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domingo, 4 de janeiro de 2026

Amor-próprio: psicóloga transpessoal fala sobre a importância desse sentimento

 De acordo com a especialista, as pessoas se dedicam muitas vezes a resolver o problema do outro e sofrem por isso

 

A situação costuma ser corriqueira: a pessoa se preocupa em encontrar um parceiro e viver uma experiência amorosa, mas acaba se esquecendo do principal: sentir o amor-próprio. Mas, segundo a orientadora pessoal Wanessa Moreira, que é pós-graduada em psicologia transpessoal e Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, o amor-próprio deve ser o primeiro amor a ser sentido.

“Devemos ter um amor por nós mesmos, uma autoadmiração. A partir do momento em que você se ama, será capaz de transbordar esse amor para o outro!”, garante a orientadora pessoal. 

Segundo Wanessa, essa necessidade é inerente ao ser humano e tão antiga que consta até mesmo na Bíblia: “amar o próximo como a ti mesmo. Como amar o outro então, se eu não sentir amor por mim?”, indaga a especialista. 

Para a psicóloga transpessoal, a vida acontece a partir de você mesmo. “Não somos perfeitos e mesmo assim podemos nos amar, e aprendendo a amar a nós mesmos como somos, podemos ter um olhar incrível para a vida que nós temos, ao invés de viver a frustração de quem não somos”, afirma. 

De acordo com a Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, aprender a nós amar nos torna menos críticos e julgamos menos o outro, pois aprendemos que cada um é como é. “Deixamos de exigir do outro aquilo que acreditamos ser, e passamos a ter um olhar gentil para o melhor do outro”, argumenta. 

Ainda, segundo a orientadora pessoal, quem não se ama em primeiro lugar, pode não ser capaz de amar ao próximo. “Você vai oferecer ao outro exatamente o que você tem, então se não tem amor-próprio, como vai amar o outro?”, diz.

 

Primeiros passos

 

Wanessa Moreira explica que um caminho incrível de autoconhecimento se inicia quando a pessoa experimenta se ver e se perceber por inteiro. “Mais do que libertar esses monstros você pode abraçá-los, fazem parte da sua história e isso não vai mudar, então por que não colocar eles como parte do caminho percorrido, e reiniciar quem você é a partir de um olhar para o presente momento?”, questiona. 

Para a especialista, as pessoas se dedicam muitas vezes a resolver o problema do outro e sofrem por isso. Ela explica que só é possível viver a sua própria história, auxiliar o outro é importante, mas olhar para si mesmo é essencial. “Muitas vezes esse mecanismo de se doar para o outro acaba sendo uma maneira de se auto desviar. Quando você fica bem com consigo mesmo, você passa a inspirar o outro a cuidar de si próprio e a fazer novas escolhas. Portanto, seja o que você quer viver, se você quer paz, seja paz, se quer amor, seja amor!”, finaliza.

 

http://www.wanessamoreira.com
http://www.ondasdepossibilidades.com.br
http://www.coachingcorpoemente.com.br

 

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