Avanço da obesidade e novas demandas do consumidor transformam o cuidado
com o corpo
Em um momento em
que cada vez mais brasileiros enfrentam dificuldades para emagrecer, o avanço
da obesidade acende um alerta e muda a forma como o cuidado com o corpo é
conduzido. A obesidade no Brasil cresceu 118% entre 2006 e 2024, segundo dados
do Ministério da Saúde, divulgados pelo Vigitel (2024). Atualmente, 25,7% dos
adultos vivem com a doença, o equivalente a cerca de 1 em cada 4 pessoas.
Quando considerado o sobrepeso, o índice atinge 62,6% da população,
evidenciando a dimensão do problema e a necessidade de abordagens mais
eficazes.
Na prática, essa
transformação já pode ser percebida no dia a dia e começa a influenciar a forma
como o próprio setor se organiza. Redes especializadas ganham espaço ao
acompanhar um consumidor mais atento à saúde e à qualidade de vida. É o caso do
Emagrecentro, referência em emagrecimento saudável e estética corporal, que
projeta crescimento de 20% em 2026, após realizar mais de 5 milhões de
atendimentos ao longo da sua trajetória. Fundada em 1986, a marca soma cerca de
450 unidades no Brasil e no exterior e prevê a abertura de 60 novas clínicas,
com foco em cidades médias e estratégia que combina atendimento presencial e
acompanhamento contínuo.
Mudança de comportamento redefine o cuidado com o corpo
Segundo o médico
Dr. Edson Ramuth, fundador e CEO da rede, a transformação vai além da estética
e está diretamente ligada a um desafio estrutural de saúde pública. “A
obesidade é considerada o mal do século, ela interfere diretamente na qualidade
de vida e está associada a diversas doenças. Por isso, precisa ser tratada de
forma séria, contínua e com acompanhamento adequado”, afirma.
Na ponta do
atendimento, a personalização se consolida como um dos principais diferenciais,
sustentada pelo acompanhamento ao longo da jornada do paciente. Informações
como histórico de peso, hábitos, frequência no tratamento e resposta individual
ajudam a orientar decisões e permitem ajustes mais precisos. “Isso significa
que o tratamento deixa de seguir um modelo único e passa a se adaptar à rotina
de cada pessoa, considerando horários, hábitos alimentares, nível de atividade
física e até dificuldades ao longo do processo”, explica.
Esse
acompanhamento também permite identificar padrões de comportamento e antecipar
possíveis desafios, tornando o cuidado mais próximo e efetivo. Com isso, o
plano deixa de ser fixo e passa a evoluir conforme a resposta individual, o que
torna o processo mais viável no dia a dia. “Não existe um único caminho para
emagrecer, cada paciente responde de uma forma, e o acompanhamento precisa
considerar isso. Quando adaptamos o atendimento à realidade de cada pessoa,
aumentamos a aderência e os resultados aparecem de forma mais consistente”,
conclui o médico Dr. Edson Ramuth.
Emagrecentro
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