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quinta-feira, 16 de março de 2017

Saúde em dia: maioria dos donos de cães procura veterinários para tratamentos preventivos, revela pesquisa



Levantamento da Zoetis aponta que tutores procuram os especialistas principalmente para vacinas e check ups. Com relação a pulgas e carrapatos, 79% buscam prevenir os ectoparasitas

O princípio de que prevenir é melhor do que remediar é especialmente valioso quando se trata da saúde dos animais. Os proprietários de cachorros (ou tutores, como são conhecidos hoje em dia) estão conscientes desta importância, conforme aponta pesquisa da Zoetis, realizada pela empresa de pesquisas MeSeems em 2016. O levantamento revela que os tutores procuram os veterinários principalmente para vacinar os seus cães – é o que motiva 78% das consultas. Já o check up do animal corresponde a 60% da procura pelos especialistas. Em terceiro lugar, ficam as doenças apresentadas naquele momento pelos cãezinhos (59%).

A pesquisa foi feita com 300 donos de cachorros com mais de um ano de vida, residentes em São Paulo e Rio de Janeiro. Os participantes pertencem às classes A (43%) e B (57%). Do total, 58% possuem um cão em casa e 30% têm dois cães. As consultas pagas com o veterinário são realizadas, em média, duas vezes por ano.

“A pesquisa nos mostra que os cães, cada vez mais, ocupam uma posição importante nos lares e são considerados como parte da família. Isso faz com que seus tutores tenham um maior cuidado com eles, principalmente quando se refere à saúde e ao bem-estar do animal”, afirma Tiago Papa, Diretor da Unidade de Negócios de Animais de Companhia da Zoetis.


Quais são os principais assuntos / questões que você costuma tratar nas consultas com o médico veterinário do cachorro?





Prevenindo pulgas e carrapatos
A prevenção também está em primeiro lugar com relação a pulgas e carrapatos: 79% dos tutores costumam fazer o tratamento contra os ectoparasitas de forma preventiva, enquanto 21% procuram o veterinário somente quando aparece o problema. Todos os participantes da pesquisa haviam feito tratamento contra ectoparasitas em seus cães nos últimos seis meses.
“Com este resultado, percebemos que os tratamentos contra pulgas e carrapatos são considerados como rotina e, portanto, realizados periodicamente de forma preventiva”, observa Tiago.


Em relação ao tratamento contra pulgas e carrapatos, você diria que:



Para auxiliar os proprietários a prevenir e eliminar pulgas e carrapatos de seus cães, a Zoetis, companhia global de saúde animal, desenvolveu o Simparic, medicamento inovador em forma de comprimido que extermina 100% dos parasitas e mantém alta eficácia por até 35 dias. 

Por ser um comprimido mastigável e saboroso, é facilmente aceito pelos animais, o que favorece a administração. O medicamento tem início de ação contra pulgas em três horas. É também o antiparasitário que combate a maior quantidade de espécies de carrapatos disponível no mercado: são onze, entre elas o Rhipicephalus sanguineus, muito frequente no Brasil. Em estudo, o produto apresentou início de ação rápida contra esta espécie: oito horas. 

Simparic é ainda o único que comprovadamente age em três tipos de sarna: demodécica, otodécida e sarcóptica. O medicamento possui apresentações contendo um e três comprimidos por embalagem, foi desenvolvido para cães de todos os portes e é o único comprimido oral do mercado que possui apresentações para cães de 1,3 kg até 60 kg. 


Soluções inovadoras e diversificadas
Para ajudar manter a saúde do seu melhor amigo sempre em dia, a Zoetis oferece uma linha completa de vacinas, medicações, anestésicos, anti-inflamatórios, antiparasitários e produtos terapêuticos, bem como soluções de educação continuada para os veterinários. Saiba mais em zoetis.com.br.


Reconhecimento internacional - O foco da Zoetis em inovação e qualidade, refletido em produtos como Simparic e Vanguard, levou a Zoetis a receber o prêmio de melhor portfólio de produtos do Animal Pharm Awards em 2016. A premiação também destacou no portfólio da companhia a aprovação, nos Estados Unidos, do Cytopoint, o primeiro anticorpo monoclonal canino IL-31 que reduz os sintomas da dermatite atópica em cães. O Cytopoint também foi reconhecido como o melhor produto para animais de companhia de 2016 pela publicação. A Animal Pharm, da britânica Agribusiness Intelligence, é uma das publicações internacionais mais importantes do setor de saúde animal.








Zoetis

Atendimento ao consumidor Zoetis: 0800 011 19 19





ONCOLOGISTA VETERINÁRIO: CONHEÇA AS DOENÇAS TRATADAS POR ESSE PROFISSIONAL



 Oncologista Veterinário e as doenças dos pets.

Os casos de câncer em animais são cada vez mais frequentes e para alcançar a cura, proporcionar melhor conforto e aumentar o tempo de vida dos bichinhos é preciso contar com um oncologista veterinário, profissional especializado no tratamento de tumores em gatos e cachorros.

Atuação do oncologista veterinário
Veterinário especialista em câncer, o oncologista veterinário é o profissional mais indicado para diagnosticar, tratar e acompanhar a evolução de tumores em animais domésticos, como cães e gatos.
Ele atua em parceria com o médico veterinário de confiança dos donos, profissional que geralmente não tem o conhecimento necessário para dar continuidade ao tratamento da doença.

Doenças tratadas pelo oncologista veterinário
O oncologista trata qualquer tipo de câncer, um conjunto de mais de cem doenças que apresentam o crescimento desordenado de células que invadem os órgãos e tecidos. A divisão das células acontece muito rapidamente, de forma agressiva e incontrolável, formando tumores malignos que podem se espalhar pelo corpo todo.
As causas mais prováveis de câncer estão ligadas a fatores genéticos ou do meio ambiente em que o animal vive, afirmam os oncologistas do Vet Quality Centro Veterinário 24h. Descubra na sequência os tipos de câncer mais comuns em cães e gatos, que podem ser tratados pelo oncologista veterinário:

Carcinoma
Comum em animais de pelagem branca ou bem clara, carcinoma pode ser causado pelo excesso de exposição ao sol. Atinge principalmente as regiões faciais do animal, áreas menos pigmentadas e pouco cobertas por pelo, como as pálpebras, nariz, orelhas e também a região abdominal.
O primeiro sintoma é o surgimento de manchas vermelhas na pele, seguidas de descamação ou feridas. Se detectado logo no começo, o carcinoma pode ser removido por meio de cirurgia, mas caso esteja em estado avançado, deve ser tratado por cirurgia, quimioterapia e eletroquimioterapia.

Mastocitoma
Outro tipo de câncer de pele, mais comum em cães, ocorre a partir dos mastócitos. Detectado em três graus diferentes, as chances de cura aumentam quando o tumor descoberto é de grau I.
O tipo de tratamento é definido a partir do estágio da doença. Algumas raças caninas são mais suscetíveis a esse tipo de câncer do que outras.

Osteosarcoma
Surge principalmente nos ossos das patas, gerando inchaço e dor nos membros. O primeiro sintoma do câncer é a dificuldade em andar. O tratamento consiste geralmente na amputação da pata atingida, quimioterapia e no uso de medicamentos que combatem a dor.

Linfoma
Os principais sintomas são inchaço do linfonodos internos e superficiais e aumento de tamanho de órgãos, como fígado, intestino, baço, rins, entre outros. O tratamento infelizmente não leva à cura, mas controla a doença e aumenta a expectativa e qualidade de vida do animal.
Os métodos mais indicados de tratamento são a quimioterapia e a cirurgia para retirada de algum órgão em casos mais sérios. Os gatos são atingidos principalmente pelo linfoma digestivo e mediastínica (aumento do tamanho dos linfonodos da cavidade torácica).

Câncer de mama
Ocorre com grande índice em fêmeas, mas também pode atingir machos. Se caracteriza pelo aumento das glândulas mamárias ou surgimento de pólipos ou nódulos nas mamas.
Com a evolução da doença, o animal pode sentir dor, começar a apresentar feridas que não se cicatrizam e expelir secreção das mamas. Os três principais fatores que influenciam no aparecimento do câncer de mama são a obesidade, o uso de anticoncepcionais para animais e a não castração.

Leucemia
Existem dois tipos de leucemia que atingem cães e gatos: a linfoide, caracterizada pela produção anormal de glóbulos brancos do tipo linfócitos pela medula óssea, e a Mieloide, quando as células mieloides, também classificadas como glóbulos brancos, são afetadas.
Os sintomas de ambas são muito parecidos podendo surgir anemia, fraqueza, dor nas articulações, perda de peso, febre e depressão. O tratamento mais indicado é a quimioterapia e medicamentos de apoio.

Tratamentos
Na maioria dos casos, quando um tumor é descoberto, o tratamento mais indicado é a cirurgia para a retirada do órgão afetado. O médico veterinário oncologista ou um cirurgião oncológico que devem planejar e executar a cirurgia. Para alguns tipos de câncer a cirurgia não é recomendada, sendo necessários outros tipos de tratamentos como a quimioterapia.
A quimioterapia para cães e gatos pode ser usada como um tratamento complementar pós-cirúrgico, para prevenir a metástase, ou como tratamento principal no caso de leucemias e linfomas. Os remédios utilizados são os mesmos usados para tratamento de seres humanos, mas em doses menores.
Apesar de menos agressivo, a quimioterapia também pode causar sintomas colaterais nos animais, como náuseas, vômitos, diarreias, queda de pelos, queda do número de células de defesa e anemia. Para minimizar esse sofrimento, o oncologista veterinário geralmente recomenda medicamentos e sessões de terapia de suporte.
A radioterapia também pode ser um tratamento eficaz para diminuir e controlar o tamanho do tumor em cães e gatos. Esse tratamento, que é bastante tolerado pelos animais e está se expandindo no país, não leva à cura, mas garante mais conforto e qualidade de vida.
Além da cirurgia, quimioterapia e radioterapia, os animais também podem ser tratados por um novo método que vem se disseminando recentemente no Brasil: a eletroquimioterapia. Ela consiste na combinação do uso de medicamento quimioterápico e a aplicação de um campo elétrico específico.

Diagnóstico
Os sintomas mais comuns apresentados por cães e gatos que estão com câncer são: surgimento de feridas que não cicatrizam, emagrecimento progressivo, aparecimento de nódulos, cansaço em excesso, dificuldade para beber água e se alimentar e dificuldade em andar.
Assim que notar qualquer um desses sintomas é importante levar o animal ao veterinário para que o especialista faça os exames necessários. Caso o resultado seja positivo para um tumor maligno, é recomendado consultar um oncologista veterinário, que proporcionará o melhor tratamento possível.




Fonte: Vet Quality Centro Vterinário 24h



PETS: Saiba o que fazer em casos de intoxicação



Curiosos e travessos, cães e gatos são suscetíveis à ingestão de substâncias perigosas como plantas e produtos de limpeza. Segundo o Centro de Informação Toxicológica do RS (CIT-RS), os animais de companhia, principalmente cães e gatos, são responsáveis por 90% dos casos registrados.


A especialista da Hercosul Alimentos, a veterinária Esther Reinheimer, explica que os sintomas de uma intoxicação são parecidos com o de outras doenças, o que requer ainda mais atenção. “Uma simples indisposição alimentar pode causar vômitos nos animais, porém, esse sintoma aliado a outros como febre, anorexia, diarreia, salivação excessiva e convulsões, por exemplo, indicam que o pet pode estar intoxicado”, conta.

No entanto, todo cuidado é pouco, pois cães ou gatos podem não apresentar todos os sintomas de uma vez só. Porém, em casos de intoxicação, se o tutor observar bem vai notar que algo não está bem com o pet, isso inclui depressão e tristeza também.

O primeiro passo é levar ao veterinário com urgência para que as medidas sejam tomadas o mais rápido possível, evitando possíveis sequelas ou até o óbito do animal. “Muitos pets não suportam o nível de toxicidade de uma planta ou de um desinfetante, por exemplo. Além disso, além da contaminação oral, pode ocorrer a intoxicação mista - que afeta também a pele do bichinho”, alerta.

Animais peçonhentos, abelhas, marimbondos, medicamentos armazenados incorretamente, plantas, desinfetantes de vaso sanitário, cosméticos, bebidas alcoólicas, cigarros e gás de cozinha são apenas alguns dos riscos que encontrados dentro da casa do tutor. “O perigo está muito perto da gente e na primeira distração somos surpreendidos pelo acidente. Um simples chocolate, por exemplo, pode causar uma séria intoxicação, pois esse alimento é extremamente tóxico para os cães”, completa.

Os gatos são mais sensíveis às substâncias tóxicas e muito seletivos na ingestão de qualquer coisa. Porém, o ato de lamber os pelos pode acarretar a intoxicação de algum produto utilizado na limpeza da casa. Optar por materiais atóxicos é uma prova de prevenir. Além disso, são muitos os produtos desenvolvidos especialmente para quem tem pets em casa.

“As medidas preventivas podem evitar um acidente grave com seu bichinho de estimação. O banheiro, a cozinha e a área de serviço devem estar trancados ou sem exposição de produtos químicos. Informe-se sobre quais plantas são tóxicas para os animais e evite tê-las em casa”, diz. Antúrio, Comigo-ninguém-pode, Azaleia, Lírio e Lírio da Paz e a Violeta são alguns exemplos de plantas com alta toxicidade para os animais.  

Outro erro comum dos tutores é a automedicação. “A única pessoa capaz de receitar um remédio para o pet é o veterinário, pois o profissional leva em consideração não somente os sintomas, mas o peso, o porte e outros fatores que a maioria desconhece”, avalia. 

A decisão por adotar ou comprar um animal de estimação influencia positivamente na vida de todos os envolvidos. Porém, é preciso estar ciente da responsabilidade que isso envolve. “Quem ama, cuida. Além disso, prevenir acidentes e incidentes é um grande ato de amor”, conclui Esther.




Eles não falam, mas nós SIM

#adotaretudodebom #juntoscontraoabandono

Amigos do Abrigo NOSSO LAR
 
 
 

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