Que a grande
dificuldade enfrentada hoje com a pandemia do Covid-19 mostre a todos a
importância de alertar sobre os riscos, ensinando que as prevenções são
necessárias para evitar problemas de saúde básicos, como limpeza e higienização
Certamente, este Dia Mundial da Saúde, comemorado no
próximo 7 de abril, será o mais icônico desde a sua criação, em
1948. O mundo está vivenciando um momento muito particular – e dramático – com
a pandemia do Covid-19 e, mais do que nunca, a saúde precisa ser bravamente preservada,
e por todos!
Interessante notar que o extremo atingido neste 2020 tem
relação absoluta com o objetivo da data – que coincide com a da criação da
Organização Mundial da Saúde (OMS) –, que prega justamente a conscientização da
população a respeito da importância de manter o corpo e a mente saudáveis.
Que essa grande dificuldade que hoje enfrentamos nos faça entender, a todos, a
importância de alertar sobre os riscos e ensinar sobre a prevenção dos
problemas de saúde que atingem a população mundial.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, saúde pode ser
definida como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e
não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade”. Isso quer
dizer que uma pessoa saudável não é apenas aquela que não apresenta doença,
mas, sim, aquela que está bem consigo mesma e também apresenta uma boa relação
com a sociedade.
O fato é que, independentemente se saúde diz respeito à
ausência de doença ou a um estado de completo bem-estar, ter saúde é um direito
de todos, e o Estado deve garantir a cada cidadão acesso a serviços de
promoção, prevenção e recuperação, que acabaram, neste momento da pandemia,
ficando bastante evidentes. A situação expôs a necessidade de higienização de
ambientes de forma rápida e eficiente, algo que nem todos davam o devido valor.
E isso significa não apenas investir em hospitais e oferecer
medicamentos para os doentes. É mandatório começar pelo básico,
garantindo saneamento básico, levando educação de qualidade para que
todos possam estar informados a respeito dos riscos de determinadas ações e a
forma de prevenir doenças. É garantir alimentação de qualidade e,
principalmente, promover qualidade de vida.
O mundo vive um processo de trocar de pensamento linear para
exponencial. Vemos isso todos os dias, em todas as áreas do conhecimento. A
inovação já é realidade no dia a dia de muitas empresas. Por isso, mudar
hábitos e estar bem com a própria saúde se torna cada vez mais importante. Um
bom hábito adquirido e praticado diariamente hoje terá reflexos positivos em
toda nossa vida. E para que tudo isso ocorra, é importante disseminar as boas
práticas por meio de campanhas de conscientização, que devem ser produzidas e
fiscalizadas pelos órgãos competentes.
Como coadjuvante do processo, a tecnologia pode ajudar, e
muito, a exemplo dos diversos equipamentos hoje disponíveis para limpeza e
desinfecção de ambientes. Há uma infinidade de produtos disponíveis no mercado
– lavadoras de alta pressão e sanitizadoras, limpadoras de pisos, aspiradores
de pó e líquidos, máquinas com a vantagem adicional de economia de água e
energia, que permitem limpeza e desinfecção de ambientes sem contato manual,
oferecendo segurança ao trabalhador e evitando contaminações – para tornar
factível as mais diversas frentes. Lançar mão da tecnologia em prol da saúde
também é uma atitude que precisa ser praticada porque, quando usada, o descarte
no meio ambiente é menor e, consequentemente, a salubridade e o bem-estar das
pessoas são melhores.
José
Renato Demian Ferreira é Diretor Geral da JactoClean – empresa do Grupo Jacto,
referência nacional em soluções para limpeza e higienização, que desenvolve
produtos, sistemas e serviços inteligentes para uso residencial, comercial,
profissional, industrial e no agronegócio.

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