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sábado, 10 de março de 2018

Placa bacteriana agrava doença renal em cães e gatos



Higiene bucal é algo indispensável para a saúde humana e, com nossos amigos de quatro patas, não é diferente. No entanto, apesar de ser imprescindível, a minoria dos tutores se atenta para o problema. A falta de escovação, além da sensação de sujeira e do mau hálito, podem causar doença periodontal.

A doença periodontal é uma das condições orais mais comuns em cães e gatos, afetando mais de 85% dos animais com mais de cinco anos de idade. O desenvolvimento dessa doença ocorre pelo acúmulo de placa bacteriana e tem relação direta com o tipo de alimentação e ausência de escovação bucal dos animais.

Além de comprometer a dentição e os tecidos de sustentação, o problema pode levar ainda ao surgimento de doenças sistêmicas, como a hepatite, inflamação de articulações, doenças cardíacas e renais. As bactérias presentes na boca causam uma inflamação da gengiva que pode sangrar durante a mastigação ou mesmo durante as brincadeiras. O sangramento facilita a penetração das bactérias na corrente sanguínea e, essas podem acumular em outros órgãos.

No caso dos rins, especificamente, a boca com presença de cálculos dentários, independente se está no início ou em um estágio mais grave, pode levar ao desenvolvimento da doença renal crônica, uma condição difícil de ser diagnosticada que acaba sendo percebida em estágios avançados, quando o cão ou gato passa a apresentar insuficiência renal.

A placa bacteriana dos animais é igualzinha à do ser humano, se desenvolve em 24h. Mas, apesar dos problemas serem os mesmos, a pasta dental utilizada por nós, humanos, são tóxicas para os animais. Nesse sentido, é indispensável procurar um creme dental desenvolvido especialmente para os pets.

Felizmente, hoje já é possível encontrar produtos de ótima qualidade, como o Dental Care, um gel dental desenvolvido para higienização bucal de cães e gatos. O gel evita a formação de placa bacteriana, previne o mau hálito, a gengivites e também os tártaros, além de ajudar no clareamento dos dentes. Com cuidados especiais, você garante a saúde do seu melhor amigo por muito mais tempo.






Cibele Erreiras Ruiz - médica veterinária, especializada em nefrologia/urologia na Clínica Veterinária Bele Bichos e é consultora do Grupo Ipet.


Páscoa: perigos e cuidados com os pets durante a data



Muitos perigos e atenção redobrada! Esse pode ser o pensamento para quem possui/busca um pet e quer aproveitar a Páscoa sem nenhum stress. Durante o período é comum alguns pais cederem a pedidos e acabarem presenteando os filhos com algum pet, no caso, um coelhinho. Mas a decisão em ter um animal de estimação deve ser bem pensada, afinal a criança, quando muito pequena, ainda não tem responsabilidade para a tarefa.

Caso haja outros animais em casa, é recomendado fazer a socialização do pet com outros bichos. Uma boa alternativa é adotar animais adultos, pois não são tão frágeis quanto os filhotes e as crianças podem brincar sem preocupação. Vale destacar que um animal de estimação em casa só traz benefícios para crianças, como maior resistência à doenças, melhor relacionamento com pessoas, e até aprendizado sobre como lidar com sentimentos, como frustração, sensibilidade, alegria e até morte, como aponta Gisele Starosky, veterinária da Fórmula Animal, franquia especializada em oferecer medicamentos manipulados em formas e sabores diferenciados a animais.

Outro perigo que os donos precisam ficar atentos é sobre os riscos de dar chocolates aos pets, o que pode causar sérios problemas. “O chocolate meio amargo é o pior entre os mais consumidos pelas pessoas (ao leite e branco) por conter maiores níveis de teobromina que não é digerida da mesma forma no organismo do animal”, alerta Gisele. É importante salientar que os pets não conhecem o sabor do chocolate, por isso os donos não devem, em hipótese alguma, oferece-lo ao animal.

Nos cachorros a reação pode variar entre aumento da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos até diarreia e vômito. Já nos gatos, os problemas podem ser mais graves e levar até à morte.  Para os donos que querem fazer um agrado para seus pets, já existem diversas opções de chocolates específicos para consumo animal. 





Fórmula Animal Farmácia de Manipulação Veterinária


Casos de Leishmaniose aumentam em São Paulo




Sorrateira zoonose se espalha silenciosamente nos municípios do estado e se aproxima da capital paulistana


A Leishmaniose Visceral Canina vem se espalhando silenciosamente pelo estado de São Paulo. A doença se dispersa através das principais rodovias do país e se aproxima cada vez mais da capital paulistana. Dados indicam que 97 municípios da região já têm registros da doença. Em 2017, o interior de São Paulo teve casos de leishmaniose em Valinhos, Indaiatuba e Campinas. A Baixada Santista também foi afetada pela enfermidade, o Guarujá registrou casos em humanos e cães.

Sorrateira e com alto poder endêmico, zoonose já está presente nas cinco regiões do país e infecta anualmente mais de três mil pessoas, e uma quantidade incontável de cães. Pesquisas indicam que cada caso humano registrado equivale a até 200 animais infectados.

A doença é transmitida para os animais através da picada do mosquito palha infectado (principalmente pelo flebótomo Lutzomyia longipalpis). Os cães são os principais reservatórios no ciclo urbano. Um animal positivo para leishmaniose serve como reservatório para o vetor, aumentando assim o risco de transmissão da doença para os humanos.

Por isso, a prevenção é extremamente importante. “Evitar que o vetor infecte os cães continua sendo a melhor forma de controle da leishmaniose, por isso, os animais precisam estar protegidos”, afirma a Médica-veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

Um dos desafios impostos pela leishmaniose é o difícil controle da transmissão da zoonose, pois a infecção ocorre de forma silenciosa. Os animais infectados podem demorar até dois anos para manifestar os sintomas da doença. “Os cães afetados podem apresentar problemas dermatológicos como alopecia, úlceras, descamações, feridas de difícil cicatrização e hiperqueratose (espessamento da pele), principalmente no focinho, ao redor dos olhos e nas orelhas. É comum também a presença de onicogrifose, que é o crescimento anormal das unhas”, explica Priscila Brabec.

Além das manifestações visíveis, a doença pode gerar uma série de complicações e dependendo da evolução do quadro clínico, pode levar o animal ao óbito. Por apresentar sinais clínicos inespecíficos para confirmação do diagnóstico é necessária a realização de testes sorológicos e parasitológicos, ou até mesmo outros métodos mais elaborados.

Para ajudar na prevenção da Leishmaniose Visceral Canina, a Ceva Saúde Animal desenvolveu o conceito Double Defense, que visa a proteger os cães contra o vetor transmissor e o patógeno causador da doença.

Para isso, a Ceva Saúde Animal conta com dois produtos exclusivos, a Leish-Tec, única vacina recombinante do mercado contra a leishmaniose visceral canina que possui 96% de proteção individual, e o Vectra 3D, um produto tópico com formulação sinérgica inovadora (Dinotefuran, Permetrina e Piriproxifen), que repele e mata os insetos, além de proteger contra pulgas e carrapatos.

“O uso combinado dos produtos ajuda na proteção dos cães contra a picada do vetor, que é a principal forma de transmissão da doença e também contra a infecção pela Leishmania. Por isso, o uso do conceito Double Defense pode ajudar na proteção dos cães contra a leishmaniose”, finaliza Priscila.






Ceva Saúde Animal


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