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quinta-feira, 9 de março de 2017

Doenças provocadas por água contaminada levam até dois meses para se manifestar no organismo



As fortes chuvas, típicas do verão, chamam a atenção para as doenças provocadas pela água contaminada das enchentes. Além da leptospirose e esquistossomose, há o risco da diarreia infecciosa e hepatite A. “O diagnóstico nem sempre é fácil, existem casos em que os primeiros sintomas podem demorar até 2 meses para aparecer”, ressalta a clínica-geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Brito. 

A leptospirose é transmitida pelo contato com a água contaminada pela urina de animais, principalmente ratos. As bactérias (leptospiras) penetram pela mucosa do ouvido, nariz, olhos e genitálias, além de ferimentos na pele. No ano passado, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo registrou 511 casos e 50 mortes pela doença, apenas no estado. 

Apesar dos baixos índices de mortalidade, a diarreia infecciosa também deve ser levada a sério. “Em uma enchente, a pessoa fica exposta a uma série de bactérias e vermes. Ao chegar em casa, é importante que seja feita a higienização das mãos e do corpo no banho”, orienta a clínica. As crianças, por terem uma menor imunidade, e os idosos, em função do sistema defensivo menos funcional, estão mais suscetíveis ao contágio. 

No caso da hepatite A, os primeiros sintomas podem demorar um pouco mais para aparecer. “O vírus fica incubado por até dois meses. Mas apenas 5% dos casos podem evoluir para formas graves e letais”, explica Ligia Brito. O contágio é feito de forma fecal e oral. No caso das enchentes, o lixo pode ser um transmissor pela quantidade de resíduos fecais contaminados e esgoto não tratado. 

Outra recomendação é sempre higienizar as mãos depois de usar o banheiro. Os casos mais comuns da doença são registrados após a manipulação de alimentos ou qualquer objeto de uso compartilhado sem higienização. Vale lembrar que a hepatite A também pode ser prevenida através de vacina. 

Já a esquistossomose, é uma infecção causada por um verme parasita chamado Schistosoma, capaz de penetrar na pele de quem pisa descalço, nada, toma banho ou lava roupas e objetos em água doce infectada como rios e lagos. Por se alojar e desenvolver nas veias do intestino e fígado pode levar a doenças crônicas e até a morte.



Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos
Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.
Tel. (11) 5080-4000
Site: www.hpev.com.br
Facebook: www.facebook.com/ComplexoHospitalarEV
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YouTube: www.youtube.com/user/HospitalEV



Obesidade pode causar doença renal crônica?



Nefrologistas orientam sobre como evitar o problema; Hospital 9 de Julho realiza ação no Dia Mundial do Rim, em 9/3, para conscientizar população sobre o tema


Já é consenso que a obesidade se tornou uma epidemia global. Estimativas indicam que, no Brasil, aproximadamente 50% da população esteja acima do peso ou obesa. O número preocupa porque o excesso de gordura no corpo está relacionado a uma maior propensão a uma série de problemas, entre eles a Doença Renal Crônica (DRC).

"Como se trata de uma doença silenciosa é difícil estabelecer um protocolo de sintomas que identifiquem o início de uma doença renal. A prevenção nesse caso passa principalmente por evitar outras doenças que estão associadas como a hipertensão, o diabetes e a obesidade", destaca a nefrologista Ana Beatriz Barra, gerente médica do grupo Fresenius.

A Fresenius e o Hospital 9 de Julho apoiam a campanha mundial de conscientização “Doença Renal e Obesidade. Estilo de vida saudável para rins saudáveis”, que será realizada por diversas entidades no Dia Mundial do Rim, em 9 de março.

Segundo explica a Dra. Maria Alice Barcelos, nefrologista e coordenadora do Centro de Rim e Diabetes do Hospital 9 de Julho (H9J), ainda não está totalmente esclarecido o motivo que leva obesos a terem maior risco de DRC, mas, possivelmente, pela sobrecarga contínua de filtragem do órgão e por mecanismos que levam, por exemplo, a uma hipertensão de estruturas dentro do rim. “Em um obeso, o corpo trabalha sobrecarregado e com os rins não é diferente. Por isso, o acompanhamento renal nesta população é muito importante”, salienta a Dra. Maria Alice.

Além de filtrar o sangue que, depois, é enviado para o coração, os rins secretam alguns hormônios, regulam a quantidade de líquido circulante no corpo e a pressão arterial.

Quando o corpo está com excesso de gordura, todas estas funções desequilibram-se e podem levar à sobrecarga do órgão. “Como temos dois rins e o órgão trabalha com alguma eficiência mesmo quando já possui lesões irreversíveis, quem está no grupo de risco e não faz acompanhamento pode descobrir a DRC tardiamente”, alerta.


Combate a obesidade

A Síndrome Metabólica também pode estar por trás da sobrecarga renal. “O aumento de gordura pode causar resistência à insulina e hipertensão, pois o organismo se autorregula para se manter em atividade. O rim sofre as consequências, mas órgãos como o pâncreas e o coração também ficam sobrecarregados”, lembra a médica.

Por isso, a conscientização sobre os riscos ligados à obesidade e às doenças renais é fundamental. Veja algumas dicas da especialista para quem quer ter uma vida mais saudável:


- Sal: evite usar aquele sachê de sal oferecido nos restaurantes. Normalmente, a refeição já está salgada na medida certa. Uma boa alternativa para as saladas é temperá-las com azeite e ervas.

- Hidratação: água é importante para que os rins operem mais equilibrado

- Colesterol: níveis normais de colesterol evitam problemas como hipertensão.

- Exercícios e alimentação saudável: esses dois pontos devem caminhar juntos para que obesos deixem o sedentarismo emagrecendo com saúde.
“Diminui o peso corporal é o primeiro passo para uma vida longe de complicações e de tratamentos longos e desgastantes como a hemodiálise. O quanto antes a pessoa começar a reverter o quadro, melhor”, finaliza a Dra. Maria Alice.

Incentivo:
Em apoio à campanha do Dia Mundial do Rim, no dia 09 de março, das 11h30 às 15h30, o Hospital 9 de Julho entrega kit informativo no Shopping Center 3 para quem tirar uma foto no local. A imagem estará disponível na página da 
instituição com a #rinssaudaveish9j





Fontes: Abeso http://www.abeso.org.br/atitude-saudavel/mapa-obesidade, DRC e Obesidade:www.jbn.org.br/export-pdf/224/28-03-07.pdf

Fresenius
http://www.fresenius-kabi.com.br
http://sbn.org.br/dia-mundial-do-rim




Dia Mundial do Rim alerta sobre a obesidade



A campanha acontece em âmbito mundial e o tema deste ano é “Estilo de Vida Saudável para Rins Saudáveis”


O Dia Mundial do Rim (DMR) foi idealizado pela Sociedade Internacional de Nefrologia em 2005 e é comemorado na segunda quinta-feira de março. Em 2016, o Brasil esteve entre os três principais países que mais realizaram ações de prevenção no mundo. Neste ano, a data será celebrada em 09 de março. Mas é preciso fazer ainda mais. 

"Como se trata de uma doença silenciosa é difícil estabelecer um protocolo de sintomas que identifiquem o início de uma doença renal. A prevenção nesse caso passa principalmente por evitar outras doenças que estão associadas como a hipertensão, o diabetes e a obesidade", destaca a nefrologista Ana Beatriz Barra, gerente médica do grupo Fresenius.

Tanto que para 2017 o tema do Dia Mundial do Rim é “Doença Renal e Obesidade. Estilo de vida saudável para rins saudáveis”. A Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), em associação ao World Kidney Day, desenvolve uma série de ações para promover a adoção de comportamentos preventivos. O objetivo é informar sobre as consequências nocivas da obesidade e a sua relação com a doença renal, defendendo um estilo de vida saudável e políticas de saúde. 

Estima-se que, em 2025, a obesidade irá afetar cerca de 18% dos homens e 21% das mulheres em todo o mundo e a obesidade mórbida irá acometer cerca de 6% dos homens e 9% das mulheres em todo o mundo. A obesidade está associada a uma série de problemas graves de saúde. Além de ser um fator de risco potente para o desenvolvimento da doença renal, ela aumenta o risco de morte e contribui para muitas outras patologias, como doença cardíaca, diabetes, hipertensão, colesterol elevado, apneia obstrutiva do sono, fígado gordo, doenças da vesícula, osteoartrite, cancro e doenças mentais. 

“O Dia Mundial do Rim é um marco para chamar a atenção de todos para a importância da prevenção das doenças renais. Cerca de 10% da população mundial sofre de algum tipo de doença renal, e anualmente milhões de pessoas morrem devido a complicações decorrentes da DRC. É imprescindível o diagnóstico precoce e uma atenção especial aos indivíduos desse grupo de risco”, ressalta a presidente da SBN, Dra. Carmen Tzanno Branco Martins.
Para prevenir a doença renal crônica, é importante praticar exercícios físicos regularmente, controlar o nível de açúcar no sangue para evitar o diabetes, monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação saudável e evitar o sobrepeso, hidratar-se ingerindo líquidos não alcoólicos, não fumar, não tomar remédios sem orientação médica e consultar um médico frequentemente para verificar a situação dos rins.



Ações em São Paulo - 9/03


Clínica Fresenius - Centro de Medicina Especializada (prédio para consultas e exames que fica na Peixoto Gomide, 263)
Horário: Das 9 às 17h
Ação: Entrega de água e flyers para os pacientes
Endereço: Rua Peixoto Gomide, 263.

Hospital 9 de Julho
Horário: Das 9 às 17h
Ação: Entrega de água, flyer e orientação
Local: Rua Peixoto Gomide, 625

Ação Shopping Center 3
Horário: das 11h30 às 15h30
Ação: Entrega de água, flyers e orientações para os visitantes
Local: Av Paulista, 2064


Fresenius - Líder no mercado brasileiro, a Fresenius Kabi é uma empresa de assistência médica global especializada em medicamentos capazes de salvar vidas e tecnologias para infusão, transfusão e nutrição clínica. Os produtos são utilizados como auxílio em tratamentos de pacientes críticos e crônicos e o portfólio compreende uma série de medicamentos genéricos injetáveis, terapias de infusão e produtos para nutrição clínica, bem como os dispositivos usados para administração destes produtos. Com tecnologias de transfusão, Fresenius Kabi oferece produtos para coleta de sangue e processamento, bem como medicina de transfusão e terapia celular.
O compromisso da empresa é, além de levar tecnologias e medicamentos essenciais às mãos de pessoas que ajudam pacientes a encontrarem as melhores respostas para os desafios enfrentados por cada um deles; atuar em ações de prevenção no Brasil.
A Fresenius Kabi tem aproximadamente 33.000 funcionários espalhados pelo mundo. Em 2015, as vendas da Fresenius Kabi totalizaram mais de 5,9 bilhões de euros.
A Fresenius Kabi AG é uma subsidiária a 100% da Fresenius SE & Co. KGaA.

Acesse:
http://www.fresenius-kabi.com.br

http://sbn.org.br/dia-mundial-do-rim



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