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sexta-feira, 16 de março de 2018

Quais serão as tendências na medicina dentária para 2018?



Com a tecnologia a todo vapor, várias áreas da medicina vem avançando e aplicando inovações ao seu sistema, e a medicina dentária está usufruindo de diversos benefícios e passando por grandes mudanças durante esses anos. 2018 é um ano bem positivo em relação a essas mudanças. Você quer saber por que? Acompanhe agora nesse infográfico, preparado pelo site Instituto Barbosa


Menopausa



 Ginecologista dá dicas para a passagem pela menopausa sem crise 


A menopausa ainda é um tema que desperta muitas dúvidas nas mulheres. Na prática trata-se do período da vida da mulher em que a menstruação é interrompida. Segundo o ginecologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Rafael Tedeschi, existe uma idade média para o início da maepausa, no entanto pode variar conforme alguns fatores. "A idade média é de 51 anos, mas fatores como idade da primeira menstruação, causas genéticas, tabagismo, IMC, e alimentação podem influenciar", afirma. 

É comum ouvir que a mulher ao "entrar na menopausa sente calor". Além disso, alguns sintomas são observados, tais como atrofia urogenital, alteração no humor variando entre ansiedade e depressão, insônia e irritabilidade. Mas junto a esses sintomas o médico afirma que o diagnóstico é feito após a parada da mentruação por pelo menos 1 ano. "Já para as mulheres que usam DIU com medicação hormonal e pílula, pode ser difícil identificar a parada da mentruação e isso dificulta o diagnóstico", ressalta. 

É nesse período da vida da mulher que também pode desencadear problemas no sono. "A queda dos hormônios pode provocar cansaço, fadiga e insônia". Para isso, existem terapias hormonais e não hormonais. 

 Entretanto, no caso da hormonal, deve ser feita uma discussão com o ginecologista para mostrar os riscos e benefícios. "É importante destacar que não há relação de ganho e perda de peso com reposição hormonal, e por isso é importante consultar um médico, assim todas as dúvidas podem ser esclarecidas", diz Dr. Rafael.

Tedeschi explica que é comum as mulheres deixarem de visitar o ginecologista após entrar na menopausa, porém não é aconselhável. "É de extrema importância manter a consulta periódica com o ginecologista,  tanto para promoção da saúde como para prevenção e rastreamento de doenças como câncer de mama e de colo, fala.

O médico assegura que hábitos saudáveis são as melhores opções para as mulheres, tanto as que estão próximas da menopausa quanto as que já entraram. "Manter uma dieta balanceada e fazer exercícios físicos regularmente pode amenizar os sintomas da menopausa", finaliza.



Endometriose: Ginecologista explica sintomas, exames e tratamento



A endometriose é uma doença que afeta cerca de 10 milhões de mulheres no Brasil. Esta patologia é caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina. Quanto mais focos de implantação deste tecido e conforme a espessura (profunda ou superficial), maior a gravidade do quadro. Normalmente, atinge a área pélvica, como ovários, trompas, intestino e bexiga. “Os sintomas podem ser desde cólicas intensas ao menstruar, até dores para evacuar, diarreia, dor na relação sexual e dificuldade para engravidar. Há também casos em que a endometriose pode ser silenciosa, sem sintomas específicos”, explica a ginecologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dra. Maria Rita Curty.

Para diagnosticar, a especialista explica que é importante uma completa avaliação clínica, ouvindo as queixas e sintomas da paciente. A partir dessa hipótese diagnóstica, são necessários exames de imagem para comprovar a doença, como ultrassom transvaginal com preparo intestinal, ressonância magnética da pelve e videolaparoscopia ginecológico.

De acordo com a Dra. Maria Rita, anticoncepcionais hormonais, alimentação rica em antioxidantes e atividades físicas auxiliam na prevenção da endometriose. Para tratamento, depende da gravidade. “Pode ser feito com a remoção dos focos da doença pelo videolaparoscopia ginecológico e com o uso de hormônios sexuais, como a gestrinona (implante hormonal), progestágenos (DIU - dispositivo intrauterino), ou anticoncepção oral”. Porém, o desenvolvimento do tecido fora do útero será totalmente evitado apenas após a pausa hormonal feminina, mais conhecida como menopausa. “O que conseguimos é estabilizar a doença para que não surjam novos focos e reduzir os antigos”, comenta a ginecologista.

Além das cólicas intensas, a endometriose preocupa pelo alto número de mulheres que não conseguem engravidar devido a esta condição. “Os focos de endométrio podem estar aderidos aos ovários, dificultando a ovulação e causando aderências nas tubas uterinas. Por isso, é importante diagnosticar cedo a doença e realizar o tratamento com um profissional de confiança e num ambiente confortável, já que, além dos males físicos, a endometriose ainda pode afetar o psicológico das mulheres que sofrem com os sintomas”, finaliza a médica.

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