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| Clima, infraestrutura e segurança fazem da Espanha um destino cada vez mais escolhido por aposentados estrangeiros envato |
Especialista Camila Bruckschen explica os critérios legais e financeiros para ajudar na decisão de mudar para o país
A Espanha tem se consolidado como um dos destinos mais procurados
por quem deseja viver fora do Brasil. Entre esse público, pessoas acima dos 50
anos e aposentados se destacam ao buscar mais qualidade de vida, segurança e
estabilidade. Clima ameno, sistema de saúde bem avaliado, custo de vida
equilibrado em comparação a outros países europeus e a forte presença de
comunidades internacionais estão entre os principais fatores que impulsionam
essa decisão.
Segundo dados recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), a população residente na Espanha atingiu 49,3 milhões de habitantes, o maior número já registrado. Até junho, a população estrangeira cresceu em 95.277 pessoas, totalizando 7.050.174 residentes, o que reforça o papel da imigração na dinâmica demográfica do país.
Embora o plano migratório seja uma alternativa válida para
diferentes perfis de estrangeiros, entre aposentados ele tem ganhado destaque,
especialmente quando estruturado a partir da residência não lucrativa.
O modelo permite ao estrangeiro viver na Espanha sem exercer atividade
profissional no país e é destinado a quem consegue comprovar renda própria e
estável no Brasil, como aposentadoria, pensões,
investimentos ou patrimônio, sem depender de benefícios sociais espanhóis.
O planejamento prévio é essencial para que esse processo seja
seguro e bem-sucedido. “A residência não lucrativa é ideal para aposentados,
mas exige organização financeira, comprovação correta de renda e atenção aos
prazos. Não se trata apenas de mudar de país, mas de estruturar um novo projeto
de vida”, explica Camila Bruckschen, Diretora Geral da CB Asesoría.
Outro ponto importante é que a residência não lucrativa não gera vínculo trabalhista, nem acesso automático a benefícios do governo espanhol, o que reforça a necessidade de planejamento financeiro sólido. “É fundamental que o aposentado entenda que esse modelo exige autonomia. A Espanha oferece excelente qualidade de vida, mas o estrangeiro precisa demonstrar que consegue se manter no país sem recorrer ao Estado”, destaca Camila.
Além da questão legal, o planejamento migratório envolve decisões práticas que impactam diretamente o dia a dia, como a escolha da cidade, o acesso ao sistema de saúde privado, o custo de moradia e a adaptação cultural. Regiões como Valência, Andaluzia e comunidades menores fora dos grandes centros urbanos têm atraído esse público por oferecerem boa infraestrutura, ritmo de vida mais tranquilo e custos mais acessíveis.
Assim, o planejamento migratório vai além da decisão de mudar de país e envolve escolhas estratégicas, organização financeira e cumprimento rigoroso das exigências legais. Diante da complexidade dos processos e dos prazos envolvidos, o acompanhamento profissional se torna fundamental para garantir segurança jurídica, evitar erros e assegurar que a mudança para a Espanha ocorra de forma tranquila e bem-sucedida.
Para cuidar de toda a parte de documentação para a sua mudança,
como aposentado, conte com a CB ASESORIA, sediada em Barcelona e que atende no
Brasil.
CB Asesoría

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