Com o avanço dos medicamentos e tratamentos, promovidos por indústrias como a Prati-Donaduzzi, brasileiros chegam à terceira idade com mais autonomia e qualidade de vida
Média da
expectativa de vida da população brasileira chegou a 76,6 anos
O aumento da expectativa de vida transformou o
envelhecimento da população brasileira e trouxe novos desafios para a saúde.
Segundo as Tábuas de Mortalidade 2024, divulgadas pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatísticas), a expectativa de vida no país chegou a
76,6 anos, o maior índice já registrado na série histórica iniciada em 1940.
Nesse cenário, a geriatria ganha
protagonismo ao oferecer um cuidado amplo e sistêmico, voltado não apenas para
doenças isoladas, mas para a funcionalidade e o bem-estar do paciente. Para
lembrar a importância desse especialista, a Prati-Donaduzzi comemora o Dia do
Geriatra, celebrado em 16 de maio ultimo.
Se há algumas décadas a maioria das pessoas não chegava à terceira idade, hoje é cada vez mais comum encontrar idosos ativos, independentes e com qualidade de vida. Segundo o geriatra Dr. Diogo Richter, o crescimento da especialidade acompanha justamente a evolução da medicina e dos tratamentos ao longo das últimas décadas.
“A ideia da geriatria é ter um profissional que
consiga lidar com todas as especialidades e integralizar esse cuidado, evitando
interações medicamentosas e acompanhando tudo o que aparece com o
envelhecimento”, explica Dr. Diogo.
Além do tratamento das doenças, o foco
da geriatria está na manutenção da autonomia e da funcionalidade do paciente
idoso. “O geriatra não se preocupa apenas com as doenças. Ele busca manter o
idoso independente pelo maior tempo possível e planejar esse envelhecimento com
qualidade de vida”, ressalta.
Acesso a medicamentos e tratamentos
muda o cenário
O especialista destaca que o acesso a
medicamentos e tratamentos transformou completamente o perfil de saúde da
população e contribuiu diretamente para o aumento da expectativa de vida.
Nesse contexto, a indústria
farmacêutica também exerce um papel importante ao ampliar o acesso da população
a tratamentos para doenças crônicas e condições relacionadas ao envelhecimento.
A Prati-Donaduzzi, por exemplo, possui um portfólio voltado a medicamentos
utilizados no tratamento de doenças cardiovasculares, diabetes e condições do
sistema nervoso central (SNC), comuns na população idosa.
Segundo o médico, o tratamento adequado
do diabetes foi um dos fatores que mais impactaram a longevidade da população.
“O diabetes é uma das doenças que mais causam danos ao longo do tempo. O
tratamento adequado mudou completamente a sobrevida desses pacientes”,
completa.
Desafios contemporâneos da geriatria
Hoje, entre os desafios relacionados ao
envelhecimento estão as doenças cardiovasculares, os cânceres e as demências,
como Alzheimer. Ainda de acordo com o Dr. Diogo Richter, muitas dessas
condições passaram a ser mais frequentes justamente porque as pessoas vivem
mais. “As demências aparecem mais após os 60 anos. Antigamente havia menos
casos porque as pessoas não chegavam a essa idade”, pontua.
Para o especialista, o maior desafio da
geriatria continua sendo promover mudanças de hábitos e garantir adesão aos
tratamentos. “Mudar hábitos de uma pessoa que viveu 70 anos da mesma forma não
é simples. Mas quando conseguimos organizar os tratamentos e evitar excessos de
medicamentos, melhoramos muito a qualidade de vida desses pacientes”, conclui.
Prati-Donaduzzi

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