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domingo, 4 de janeiro de 2026

Dicas de como cuidar da pele após as festas de fim de ano

Hidratação, limpeza e proteção são passos essenciais
para recuperar o viço da pele
   
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Flávia Villela, médica especialista em Dermatologia, explica os cuidados essenciais para o período em que a pele fica mais sensível e exige atenção redobrada


As festas de fim de ano de 2025 são marcadas por celebrações intensas, mudanças na rotina, noites mal dormidas, maior consumo de álcool, alimentação desequilibrada e exposição solar prolongada. Com a chegada de 2026, é comum que esses excessos se reflitam diretamente na pele, que pode apresentar aspecto cansado, desidratação, oleosidade alterada e surgimento de acne.

Segundo a médica especialista em Dermatologia Flávia Villela, o período pós-festas exige atenção e retomada de cuidados básicos, que podem ter sidos deixados de lado. “A pele funciona como um espelho do nosso estilo de vida. Após dias de excessos, é natural que ela demonstre sinais de desequilíbrio, mas com cuidados adequados é possível recuperar a saúde e o viço”, explica Dra Flávia.

A limpeza correta é o primeiro passo para a recuperação da pele. Durante as festas, o uso frequente de maquiagem e a exposição à poluição contribuem para o acúmulo de resíduos nos poros. “Uma higienização adequada remove impurezas, ajuda a controlar a oleosidade e prepara a pele para receber os produtos de tratamento. É fundamental utilizar sabonetes específicos para cada tipo de pele”, orienta a médica.

A hidratação também deve ser priorizada neste início de ano. Além do uso de dermocosméticos, a ingestão de água e uma alimentação equilibrada são indispensáveis. “Não adianta investir apenas em produtos se o corpo está desidratado. A reposição hídrica e os nutrientes certos fazem toda a diferença na aparência e na função da pele”, destaca Flávia Villela.

Confira algumas dicas importantes para cuidar da pele no pós-fim de ano:


Hidratação intensa da pele

Após períodos de sol, calor e consumo de bebidas alcoólicas, a pele tende a perder água com mais facilidade. Apostar em hidratantes adequados ajuda a restaurar a barreira cutânea e devolver maciez e luminosidade.


Uso diário do protetor solar

O protetor solar deve fazer parte da rotina diariamente. O ideal é optar por produtos com FPS 50 ou superior, que ajudam a prevenir manchas, envelhecimento precoce e danos causados pela radiação solar.


Renovação suave da pele

A esfoliação leve pode auxiliar na remoção de células mortas e melhorar a textura da pele. Esse cuidado ajuda na renovação celular, mas deve ser feito com cautela e sem excessos para evitar irritações.


Sono de qualidade

Dormir bem é fundamental para a recuperação da pele. Durante o sono, ocorre a regeneração celular, o que contribui para uma aparência mais descansada, com menos olheiras e sinais de fadiga.


Alimentação equilibrada

Uma dieta rica em frutas, legumes, verduras e fontes de antioxidantes auxilia no combate aos radicais livres e melhora a saúde da pele. Evitar excessos de açúcar e alimentos ultraprocessados também faz diferença nesse processo.

Para a médica especialista em Dermatologia Flávia Villela, além dos cuidados diários, o acompanhamento médico é indispensável. “Cada pele possui necessidades específicas e somente uma avaliação individualizada permite indicar os tratamentos e produtos mais adequados. O acompanhamento médico ajuda a prevenir problemas, tratar alterações precocemente e manter a saúde da pele ao longo do tempo”, finaliza.


A obsessão pelo bronzeado: por que jovens estão usando spray nasal para “pegar cor”

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Tendência que voltou a circular nas redes em 2025 promete bronzeado sem sol, mas acende alerta entre dermatologistas


 Sprays nasais vendidos como um atalho para “pegar cor sem sol” voltaram a circular com força nas redes sociais em 2025, especialmente em vídeos curtos direcionados a um público jovem. Os produtos, geralmente comercializados online, prometem estimular o bronzeado sem exposição direta ao sol, mas têm chamado a atenção de especialistas por envolverem substâncias absorvidas pelo organismo e por não serem regulamentados como medicamentos ou cosméticos em diversos países.
 

Com a chegada do verão e das férias no Brasil, esse tipo de promessa ganha ainda mais espaço. A busca pelo corpo bronzeado se intensifica justamente em um período de maior exposição solar e pressão estética, criando um cenário propício para o retorno de práticas que já haviam sido alvo de alertas internacionais em anos anteriores. 

A dermatologista Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349), especialista em beleza natural, explica que muitos desses sprays estão associados à substância Melanotan II, que estimula artificialmente a produção de melanina. “Estamos falando de um produto inalado, que vai direto para a corrente sanguínea, sem controle de dose ou segurança comprovada. A pessoa não sabe exatamente o que está absorvendo nem como o corpo vai reagir”, afirma. 

Na prática clínica, a médica observa que o uso do spray costuma gerar um efeito contrário ao esperado. “A pessoa acredita que está ‘protegida’ ou preparada para o sol e acaba se expondo mais. Isso aumenta o risco de manchas, sensibilidade e danos que não aparecem de imediato”, diz. Há relatos internacionais de efeitos adversos como náuseas, alterações em pintas e reações cutâneas, o que reforça a preocupação médica. 

Para Denise, o retorno do spray nasal está diretamente ligado à lógica das redes sociais. “Existe uma cultura do atalho estético, da promessa de resultado rápido e sem consequência. Mas quando falamos de pele, isso não existe”, alerta. Ela lembra que o bronzeado, mesmo o chamado natural, já é uma resposta de defesa da pele à agressão solar. “A pele tem memória. O dano de hoje pode aparecer daqui a alguns anos.” 

Quando o objetivo é apenas estético, a dermatologista indica alternativas mais seguras. “Hoje existem autobronzeadores e sprays corporais aprovados, que atuam só na superfície da pele e não envolvem sol nem substâncias absorvidas pelo organismo”, orienta. Ainda assim, ela reforça a importância do básico. “Protetor solar diário e exposição consciente continuam sendo indispensáveis.” 

Para a médica, o alerta vai além de uma moda que reaparece. “O bronze passa. A mancha, o envelhecimento precoce e o risco ficam”, conclui.


5 fatores para levar em consideração na hora de comprar protetor solar

 

Dermatologista explica a importância do uso frequente do protetor solar e dá dicas para a hora da compra

 

Com as temperaturas mais elevadas e o aumento da exposição solar nesta temporada, o uso de protetor solar se torna ainda mais essencial para proteger a pele dos efeitos nocivos da radiação ultravioleta. Uma pesquisa da International Organization for Standardization (ISO) reforça essa importância ao apontar que o uso regular do produto na infância e adolescência diminui em 78% a incidência de alguns tipos de câncer na fase adulta, enquanto a proteção contínua ao longo da vida reduz em 50% o risco de melanoma. 

A professora de Dermatologia da Afya Ribeirão Preto, Dra. Lorena Mesquita, destaca que a fotoproteção não é apenas uma preocupação estética, ela é uma medida de saúde pública. “Em dias quentes, os riscos de exposição são ainda maiores, e o protetor solar é a barreira mais eficaz que temos para minimizar os danos à pele”, afirma. 

De acordo com um estudo recente do Instituto Cosmetologia e Ciências da Pele, 66% das pessoas entrevistadas relataram não usar protetor solar todos os dias, o que, segundo a especialista, reflete uma realidade do país. “Muitos brasileiros ainda não estão cientes da importância do protetor solar. Não à toa, o câncer de pele é o tipo mais comum no país, o que é extremamente preocupante. No consultório, vemos diariamente como grande parte das pessoas subestima a necessidade do filtro, acreditando que ele só deve ser usado na praia, em dias de sol forte ou ao ar livre, quando, na verdade, a proteção diária é essencial”, explica a especialista 

Segundo a dermatologista da Afya, escolher o protetor solar ideal requer atenção a diversos fatores. A seguir, ela aponta os cinco principais:

1 Tipo de radiação e amplo espectro
É fundamental optar por um protetor que ofereça proteção de amplo espectro, ou seja, que bloqueie tanto os raios UVA quanto os UVB. Só assim garantimos uma defesa completa contra queimaduras, envelhecimento precoce e danos ao DNA da pele.

2. Fator de proteção solar (FPS)
Não adianta escolher um FPS muito baixo se você vai ficar muitas horas exposto ao sol. Para uso diário, geralmente recomendamos FPS 30 ou mais; mas se a exposição for intensa, no calor ou na praia, um FPS mais elevado pode fazer diferença.

3. Textura adequada ao tipo de pele
Se a sua pele é oleosa, vale apostar em fórmulas mais leves, em gel ou não comedogênicas. Para peles secas, protetores mais cremosos ou enriquecidos com hidratantes ajudam a manter o conforto.

4. Resistência à água e reaplicação
Em dias quentes, transpiramos mais. Por isso, usando protetor solar resistente à água, você mantém a proteção por mais tempo. Ainda assim, é importante reaplicar a cada duas horas ou após nadar ou suar bastante.

5. Ingredientes e tolerância da pele
É importante verificar os ativos do protetor: filtros físicos (como óxido de zinco) são mais suaves para peles sensíveis, enquanto filtros químicos têm texturas mais fluidas. Também é bom evitar fórmulas com componentes que você já sabe que irritam sua pele.

Além dessas recomendações, Lorena reforça outros cuidados essenciais, destacando que o uso de chapéu, óculos escuros e roupas com proteção UV, sempre que possível, aliado ao hábito de evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, é fundamental. A professora ressalta, porém, que a atenção à radiação ultravioleta deve existir todos os dias, inclusive em dias nublados e mesmo dentro de ambientes internos com luz natural: “Essa exposição acumulada, ao longo dos anos, é o principal fator de risco para o câncer de pele, como também de manchas, envelhecimento precoce e outras alterações causadas pela radiação”.

 

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Por que a celulite parece piorar justamente no verão

Foto: Back View
 Especialista explica como o excesso de sol, o calor e a inflamação interferem na textura da pele durante a estação


A chegada do verão altera não apenas a rotina, mas também a forma como o corpo é observado. Com mais pele exposta, pequenas irregularidades ganham destaque, especialmente nas coxas e nos glúteos, regiões onde a celulite já tende a ser mais evidente. O que muitas pessoas não percebem é que hábitos comuns da estação, sobretudo a exposição solar intensa, interferem diretamente na qualidade da pele. Culturalmente associado à exibição do corpo, o verão também é um período em que a biologia cutânea enfrenta desafios constantes, muitas vezes silenciosos. 

A celulite resulta da interação entre gordura, colágeno, microcirculação e a estrutura do tecido conjuntivo. Quando essa rede está equilibrada, a pele mantém uma aparência mais regular. Alterações nas fibras de sustentação, no volume local ou na circulação favorecem o surgimento de depressões e irregularidades. No verão, esse equilíbrio já delicado sofre influência direta do sol, do calor extremo, da desidratação e da retenção de líquidos, fatores que contribuem para deixar a textura da pele mais evidente. 

A dermatologista Dra. Denise Ozores (CRM SP 101677 | RQE 7349), especialista em beleza natural e no tratamento avançado da celulite, explica que o impacto do sol vai muito além do bronzeado. Segundo ela, a radiação ultravioleta provoca um dano estrutural profundo. “A exposição solar excessiva aumenta significativamente a degradação do colágeno, porque ativa enzimas que quebram as fibras de sustentação da pele. Ao mesmo tempo, a radiação reduz a capacidade de produzir colágeno novo. Quando essa estrutura enfraquece, as áreas de celulite se tornam mais marcadas”, afirma. Denise ressalta que essa perda de firmeza é cumulativa e se intensifica ao longo dos anos. 

O calor é outro fator determinante nesse processo. De acordo com a dermatologista, as altas temperaturas provocam vasodilatação, aumentam o inchaço e favorecem a retenção de líquidos. “Esse acúmulo pressiona o tecido e deixa as ondulações ainda mais aparentes”, explica. Ela acrescenta que o sistema linfático, responsável pela drenagem de líquidos, tende a funcionar pior em situações de calor intenso, especialmente quando há longos períodos sentada ou baixa ingestão de água. Nesse cenário, a celulite não apenas aparece mais, como também pode se tornar mais rígida e resistente. 

Outro ponto importante é a microcirculação, frequentemente negligenciada. Denise destaca que, quando a circulação local está comprometida, a troca de nutrientes diminui e o metabolismo do tecido desacelera. “Isso torna a pele mais vulnerável e favorece a compactação do tecido conjuntivo, um fenômeno típico da celulite em estágios mais avançados”, afirma. A combinação entre má circulação, retenção de líquidos e degradação do colágeno cria um ambiente propício para a piora da textura da pele durante o verão. 

A dermatologista também chama atenção para o impacto da exposição solar nos tratamentos estéticos. Segundo ela, pacientes que se expõem ao sol sem proteção adequada costumam apresentar resultados inferiores em procedimentos que estimulam colágeno. “O dano causado pela radiação compete diretamente com o processo de reparo que tentamos induzir em consultório. A pele inflamada e agredida diariamente pela radiação UV oferece um ambiente menos favorável para a regeneração”, explica. 

Para Denise, a mensagem principal não é evitar o verão, mas compreendê-lo do ponto de vista biológico. “O sol tem benefícios importantes para o humor e para o ritmo do corpo, mas precisa ser usado com inteligência. Quem busca melhorar a textura da pele precisa proteger o colágeno todos os dias, porque ele é a estrutura que mantém a superfície mais uniforme”, finaliza.


O bronze que engana: os mitos do verão que podem piorar a celulite

DepositPhotos
CO ASSESSORIA

“O sol camufla a celulite por um momento, mas entrega a conta depois. O bronze é um disfarce bonito que custa caro para a pele”, afirma o médico Roberto Chacur. 

 

A exposição solar excessiva destrói fibras de colágeno e elastina, estruturas essenciais para a firmeza da pele. A longo prazo, essa perda de sustentação acentua a flacidez e torna a celulite mais marcada, justamente o oposto do que muitas mulheres buscam ao se bronzear. Mesmo assim, a ilusão continua, porque, no curto prazo, a pele realmente parece mais uniforme. O verão vira um ciclo de reforço: a camuflagem imediata engana o olhar, mas o resultado estrutural aparece depois, quando o bronze desbota e deixa para trás uma textura mais comprometida.

O calor intenso também contribui para aumentar o incômodo. Nos dias quentes, o corpo transpira mais e retém líquido para se proteger da desidratação. Esse inchaço temporário torna os furinhos mais visíveis e alimenta a sensação de que a celulite piora de um dia para o outro. Na prática, não surgem novas celulites no verão. O que muda é o volume do tecido subcutâneo, que pressiona a superfície da pele e evidencia irregularidades já existentes. A retenção hídrica é um dos fatores que mais confundem a percepção feminina nessa época do ano.

Para o médico Roberto Chacur, CRM SP 124125, speaker da GoldIncision e referência em tratamento da celulite, a combinação de mitos, pressa e comparações digitais explica por que tantas mulheres acreditam que o sol é aliado. Chacur ressalta que o verão cria uma falsa sensação de melhoria. Segundo ele, muitas pacientes chegam ao consultório repetindo frases como “parecia que minha celulite tinha sumido, mas voltou pior”. O médico destaca que nenhum truque de verão resolve. O que muda é a forma como o olho interpreta aquela pele naquele momento. Ele afirma que o sol não trata, não reduz e não reorganiza a pele. Ele apenas colore a superfície enquanto fragiliza a base.

Prevenir a celulite exige constância e escolhas conscientes, e não atalhos de temporada. Hidratar o corpo ao longo do dia evita a retenção de líquidos que acentua os furinhos. Reduzir o sal e o álcool ajuda a manter o edema sob controle. Atividade física regular melhora a circulação e diminui a sensação de peso nas pernas. Drenagem linfática profissional pode trazer alívio imediato ao inchaço típico do verão. E, acima de tudo, o protetor solar é indispensável para impedir que o colágeno seja destruído pelo UV, já que essa degradação é uma das principais responsáveis pelo agravamento da celulite.

No fim, o verão não é inimigo do corpo. O inimigo são as ilusões criadas em torno dele. O bronzeado pode até enganar o olhar por alguns dias, mas a pele sempre revela a verdade. Como resume o Dr. Roberto Chacur, a celulite não some com o sol, ele apenas disfarça. Por isso, se proteger é a melhor conduta.


Dermatologista explica a importância do uso frequente do protetor solar e dá dicas para a hora da compra


Com as temperaturas mais elevadas e o aumento da exposição solar nesta temporada, o uso de protetor solar se torna ainda mais essencial para proteger a pele dos efeitos nocivos da radiação ultravioleta. Uma pesquisa da International Organization for Standardization (ISO) reforça essa importância ao apontar que o uso regular do produto na infância e adolescência diminui em 78% a incidência de alguns tipos de câncer na fase adulta, enquanto a proteção contínua ao longo da vida reduz em 50% o risco de melanoma.

 

A professora de Dermatologia da Afya Ribeirão Preto, Dra. Lorena Mesquita, destaca que a fotoproteção não é apenas uma preocupação estética, ela é uma medida de saúde pública. “Em dias quentes, os riscos de exposição são ainda maiores, e o protetor solar é a barreira mais eficaz que temos para minimizar os danos à pele”, afirma.

 

De acordo com um estudo recente do Instituto Cosmetologia e Ciências da Pele, 66% das pessoas entrevistadas relataram não usar protetor solar todos os dias, o que, segundo a especialista, reflete uma realidade do país. “Muitos brasileiros ainda não estão cientes da importância do protetor solar. Não à toa, o câncer de pele é o tipo mais comum no país, o que é extremamente preocupante. No consultório, vemos diariamente como grande parte das pessoas subestima a necessidade do filtro, acreditando que ele só deve ser usado na praia, em dias de sol forte ou ao ar livre, quando, na verdade, a proteção diária é essencial”, explica a especialista

 

Segundo a dermatologista da Afya, escolher o protetor solar ideal requer atenção a diversos fatores. A seguir, ela aponta os cinco principais:

 

1 Tipo de radiação e amplo espectro


É fundamental optar por um protetor que ofereça proteção de amplo espectro, ou seja, que bloqueie tanto os raios UVA quanto os UVB. Só assim garantimos uma defesa completa contra queimaduras, envelhecimento precoce e danos ao DNA da pele.


2. Fator de proteção solar (FPS)


Não adianta escolher um FPS muito baixo se você vai ficar muitas horas exposto ao sol. Para uso diário, geralmente recomendamos FPS 30 ou mais; mas se a exposição for intensa, no calor ou na praia, um FPS mais elevado pode fazer diferença.


3. Textura adequada ao tipo de pele


Se a sua pele é oleosa, vale apostar em fórmulas mais leves, em gel ou não comedogênicas. Para peles secas, protetores mais cremosos ou enriquecidos com hidratantes ajudam a manter o conforto.


4. Resistência à água e reaplicação


Em dias quentes, transpiramos mais. Por isso, usando protetor solar resistente à água, você mantém a proteção por mais tempo. Ainda assim, é importante reaplicar a cada duas horas ou após nadar ou suar bastante.


5. Ingredientes e tolerância da pele


É importante verificar os ativos do protetor: filtros físicos (como óxido de zinco) são mais suaves para peles sensíveis, enquanto filtros químicos têm texturas mais fluidas. Também é bom evitar fórmulas com componentes que você já sabe que irritam sua pele.


Além dessas recomendações, Lorena reforça outros cuidados essenciais, destacando que o uso de chapéu, óculos escuros e roupas com proteção UV, sempre que possível, aliado ao hábito de evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, é fundamental. A professora ressalta, porém, que a atenção à radiação ultravioleta deve existir todos os dias, inclusive em dias nublados e mesmo dentro de ambientes internos com luz natural: “Essa exposição acumulada, ao longo dos anos, é o principal fator de risco para o câncer de pele, como também de manchas, envelhecimento precoce e outras alterações causadas pela radiação”.


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Saiba por que as mulheres têm mais dificuldade para emagrecer

 

📸 Prostock - Studio

“Não é falta de foco nem de disciplina, o corpo feminino responde de forma diferente à perda de peso”, afirma o médico Gabriel Almeida

 

 Se emagrecer fosse apenas uma questão de força de vontade, muitas mulheres já teriam resolvido essa equação há muito tempo. A realidade, porém, é outra: a balança demora a responder, o inchaço aparece sem aviso, a fome varia ao longo do mês e o esforço parece nunca ser proporcional ao resultado. Esse padrão, tão comum, costuma ser tratado como falha individual, quando na verdade reflete como o corpo feminino funciona. 

Na prática, mulheres perdem peso de forma diferente porque gastam menos energia em repouso. O organismo feminino tende a ter menos massa muscular e maior percentual de gordura corporal, o que reduz o gasto calórico diário. Isso significa que dietas e rotinas de exercício iguais podem gerar resultados distintos entre homens e mulheres, especialmente nas primeiras semanas. A frustração aparece quando a comparação entra em cena e ignora essas diferenças estruturais.

 

Outro fator pouco discutido é a forma como a gordura é distribuída no corpo feminino. Regiões como quadril e coxas concentram gordura subcutânea, menos prejudicial à saúde, mas mais resistente à mobilização. É comum que o peso diminua antes que as mudanças visuais apareçam, criando a sensação de estagnação. Esse desalinhamento entre esforço e percepção costuma levar a estratégias extremas, que raramente se sustentam.

 

As oscilações hormonais adicionam uma camada extra de complexidade. O ciclo menstrual influencia apetite, retenção de líquidos, disposição e humor. Em determinados períodos, especialmente antes da menstruação, a fome tende a aumentar e o corpo retém mais líquido, o que impacta a balança sem representar ganho real de gordura. Ignorar esse fator faz com que muitas mulheres interpretem respostas fisiológicas normais como fracasso do plano alimentar.

 

O sono também pesa mais do que se imagina. Dormir pouco altera hormônios ligados à fome e à saciedade, reduz a energia para se exercitar e aumenta a busca por alimentos mais calóricos. A consequência é uma sequência de decisões piores ao longo do dia, mesmo entre pessoas disciplinadas. O emagrecimento, nesse cenário, deixa de ser uma questão de escolha e passa a ser afetado pelo cansaço acumulado.

 

O estresse fecha esse ciclo. Rotinas sobrecarregadas elevam o cortisol, hormônio que favorece o armazenamento de gordura e aumenta o impulso por recompensas rápidas, como comida. Em períodos de pressão emocional, muitas mulheres percebem que o emagrecimento desacelera ou simplesmente para. Tratar esse efeito como falta de comprometimento apenas aprofunda a frustração.

 

Há ainda a fome emocional, um comportamento recorrente e pouco admitido. Comer passa a funcionar como pausa, alívio ou recompensa em dias exaustivos. Não se trata de descontrole, mas de um padrão aprendido, reforçado pela rotina e pela exaustão mental. Sem identificar esses gatilhos, a tendência é repetir o ciclo, mesmo com boa informação nutricional.

 

Para o cirurgião geral Gabriel Almeida (CRM 180956), que também atua com acompanhamento em emagrecimento, o erro mais comum é tratar o processo feminino com a mesma lógica aplicada aos homens. “O emagrecimento melhora quando deixa de ser uma briga diária e passa a ser um plano que respeita metabolismo, hormônios e rotina”, afirma. Na prática, isso envolve fortalecer a musculatura para elevar o gasto energético, estruturar a alimentação para favorecer saciedade e ajustar expectativas aos momentos mais sensíveis do mês.

 

O ponto de virada não está em fazer mais esforço, mas em fazer esforço com entendimento. Quando a mulher para de se comparar e começa a observar como o próprio corpo responde, o processo ganha consistência. “O problema não é o corpo feminino. É insistir em estratégias que ignoram como ele funciona”, conclui o médico.



Aprenda dicas de finalizações práticas manter os cabelos leves e com movimento no verão

Especialista do Pelle Capelli ensina truques simples para conquistar fios com textura, volume e naturalidade na temporada mais quente do ano

 

Com as altas temperaturas se aproximando, o desejo por cabelos soltos, com movimento e aparência natural cresce entre quem busca praticidade sem abrir mão do estilo. Apostar em finalizações rápidas é a forma mais inteligente de adaptar a rotina de beleza aos dias quentes e ainda garantir leveza aos fios sem pesar no acabamento.

Um truque que está em alta é a aplicação de ativador de cachos com os cabelos ainda bem molhados, para todos os tipos de cabelo. Esse cuidado ajuda na definição e impede o frizz, mantendo o visual fresco e disciplinado mesmo em dias de calor intenso. O segredo é distribuir bem o produto, evitando excessos e garantindo uma finalização uniforme do comprimento às pontas.

Após a aplicação, o ideal é secar com difusor em temperatura média por poucos minutos, o suficiente para manter a forma natural dos fios sem agredir o cabelo. Essa etapa é fundamental para preservar o brilho e proporcionar um caimento leve, com volume equilibrado e aparência saudável durante todo o dia.

“Os dias quentes pedem praticidade, por isso gosto de trabalhar com produtos que valorizam o movimento e realçam a textura natural. Além do ativador de cachos, mousses e leave-in leves são grandes aliados para criar um visual despojado e moderno sem comprometer a saúde capilar”, comenta Fabiane Paulin, cabeleireira do Pelle Capelli.

Com os fios secos, o toque final vem com o uso de um spray de efeito praia, que adiciona textura e traz um toque especial às ondas. O produto ajuda a criar o estilo praiano e é ideal para todos os tipos de cabelo, deixando o visual mais solto e com volume natural, perfeito para a rotina acelerada dos dias de calor.

“A grande vantagem dessas finalizações é a versatilidade. Elas funcionam em diferentes texturas capilares e comprimentos, além de poder ser adaptadas para qualquer ocasião, do dia a dia ao pós-praia. O importante é não exagerar nos produtos e entender o limite de cada fio”, complementa a especialista do Pelle Capelli.

Além da estética, a saúde dos fios também é um fator que merece atenção. O uso constante de calor e exposição solar exige hidratação frequente, preferencialmente com máscaras leves e óleos nutritivos em pequenas quantidades. Essa combinação garante maciez, brilho e resistência mesmo diante do clima seco e das altas temperaturas.

“Cuidar dos cabelos no verão é tão essencial quanto cuidar da pele. A escolha certa de produtos, associada à proteção e uma boa finalização, faz toda a diferença para manter o cabelo bonito, leve e cheio de movimento em todos os momentos até o fim da estação”, finaliza Fabiane.

 


Pelle Capelli
Rua Siqueira Campos, 1000, Santo André, Brasil - 09020-240.
Site: https://pellecapelli.com.br/
Instagram: @pellecapellioficial/


Médicas listam 12 nutrientes que ajudam a proteger sua pele dos efeitos do sol

12 nutrientes que protegem sua pele do sol

Especialistas listam os 12 principais nutrientes que ajudam a cuidar e proteger contra os efeitos do Sol 

 

Com a chegada do verão, a exposição ao sol aumenta e exige atenção redobrada com a saúde da pele. Mais do que o uso diário do protetor solar, a alimentação pode ser uma grande aliada contra os danos causados pelos raios ultravioletas (UV), graças a nutrientes que atuam como antioxidantes, que ajudam a  combater os radicais livres e reduzem o envelhecimento precoce.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de pele é o tipo mais comum no mundo, representando cerca de 1 em cada 3 diagnósticos de câncer. Embora o uso do filtro solar seja indispensável, a ciência mostra que determinados alimentos podem potencializar a defesa natural da pele. 

“A fotoproteção é multifatorial. Não se trata apenas de passar protetor solar, mas também de fortalecer o organismo de dentro para fora. Nutrientes antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres gerados pela exposição solar, prevenindo manchas, rugas e até alguns danos celulares mais profundos”, explica a dermatologista Dra. Lorena, dermatologista  da Afya Ribeirão Preto. 

A nutrologia também reforça essa conexão entre prato e pele. Segundo a doutora Marcela Reges, nutróloga da Afya Goiânia, muitas pessoas buscam cápsulas milagrosas de vitaminas, mas esquecem que o melhor caminho é a alimentação equilibrada. “A base para uma pele saudável e protegida sempre será a alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, boas fontes de proteínas e gorduras. Cápsulas não substituem a nutrição natural que vem dos alimentos, elas podem complementar, mas nunca ocupar o lugar da comida de verdade”, explica a médica.


Os  nutrientes mais recomendados pelas especialistas para a saúde da pele em tempos quentes:

As médicas destacaram os principais nutrientes que, segundo elas, são essenciais para fortalecer a proteção natural da pele e mantê-la saudável nos períodos de maior incidência solar. A grande maioria destes componentes ajudam a prevenir os danos causados pelos raios UV, contribuem para a regeneração celular e favorecem uma aparência mais firme e luminosa. São eles:


1. Vitamina C 

Presente em frutas cítricas, acerola, kiwi e pimentão.Auxilia na produção de colágeno e tem forte ação antioxidante.a


2. Vitamina E 

Encontrada em oleaginosas (castanhas, amêndoas), sementes e azeite de oliva. Protege as membranas celulares contra danos oxidativos.


3.  Licopeno 

Nutriente presente no tomate, melancia e goiaba. Tem efeito fotoprotetor, ajudando a reduzir a vermelhidão após a exposição solar.


4.  Betacaroteno

Abundante em cenoura, abóbora e manga. Contribui para a pigmentação da pele e aumenta a resistência contra os raios UV.


5. Polifenóis 

Encontrados no chá-verde, cacau e frutas vermelhas. Combatem processos inflamatórios e reduzem os danos oxidativos causados pelo sol.


6. Ômega-3 

Presente em peixes de água fria (salmão, sardinha), linhaça e chia. Ajuda na integridade da barreira cutânea, prevenindo inflamações e ressecamento.


7. Selênio

Potente antioxidante que atua em enzimas de defesa celular (glutationa peroxidase). Contribui na redução de danos causados por radicais livres.


8. Astaxantina 

Carotenoide com forte ação antioxidante e anti-inflamatória. Possui efeito protetor contra fotoenvelhecimento, contra rugas e manchas.


9. Polypodium leucotomos 

Extrato de samambaia tropical com ação antioxidante e imunomoduladora, adjuvante na fotoproteção.


10. Luteína: carotenoide  

Encontrado em vegetais verdes e ovos, protege a pele e também os olhos contra a luz visível e a radiação azul.


11. Nicotinamida (vitamina B3) 

 Atua na reparação do DNA celular, reduz o risco de queratoses actínicas e até de câncer de pele não melanoma em grupos de risco.


12. Picnogenol (extrato do pinheiro marítimo francês) 

Rico em polifenóis, melhora a microcirculação, aumenta a elasticidade da pele e auxilia na proteção contra radiação UV.


Guia para o verão: 4 tratamentos estéticos que estão entre os mais procurados da temporada

 

Com a proximidade do verão, cresce a procura por procedimentos estéticos não cirúrgicos e mais acessíveis, que unem praticidade e resultados eficazes. Seja para reduzir a gordura localizada ou cuidar da pele, esses tratamentos tornam-se aliados poderosos na conquista de bem-estar, autoestima e confiança. Conheça os quatro mais procurados na Vivere Estética Avançada:


 

1. Depilação a laser

 

Reconhecida pela praticidade e pela eliminação definitiva dos pelos, é uma das técnicas mais buscadas nesta época. Na Vivere, é utilizada a tecnologia do aparelho Hakon, um dos mais modernos do mercado brasileiro, que conta com quatro tipos de laser, permitindo maior personalização para diferentes tipos de pelos e garantindo segurança, sem risco de queimaduras. O ideal é iniciar o protocolo de três a seis meses antes do verão, com sessões mensais, assegurando a redução progressiva dos pelos e a liberdade de aproveitar os dias quentes com a pele lisa e sem preocupações.


 

2. Criolipólise

 

Tratamento indicado para eliminar gordura localizada por meio do resfriamento controlado, que provoca a degradação das células de gordura, eliminadas naturalmente pelo corpo. No protocolo de tratamento da Clínica Vivere, em apenas uma sessão é possível reduzir de 30% a 40% dessas células da região tratada. Como os resultados aparecem gradualmente, dia após dia, e se completam em aproximadamente 45 dias, recomenda-se iniciar o tratamento de três a seis meses antes do verão.

 

3. Radiofrequência

 

Excelente para combater a flacidez, estimular a produção de colágeno e promover a regeneração da firmeza e elasticidade da pele. O protocolo envolve sessões a cada 21 dias, sendo recomendado iniciar cerca de quatro meses antes do verão, em um ciclo mínimo de seis sessões regulares.


 

4. Massoterapia

 

Inclui técnicas como drenagem linfática, massagem modeladora e bumbum up, que favorecem a circulação, auxiliam na redução de medidas e combatem a retenção de líquidos. Pode ser realizada uma ou duas vezes por semana, de acordo com a necessidade individual. 


Segundo a sócia-proprietária da Clínica Vivere, Jessie Walter, a proposta vai muito além da estética: “Nosso objetivo não é apenas transformar a aparência, mas proporcionar a sensação de ver algo que antes incomodava tornar-se motivo de alegria e autoconfiança. Aqui na clínica, percebemos que até uma pequena mudança no corpo pode gerar uma grande transformação positiva no comportamento e no emocional do paciente. O externo reflete no interno, e a pessoa desabrocha para a vida. É muito gratificante ver as pessoas se sentindo melhor consigo mesmas!”



Emagrecimento Consciente

Alessandra Buoso utiliza Radiestesia para identificar causas emocionais que impedem a perda de peso.

 

Com o início do ano, a busca por uma vida mais saudável e pelo corpo ideal torna-se a prioridade número um. No entanto, muitas pessoas enfrentam dificuldades que vão além das calorias. Para oferecer uma visão profunda sobre esse desafio, a Terapeuta Integrativa Alessandra Buoso aplica a Jornada do Emagrecimento Consciente, uma abordagem que utiliza a Radiestesia para investigar as causas raízes e os bloqueios invisíveis que podem estar travando o metabolismo e a motivação.

 

O Equilíbrio entre a Ciência e a Energia

Alessandra Buoso reforça que o emagrecimento de sucesso é multifatorial. Enquanto o campo energético é tratado através da Radiestesia, é fundamental que o paciente mantenha o acompanhamento com médicos, nutricionistas e realize exames periódicos. A prática de exercícios físicos com o apoio de especialistas também é indispensável. A proposta da terapeuta é atuar de forma complementar, limpando as travas emocionais para que o esforço feito na dieta e na academia traga resultados muito mais rápidos e duradouros.

 

Investigando o Mapa da Evolução da Alma

Na execução desta técnica, Alessandra utiliza o Mapa de Evolução da Alma para identificar em qual estágio o paciente se encontra. Através de placas sistêmicas, é possível detectar se o excesso de peso está ligado a lealdades familiares, traumas antigos ou mecanismos de proteção do subconsciente.

 

O maior benefício da Jornada é desprogramar gatilhos de sabotagem e registros de escassez que muitas vezes levam à compulsão alimentar. Ao tratar o ambiente e o emocional, o corpo deixa de sentir a necessidade de carregar o peso extra como uma armadura, permitindo que o cliente retome seu poder pessoal e sua vitalidade.

 

Um Recomeço com Leveza em 2026

Agora que o ano novo começou, o foco é a renovação. A Jornada do Emagrecimento Consciente funciona como um suporte para quem deseja resultados consistentes neste novo ciclo. Ao liberar o campo vibracional de mágoas e padrões repetitivos, Alessandra Buoso ajuda o paciente a criar um novo relacionamento com a comida e com o próprio espelho. 

Como terapeuta, Alessandra atua na organização dessa egrégora de cura, permitindo que o paciente se sinta seguro e amparado para realizar as mudanças necessárias no estilo de vida. É a união do cuidado médico profissional com a limpeza energética profunda para um 2026 verdadeiramente leve. 

Especialista em Terapias Energéticas, Mestre em Reiki Usui e Hipnoterapeuta, Alessandra Buoso guia o paciente para romper ciclos e destravar sua vida através da limpeza de campos vibracionais em mesas de radiestesia


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