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sexta-feira, 9 de março de 2018

Pálpebras caídas agora podem ser corrigidas sem cirurgia





Cada vez mais as mulheres procuram procedimentos estéticos eficazes, mas também sem muita dor. Submeter-se a um procedimento estético longe dos bisturis é o sonho de qualquer mulher vaidosa. Por isso, a blefaroplastia com jato de plasma está virando sensação principalmente para mulheres com mais de 30 anos.

Isto porque essas mulheres começam a se incomodar com aquela pele caída em cima dos olhos, que são excedentes de peles, também ocasionadas por flacidez e que podem incomodar até a visão. Além disso, existem aquelas famosas “bolsas” sob os olhos, que se tornam o terror de muitas. Para isso, Areda Coimbra, proprietária da Face Única Estética, aconselha a blefaroplastia com jato de plasma. “Com esse procedimento não há cortes na pele e por isso não há necessidade nem de anestesia”, explica.

O que será usado no local da blefaroplastia é apenas um creme anestésico, para que o jato de plasma possa agir. Esse jato ioniza as partículas de gás no ar entre sua ponta e a pele. A paciente pode sentir um calor, mas segundo Areda, a sessão é rápida, de 10 a 40 minutos.

O resultado é surpreendente e imediato, o que torna esse tipo de tratamento muito válido. Para Areda, apesar da eficiência desse tratamento, o resultado mais perceptível é visto depois de três a quatro semanas. E, a quantidade de sessões irá depender do grau de cada caso, que geralmente são de três a quatro sessões.

Porém, nem todo mundo poderá fazer a blefaroplastia com jato de plasma. É o caso das grávidas ou lactantes, por exemplo. Já, homens incomodados também com o excesso de pele na região das pálpebras podem se submeter ao procedimento.






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Automedicação: você comete este erro quando sente dor?



População brasileira é líder na automedicação. Entenda porque isso pode ser um perigo para a sua saúde


No momento em que você sente dor, o você faz? Você quer se livrar logo dela e nem pensa duas vezes antes de investigar mais a fundo? Afinal, dor é tudo igual e você pode tomar o remédio que sua esposa ou marido já tomam, não é mesmo? Se a resposta foi sim, saiba que você não está sozinho. 

Além de buscar mascarar a dor, a população brasileira é líder na automedicação. De acordo com uma pesquisa realizada pelo ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), mais de 76% dos brasileiros consomem remédios por indicação de amigos ou da família. Desse total, 40% costuma se automedicar por meio de pesquisas feitas pela internet.

“Números bastante preocupantes. Já que mascarar a dor, de fato, não é a solução.”, destaca Silvia Canevari Barros, Fisioterapeuta e responsável pelo ITC Vertebral Jundiaí e Americana. 


Automedicação apenas mascara a dor, que é um alerta e deve ser investigada

Tratar as dores de maneira paliativa, através do uso de analgésicos e anti-inflamatórios, por exemplo, não é o caminho mais indicado. Segundo a especialista, a automedicação apenas esconde a dor, prejudicando o tratamento correto da causa do problema.

Silvia explica que toda atenção é pouca em momentos de dor. Isso porque boa parte das lesões se iniciam vagarosamente, com esparsas dores, até que se tornam mais constantes e acabam afetando diversas estruturas. 


Apenas tomar remédio quando você “trava” a coluna pode ser um perigo!

Algumas pessoas travam a coluna e pensam que é só muscular. Geralmente, elas buscam um remédio para que o incômodo passe rapidamente. 

“Mas muitas vezes, quando uma pessoa trava, significa que ocorreu o chamado abaulamento a até mesmo, uma protrusão do disco intervertebral. Isso, no futuro, na maioria das vezes, pode virar uma hérnia de disco”, reitera.  

Ela chama a atenção ao fato de que é bastante comum as pessoas sentirem que ´travaram´ a coluna e buscarem um alívio imediato da dor por meio de alguma medicação. Para a fisioterapeuta, é muito arriscado se medicar sem consultar um especialista em coluna. “O ´travar´significa que o disco já está se deslocando e que ele pode se romper, caso os devidos cuidados não sejam tomados.


Sentir dores constantes não é normal

O uso de medicamentos apenas alivia a dor por algum tempo; porém, não trata a raiz do problema. Por isso, mesmo após inúmeras doses, os resultados não são satisfatórios. É muito comum as pessoas ficarem tomando um determinado remédio e a dor continuar. 

Não há melhor remédio do que tratar a causa do seu problema. É possível viver sem dor, sem cirurgia e sem medicação. “O diagnóstico correto é fundamental para fazer o tratamento adequado!”, conclui Silvia.






Dra. Silvia Canevari Barros - Fisioterapeuta Responsável pela Unidade ITC Vertebral Jundiaí (www.itcvertebraljundiai.com.br)  e Americana (www.itcvertebralamericana.com.br) , Especialista em Diagnóstico e Tratamento Mecânico de Patologias da Coluna Vertebral e Extremidades. 


Da infância à terceira idade: cinco atuações da fonoaudiologia



Geralmente conhecida por seus cuidados com a voz, a fonoaudiologia atua com diversos aspectos do desenvolvimento humano, envolvendo o conhecimento da estrutura neurológica e de cabeça e pescoço para a condução de atividades funcionais que devolvam ou potencializem o sistema comunicacional do indivíduo. 

“Do recém-nascido ao idoso, a fonoaudiologia compreende departamentos como o de motricidade orofacial, linguagem, neuro-aprendizagem e audição, somando em processos diagnósticos e tratamentos especializados, com grande ganho para a qualidade de vida dos assistidos”, declara Irene Marchesan, uma das principais referências da área no Brasil e no exterior, com mais de 40 anos de atividades.

Com a ajuda da profissional, listamos algumas das atribuições da fonoaudiologia no atendimento da população em todas as fases da vida: 

  1. No nascimento
Já no primeiro dia de vida do bebê a fonoaudiologia está presente para a avaliação tanto da audição, realizando o teste da orelhinha, quanto da avaliação do frênulo da língua, que identifica precocemente a língua presa. Neste último exemplo, a identificação permite a rápida correção do problema com apenas um corte do frênulo, que pode ser feito ainda na maternidade. Além de favorecer a amamentação, o tratamento permite o correto desenvolvimento da fala ao longo de toda a vida. 

  1. Na infância
Em um momento crucial do desenvolvimento da fala, leitura e escrita,podem ocorrer distúrbios causados tanto pelo desenvolvimento neurológico quanto estrutural da face, incluindo aspectos comuns em doenças como autismo, Síndrome de Asperger, dislexia ou dislalia, que dificultam a comunicação, socialização e aprendizagem da criança. Em todos esses processos a Fonoaudiologia tem papel fundamental para o diagnóstico e tratamento, incluindo a parceria com as escolas e seus educadores, assim como outras especialidades médicas. 

  1. Na adolescência
A adolescência é a fase de grandes transformações no corpo, que também se estendem à fala. Neste período é comum a mudança vocal, que em alguns casos, especialmente com meninos, pode ser trabalhada para a melhor condução de seus relacionamentos interpessoais. Ainda nesta etapa é comum a necessidade de correções ortodônticas, em que a fonoterapia pode somar com atividades respiratórias e vocais. 

  1. Na vida adulta e profissional
Embora a voz seja um elemento importante de apresentação de todo indivíduo, em algumas áreas ou atividades profissionais ela é ainda mais exigida, como no caso de professores, cantores, palestrantes ou simplesmente pessoas que tenham a demanda de se apresentar em público com frequência, como executivos. Aspectos como gagueira, rouquidão, entonação, entre outros, são analisados e trabalhados pelo fonoaudiólogo para a obtenção de maior clareza, fluidez e segurança no processo de comunicação profissional. Ela ainda atua para o correto uso do aparelho fonador, a fim de preservar a estrutura das pregas vocais. 

  1. Na terceira idade
Em meio a diversos processos degenerativos comuns nessa faixa etária, os fonoaudiólogos atuam direta e indiretamente no suporte de tratamento de doenças que afetam a audição (surdez), bem como a fala e deglutição. Câncer de cabeça e pescoço, mal de Parkinson, AVC (derrame), entre outras, tendem a deixar sequelas que afetam não apenas a fala, mas todo o processo de ingestão de alimentos, que se não tratados comprometem outras funções do idoso com sequelas graves. Em todas essas condições o tratamento fonoaudiológico tem como papel melhorar a qualidade de vida desses indivíduos, recuperando autonomia, sociabilidade e a saúde como um todo.
Não à toa, a atuação dos fonoaudiólogos vem sendo cada vez mais reconhecida e inserida às propostas de tratamento multidisciplinar em apoio a médicos em hospitais, clínicas, bem como em escolas e empresas.






Irene Marchesan - Diretora e fonoaudióloga do CEFAC – Clínica de Fonoaudiologia, possui graduação em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977), mestrado em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1989) e doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1998). Título de Especialista em Motricidade Orofacial (MO) nº 01, concedido pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa). Membro da International Association Orofacial Myology (IAOM) desde 1995. Membro da American Speech-Language-Hearing Association (ASHA) desde 1995 e atual Presidente da AAMS – Academy of Applied Myofunctional Sciences. Irene possui experiência clínica desde 1978. Escreveu livros e capítulos de livros, além de ser membro do corpo editorial de periódicos científicos: Revista CEFAC de Atualização Científica; Distúrbios da Comunicação, Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.


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