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terça-feira, 11 de julho de 2017

4 dicas de bom senso no WhatsApp para sua empresa




O WhatsApp passou de apenas uma mídia social para uma ferramenta fundamental para as relações de trabalho. O problema é que nem sempre as pessoas sabem fazer bom uso desse aplicativo quando o assunto são os negócios. “A relação entre empresa e cliente precisa ser estritamente profissional, mesmo que ela acontece muitas vezes via uma mídia social”, explica Ana Tex, especialista em marketing digital.

Se você pretende adotar o WhatsApp como uma ferramenta de relacionamento  com os seus clientes, Ana tex recomenda que primeiramente você opte por um número de telefone exclusivo para isso e que apenas pessoas devidamente treinadas tenham acesso a ela. 

Para você não fazer feito com seus clientes e parceiros e se livrar de muitas saias justas, Ana Tex listou quatro regras de bom senso no WhatsApp:


1 – NUNCA tenha nudes no celular
O risco de você enviar um nude sem querer para um parceiro de negócios é muito grande. Isso pode comprometer sua imagem como profissional além de gerar problemas pessoais. Por isso, EVITE ao máximo correr esse risco! Caso o seu celular salve arquivos automaticamente, vá na configuração e coloque para não salvar as mídias.


2 - NÃO faça grupo com todos os seus clientes
Se você tem um negócio como uma academia, por exemplo, não crie um grupo para os alunos. O concorrente pode se infiltrar nesse grupo, ter acesso a todos os seus clientes e fazer uma ação de Marketing para eles. Outro risco que você corre mantendo grupos de clientes é a fomentação de comentários negativos. Se você quer usar o WhatsApp para se comunicar com seus clientes, opte SEMPRE pela lista de transmissão. Ela é capaz de replicar uma mensagem para vários contatos individualmente.


3 - NUNCA mande piadinhas e correntes
Não! Você não vai morrer se deixar de enviar uma corrente para x números de contatos. O hábito de compartilhar esse tipo de publicação pode te queimar profissionalmente. Fora as piadas, muitas vezes sem senso algum! Por isso, saiba separar o tipo de conteúdo que compartilha entre amigos do que é realmente relevante para a sua empresa.


4 - NÃO mande áudios longos
Seja sucinto! Principalmente com quem não conhecemos. Às vezes, a pessoa está muito ocupada e não tem tempo para ouvir um “podcast”. Para não ser cansativo, mande uma mensagem de texto explicando o motivo do seu áudio ou pedindo autorização para manda-lo. Se puder, ligue, mas não se alongue. Priorize áudios curtos e objetivos. E lembre-se, antes de qualquer áudio, faça uma rápida apresentação em texto, caso seja o primeiro contato. A pessoa a receber o áudio deve saber do que se trata antes de ouvi-lo. 





Ana Tex - empreendedora, palestrante e consultora em marketing digital, especialista em novas mídias. Desenvolve cursos e infoprodutos com foco em aumentar a audiência e o faturamento de empreendedores. 





AS MAIORES VIRTUDES DA MULHER NO AMBIENTE PROFISSIONAL



Pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágios aborda as principais qualidades femininas no mercado


“Eles” e “elas” possuem, muitas vezes, perfis psicológicos, jeitos de pensar e sensibilidades distintas ao lidarem com os desafios. Em alguns casos, o ponto forte de um, é o fraco do outro e vice-versa. Agora, quando falamos sobre carreira, em qual competência as mulheres se destacam nas empresas? O Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios fez essa pergunta a 17.553 jovens em todo o país, com faixa etária de 15 a 26 anos, e concluiu: se antes o afeto, a observação aguçada, a versatilidade e a delicadeza eram avaliadas como fraquezas ou “perda de tempo”, hoje somam-se a valores indispensáveis no processo produtivo das organizações.

Cada vez mais presentes nos altos cargos de pequenas, médias e grandes corporações, as gestoras não chegaram lá à toa. Para 32,19% (5.650 dos entrevistados), a principal característica das brasileiras, no atual cenário, é justamente a sabedoria na “tomada de decisões”. Para a analista de treinamento do Nube, Jéssica Ferreira, a explicação é clara: “Desde sua infância, a mulher representa um papel de líder, ao auxiliar na educação e cuidado dos irmãos, primos ou dos colegas de classe, por exemplo, mantendo a harmonia - seja no espaço familiar ou na escola”. Nessa linha, Jéssica acrescenta: “A competência de escolher caminhos se torna natural em seu cotidiano profissional, pois é acostumada com a capacidade de lidar com situações nas quais o foco é construir decisões benéficas ao todo”.

Na sequência, o “trabalho em equipe” desponta em segundo lugar na pesquisa, sendo a escolha de 4.180 participantes (23,81%). “Em geral, somos mais flexíveis quando se torna importante alguém abdicar de seu ponto de vista, perante às necessidades coletivas. Isso se deve, basicamente, ao fato de pensarmos primeiro no viés mais amplo, em contextos de superação de desafios ou de melhorias de determinada questão, antes de avaliarmos possíveis vantagens individuais. Esse aspecto colabora com a serenidade de um grupo”, acredita a analista de treinamento do Nube. 

Ao observarmos o mundo do trabalho, as desigualdades ainda existem. Uma pesquisa feita pelo Instituto Ethos, em 2016, indicou: em cargos de alta gerência, mulheres ocupam 54,44% a menos se comparadas aos homens. No entanto, ao avaliarmos os últimos 30 anos, notamos um crescimento de 40,8% da presença feminina no mercado. “Muito disso se deve ao fato de, cada vez mais, um detalhe ser exigência certa para corporações de quaisquer portes: a Inteligência emocional”, alerta Jéssica, em alusão ao terceiro e quarto lugar de nosso estudo. Com pequena margem de diferença, surgem, respectivamente, as opções “construção de bons relacionamentos” (16,80%, ou 2.949 votos) e “liderança e controle de emoções” (2.860 consultados, ou 16,29%). Por fim, o “gerenciamento de crises” foi a quinta virtude mais citada pelos entrevistados, com 10,90% (1.914) das preferências. 

Buscar a melhor colocação profissional e correr atrás da expansão de seu potencial: esse deve ser o objetivo comum entre os sexos, independentemente do gênero. “É preciso trabalhar e lutar pelos sonhos. A recompensa do trabalho vem com a satisfação de se sentir bem, útil e de produzir. Para isso, ouse, seja arrojada e não tenha medo de errar. Uma vez determinada, chegará no topo e, claro, preparada para não cair”, afirma Jéssica. E quando as tarefas forem muitas e múltiplas? “O equilíbrio será o grande divisor para qualidade de vida. Com ele, a mulher dará conta da saúde mental, física, financeira e familiar”, conclui a especialista do Nube.




Fonte: Jéssica Ferreira, analista de treinamento do Nube.





Alienação parental no idoso, um caminho sem volta



A alienação de idoso é assunto que deveria estar previsto no estatuto do idoso, ou mesmo em uma lei específica. Afinal, a prática é considerada criminosa e violenta até porque o fim da vida está próximo, pela lei da natureza, roubando assim os últimos dias de paz e serenidade que lhes restam.

Gostaria de comentar sobre um fato verídico que envolve o tema, mas para isso, modifiquei os nomes, profissão, local, para evitar transtornos e exposição. Mas o fato é um convite que traz à tona as consequências de quem sofre com esse problema, e também um alerta.

João, um pai exemplar de quatro filhos, sempre se dedicou ao trabalho. O alfaiate, iniciou sua vida no interior do Brasil, ainda muito pequeno, para ajudar seu pai. Na época, era engraxate. Com os anos, aprendeu a profissão, e começou a se dedicar ao trabalho com uma melhor remuneração. Já com seus 15 anos, possuía a sua “portinha” e defendia o seu ganho.

Sua família mudando-se para São Paulo, capital, na década de 50. Foram todos residir na periferia, trabalhando como empregado em um bairro excelente, criando assim uma enorme clientela. João para trabalhar utilizava-se de pau de arara, pois, tinha poucos recursos e precisava vencer na vida.

Na década de 60, com muito esforço, dedicação, dificuldades, montou seu próprio negócio financiando um imóvel, pagando as mensalidades, e lutando. Conseguiu comprar uma casa melhor para a família e matriculou seus filhos em colégios particulares.

No final da década de 70, o destinou levou um de seus filhos. Na década de 80 foi pai novamente, já com idade. Todos “paparicaram” aquele bebê. Dedicou-se a este filho, juntamente com os demais. Sempre se orgulhando por ter uma família unida.

Aos 82 anos de idade, fragilizado por ter sofrido um pequeno AVC, sem sequelas, mas que abalou muito àquele que se sentia um super-homem, um dos filhos. Mas, o avanço da idade permitiu que um de seus filhos, por ciúme dos demais, ou mesmo por inveja daqueles que conseguiram vencer de forma independente, deu início a um trabalho de alienação sobre este pai e sobre aquela mãe. Aproveitou-se da idade avançada e iniciou o trabalho de descontrução da imagem do irmão que melhor se encontrava financeiramente, cuidava do patrimônio dos pais e não permitia que usassem de meios a avançar nos recursos financeiros, prevendo que, aqueles recursos é que sustentariam seus pais no final da vida, proporcionando-lhes melhor conforto. Não houve a desconstrução da imagem somente do irmão, mas de toda a família do mesmo, afastando nora, netos e bisnetos do convívio, com um único objetivo, apoderar-se de tudo e viver uma vida de luxuria e perdulária. 

O filho mais esclarecido e que não tinha qualquer interesse financeiro ou pessoal, não permitia que de forma perdulária, viessem a destruir tudo aquilo que o pai trabalhou para prover conforto a todos. Porém, isto era um incomodo a um dos irmãos, que passou a inventar mentiras, aproveitou-se da senilidade dos pais para colocar todos contra aquele irmão que sempre se dedicou ao bem-estar de seus pais criando a imagem de “ladrão”. Total destruição de imagem.

João ficou hospitalizado, permanecendo mais de 15 dias em coma, sem qualquer contato com o mundo externo até o dia que faleceu. Deixou, uma viúva que conviveu mais de 60 anos de casamento, filhos que não se falam, netos desagregados, ou seja, uma família desmantelada. Para quem conhecia João e teve o prazer de sua companhia quando mais jovem, é testemunho de que este homem sempre preservou a família e a união entre os seus. Muitos destes que mantiveram a convivência assistiram o mal que aquele filho fez ao pai. As pessoas que são alienadoras não sabem, é que, os que presenciam por algum tempo, são sabedores do ambiente alienador que se cria, comentam com os outros, portanto, a destruição de imagem consegue perante o alienado, frágil e indefeso, mas não a todos os que presenciam.

O alienador, mesmo que tenha induzido João a realizar um testamento, não levou em consideração a idade avançada e a senilidade, podendo ser contestado judicialmente quanto a validade ou não daquele documento. Esqueceu ainda, que por nossa legislação, há apenas um percentual que se pode abrir mão. Além disso, não levou em consideração que um processo de inventário custa dinheiro e que sem o herdeiro necessário não se encerra um inventário.

Pensem bem, ao tratarem um idoso como foi tratado o João. Um homem com 87 anos de idade, que trabalhou desde os sete. Não merecia ter uma morte com a ideia de que um filho, que sempre esteve ao seu lado, não prestava ou tenha feito algo que não fez. Pior, não possuía mais forças, vigor ou discernimento para buscar a verdade, como sempre fez em toda a vida. Este foi o fim trágico de João, não pela sua morte, mas pelo que fizeram com ele. Um homem que, após tanto que trabalhou, não conseguiu ter seus últimos anos de vida com a convivência de todos os netos e bisnetos, viveu com o Parkinson lhe atormentando e com o ambiente que criaram lhe amargurando. Ainda me pergunto se ele realmente não sabia da verdade ou a amargura o levou a morte.

Este caso é verídico e testemunhado por muitas pessoas que conhecem todas as partes envolvidas. Este filho que alienou o pai, continua com o projeto de alienação sobre a mãe. Tudo por querer ter o poder, querer viver com luxúria e não possuir capacidade laborativa para buscar, muito menos vontade de trabalhar. Totalmente centralizador, possui características psicopatas, não sendo nossa área a psicanalise ou psiquiatria para definir se é ou não, mas dentro do que é possível pesquisar nas literaturas, assim se caracteriza.

Quantos de vocês conhecem casos análogos ou até passaram por algo semelhante? Não permita que isto prospere desta forma.





Paulo Eduardo Akiyama - formado em economia e em direito 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, atua com ênfase no direito empresarial e direito de família. Para mais informações acesse http://www.akiyamaadvogadosemsaopaulo.com.br/





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