Tratamento adequado e contínuo da doença crônica pode controlar sintomas, reduzir recaídas e preservar a qualidade de vida
Durante o Setembro
Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do
suicídio e à promoção da saúde mental, a atenção se volta também para grupos
que podem apresentar maior vulnerabilidade. Entre eles estão as pessoas que
vivem com esquizofrenia¹, transtorno mental que pode afetar
a forma como o indivíduo pensa, sente e percebe a realidade e que demanda
acompanhamento contínuo.
Um estudo publicado na revista científica JAMA Psychiatry², que avaliou 668.836 pessoas com esquizofrenia, reforça
a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento contínuo e da atenção
aos sinais de sofrimento psíquico. A pesquisa identificou que esses pacientes
apresentaram uma taxa de mortalidade por suicídio 4,5 vezes maior
do que a observada na população geral, evidenciando a necessidade de estratégias
de prevenção e de uma rede de cuidado que envolva profissionais de saúde,
pacientes e familiares.
O diagnóstico é clínico e realizado por médico, a
partir da avaliação dos sintomas, histórico do paciente e evolução do quadro.
“Exames podem ser solicitados para descartar outras condições que apresentem
sintomas semelhantes. Por isso, mudanças persistentes no comportamento e no
funcionamento social, associadas a alterações na percepção da realidade, devem
ser avaliadas por um profissional de saúde, evitando interpretações baseadas
apenas em informações encontradas na internet”, explica o Dr. Ary Gadelha,
médico psiquiatra, professor de Psiquiatria da EPM/UNIFESP e coordenador do
Programa de Esquizofrenia da UNIFESP.
Além dos sintomas relacionados diretamente à
esquizofrenia, a identificação de alterações de humor, ansiedade, uso de
substâncias, isolamento e principalmente sinais relacionados à ideação ou
comportamento suicida merece atenção durante o acompanhamento.
“O Setembro Amarelo reforça que falar sobre saúde
mental é uma responsabilidade coletiva. Para pessoas com esquizofrenia, a
atenção aos sinais de alerta, o diagnóstico adequado, o acompanhamento
profissional e a continuidade do tratamento podem fazer parte de uma estratégia
de cuidado ao longo de toda a vida”, reforça Vanessa de
Carvalho, diretora médica da Adium Brasil.
Tratamento: acompanhamento contínuo é fundamental
Embora a esquizofrenia seja uma condição crônica, o
tratamento pode ajudar a controlar os sintomas, reduzir o risco de novas crises
e favorecer a qualidade de vida. O cuidado é individualizado e pode envolver
medicamentos antipsicóticos, acompanhamento médico e psicológico, intervenções
psicossociais, reabilitação e suporte familiar.
A escolha da estratégia terapêutica deve ser feita
pelo médico, considerando as características de cada paciente, a resposta ao
tratamento, os possíveis efeitos adversos e a rotina de cuidados. Mesmo quando
a pessoa está melhor, manter o tratamento é fundamental para evitar novas
crises.³
O tratamento da esquizofrenia busca controlar os
sintomas, prevenir recaídas e ajudar o paciente a manter sua autonomia,
funcionalidade e qualidade de vida ao longo do tempo. Nesse contexto, a Adium, reforçando
seu compromisso em oferecer alternativas terapêuticas inovadoras que contribuam
para um cuidado cada vez mais individualizado e centrado nas necessidades dos
pacientes, disponibiliza em seu portfólio terapias voltadas ao tratamento de
condições do sistema nervoso central, incluindo o Vagapali® (palmitato de paliperidona)⁴ como opção para o manejo da
esquizofrenia.
Lidar com a esquizofrenia não precisa ser uma jornada
solitária. Com as orientações adequadas, o apoio das equipes de saúde e um
planejamento claro sobre como agir em determinadas situações, é possível
enfrentar com mais confiança as dificuldades relacionadas à doença.⁵
Adium
Referências:
1.Ministério da Saúde, BR. Esquizofrenia [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2025. Disponível em: Link. Acesso em: setembro de 2026.
2.Olfson M, Stroup TS, Huang C, et al. Suicide Risk in Medicare Patients With Schizophrenia Across the Life Span. JAMA Psychiatry. 2021;78(8):876–885. Disponível em Link. Acesso em: setembro de 2026.
3.Mayo Clinic. Schizophrenia: symptoms and causes [Internet]. Rochester (MN): Mayo Clinic; [s.d.]. Disponível em: Link. Acesso em: fevereiro de 2026.
4.ADIUM BRASIL. Bula do Vegapali® (palmitato de paliperidona). São Paulo, 2026. Disponível em: Bula do Link
5.Living with Schizophrenia. Healthy living: schizophrenia and diet [Internet]. London: Living with Schizophrenia; [s.d.]. Disponível em: Link. Acesso em: fevereiro de 2026.
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