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domingo, 4 de janeiro de 2026

A coragem de reaprender a habitar o próprio corpo

Na autobiografia "Quando o Processo Me Pegou Pelo Braço — Com Licença, Estou Me Reencontrando", Tati Riceli reúne memórias que atravessam recomeços e saúde emocional


Como quem abre uma janela depois de anos com a cortina fechada, não para prometer paisagens perfeitas, mas para permitir que o ar finalmente entre, Tati Riceli apresenta o relato de um reencontro profundo com a mente, o corpo, o cotidiano e consigo em Quando o Processo Me Pegou Pelo Braço — Com Licença, Estou Me Reencontrando. Entre memórias afiadas e metáforas delicadas, ela transforma a própria trajetória em uma literatura sensível e reflexiva, ao contar sobre a cirurgia bariátrica, o trabalho na área de Recursos Humanas e uma longa jornada de análise terapêutica.  

Ao recordar diferentes sentimentos — como a sensação de amor evocada pelo cheiro de alho refogado nas reuniões em família — a autora costura um mosaico afetivo desde a infância até a fase adulta. Contudo, somente duas décadas após a bariátrica e um processo intenso de autoconhecimento, ela compreendeu que a comida havia assumido, por muito tempo, o papel de anestesia e fuga. A partir dessa descoberta entendeu que o autoconhecimento não é uma fórmula pronta, mas um recomeço contínuo sustentado por pausas, consciência e reconexão. 

É justamente desse olhar atento que nasce a forma como a escritora narra as pequenas mudanças que transformaram seu cotidiano. Com uma linguagem refinada e temperada por toques de comédia existencial, Tati descreve a importância de dizer não, reconhecer limites, buscar apoio, fazer terapia e reconstruir sua presença no mundo. Ao relatar esse percurso, mostra o que significa reaprender a habitar o próprio corpo, compreender o peso do afeto, respeitar os silêncios e encontrar beleza nas imperfeições em diferentes circunstâncias da vida. 

“Escrevi este livro quando compreendi que o meu processo não era uma dieta, mas um reencontro, um retorno sensível a mim mesma. Não falo de antes e depois na balança, mas do território vivo entre esses extremos. É nesse intervalo que quem sempre cuidou de todos aprende, enfim, a se incluir. O processo não é fórmula nem milagre: é presença. Um convite para habitar o próprio corpo com a delicadeza que tantas vezes dedicamos só aos outros”, disse Tati Riceli.  

Organizado em capítulos independentes, o livro se afasta do modelo tradicional de memórias e adota uma narrativa única de escrita, em que cada parte nasce de uma dor ressignificada, que só é contada quando o sentir já se transformou em compreensão. Essa estrutura cria um percurso em espiral, no qual corpo, mente e alma se complementam, revelando novas camadas de lucidez. A obra conta ainda com um “Dicionário de Emoções Disfarçadas”, que acompanha cada capítulo e traduz sentimentos cotidianos em expressões poéticas e espirituosas para diferentes contextos e momentos. 

A autora também incorpora à trama vivências da vida adulta e visita temas como os desafios de manter uma rotina, a relevância de cultivar o bom humor, a busca por fortalecer a própria autoestima e, como mulher gay, reforça a importância do respeito às diferenças. No fim, a obra mostra que o processo de se reencontrar é um ato de coragem e que seguir adiante, mesmo sem roteiro, pode revelar uma beleza inesperada. “A escrita é uma forma de dar passagem ao que amadurece em silêncio, de transformar o vivido em palavra e o aprendizado em arte”, conclui.  


FICHA TÉCNICA
 

Título: Quando o Processo Me Pegou Pelo Braço 
Subtítulo:
Com Licença Estou Me Reencontrando 
Autora:
Tati Riceli  
Editora
: Ipê das Letras  
ISBN:
978-65-286-0012-0 
Páginas:
128
Onde encontrar
: Amazon e-book (R$ 25,00) | Amazon físico (R$ 43,90) | R$ Loja Ipê das Letras (R$ 42,00) | Site da autora 

Sobre a autora: Executiva por escolha e escritora por essência, a carioca Tati Riceli costura palavras como quem borda sentido no cotidiano. Formada em Administração, ela atua numa multinacional, onde lidera projetos que unem eficiência, cultura e propósito. Com o olhar humano de gestora e a escuta de quem trabalha com gente, a autora escreve poemas para a Revista Autorretratos e participa de antologias literárias que celebram a sensibilidade e o cotidiano com humor e verdade. Quando o Processo Me Pegou Pelo Braço — Com Licença, Estou Me Reencontrando marca sua estreia na literatura. 

Instagram: @tatianariceli.autora  

LinkedIn: Tatiana Riceli  

Site: https://tatiriceli.com.br/  

 

O poder do perdão: entenda como superar sentimentos de mágoa e vingança podem contribuir para a saúde e vida plena

Estudos científicos apontam os benefícios do perdão à saúde física e emocional. Especialista em autoconhecimento e desenvolvimento do potencial humano dá dicas de como trabalhar este processo.

 

Ao longo da vida, inúmeras situações e acontecimentos podem levar ao acúmulo de mágoas e ressentimentos relacionados às pessoas que consideramos terem nos feito algum mal. São sentimentos complexos que, muitas vezes, nos levam a um ciclo de vingança – até mesmo inconscientemente – que acaba minando nossas relações e impactam diretamente na maneira como nos portamos e sentimos perante a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor.

Longe de ser um processo simples, o ato de perdoar é ainda o melhor caminho para o sucesso de uma vida plena e de paz. De acordo com pesquisadores da Universidade do Tenesse, nos Estados Unidos, as pessoas tendem a se sentir menos hostis, irritadas e chateadas quando param de se vingar e perdoam, o que melhora a qualidade do sono, a tensão, a raiva, a fadiga e a depressão. Outro estudo, feito por cientistas da Universidade Baylor, também nos Estados Unidos, aponta que é muito mais fácil perdoar a si mesmo – e acabar com os efeitos devastadores do ressentimento – quando se pede e obtém perdão daqueles que magoamos. Ainda nesse sentido, uma pesquisa publicada no Journal of Behavior Medicine concluiu que as pessoas capazes de perdoar incondicionalmente vivem por mais tempo do que aquelas que perdoam mediante alguma condição, como um pedido de desculpas.

“Perdoar, muitas vezes, não significa retomar um compromisso ou uma relação. O que o perdão faz é nos dar a capacidade de deixar o passado para trás. Quando perdoamos, recuperamos nosso bem-estar, nossa autoestima, amor-próprio e satisfação pessoal, independentemente de fatos e pessoas. Trata-se de uma escolha que nos permite ter uma vida mais leve, feliz e satisfeita, mesmo com tudo que nos aconteceu. E principalmente, encontramos uma paz interior duradoura e indescritível”, explica Heloísa Capelas, especialista em autoconhecimento e desenvolvimento do potencial humano que lançou, recentemente, o livro “Inovação Emocional”, cujo caminho perpassa pela importância do perdão.

Heloísa destaca a relevância do autoconhecimento no processo de perdoar. Entender nossas emoções, o que nos leva a nutrir determinados desapontamentos e assumir nossa parcela de responsabilidade nessas situações. “Identificamos nossos algozes e direcionamos toda a culpa sobre eles, esquecendo que todos têm suas contribuições. Entramos em um ciclo vicioso de vingança, ainda que seja com pequenas atitudes, a fim de que aquela pessoa pague pelo mal que nos fez. Infelizmente os maiores prejudicados somos nós mesmos, pois os efeitos desses sentimentos são extremamente nocivos para nossa saúde psíquica, cardiovascular, podendo levar até o surgimento de casos de câncer e diabetes, conforme já apontaram alguns estudos”, comenta.

Para romper com esses processos de raiva e mágoa, a especialista aponta que o primeiro e mais importante passo é a autorresponsabilização, uma iniciativa que breca o remoer da culpa e procura por culpados e passa a reconhecer as próprias emoções. “A responsabilidade por si mesmo permite que se compreenda seus caminhos, vontades, escolhas e decisões. Tudo isso é seu, inclusive, a maneira como lida com sua mágoa e dor. Não temos controle sobre o outro, mas podemos tê-lo sobre nós mesmos. Não podemos esperar que o outro tome uma atitude de pedir perdão ou nos perdoar, isso deve partir de nós mesmos. Para quê ficar visitando uma dor e remoendo aquele mal inúmeras vezes ao longo da vida? Já parou para pensar que cada um tem uma limitação e age dentro de suas condições, fazendo o melhor ou entregando o melhor que pôde em determinado momento? Pensar desta forma e entender as circunstâncias pode ser libertador”, orienta.

Para entender como o processo do perdão pode ser colocado em prática, baseado na autonomia emocional e autoconhecimento, além de “Inovação Emocional”, Heloísa é autora também de “Perdão, a revolução que falta” e “O Mapa da Felicidade”, que estão disponíveis em diversas livrarias do país. De forma didática e expondo diversas situações vivenciadas por diferentes pessoas, Heloísa Capelas propõe uma jornada repleta de exercícios que permitem alcançar este ato de inteligência tão importante atualmente.

 

Heloísa Capelas - especialista em desenvolvimento humano por meio do autoconhecimento e do aumento da competência emocional há cerca de 40 anos. Mentora de líderes, aplica cursos com a Metodologia Hoffman, considerada por Harvard um dos trabalhos mais eficazes na mudança de paradigmas para líderes. É autora dos best-sellers “Inovação Emocional” (2021), O “Mapa da Felicidade” e “Perdão, a revolução que falta”. É expert em processos transformativos e psico-dinâmica aplicada aos negócios, coach e master practitioner em Programação Neurolinguística (PNL). CEO do Centro Hoffman, no Brasil, está também à frente da Câmara Feminina do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

 

VEJA COMO ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO INFANTIL DAS CRIANÇAS NAS FÉRIAS ESCOLARES

Saiba como brincadeiras e atividades podem estimular o desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças
 

Estamos nas férias escolares, período em que os pais procuram maneiras de entreter seus filhos para que eles se mantenham ocupados e gastando muita energia, principalmente durante a primeira infância, que se estende até os seis anos. Nessa fase, a curiosidade das crianças está em alta e, muitas vezes, o celular acaba se tornando a principal fonte de diversão em casa, o que pode impactar negativamente no desenvolvimento infantil. 

Segundo o neurocirurgião e especialista em desenvolvimento infantil, Dr. André Ceballos, é essencial compreender que brinquedos e brincadeiras são grandes aliados no desenvolvimento mental e cognitivo das crianças. “Nessa etapa, áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, memória, concentração e raciocínio lógico estão em intenso desenvolvimento. Explorar essas capacidades por meio de atividades lúdicas contribui para o seu desenvolvimento saudável”, comenta Ceballos. 

Além disso, nessa idade, brincadeiras em grupo são muito benéficas, pois ajudam no desenvolvimento de habilidades sociais e na construção de vínculos afetivos. "Por volta dos seis anos, as crianças começam a fase da leitura e demonstram grande curiosidade. Esse é o momento ideal para introduzir brinquedos e livros que estimulam tanto o aprendizado quanto a imaginação", complementa o especialista. 

Para ajudar os pais nessa missão, Ceballos lista uma série de atividades e brinquedos para que os pais possam realizar com os filhos nas férias escolares.
 

Quebra-cabeça e jogo da memória

Esses jogos são ótimos para ajudar no desenvolvimento motor, pois exigem que a criança use as mãos de forma coordenada para encaixar as peças corretamente. Segundo o especialista, esses jogos estimulam a paciência, concentração e raciocínio lógico, já que a criança precisa pensar e lembrar onde as peças se encaixam. E quando jogados em grupo, como com a família ou amigos, tornam-se ainda mais divertidos já que ajudam a fortalecer habilidades sociais.
 

Caça ao tesouro

Segundo Ceballos, a caça ao tesouro também é uma atividade que estimula todos os sentidos da criança. Ela desperta a curiosidade ao desafiar os pequenos a encontrar pistas escondidas e a resolver enigmas para alcançar o prêmio final. “Essa brincadeira é excelente para promover o trabalho em equipe, pois as crianças aprendem a colaborar e se ajudar para encontrar a solução. Além disso, desenvolve o raciocínio lógico e a interpretação, já que as pistas geralmente exigem que a criança pense e compreenda informações para avançar”, explica.
 

Desenhar/pintar

Já quando a criança desenha ou pinta, ela está trabalhando a destreza e a precisão dos movimentos das mãos e dos dedos. Isso melhora a coordenação motora fina e a coordenação mão-olho, essencial para o desenvolvimento de habilidades como escrever. Ao se expressar através das cores e formas, a criança desenvolve a criatividade, o que é fundamental para o pensamento crítico e resolução de problemas. É uma atividade divertida que também pode ser usada para ensinar conceitos como formas, cores e até histórias.
 

Cozinhar em família

Cozinhar juntos é outra ótima maneira de ensinar a criança sobre matemática de forma prática e divertida. Ao medir ingredientes, contar itens e seguir receitas, ela aprende conceitos como números, medidas e sequências, de forma lúdica e aplicada. “Essa atividade pode ajudar a desenvolver a leitura, já que a criança pode precisar ler instruções ou embalagens. Cozinhar em família também fortalece os laços afetivos, ensina habilidades de colaboração e proporciona uma experiência divertida de aprendizado em conjunto”, sugere.
 

Jardinagem

Nesta fase, a curiosidade e o desejo de explorar são características marcantes. Atividades ao ar livre podem ser extremamente benéficas, abrangendo desde a escolha de um local para plantar até o aprendizado sobre como regar e cuidar das plantas. Essa é uma experiência rica e completa. Mesmo para crianças que vivem em apartamentos, é possível criar mini-hortas ou cultivar pequenos vasos de plantas, transformando o cuidado diário em uma atividade educativa e prazerosa ao longo das férias. 

Ceballos ressalta que o mais importante é que os pais também aproveitem esse período para fortalecer o vínculo com os filhos e criar memórias significativas. “As férias escolares são uma ótima oportunidade para os pais se conectarem de forma mais profunda com as crianças, participando de suas descobertas e compartilhando momentos de alegria e aprendizado”, conclui o neurocirurgião. 

Ao colocar em prática essas sugestões, os pais, ou responsáveis, não só ajudam no desenvolvimento das crianças, mas também criam um ambiente acolhedor e estimulante para o crescimento emocional e cognitivo.


 

Dr. André Ceballos - Médico neurocirurgião, Ceballos atua como Diretor técnico do Hospital São Francisco, referência no diagnóstico e tratamento de crianças com transtornos do desenvolvimento. O médico tem como missão identificar precocemente condições que possam comprometer o pleno desenvolvimento das crianças, oferecendo intervenções terapêuticas baseadas nas melhores evidências científicas. A atuação do Dr. Ceballos vai além do atendimento clínico e da gestão hospitalar e reconhecendo a importância da informação e da educação para a saúde pública, se dedica a projetos de divulgação e conscientização sobre os marcos do desenvolvimento infantil, com o objetivo de influenciar políticas públicas que beneficiem especialmente as populações mais vulneráveis. Saiba mais em:Link


As soluções que a oratória traz na vida pessoal e profissional das pessoas

Especialista em comunicação e oratória explica como falar e se expressar bem pode fazer uma grande diferença 

 

A oratória é uma habilidade de comunicação, que envolve falar bem, de maneira clara e assertiva, sobre os mais diversos assuntos. Por essa razão, a oratória afeta diretamente as pessoas, pois o ato de se comunicar está relacionado à forma como absorvem e se expressam no mundo, ou seja, a visão que possuem sobre a vida. 

De acordo com Fran Rorato, especialista em comunicação e oratória, a oratória pode ajudar a vida de uma pessoa. No lado pessoal, a oratória contribui efetivamente para a melhoria dos relacionamentos, além de colaborar para mapear o seu lugar no mundo, defendendo opiniões e posições de forma confiante. Já no âmbito profissional, a oratória é uma importante forma de construir networking, liderar, vender suas competências, ideias, ou mesmo, produtos.

Para Fran, este é um caminho para transformar a vida das pessoas. “Vivemos em um momento em que a competição faz as pessoas exaustas de tanta bagagem e muitas vezes, justamente por causa disso, não conseguem comunicar de fato tudo o que são. Então a oratória entra como um processo de libertação, onde elas ganham a capacidade de expor quem é e o que pensa”, explica.

Em relação a pessoas tímidas, engana-se quem pensa que apresentar essa caraterística é sinal de que não vai conseguir ter uma boa oratória. A especialista acredita que não existe problema em ser tímido, mas a partir do momento que atrapalha o crescimento pessoal e também a marca de cada um no mundo, é a hora certa de buscar ajuda profissional para conseguir superar eventuais dificuldades.

Segundo Fran, a diferença entre quem quer ter uma boa oratória para quem não considera relevante é a expectativa de futuro. “Quem busca construir coisas grandes, crescer, deixar sua marca por onde passa, não conseguirá fazer isso sem comunicação eficiente. Os grandes líderes da história, empresários e pensadores, todos tinham essa habilidade em comum. Quem não alimenta expectativa de crescimento ou mesmo prefere a zona de conforto, realmente não precisa se preocupar em desenvolver essa habilidade”, afirma.

Visto este cenário, fica mais fácil entender o motivo de algumas pessoas conseguirem mais destaque que outras, principalmente no mercado de trabalho. No entanto, apesar do objetivo inicial ser o  sucesso no lado profissional, o lado pessoal também será transformado, pois a oratória é um processo que atinge todos os âmbitos da vida.

Por isso, é preciso prestar atenção sobre quais são os pontos que precisam ser melhorados para conseguir êxito. “Existe concorrência em todos os lugares e cada vez mais as pessoas sentem necessidade de ter uma boa oratória, e essa percepção representa um bom sinal. É claro que alguns precisam se desenvolver mais e outros menos, mas o primeiro passo para o sucesso é perceber que o esforço vale a pena e que a iniciativa de transformar sua vida  por meio da oratória precisa ser sua. Nada é fruto do acaso”, finaliza Fran. 



Fran Rorato - atriz, jornalista, especialista em comunicação e oratória, fundadora da 2Talk Show e CEO da rede de escolas de oratória Vox2You em São Paulo. Ao longo da carreira atuou como apresentadora em programas de TV na Record, RedeTV e É+TV e liderou projetos de treinamentos e mentorias voltados para oratória. Atualmente é reconhecida pelo mercado como uma das maiores especialistas do país em comunicação. Com conhecimento e prática, idealizou e fundou a 2Talk Show, empresa de agenciamento e direção artística de palestras, a construção de “palestra show”. A empresária é também conselheira da Vox2You, primeira e maior rede de escolas de oratória da América Latina, com 145 unidades distribuídas em todo território nacional. Fran lidera a operação de São Paulo que reúne três franquias: Moema e Itaim (operando) e Paulista (em fase de projeto criativo - layout da escola). É formada em Artes Cênicas, pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), no Rio de Janeiro; graduada em Relações Internacionais pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro e cursou Psicanálise no Instituto Brasileiro de Psicanálise.


Pais ainda não sabem lidar com o xixi na cama e quase 100% das crianças são punidas

A punição quase sempre é verbal, seguida por castigos e, infelizmente, muitas vezes por meio de agressão física

 

Pesquisa realizada na Universidade Federal de Juiz de Fora, publicada no Journal of Urology, uma das mais importantes revistas científicas na área da urologia, revela que crianças com enurese tem alto risco de sofrer alguma punição, principalmente com palavras ofensivas e humilhação. Entretanto, a agressão física também foi observada, principalmente entre pais que sofreram punição na infância por causa do xixi na cama.

Outra pesquisa, desta vez realizada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicada no Jornal de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) observou uma taxa de punição de quase 100% e em metade dos com agressão física. O estudo envolveu 149 pacientes com idades de entre 6 e 18 anos, diagnosticados com enurese.

O transtorno comum que atinge até 15% das crianças com mais de 5 anos de idade, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), pode acontecer devido a fatores genéticos relacionados a quantidade de urina produzida pela criança durante à noite, ou a disfunção da bexiga durante o sono, ocorrendo, portanto, de forma involuntária, sem qualquer culpa por parte da criança.

O xixi na cama, uma condição comum, afeta a vida psicológica e social da criança. Muitas apresentam alteração emocional e/ou comportamental, como tristeza, alteração do humor, vergonha, baixa autoestima, sensação de culpa, insegurança, isolamento social, baixo rendimento escolar, entre outros. Os pais, por não entenderem bem o problema e estarem estressados, muitas vezes são intolerantes e, por fim, acabam punindo a criança.

De acordo com Dr. Atila Rondon, Urologista, com atuação em Urologia Pediátrica, os pais entendem a enurese como falha no processo educacional dos filhos. "Muitas vezes as famílias ficam estressadas, gerando ansiedade e conflitos. Além de significativa perda de qualidade de vida de todos os envolvidos".

O apoio da família é fundamental para o sucesso no tratamento. "Quem sofre de enurese precisa ser atendido por profissional especializado. O xixi na cama é uma realidade, mas ainda continua sendo tratado como se fosse um grande segredo de família", diz Profa. Dra. Cacilda Andrade de Sá, da Faculdade de Medicina da UFJF e Coordenadora do serviço de Psicologia do Ambulatório de Enurese do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF).

Segundo a Sociedade Internacional de Continência em Crianças (ICCS), a punição não apresenta nenhum benefício terapêutico para a enurese. Ou seja, submeter a criança a qualquer tipo de bronca ou castigo, não resolve o xixi na cama. Pior ainda, esta conduta tende a aumentar a ansiedade e outros efeitos psicológicos sobre a criança, o que pode piorar consideravelmente a situação.


Diagnóstico

Com muita frequência, os distúrbios miccionais não são valorizados nas consultas de rotina, por isso, observar a criança e estar atento aos sinais é fundamental para o diagnóstico. Sabe-se que há grande influência genética, ou seja, se o pai ou a mãe fizeram xixi na cama na infância, o filho tem 44% de chances de também apresentar a enurese. Caso os dois tenha sofrido com o transtorno, este índice sobe para 77%.


Tratamento

O acompanhamento psicólogo é de grande ajuda quando identificados efeitos psicológicos associados. O profissional pode auxiliar na recuperação da autoestima das crianças e também orientar os pais sobre como lidar com o transtorno

 

www.semxixinacama.com.br


Primeira vez: Sexóloga da Hot Flowers desmistifica dúvidas que surgem entre jovens

Perder a virgindade ainda é um tabu para muitos adolescentes, por isso, existem alguns cuidados que podem ser tomados antes dessa decisão.


A primeira vez é um momento especial e como tudo o que é importante em nossa vida e vamos realizar pela primeira vez, não sabemos exatamente como vai ser, mas queremos que seja satisfatório, por isso ficamos ansiosos e isso é natural. Porém, se estivermos com algumas informações e nos dermos à oportunidade de preparar para este momento, tudo pode acontecer de um jeito melhor do que o esperado. 

Perder a virgindade ainda é um tabu para muitos adolescentes. Saber qual o momento certo e o que fazer durante a tão aguardada, e muitas vezes assustadora primeira transa, são algumas das dúvidas que os jovens buscam entender.

“Encarar uma primeira vez pode ser algo assustador para alguns adolescentes, pois com a decisão de realizar um ato sexual vem as dúvidas e preocupações, por isso é importante que o casal tenha certeza que essa é a decisão correta e nunca esquecer do uso da camisinha, assim, a primeira transa tem tudo para ser especial antes, durante e depois” ressalta a sexóloga e consultora da Hot Flowers, Fabiane Dell’ Antônio.

Para desmistificar algumas dúvidas que ainda são existentes entre os jovens, a sexóloga ainda separou cinco dicas que prometem tornar a primeira vez inesquecível.


1-    Autoconhecimento é o primeiro passo 

Para uma primeira vez mais prazerosa é importante dar tempo ao tempo e avançar aos poucos. Namorar, conhecer melhor a si mesmo e ao outro, descobrir e explorar o que agrada ao parceiro, ao mesmo tempo em que vai se permitindo sentir mais a vontade com esses toques em lugares novos do corpo. 


2-    Nem todo mundo sangra na primeira vez

Está comprovado, 4 em cada 10 mulheres não apresentam sangramentos durante a primeira relação sexual. Isso acontece porque hímens são diferentes uns dos outros, assim, alguns formatos se adaptam melhor à relação sexual. Além disso, existem hímens que não ficam totalmente localizados na entrada da vagina ou que são quase "invisíveis". Por isso, a dica é não esquentar a cabeça caso não haja sangramento na primeira transa. Por fim, vale lembrar que, se não houver sangramento, não significa que continua virgem.


3-    A dor varia de pessoa para pessoa

Muitas pessoas imaginam que a dor que alguns sentem durante a primeira vez é ocasionada pelo rompimento do hímen ou porque, como a pessoa nunca havia feito sexo antes, estaria sentindo um leve desconforto, quase como se fosse uma dor de machucado.

Mas não, essa dor faz parte das contrações musculares provocadas pelo medo ou pela ansiedade. É justamente por isso que a maioria das meninas sente esse desconforto. Além disso, o próprio corpo feminino libera substâncias analgésicas que ajudam na hora da penetração e é essa quantidade que controla a intensidade da dor. Quanto mais tranquila você conseguir ficar, melhor e menos incômodo será a relação.


4-    O hímen pode não romper

Alguns hímens possuem mais elasticidade que outros, conhecidos como complascentes. Por isso, nem toda garota tem a sua "pele" rompida na primeira transa. No caso de ela ser mais elástica, acaba voltando ao normal depois da relação. Há casos em que o hímen só rompe totalmente durante o parto.


5-    Meninos também podem ter sangramentos 

O motivo é que eles também possuem uma membrana que pode romper no momento da perda da virgindade. Essa "pele" se chama cabresto e, apesar de seu rompimento ser raro, pode acontecer e até vir acompanhado de sangramento. Mas atenção, diferentemente do que acontece com as meninas, esse rompimento é ruim e precisa de cuidados médicos imediatos.


Diante de onda de calor extrema no país, saiba mitos e verdades sobre o uso de gelo no sexo oral

 

Valua Vitaly

Os termômetros já registraram altas temperaturas em várias regiões do Brasil em, com tanto calor, o gelo ganha destaque na vida sexual dos casais

 

O termômetro está subindo cada vez mais, o que significa que a sua vida sexual também merece um patamar ainda mais quente! Por isso, vamos explorar uma dica refrescante que pode gerar dúvidas em alguns casais: o uso de gelo no sexo oral. Afinal, é permitido ou não? 

Já podemos adiantar que sim! O contraste de temperaturas causado pelo gelo não só vai elevar a temperatura da paixão, mas também intensificará o prazer e a excitação do seu parceiro ou parceira.  

Ficou curioso para saber como usar esse recurso na hora H? Então, continue a leitura e saiba tudo sobre essa experiência gelada e avassaladora! 

 

Por que usar gelo no sexo oral?

O calor veio para ficar e em força! Os termômetros já registraram altas temperaturas em várias regiões do Brasil e o calor poderá se tornar insuportável para muitos. O que faz com que alguns casais busquem maneiras de se refrescar também na hora H e apimentar ainda mais o clima, como o uso de lingeries. Além das vestimentas, muitos costumam usar o gelo para animar a brincadeira com o parceiro (a).  

A água congelada em formato cúbico deslizando suavemente pelas partes mais sensíveis do seu corpo é arrepiante, eletrizante e extremamente excitante. O gelo pode ser seu aliado para intensificar os orgasmos. A sensação de frescor pode amplificar o prazer, tornar cada toque ainda mais inebriante e facilitar a chegada ao clímax.  

Essa é uma prática chamada temperature play — brincadeira com temperatura, em tradução livre, da qual, segundo alguns especialistas, pode ser uma agradável surpresa.  

terapeuta sexual Shamyra Howard, em entrevista à revista americana Women’s Health, explica que:  

“A temperature play é uma forma de brincadeira erótica que aumenta os sentidos através do calor e do frio, tornando o sexo mais explorativo e divertido. [...] Usar calor ou frio dá ao corpo uma onda de sensações que é traduzida em excitação”.  

Assim, não há por que deixar de inovar no sexo durante os dias mais quentes, e usar recursos como gelo e lubrificante de efeito gelado para potencializar o prazer sexual.


Onde usar o gelo?

De acordo com a especialista, o gelo pode ser usado em diversas partes do corpo. 

“Sabemos que o gelo dá uma sensação de resfriamento, então usá-lo em zonas erógenas como pênis, mamilos, clitóris e todas as áreas da vulva pode oferecer algumas sensações prazerosas e de formigamento”, dia Shamyra. 

“Use um cubo de gelo — nas mãos ou na boca — para traçar o corpo da outra pessoa e ver o nível de excitação que ela traz em diferentes áreas do corpo”, acrescenta. 

Apesar das opiniões serem a favor dessa prática, o uso da água congelada pode causar algumas dúvidas e incertezas, como se ela queima a pele. Vamos ver a resposta a seguir!


O gelo queima a pele?

Apesar de não queimar como o fogo, o gelo pode causar danos significativos se não for manuseado com cuidado. A sensação de queimação associada ao gelo ocorre devido à diferença de temperatura entre o gelo e a pele. 

 Acontece que ele é muito mais frio do que a temperatura normal do corpo humano, que é cerca de 37 °C. Quando entra em contato com a pele, ele remove o calor do corpo rapidamente, causando uma sensação de queimação. 

Isso ocorre porque a temperatura extrema da água congelada causa vasoconstrição, ou seja, o estreitamento dos vasos sanguíneos na área afetada, reduzindo o fluxo sanguíneo local e levando à dormência temporária e à formação de cristais de gelo nos tecidos.  

Mas lembre-se: a queimadura só acontece se o gelo for deixado na pelo por muito tempo. Por essa razão, limite o tempo de aplicação e, caso aplique por um tempo prolongado, faça intervalos regulares para permitir que a pele se aqueça naturalmente. Isso ajuda a prevenir lesões causadas pelo frio excessivo.


Mitos e verdades sobre o gelo na hora do sexo oral


Mito 1: É seguro inseri-lo na vagina ou ânus

Essa é uma mentira perigosa! Colocar gelo nas áreas íntimas pode causar irritações e até queimaduras. Então, é melhor mantê-lo longe dessas regiões sensíveis.


Mito 2: Pode substituir o lubrificante

Alguns pensam que a água em estado sólido e congelado é um substituto esperto para o lubrificante, mas não é bem assim. O gelo pode gelar o clima (literalmente) e não é exatamente confortável, podendo machucar a pele delicada. Então, melhor deixá-lo de lado nesse caso e escolher um lubrificante de verdade.


Verdade 1: O gelo causa sensações diferentes na hora do prazer sexual

Por outro lado, tem gente que curte a sensação diferente que o gelo traz pra brincadeira. Pode rolar uma espécie de formigamento e arrepios que, com consentimento e uma boa comunicação, podem apimentar a relação.


Verdade 2: O uso de gelo na hora do prazer reduz inchaço e vermelhidão

Depois da diversão, às vezes, a pele pode ficar vermelhinha e inchada por conta da fricção. Aí sim, o gelo pode entrar em ação, mas com jeitinho.


Verdade 3: O gelo é um ótimo aliado para brincadeiras eróticas 

Alguns casais usam cubos de gelo como parte de jogos sensuais e preliminares. Isso pode ser uma forma divertida de apimentar a relação, mas claro, tudo com consentimento e respeito aos limites do parceiro. É só mais uma forma de esquentar as coisas no quarto!

 

Falando nisso, você sabe como usar o gelo na hora do prazer?

Como usar o gelo no sexo oral?


Comece deixando um cubo de gelo derreter um pouquinho na boca. Aí, na hora do sexo oral, entre em ação com movimentos suaves e sensuais. O contraste de temperaturas vai fazer vocês dois se lembrarem disso por muito tempo!  

Você também pode alternar entre a sensação do gelo e a temperatura natural do corpo. Use-o por alguns segundos e, em seguida, faça movimentos suaves e quentes com a língua e a boca para intensificar a excitação.  

  • Explore outras partes do corpo: além das áreas genitais, você pode usar o gelo em outras partes do corpo durante o sexo oral. Deslize-o delicadamente pelos ombros, pescoço, costas e até mesmo pelos pés para uma experiência sensual completa;
  • Varie a pressão e a velocidade: experimente diferentes pressões e velocidades ao usar o gelo. Movimentos leves e lentos podem ser incrivelmente sensuais, enquanto uma pressão um pouco mais firme pode ser mais estimulante;
  • Comunique-se: a comunicação aberta é fundamental. Pergunte ao seu (sua) parceiro (a) como ele (a) se sente e se está confortável com a sensação do gelo. Ele (a) também pode orientar você sobre a intensidade e os movimentos que prefere;
  • Mantenha a higiene: certifique-se de que suas mãos estão limpas e que o gelo está em um recipiente limpo. Evite usar gelo que esteve em contato com outras superfícies desconhecidas. 

Mas não vai esquecer que não se deve inserir gelo diretamente nas partes íntimas. A melhor jogada é manter o gelo na sua boca, garantindo segurança e, é claro, prazer.


Bala halls preta também vale a pena?

Algumas pessoas gostam de experimentar fazer sexo oral com bala halls preta, para dar aquela sensação refrescante. 

Mas, cuidado! É importante ressaltar que a bala não foi desenvolvida para ser usada durante o sexo. Então, prefira os lubrificantes de efeito gelado ou o próprio gelo para evitar problemas maiores. 

Agora que você sabe todas as nossas dicas especiais, é hora de fazer deste calor um festival de prazeres congelantes e deixar o termômetro das emoções subir!

 

Alcindo Batista


Educação efetiva: como orientar pais para além da positividade

 

Num cenário em que muitos pais desejam ser amados pelos filhos, cresce a confusão entre educar e agradar. Para a psicóloga Aline Graffiette, CEO da Mental One e especialista em orientação parental, é preciso abandonar a ideia de uma “educação positiva” como sinônimo de uma criação permissiva e acolhedora a qualquer custo. “Educação não é sobre positividade, é sobre efetividade”, afirma.


De acordo com a profissional, educar de forma efetiva exige a construção de limites claros e o uso consciente de métodos de correção — não confundir com agressão. “Punição, nesse contexto, não significa bater, mas aplicar consequências adequadas aos comportamentos que desrespeitam regras sociais vigentes”, explica. A ausência de limites, segundo ela, não prepara a criança para o mundo real, que inevitavelmente irá frustrá-la.


A psicóloga alerta para um erro comum: a tentativa de negociar afetos e decisões com as crianças. “Quando os pais cedem demais, a criança aprende a negociar afeto, o que pode resultar em adultos com relacionamentos instáveis e baseados em interesses. Relações não deveriam ser baseadas em poder ou vantagem, mas em afeto genuíno e alinhamento de expectativas.”


Para a especialista, os pais não precisam ser autoritários no sentido negativo da palavra, mas devem exercer autoridade com clareza. “Assim como no ambiente de trabalho, algumas ordens precisam ser cumpridas. Quando os pais têm dificuldade de dizer não, a criança entende que pode fazer tudo do seu jeito. Isso é prejudicial.”


Ela ressalta que educar demanda repetição e constância. “Educar é dizer a mesma coisa centenas de vezes. As pessoas se esquecem de que até para ensinar um cachorro a obedecer, são necessários muitos treinos. Com crianças, é ainda mais complexo, porque envolve formação de caráter, não apenas obediência.”


Graffiette reforça que as crianças buscam limites, mesmo que não saibam expressar isso. “Elas testam até onde podem ir porque precisam saber onde estão as margens. E essas margens são o que permite a elas viver de forma funcional e saudável em sociedade.”


Estudos recentes apontam que a ausência total de limites pode ser mais prejudicial do que a rigidez. “Pais permissivos, que acham que estão poupando os filhos da dor, acabam por tirar deles o senso de direção e a capacidade de desejar. Uma criança que tudo pode perde a volição — ou seja, deixa de ter vontade e propósito.” 


A orientação parental, segundo a CEO da Mental One, é uma ferramenta essencial para pais que buscam um equilíbrio. “Hoje, felizmente, existem profissionais altamente qualificados que ajudam a definir, dentro da realidade de cada família, quais são os limites mais adequados. As leis são as mesmas para todos, mas as margens precisam respeitar o contexto familiar”, conclui.

 

Amor-próprio: psicóloga transpessoal fala sobre a importância desse sentimento

 De acordo com a especialista, as pessoas se dedicam muitas vezes a resolver o problema do outro e sofrem por isso

 

A situação costuma ser corriqueira: a pessoa se preocupa em encontrar um parceiro e viver uma experiência amorosa, mas acaba se esquecendo do principal: sentir o amor-próprio. Mas, segundo a orientadora pessoal Wanessa Moreira, que é pós-graduada em psicologia transpessoal e Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, o amor-próprio deve ser o primeiro amor a ser sentido.

“Devemos ter um amor por nós mesmos, uma autoadmiração. A partir do momento em que você se ama, será capaz de transbordar esse amor para o outro!”, garante a orientadora pessoal. 

Segundo Wanessa, essa necessidade é inerente ao ser humano e tão antiga que consta até mesmo na Bíblia: “amar o próximo como a ti mesmo. Como amar o outro então, se eu não sentir amor por mim?”, indaga a especialista. 

Para a psicóloga transpessoal, a vida acontece a partir de você mesmo. “Não somos perfeitos e mesmo assim podemos nos amar, e aprendendo a amar a nós mesmos como somos, podemos ter um olhar incrível para a vida que nós temos, ao invés de viver a frustração de quem não somos”, afirma. 

De acordo com a Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, aprender a nós amar nos torna menos críticos e julgamos menos o outro, pois aprendemos que cada um é como é. “Deixamos de exigir do outro aquilo que acreditamos ser, e passamos a ter um olhar gentil para o melhor do outro”, argumenta. 

Ainda, segundo a orientadora pessoal, quem não se ama em primeiro lugar, pode não ser capaz de amar ao próximo. “Você vai oferecer ao outro exatamente o que você tem, então se não tem amor-próprio, como vai amar o outro?”, diz.

 

Primeiros passos

 

Wanessa Moreira explica que um caminho incrível de autoconhecimento se inicia quando a pessoa experimenta se ver e se perceber por inteiro. “Mais do que libertar esses monstros você pode abraçá-los, fazem parte da sua história e isso não vai mudar, então por que não colocar eles como parte do caminho percorrido, e reiniciar quem você é a partir de um olhar para o presente momento?”, questiona. 

Para a especialista, as pessoas se dedicam muitas vezes a resolver o problema do outro e sofrem por isso. Ela explica que só é possível viver a sua própria história, auxiliar o outro é importante, mas olhar para si mesmo é essencial. “Muitas vezes esse mecanismo de se doar para o outro acaba sendo uma maneira de se auto desviar. Quando você fica bem com consigo mesmo, você passa a inspirar o outro a cuidar de si próprio e a fazer novas escolhas. Portanto, seja o que você quer viver, se você quer paz, seja paz, se quer amor, seja amor!”, finaliza.

 

http://www.wanessamoreira.com
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Gerir expectativas é chave para saúde emocional

Frustrações constantes estão ligadas à forma como as pessoas criam expectativas sobre si e sobre os outros

 

A dificuldade em lidar com frustrações, conflitos nos relacionamentos e sensação recorrente de decepção tem uma origem comum, a má gestão das expectativas. Em um cenário de cobranças crescentes, metas idealizadas e comparações constantes, aprender a alinhar expectativa e realidade tornou-se um dos principais desafios para a saúde emocional.

Segundo o psicanalista especialista em Desenvolvimento Humano Betto Alves, grande parte do sofrimento emocional não nasce dos fatos em si, mas da expectativa criada em torno deles. “As pessoas sofrem menos pelo que acontece e mais pelo que esperavam que acontecesse. Quando a expectativa não é comunicada, alinhada ou revisada, ela se transforma em frustração”, explica.

No ambiente profissional, a falta de gestão de expectativas está diretamente ligada ao desgaste emocional, conflitos entre equipes e queda de desempenho. “Quando não há clareza sobre papéis, limites e resultados possíveis, cria-se um terreno fértil para cobranças silenciosas e ressentimentos”, afirma Betto. Para ele, isso vale tanto para relações de trabalho quanto para vínculos familiares e afetivos.

Um erro comum, segundo o psicanalista, é confundir expectativa com controle. “Muitas pessoas acreditam que criar expectativas altas é uma forma de motivação, mas na prática isso gera ansiedade e sensação constante de insuficiência. Expectativa saudável é aquela que considera a realidade, o contexto e as limitações humanas”, pontua.

A gestão emocional passa, necessariamente, pelo autoconhecimento. Betto explica que compreender as próprias necessidades e limites é essencial para estabelecer expectativas mais realistas. “Quando a pessoa não sabe exatamente o que precisa, ela projeta no outro uma expectativa confusa, e isso gera ruído, cobrança e frustração”, destaca.

Outro ponto importante é a comunicação. Expectativas não verbalizadas tendem a se transformar em conflitos internos ou externos. “Esperar que o outro adivinhe o que eu quero é uma armadilha emocional. A comunicação clara é uma ferramenta fundamental para relações mais saudáveis”, reforça o psicanalista.

Para Betto Alves, gerir expectativas não significa baixar sonhos ou se conformar, mas amadurecer emocionalmente. “É possível ter ambição, planos e desejo de crescimento sem viver refém de idealizações. A maturidade emocional está em ajustar o que se espera ao que é possível, sem perder o senso de propósito”, afirma.

Em um mundo marcado pela velocidade da informação e pela cultura da performance, a gestão de expectativas se torna um exercício diário de equilíbrio emocional. “Aprender a lidar com frustrações, rever expectativas e aceitar limites não é sinal de fraqueza, é sinal de inteligência emocional”, conclui. 



Betto Alves - Psicanalista especialista em Desenvolvimento Humano
@betto.psicanalista
betto@zipro.com.br
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Psicanalista revela 5 estratégias de como cocriar abundância e transformar metas em realidade para o próximo ano

Método vai além da simples visualização: trata-se de alinhar pensamentos, emoções e ações de forma coerente para atrair as circunstâncias desejadas

 

Com a chegada de 2026, muitas pessoas enxergam o início do ano como uma chance de redefinir metas e criar uma vida mais alinhada com seus desejos. Ainda assim, estudos indicam que a maioria das pessoas abandona suas resoluções de Ano Novo após alguns meses. 

Uma pesquisa da Universidade de Scranton revelou que apenas 8% dos indivíduos alcançam esses objetivos, com a maioria desistindo por volta de fevereiro. Outro estudo, conduzido pela National Library of Medicine, constatou que apenas 19% dos participantes mantiveram suas resoluções por dois anos. Por diferentes razões, as pessoas possuem dificuldades em sustentar metas ao longo do tempo.

De acordo com Elainne Ourives, psicanalista, autora best-seller e especialista em reprogramação mental e física quântica, existem chances reais de transformar a realidade pessoal através de práticas de cocriação. “Essas técnicas ajudam a superar bloqueios, alinhar pensamentos e ações, e elevar a frequência vibracional para atrair prosperidade e bem-estar”, explica.

A cocriação, conforme destaca a especialista, não é apenas um conceito teórico, mas uma prática ativa de colaboração com o universo. Ao adotar essas ferramentas, indivíduos podem se tornar participantes conscientes na manifestação de suas metas e sonhos. “Cocriar é um conceito poderoso que envolve a colaboração entre nós e o universo para manifestar nossos desejos e criar a vida dos nossos sonhos. Não somos meros espectadores passivos nesse jogo da vida, mas sim cocriadores ativos que têm o poder de influenciar e moldar o curso dos acontecimentos”, pontua.

A proposta vai além da simples visualização: trata-se de alinhar pensamentos, emoções e ações de forma coerente para atrair as circunstâncias desejadas. Entre as práticas sugeridas estão a gratidão diária, visualização criativa, afirmações positivas e a liberação de crenças limitantes sobre dinheiro e abundância. A especialista também compartilha uma técnica exclusiva para cocriar recursos financeiros de forma rápida e eficaz, ensinando como alinhar a energia pessoal à frequência vibracional da abundância.


A especialista separou 5 dicas para manifestar abundância em 2026

  1. Pratique gratidão diária: liste diariamente pelo menos cinco coisas pelas quais é grato, incluindo pequenos ganhos financeiros.
  2. Visualize-se em abundância: imagine-se vivendo seus sonhos de forma vívida e emocional.
  3. Repita afirmações positivas: use frases como “eu atraio dinheiro facilmente e constantemente” para reprogramar sua mente.
  4. Aja como se já tivesse abundância: adote comportamentos que refletem a confiança em sua prosperidade.
  5. Desapegue do medo da escassez: substitua pensamentos de medo por afirmações de confiança no fluxo do universo.


Reprogramação mental 

A metodologia combina conhecimentos ancestrais e avanços científicos, permitindo que indivíduos superem barreiras mentais e emocionais que os impedem de alcançar seus objetivos. O método Holo Cocriação, desenvolvido por Elainne, é um exemplo prático de como a união entre ciência e espiritualidade pode gerar transformações profundas.

Elainne também reforça a importância de eliminar crenças limitantes de escassez e substituir pensamentos negativos por afirmações fortalecedoras. “Dinheiro é energia e a forma como pensamos, sentimos e falamos sobre ele influencia diretamente a quantidade que chega até nós. Ao elevarmos nossa vibração e reprogramarmos nossas crenças, atraímos abundância de maneira natural”, conclui.

 

Elainne Ourives - Treinadora mental, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 10 livros; mestra de mais de 260 mil alunos, sendo 120 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil. É ainda idealizadora do Movimento “A Vida é Incrível”, lançado para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos; e criadora da Técnica Hertz®, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas técnicas energéticas do mundo. Para mais informações, acesse https://elainneourives.com.br ou pelo Instagram @elainneourivesoficial.

 

Como a Ciência do Sentir pode transformar 2026

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Psicóloga Beatriz Breves oferece dicas para reintegrar os múltiplos elementos que formam o "Eu"


A fronteira entre o indivíduo e o mundo parece cada vez mais tênue. Não se trata apenas do excesso de informação, mas de como essa frequência externa interfere na vibração humana, gerando um descompasso entre a experiência vivida e o sentir autêntico. Nesse contexto, o equilíbrio passa a ser uma busca por autoconhecimento, capaz de sustentar a lucidez em meio à complexidade do agora.

A chave para essa jornada não reside em fórmulas mágicas, mas na compreensão de que o ser humano é indissociável: corpo, mente e ambiente formam uma unidade. Quando essas dimensões são negligenciadas, por exemplo, o estresse pode se instalar como um padrão vibracional repetitivo. Romper esse ciclo e cultivar uma consciência mais sensível em 2026 exige uma mudança de olhar e a adoção de uma nova perspectiva sobre a própria existência.

Para reintegrar os múltiplos elementos que formam o "Eu", a psicóloga, licenciada e bacharel em física, além de psicanalista, Beatriz Breves, referência da Ciência do Sentir, propõe uma abordagem transdisciplinar. Sua proposta desenvolvida no paradigma vibracional, se fundamenta nos pilares da Psicomplexidade, conceitos aprofundados em sua obra Eu Fractal – conheça-te a ti mesmo. A autora compartilha três caminhos práticos para a reconexão pessoal e a busca de uma harmonia interna, valendo-se da Psicomplexidade como eixo central.


- Valorizar o "Eco Empático": trata-se de momentos de troca genuína, como conversas presenciais ou atividades coletivas, que atendem às necessidades humanas de se sentir em segurança, valorizado e pertencendo. O convívio saudável fortalece vínculos, promove acolhimento e contribui para a diluição das tensões individuais.


- Identificar padrões repetitivos: a tendência humana é repetir comportamentos associados a determinados sentimentos. Assim, por exemplo, quem vivencia o estresse tende a se prender em ciclos estressantes. Reconhecer esses padrões e buscar formas pessoais de auto harmonização permite reorganizar os sentimentos em estruturas mais equilibradas. Ao observar quais gatilhos geram desarmonia, o indivíduo desenvolve recursos internos para deixar de ser refém das circunstâncias, conquistando maior domínio sobre suas ações e reações.


- Ampliar a capacidade de pensar: pensar não é acumular pensamentos, mas observar, refletir sobre si e sobre o meio que o cerca. Esse exercício cria condições internas para uma autocompreensão mais profunda, abrindo a possibilidade de caminhos mais sólidos para escolhas conscientes e alinhadas com a própria essência.

Adotar essas práticas é inaugurar um caminho que vai além da mera reação ao mundo, permitindo que cada gesto se torne expressão de uma autoconsciência mais profunda. Em 2026, a verdadeira inovação não surgirá das máquinas, mas do humano: da redescoberta de que cada indivíduo abriga, em seu interior, um universo tão vasto e intenso quanto o universo que o envolve.

 

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