Pesquisar no Blog

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Cuidados necessários com o uso do álcool gel



Dermatologistas recomendam que higienização seja feita alternando álcool gel e sabonete
 
  Médicos recomendam lavar as mãos e usar hidratantes (Francine Malessa (arquivo))


O uso do álcool gel, indiscutivelmente, ajuda a diminuir a propagação de vírus e bactérias, principalmente no inverno, quando a incidência das doenças respiratórias aumenta. Porém, de acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Clarissa Prati, o produto exige cautela no seu uso para evitar problemas na pele.
- O uso do álcool gel é recomendado por ser muito potente e possuir forte ação germicida. Entretanto, é um item que deve ser usado com parcimônia, pois pode prejudicar a pele das mãos, causando ressecamento, eczema e vermelhidão. Para evitar isso, o ideal é lavar as mãos e hidrata-las. Também recomendamos deixar o álcool gel para uso quando não é possível utilizar água e sabão ou ainda em situações especiais, como em ambientes hospitalares – explica.

Para não causar irritações nas mãos, a orientação é utilizar uma pequena quantidade de álcool gel e evitar que o líquido fique acumulado em anéis e pulseiras. Outra opção é usar álcool gel em forma de creme ou com glicerina na composição.




Mariana da Rosa




Semana de combate à Leishmaniose Visceral Canina tem manifesto nas redes sociais




Com a hashtag #NãoMateTrate, ARCA Brasil e Brasileish mobilizam redes  sociais para salvar a vida de cães. A ação alerta a população sobre o direito que as pessoas têm de tratar seus cães com Leishmaniose Visceral Canina e não condená-los à eutanásia



Como o dia 10 de agosto é o Dia Nacional de Combate à Leishmaniose Visceral Canina, a segunda semana do mês ficou conhecida como a Semana de Combate à LVC. Para se ter ideia, a doença afeta mais de 3.500 pessoas por ano no Brasil. Para cada humano afetado, a estimativa é que haja 200 cães infectados, segundo o Ministério da Saúde.

Para preservar a vida dos animais, que antes tinham que ser sacrificados, a ARCA Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal e o Brasileish - Grupo Brasileiro de Estudos sobre Leishmaniose Canina, estão divulgando o manifesto “Não Mate, Trate”, que tem como objetivo alertar a população de que, após muita espera, o tratamento da doença foi aprovado pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura. Agora, lutar pela vida dos cães é um direito.

“Como a aprovação do tratamento é recente, tutores e veterinários têm dúvida sobre o assunto, ou simplesmente desconhecem esta alternativa. Infelizmente, ainda há muitos profissionais que indicam a eutanásia, já que esse era o procedimento padrão até recentemente. As pessoas precisam saber que o tratamento existe e que ele é uma escolha a ser feita pelos tutores”, afirma Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil.

Para dar força ao tema, foi publicado nas redes sociais o vídeo “Os cães de nossa vida”, que mostra as histórias reais de cães que tiveram a opção de serem tratados por seus tutores. Confira em https://goo.gl/f4dPmU. O manifesto também está mobilizando artistas e influenciadores que estão compartilhando a #NãoMateTrate em suas redes sociais.


Tratamento é opção!

Até janeiro deste ano, o procedimento preconizado pelas autoridades para cães diagnosticados com Leishmaniose era a eutanásia, sob a alegação de que eles fazem parte do ciclo epidemiológico da doença, que é transmitida pelo mosquito-palha, e de que não haviam evidências científicas que garantissem a redução da infectividade dos animais tratados.

O tratamento com Milteforan, único medicamento aprovado pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura no Brasil, possibilita a melhora clínica dos animais, garantindo assim melhora na qualidade de vida dos cães, redução significativa da carga parasitária e, consequentemente, promove o bloqueio e/ou redução do risco de transmissão da doença.

“Estamos falando de uma doença crônica e muito agressiva, então é preciso que os tutores assumam a responsabilidade pelo tratamento”, explica o veterinário Fábio Nogueira, um dos fundadores do Brasileish. “A guarda responsável é muito importante, pois o tratamento dura toda a vida do cão, necessitando de acompanhamento constante do veterinário.”





Aproveite os momentos de crise para falar sobre dinheiro com as crianças



 Quanto mais cedo as crianças se aproximarem do processo de “alfabetização econômica”, melhor


A crise pode ser um bom motivo para iniciar a educação financeira das crianças. Isso porque, o dia a dia dos pais também deve ser compreendido pelos pequenos que, ao entender os desafios da família, podem contribuir com pequenas atividades domésticas, valorizando questões como tempo, dinheiro e a importância do auxílio mútuo no ambiente familiar.

De acordo com Altemir Farinhas, consultor da Conquista Soluções Educacionais, quanto mais cedo as crianças se aproximarem do processo de “alfabetização econômica”, melhor. Esse tema é nome até de um projeto que existe há mais de dez anos em escolas da Alemanha. Lá, as crianças aprendem a importância de poupar, de lidar direito com o dinheiro, a pesquisar preços e a trabalhar de modo coerente as questões que envolvem finanças, evitando, inclusive, frustrações e o endividamento precoce. 

Embora não pareça, as crianças acompanham e vivenciam as experiências dos pais ou responsáveis. Por isso, nada melhor do que aproveitar o momento e expor as questões de modo prático, franco e sincero com os pequenos, convidando-os a colaborar com a família. “Esse pode ser um grande momento para ensinar sobre o valor do dinheiro e a importância de se fazer economia. Um momento de crise não significa um abandono de sonhos, pelo contrário, é um momento de se traçar novas estratégias para a concretização deles”, explica o consultor. Segundo ele, até a ida ao supermercado ou à padaria pode render uma boa introdução ao universo financeiro para as crianças. Basta saber abordar o tema, transformando as atividades do dia a dia em aprendizado.  

Confira algumas dicas que podem auxiliar na educação financeira das crianças: 


Entre 2 e 3 anos:  os pequeninos podem ainda não compreender os conceitos financeiros, mas podem se familiarizar com as moedas, aprendendo a distingui-las. Circule moedas com diferentes valores e tamanhos em cores distintas e faça associações. Supervisione a atividade para evitar que as crianças levem as moedas à boca. Outra dica é promover o lado lúdico por meio de brincadeiras que simulem o comércio. 

Entre 4 e 5 anos: nessa idade, as crianças já observam os pais ao realizar as pesquisas de preços nos tabloides dos supermercados. Incentive seu filho a olhar as propagandas e o ajude a circular os menores preços. Para estimular o lado lúdico, simule um jantar em restaurante e defina as posições – quem arruma a mesa, quem serve, quem paga a conta, quem recebe o pagamento pela refeição. 

Entre 6 e 8 anos: nessa fase, muitas famílias já atribuem um determinado valor para as crianças, como mesada. Aproveite o momento e ensine seu filho a poupar. Leve-o ao banco, explique como funciona, a importância de se manter o equilíbrio entre o que entra e o que sai da sua conta. Se você achar que é muito cedo para abrir uma conta para o pequeno, compre um cofrinho para ele. 

Entre 9 e 12 anos: esse é um bom período para ensinar noções de preço e qualidade. Para isso, estimule as crianças a comparar produtos, a ler rótulos, a comparar preços por peso, tamanho e gramatura. Vale também promover um pequeno bazar ou brexó em casa com coisas que não se usa mais ou que são passíveis de troca, a fim de estimular a noção de valor e responsabilidade. 

De 13 a 15 anos: esse é um momento interessante para acompanhar e discutir o noticiário econômico com os jovens, fazendo-os refletir sobre diferentes cenários econômicos que possam impactar em algo de seu interesse. É um momento importante também para aprender a organizar orçamentos, planilhar custos, despesas fixas e extras. 

A partir dos 16 anos: nessa idade, o jovem já pode trabalhar com cartões pré-pagos de celular ou cartões de banco com valor armazenado, mas é importante que os pais sempre conversem com os filhos sobre a necessidade do respeito ao orçamento. O momento também é propício para estimular o engajamento do jovem em alguma causa humanitária com a qual ele se identifica, dividindo um pouco do que tem e compreendendo também sobre responsabilidade social. 





Posts mais acessados