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sábado, 10 de março de 2018

Saiba como cuidar das raças de cachorros preferidas dos brasileiros

Especialista da Zoetis dá dicas para manter a saúde e o bem-estar dos cães


Quase metade dos lares brasileiros possuem cachorros, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os sem raça definida são os preferidos, seguidos por cães das raças Poodle, Pinscher, Labrador e Pit Bull, conforme levantamento recente do Instituto QualiBest, de São Paulo. 

“Os cuidados com os cachorros podem variar de acordo com a raça, por isso é importante conhecê-las para garantir a saúde e o bem-estar do seu animal de estimação”, observa o médico veterinário e Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada para Animais de Companhia da Zoetis, Alexandre Merlo.  

 O especialista dá dicas sobre os cuidados com os cães favoritos dos tutores brasileiros: 


1º - Sem Raça Definida

Por serem a combinação de duas ou mais raças, não apresentam padronização de suas características, mas geralmente são carinhosos, inteligentes, leais e brincalhões. É importante manter uma alimentação adequada com comidas próprias para cães, ficar sempre de olho no calendário de vacinação e promover passeios regulares. Muitos tutores acham que estes cães são mais resistentes por causa da mistura de raças, o que não é verdade. Portanto, não se pode negligenciar a alimentação ou os cuidados básicos destes cães.


2º - Poodle 

Há três tamanhos oficiais: Poodle Toy, Poodle Miniatura e Poodle Médio. Essa é uma raça de cães mais inteligentes e obedientes. São ótimos com crianças, amigáveis, ativos e aprendem rápido, por isso é importante cortar maus hábitos rapidamente. Os pelos do Poodle não caem quando estão mudando, portanto é importante escová-los com frequência para que não se emaranhem e machuquem o animal. Outra característica que exige atenção é o fato de os olhos lacrimejarem constantemente. Limpe diariamente ao redor dos olhos com um pano umedecido em água morna. Também fique atento às suas orelhas, pois cães com orelhas grandes podem desenvolver infecções.


- Pinscher 

Há duas variações: Pinscher Anão ou Mini Pinscher. São pequenos, mas enérgicos e corajosos, o que pode levá-los a entrar em confusão com cães maiores. Por isso, é importante ficar atento a eles durante os passeios. Esses pequenos são teimosos e independentes, podem não ser amigáveis com desconhecidos – mas de forma geral são carinhosos da maneira deles – e gostam de estar perto dos donos. São destemidos, apesar do tamanho e fragilidade do corpo, o que pode levar a fraturas em caso de quedas. São famosos por serem barulhentos.  Assim como o Labrador, os Pinschers têm tendência para a obesidade, por isso devem fazer exercícios diários e seguir alimentação balanceada.


4º - Labrador 

O Labrador é ativo, sociável e gosta muito de companhia. Estes cães têm a fama de não gostarem de banho, mas essa raça é uma das poucas que adora nadar e estar em contato com água. Labradores precisam de atenção para não adoecerem, pois são muito apegados a seus donos. Em geral, é uma raça fácil de conviver e educar, mas também apresentam tendência à obesidade, por isso precisam de alimentação regulada e exercícios diários.  


5º- Pit Bull 

Essa raça é conhecida pelo seu porte atlético e por ser dotada de força, agilidade e energia. São polêmicos por sua agressividade, mas isso não passa de mito. Como quaisquer outros cães, terão o comportamento de acordo com os ensinamentos do tutor, por isso é importante conhecer bem essa raça antes da adoção. São cães enérgicos, adoram passear e são apegados aos donos. Portanto, podem sofrer se os tutores passarem pouco tempo com eles. Outra questão importante é a região onde vão morar: eles preferem climas quentes por causa da pelagem curta. A pele pode ser um ponto de atenção nessa raça – as infecções e alergias são bastante comuns.

“Independentemente da raça do cão, é importante levá-lo com regularidade ao médico veterinário e estar sempre atento ao calendário de vacinação, alimentação e exercícios”, finaliza Alexandre.






Zoetis 


Depressão Feminina



A mulher precisa se libertar do ideal de perfeição,
afirma psicóloga


A mulher atual vive uma verdadeira maratona entre afazeres domésticos, cuidar dos filhos, vida profissional, dar atenção ao relacionamento e ainda sobrar um tempinho para ir à academia e ao salão de beleza. A supermulher deve estar impecável no fim do dia, cuidando dos filhos e do marido, para que fiquem limpinhos e bem alimentados. 

A Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que, para cada homem com depressão no mundo, existem duas mulheres. Entre as causas estão a sobrecarga de trabalho e a desvalorização, tanto no lar, quanto no ambiente profissional.

A psicóloga Lizandra Arita orienta que é fundamental que a mulher aceite que não existe o ideal de “mulher perfeita”, mas sim, a humana com suas próprias limitações. “As revistas femininas e os programas de TV costumam propagar este ideário. Uma mulher que possa conciliar toda a rotina doméstica, bem-sucedida profissionalmente e ainda estar dentro dos padrões de beleza”, comenta.  

Na opinião da terapeuta, a sobrecarga da rotina doméstica, por exemplo, deve ser melhor administrada entre os integrantes da família: “O marido e os filhos precisam colaborar também nas tarefas de casa. Esse dever não cabe somente à esposa. Dizer “não” para determinadas atividades e reconhecer as limitações físicas e emocionais é de suma importância para evitar o estresse”, aconselha.

Segundo a psicóloga, a mulher necessita se libertar da escravidão imposta a si mesmo. “Olhar para si não é sinônimo de egoísmo ou de quem abandonou as necessidades da família, mas sim um sinal de que também é humana e merece toda a atenção”, conclui. 






Lizandra Arita - Graduada em Psicologia pela Universidade Bandeirante de São Paulo, Lizandra Arita tem experiência em Psicologia Clínica e Institucional pelo Hospital Vera Cruz e atua desde 1998 em treinamentos de autodesenvolvimento. Realiza Programação Neuro Linguística, Hipnose e Auto-hipnose, Rebirthing, Psicodinâmicas, Gerenciamento de Emoções e Conflitos e atua, principalmente, em casos de depressão, ansiedade, processos emocionais ou comportamentais, problemas de relacionamento, fobias, pânico e transtornos obsessivos compulsivos.



Meu ex divulgou fotos minhas na internet sem autorização. E agora?



Compartilhar imagens sem autorização em grupos de WhatsApp também pode render prejuízos 


Compartilhar momentos alegres com familiares e colegas já se tornou parte de nossa rotina. Diariamente, milhares de fotos e vídeos são publicados em redes sociais. Mas o que fazer quando um ex-companheiro (a) decide expor, sem autorização, a intimidade de sua então parceira (o) na internet?

A advogada Regina Beatriz Tavares da Silva, presidente da ADFAS (Associação de Direito de Família e das Sucessões), orienta quais atitudes tomar nessas situações. 


Procure ajuda especializada

Ao descobrir que fotos e vídeos íntimos foram divulgados sem autorização, a orientação é de que a vítima procure um advogado e mova uma ação judicial contra quem realizou a divulgação, para que essa pessoa seja condenada em reparar os danos morais e materiais acarretados à vítima, além de ter de pagar multa a depender das circunstâncias. 

É importante, também, que seja feita logo no início uma notificação aos provedores e/ou redes sociais nos quais as imagens foram divulgadas, solicitando sua retirada imediata do ar. 

Se a divulgação ocorreu por whatsapp, em grupo, esta última providência não se aplica.


Cuidado com o que você compartilha

Ao contrário do que se imagina, o compartilhamento sem autorização de fotos e vídeos em grupos restritos, como o WhatsApp, também é passível de punição. 

De acordo com a advogada, isto acontece porque, embora o número de pessoas que tenha recebido aquele conteúdo seja relativamente pequeno (em comparação ao número de usuários do Facebook, por exemplo), a intenção de causar dano a alguém existiu. 

“A intimidade da pessoa não pode ser violada jamais. Uma foto comprometedora não pode ser publicada em hipótese alguma, nem mesmo em um grupo restrito de amigos. Mesmo se for em um grupo restrito, a ofensa repercutiu e prejudicou a vítima”, explica Dra. Regina Beatriz. 


Sanções 

Além do processo criminal, aberto em delegacias de crimes cibernéticos, a presidente da ADFAS orienta que as vítimas desse tipo de prática ingressem com pedidos de multa e indenização contra o ofensor (aquele que divulga o material sem autorização). 

A indenização varia caso a caso e leva em consideração a condição econômica tanto da vítima quanto do agressor. Entretanto, Dra. Regina Beatriz alerta: quanto maior o prejuízo (moral ou material) com a exposição, mais alto será o valor pecuniário da sanção.  

“Independentemente de qualquer medida criminal que possa ser tomada, é importante que a vítima peça a indenização ao ofensor. Quando dói no bolso, a pessoa pensa duas vezes até repetir o erro”, conclui a especialista. 



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