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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Maio Vermelho reforça alerta sobre as hepatites virais

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De acordo com dados divulgados pela OMS, as hepatites B e C continuam sendo responsáveis pela maioria das mortes relacionadas à doença em todo o mundo 


A campanha Maio Vermelho reforça a importância dos cuidados contra as hepatites virais, doenças que afetam o fígado e podem evoluir de forma silenciosa.

A mobilização busca ampliar o acesso à informação, incentivar a prevenção e alertar sobre a necessidade de realizar exames para identificar a doença precocemente.

As hepatites virais nem sempre apresentam sinais logo no início, o que dificulta o diagnóstico em muitos casos.

Sem acompanhamento médico, a infecção pode causar danos sérios ao organismo ao longo do tempo, comprometendo o funcionamento do fígado e aumentando o risco de problemas como cirrose. 

De acordo com informações do Ministério da Saúde, os tipos mais frequentes no Brasil são as hepatites A, B e C. Também existem os vírus D e E. 

A hepatite D tem maior incidência na região Norte do país, enquanto a hepatite E é menos comum em território brasileiro e aparece com mais frequência em países da África e da Ásia.
 

Hepatites B e C seguem entre os maiores desafios da saúde mundial 

Segundo dados recentes divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites B e C continuam sendo responsáveis pela maioria das mortes relacionadas à doença em todo o mundo. 

Em 2024, cerca de 1,34 milhão de pessoas morreram por complicações ligadas às hepatites virais. Além disso, aproximadamente 1,8 milhão de novas infecções são registradas a cada ano. 

Apesar dos números preocupantes, o Relatório Global sobre Hepatite de 2026 revelou avanços importantes no combate à doença. Desde 2015, houve redução nos casos de hepatite B e também nas mortes provocadas pela hepatite C. 

Outro dado positivo apontado pelo relatório é a diminuição dos casos de hepatite B em crianças menores de cinco anos, resultado do aumento da vacinação em diversos países.

 

Veja os principais cuidados para evitar hepatites virais 

A prevenção continua sendo uma das principais formas de combate às hepatites virais. Entre os cuidados estão manter a vacinação em dia, usar preservativo nas relações sexuais, não compartilhar objetos cortantes e realizar exames regularmente

O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e ajuda a evitar complicações mais graves.
 

Hepatites virais: conheça os sintomas e formas de tratamento 

As hepatites virais são doenças que atingem o fígado e podem ser causadas por diferentes tipos de vírus.

Em muitos casos, a infecção não apresenta sintomas logo no início, o que dificulta o diagnóstico precoce. 

Quando os sinais aparecem, os mais comuns são cansaço, febre, enjoo, dor abdominal, falta de apetite, urina escura, fezes claras e pele ou olhos amarelados. 

Os sintomas podem variar de acordo com o tipo de hepatite e a gravidade da infecção. Algumas pessoas descobrem a doença apenas após realizar exames de rotina

Por isso, a realização de testes é importante, principalmente para quem faz parte de grupos de risco ou teve contato com situações de possível transmissão. 

O tratamento também depende do tipo de hepatite. Em alguns casos, como na hepatite A, o organismo pode eliminar o vírus naturalmente com repouso, hidratação e acompanhamento médico. 

as hepatites B e C podem exigir uso de medicamentos específicos para controlar ou eliminar o vírus, evitando complicações mais graves no fígado. Além do tratamento, a prevenção continua sendo fundamental.
 

Hepatites virais: saiba quais profissionais procurar 

As hepatites virais são doenças que afetam o fígado e podem exigir acompanhamento de diferentes profissionais da saúde, dependendo do tipo e da gravidade da infecção. 

O diagnóstico costuma começar com clínicos gerais ou médicos da atenção básica, responsáveis por solicitar exames e encaminhar o paciente para especialistas. 

Entre os profissionais mais indicados para tratar hepatites virais estão o hepatologista, especialista em doenças do fígado, e o infectologista, que atua no diagnóstico e tratamento de infecções causadas por vírus, bactérias e outros agentes. 

Em alguns casos, o gastroenterologista também pode acompanhar pacientes com alterações no sistema digestivo e problemas hepáticos. 

Além do tratamento medicamentoso, alguns pacientes precisam de acompanhamento multidisciplinar, com nutricionistas e outros profissionais da saúde, principalmente em situações mais graves ou crônicas. 

Com a crescente demanda por profissionais da área da saúde, cursos como Biomedicina, Enfermagem, Farmácia e Nutrição seguem entre os mais procurados por estudantes. 

Plataformas como o Educa Mais Brasil oferecem bolsas de estudo em diferentes áreas da saúde, com descontos de até 85% em instituições de ensino em todo o país.


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