Pesquisar no Blog

sábado, 29 de maio de 2021

Milho é aliado poderoso no fortalecimento do sistema imunológico

Prático, versátil e com vários benefícios a saúde, o cereal é uma opção atraente para uma alimentação balanceada


O milho é um dos alimentos mais conhecidos ao redor do mundo. Ele está presente em diversas culturas, nas mais diferenciadas receitas e aqui no Brasil não podia ser diferente. Por essas e outras, o cereal recebeu uma data para ser celebrado, comemorado no dia 24 de maio, o Dia Nacional do Milho.

 

Mas além da sua versatilidade em agradar o paladar de todos, o alimento é extremamente nutritivo e traz diversos benefícios à saúde. Segundo a nutricionista da Predilecta Alimentos, Bianca Naves, o cereal é fonte de vitaminas fundamentais para o funcionamento adequado no nosso organismo e do sistema natural de defesa, a imunidade.

 

“O milho possui vitaminas do complexo B (B1, B3 e 6), essenciais para o sistema nervoso e geração de energia, vitamina A, que atua na manutenção da visão e possui ação oxidante, e a vitamina E, que age na proteção, integridade e estabilidade das células”, exemplifica a nutricionista da Predilecta.

 

De acordo com ela, além desses benefícios já citados, todas essas vitaminas contribuem para a multiplicação e ação das células que atuam no mecanismo de defesa do corpo, ou seja, no sistema imunológico, tornando o organismo mais forte.

 

Outros dois nutrientes que merecem ser mencionados são os antioxidantes e as fibras presentes no milho. Segundo Bianca, o primeiro ajuda na prevenção de diversas doenças crônica, como as cardiovasculares, a diabete e a obesidade. “Isso ocorre porque os antioxidantes auxiliam na diminuição do estresse oxidativo, um processo que causa prejuízos ao bom funcionamento das céluas do organismo em geral”, ressalta.

 

Quanto as fibras, elas atuam na melhora do colesterol, na saúde do cólon, no funcionamento intestinal e na microbiota intestinal, que são microrganismos que vivem no intestino e desempenhas funções importantes. “Vale ressaltar que a fibra tem papel relevante no processo de emagrecimento também, por promover a saciedade”.

 

Como incluir o milho no cardápio?

 

Além dos diversos benefícios que o milho oferece, Bianca também chama atenção para as diversas formas que ele pode ser saboreado. “O cereal combina com vários pratos, pode ser consumido de forma natural, cozido, assada, grelhado, desde preparações mais simples, como sanduíches, até receitas mais elaboradas, como o fricassê”, elenca a nutricionista.

 

A profissional afirma ainda que a ingestão do cereal, combinado a uma dieta rica em fibras e antioxidantes, está ligada a uma menor concentração de colesterol, pressão arterial e inflamação, além de contribuir para a função vascular e regular o sistema imunológico.

“Quando falamos de alimentação saudável é melhor optar por alimentos em sua forma bruta, como a espiga do milho em si”, ressalta Bianca, “mas o alimento em conserva pode ser facilmente incluído na rotina alimentar saudável”. Uma dica dela é tirar o excesso de salmoura na qual o alimento é inserido e lavá-lo em água corrente antes de ser consumido.

 


Predilecta


Dieta da fertilidade: conheça os alimentos que auxiliam quem deseja engravidar

Leguminosas, frutas e ovos aumentam as chances de receber a visita da cegonha


Você já ouviu falar na dieta da fertilidade? Descoberta em 2009 pelos pesquisadores Jorge Chavarro e Walter C. Willett, da Harvard Medical School, a proposta sugere uma reeducação alimentar, substituindo o consumo de carboidratos refinados e doces por leguminosas, frutas e carnes magras para aumentar a possibilidade de quem deseja receber a visita da cegonha.

A dieta ainda recomenda que as futuras mamães abram mão do café, já que a bebida pode comprometer a absorção do ferro e do cálcio no organismo. Alimentos industrializados como pães, massas e bolachas feitas com farinha de trigo devem ser moderados, pois a presença de fitoesterol interfere no estrogênio, hormônio feminino da ovulação. 

Nesse cardápio, alimentos com a presença de ácido fólico, vitamina B12, ômega 3, zinco, licopeno e ferro ajudam a fortalecer o organismo e, consequentemente, aumentam as chances de engravidar. 

Abaixo, você confere alguns itens dessa dieta promissora para incluir no seu prato. A sugestão é do A Boa Terra, sítio de produção e comercialização de cestas de orgânicas que trabalha há 40 anos levando saúde em forma de alimentos para centenas de famílias em São Paulo e nas cidades próximas, como Barueri, Osasco, Guarulhos, Santo André, São Bernardo, São Caetano e Ribeirão Preto.


Inclua leguminosas: feijão, grão de bico, ervilha e lentilha entram na lista de alimentos ricos em ácido fólico, nutriente que ajuda na fertilidade e na formação de um feto saudável. O ferro presente também contribui para a prevenção de anemias durante o período gestacional. 


Mais verde no prato: alface, rúcula, espinafre, agrião e brócolis quando incluídos na alimentação do homem, contribuem para a melhora da qualidade dos espermatozoides. Eles também apresentam ácido fólico, além de Vitamina E que melhora a qualidade do endométrio e do útero, aumentando a vascularização da região.


Use óleo vegetal insaturado: o azeite de oliva é uma gordura monoinsaturada e poli-insaturadas que ajuda a melhorar a sensibilidade do corpo à insulina reduzindo a inflamação, dois eventos que são bons para a fertilidade. 


Ovos: tido como um alimento controverso, o ovo é rico em em selênio, vitamina A, D e B12, que melhoram a produção dos hormônios femininos. A vitamina D presente, por exemplo, contribui para a ovulação. 


Vitamina C: as frutas cítricas melhoram a imunidade, a qualidade do esperma e é importante para a saúde ovariana da mulher, ajudando assim a diminuir o risco de infertilidade no casal. 


Proteínas: cortes magros e pescados devem ser priorizados. a carne vermelha é uma opção para repor o ferro no organismo, por exemplo. Quando o ferro está em baixa no organismo da mulher ela pode não ovular.


Tomates na salada: a presença de licopeno beneficia os ovários, contribuindo para a regulação da produção hormonal e do ciclo ovulatório normal. Na alimentação dos homens, o licopeno também pode aumentar a qualidade do esperma em até 70%.

 

O que mais pode ser feito além de melhorar a alimentação?

Apenas a ingestão desses alimentos não garante a geração de uma criança. O casal precisa ter acompanhamento médico e ouvir a opinião do profissional que acompanha o casal. Outra mudança que pode gerar resultados na alimentação é dar prioridade para os alimentos orgânicos. Os agrotóxicos e outros agentes químicos quando aplicados nos alimentos durante o cultivo são extremamente nocivos para o corpo e os hormônios, sendo responsáveis por diminuir a taxa de fertilidade e até causar infertilidade.

Os alimentos orgânicos cientificamente oferecem mais nutrientes, vitaminas e minerais. Isso acontece porque os solos são balanceados com adubos naturais que produzem alimentos com maior densidade nutricional.


Comer uma dieta mediterrânea protege contra perda de memória e demência?

De acordo com um novo estudo, seguir uma dieta mediterrânea rica em peixe, vegetais e azeite de oliva pode proteger seu cérebro de proteínas amilóides e tau, que podem levar à doença de Alzheimer. A pesquisa foi publicada na edição on-line de maio de 2021 da Neurology.

O estudo analisou proteínas anormais chamadas amilóide e tau. Amilóide é uma proteína que se forma em placas, enquanto tau é uma proteína que se forma em emaranhados. Ambos são encontrados no cérebro de pessoas com doença de Alzheimer, mas também podem ser encontrados no cérebro de pessoas idosas com cognição normal.

A dieta mediterrânea inclui alta ingestão de vegetais, legumes, frutas, cereais, peixes e ácidos graxos monoinsaturados, como azeite de oliva, e baixa ingestão de ácidos graxos saturados, laticínios e carne.

"Nosso estudo sugere que comer uma dieta rica em gorduras insaturadas, peixes, frutas e vegetais e pobre em laticínios e carne vermelha pode realmente proteger seu cérebro do acúmulo de proteína que levaria à perda de memória e demência", disse o autor Tommaso Ballarini, Ph.D., do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas (DZNE) em Bonn, Alemanha. "Esses resultados se somam ao conjunto de evidências que mostram que o que você come pode influenciar suas habilidades de memória mais tardiamente".

O estudo analisou 512 pessoas. Destes, 169 eram cognitivamente normais, enquanto 343 foram identificados como tendo maior risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

As habilidades cognitivas foram avaliadas com um extenso conjunto de testes para a progressão da doença de Alzheimer que analisou cinco funções diferentes, incluindo linguagem, memória e função executiva. Todos os participantes fizeram exames de imagem para determinar seu volume cerebral. Além disso, o fluido espinhal de 226 foi testado para biomarcadores de proteína amilóide e tau.

Os pesquisadores então observaram como alguém que seguia a dieta mediterrânea e a relação com o volume do cérebro, biomarcadores tau e amilóide e habilidades cognitivas.

Depois de ajustar para fatores como idade, sexo e educação, os pesquisadores descobriram que na área do cérebro mais intimamente associada à doença de Alzheimer, em cada ponto menor que as pessoas pontuaram na escala da dieta mediterrânea era igual a quase um ano de envelhecimento do cérebro.

Ao olhar para amilóide e tau no fluido espinhal das pessoas, aqueles que não seguiram a dieta de perto tinham níveis mais elevados de biomarcadores de patologia amilóide e tau do que aqueles que seguiram.

Quando se tratava de um teste de memória, as pessoas que não seguiram a dieta tiveram uma pontuação pior do que as que seguiram.

"Mais pesquisas são necessárias para mostrar o mecanismo pelo qual uma dieta mediterrânea protege o cérebro do acúmulo de proteínas e da perda de função cerebral, mas as descobertas sugerem que as pessoas podem reduzir o risco de desenvolver Alzheimer incorporando mais elementos da dieta mediterrânea em seu dia a dia", disse Ballarini.



Fonte: Mediterranean Diet, Alzheimer Disease Biomarkers and Brain Atrophy in Old Age, Ballarini et al., Neurology, DOI: doi.org/10.1212/WNL.0000000000012067



Rubens De Fraga Júnior - professor da disciplina de gerontologia da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná. Médico especialista em geriatria e gerontologia.


Dieta pós-cirurgia: como os alimentos ajudam na recuperação?

Cirurgião plástico explica como a alimentação pode influenciar no resultado do procedimento


A preparação para uma cirurgia plástica é bem detalhada. O médico cirurgião pede uma série de exames e cuidados que o paciente precisa seguir para que a cirurgia ocorra sem intercorrências. No entanto, as medidas também valem para depois da cirurgia. O pós cirúrgico é essencial para que se tenha um bom resultado.

Segundo o cirurgião plástico Lucho Montellano, dentre os cuidados necessários no pós-operatório estão o repouso, higienização adequada dos ferimentos e a alimentação. "Além de garantir um resultado satisfatório, a dieta pós-cirúrgica auxilia no processo de cicatrização", explica. Ele acrescenta que, a depender do alimento ingerido, o paciente pode ter uma redução de inchaço, de retenção de líquido, de inflamação e aumento do bem-estar.

"A primeira refeição após a cirurgia, provavelmente será feita no hospital e ela precisa ser leve", fala Lucho. Além disso, para facilitar a digestão, é recomendável que a refeição seja líquida. "Algumas cirurgias têm suas peculiaridades, como a rinoplastia, em que o paciente precisa comer alimentos mornos ou frios e de fácil mastigação", acrescenta Lucho. O médico lista alguns alimentos que ajudam na recuperação da cirurgia plástica.

Líquidos

A ingestão de líquidos antes e depois da cirurgia plástica ajuda principalmente na hidratação do corpo. "Se o paciente mantém o corpo hidratado, ele estará garantindo a oxigenação das células do corpo", explica o cirurgião.

Além disso, a hidratação ajuda no equilíbrio e controle da temperatura corporal, na eliminação de toxinas, na distribuição de nutrientes para o corpo e na redução do inchaço. "Os líquidos recomendados são a água, isotônicos, água de coco e sucos naturais. É preciso ingerir no mínimo 2 litros de água por dia", completa Lucho.

Carnes magras e peixes

Quando se ingere proteínas, é formado o aminoácido chamado arginina, envolvida no processo de cicatrização e síntese do colágeno.

"A carne de peixe tem um benefício a mais, já que são uma grande fonte de ômega-3, que é antiinflamatória", explica Dr. Montellano. A função de anti inflamação ajuda no controle da pressão arterial, no processo de vasodilatação do corpo e na cicatrização.

Frutas cítricas

A vitamina C vai ser importantíssima no período de recuperação da cirurgia. Encontrada em muitas frutas cítricas, a vitamina pode ajudar na imunidade do corpo debilitado. "Essa vitamina auxilia numa melhor absorção de ferro e aumenta a produção de colágeno, que é essencial na regeneração da pele", ressalta o médico cirurgião.

Frutas vermelhas

As frutas vermelhas, como amora e morango, são ricas no composto bioativo flavonoide. "Esse nutriente tem ação antioxidante e anti inflamatória, melhorando a circulação sanguínea", explica Lucho. Essas frutas podem ajudar a imunidade e prevenir infecções.

Grãos e alimentos integrais

O cirurgião plástico fala que o maior benefício da ingestão de grãos é a alta quantidade de ferro. "Se consumidos na quantidade adequada, os grãos previnem a anemia e reduz as chances de uma má cicatrização", completa.

Já os alimentos integrais são ricos em fibra, que ajuda a evitar constipações. "Os alimentos integrais podem também melhorar a cicatrização e a circulação sanguinea", conclui Dr. Montellano.


10 alimentos para ajudar na imunidade das gestantes

Imagem do google
O Ministério da Saúde colocou as grávidas e puérperas no grupo de risco para o novo coronavírus. Apesar de não haver estudos suficientes comprovando que essas mulheres seriam mais vulneráveis, o órgão decidiu redobrar a atenção com essa população, como forma de precaução, já que algumas puérperas morreram com Covid-19.

Segundo o Ministério as gestantes e puérperas são mais vulneráveis a infecções e, por isso, estão nos grupos de risco.  Além disso, elas podem ter a imunidade e o sistema respiratório comprometidos principalmente no último trimestre da gravidez e logo após o parto.

De acordo com o Dr. Domingos Mantelli durante o período gestacional, a imunidade da futura mamãe precisa estar reforçada, afinal, um bebê está em desenvolvimento.

E neste momento, elas precisam  manter as suas defesas fortificadas. “Por isso, resolvi falar um pouco sobre alimentos que podem ajudar na imunidade das grávidas”, informa o ginecologista e obstetra

1- Frutas cítricas: Elas são ricas em vitamina C, ajudando no aumento da produção das células de defesa no corpo. Dentre elas estão: Limão, laranja, acerola e tangerina.
⠀⠀⠀
2- Cogumelo Shitake: Composto por uma substância chamada lentinana, responsável por auxiliar o sistema imunológico do corpo, prevenindo doenças e infecções.
⠀⠀⠀
3- Probióticos: Os alimentos probióticos, são compostos por colônias de bactérias benéficas que são ótimas para a saúde intestinal e na absorção de vitaminas e minerais.
⠀⠀⠀
4- Vegetais verdes-escuros: Ricos em vitaminas A, B12, B6 e metilfolato, estes vegetais também ajudam na manutenção da imunidade. Dentre eles estão: couve, agrião, espinafre e almeirão.
⠀⠀⠀
5- Água: Hidratação é essencial afinal, a água é responsável por transportar nutrientes, sais minerais e oxigênio para as células, além de ajudar a liberar toxinas.
⠀⠀⠀
6- Alho:  Possui grande quantidade de alicina, além de vitaminas A e C, essenciais para o combate de infecções e o bom funcionamento do sistema imunológico.
⠀⠀⠀
7- Batata Yacon: Repleta de potássio, vitamina C e frutooligossacarídeos (fibras prebióticas), essa batata é excelente para o bom funcionamento da flora intestinal e prevenção do diabetes tipo II.

 8- Cebola: É rica em fitoquímicos, que têm propriedades antioxidantes, com ação positiva sobre o sistema imune. 

9- Tomate: Fonte de betacaroteno, substância que ajuda as células do sistema imune por suas propriedades antioxidantes (combate os radicais livres).

10- Gengibre: Reduz a inflamação no organismo, tem ação bactericida e conta com altas taxas de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico e é antioxidante. Ele ajuda ainda na circulação sanguínea. A má circulação é muito comum entre as grávidas



Dr. Domingos Mantelli - ginecologista e obstetra - CRM-SP 107.997 | RQE 36618 - autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

http://domingosmantelli.com.br

 

Maio celebra o café no Brasil

Especialista traz dicas para harmonizar a bebida com diferentes alimentos


A degustação de um café ganha sabores especiais no mês de maio, quando é dada a largada para o início da colheita da safra do grão no Brasil. Patrimônio nacional, o café tem apelos bem democráticos com sua variedade traduzida em gostos, aromas e nuances.

Por isso, nada mais justo do que dedicar neste mês homenagens ao café. Para quem não sabe, o calendário brasileiro tem um dia especial: 24 de maio, que celebra o Dia Nacional do Café. A data foi instituída em 2005 pela Associação Brasileira da Indústria de Cafés (ABIC).

O Brasil é o maior produtor e exportador mundial do grão, é responsável por 38% do cultivo no planeta e tem grande parte do plantio concentrado em Minas Gerais [líder nacional], São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Bahia.

Divulgação/Brasílio Wille
Café aproxima

“Ainda sentimos os efeitos das medidas de distanciamento social e as pessoas tendem a permanecer mais tempo em casa. Com isso, além do inverno, temos um aumento no consumo do café, que é uma bebida que inspira uma boa conversa a dois ou aquela pausa no trabalho para repor as energias”, explica Carlo Costa Gallinea, diretor comercial da CCG Representações, responsável pela expansão da marca catarinense Bonblend Cafés Especiais.

Se o café é uma bebida popular, pronto para ser consumido em qualquer ocasião, o potencial de combinação com outros alimentos também mostra sua força. Eclético, ele vai bem com frutas, queijos, doces e salgados, além de combinado com outras bebidas e ganhar o status de drink.

Divulgação/Brasílio Wille

Harmonização com comidas

Segundo o executivo da CCG, se a opção for degustar queijos com características mais cremosas e salgadas, a harmonização deve ser feita com o tradicional café coado. Já num café mais adocicado, o contraste é bem-vindo. Neste caso, o acompanhamento vai bem com um pão de queijo salgado, tortas e quiches.

Com as frutas, é só tomar cuidado para não exagerar no sabor amargo, usando frutas silvestres mais adocicadas e encorpadas como peras, framboesas e morangos.

Cafés coados, suaves e adocicados também harmonizam deliciosamente com bolos feitos de fubá, cenoura e milho. Se o cardápio apresentar sobremesas mais intensas como brigadeiros, tiramisu e petit gateau, o café espresso e de volume mais forte é o indicado, segundo Gallinea.

Divulgação/Brasílio Wille


Drinks de café

O café também reúne características que permitem boas combinações com outras bebidas. No inverno, quanto mais quente, melhor. A versão “mocha” - que também é conhecida como moccacino - cumpre à risca esse preceito. Ela é formada com uma dose do café espresso, calda de chocolate ou chocolate quente, leite vaporizado e micro espuma do leite.

“Normalmente, ele vem polvilhado com chocolate ou canela para dar um toque a mais no sabor e na aparência. E também vale aquela foto chamativa para repercutir nas redes sociais”, brinca o executivo.

O preparo Havaiano é outro tipo que pode ser considerado uma boa pedida no inverno. “De forma bem simples, ele é quase um café com leite, mas no lugar do leite de vaca usamos leite de coco em sua composição e uma decoração bem característica com coco queimado nas bordas”, descreve Gallinea.

Até mesmo com bebidas alcóolicas a presença do café ganha destaque. É o caso do café Caribenho. “Ele pode ser considerado um drink, já que leva rum em sua composição. Algumas receitas podem adicionar um pouco de gim e vermute seco, mas a versão original leva apenas rum e açúcar. Outro de tom alcóolico é o café irlandês, que leva whisky e creme batido na receita. Como se percebe, basta soltar a imaginação, usar à vontade o café e brindar suas receitas favoritas”, conta Gallinea. 


A importância de uma alimentação saudável e balanceada

A médica Pollyanna Aquino Silva, da Porto Seguro Saúde Ocupacional, fala sobre a relação da alimentação com a saúde


Segundo dados coletados pelo IBGE na última Pesquisa Nacional da Saúde, divulgada no ano passado, entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na população com mais de 20 anos no Brasil mais que dobrou, passando de 12,2% para 26,8%. Esse índice representa que cerca de 41 milhões de brasileiros, acima de 18 anos, sofrem de obesidade. Apesar da relação da alimentação com a saúde não ser novidade, a médica do Porto Seguro Saúde Ocupacional, Pollyanna Aquino Silva alerta para a precarização da rotina alimentar do brasileiro.

“O hábito alimentar do brasileiro tem sido marcado pelo consumo excessivo de sódio, açúcar e gorduras saturadas levando a um aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão arterial, obesidade, diabetes e dislipidemias que, por sua vez, aumentam o risco do infarto e do derrame cerebral”, destaca.

A Dra. Pollyana e o Porto Seguro Saúde Ocupacional prepararam algumas dicas que podem auxiliar os brasileiros com a alimentação, desde o planejamento da alimentação aos cuidados básicos com as refeições.


Rotina é fundamental

Para adotar uma rotina saudável de alimentação e longe do sedentarismo, é importante planejar a rotina de refeições. A dra. Pollyana destaca que “planejar as refeições contribui para a manutenção de uma rotina alimentar adequada e saudável, já que ter sempre uma comida ‘de verdade’ ao alcance ajuda a evitar o consumo de ultra processados. Também é importante ficar atento em relação ao consumo excessivo de alimentos, ao comportamento sedentário e ao estresse emocional”.


A ida ao mercado

Tudo começa na ida ao mercado. Nessa hora, a dica é se fazer as seguintes perguntas: quais alimentos tenho em casa? Com os alimentos que tenho em casa, quais refeições consigo preparar? Quais alimentos preciso comprar para as refeições que ainda irei fazer nos próximos dias?

Priorizar alimentos da estação também é uma dica para garantir melhores preços, maior frescor e disponibilidade. Procure também fazer compras em mercados com produção local, diretamente dos agricultores ou em outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados.


Não se esqueça do básico

Não custa lembrar que é primordial a ingestão de água para a hidratação, portanto sua ingestão deve ser frequente e regular. “Não vale substituir por refrescos, refrigerantes, bebidas lácteas e açucaradas de forma geral. É água mesmo. E fique atento aos primeiros sinais de sede e satisfaça imediatamente a necessidade do seu organismo”, ressalta a médica.

Principalmente em momentos como o que vivemos, cuidar da saúde nunca é demais. Manter uma rotina de exercícios em conjunto com uma alimentação saudável, faz bem não somente para o físico, mas também para a saúde mental. Ter equilíbrio com a saúde traz impactos positivos para a vida pessoal e profissional, fazendo com que o rendimento melhore consideravelmente em todos os aspectos.   


Um único ovo tem mais de 50 nutrientes valiosos para a saúde

Levantamento completo indica quais são eles e seus benefícios para o organismo 

 

Isso mesmo, com mais de 50 nutrientes, o ovo fornece proteínas, aminoácidos, lipídeos, minerais, além de boa parte das vitaminas de que o nosso corpo necessita. 

Entre seus inúmeros benefícios, ajuda a diminuir a incidência de doenças crônicas (cardiovasculares, diabetes, obesidade e hipertensão arterial), protege a saúde dos olhos, reforça o sistema imunológico, fortalece músculos e combate o envelhecimento precoce. 

Um minucioso levantamento feito pela Dra. Milena Cornacini, Nutricionista Clínica, Esportiva e Ortomolecular, Mestre e Doutora em Nutrição e Consultora Técnica da Katayama Alimentos, mostra os benefícios e indicações médicas e cada substância presente no ovo. A tabela completa deste estudo, com a composição média nutricional do ovo, pode ser acessada abaixo.

  • Veja quanta coisa tem por dentro desse “gigante” da alimentação universal e se surpreenda!
  • Promove o ganho de massa muscular. O ovo é rico em proteínas, essencial para o desenvolvimento muscular. Além de um coquetel formado por ácido aspártico, ácido glutâmico e leucina, aminoácidos, que estimulam a produção de massa muscular; e fósforo, lisina e sódio, que mantêm a saúde dos músculos.
  • Previne o envelhecimento precoce graças à luteína, magnésio, selênio, serina, vitaminas A e E, que têm ação antioxidante, protegendo as células sadias do organismo da ação dos radicais livres.
  • Na gestação e infância é importante na formação óssea devido ao cálcio. Ao lado do magnésio, o cálcio também ajuda a reduzir riscos de pré-eclâmpsia. A vitamina D atua na prevenção da diabetes gestacional. O ferro e as vitaminas B6 e B12 influenciam no desenvolvimento do feto e no crescimento infantil.
  • Ossos mais fortes mesmo na idade adulta. O cálcio presente nos ovos continua fazendo a diferença, pois previne osteoporose e fraturas. Fósforo, lisina e vitamina D contribuem para a saúde de ossos e dentes.
  • Reduz o risco de diabetes graças ao potássio e vitamina D. Mesmo para quem já tem diabetes o ovo é benéfico, pois é rico em magnésio e vitaminas B6 e E, que auxiliam no controle da doença.
  • Melhora o desempenho de exercícios físicos, já que o ovo é fonte de energia, rico em lipídeos, arginina e leucina.
  • Excelente para aumentar a imunidade, pois contém vitaminas, em especial a D, minerais como selênio e zinco, e ácido aspártico e ácido glutâmico.
  • Auxilia na cicatrização da pele e pós-operatória. Fonte de zinco, arginina, lisina, vitaminas A e E, que atuam no crescimento celular e se refletem na reparação dos tecidos.
  • Protege o fígado. A presença de arginina, colina e vitamina E ajudam a diminuir a quantidade de gordura no fígado, e o selênio reduz a inflamação causada pela gordura.
  • Alívio para os sintomas da TPM graças à presença do cálcio e do magnésio que juntos diminuem a contração muscular do útero, aliviando cólicas e dores nas costas e de cabeça. A vitamina B6 evita o inchaço e proporciona bem-estar.
  • Contribui para a saúde dos olhos. Os ovos são uma boa fonte de luteína e zeaxantina, que protegem contra a oxidação de lipoproteínas e estão envolvidos na acuidade visual, reduzindo riscos de doenças oftalmológicas, como degeneração macular e catarata. Também são fontes de vitaminas E e D, compostos com ação antioxidante e anti-inflamatória que auxiliam na proteção da visão.

 


 


Katayama Alimentos

Tel.: (18) 3606-9000

E-mail: marketing@katayama.com.br

www.katayamaalimentos.com.br

facebook.com/katayamaalimentos

instagram.com/katayamaalimentos

Canal “Ovo de Novo”  youtube.com/ovodenovo


Alimentos ricos em proteína: um mix diversificado muito além dos derivados animais

 


Quando pensamos em alimentos ricos em proteína, é normal fazermos associações com produtos de origem animal, sobretudo a carne. No entanto, existem muitas outras opções que devem ser consideradas. O número de pessoas que evitam consumir derivados animais cresceu nos últimos anos, seja pelo cuidado com a própria saúde, pelo bem do meio ambiente ou então para diminuir a crueldade animal. Com o vegetarianismo e o veganismo no Brasil crescendo cada dia mais, é impossível ignorar tais tendências de consumo alimentar e seu potencial de mercado. Afinal, existe um grande público que está disposto a comprar produtos que se adéquem a essas práticas. Além disso, há pessoas que têm intolerância à lactose, o que amplia ainda mais a demanda comercial. Por isso, é hora de reconsiderar o que está nas prateleiras. Para ajudar a diversificar o mix de produtos, vamos listar 10 alimentos ricos em proteína que passam longe dos derivados animais.  

 

A substituição das proteínas animais na alimentação vegana

 

As proteínas são moléculas compostas por aminoácidos essenciais para todos os humanos, sendo os maiores componentes de nossas células. Além de presentes na nossa estrutura, estão presentes também nos alimentos. Suas funções são diversas, como o combate de infecções, produção de hormônios e transporte de oxigênio. Entretanto, a mais conhecida é a de funcionar como os "tijolos" do corpo, atuando diretamente na construção e fortalecimento da massa corporal. Ao todo, precisamos de 20 tipos diferentes de aminoácidos, sendo que 11 deles nós somos capazes de produzir por conta própria, enquanto os outros 9 vêm da alimentação. Por isso, ter uma dieta balanceada é essencial. Para manter a boa saúde, necessitamos de cerca de 0,8 a 1 grama de proteína para cada 1 quilo que temos. Ou seja, uma pessoa de 70 kg precisa de aproximadamente 56 a 70 g desse nutriente. Isso varia de acordo com o ritmo de atividades, a fase da vida e até a condição de saúde de cada indivíduo, então é sempre válido consultar um nutricionista. Poucas pessoas sabem o quanto precisam e por isso têm muito medo de parar de consumir produtos animais por não saberem quais as maiores fontes proteicas. Nisso, surgem diversos mitos, como a proteína vegetal ser incompleta ou não tão boa quanto a animal ou que as proteínas essenciais não estão presentes nos vegetais. Isso não é a realidade. Basta uma boa alimentação para suprir todas as necessidades corporais. "Muitas pessoas estão conhecendo essa verdade e adotando-a em suas vidas, o que gera uma grande demanda de produtos", afirma o diretor da Vida Veg, Anderson Rodrigues, um dos principais produtores de alimentos plant-based do país. 

 

Os 10 alimentos ricos em proteína vegetal

 

Feijão 

O feijão é o primeiro dos alimentos ricos em proteína que iremos falar! Uma leguminosa já presente no prato de todo brasileiro, especialmente em sua combinação supersaudável com o arroz. Há diversas versões, como o preto, carioca, azuki, branco e fradinho, e todas elas são extremamente nutritivas, sendo ricas em proteínas e ferro mineral, o que previne a anemia e fortalece o sistema imunológico. Em média, cada 100 gramas de feijão cozido tem 5 gramas de proteínas.

 

Grão-de-bico 

O grão-de-bico é um dos mais queridos produtos veganos, pois é bastante versátil e pode ser utilizado para saladas, cozidos e também para fazer o homus, que é um ótimo substituto para a maionese convencional. Fonte de proteínas, fibras solúveis, ferro, magnésio, além de vitaminas do complexo B e ácido fólico, ele ainda ajuda na prevenção de doenças do coração. Cada 100 gramas de grão-de-bico tem cerca de 7 gramas de proteínas.

 

Lentilha 

Ainda falando sobre grãos, a lentilha é uma ótima opção para quem opta por proteínas vegetais, afinal pode ser utilizada de diversas formas, como salada, caldos, feitas com arroz, base para hambúrgueres, entre outros. Ela também é rica em vitaminas e minerais, ácido fólico e fibras, o que ajuda o organismo em diversas frentes. Geralmente, cada 100 gramas de lentilha cozida tem 6 gramas de proteínas.

 

Folhas e vegetais de cor verde-escura 

As folhas e os vegetais de cor verde-escura também são importantes em uma dieta. Estamos falando da couve, dos brócolis e do espinafre, por exemplo, entre inúmeras outras opções que podem ser facilmente encontradas no Brasil. Todas elas são fontes de ferro e outros minerais e vitaminas, além de proteínas que, se combinadas com outros alimentos, suprem a necessidade de todos os aminoácidos.

 

Leites vegetais 

O leite convencional pode ser um tópico delicado, porém ele é fácil de ser substituído em suas variações veganas, que, além de saudáveis, são deliciosas. A base dos leites vegetais normalmente provém de grãos ou frutas, podendo ser feitos a partir de amêndoas, castanhas, arroz, aveia, coco, amendoim, soja ou até inhame. Todos funcionam perfeitamente bem para serem tomados ou utilizados em receitas na substituição do leite animal. Como muitas pessoas não sabem como fazê-los ou preferem não gastar tanto tempo com a produção, é uma boa oportunidade tê-los à venda.

 

Iogurtes veganos 

Assim como os leites de origem vegetal, existem demais opções que se assemelham aos laticínios para o dia a dia, como queijos, requeijões, e uma ótima entre elas é o iogurte. Os iogurtes vegetais são feitos normalmente à base do leite vegetal, além de frutas e outros toques para ficarem igualmente deliciosos. Existe até mesmo o iogurte grego vegano, então é impossível não agradar os clientes com tais opções.

 

Castanha-de-caju 

Diversos leites vegetais e seus laticínios veganos são produzidos a partir da castanha-de-caju. Se os leites e iogurtes, por exemplo, têm alto índice proteico, é por causa da quantidade que se obtém da castanha. Ela pode ser considerada quase milagrosa, sendo fonte de gordura boa e minerais, como magnésio, ferro e zinco. Assim, previne a anemia e melhora a saúde da pele, das unhas e do cabelo, evita problemas cardíacos e o câncer e até mesmo o envelhecimento precoce devido ao poder antioxidante. Em média, cada 100 gramas de castanha-de-caju tem cerca de 18,5 gramas de proteínas.

 

Amendoim 

Além da castanha-de-caju, o amendoim é outra fonte proteica rica para quem deseja escapar dos derivados animais. Com propriedades similares às de sua colega, ele reduz o LDL, que é o colesterol ruim, fortalece o sistema nervoso, combate o Alzheimer por meio da vitamina B3 e ajuda na prevenção da diabetes por seu baixo índice glicêmico. Cada 100 gramas de amendoim tem cerca de 27 gramas de proteínas.

 

Quinoa

Vinda direto do Peru e podendo ser cozinhada de diversas formas, tanto em pratos salgados quanto doces, a quinoa é considerada um superalimento por seus inúmeros benefícios para a saúde. Ela tem muitas fibras, ferro, cálcio, ácidos graxos, ômega 3 e 6, vitaminas do complexo B e vitamina E, além de ser um carboidrato de baixo índice glicêmico, o que é ótimo para a diabetes. Dá para perceber que ela pode ajudar em várias coisas, mas, como fonte de proteína, é extremamente especial por conter os 9 aminoácidos essenciais para nosso organismo que só conseguimos obter com a alimentação. Em média, cada 100 gramas de quinoa tem 14 gramas de proteínas.

 

Tofu 

Fermentado a partir da soja, o tofu se aproxima do queijo e tem um sabor neutro, servindo tanto para pratos salgados quanto doces, igual a quinoa, mas com uma textura bastante cremosa, que pode substituir carnes ou cremes. Não falamos da soja aqui, mas ela tem muito ômega 3, além de prevenir a trombose, ajudar no colesterol, fortalecer os ossos, aliviar os sintomas da menopausa e manter a firmeza e elasticidade da pele. Sem contar que ela também tem os 9 aminoácidos que falamos agora há pouco. Dessa forma, o tofu é uma opção interessantíssima para se ter em toda loja. Muitos alimentos dessa lista já são consumidos diariamente por uma grande parte da população brasileira, mas ainda não são conhecidos por serem ricos em proteínas. A cada dia mais pessoas têm esse conhecimento e adotam-no em suas vidas. Portanto, é preciso repensar os produtos para atender a essa parte que quer mudar.

 

Posts mais acessados