deixar o semblante mais leve, ele não restaura a saúde da pele; e outros procedimentos, coadjuvantes, podem ser necessários para trazer melhores resultados”, afirma Arnaldo Korn, Diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica.

A cirurgia é conhecida como lifting cervical e a cicatriz fica localizada no sulco em frente à orelha, o que a deixa bastante disfarçada. Com o passar do tempo, as cicatrizes são quase imperceptíveis. Durante o procedimento, é feito um deslocamento pequeno por onde as estruturas de pele, músculo e tecido adiposo são reposicionadas e tracionadas, que pode ser feito entre uma e quatro horas, dependendo do caso de cada paciente. “É importante frisar também que o lifting cervical é personalizado; ou seja, para cada tipo de face e problemas encontrados nela são utilizadas técnicas diferentes”, conta Korn.

A cirurgia é tão simples, que o paciente pode ter alta no mesmo dia. A lipoaspiração localizada também é um procedimento possível de ser realizado, mas vai depender da qualidade da pele, que precisa suportar uma retração superior, e também que o paciente não apresente uma musculatura frouxa da região do pescoço. Com relação aos cuidados, é essencial que o paciente durma com a cabeça discretamente mais alta e nunca lateralmente, além de evitar tomar banho de sol por 90 dias.

Apesar de incomodar e ser uma cirurgia simples, muitas pessoas optam por permanecer dessa forma ao longo da vida, acreditando que não há alternativas quando se trata de questões financeiras e do próprio medo da cirurgia. Porém, os dois quesitos já não são mais desculpas para ficar insatisfeito com o rosto “que lhe encara no espelho”. Primeiro porque todo os riscos são baixos – tudo dependerá do cirurgião escolhido, de preferência com especialidade e experiência neste procedimento; segundo, que hoje existem diversas formas de se realizar o sonho da cirurgia plástica de uma forma que caiba no bolso (como o próprio Centro Nacional oferece).

Não há mais por que sofrer com o incômodo da papada; afinal, isso não é somente uma questão de estética facial e, sim, de se sentir bem consigo mesmo. Elevar a autoestima é sempre bom e necessário, para se sentir mais bonito e, consequentemente, para ir com a “cara e a coragem” necessárias para enfrentar os pequenos obstáculos da vida. 












Como acabar com a sensação de fome infinita?



Na correria do dia a dia, mesmo quando nos alimentamos bem é comum termos a sensação de estarmos sempre com fome. Quem tem a chamada “boca nervosa” sabe bem como essa sensação pode ser incômoda e gerar grandes prejuízos à saúde. Contudo a solução para esse problema é simples, basta controlar o famoso “hormônio da fome”. A grande questão é como fazer isso. 

Esse hormônio, oficialmente chamado de grelina, é produzido principalmente pelo estômago. Sempre que ficamos sem comer, nosso estômago intensifica a secreção desse hormônio que, imediatamente, emite uma mensagem para o nosso cérebro avisando sobre essa ausência de comida. Quanto mais elevada for a produção, maior será a sensação de fome e esta só passa depois que nos alimentamos novamente.

Uma curiosidade é que a quantidade de grelina em obesos não é necessariamente maior do que em pessoas com o peso ideal, por isso é tão comum ouvirmos muita gente reclamando dessa fome infinita. 

No Brasil, isso ocorre muito devido ao nosso modelo de alimentação. Em geral, costumamos misturar carboidratos, gorduras e proteínas em todas as refeições. Contudo, esses grupos, por serem absorvidos pelo nosso estômago de formas diferentes, influenciam muito na liberação do hormônio da fome. 

Para termos a sensação de saciedade por mais tempo, o ideal seria organizar o consumo desses alimentos para evitar a liberação da grelina. Um modelo eficiente, por exemplo, seria se ingeríssemos primeiro a carne, as verduras, os legumes e só depois o arroz e o feijão. Contudo, quem aguentaria viver de maneira tão restritiva?

Sorte a nossa que existem formas muito mais simples e rápidas de controlar esse hormônio, sem ser por restrições ou pelos medicamentos proibidões que ouvimos falar por aí. Fórmulas manipuladas que tenham em sua composição produtos naturais é uma delas. 

O Adipogen, por exemplo, composto que associa folhas de Piper betle e sementes de Dolichos biflorus, extratos naturais que são excelentes gerenciadores de peso, cumpre bem essa função por reduzir o acúmulo excessivo de gordura, estimular a lipólise e controlar o apetite.

Em testes clínicos, após o uso contínuo por oito semanas, o suplemento provocou uma redução dos níveis séricos de grelina de 20,85% e um aumento de adiponectina (hormônio que estimula a quebra de gordura) de 15,35% no grupo tratado. Dessa forma, através da inibição do apetite, ele gerou uma perda média de 3 Kg nas pessoas que o utilizaram.

Outra grande vantagem é a sua facilidade de acesso, visto que está disponível em diversas farmácias de manipulação espalhadas pelo país. Assim, temos uma excelente solução para controlar o hormônio da fome sem gerar nenhum prejuízo à saúde. 

Se você se identificou não hesite em consultar seu nutricionista ou farmacêutico, para incluir o Adipogen na sua rotina agora mesmo!






Maura Corá - nutricionista da Idealfarma, empresa que se dedica à fabricação e distribuição de extratos nutracêuticos, fitoterápicos, cápsulas gelatinosas e suplementos.


Idealfarma
www.idealfarma.com.br (11) 5592 6403






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