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quarta-feira, 17 de julho de 2024

Brasil nas Olimpíadas: o que a astrologia diz sobre nossos atletas

Getty Images 
Rayssa Leal é uma das grandes promessas brasileiras

Astrolink analisou o mapa astral de doze representantes do País

 

A participação dos atletas brasileiros nas Olimpíadas de Paris 2024 promete ser marcada por grandes performances e muita energia. O Astrolink, site especializado em astrologia, analisou os mapas astrais de doze atletas que representam cada signo do zodíaco. “A partir dessa informação, podemos obter insights sobre as forças e características que cada um deles trará para os jogos”, diz Giovanna Guarnieri, astróloga do site.


Áries

Ana Marcela Cunha - 23 de março de 1992, Salvador, Bahia - Natação

Ana Marcela Cunha é uma ariana pura, carregando consigo a energia e a coragem típicas deste signo. Conhecida por sua determinação e espírito competitivo, ela brilha nas maratonas aquáticas. A natação exige resistência e a habilidade de se superar constantemente, qualidades que Ana Marcela possui em abundância. Sua natureza ariana a impulsiona a enfrentar desafios de frente, com uma energia inesgotável e um foco implacável em alcançar o ouro. Nas Olimpíadas de Paris, sua força e persistência prometem impressionar e inspirar a todos.


Touro

Rebeca Andrade - 8 de maio de 1999, Guarulhos, SP - Ginástica Artística

Rebeca Andrade, uma taurina de espírito firme e resistente, é uma das estrelas da ginástica artística brasileira. Taurinos são conhecidos por sua paciência, estabilidade e determinação, qualidades que são evidentes nas performances desta atleta. Cada movimento, salto e aterrissagem são executados com precisão e graça, reflexos de sua disciplina rigorosa e seu amor pelo esporte. A ginástica artística requer uma combinação de força e beleza, e Rebeca, com sua tenacidade taurina, está mais do que pronta para deslumbrar o público em Paris, exibindo uma mistura de elegância e poder.

 

Gêmeos

Yuri Mansur - 24 de maio de 1979, São Paulo - Cavaleiro

Yuri Mansur, um geminiano versátil e adaptável, é um destaque no hipismo brasileiro. A comunicação intuitiva e a rápida adaptação, marcas registradas de Gêmeos, são fundamentais para o sucesso nas competições de saltos equestres. Yuri possui uma habilidade única de se conectar com seus cavalos, criando uma parceria harmoniosa que é crucial em competições de alta pressão. Sua curiosidade e inteligência o levam a explorar constantemente novas técnicas e estratégias, tornando-o um competidor imprevisível e inovador. Nas Olimpíadas de Paris, sua capacidade de adaptação e comunicação será uma grande vantagem.

 

Câncer

Jade Barbosa - 1 de julho de 1991, Rio de Janeiro, RJ - Ginástica Artística

Jade Barbosa, uma canceriana sensível e intuitiva, traz uma profunda conexão emocional para a ginástica artística. A empatia e o cuidado típicos de Câncer se refletem em sua abordagem ao esporte, onde cada rotina é executada com uma graça emocional e uma paixão evidente. Sua natureza protetora a faz uma atleta resiliente, capaz de se recuperar de adversidades e de sustentar sua equipe em momentos difíceis. Sua intuição a guia através das competições, permitindo-lhe realizar movimentos complexos com uma precisão quase instintiva. Jade está pronta para brilhar em Paris, trazendo seu coração e alma para o tatame.

 

Leão

Viviane Lyra - 29 de julho de 1993, Rio de Janeiro, RJ - Marcha Atlética

Viviane Lyra, uma leonina vibrante e confiante, é uma das principais representantes brasileiras na marcha atlética. Leão é conhecido por seu carisma, liderança e energia inesgotável, características que Viviane incorpora plenamente em sua abordagem ao esporte. Sua presença magnética e sua determinação feroz fazem dela uma competidora que nunca desiste. A marcha atlética requer resistência, disciplina e uma força mental impressionante, todas qualidades que Viviane possui em abundância. Em Paris, ela estará pronta para brilhar sob os holofotes, inspirando com sua performance dinâmica e apaixonada.

 

Virgem

Guilherme Toldo - 1 de setembro de 1992, Porto Alegre, RS - Esgrima

Guilherme Toldo, um virginiano meticuloso e disciplinado, representa o Brasil na esgrima com uma precisão quase cirúrgica. Virgem é um signo que valoriza a atenção aos detalhes, a prática constante e a perfeição técnica, todas qualidades que são essenciais na esgrima. Guilherme é conhecido por sua habilidade de analisar rapidamente seus oponentes e ajustar suas táticas com eficácia, uma habilidade crucial em um esporte onde cada movimento conta. Sua abordagem prática e organizada permite-lhe manter a calma sob pressão, tornando-o um competidor formidável. Nas Olimpíadas de Paris, sua dedicação e precisão estarão em plena exibição.

 

Libra

Gustavo Bala Loka - 25 de setembro de 2002, Carapicuíba, SP - Skate

Gustavo Bala Loka, um libriano equilibrado e sociável, é uma estrela em ascensão no skate. Libra é um signo conhecido por sua busca de harmonia, justiça e beleza, qualidades que se refletem no estilo fluido e esteticamente agradável de Gustavo no skate. Sua capacidade de se adaptar rapidamente a diferentes situações e de se conectar com outros skatistas faz dele um competidor querido e respeitado. Gustavo tem um talento natural para encontrar o equilíbrio perfeito entre técnica e expressão artística, o que promete fazer dele um destaque nas competições de skate em Paris. Sua busca por harmonia e inovação trará performances que encantam o público.

 

Escorpião

Stephan Barcha - 27 de outubro de 1989, Rio de Janeiro, RJ - Cavaleiro (Hípica)

Stephan Barcha, um escorpiano intenso e determinado, é uma força a ser reconhecida no hipismo brasileiro. Escorpião é um signo de profundidade emocional, resiliência e paixão, todas qualidades que Stephan incorpora em sua carreira. Sua conexão profunda e quase intuitiva com seus cavalos é um testemunho de sua capacidade de formar laços fortes e duradouros. No hipismo, onde a parceria entre cavalo e cavaleiro é crucial, a intensidade e a dedicação de Stephan se destacam. Ele enfrenta cada competição com uma determinação feroz e uma habilidade de recuperação notável, pronto para superar qualquer obstáculo. Em Paris, sua paixão e resiliência prometem performances poderosas e memoráveis.

 

Sagitário

Ygor Coelho - 24 de novembro de 1996, Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ - Badminton

Ygor Coelho, um sagitariano aventureiro e otimista, é uma figura proeminente no badminton brasileiro. Sagitário é um signo conhecido por sua energia expansiva, amor pela liberdade e busca constante por novas experiências. Essas características são evidentes no estilo de jogo de Ygor, que é marcado por sua agilidade e entusiasmo. Ele aborda cada partida com uma atitude positiva e uma disposição para explorar novas estratégias e táticas. Em Paris, Ygor trará sua paixão e espírito aventureiro para as quadras, inspirado pelo desejo de alcançar novos patamares e conquistar vitórias significativas.

 

Capricórnio

Rayssa Leal - 4 de janeiro de 2008, Imperatriz, Maranhão - Skate

Rayssa Leal, uma jovem capricorniana ambiciosa e disciplinada, já é uma estrela no mundo do skate. Capricórnio é conhecido por sua determinação, responsabilidade e capacidade de trabalhar arduamente em direção aos seus objetivos, características que Rayssa exibe em abundância. Apesar de sua juventude, sua habilidade técnica e foco são impressionantes, mostrando um nível de maturidade e profissionalismo além de sua idade. Nas Olimpíadas de Paris, Rayssa estará focada em alcançar o sucesso, utilizando sua disciplina e persistência para executar manobras desafiadoras com precisão e estilo.

 

Aquário

Chayenne da Silva - 5 de fevereiro de 2000, Nova Iguaçu, RJ - Atletismo

Chayenne da Silva, uma aquariana inovadora e original, é uma promessa no atletismo brasileiro. Aquário é um signo conhecido por sua criatividade, independência e visão futurista. Chayenne incorpora essas qualidades em sua abordagem ao atletismo, sempre buscando novas formas de melhorar seu desempenho e explorar seu potencial. Sua capacidade de pensar fora da caixa e sua determinação em quebrar barreiras fazem dela uma competidora empolgante de se assistir. Em Paris, sua originalidade e espírito independente estarão em plena exibição, inspirando outros com sua abordagem única ao esporte.

 

Peixes

Renan Gallina - 15 de março de 2004, Maringá, Paraná - Velocista

Renan Gallina, um pisciano sonhador e empático, é um talento emergente entre os velocistas brasileiros. Peixes é conhecido por sua sensibilidade, intuição e capacidade de se conectar profundamente com suas emoções e com o ambiente ao seu redor. Essas qualidades permitem que Renan mantenha a calma sob pressão e se adapte rapidamente às condições de corrida. Sua habilidade de entrar em um estado de fluxo durante as competições o torna um competidor formidável. Em Paris, Renan trará sua intuição e sensibilidade para a pista, correndo com uma mistura de força física e conexão emocional que promete resultados impressionantes.

 

Astrolink

 

Estoque de sangue do Banco de Sangue do HSPE enfrenta situação crítica e precisa de doações

Bolsas dos tipos sanguíneos O -, A- e AB- estão 70% abaixo do ideal 

 

No último mês, o Banco de Sangue do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) vem registrando queda nos estoques de sangue, chegando a uma situação crítica. Os tipos sanguíneos mais afetados são O -, A- e AB-, que estão 70% abaixo do estoque ideal, enquanto os outros tipos sanguíneos estão operando com aproximadamente 40% a menos. 

“O número de doações de sangue costuma cair no meio do ano, tanto pelo período de férias quanto pela queda nas temperaturas, mas essa queda brusca é preocupante,”, afirma o hematologista Fábio Lino, diretor do Banco de Sangue do HSPE.  

O médico explica que até o momento nenhum paciente deixou de ser atendido, mas a disponibilidade de sangue para transfusão é crucial para a sobrevivência de pacientes em situações de risco, como cirurgias, emergências médicas e acidentes graves com traumas, além do tratamento de paciente com doenças como o câncer. 

“Cada doação de 450 ml de sangue pode salvar até quatro vidas, procure o posto de coleta mais próximo, fale com seus amigos e familiares e ajude a salvar vidas”, afirma Lino.

 

Faça sua doação 

Lançada em junho pelo Banco de Sangue do HSPE, a campanha “Doe sangue e faça parte do time que torce pela vida”, uma associação com os Jogos Olímpicos de Paris que terão início no fim de julho, segue ativa para incentivar a população a fazer doações voluntárias de sangue. 

 

Sobre o Banco de Sangue do HSPE 

  • O Banco de Sangue do HSPE funciona de segunda a sexta, das 9h às 16h, e aos sábados, das 8h às 16h. O prédio, que está localizado na área externa do espaço hospitalar, fica na Rua Pedro de Toledo, nº 1800 - Vila Clementino - São Paulo – SP;
  • Os interessados em doar devem ter idade entre 16 e 69 anos (sendo a primeira doação até os 60 anos), pesar mais de 50 kg e estar bem alimentado na ocasião;
  • A doação pode ser feita sem agendamento, basta apresentar documento de identificação com foto.

 

Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo - Iamspe

 

Coalizão Vozes do Advocacy lança campanha de sensibilização sobre as consequências do mal controle da diabetes

Minidocumentário traz pessoas contando suas histórias sobre as complicações causadas pela condição, como cardiopatia, glaucoma, esteatose de terceiro grau, problema renais e de circulação nas pernas

 

A Coalizão Vozes do Advocacy lança campanha para conscientizar a população sobre a importância do cuidado adequado do diabetes. As principais complicações dos descuidos com a glicemia podem levar a sequelas irreversíveis e até mesmo à morte súbita. Entre elas estão doenças cardiovasculares, mau funcionamento dos nervos periféricos (neuropatia diabética), comprometimento dos rins (nefropatia diabética), danos à visão (retinopatia diabética), infecções, transtornos bucais e distúrbios cutâneos. Sete em cada dez pessoas com diabetes só descobrem que têm a doença após desenvolverem complicações, segundo o Atlas da Diabetes da Federação Internacional de Diabetes.

Com o lançamento de um minidocumentário inédito, a campanha tem como objetivo alertar as pessoas sobre as consequências do mal controle do diabetes, além de ampliar o diálogo sobre a atenção integral ao paciente e a adesão ao calendário especial de vacinação. O minidocumentário também reforça o trabalho realizado pelas associações de pacientes, institutos e pela Coalizão Vozes do Advocacy na promoção da educação e do acesso à informação sobre a condição.

“Com a campanha, queremos chamar a atenção do Governo para o diabetes como uma questão de saúde pública. A demora no tratamento é justamente uma das principais causas dessas graves complicações”, reforça Vanessa Pirolo, coordenadora da Coalizão Vozes do Advocacy.

O minidocumentário, que será veiculado nas redes sociais das entidades e no site da campanha, traz o depoimento do Dr. Balduino Tschiedel, médico endocrinologista e presidente do Instituto da Criança com Diabetes, além de depoimentos de pessoas com diabetes, que contam seus relatos pessoais de complicações com a doença. Carlos Daniel, associado da ARAD (Associação Rio Grandense de Apoio ao Diabético), convive com diabetes tipo 2 há 15 anos. Carlos fez o exame de hemoglobina glicada, achou que estava curado, então parou de fazer o tratamento e sofreu as consequências.

Já Antonise Aquino, que é escritora, professora e vice-presidente da Associação dos Diabéticos e Familiares de Petrolina (ADIFAPE), descansou um dia após o almoço e não acordou. Os médicos fizeram uma investigação, e descobriram que o problema dela era síndrome poliglandular tipo 2, depois veio a diabetes e na sequência a insuficiência adrenal.

Monica Valle, representante da Associação Sergipana de Proteção ao Diabético (ASPAD), vive com diabetes tipo 1 há 18 anos e é professora. Ela tinha seu diabetes controlado até que começou a sentir muitas dores nas costas.  Fez exames com suspeita de comprometimentos renais e foi encaminhada ao oftalmologista. “O médico falou para mim: ‘Mônica, não vai ter escapatória, você vai para hemodiálise. Eu falo que a máquina é minha melhor amiga, porque eu fico lá três vezes na semana - segunda, quarta e sexta, durante quatro horas ligada nela”.

A prevenção e controle adequado da diabetes estão entre as principais formas de evitar complicações. A primeira coisa a se fazer é mudar os hábitos de vida, adotando alimentação saudável, balanceada e prática de atividades físicas.

Controle rigoroso da glicemia, cuidado adequado aos pés e exames oftalmológicos regulares podem ajudar a prevenir ou retardar o início das complicações do diabetes. Considerando o risco de contrair infecções, os pacientes devem receber a vacina contra o Streptococcus pneumoniae, hepatite B e COVID-19, e a vacina anual contra a gripe.

Para acessar o vídeo da Campanha na íntegra, acesse o link: www.vozesdoadvocacy.com.br ou em: https://www.youtube.com/watch?v=Da5Yf7PeNXA

Para realização desta campanha, contamos com a parceria de: Abbott, AstraZeneca, Abbvie, Bayer, Merck, Novo Nordisk, Proxima, Roche,  Sanofi e Takeda.

 

Sobre a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e em Obesidade

Com a participação de 24 associações e de 2 institutos de diabetes, o projeto promove o diálogo entre os diferentes atores da sociedade, para que compartilhem conhecimento e experiências, com o intuito de sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces do diabetes da obesidade e das complicações de ambas, além de promover políticas públicas, que auxiliem o tratamento adequado destas condições no país.


Saiba como proteger os olhos durante o inverno

 Hidratação ocular e proteção da luz solar são fatores importantes para manter os olhos saudáveis

 

A estação mais fria do ano já chegou para assustar aqueles que não gostam das temperaturas baixas. Além dos problemas respiratórios como asma, bronquite, rinite e sinusite, os olhos também ficam mais expostos, mesmo para aquelas pessoas que usam óculos. 

“A estação, assim como o outono, exige atenção e alguns cuidados, já que os olhos ficam menos lubrificados, mais expostos à poluição e, como resultado, sujeitos a alergias e infecções. Além dos cuidados habituais, é importante manter a hidratação dos olhos, protegê-los da exposição à luz solar com óculos de sol ou lentes fotossensíveis e evitar o acúmulo de poeira em objetos”, explica Dr. Celso Cunha, médico oftalmologista e Consultor da HOYA Vision Care. 

Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 20% da população costuma desenvolver algum problema ocular nos meses de junho a setembro. Dr. Celso Cunha reforça que é comum sentir sensação de areia dentro do olho, vermelhidão e incômodo, que podem estar associados não só à temperaturas baixas, mas a fatores externos como, por exemplo, o uso prolongado de computadores e outras telas, além de algumas doenças autoimunes e diabetes. 

“No inverno, o frio rigoroso e o ar muito seco podem ocasionar alguns problemas que não vemos com tanta frequência nas estações mais quentes e úmidas. É nesse período que aparecem alergias, conjuntivites e a predominância da síndrome do olho seco, ou seja, quando o olho perde a capacidade de produzir a quantidade de lágrima necessária para a sua lubrificação. Além dos cuidados habituais, é importante proteger os olhos da exposição à luz solar, cuidar da higiene de roupas guardadas, entre outros pontos de atenção”. 

Por isso, procurar um oftalmologista caso apresente qualquer desses sintomas ou doenças é o mais indicado. Para saber mais sobre os principais cuidados a serem adotados com a saúde ocular durante o inverno, o especialista da HOYA Vision Care, apresenta algumas dicas importantes. Confira: 

  • Atenção com a umidade dos ambientes e dos olhos;
  • Evitar coçar os olhos;
  • Cuidado com a exposição à luz solar;
  • Realizar exames oculares preventivos;
  • Não compartilhar objetos pessoais;
  • Lavar as mãos;
  • Hidratar os olhos;
  • Priorizar panos úmidos para a faxina e evitar vassouras e espanadores;
  • Troca regular de roupas de cama e banho. 

“Lembre-se: qualquer desconforto, vermelhidão ou até mesmo dor persistente deve ser investigada pelo seu oftalmologista. Ele poderá diagnosticar precocemente e avaliar o melhor método de tratamento”, finaliza Dr. Cunha.



Hoya Vision Care
Saiba mais em Link


Hepatites: prevenção e vacinação são essenciais para conter disseminação

Hepatites virais dos tipos A e B são preveníveis por vacina
 disponibilizada gratuitamente pelo SUS
Créditos: Envato
Mortes causadas pela doença estão aumentando no mundo todo

 

As hepatites virais são infecções silenciosas que afetam o fígado e representam um sério problema de saúde pública. No mundo, as mortes causadas pela doença estão aumentando e já são a segunda principal causa infecciosa de óbito, com 3,5 mil pessoas falecendo por dia e 1,3 milhão por ano, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar da natureza muitas vezes assintomática, as hepatites virais podem ser controladas com o diagnóstico precoce, melhoria no saneamento básico, acesso a tratamento adequado e, principalmente, a vacinação.

No Paraná, a cidade de Curitiba enfrenta um surto de hepatite A. De acordo com um boletim epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde, mais de 360 casos foram registrados entre janeiro e julho de 2024, representando um aumento de 7.220% em comparação com os cinco casos diagnosticados no mesmo período do ano passado. Como as hepatites podem causar sintomas agudos e, em casos crônicos, levar a complicações graves, a capital paranaense também registrou cinco mortes relacionadas à doença e um transplante de fígado.


Quais são os diferentes tipos de hepatites?

Existem cinco tipos de hepatites virais — A, B, C, D e E —, além de outras causadas por distúrbios autoimunes, medicamentos e drogas. Entre as mais comuns, a hepatite A, que geralmente aparece na infância e adolescência, é conhecida por seus sintomas iniciais sutis, que incluem febre, mal-estar e icterícia. Já as hepatites B e C são mais preocupantes devido à sua capacidade de evoluir para formas crônicas severas, como cirrose e câncer de fígado. 

"As hepatites B, C e D são transmitidas por fluidos corporais infectados, incluindo relações sexuais desprotegidas, transfusão de sangue e compartilhamento de agulhas. Seus sintomas variam desde um quadro assintomático a um quadro agudo com febre, dor abdominal e icterícia", explica o gastroenterologista e hepatologista Jean Tafarel, dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru. Já a hepatite E, menos grave exceto em casos fulminantes, não possui vacina e pode afetar pessoas de todas as idades, especialmente mulheres grávidas.


Como se vacinar contra a hepatite?

As infecções mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C, sendo que os subtipos A e B são preveníveis por vacina, disponibilizada gratuitamente pelo SUS. "O sistema de saúde oferece ampla vacinação contra a hepatite B e, desde 2014, a vacina de hepatite A tem sido administrada em crianças de 1 a 5 anos e aos adultos do grupo de risco descritos no protocolo no Ministério da Saúde. Isso é fundamental para protegermos a população e contermos a disseminação dessas doenças infecciosas", explica o médico Jean Tafarel. 

A vacina contra a hepatite A é oferecida em duas doses, com intervalo de seis meses, e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde e na rede privada. Já a vacina contra a hepatite B é administrada em três doses e é recomendada para todas as faixas etárias, especialmente para gestantes não vacinadas. Ambas as vacinas são amplamente acessíveis e desempenham um papel crucial na prevenção da doença.

"Apesar dos avanços da medicina, a hepatite continua sendo difícil de erradicar. Sem a manifestação dos sintomas, muitos não sabem que estão infectados e tornam-se vetores da doença. Diante desse quadro, a melhor forma de evitar a hepatite ainda é a prevenção e a vacinação", avalia o hepatologista.


Qual é a prevenção?

Além da vacinação, algumas medidas podem ser tomadas para prevenir a contaminação. A hepatite A é mais comum em áreas com saneamento básico precário, sendo a higiene a principal forma de prevenção. Isso inclui lavar bem as mãos antes de comer, higienizar os alimentos consumidos crus e evitar contato com água contaminada. No caso das hepatites B, C e D, é fundamental não compartilhar objetos pessoais como lâminas de barbear e seringas, além de usar preservativos nas relações sexuais.

Para o diagnóstico precoce, o hepatologista Jean Tafarel enfatiza a importância de realizar exames de forma regular, especialmente aqueles em grupos de risco. "Essa abordagem permite iniciar tratamentos mais eficazes, reduzindo as chances de complicações graves. Portanto, manter consultas periódicas com o médico e seguir as orientações de vacinação são medidas essenciais na prevenção e no controle das hepatites virais", complementa o médico dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru.

"Promover a vacinação e conscientizar sobre as medidas preventivas pode ajudar a controlar a disseminação das hepatites virais. É essencial que a população esteja informada sobre os riscos e as formas de prevenção, visando reduzir o número de novos casos e melhorar a qualidade de vida daqueles já infectados", finaliza Jean Tafarel.

 

Hospital Universitário Cajuru

 

Inverno agrava ceratocone e alergia nos olhos

Pesquisa mostra que na estação a coceira nos olhos piora o ceratocone de 64%. Entenda.

 

A previsão do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) para este inverno é de frequentes inversões térmicas e persistente baixa umidade do ar, entre 20% e 30% em parte da região sudeste e na região centro-oeste. Neste clima, o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier, primeiro hospital especializado em Oftalmologia da América Latina, afirma que a maior concentração de poluentes no ar causa doenças nas vias respiratórias como asma, sinusite ou rinite. “Com frequência provocam alergia e coceira nos olhos, principal fator de risco para desenvolver o ceratocone”, pontua. Na opinião do especialista que é membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) e faz parte da Sociedade Internacional de Ceratocone (IKA, na sigla em inglês) isso explica porque o número de pessoas com ceratocone não para de crescer no mundo. Dados da Organização Mundial de Alergia (OMA) revelam que hoje 40% da população mundial têm alguma condição alérgica e a estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que até 2050 metade da população global vai ter algum tipo de alergia e 40% das doenças alérgicas repercutem nos olhos.

 

Alergia nos olhos atinge 64%

Para se ter ideia, levantamento realizado nos prontuários de 319 pacientes que tratam ceratocone no hospital, mostra que 204 deles ou 64% têm alergia nos olhos quando são expostos às variáveis ambientais frequentes no inverno - frio, vento e poeira. Queiroz Neto explica que coçar os olhos é o maior fator de risco do ceratocone, uma degeneração na córnea, lente externa do olho, que tem aumentado ano a ano por conta do desequilíbrio ambiental.

 

O que é o ceratocone

O oftalmologista explica que normalmente a córnea tem formato esférico e focaliza as imagens que capta sobre a retina. “No ceratocone ocorre o desbridamento das fibras de colágeno do estroma, camada intermediária e mais espessa que dá sustentação à córnea”, afirma.

A condição geralmente surge na adolescência, mas pode ocorrer na infância ou em jovens adultos e progressivamente afina a córnea.

“Estas alterações fazem o formato esférico da córnea se tornar cônico. Por isso, as imagens passam a ser focalizar em diferentes pontos da retina”, elucida.

“Caracterizado por miopia, dificuldade de enxergar à distância, e astigmatismo irregular que torna a visão desfocada para perto e longe, o ceratocone é a maior causa de transplante de córnea Brasil mesmo com todos os avanços tecnológicos que foram incorporados pela Oftalmologia nos últimos anos”, salienta

 

Diagnóstico

Queiroz Neto afirma que o diagnóstico do ceratocone inclui exame de refração, paquimetria óptica que mede a espessura da córnea sem tocar nos olhos e a tomografia de coerência óptica (OCT, na sigla em inglês) exame de imagem preciso que avalia as cinco camadas da córnea. No início, a condição é corrigida com óculos, mas conforme progride a correção visual só é possível com lentes de contato rígidas que aplanam a córnea e melhoram a nitidez das imagens que chegam à retina.

 

Tratamentos

Quando o ceratocone é diagnosticado na fase inicial pode ser corrigido com óculos. Conforme a condição progride os óculos são substituídos por lentes de conta rígidas. 

Queiroz Neto afirma que o único tratamento que interrompe a progressão do ceratocone é o crosslink – uma associação de riboflavina (vitamina B2) e radiação UV (ultravioleta) para tornar a córnea até três vezes mais resistente e interromper a evolução da doença.

O especialista destaca que em muitos pacientes além de interromper a evolução também melhora a visão em até duas linhas na carta de Snellen. A má notícia, observa, é que em crianças um atraso de apenas seis meses já pode ser o suficiente para indicação de transplante. Além disso, nem todos os pacientes respondem bem ao tratamento. “Este é o caso dos que tem cones periféricos. Isso porque, a luz UV é aplicada em um plano perpendicular e atinge com menos intensidade a periferia da córnea”, esclarece.

 

Excimer laser utilizado em cirurgia refrativa associado ao crosslink é outra opção elencada pelo especialista para diminuir o astigmatismo irregular e ao mesmo tempo interromper a progressão. 


Implante de ICL uma microlente que é introduzida no olho para corrigir a refração de pacientes que estão com o ceratocone estabilizado há pelo menos um ano. Queiroz Neto explica que a cirurgia não  altera a fisiologia do olho e por isso não causar olho seco. 


Implante de anel intraestromal que aplana a córnea, melhora a adaptação da lente de conto e a acuidade visual.

 

Sinais de alerta

O oftalmologista ressalta que quando o ceratocone surge na infância tem progressão bastante rápida e os pais devem estar atentos aos sinais de alerta que indicam necessidade de consulta oftalmológica imediata. Os principais são:

·         Apertar os olhos em locais ensolarados. A fotofobia pode sinalizar o início de ceratocone

·         Manchas branca na córnea que fica sobre a íris, parte colorida do olho.

·         Borda descolorida ao redor da parte frontal do olho (anel de Fleischer).

·         Dificuldade de enxergar à noite.

·         Visão dupla.

·         Dor, ardência e vermelhidão nos olhos.

·         Coçar os olhos com frequência.

 

Motoristas com apneia do sono têm risco elevado de se envolverem em acidentes nas estradas



Pesquisas mostram que a sonolência ao volante é a terceira causa de acidentes e motoristas com apneia têm até sete vezes mais chances de se envolver em colisões

 

No Dia do Motorista, celebrado em 25 de julho, especialistas da Biologix, healthtech brasileira especializada em medicina do sono, destacam a importância do sono adequado para a segurança no trânsito. Estudos mostram que a sonolência afeta diretamente as funções cognitivas e a capacidade de reação dos motoristas, aumentando significativamente o risco de acidentes.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (ABRAMET), em parceria com a Academia Brasileira de Neurologia e o Conselho Regional de Medicina, revelou que mais de 40% dos acidentes de trânsito são causados por sonolência ao volante, sendo a terceira maior causa de acidentes, atrás apenas do uso de álcool e drogas (segunda) e do excesso de velocidade (primeira). A mesma pesquisa mostrou que motoristas que sofrem de apneia do sono têm de duas a sete vezes mais chances de provocar um acidente nas rodovias.

“A apneia do sono é um agravante significativo, pois provoca interrupções na respiração durante a noite, levando a múltiplos despertares e ao cansaço excessivo durante o dia. Esse cansaço pode resultar em lapsos de atenção e tempos de reação mais lentos, aumentando o risco de acidentes. É crucial que motoristas compreendam a importância do sono adequado e busquem tratamento para distúrbios do sono para garantir sua segurança e a de todos nas estradas”, ressalta Talita Salles, fisioterapeuta especialista em sono e diretora de marketing e vendas da Biologix. 


Fique atento aos sinais de alerta

Os motoristas devem estar atentos aos sinais de sonolência: olhos se fechando involuntariamente, não lembrar dos últimos minutos dirigindo, bocejar frequentemente, esfregar os olhos ou sentir a cabeça caindo para frente. Além de perceber os sinais, realizar pausas regulares durante viagens longas também são recomendadas para prevenir o cansaço.

“Para motoristas com sintomas de apneia do sono, é crucial procurar ajuda médica para um diagnóstico correto. Hoje, é possível realizar diagnósticos simplificados e feitos em casa, com a mesma precisão dos métodos tradicionais. Após o diagnóstico, iniciar o tratamento é essencial para evitar problemas na rotina diária”, comenta Talita.


Cuidando da apneia do sono

A apneia do sono é uma condição séria, mas tratável com várias abordagens eficazes:

  • Alterações no estilo de vida: manter peso adequado, evitar telas à noite e mudar a posição de dormir (evitar dormir de costas) podem reduzir os sintomas da apneia do sono.
  • Tratamentos com CPAP: o uso de um dispositivo de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) é um dos tratamentos mais comuns e eficazes para apneia do sono. Este dispositivo mantém as vias aéreas abertas durante o sono.
  • Aparelhos orais: Dispositivos bucais projetados para manter a garganta aberta podem ser uma opção para pessoas com apneia leve a moderada.
  • Intervenções cirúrgicas: Em alguns casos, procedimentos cirúrgicos podem ser recomendados para remover ou reduzir tecidos que bloqueiam as vias aéreas superiores.

A promoção da saúde do sono é vital não apenas para o bem-estar individual, mas também para a segurança coletiva nas estradas. O sono inadequado ou interrompido compromete funções essenciais para a condução segura. Em um país onde a sonolência ao volante representa uma das principais causas de acidentes de trânsito, é essencial que tanto os motoristas quanto as autoridades de trânsito priorizem a conscientização e o tratamento dos distúrbios do sono. 

“Investir na educação sobre a importância do sono e facilitar o acesso a diagnósticos e tratamentos podem salvar vidas e reduzir significativamente o número de acidentes. A Biologix, ao fornecer soluções tecnológicas avançadas para o diagnóstico e tratamento da apneia do sono, contribui de maneira decisiva para essa causa, reforçando seu compromisso com a saúde e a segurança da população”, conclui Talita Salles.

 

Biologix - healthtech brasileira especializada em medicina do sono.

 

Julho Turquesa - Mês de conscientização do Olho Seco

Oftalmologista alerta para negligência de sinais do olho seco e impactos do problema que afeta até 24% dos brasileiros

Questionário aponta que mais da metade das pessoas que sentem desconfortos na visão não procura um oftalmologista

Sensação de areia nos olhos, coceira, vermelhidão, lacrimejar em excesso e irritação são sintomas incômodos, mas silenciosos, que podem indicar a ocorrência da doença do olho seco, uma condição que afeta entre 13% e 24% da população brasileira, mas que é negligenciada e pode se tornar incapacitante. Embora o nome da condição indique um sintoma único, o olho seco pode se manifestar de formas variadas e em intensidades diferentes, sendo confundido com quadro de conjuntivite ou uma irritação simples.

“Geralmente, é comum que ao acordar a pessoa sinta algum desconforto nos olhos e que aumenta ao longo do dia, com a ocorrência de um ou mais sinais como a irritação, coceira e visão embaçada”, alerta a médica oftalmologista Dra. Monica Alves, especialista em doenças da superfície ocular e embaixadora no Brasil da Tear Film & Ocular Surface Society (TFOS), líder mundial em pesquisa e educação em saúde ocular. 

Considerada uma doença multifatorial da superfície ocular, o olho seco compromete o filme lacrimal e pode ocorrer devido a uma inflamação das glândulas lacrimais, que afeta pálpebras, conjuntiva (membrana da pálpebra) e córnea. Geralmente o problema acontece nos dois olhos de forma simultânea, com casos raros em que apenas um olho apresenta os sintomas. O tratamento dos sintomas geralmente é feito com o uso de colírios que agem hidratando a superfície ocular e melhorando a qualidade da lágrima. 

Questões ambientais e comportamentais têm relação direta com as doenças da superfície ocular e o olho seco, como tempo excessivo de uso de telas de celulares e computadores, fatores nutricionais e baixa ingestão de nutrientes importantes para os olhos, como o ômega 3 encontrado em peixes, além da convivência em locais e cidades com alta taxa de poluição. Um estudo revelou a prevalência de 24% de casos de olho seco na cidade de São Paulo, devido às características ambientais e comportamentais de quem vive na cidade. 

“Estamos falando de uma doença crônica relacionada a hábitos e estilos de vida e que se não tratada pode afetar a qualidade de vida. É importante que os sintomas não sejam deixados de lado e que se promova uma educação em saúde ocular para conscientização dos fatores de risco e adoção de formas de prevenção”, explica a oftalmologista Dra. Monica Alves. 

No caso da exposição excessiva a telas de dispositivos eletrônicos, hábito que favorece a ocorrência de olho seco, a especialista orienta realizar pausas a cada 20 ou 30 minutos de uso ininterrupto para descansar a visão e observar objetos distantes, a cerca de 5-10 metros, lembrando de piscar os olhos para facilitar a troca e estímulo da produção de lágrimas.

 

Pesquisa sobre olho seco

Um questionário virtual realizado pela farmacêutica União Química, companhia 100% nacional e referência no segmento de oftalmologia com colírios e lágrimas artificiais, mapeou cerca de 700 respostas a um questionário sobre a síndrome e revelou que 44% das pessoas convivem com sintomas frequentes ou constantes do olho seco, porém mais da metade (64%) dos respondentes não visitaram um oftalmologista para avaliar o problema. A pesquisa também indicou que, de todos os participantes respondentes, 61% têm alta probabilidade de ter a doença. 

A companhia mantém um portal com informações e dados sobre o olho seco, além de um questionário simples com oito perguntas que o usuário pode responder para avaliar a presença dos principais sintomas. A página pode ser acessada neste Link.

 

União Química


Sonhos, desafios e a busca por leveza: Reflexões sobre a vida após os 70

 

O que significa aproveitar a vida? Esta é uma pergunta que muitos de nós já nos fizemos em algum momento. Aos 72 anos, comecei a olhar para as várias possibilidades da vida com olhos amorosos, perguntando-me: O que ainda é possível? O que desejo fazer ou desfazer verdadeiramente? Até onde posso ir, considerando minhas limitações de idade?

Mesmo na terceira idade, meus sonhos e projetos ainda são vastos, mas as escolhas se tornam necessárias, começando pelas mais simples, como tornar a vida “leve”. Entre as minhas aspirações estão: Estudar inglês; Cantar no coral ou em bares; Estudar cinema ou me tornar uma estrela do teatro do bairro; Ler livros que nunca li, como “Em Busca do Tempo Perdido” de Marcel Proust; Mostrar ao mundo outras formas de se vestir, para si mesma e com arte; Escrever alguns poucos livros sobre a minha alma.

Mas o que é a alma? Existe alma? Não sei se você entende de alma, mas eu sou movida pela emoção de viver os plurais e os singulares da existência. Claro que a alma sou eu. 

Quero escrever para o mundo, para que as crianças aprendam a ler e escrever de maneira lúdica e os idosos possam compartilhar suas histórias e experiências, guardadas na caixa secreta das memórias.

Aproveitar a vida é torná-la leve, recordar, contar e relembrar os momentos. Risos que vivenciei com meus pais, quando tive a oportunidade de desenvolver a minha sensibilidade e, com ela, tentar viver meu cotidiano.

A verdadeira riqueza de aproveitar a vida e torná-la mais significativa é ter a companhia de irmãos e irmãs vivos, amigos, vizinhos, conhecidos e desconhecidos, enfrentando desafios e problemas. É compreender com sabedoria a música “Tocando em Frente” de Almir Sater, que nos lembra:

“Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais.” 

A canção fala sobre a serenidade que vem com o tempo, a importância do amor, da paz e da aceitação das coisas como são. “É preciso amor para poder pulsar, é preciso paz para poder sorrir, é preciso a chuva para florir.” 

Aproveitar a vida com sabedoria é valorizar o tempo que nos resta, o “presente de viver o presente”. Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser carrega o dom de ser capaz e ser feliz. 

Levo comigo a certeza de que sei muito pouco, ou nada sei. E, assim, vou seguindo em frente, parafraseando novamente a canção, apreciando cada momento, “conhecendo as manhas e manhãs, o sabor das massas e das maçãs”, com amor, paz e sabedoria.  

 

Suely Tonarque - psicóloga, gerontóloga e especialista em moda no envelhecer

 

Menopausa e hábitos saudáveis: 5 benefícios da suplementação para o alívio dos sintomas


Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados em 2023, estima-se que o Brasil tem aproximadamente 29 milhões de mulheres que estão no climatério ou na menopausa, representando 7,9% da população feminina do país. 

A menopausa, conhecida como parte do período do climatério em que as mulheres têm um declínio natural dos hormônios reprodutivos deixando de menstruar entre os 45 e 55 anos, é uma fase que traz diversos sintomas e dúvidas de como será a vida no processo de envelhecimento. E nesse sentido, ter um acompanhamento médico, aliado aos hábitos saudáveis, além do uso de suplementação com orientação de profissionais da saúde são algumas das alternativas encontradas pelas mulheres para terem dias mais tranquilos. 

“A menopausa, assim como o climatério, é uma fase de transição que tem diversos altos e baixos hormonais, assim como os sintomas. Além disso, muitas mulheres nessa fase sofrem com deficiência de vitaminas e baixa imunidade, assim como têm o risco aumentado para sintomas de ansiedade, insônia e depressão. Para minimizar essas e outras manifestações, mudanças no estilo de vida com suplementação recomendada pelos médicos e profissionais da saúde podem proporcionar mais qualidade de vida”, afirma Larissa Amorim, nutricionista da Always Fit, uma plataforma de e-commerce especializada em suplementos naturais. 

Para que as mulheres tenham uma maior tranquilidade nesse período, Larissa listou cinco benefícios da suplementação e hábitos saudáveis como aliados nos sintomas da menopausa:

 

Prática de atividade física: Além de ajudar no controle do peso, a atividade física ajuda no equilíbrio hormonal, auxiliando nas alterações de humor e ondas de calor, que são sintomas bastante comuns. Nesse caso, a creatina pode ser uma aliada na força, energia e vitalidade.

 

Cuidados com a alimentação: O consumo de vegetais verdes, peixes e legumes são importantes para a menopausa porque são fontes de ômega 3, vitaminas do complexo B e E que também podem ser suplementadas com acompanhamento médico, assim como a vitamina D.

 

Cuidados com a saúde óssea: Nessa fase da vida, muitas mulheres sofrem com deficiência de cálcio, magnésio e zinco. Com isso, elas ficam mais susceptíveis a doenças como osteoporose, artrite, artrose, dentre outras comorbidades. Além da suplementação orientada por um profissional, é imprescindível fazer exames periódicos para verificar a massa óssea.

 

Beber água: A pele costuma ficar mais seca no processo de envelhecimento. É natural que o organismo necessite de mais água para se manter saudável e evitar a desidratação. O consumo de fibras nos alimentos e suplementos que têm essa propriedade como base demandam um maior consumo de água. Por isso, é importante beber água, mesmo em dias de inverno.

 

Boa higiene do sono: À noite o consumo deve ser de refeições leves e fácil digestão. Duas horas antes de dormir, desligar das telas e luzes ajuda a ter um sono melhor. Como suplementação, a melatonina pode ser uma aliada, desde que esteja sob orientação médica.


Always Fit

 

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