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domingo, 28 de julho de 2024

Falta de cuidados dentários em pets pode afetar órgãos vitais

Doença periodontal, tártaro e abscessos estão as principais doenças que podem aparecer em cães e gatos e precisam ser tratadas 

 

No mundo dos cuidados veterinários, a saúde bucal dos animais de estimação merece atenção especial. De acordo com Fernanda Muller, médica-veterinária especialista em Odontologia do Grupo Hospitalar Pet Support, a falta de cuidados dentários adequados pode levar a uma série de problemas sérios de saúde em nossos companheiros peludos.

"A saúde oral dos pets é essencial para seu bem-estar geral", afirma Fernanda Muller. "Doenças periodontais não tratadas não só causam dor e desconforto, mas também podem afetar órgãos vitais como coração e rins. É crucial que os tutores adotem medidas preventivas, como escovação regular dos dentes e visitas periódicas ao veterinário para exames odontológicos."

Entre os principais cuidados que devem ser adotados pelos tutores estão:

Escovação regular dos dentes: conforme Fernanda é importante utilizar escovas infantis com cerdas macias e pastas dentais específicas para animais, promovendo a remoção da placa bacteriana e prevenindo o acúmulo de tártaro.

Alimentação adequada: dietas balanceadas também contribuem para a saúde bucal. “Evite alimentos excessivamente duros ou muito moles, principalmente em animais de pequeno porte, pois podem prejudicar os dentes”, explica a médica-veterinária.

Brinquedos dentários: ofereça brinquedos apropriados para a saúde dental, que ajudam na limpeza dos dentes e no fortalecimento da mandíbula. Não ofereça brinquedos de nylon ou ossos e cascos que podem fraturar os dentes.

As principais doenças que podem afetar a saúde bucal dos pets incluem:

Doença periodontal: Fernanda explica que ela é caracterizada por inflamação das estruturas de suporte dos dentes, como gengivas e osso alveolar. Pode levar à perda dentária e impactar a saúde geral do animal.

Tártaro ou Cálculo dental: formação de depósitos duros nos dentes devido ao acúmulo de placa bacteriana não removida pela escovação regular.

Abscessos dentários: infecções dolorosas nas raízes dos dentes, que requerem tratamento veterinário imediato para evitar complicações, como fraturas de mandíbula e comunicações oronasais.




Grupo Hospitalar Pet Support
www.petsupport.com.br


Descubra como manter seu pet em forma

Divulgação
Mars Petcare
Mars Petcare compartilha algumas orientações essenciais para ajudar a controlar o peso corporal e contribuir para a saúde e bem-estar de gatos e cães

 

No cenário atual, em que aproximadamente 59% dos cães e 52% dos gatos apresentam sobrepeso ou obesidade, a importância de um acompanhamento adequado da saúde dos pets é mais evidente do que nunca. Fatores como nutrição desbalanceada, falta de atividade física e predisposição genética favorecem o desenvolvimento dessas condições. 

De acordo com especialistas em Medicina Veterinária, a obesidade não deve ser vista apenas como resultado de escolhas alimentares, mas também como um quadro complexo influenciado por múltiplos elementos, incluindo genética e ambiente. É fundamental que os tutores busquem orientação para a manutenção de um peso saudável e a prevenção de outros problemas de saúde associados à doença, como diabetes e complicações ortopédicas e cardiorrespiratórias. 

"É sempre importante lembrar que é responsabilidade do tutor garantir ao pet uma alimentação, ambiente e rotina saudáveis. O desafio de manter o peso corporal ideal dos animais é diário, e a nutrição adequada tem influência direta na saúde dos gatos e cães", destaca Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil. "Adotar uma abordagem responsável em relação à dieta e ao estilo de vida dos animais pode ajudar a prevenir condições como a obesidade e proporcionar uma vida mais longa e saudável." 

A Mars Petcare, especialista em nutrição e bem-estar animal, detentora das marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, dentre outras, compartilha dicas para auxiliar os tutores a manter o peso do pet sob controle. Confira!

 

Consultas veterinárias regulares

Check-ups periódicos são essenciais para monitorar o peso do pet e identificar fatores de risco precocemente. O Médico-Veterinário pode oferecer orientações personalizadas e ajustar a dieta conforme necessário para garantir a saúde ideal do animal.

 

Atividade física adequada

Exercícios físicos regulares são fundamentais para a saúde dos pets. Cães podem ser incentivados com caminhadas e atividades ao ar livre, enquanto gatos podem se beneficiar de brinquedos que promovam movimento e estimulem seus instintos naturais. A intensidade e a duração dos exercícios devem ser adaptadas à idade, raça e condição física do animal.

 

Alimentação balanceada

Além de oferecer uma alimentação balanceada, a quantidade adequada de alimento tem um impacto significativo na manutenção do peso corporal ideal. Escolher alimentos de qualidade, formulados para atender às necessidades individuais do pet, contribui significativamente para sua saúde a longo prazo. 

Para saber mais sobre a Mars, visite o site.


SRDs: 3 curiosidades sobre os pets mais queridos do Brasil

Shutterstock
Divulgação PremieRpet®
Cães e gatos "vira-latas" predominam os lares brasileiros


Em 31 de julho é celebrado o Dia Internacional do SRD (sem raça definida). A data tem como finalidade aumentar a visibilidade dos milhares de cães e gatos sem raça definida – popularmente chamados de “vira-latas” – que estão em busca de um lar em todos os lugares do Brasil.

Segundo a Conferência Brasileira de Cinofilia (CBKC), cães e gatos SRD ocupam a primeira posição em popularidade e predominam nos lares brasileiros. E quem é tutor de um SRD pode confirmar: eles são uma excelente companhia para quem deseja conviver com um pet fascinante, divertido e muito carinhoso.

“Diferentemente dos pets com raça definida, os SRDs possuem características únicas que variam de indivíduo para indivíduo. Seu porte pode ser pequeno, médio ou grande, a pelagem e coloração de todos os tipos, assim como sua personalidade, o nível de sociabilidade e interação. Essa imprevisibilidade está relacionada à mistura de raças que pode existir em sua genética”, afirma Marina Macruz, médica-veterinária e supervisora de relacionamento científico da PremieRpet.

 

3 curiosidades sobre os pets SRD

  • Os SRD são únicos! Ainda que os famosos “vira-latas caramelos” sejam vistos em todas as regiões do Brasil, dois pets sem raça definida nunca serão iguais. Os SRD podem apresentar diferentes características comportamentais e físicas. Por isso é tão comum encontrarmos animais de diferentes portes, cores e temperamentos.
  • Os SRD podem ser classificados em categorias. Alguns consideram que os cães SRD podem ser divididos em quatro categorias: mestiços (traços característicos de uma ou duas raças), híbridos (mistura de duas raças puras), funcionais (cruzamento realizado para um propósito específico) e genérico (impossível definir a raça a qual descendem). 
  • Cães e gatos SRD não podem comer qualquer coisa. Assim como qualquer outro animal, o SRD não deve ser alimentado com refeições para humanos. As necessidades alimentares de cães e gatos são diferentes das pessoas e eles precisam de um alimento completo e balanceado para suprir a sua demanda de proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. Além disso, muitos dos ingredientes utilizados para humanos podem ser tóxicos ao animal, como o alho, cebola, uva e chocolate.

 

Dicas para quem quer adotar um SRD

Adotar um cão ou gato SRD possibilita oferecer cuidados que ele talvez nunca tenha recebido até então, como abrigo, alimentação adequada, acompanhamento veterinário e, principalmente, muito carinho e amor.

Na hora da adoção, muitas pessoas optam pelos filhotes, por acreditarem que a adaptação à nova família será mais fácil. “Adultos e idosos são os últimos a serem escolhidos, porém, há inúmeras vantagens em adotar um SRD já adulto, quando suas características e temperamento estão mais definidos e sua adaptação pode ser facilitada”, explica Marina.

Evidenciar e esclarecer essas vantagens para aumentar os índices de adoção é o propósito do Projeto Adote Um Adulto, fruto de uma parceria entre o Instituto PremieRpet e da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Desde 2019, por meio de um perfil nas redes sociais, @projetoadoteumadulto, o projeto incentiva a adoção de cães adultos e idosos, compartilhando a história dos animais que aguardam um novo lar nas ONGs Amigo Animal, APATA, DNA Animal e MaxMello.

“Quem está interessado em ter um cão ou gato SRD em seu lar, deve ter em mente que é um compromisso para toda a vida. Os animais sentem dor, medo, saudade, alegria e tristeza, são parte da família e precisam de amor e cuidados”, aponta a especialista. 



PremieRpet®
www.premierpet.com.br
PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).



Envenenamento em pet: saiba quais são os primeiros socorros nesses casos

Veterinária explica importância da alimentação no tratamento

 

No Brasil, casos de envenenamento em animais de estimação têm sido uma preocupação crescente entre os tutores. Saber como agir rapidamente pode fazer toda a diferença na recuperação do animal.

Em situações de emergência como esta, é crucial ter conhecimento sobre os primeiros socorros adequados. “Ao perceber que seu animal pode ter sido envenenado, é essencial agir com calma, mas rapidez”, afirma Dorie Zattoni, Médica Veterinária e Supervisora técnica-comercial da Brazilian Pet Foods, empresa de alimentos para cães e gatos. Pensando nisso, a especialista listou cinco dicas de primeiros socorros no caso de envenenamento:

1. Identificação do Veneno: O primeiro passo é tentar identificar a substância que causou o envenenamento. Medicamentos, produtos de limpeza, plantas tóxicas e alimentos impróprios são algumas das causas mais comuns. Recolha embalagens, restos ou qualquer pista que possa ajudar o veterinário a diagnosticar e tratar o pet.

2. Contato Imediato com o Veterinário: Ligue imediatamente para o veterinário ou para um centro de controle de intoxicações animais. Forneça todas as informações sobre o que o animal ingeriu, a quantidade e o tempo que passou desde a ingestão. Esse passo é crucial para receber orientações específicas sobre como proceder até chegar ao atendimento profissional.

3. Não Provoque Vômito Sem Orientação: Embora muitas pessoas acreditem que provocar vômito é a melhor solução, isso nem sempre é seguro. Algumas substâncias corrosivas ou que formam espuma podem causar danos adicionais ao esôfago e estômago do animal. Siga as instruções do veterinário quanto a esse procedimento.

4. Mantenha o Animal Calmo e Confortável: Reduza a atividade do pet para evitar que a circulação do veneno se acelere pelo corpo. Coloque-o em um local tranquilo e confortável, de preferência em uma posição em que não possa se machucar caso entre em convulsão ou tenha dificuldade respiratória.

5. Transporte Rápido e Seguro ao Veterinário: Leve o animal ao veterinário o mais rápido possível. Se o veterinário orientar algum cuidado específico durante o transporte, siga as instruções rigorosamente.

Importância da Alimentação no Tratamento

Durante o processo de recuperação após um envenenamento, a alimentação adequada desempenha um papel vital na restauração da saúde do animal.

“O veterinário pode recomendar uma dieta específica para ajudar na recuperação do sistema digestivo do pet e para minimizar o impacto do veneno no organismo. Alimentos leves e de fácil digestão são frequentemente prescritos, inclusive algumas rações são de fácil digestão e ajudam com o aproveitamento dos nutrientes, além de conter cardo mariano (precursor de silimarina que atua na proteção do fígado), como a linha Snow Dog”, afirma a veterinária.

Manter o animal bem hidratado é essencial para ajudar na eliminação das toxinas do corpo. Ofereça água fresca regularmente e, se necessário, o veterinário pode administrar fluidos intravenosos.

Dependendo do caso, suplementos nutricionais podem ser recomendados para fortalecer o sistema imunológico do animal e ajudar na recuperação geral

“O envenenamento em animais de estimação é uma situação alarmante que requer ação rápida e consciente por parte dos tutores. Saber reconhecer os sinais precoces, agir com prontidão e seguir as orientações veterinárias são passos cruciais para aumentar as chances de recuperação do pet. Além disso, garantir uma alimentação adequada durante o tratamento é fundamental para ajudar o animal a se recuperar completamentel”, finaliza Dorie.

 

Desvendado mecanismo que torna teiú o primeiro lagarto capaz de produzir calor para se aquecer

  

Em 2016, pesquisadores haviam registrado que os teiús
podem ficar mais quentes do que a temperatura da toca onde
se abrigam na primavera. Agora, novo estudo encontra a
 explicação fisiológica do fenômeno
 (
foto: Livia Saccani Hervas)

Durante o período reprodutivo, espécie sul-americana passa a regular a temperatura corporal sem depender do ambiente externo e sem tremer. Com base em experimentos, pesquisadores da Unesp atribuíram fenômeno a aumento da quantidade e da atividade de mitocôndrias no músculo esquelético

 

 Um grupo de cientistas apoiado pela FAPESP conseguiu desvendar um mecanismo que permite ao teiú (Salvator merianae) se aquecer com o calor do próprio corpo durante o período reprodutivo, algo nunca antes observado em répteis. Os resultados foram publicados na revista Acta Physiologica, da Sociedade Escandinava de Fisiologia.

“De modo geral, apenas aves e mamíferos são conhecidos pela capacidade de regular sozinhos a própria temperatura [endotérmicos]. Répteis e outros animais, por sua vez, são considerados ectotérmicos, pois dependem da temperatura externa para regular a de seus corpos”, explica Livia Saccani Hervas, primeira autora do trabalho, que começou a ser realizado ainda durante sua iniciação científica na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista (FCAV-Unesp), em Jaboticabal.

Em 2016, o que se sabia sobre a ectotermia dos teiús mudou, quando outro grupo de cientistas apoiado pela FAPESP descobriu que, durante o período reprodutivo, os lagartos mantinham a temperatura corporal mais alta do que a das tocas onde se abrigavam durante a noite, quando não têm o sol para se esquentar (leia mais em: agencia.fapesp.br/22590).

Restava saber como eles faziam isso. O mistério, ou parte dele, começou a ser desvendado pelo grupo do qual Hervas faz parte, liderado pela professora Kênia Cardoso Bícego, da FCAV-Unesp, que coordena o projeto “Capacidades e tolerâncias fisiológicas frente a mudanças climáticas: explorando a dimensão funcional em vertebrados ectotérmicos”, apoiado pela FAPESP.

Ao longo de três anos, a equipe colheu biópsias do músculo esquelético de dez teiús durante o verão (fevereiro) e na primavera (setembro e outubro). Os pequenos pedaços de tecido, retirados de uma pata dianteira e de uma traseira, eram submetidos a análises bioquímicas e também a um calorímetro, aparelho que mede o calor emitido pelas amostras.

“Precisamos de um longo tempo para estabelecer os protocolos, como dosagem de reagentes, uma vez que esse tipo de análise nunca tinha sido realizado nesses lagartos”, conta Bícego.

Os pesquisadores observaram que, durante o período reprodutivo, o músculo de machos e de fêmeas de teiú produzia muito mais mitocôndrias, organela que produz energia nas células.

Além disso, uma proteína presente na mitocôndria chamada ANT, conhecida por um processo bioquímico que gera calor em aves, era mais presente e mais ativa no período reprodutivo. É nessa época que as fêmeas de teiú se preparam para a geração dos ovos e a construção de ninhos, enquanto os machos buscam território e aumentam as gônadas para se reproduzirem.

Outra proteína envolvida no processo de gerar calor, mas em mamíferos, a UCP, não se mostrou ativa durante os experimentos com os teiús. Assim, o músculo coletado no período reprodutivo exibiu uma produção maior de calor do que no verão devido à atividade da ANT, não da UCP.


Sem tremer

Até a descoberta de 2016, os únicos répteis conhecidos por serem capazes de aumentar a temperatura corporal por conta própria eram duas espécies de pítons, grandes serpentes asiáticas que podem alcançar 5 metros de comprimento. O comportamento ocorre sobretudo durante a fase de chocar os ovos.

No entanto, o aquecimento da serpente ocorre quando os animais tremem, um recurso conhecido também em mamíferos e aves. Ao agitar os músculos, geram calor. O teiú, por sua vez, não treme para aumentar a temperatura.

A regulação de calor pode estar relacionada com a produção de hormônios sexuais, que alcançam um pico no período reprodutivo tanto em machos (testosterona) quanto nas fêmeas (estradiol e progesterona). Outros hormônios abundantes nessa fase, como os da glândula tireoide, estão envolvidos no gasto energético e na mobilização das reservas de energia.

“Os hormônios da tireoide são conhecidos por estimularem o aumento da quantidade de mitocôndrias nas células. A elevação desses hormônios durante a fase de reprodução dos teiús pode estar associada à maior abundância de mitocôndrias e, por consequência, à maior atividade da ANT, a proteína que ajuda a produzir calor e que era conhecida em aves”, diz Hervas, atualmente doutoranda na FCAV-Unesp.

Os resultados mostram, junto com estudos já publicados por outros grupos, que mecanismos envolvidos na endotermia podem ter surgido nos vertebrados ainda antes do que se previa. O fato de estarem presentes em um grande lagarto (sem tremer) e em uma grande serpente (com tremor), ainda que em um determinado período do ano, pode ser um sinal de que o fenômeno é mais comum nos répteis do que se pensava.

“São dois animais de grande tamanho corporal, em que o calor produzido internamente demora mais para se dissipar. É possível que outros grandes répteis também tenham períodos em que podem estar mais quentes do que a temperatura externa. Essa é a primeira descrição em um lagarto, e ainda de região subtropical, de um mecanismo celular de geração de calor muito parecido com o que ocorre em aves e mamíferos”, encerra Bícego.

O estudo teve ainda entre os autores Marcos Túlio de Oliveira, professor da FCAV-Unesp também apoiado pela FAPESP, que coordena o laboratório onde os experimentos de bioquímica mitocondrial foram realizados.

Outros participantes foram Ane Guadalupe Silvabolsista da FAPESP, Lara do Amaral Silva e Marina Rincon Sartori, que tiveram bolsa da Fundação anteriormente.

O artigo Mitochondrial function in skeletal muscle contributes to reproductive endothermy in tegu lizards (Salvator merianae) pode ser lido em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/apha.14162.

 


André Julião
Agência FAPESP https://agencia.fapesp.br/desvendado-mecanismo-que-torna-teiu-o-primeiro-lagarto-capaz-de-produzir-calor-para-se-aquecer/52309


Probióticos: benefícios do uso na saúde animal

Divulgação


Vetnil® reforça como o suplemento contribui para melhorar a absorção de nutrientes, digestão e funcionamento intestinal, além de estimular o sistema imunológico
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Muito se tem falado sobre o uso de probióticos para a saúde e bem-estar dos seres humanos, mas eles também trazem benefícios aos animais de estimação. De acordo com Kauê Ribeiro, Médico-Veterinário e Coordenador de Comunicação Técnica da  Vetnil®, empresa brasileira do setor veterinário, os probióticos são microrganismos vivos (bactérias e leveduras) que conferem efeitos benéficos à saúde de cães e gatos, quando ingeridos em quantidades adequadas.

Considerados um suplemento nutricional, Ribeiro explica que os probióticos têm como função auxiliar o funcionamento do sistema digestivo ao promover o equilíbrio da microbiota intestinal, ajudando na digestão e na absorção de nutrientes.

“Os microrganismos benéficos disputam com as bactérias patogênicas (causadoras de doenças) pelos elementos provenientes da ingestão de alimentos, competem pelos sítios de ligação na mucosa intestinal e restauram o equilíbrio dessa microbiota. Além disso, estimulam o sistema imunológico, especialmente pela interação com células de defesa intestinais, induzindo a produção de substâncias que impedem a proliferação de microrganismos prejudiciais”, destaca o especialista da Vetnil®

 

Desequilíbrio intestinal 

Ainda segundo Ribeiro, o desequilíbrio da microbiota intestinal em cães e gatos, conhecido como disbiose, pode ocorrer por diversos motivos, como estresse, mudanças abruptas na alimentação, alimento de baixa qualidade ou por algum tratamento medicamentoso.

“No caso dos gatos, o estresse comumente provocado por alterações na rotina, como mudança de residência, convívio com pessoas ou pets diferentes no ambiente, entre outras causas, também pode promover esse desbalanço sobre a microbiota. O consumo de alimentos tóxicos, dentre diversos sintomas, também pode ocasionar disbiose e resultar em diarreias”, explica o especialista da Vetnil®.

Entretanto, Ribeiro salienta que as alterações da microbiota (disbioses) nem sempre ocorrem por motivos tão claros. Algumas podem ocorrer de forma aguda e durar apenas alguns dias. É nesse período que os pets podem apresentar quadros de diarreia, possivelmente relacionados a quaisquer dos motivos acima. “Nesses casos, a avaliação do Médico-Veterinário é importante, principalmente se o quadro for acompanhado por outros sinais clínicos ou se estender por mais dias. Em muitas situações, as alterações estão relacionadas apenas a um quadro disbiótico e a reposição da microbiota intestinal é o tratamento mais adequado”, conclui.

Para auxiliar os tutores na rotina de cuidados com o seu pet, a Vetnil® possui em seu portfólio o Probiótico® Vetnil para Cães e Gatos, um aditivo probiótico destinado a auxiliar na regulação da microbiota intestinal. Possui apresentação em pasta, sendo facilmente aceito pelos pets. É fundamental consultar um Médico-Veterinário para orientações sobre o uso de probióticos para a saúde e bem-estar dos pets em cada situação.

Siga a Vetnil® nas redes sociais (@vetniloficial) e confira dicas de cuidados no blog: www.vetnil.com.br 

 

Seu pet costuma comer fezes? Veterinário do CEUB explica o fenômeno da coprofagia

Estresse, ansiedade, dietas restritivas ou falta de nutrientes podem levar os pets a consumirem as próprias fezes ou a de outros animais 

 

Queixa recorrente de alguns tutores, a coprofagia, ou ingestão de fezes, é um comportamento comum entre alguns cães e gatos. O consumo do excremento não pode ser considerado apenas um hábito, devendo ser investigado por um veterinário. O comportamento pode ser visto como um distúrbio comportamental ou resultado de problemas fisiológicos, como distúrbios gastrointestinais que afetam a absorção de nutrientes. Bruno Alvarenga, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília, (CEUB) explica as razões por trás desse comportamento, suas possíveis causas e como preveni-lo.  

A coprofagia vem do termo derivado do grego que significa "comer fezes" e esse hábito gera preocupação quando o assunto é a saúde dos pets. O docente do CEUB ressalta que há muitos motivos que podem levar os cães a ingerirem fezes. Segundo ele, o hábito pode ser uma deficiência nutricional, competição com outros animais, imitação de comportamento ou até mesmo estresse e falta de ocupação. “Cães que vivem em apartamentos e não têm atividades suficientes ao longo do dia podem acabar ingerindo fezes por tédio. Enriquecer o ambiente e proporcionar atividades pode ajudar a evitar esse comportamento”, afirma. 

Embora a coprofagia seja geralmente indesejada, existem situações em que é considerada normal, considera o professor. Fêmeas de cães e gatos, por exemplo, ingerem fezes após o parto para higienizar seus filhotes. "Elas precisam higienizar seus filhotes, e ao lambê-los, acabam ingerindo fezes e urina. Esse comportamento é natural e ajuda a manter o ninho limpo e a estimular os filhotes a urinar e evacuar", explica. Em lares com cães e gatos, Bruno afirma que a ingestão de fezes felinas pode ser um problema devido à dieta rica em proteínas dos gatos. "As fezes dos gatos podem atrair cães. O ideal é manter a caixa de areia dos gatos em locais inacessíveis aos cães para evitar o contato", sugere Alvarenga.

 

Atenção e prevenção

A prevenção da coprofagia começa com a avaliação e o ajuste da dieta do animal. Para o médico veterinário do CEUB, o tratamento preventivo se baseia em checar se a nutrição está adequada. Se necessário, aumentar a oferta de alimento ou fornecer uma alimentação balanceada. Ele orienta realizar exames para verificar se há doenças que causam desnutrição ou deficiência nutricional e realizar atividades físicas com o animal auxilia no controle da ansiedade e na redução da coprofagia. 

“Para pets que já apresentam o comportamento, o uso de produtos que deixam as fezes com gosto desagradável pode ser eficaz. Isso ajuda a condicionar o animal a não ingerir mais as fezes. O acompanhamento veterinário é essencial para prescrição de medicações e realização de exames”. A prevenção e o tratamento da coprofagia requerem atenção aos detalhes da dieta, saúde e ambiente do animal. Com acompanhamento veterinário adequado, é possível controlar e até eliminar esse comportamento indesejado, garantindo o bem-estar dos pets. "Sempre que observada, a recomendação é buscar tratamento veterinário. É importante identificar se é um hábito corriqueiro ou algo pontual e agir de acordo", recomenda Bruno.

 

Do tradicional aos métodos mais modernos e compassivos

Arquivo pessoal
A evolução do adestramento de cães

  

Ao longo dos anos, o adestramento de cães tem passado por uma evolução significativa. Antigamente, a abordagem tradicional dominava o cenário. Essa técnica era amplamente utilizada, baseada em métodos rígidos e punições, buscando a obediência canina através do medo e da repetição. No entanto, a ciência comportamental e o entendimento da etologia canina trouxeram uma nova luz sobre como os cães aprendem e interagem com os humanos.

A transição para métodos mais modernos e compassivos começou a ganhar força à medida que estudos sobre comportamento animal e psicologia avançaram. Essas pesquisas revelaram que a confiança, o respeito e a compreensão são fundamentais para uma relação saudável entre cães e humanos. Treinadores começaram a incorporar técnicas baseadas em reforço positivo, recompensando comportamentos desejados em vez de punir os indesejados.

Um dos métodos contemporâneos que exemplificam essa evolução é o método BFA, desenvolvido por Beatriz França Adestradora. A profissional, que possui mais de 30 cursos de formação em seu currículo, criou o método a partir de uma vasta experiência em seminários, workshops e palestras, tanto nacionais quanto internacionais, refletindo a síntese de diversos conhecimentos que ela acumulou ao longo dos anos.

Ele diferencia-se por integrar princípios do adestramento tradicional com avanços científicos modernos. “Apesar de ter raízes na abordagem tradicional, adaptei técnicas incorporando novos estudos e conhecimentos sobre comportamento canino. Por exemplo, a antiga proibição de permitir que cães dormissem na cama foi revisada. Estudos modernos mostram que, embora esse hábito não seja necessariamente prejudicial, pode criar dependência e ansiedade de separação nos cães, além de comportamentos de posse e proteção exacerbados, por esse motivo a consultoria de um profissional é vital para ponderar os prós e os contras para que as decisões tomadas sejam benéficas para todos”, explica.

Beatriz França destaca que o método BFA foca na compreensão da mente canina e na etologia, aplicando esse conhecimento de forma prática na vida cotidiana dos tutores. "É como um casamento. Quando entendemos mais sobre o outro, conseguimos ter uma relação melhor. Conhecer a linguagem e os limites do cão é fundamental para uma convivência harmoniosa".

Essa abordagem promove uma relação mais transparente e respeitosa entre humanos e cães. Beatriz enfatiza que muitos tutores, apesar de amarem seus animais, acabam não respeitando os limites naturais dos cães. "Quando tomamos ciência dos limites, conseguimos respeitá-los e isso melhora a relação entre ambos", conclui a profissional.

 

sábado, 27 de julho de 2024

Beleza no inverno: aproveite a estação para tratar as estrias

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Período é ideal para fazer procedimentos, porém, fuja das soluções “milagrosas”

 

A menor exposição ao sol durante o inverno é época ideal para fazer tratamentos estéticos e aqueles que prometem enfrentar as estrias estão entre eles. Porém, antes de colocar todas as suas esperanças em uma técnica, saiba que o tratamento contra estas cicatrizes formadas pelo rompimento do colágeno na superfície da pele ainda representa um desafio para os profissionais da área. “Isto é fato. E os resultados nem sempre são satisfatórios”, alerta o professor da graduação de Estética e Cosmética, da Faculdade Una Lafaiete, Lucas Oliveira.

 

Ele aponta que, atualmente, os tratamentos mais eficazes para estrias são microagulhamento, peeling químico, vacuoterapia, carboxiterapia, laser, intradermoterapia e jato de plasma. “Mas, o ideal é que estes procedimentos sejam realizados logo que as estrias surjam, na fase em que são recentes e rosadas. Estrias mais antigas e com aspecto esbranquiçado podem não ter bons resultados”, explica o professor da Una Lafaiete, faculdade na Região Central de Minas e que integra o Ecossistema Ânima. Lucas é farmacêutico, mestre em Ciências da Saúde e especialista em Saúde Estética e Cosmética 

O professor diz que além de se conscientizar sobre os limites de resultados dos tratamentos, é importante que a pessoa que os busca se oriente sobre o perfil e capacitação do profissional que vai contratar. “Técnicas como o microagulhamento e a camuflagem de estrias, por exemplo, se feitas de forma inadequada ou por profissionais que não estão preparados, podem trazer diversos riscos para o paciente como infecções, manchas, cicatrizes e queloides”. 

Outro cuidado que os pacientes precisam ter, diz o professor, é ao buscar receitas e “tratamentos milagrosos”, que além de não terem resultados comprovados podem trazer riscos. “Não se iluda. O seu corpo é único. Preserve-o o máximo que puder destas investidas sem fundamento científico”. 

Mas, como detectar possíveis fraudes e riscos nas ofertas de serviços, especialmente, pela internet? Observe se são páginas e profissionais sérios, aponta, confirme se o profissional está habilitado a realizar o procedimento e se a clínica tem toda documentação necessária que permita realizar procedimentos com segurança.

 

Pesquise, converse

“Procure referências destas empresas. Converse bastante com várias pessoas já tenham feito algum procedimento com os responsáveis e veja a avaliação destes clientes nas redes sociais, nos comentários”, indica o professor Lucas Oliveira. 

Docente, profissional no segmento da estética e farmacêutico há quase uma década, Oliveira pondera que a evolução tecnológica dos métodos teve alguns avanços. “Hoje, eles trazem melhores resultados e mais conforto ao cliente, diminuindo a sensação de incômodo na hora do procedimento”. 

E, no mais, é se aceitar, dentro de cada beleza individual. “A diversidade é a palavra mais libertária deste século. E ainda bem que o jogo virou. Hoje, a beleza é múltipla e envolve diversos aspectos do ser humano que devem dialogar entre si. A pessoa carrega no corpo o que ela pensa. Ainda temos a moda e as tendências, obviamente. Mas, cada ser humano está se vendo com suas características únicas. E a estética, muitas vezes, vem como forma de melhorar o que já é orgulhosamente aceito”, analisa.


Pós- parto: como cuidar do cabelo de forma efetiva após a gravidez?

  

O puerpério é um período repleto de transformações para as mulheres, resultado das mudanças hormonais e emocionais. Durante esse tempo, muitas experimentam queda de cabelo devido às alterações nos níveis de hormônios. No entanto, é possível tratar esses problemas capilares de forma eficaz. O primeiro passo é buscar a orientação de um dermatologista especializado em tricologia, profissional capaz de avaliar as necessidades específicas de cada paciente.


Causas

O pós-parto é caracterizado por uma diminuição drástica nos níveis de hormônios que estavam elevados durante a gravidez, como a progesterona. Esse hormônio é essencial para preparar o organismo para a gestação e manter a estrutura capilar resistente. Após o nascimento do bebê, a perda significativa da progesterona no organismo leva a uma série de mudanças, incluindo uma forte alteração no ciclo de crescimento dos cabelos. Como resultado, os fios podem ficar frágeis e enfraquecidos, levando à queda abrupta.

Normalmente, a perda de cabelo ocorre cerca de três meses após o parto e pode ser acompanhada por afinamento dos fios. Além das mudanças hormonais, outros fatores como estresse, falta de sono e dietas inadequadas também podem contribuir para o enfraquecimento dos fios durante o puerpério.


Tratamento deve ser individualizado

Um profissional poderá avaliar o grau da queda, verificar os níveis hormonais e recomendar o tratamento mais adequado, considerando fatores como deficiências nutricionais, saúde hormonal e estilo de vida. É essencial evitar o autodiagnóstico e o uso de produtos e medicamentos sem prescrição, pois isso pode agravar a condição ou causar efeitos adversos.

O tratamento pode incluir suplementos vitamínicos para corrigir deficiências nutricionais, cronogramas capilares focados no fortalecimento dos fios e soluções tópicas para estimular o crescimento. Além disso, recomendações gerais para os cuidados diários são importantes, como o uso responsável de ferramentas de calor, cuidado ao pentear e substituição de enxágues de água quente por água fria ou morna. Com a orientação correta, é possível restaurar a saúde dos cabelos.

Em resumo, o puerpério, com suas intensas transformações hormonais e emocionais, pode resultar em perda de cabelo para muitas mulheres. No entanto, é possível tratar esse problema de forma eficiente ao buscar a orientação de um dermatologista especializado. Evitar o autodiagnóstico e o uso de produtos sem prescrição é importante para prevenir complicações. Com um acompanhamento profissional adequado e cuidados diários apropriados, é possível superar a queda no pós-parto e manter os fios saudáveis e fortes.

 


Matheus Laz - educador técnico da Prohall Professional, marca de produtos capilares voltados para cuidado pessoal e estética – e-mail: prohall@nbpress.com.br
  

Prohall Professional
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Calvície masculina: quais os sinais de alerta?

Segundo o médico Stanley Bittar, é preciso observar o que acontece no couro cabeludo para buscar ajuda assim que necessário 

 

A calvície masculina afeta cerca de metade dos homens até os 50 anos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O público masculino costuma se queixar muito da queda de cabelos e das “famosas” entradas proeminentes. Mas se a calvície afeta e preocupa tanto os homens, quais os sinais de alerta que mostram que ela está chegando de fato?

Segundo o médico e empresário Stanley Bittar, CEO da Stanley´s Holding, que atua em diversos setores, incluindo educação, saúde, beleza, bem-estar, tecnologia, investimento, fintechs e startups, a calvície pode ser gerada por uma série de fatores, sendo a mais comum a herança genética. “Ela pode afetar tanto homens quanto mulheres. Quem é homem, costuma herdar a calvície da família materna, ou seja, se tiver um avô ou bisavô calvo por parte de mãe, terá mais chances de perder os cabelos também. Isso porque um dos genes associados à calvície masculina fica localizado no cromossomo X da mãe e é recessivo. Ou seja, se o homem herdar da mãe um cromossomo com esse gene, ele será calvo”, explica Stanley. 

O especialista ressalta que, por conta disso, a genética já é, por si só, um primeiro alerta e os sinais começam com um afinamento na coroa ou recuo na linha do cabelo. “No caso das mulheres, seria necessário herdar dois genes alterados, da mãe e do pai, para a calvície se manifestar”, diz ele.   

O médico ressalta, porém, que a genética não é a única condição a ser observada. “Existem outras questões que podem levar à perda do cabelo, como hormônios, medicações e tratamentos e condições médicas, como doenças autoimunes, tratamento de câncer e problemas na tireoide. Por isso, é importante estar atento aos sinais para buscar apoio médico e tratamentos assim que necessário”, afirma Stanley Bittar. 

De acordo com o CEO da Stanley´s Holding, a idade em si, além do estilo de vida e saúde, também pode afetar a saúde capilar. “É natural que, à medida que os homens envelhecem, eles percam cabelo em razão da menor atividade dos folículos capilares. Além disso, se o homem vive uma vida com muito estresse ou dieta inadequada, também pode haver perda de cabelo”, diz. 

O médico conta que há alguns sinais que podem indicar que a calvície está chegando e vale a pena ficar atento e buscar um especialista. “É importante saber que hoje temos solução para a questão da calvície, por isso ninguém precisa sofrer por conta desse problema”, diz.

Confira os sinais mencionados por Stanley Bittar:

  1. Recuo da linha do cabelo: É um dos primeiros sinais, geralmente, forma uma linha em formato de "M" no couro cabeludo.
  2. Cabelo se torna mais fino: Quando o cabelo começa a ficar mais fino, especialmente no topo da cabeça, pode ser um sinal de que a calvície está chegando. 
  3. Perda de cabelo no topo da cabeça: Em alguns casos a calvície começa no topo da cabeça, resultando em uma área calva que pode aumentar ao longo do tempo.
  4. Queda excessiva de cabelo: Se o homem observa que há quantidade maior de cabelo caindo ao pentear, lavar ou até mesmo no travesseiro ao acordar, é um sinal importante de que algo está acontecendo.
  5. Áreas calvas: É preciso estar atento ao surgimento de áreas calvas e pequenos pontos “carecas” no couro cabeludo.

 

Stanley Bittar - empresário com mais de 20 anos de experiência em cirurgia plástica. Mestre em medicina estética e palestrante renomado, sua trajetória é marcada por um espírito empreendedor indomável, que o levou a se tornar referência internacional em transplantes capilares. Como CEO da Stanley’s Holding, Stanley lidera um grupo que atua em diversos setores, incluindo educação, saúde, beleza, bem-estar, tecnologia, investimento, fintechs e startups, todos integrados em um ecossistema completo com mais de 1000 colaboradores. Também é fundador da Stanley’s Hair, uma rede de clínicas de transplante capilar que se tornou a número 1 da América Latina. Seu grande sonho sempre foi democratizar o acesso ao transplante capilar no Brasil e no mundo e assim tem feito. Para mais informações acesse o instagram @stanleybittar e www.stanleybittar.com


Como cuidar do seu mega hair durante as férias e mantê-lo perfeito por mais tempo

Com a temporada de férias se aproximando, muitas mulheres planejam escapar para longe de casa, mas isso não significa deixar de lado os cuidados essenciais com o mega hair. Tati Cordeiro, especialista em alongamento capilar, destaca a importância de manter o cabelo impecável mesmo durante as viagens.


“O  MegaHairInvisível  é uma opção ainda mais atrativa e prática para quem quer viajar e ostentar um cabelão nas fotos, e a boa notícia é que  essa técnica moderna deixa o dia a dia da mulher ainda mais simples, mas mesmo assim é preciso ter alguns cuidados importantes”, explica a profissional.

Atuante há 20 anos nesse mercado, Tati Cordeiro recomenda a própria técnica, chamada MegaHairInvisível. Trata-se de um procedimento aprovado por dermatologistas, fino e invisível, que proporciona um resultado mais natural e leve, e que não entrega onde começam os fios implantados.

Cuidar das madeixas alongadas em viagens de férias não é um bicho de sete cabeças, porém é recomendado prestar atenção em alguns hábitos que mudam nessa época do ano. “Sabemos que o roteiro de viagem é cansativo, passamos quase o dia todo fora do hotel, mas é crucial manter a frequência adequada de lavagem”, diz.

”Toucas e boinas podem ser usadas, desde que os cabelos estejam totalmente secos e nunca se deve dormir com ele molhado. O abafamento pode ocasionar fungos e caspa, além de enfraquecer os fios", diz.

“Cuidado com a pressa. Recomendo tomar cuidado ao secar os fios com o secador na temperatura muito quente próximo à raiz dos fios e da base do mega, porque isso prejudicaria qualquer couro cabeludo”, alerta a profissional. Na técnica do MegaHairInvisível, Tati explica que é necessário fazer a manutenção entre 45 a 60 dias.



Tati Cordeiro - proprietária de cinco salões MegaHairInvisível em São Paulo, sendo uma unidade em Moema (matriz), outra em Santana, Alphaville, Tatuapé, e outra unidade no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca.



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