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domingo, 11 de março de 2018

Dança do Ventre ajuda a curar a depressão e eleva a autoestima



  De acordo com professora, é cada vez mais comum a procura de pacientes em
tratamento clínico buscarem essa dança como aliada para se livrar da doença


 (Foto: Jay Fotografia)
 

O famoso dito popular “quem dança seus males espanta” faz todo o sentido no combate à depressão. A dança do ventre, por exemplo, conduz a mulher pelo caminho do autoconhecimento, ampliando assim a consciência de si mesma e consequentemente contribuindo com a elevação da autoestima e da confiança. Traz também diversos benefícios à saúde, por trabalhar todas as partes do corpo, da ponta dos pés ao topo da cabeça, o que exige um bom trabalho postural e de equilíbrio.

Segundo Shalimar Mattar, pesquisadora de danças do feminino e autora do livro ‘Círculo Mulher - O Movimento do Feminino ao Longo da Vida’, aos poucos a mulher que pratica a dança do ventre se redescobre ou se reconecta com o seu poder interior, com a sua energia, e assim aprende a melhor maneira de permitir que essas descobertas passem a conduzir sua vida desse momento em diante.

“A dança do ventre também massageia os órgãos internos e colabora com a coordenação e agilidade. Atua no desenvolvimento dos sentidos, fortalece a feminilidade e combate o stress. Além disso, as aulas são, na maioria das vezes, em grupos, o que possibilita um convívio social com mulheres que buscam os mesmos objetivos. Desta forma, todas se sentem livres para exteriorizar seus sentimentos e pensamentos, e se entregam nas aulas, proporcionando mais alegria e satisfação”, diz a especialista, que dirige o Estúdio Shalimar Danças em São Paulo.

O acolhimento de quem pretende dançar para se livrar da depressão acontece já no primeiro dia de aula. “Sempre com muito carinho e respeito pela individualidade. Os grupos valorizam as características pessoais e objetivos de cada aluna. Em uma mesma sala de aula você pode ter alunas com as mais diferentes características, mas todas são mulheres em busca da felicidade e equilíbrio interior - e esse é o foco!”, esclarece Shalimar, que é professora, coreógrafa e bailarina de dança do ventre há mais de 25 anos.

De acordo com a professora, devido a depressão ser um mal do século, é cada vez mais comum a procura de pacientes em tratamento clínico buscarem essa dança como aliada para ajudar na cura da doença. “Recebermos mulheres na escola com essa indicação e o mais interessante é que a maioria quer continuar praticando mesmo após superarem a depressão, justamente porque se sentirem mais seguras”, explica.

E se engana que a dança do ventre é mais procurada só por mulheres mais novas. Qualquer pessoa que esteja em boas condições de saúde e com liberação médica, pode praticar independentemente da idade. A prática é altamente recomendada na terceira idade e a busca desse público por aulas é crescente.

Já as mulheres mais tímidas e que se sentem inseguras com o corpo, não tem desculpa para deixar de praticar, pois podem escolher os figurinos que mais combinam com o seu estilo. “A dança do ventre, provavelmente, é um dos estilos de dança que possui a maior variedade de modelos de figurinos e acessórios. Caso a mulher não queira mostrar as pernas, ela pode dançar com saia longa e fechada. Quer esconder os braços? Também pode cobrir com enfeites, mangas e luvas. Não quer decotes? Ok. Quer cobrir a barriga? Também tem alternativas. Enfim, é uma dança extremamente rica e muito democrática. Pode usar calças, macacão, camiseta, top, o que preferir”, finaliza Shalimar.


Tudo que você precisa saber sobre o uso da toxina botulínica no estrabismo


Todo mundo, ou quase todo mundo, já ouviu falar na toxina botulínica, ou pelo menos pela marca mais famosa desta substância, o famoso Botox. O que poucas pessoas sabem é que o primeiro uso terapêutico da toxina botulínica foi para tratar o estrabismo, desvio dos músculos oculares que leva ao desalinhamento dos olhos.

O responsável pela introdução da substância para o tratamento não cirúrgico do estrabismo foi o oftalmologista norte-americano Alan B. Scott, que o fez na década de 70. Ao aplicar a toxina botulínica em pacientes estrábicos, ele notou que os músculos relaxavam, corrigindo o desvio. E assim o uso terapêutico foi aprovado pelo órgão que regulamenta os medicamentos nos Estados Unidos, o FDA.
 


O segredo da toxina

 
A toxina botulínica bloqueia a liberação de um neurotransmissor chamado acetilcolina, responsável pela junção neuromuscular. Isso quer dizer que é essa substância que manda o impulso elétrico do cérebro para os músculos se contraírem. Portanto, ao injetar a toxina, esse mecanismo fica bloqueado.




O que há de novo

 
Ao longo dos anos, as evidências científicas foram mostrando que a toxina botulínica não trata todos os tipos de estrabismo.

Segundo a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Setor de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba, hoje a aplicação da toxina é indicada para estrabismos de pequeno ângulo, para crianças com paralisia cerebral e na doença de Graves, quando há um quadro ativo de inflamação orbitária.

No último SIMASP, congresso de oftalmologia promovido pela Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP), Dra. Marcela deu uma aula sobre as últimas novidades do uso da toxina botulínica no estrabismo.

“Após uma ampla revisão da literatura, o que temos de mais novo é a associação da toxina botulínica com a bupivacaína, um anestésico que ajuda no fortalecimento do músculo e tem apresentado bons resultados”, diz a especialista.



Quando optar pela toxina e quando optar pela cirurgia

 
Embora a toxina botulínica possa ser usada em todos os tipos de estrabismo, os estudos mostram que para alguns desvios a resposta não é satisfatória.

“Quando falamos de estrabismo em uma criança, precisamos pensar nos procedimentos que serão necessários para aplicar a toxina, como por exemplo, anestesia geral. Normalmente, os casos que não respondem bem vão precisar de várias aplicações, ou seja, serão várias anestesias gerais”.

Portanto, para o estrabismo de grande ângulo, o ideal é optar pela cirurgia. Além de ter um melhor resultado, apresenta mais segurança já que a criança será anestesiada apenas uma vez. Outro ponto é que a aplicação da toxina não exclui a necessidade de fazer uma cirurgia mais tarde.


sábado, 10 de março de 2018

Castrar é cuidar



Além de ajudar no controle populacional, a castração previne uma série de doenças para os pets


Que os pets levam alegria por onde passam é notório, mas, infelizmente a maioria dos animais não consegue um lar digno pela vida toda. Infelizmente, isso leva ao grande número de animais abandonados que temos espalhados por todo o País. E o problema ainda fica maior quando esses animais não são castrados, pois ficam procriando sem controle algum e cada vez mais animais acabam abandonados com fome, sede, frio e correndo todos os perigos das ruas.

 E uma maneira de ajudar a controlar a população de animais é castrando. Assim, impede-se ninhadas que não são desejadas a serem abandonadas. Sem contar que esse procedimento também ajuda no controle de doenças transmissíveis.

 Entretanto, em muitos lares a prática da castração não é muito bem vinda. E muitas vezes isso acontece pela falta informação, que acaba gerando um medo nos tutores. Porém, segundo a médica veterinária Mayrê Galhardo, do Hospital Veterinário Cão Bernardo, o número de animais castrados tem aumentado, por conta da facilidade de informações, os proprietários acabam perdendo o medo. Além disso, o afeto e preocupação com os pets também estão nos quesitos fundamentais com os pets, já que a castração ajuda a prevenir diversas doenças.

 “Muitas vezes a castração é feita pensando na prevenção de doenças,e,em alguns casos serve como forma de tratamento de outras. Conseguimos diminuir a incidência de câncer de mama e infecções uterinas em fêmeas bem como tumores venéreos transmissíveis para ambas as espécies. Em machos além de prevenção serve como forma de tratamento por exemplo para aumento de próstata e alterações de comportamento, como agressividade”, explica Mayrê.

 Para quem tem medo de como é a recuperação após a cirurgia pode ficar despreocupado, pois, em 10 dias o animal já está totalmente recuperado, só é preciso tomar alguns cuidados básicos pós cirurgia, como cuidado com os pontos, repouso, limpeza da ferida cirúrgica, restrição de atividades físicas até a retirada dos pontos e administração dos remédios prescritos pelo profissional responsável.

 Também é importante cuidar para que o sedentarismo não faça parte da vida do animal, pois, com a redução dos hormônios os pets ficam mais preguiçosos e gastam menos energia, consequentemente, engordando.

 A castração é mais que necessário, é um ato de amor para a saúde do seu pet e para controlar a população, evitando, que ninhadas sejam abandonadas e mais cachorros e gatos jogados nas ruas passando necessidades. Por isso, é importante disseminar essa campanha para que cada vez mais pessoas possam se conscientizar da importância do ato.






Hospital Veterinário Cão Bernardo

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