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terça-feira, 8 de agosto de 2017

O jeito "Peter Pan" de viver: os homens que não querem crescer



Quem não conhece as aventuras do Peter Pan, o personagem criado em 1911, pelo escritor James Matthew Barrie? Originalmente criado para uma peça de teatro, o personagem virou livros, filmes e musicais. Peter Pan é um rapaz que se recusa a crescer e sai pelo mundo em busca de aventuras mágicas.

O personagem mais famoso deste conto infantil, Peter Pan, também virou sinônimo para os homens que têm dificuldade em amadurecer. Isso aconteceu a partir da publicação, em 1983, do livro do psicólogo norte-americano Dan Kiley, intitulado “Síndrome de Peter Pan: o homem que nunca cresceu”.

Segundo Ghina Machado, psicóloga, neuropsicóloga e cofundadora da Clínica Estar, a principal característica desta síndrome é a negação em relação ao envelhecimento. “Há um medo constante de assumir as responsabilidades da vida adulta. São pessoas que perpetuam comportamentos infantis e isso pode afetar a vida acadêmica, profissional e amorosa. Sabe aquele funcionário que “faz bico” ou “fecha a cara” quando recebe um feedback, como se fosse uma criança levando bronca da mãe?”, conta a psicóloga.  



Como reconhecer um “Peter Pan” da vida real?
 
“Não podemos generalizar, porém certos comportamentos são típicos. Adultos que moram com os pais, mesmo tendo condições financeiras para sair de casa; não assumem relacionamentos amorosos sérios ou em longo prazo, não gerenciam a própria vida e esperam que os pais façam tudo por eles. O homem que se encaixa nesse perfil é aquele que não quer problemas, não quer resolvê-los e foge deles” comenta Ghina.

Em resumo, é um homem adulto, cronologicamente e fisicamente, que ainda quer viver a vida despreocupada que tinha quando criança ou adolescente. Sem preocupações e sem estresse. Avançar na carreira, comprar uma casa ou um carro, assim como estabelecer um relacionamento sério não fazem parte de seus planos.


Não seja a Wendy Darling deles
 
Mas, cuidado: se apaixonar por um homem “Peter Pan” é muito fácil! Segundo Ghina, homens que se encaixam no perfil costumam ser encantadores, divertidos e descolados. “Como a mulher tem o instinto de proteção e da maternidade, é fácil se apaixonar e virar a “cuidadora” dele, assumindo todas as responsabilidades da relação. Entretanto, em algum momento a parceira irá perceber que virou a “Wendy” da história, por isso os relacionamentos costumam durar pouco”, explica Ghina.


Como criar um Peter Pan em dois passos
 
A criança é muito influenciada pelos fatores ambientais, além dos fatores intrínsecos e predisposições genéticas. Há comportamentos dos pais que podem influenciar na vida adulta, impedindo que essa pessoa se desenvolva e assuma sua vida. Dois fatores são cruciais para desenvolver a síndrome de Peter Pan: a superproteção e não ensinar o valor da responsabilidade para os filhos. eter

“Superproteger uma criança é ir contra todos os preceitos da educação, ou seja, educar para a criança ser independente e fazer escolhas conscientes. É como se os pais afirmassem que os filhos são incapazes. Além disso, a criança não entende as consequências negativas de decisões erradas, ou seja, não aprende a assumir responsabilidades”, afirma Ghina.


Como sair da Terra do Nunca para a vida real
 
O primeiro passo é querer. “Hoje, o mundo corporativo não aceita certos comportamentos, como a falta de maturidade ou não assumir responsabilidades. O Peter Pan não tem vez nas empresas. A psicoterapia é capaz de ajudar a desenvolver certas habilidades necessárias e também a reconhecer que a Terra do Nunca só existe mesmo nos contos infantis”, finaliza Ghina.



Dia dos Pais: Kaspersky Lab fornece 5 dicas para proteger os dispositivos móveis




Os pais modernos estão cada vez mais conectados por meio de seus dispositivos móveis, que se tornaram aliados perfeitos para armazenar todos os momentos de sua “vida digital”, como arquivos, aplicativos, e-mails, mensagens, fotos e, claro, os vídeos gravados com amigos e familiares. Por isso, quando se chega perto de uma data especial, como o Dia dos Pais, os filhos pensam em presentear seus pais com dispositivos móveis para que possam aproveitar cada vez mais cada momento.

Apesar de todos os benefícios, como navegar na internet, checar o resultado do jogo de futebol, ver as notícias do dia e realizar transações financeiras, é importante estar consciente de todas as ameaças enfrentadas no dia a dia e estar protegido com uma boa solução de segurança.
 
De acordo com uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab para apoiar a Campanha Anti-Malware para Dispositivos Móveis da Europol em 2016, apesar de 56% das pessoas acharem que seus equipamentos eletrônicos e notebooks precisarem de um software de segurança, apenas 42% pensam o mesmo sobre seus smartphones e tablets. Além disso, um em cada cinco (21%) usuários não estão cientes do que é malware para dispositivos móveis 

  
Em alguns casos, a proteção de dados armazenados em dispositivos móveis se limita ao uso de senhas: 81% das pessoas tem senhas de acesso em computadores e 81% protegem seus smartphones da mesma maneira.
Estes resultados evidenciam uma situação preocupante e, apesar das senhas evitarem que o dispositivo físico seja utilizado por outras pessoas, elas não oferecem proteção contra malware, fraude ou ataques de phishing que possam comprometer o aparelho sem que os usuários percebam.

“Não há como negar que tanto celulares como tablets e laptops são uma parte relevante de nossas vidas. Não só permitem guardar informações, mas também podem acessar internet banking, e-mails, fotos, redes sociais, entre outros, sendo importantes meios de comunicação com os nossos entes queridos”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab. “Está evidente que a metade dos dispositivos móveis do mundo não estão protegidos contra as ciberameaças. Por isso, não proteger estes aparelhos não é uma opção, já que queremos preservar o que mais nos importa”, completa o analista.

Para manter os smartphones e tablets dos papais seguros, a Kaspersky Lab separou cinco dicas: 


1. Bloqueio com senha: para evitar que pessoas não autorizadas tenham acesso à sua lista de contatos, fotos, apps, e-mails, é importante bloquear o aparelho com uma senha. Com essa simples ação, você poderá controlar o que os outros veem se perder seu telefone.

2. Evitar Wi-Fi público: Apesar dos smartphones nos manter conectados enquanto estamos em um restaurante ou estádio de futebol, os cibercriminosos podem interceptar e controlar facilmente toda a informação que está sendo enviada por meio das redes públicas de Wi-Fi – o que pode incluir o número da sua conta do banco ou cartão de crédito. Além de ter uma proteção em seu celular para que não ser vítima, como o Kaspersky Secure Connection, evite utilizar redes públicas de Wi-Fi e desabilite a conexão Wi-Fi do smartphone quando estiverem longe da sua rede doméstica. A maioria dos smartphones tentará se conectar automaticamente quando detectam um sinal de Wi-Fi, então desabilitar esse recurso manterá os dados do seu celular ou tablet seguro.

3. Proteja seus dispositivos: Qualquer dispositivo móvel que é utilizado para se conectar à internet deverá ter um software de segurança, como o Kaspersky Internet Security for Android, instalado e atualizado. Ele protegerá contra apps e sites fraudulentos, mantendo a privacidade do usuário graças aos recursos como filtro de texto e chamada antirroubo, que garantirá a segurança dos dados do usuário se dispositivo for perdido ou roubado.

4. Cuidado ao baixar apps: Crianças muitas vezes utilizam os dispositivos para se distraírem. Baixam jogos que, aparentemente, são inofensivos para passar o tempo. Porém, você realmente checou se o app foi baixado de uma loja oficial? Para se proteger, apenas faça download de fontes confiáveis, como a Apple App Store e Google Play. Além disso, você também pode instalar o Kaspersky Safe Kids, que te ajudará a gerenciar as atividades dos seus filhos na internet.

5. Seja cauteloso: As fraudes online podem aparecer de vários jeitos – por meio de e-mails ou redes sociais – e as vezes pedem dados pessoais. Por isso, nunca baixe arquivos estranhos ou clique em links suspeitos, além de nunca acreditar em mensagens com erros de português. Com o Kaspersky Internet Security para Android, você pode navegar com mais segurança em seu dispositivo móvel. Outra dica importante é checar o endereço que te enviou o e-mail também uma dica importante. Se você acha que a mensagem que recebeu é real, cheque a informação. Expressões como “seu e-mail foi selecionado” ou “seu e-mail ganhou” são sinais de que a mensagem é uma fraude. 






Kaspersky Lab



 


A INVEJA E A SUA INFLUÊNCIA NO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL



Não é de hoje que o olhar do invejoso causa prejuízos. Na história bíblica, Adão e Eva, por terem inveja do que é belo, desafiaram as ordens de Deus, comeram do fruto proibido e foram expulsos do paraíso. Polícrates, na Grécia Antiga, o tirano da ilha de Samos, livrou-se dos irmãos para deter a fortuna do império somente para si e padeceu, anos depois, vítima do próprio deslumbre e ignorância.

E no ambiente corporativo, será que é diferente? Pesquisas desenvolvidas pelas pesquisadoras da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, Tanya Menon e Leigh Tompson, afirmam que não. Para elas, o hábito de celebrar as vitórias cotidianas de um colaborador encobre, muitas vezes, outro lado soturno e patológico: quero que esta pessoa se dê mal para que eu alcance os meus objetivos.

Responsável por causar rupturas, queda na produtividade e insatisfação, este sentimento está mais preponderante, principalmente em épocas de recessão econômica. Por que será? De acordo com as especialistas, o invejoso está sempre focado na visão do outro e esquece que, dentro de si mesmo, existe um enorme quantum de energia criativa e transformadora.

Assim como Adão, Eva e Polícrates, é mais fácil cobiçar o que as outras pessoas possuem, uma vez que isso isenta o indivíduo da responsabilidade pelo próprio sucesso. Psicologicamente falando, a inveja cria a ilusão de que os culpados advêm do ambiente externo, logo, necessitam ser destruídos, rechaçados e eliminados. E quanto mais rápido, melhor!

Doravante, nada mais cômodo do que a crise para acrescentar a cereja ao bolo, não é mesmo? “Se esta pessoa for demitida, eu chego lá”, “meu colega é incompetente, eu é que sou necessário nesta empresa” e “não preciso do meu chefe para executar o meu trabalho” são as justificativas que começam a constituir uma teia de comportamentos abarrotados de fantasia e distorção.

Quanto menor o número de concorrentes, maior o delírio de poder, o que diminui a angústia de um possível fracasso. Com medo de perder o pouco que possui e, assim, cair no vazio da própria existência, o invejoso fecha os olhos para a realidade, construindo um universo em que ele está acima do bem e do mal, livre de qualquer responsabilidade.

Contudo, será que este movimento realmente funciona? Para Tanya e Leigh, quanto mais o indivíduo investe na inveja, menos chances ele possui de usufruir daquilo que possui de melhor. E, assim como alude o ditado popular “em terra de cego, quem tem olho é rei”, olhar para dentro de si mesmo é a única forma de despertar habilidades para uma carreira promissora.

Para isso, faz-se necessário recorrer a mudanças substanciais de pensamento. A primeira delas consiste em utilizar a inveja como catalisadora para o autoconhecimento. Em vez de concentrar esforços em tentar eliminar o outro, por que não recorrer às autorreflexões: “será que eu também possuo a qualidade que eu cobiço naquela pessoa?”, “em quais momentos eu já consegui agir com ela?” e “como posso desenvolvê-la em meu dia a dia?”.

Focar nos próprios objetivos também é primordial. Para que perder tempo com a vida alheia? Quanto mais empenhado o indivíduo está em desenvolver as suas atividades, ele minimiza a inveja, produzindo, assim, um ciclo intermitente de realizações e bem-estar. Ao invés de direcionar atenção para o meio externo, administrar pensamentos, direcionando-os para si, modifica a estrutura psíquica, criando caminhos neurais repletos de significado e propósito.

E por que não substituir a inveja por emoções construtivas? Em vez de fazer o papel da “criança rebelde”, que nunca está satisfeita com o que possui, estimular a gratidão é o mecanismo que preenche todos os vazios profissionais. Assim, agradecer com frequência, ajudar a sanar as dificuldades do colega de trabalho e desenvolver subordinados permitirá que elos afetivos sejam criados, solapando a destrutividade causada pela inveja corporativa.

Analisar o macroambiente, em detrimento da visão limitada dos fatos isolados, também conduz o indivíduo rumo a uma melhor percepção da realidade. Na existência de situações desagradáveis, lembrar-se das conquistas e dos benefícios adquiridos ao longo da trajetória profissional é o caminho ideal para estabilizar emoções belicosas, reacendendo a chama da motivação e da performance. Afinal, para quem quer enxergar, a vida será sempre mais bonita.






Lucas Diegues - diretor executivo da WA Marketing & Consultoria Comercial



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