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sábado, 10 de março de 2018

O que é o Amor?



Larriane Lopes coach holística, discute o que é o amor e como devemos lidar com ele nos dias de hoje

Muitas vezes a palavra amor pode nos parecer abstrata demais, entretanto, de acordo com o dicionário, amor nada mais é do que afeição profunda, a ponto de estabelecer vínculo afetivo intenso, carinho, cuidado, zelo, entre outros. Porém, na prática, isso é um pouco diferente, uma vez que essas definições pouco falam sobre o que é de fato o amor.

É isto que exatamente o que explica Larriane Lopes, profissional de coaching holística: “as pessoas estão sempre em busca de uma definição única, por exemplo, do que é certo e errado. As respostas estão relacionadas com a história de cada um, a educação que tiveram na infância, a cultura e a sociedade em que está inserido. Logo não existe uma definição padrão do que é o amor romântico. Essas definições variam conforme a percepção que cada pessoa tem do ambiente em que está inserido. Por exemplo, um muçulmano tem uma concepção de amor diferente de um católico”.

Quando questionada sobre a relação entre amar e se apaixonar, Larriane respondeu: “O amor é uma qualidade de cada Ser conforme a manifestação da sua essência (de quem ele é). Ele desperta quando a entidade humana é capaz de avançar no processo de purificação da natureza interior. É um estado permanente da alma, uma presença constante. Já a paixão pode iniciar do processo de união entre duas pessoas, porém, raramente permanece em um relacionamento longo, pois ela tem como objeto uma fantasia, uma idealização do outro ou de algo”.

Ainda de acordo com ela é preciso ter “pé no chão”, porque muitas vezes estamos agindo de forma automática, guiados por uma programação coletiva (estimulada pela família, religião, sociedade e economia, por exemplo), que possibilita muitos casais a se casarem e terem filhos sem saber exatamente o que estão buscando. O amor tem que ser despertado, pois, em algum momento, foi esquecido/adormecido dentro de nós. “Sofremos quando temos o coração partido por criar muitas expectativas e pela falta de aceitação e desapego. O relacionamento muitas vezes tem começo, meio e fim. E saber terminar com respeito e dignidade é importante para compreender que as pessoas mudam e podem se interessar por outra pessoa”, comenta Larriane Lopes sobre fim de relacionamentos.






Larriane Lopes - Coach Holística
Instagram: @larrianelopes


Transplante de barba é a sensação do momento entre os homens



A barba tem sido a vedete dos últimos tempos. Homens com barba bem feita ou até mesmo por fazer, têm tomado espaço nas revistas e nas TVs. Se o rosto é considerado nosso cartão de visitas, a barba é a moldura e confere ao visual masculino um aspecto mais robusto, mais másculo e bonito. No entanto, não é todo homem que consegue deixar a barba perfeita. Homens que desejam ter mais barba, cobrir pequenas falhas ou ter um cavanhaque, procuram ajuda na cirurgia de transplante de fios.

De acordo com o médico especialista em transplante capilar, Dr. Leandro Ribeiro Mauro, uma barba perfeita é possível. “Muitos homens possuem falhas na barba, falta ou ausência total de pelos nessa região, e por isso não conseguem obter a barba tradicionalmente conhecida, mas isso pode ser mudado, com o transplante”, afirma.


O procedimento

Após uma análise médica, pode-se obter um bom resultado, dando à barba o aspecto natural que os homens tanto desejam. “O procedimento é similar ao transplante de cabelo, fios de uma determinada região são retirados e transplantados para outra área, num procedimento fio a fio, até obter o efeito desejado e com muita naturalidade”, relata o especialista, que destaca que as técnicas podem variar de acordo com cada caso.

O método é muito parecido com o transplante capilar tradicional, mas os fios podem ser retirados um a um da região embaixo do queixo ou do próprio couro cabeludo, e transplantados para a região desejada.

“É um procedimento relativamente simples, com anestesia local e o paciente vai para casa no mesmo dia, tendo apenas que tomar alguns cuidados com a região e podendo raspar a barba em torno de sete a dez dias após o procedimento”, diz Dr. Leandro Mauro, que completa: “não há cicatrizes” visíveis.

Geralmente, os fios transplantados podem cair após duas semanas, mas os folículos permanecem no local e, após cerca de três meses, eles começam a crescer lentamente, podendo continuar a aparecer novos fios até 18 meses depois do procedimento cirúrgico.

O pós-operatório é tranquilo para o paciente, que em dois dias já pode voltar para suas atividades normais.






Dr. Leandro Ribeiro Mauro - graduado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduado em Dermatologia pelo Centro de Medicina Especializada, Pesquisa e Ensino (CEMEPE – MG). Em 2010 começou a focar seus estudos e a participar de cirurgias na área de transplante de cabelos. Em 2012 foi para Nova York realizar treinamentos específicos em transplante capilar no Mount Sinai Hospital sob a tutela dos renomados Dr. Walter Unger, da Dra. Robin Unger e do Dr. Carlos Wesley, no qual obteve o título de International Fellow in Hair Transplantation.
A Clínica Dr. Leandro Ribeiro Mauro fica na Rua Portugal, nº 82 - São Francisco. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 41 3079.2282, pelo site http://www.drleandromauro.com.br, ou por meio da página da clínica no Facebook https://www.facebook.com/dr.leandromauro


Luto não é doença, mas precisa ser vivido



  Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade indica necessidade de atenção para aqueles que perderam familiares e pessoas de convívio para melhor aceitação da morte sem prejuízos à saúde física e mental

 
Muitos familiares e cuidadores precisam de abordagem e cuidado especial para passarem pelo luto da melhor forma possível. Esse processo pode prejudicar a saúde física e mental da pessoa enlutada, que muitas vezes, não recebe preparação para a perda de um ente em casos de doenças graves terminais e também morte imprevisível. A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) indica a necessidade de atenção aos familiares e pessoas próximas, como os cuidadores, que também merecem cuidados nesse momento.

Na maioria dos casos graves de saúde e doenças terminais, a atenção médica e psicológica é voltada integralmente ao paciente e não há uma preparação adequada dos familiares e cuidadores. Esses merecem também uma atenção especial para enfrentar o momento de perda de forma sadia. “O luto acontece e precisa ser vivido. Cada pessoa reage a essa perda de uma forma diferente, alguns têm sintomas psicológicos e até físicos relacionados ao luto e precisam ter um claro entendimento do médico. Um alerta é que, em muitos casos, esse momento é diagnosticado como depressão, o que não deve ser feito”, explica André Silva, médico de família e comunidade e diretor da SBMFC. Existe a necessidade da vivência do luto, pois se não acontece após a morte, poderá voltar em qualquer outra fase da vida da pessoa. Cada processo é individual, assim como suas reações, além disso, o luto é o “preço do amor” e nos leva a uma revisão de valores.

Os sentimentos mais comuns no luto são tristeza, raiva, culpa e auto-recriminação, ansiedade, solidão, fadiga, desamparo, choque, anseio, emancipação, alívio, estarrecimento. Ainda com as  sensações físicas de vazio no estômago, aperto no peito, nó na garganta, hipersensibilidade ao barulho, sensação de despersonalização, falta de ar, sentindo-se com respiração curta, fraqueza muscular, falta de energia e boca seca. Existem também comportamentos característicos como distúrbios do sono; distúrbios do apetite; comportamento “aéreo”, que tende a esquecer as coisas; isolamento social; sonhos com a pessoa que faleceu;  evitando coisas que lembrem a pessoa que faleceu; procurando e chamando pela pessoa.



Papel do médico no luto

Independentemente do problema apresentado, o cuidado centrado na pessoa deve estar presente dia a dia do médico. Quando a pessoa enlutada está com problemas que impactam a saúde, o médico precisa ter a sensibilidade de entrar no mundo dela e não ter receio em falar de ideias religiosas, mesmo que sejas de outra religião, seja ateu ou agnóstico. Outros tópicos que auxiliam no atendimento é ajudar a pessoa que ficou a se dar conta da perda, identificar e expressar os sentimentos dela, auxiliar a viver sem a pessoa falecida, facilitar o reposicionamento emocional da pessoa que faleceu e fornecer tempo para o luto.

Esse tempo deve ser analisado de pessoa para pessoa, principalmente quando o histórico de relacionamento é analisado. “Todos nós perdermos entes queridos e pessoas muito próximas. Algumas perdas são inesperadas e mesmo as já esperadas, de pacientes com graves doenças são difíceis de aceitar para algumas pessoas. Deixar-se viver esse luto é de certa maneira até saudável, pois a partir da notícia da morte, a convivência com aquela pessoa que estava ali. É preciso analisar todo um contexto familiar e social para proporcionar um luto saudável, sem danos à saúde e também sem confundi-lo com a depressão. A relação médico-paciente é fundamental nesse quesito”, finaliza Silva.


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