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quinta-feira, 11 de junho de 2026

PMEs podem ampliar vendas durante a Copa do Mundo com ações sazonais e planejamento, aponta Serasa Experian

Ebook gratuito reúne estratégias, análises e orientações para ajudar pequenos negócios a aproveitarem o aumento do consumo durante o torneio 

·         Dados do Insights Hub, plataforma da datatech, mostram que 13,5 milhões de brasileiros com maior propensão a ampliar gastos com o torneio

 

A Copa do Mundo vai muito além do futebol e costuma movimentar o consumo em diferentes setores da economia, criando oportunidades para pequenos e médios negócios ampliarem vendas e fortalecerem o relacionamento com os clientes. Categorias como alimentação, bebidas, vestuário, eletrônicos, delivery e conveniência tendem a registrar aumento de demanda durante o período, impulsionadas pelas mudanças na rotina e no comportamento dos consumidores ao longo do torneio.

 

Por isso, para ajudar pequenas e médias empresas (PMEs) a se prepararem para esse cenário, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, lança um ebook gratuito com estratégias, análises e orientações práticas para negócios que desejam aproveitar o aumento da demanda durante o torneio. O material está disponível para download no portal de conteúdo da datatech voltado para os empreendedores.

 

O movimento do consumo durante a Copa do Mundo já aparece nos dados. Levantamento recente realizado pela plataforma Insights Hub, da Serasa Experian, identificou mais de 13,5 milhões de brasileiros com maior propensão a ampliar gastos em categorias relacionadas ao torneio, como alimentação, delivery, moda e entretenimento digital. O cenário reforça o potencial do período para pequenos negócios que conseguem se planejar para atender o aumento da demanda e criar ações alinhadas ao comportamento do consumidor.

 

“A Copa do Mundo gera mudanças relevantes no comportamento de consumo. O consumidor passa a buscar mais experiências coletivas, compras ligadas à sazonalidade, o que cria oportunidades para empresas de diferentes setores. Nosso objetivo é ajudar os empreendedores a entenderem esse movimento e se prepararem para aproveitar as oportunidades do período de forma mais estratégica”, afirma Mariana Figueiredo, Diretora de Produtos e Tecnologia da Serasa Experian para Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian.

 

Entre os principais tópicos abordados sobre o impacto no evento em pequenos e médios negócios estão: setores mais impactados pelo aumento da demanda, principais desafios operacionais enfrentados no período, orientações sobre planejamento e organização da operação, construção de ofertas sazonais e estratégias para melhorar a experiência do cliente e potencializar as vendas ao longo do torneio.

 

O ebook faz parte do portal de conteúdo da Serasa Experian, que reúne materiais educativos voltados a apoiar pequenas e médias empresas em diferentes momentos da jornada empreendedora, com temas que vão desde gestão financeira e acesso ao crédito até planejamento e tomada de decisão. 

O material está disponível para download gratuito e pode ser acessado junto a outros conteúdos, como artigos, ferramentas e análises, desenvolvidos para ajudar os empreendedores a conduzirem seus negócios com mais segurança e eficiência.

 

Experian
experianplc.com


Turismo religioso no Alentejo: do legado islâmico às catedrais cristãs



Fé, monumentos históricos e herança multicultural revelam uma jornada única de contemplação longe das multidões 

 

Muito além dos destinos tradicionais e movimentados da Europa, o Alentejo surge como um refúgio para quem busca experiências de turismo religioso com mais profundidade, contemplação e autenticidade. Na maior região de Portugal, fé e história caminham lado a lado em paisagens serenas, vilas charmosas e monumentos que atravessam séculos, tudo isso sem multidões e com tempo para absorver cada detalhe.

O grande diferencial do Alentejo é reunir patrimônios religiosos grandiosos com uma atmosfera tranquila e longe do turismo de massa. Visitar igrejas, mosteiros e santuários é uma verdadeira experiência espiritual e íntima, não apenas um roteiro. 

A diversidade religiosa é outro ponto forte da região. Em cidades como Mértola, é possível perceber claramente a herança islâmica deixada pelos árabes, que ocuparam o território por séculos. A antiga mesquita, hoje transformada na igreja matriz Nossa Senhora da Anunciação, revela essa fusão de culturas em sua arquitetura singular, combinando elementos muçulmanos, góticos e manuelinos. 

Já em Castelo de Vide, o legado judaico ganha destaque com a sinagoga medieval Beit Ha-Midrash Sefardim, um dos espaços mais emblemáticos da presença sefardita em Portugal. 

Para os viajantes que desejam explorar o cristianismo, o Alentejo reserva alguns dos mais impressionantes monumentos do país. A imponente Sé de Évora, maior catedral medieval de Portugal, domina a paisagem com sua arquitetura em granito e detalhes que transitam entre o românico e o gótico. 

Em Elvas, a Igreja de Nossa Senhora da Assunção encanta com seus altares barrocos e elementos manuelinos, enquanto em Castro Verde, a Basílica Real impressiona pelos painéis de azulejos que narram episódios históricos e religiosos.

Já em Vila Viçosa, o Santuário de Nossa Senhora da Conceição guarda um dos marcos mais simbólicos da história portuguesa. Foi ali que, há 380 anos, Nossa Senhora da Conceição foi proclamada Rainha e Padroeira de Portugal. Desde então, nenhum rei português voltou a ser coroado, os monarcas passaram a ser apenas aclamados e deixaram de usar a coroa.

Os conventos também fazem parte desse roteiro de fé. Espalhados por toda a região, muitos deles foram transformados em hotéis ou espaços culturais, como o Convento do Espinheiro, em Évora, hoje um hotel cinco estrelas onde é possível vivenciar o silêncio e a espiritualidade em meio a séculos de história. 

Outros, como o Convento da Conceição, em Beja, se destacam pela riqueza artística e arquitetônica, com azulejos e detalhes manuelinos que contam a evolução da arte sacra portuguesa.

Um dos aspectos que torna o Alentejo especial para o turismo religioso é a possibilidade de viver a fé em sintonia com a natureza. Pequenas ermidas e santuários, como o de Nossa Senhora de Guadalupe, em Serpa, surgem em meio a paisagens rurais e convidam à reflexão, longe da agitação urbana. 

Além disso, a região integra caminhos históricos de peregrinação, como os Caminhos de Santiago, que atravessam o território rumo a Santiago de Compostela. Menos movimentados do que outras rotas europeias, esses caminhos oferecem silêncio, belas paisagens e uma conexão mais profunda com a fé.

Entre igrejas centenárias, vestígios de diferentes religiões e cenários naturais inspiradores, o Alentejo convida o viajante a vivenciar a espiritualidade de forma mais autêntica e contemplativa. 

 

Sobre o Alentejo 

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística do Alentejo, efetuada pela Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, conta com o apoio dos fundos comunitários através do Alentejo 2030, do Portugal 2030 e da União Europeia. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.


Da arquibancada ao checkout: por que os pagamentos serão decisivos na Copa de 2026

Quando milhões de turistas viajarem para os Estados Unidos, Canadá e México durante a Copa do Mundo de 2026, uma parte importante da experiência será definida longe dos estádios. Ela acontecerá no momento em que consumidores tentarem pagar por um hotel, pedir um transporte, comprar um ingresso ou dividir uma conta em um restaurante.

A próxima Copa será histórica não apenas por acontecer simultaneamente em três países, mas porque marcará um novo estágio da economia digital aplicada ao turismo global. Em um cenário de alta circulação internacional, reservas voláteis e consumidores acostumados à instantaneidade, os meios de pagamento deixaram de ser apenas uma etapa operacional para se tornarem parte central da experiência do visitante.

Esse ponto é particularmente relevante porque a Copa de 2026 acontecerá em uma região altamente conectada, móvel e acostumada à economia em tempo real. Nos Estados Unidos, carteiras digitais e pagamentos contactless já dominam boa parte da experiência de consumo em arenas esportivas, aeroportos e varejo. O Canadá, por sua vez, possui um dos mercados bancários mais digitalizados do mundo, com forte adoção de pagamentos móveis e elevada confiança em sistemas financeiros interoperáveis.

Mas será justamente o México o grande termômetro latino-americano dessa transformação. O país chega a esse momento como um dos principais polos digitais da América Latina. Segundo o Guia de Expansão Global da Nuvei, o país possui um volume de comércio eletrônico de US$ 96,7 bilhões e uma penetração de comércio digital de 74%. O setor de viagens, especificamente, mantém expansão de 17%, acelerando a necessidade de plataformas capazes de suportar fluxos massivos de transações sem comprometer segurança, estabilidade e velocidade.

A dimensão da operação ajuda a explicar esse desafio. Hotéis, companhias aéreas, restaurantes e o varejo precisarão funcionar em ritmo de alta demanda contínua durante semanas. Nesse contexto, a capacidade de processar pagamentos sem fricção pode se tornar tão importante quanto a própria infraestrutura física do evento.

Hoje, 79% dos usuários digitais no México já utilizam plataformas internacionais de pagamento. Na prática, isso significa que turistas esperam pagar utilizando os métodos aos quais já estão habituados em seus países de origem, em suas próprias moedas e sem fricções. Carteiras digitais, pagamentos em tempo real e sistemas multimoeda deixaram de ser diferenciais para se tornarem requisitos básicos de confiança.

Essa mudança é particularmente relevante para a América Latina, uma região que avançou rapidamente na digitalização financeira nos últimos anos. O Brasil é um exemplo claro disso. A popularização do Pix transformou a relação do consumidor brasileiro com velocidade, conveniência e disponibilidade financeira. Como consequência, turistas latino-americanos chegam cada vez mais preparados e exigentes em relação à experiência de pagamento oferecida pelos destinos que visitam.

A Copa de 2026 surge justamente como um catalisador dessa nova expectativa global. Com 78% das transações digitais mexicanas já realizadas via dispositivos móveis, número que deve alcançar 82% até 2027, o torneio deve acelerar investimentos em redundância operacional, pagamentos instantâneos, prevenção a fraudes e integração internacional de plataformas financeiras. Mais do que atender à demanda temporária do evento, trata-se de construir uma infraestrutura resiliente que continuará beneficiando o turismo, o varejo e a economia digital após o encerramento da competição.

Outro ponto estratégico está na capacidade de lidar com volatilidade. Em períodos de grande movimentação turística, cancelamentos, alterações de reservas e mudanças de itinerário se tornam frequentes. Nesse cenário, sistemas capazes de realizar liquidações e reembolsos em poucas horas deixam de ser apenas eficiência operacional e passam a representar proteção de fluxo de caixa para as empresas e confiança para os consumidores.

Em um ambiente altamente conectado, a percepção do turista sobre um destino não é formada apenas pela qualidade do hotel ou pela experiência no estádio. Ela também é construída pela facilidade com que ele consegue concluir uma compra, dividir uma conta, receber um reembolso ou pagar usando o método de sua preferência.

Por isso, talvez o maior legado da Copa de 2026 não esteja apenas nas obras urbanas ou no impacto econômico imediato do torneio, mas na modernização da infraestrutura financeira da região. Os países que compreenderem que pagamentos digitais são parte da experiência do visitante estarão mais preparados não apenas para grandes eventos, mas para a nova dinâmica do turismo global.

No fim, parte da experiência da Copa de 2026 será construída longe dos gramados. Ela acontecerá na fluidez de cada compra, na velocidade de cada reembolso e na confiança transmitida em cada transação. Porque, em um turismo cada vez mais digital, pagamentos deixaram de ser bastidores e passaram a fazer parte do espetáculo.

  

Juan Jorge Soto - General Manager da Nuvei para a América Latina


Órgão oficial de turismo dos EUA apresenta material para esclarecer dúvidas sobre vistos, entrada no país e exigências para viajantes

Crédito: Brand USA
Novo kit reúne informações verificadas e conteúdos prontos para uso por operadoras, agentes de viagens, companhias aéreas, destinos e veículos de comunicação
 

 

Em meio ao aumento das dúvidas de viajantes internacionais sobre vistos, regras de entrada, taxas e procedimentos para visitar os Estados Unidos, o Brand USA, órgão oficial de promoção turística norte-americana, passou a contar com uma nova ferramenta para centralizar informações verificadas e atualizadas sobre o tema. 

 

A iniciativa, lançada durante a IPW 2026 e a IMEX Frankfurt, dois dos principais eventos de turismo do mundo, ganha vida na plataforma "Get Facts. Get Going.", que disponibiliza materiais prontos para uso por operadoras de turismo, agentes de viagens, companhias aéreas, órgãos de promoção de destinos, planejadores de eventos, veículos de comunicação e viajantes em geral. O objetivo é facilitar o acesso a informações confiáveis e ajudar profissionais do setor a responder dúvidas frequentes dos viajantes. 

 

O material reúne mensagens aprovadas, conteúdos para redes sociais, vídeo institucional, logotipos e diretrizes de comunicação, além de direcionar os usuários para uma plataforma com orientações oficiais sobre vistos, políticas de entrada, taxas e outros aspectos relacionados às viagens para os Estados Unidos. 

 

“Os profissionais do turismo são alguns dos nossos parceiros mais importantes para inspirar viagens internacionais aos Estados Unidos”, afirmou Malcolm Smith, vice-presidente sênior de Mercados Globais e diretor de Desenvolvimento Comercial e de Produtos da Brand USA. “Get Facts. Get Going. oferece aos viajantes informações claras e confiáveis, e este novo kit amplia esse esforço ao colocar esses recursos diretamente nas mãos dos profissionais da indústria em quem os viajantes mais confiam. Juntos, podemos ajudar mais visitantes a se sentirem informados e confiantes para reservar uma viagem aos Estados Unidos.” 

 

A iniciativa surge em um momento em que viajantes buscam mais esclarecimentos sobre exigências migratórias e procedimentos de entrada no país. Segundo a Brand USA, parceiros do setor turístico costumam ser uma das primeiras e mais confiáveis fontes de informação para quem está planejando uma viagem internacional, seja por meio de sites de destinos, redes sociais, newsletters ou atendimento direto ao consumidor. 

 

Entre os materiais disponibilizados estão textos padronizados para diferentes mercados e canais de comunicação, vídeo de 30 segundos, peças para redes sociais, logotipos da campanha e orientações de design e fotografia. O conteúdo está disponível em diversos idiomas. Tudo isso pode ser conferido no site VisitTheUSA.com/entry

 

A recomendação para os parceiros é utilizar os materiais em seus próprios canais de comunicação, como sites, páginas de perguntas frequentes, redes sociais, newsletters e contatos com a imprensa. A orientação é priorizar informações práticas para o planejamento da viagem, corrigir equívocos de forma objetiva e direcionar os viajantes para fontes oficiais do governo americano quando houver necessidade de consultar requisitos atualizados.  

 

A plataforma foi desenvolvida como um recurso de apoio ao planejamento de viagens e à disseminação de informações verificadas. Segundo a organização, ela não tem como objetivo interpretar situações individuais de viajantes nem fornecer aconselhamento jurídico ou migratório. 

 


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Ondas ultrassônicas vão ajudar a conter avanço das algas no Tietê

 Projeto-piloto em Sabino utilizará rede de equipamentos para monitorar a água em tempo real e reduzir a proliferação de algas em área equivalente a mais de 130 campos de futebol 

 

Uma tecnologia já utilizada em cerca de 60 países será testada pelo Governo de São Paulo para reduzir a formação da chamada “nata verde” em um trecho do Rio Tietê. O projeto será implantado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), vinculada à Semil, no Córrego do Esgotão, em Sabino (SP), área com histórico de florações intensas de cianobactérias que formam manchas esverdeadas na superfície da água. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10), durante evento alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente, e faz parte de um pacote de novas medidas no contexto do Programa IntegraTietê. 

A iniciativa prevê a instalação de 14 boias inteligentes interligadas, capazes de emitir ondas ultrassônicas e monitorar continuamente a qualidade da água. O objetivo é reduzir a proliferação das algas sem a utilização de produtos químicos e sem causar danos ao ecossistema aquático.

"Sabino foi escolhida para receber o projeto-piloto porque reúne características que a tornam um ambiente ideal para testar e avaliar essa tecnologia em condições reais. A região apresenta histórico de florações de algas, conta com uma base consistente de dados de monitoramento e possui relevância para atividades de lazer, turismo e pesca. Isso permite que os resultados sejam acompanhados tanto do ponto de vista ambiental quanto dos benefícios percebidos pela população", afirma o diretor-presidente da Cetesb, Thomaz Toledo.

De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, a tecnologia tem sido uma aliada na busca de soluções para aprimorar cada vez mais os resultados obtidos pelo programa IntegraTietê. "Temos avanços consistentes na recuperação do Tietê e seus afluentes e essa nova frente de combate à proliferação de algas por meio do uso de tecnologia ultrassônica se soma a uma série de outras frentes em andamento, de saneamento, desassoreamento, limpeza, conservação, fiscalização e monitoramento", enfatiza.   

A instalação do sistema está prevista para agosto. A expectativa é que os primeiros resultados possam ser observados a partir de 90 dias após o início da operação das boias, prazo considerado necessário para avaliar os efeitos da tecnologia sobre a proliferação de algas na área monitorada.

A área abrangida pelo projeto possui cerca de 960 mil metros quadrados, o equivalente a mais de 130 campos de futebol, e volume estimado de 7 milhões de metros cúbicos de água, suficiente para encher aproximadamente 2.800 piscinas olímpicas.


Como funciona a tecnologia movida a energia solar

As boias emitem ondas ultrassônicas em diferentes frequências para interferir na capacidade de flutuação das algas. Com isso, elas encontram mais dificuldade para permanecer próximas à superfície, onde recebem luz solar para realizar a fotossíntese.

Ao migrar para camadas mais profundas da água, a tendência é a interrupção do ciclo de vida da espécie e que a formação das manchas esverdeadas seja reduzida. Cada boia possui alcance de aproximadamente 500 metros de diâmetro, cobrindo uma área equivalente a cerca de 28 campos de futebol.

Com investimento de cerca de R$ 9 milhões, o sistema utilizará inteligência embarcada com uso de algoritmos para ajustar automaticamente a frequência e a intensidade das ondas conforme as condições observadas na água. 

Além disso, os equipamentos funcionarão como estações automáticas de monitoramento. Sensores instalados nas boias vão acompanhar continuamente parâmetros como oxigênio dissolvido, pH, turbidez, temperatura, clorofila e ficocianina.

O projeto também contará com uma estação meteorológica para cruzamento de informações sobre chuva, vento e temperatura, permitindo antecipar condições favoráveis ao surgimento das florações. Toda a operação será alimentada por energia solar e baterias de lítio.

Desenvolvida na Holanda, a tecnologia foi escolhida por combinar baixo impacto ambiental e capacidade de atuação em grandes áreas.


O que causa a “nata verde”

A formação das manchas esverdeadas está associada ao excesso de nutrientes na água, fenômeno conhecido como eutrofização. Em condições favoráveis, como altas temperaturas e maior incidência de luz solar, ocorre uma proliferação acelerada de algas e cianobactérias. Além do impacto visual, esses episódios podem comprometer a qualidade da água e afetar atividades como pesca, piscicultura, esportes náuticos e lazer.


Sobre a Semana do Meio Ambiente

Realizada pelo Governo de São Paulo em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a Semana do Meio Ambiente teve como ponto alto evento no Parque Ecológico do Tietê (PET), na zona leste da capital paulista, no dia 10 de junho. 

A edição deste ano incorporou o legado do Summit Agenda SP+Verde, ampliando a integração entre governo, setor produtivo, investidores e sociedade civil em torno da agenda climática, da economia verde e do desenvolvimento sustentável. 

A programação incluiu uma série de anúncios e entregas, ativações e atrações com a participação de empresas e entidades selecionadas por edital público. Também está previsto na programação da Semana o Fórum SP Conecta, iniciativa da Semil e da InvestSP a ser realizada no próximo dia 16 de junho, voltada à atração de investimentos e ao fortalecimento da competitividade ambiental no Estado de São Paulo. A Semana do Meio Ambiente também faz alusão às comemorações dos 40 anos da Semil.

 

O efeito da Copa do Mundo no varejo: como driblar os obstáculos para faturar mais no período

Divulgação
Entre oportunidades de vendas e desafios operacionais, a Copa do Mundo deve transformar o comportamento do consumidor e exigir mais planejamento, inteligência de dados e agilidade dos lojistas 

 

A Copa do Mundo costuma ser associada a crescimento das vendas, aumento do consumo e maior movimentação do comércio, mas a realidade do varejo é mais complexa. Enquanto alguns segmentos tradicionalmente se beneficiam do evento, outros enfrentam oscilações no fluxo de clientes, mudanças nas prioridades de compra e desafios para manter a rentabilidade durante o período de competição.

Com a Copa se aproximando, os varejistas de moda começam a olhar para o evento não apenas como uma oportunidade comercial, mas também como um teste de capacidade operacional. A competição será realizada entre junho e julho e contará com um formato ampliado, reunindo 48 seleções, o que deve prolongar o engajamento dos consumidores e ampliar os impactos sobre o comportamento de compra.

De acordo com análises do Santander, o varejo de moda está entre os segmentos que podem enfrentar maior pressão durante a Copa, especialmente pela redução do fluxo de consumidores em lojas físicas nos dias de jogos. Já categorias como alimentos, bebidas, eletrônicos e artigos esportivos costumam registrar crescimento relevante nos anos da competição.

Ainda assim, o setor de moda tem uma oportunidade única de transformar o interesse gerado pelo evento em resultados concretos, desde que exista planejamento para acompanhar as mudanças do mercado.


A ascensão da moda casual impulsionada pelo clima da Copa

Ao contrário do que acontecia em edições anteriores, quando o consumo se concentrava em camisas oficiais e produtos diretamente ligados ao futebol, o comportamento do consumidor vem se tornando mais diversificado. A expectativa para 2026 é de crescimento da procura por peças casuais inspiradas no universo esportivo, roupas confortáveis para encontros entre amigos, coleções temáticas, acessórios e produtos que remetam às cores da seleção brasileira sem necessariamente reproduzir elementos oficiais do torneio.

O movimento acompanha uma tendência já consolidada no mercado por busca de roupas versáteis que possam ser usadas tanto em ocasiões informais quanto no dia a dia. O chamado casual esportivo ganha força ao unir conforto, identidade cultural e conexão emocional com um dos eventos mais relevantes para os brasileiros.

Essa mudança amplia o leque de oportunidades para marcas de moda, que podem explorar campanhas temáticas e lançamentos alinhados ao momento sem depender exclusivamente de produtos relacionados ao futebol.


O desafio está menos na venda e mais na operação

Se a Copa pode gerar novas oportunidades de consumo, ela também cria desafios importantes para a gestão do negócio. A demanda tende a se concentrar em períodos específicos, tornando mais difícil prever volumes de venda e planejar estoques.

Para Alex Marques, diretor comercial da Data System, empresa especializada em soluções de gestão para o varejo, o principal diferencial das empresas estará na capacidade de interpretar rapidamente os sinais do mercado. “O varejista que trabalha apenas olhando para o histórico tradicional de vendas corre o risco de errar tanto no excesso quanto na falta de estoque. Hoje, tecnologia e análise de dados são fundamentais para interpretar o comportamento do consumidor em tempo real e reagir rapidamente às mudanças do mercado”, comenta.

A velocidade da informação também exige respostas mais rápidas das equipes comerciais. Em um cenário altamente conectado, uma tendência pode nascer durante uma partida e gerar interesse imediato entre os consumidores.

“Hoje, uma tendência pode surgir durante um jogo e gerar demanda poucas horas depois, além da influência que algum jogador pode gerar durante a competição. As marcas que conseguem conectar informação, estoque, logística e canais de venda têm mais capacidade de transformar esse interesse momentâneo em resultado efetivo”, explica Marques.


Integração entre canais será decisiva para capturar oportunidades

Outro aspecto que deve ganhar relevância durante a Copa é a experiência omnichannel. Com consumidores acompanhando partidas, eventos sociais e atividades de lazer, a jornada de compra tende a se tornar ainda mais dinâmica e digital.

Nesse contexto, a integração entre lojas físicas, e-commerce, marketplaces e redes sociais deixa de ser apenas uma estratégia de conveniência e passa a ser uma necessidade operacional. O consumidor espera encontrar o mesmo produto disponível em diferentes canais, com facilidade para comprar, retirar ou receber em casa.

Para as marcas de moda, isso significa que a preparação para a Copa começa muito antes do apito inicial, pois envolve planejamento de coleções, análise de comportamento de consumo, gestão eficiente de estoques e capacidade de adaptação rápida às mudanças de mercado.

Em um ambiente no qual consumidores estão cada vez mais seletivos e conectados, os lojistas que conseguirem equilibrar criatividade, experiência e eficiência operacional terão mais chances de transformar datas sazonais em crescimento sustentável para os negócios.

O resultado mais importante para o varejo não será definido dentro dos estádios, ele será construído na capacidade das marcas de entender o consumidor, antecipar movimentos e responder com agilidade às oportunidades que surgem ao longo da competição.

  

Data System


Rumo à Copa do Mundo: 5 dicas para fazer pagamentos com segurança no exterior

Tecnologia por aproximação ajuda a garantir uma viagem mais tranquila

 

Com a chegada da Copa do Mundo, que acontece no Canadá, Estados Unidos e México entre os dias 11 de junho e 19 de julho, muitos brasileiros já se organizam para acompanhar os jogos no exterior.

Em um contexto de aumento das viagens internacionais e dos gastos fora do país, a Abecs — associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento — reuniu orientações para que os viajantes façam pagamentos com mais praticidade e segurança. Dicas para pagamentos em viagens internacionais. Veja:

1. Ative o aviso de viagem: antes de embarcar, informe sua viagem pelo aplicativo do banco ou da instituição emissora do cartão, pois isso pode ajudar a evitar bloqueios preventivos de segurança durante o uso no exterior.

2. Prefira o pagamento por aproximação: sempre que possível, utilize smartphones ou smartwatches habilitados para pagamentos por aproximação. Além da praticidade, essa modalidade reduz o manuseio do cartão físico e agiliza as transações.

3. Acompanhe as transações em tempo real: mantenha as notificações do aplicativo ativadas para receber alertas a cada compra realizada e monitorar movimentações imediatamente.

4. Confira o valor antes de concluir o pagamento: antes de aproximar ou inserir o cartão ou dispositivo, verifique se o valor exibido na tela da maquininha corresponde ao da compra.

5. Tenha os canais de atendimento à mão: anote em local seguro, preferencialmente fora do celular, os contatos de atendimento internacional do emissor do cartão para situações como perda, roubo ou necessidade de reposição emergencial.

Pagamento por aproximação ganha espaço em viagens internacionais
Para quem vai circular por estádios, centros comerciais e sistemas de transporte durante a Copa do Mundo, o pagamento por aproximação — via cartão, smartphone ou smartwatch — pode tornar a experiência mais prática e ágil. A tecnologia já é amplamente aceita em estabelecimentos e redes de transporte em diversos países.

Entre as principais vantagens estão a conveniência de reduzir o uso de dinheiro em espécie e de cartões físicos, a rapidez nas transações e os recursos de segurança baseados em criptografia e autenticação digital. 

“O cartão de crédito, especialmente com o uso do pagamento por aproximação, é uma das formas mais práticas e seguras de realizar transações no exterior. A ampla aceitação internacional simplifica o dia a dia da viagem, enquanto os recursos de controle digital e monitoramento em tempo real oferecem mais tranquilidade ao viajante”, afirma Ricardo de Barros Vieira, vice-presidente da Abecs. 


Brasileiros ampliam gastos no exterior  

O crescimento das viagens internacionais também se reflete no volume de pagamentos realizados fora do país. Segundo dados da Abecs, os brasileiros movimentaram US$ 5,3 bilhões (equivalentes a R$ 27,9 bilhões) em despesas internacionais com cartões no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa um aumento de 37% em comparação com o mesmo período de 2025.


Mercado de trabalho dos EUA cria 172 mil vagas em maio e reforça demanda por profissionais qualificados

Imagem: por IA
Cenário econômico mantém abertas as perspectivas para profissionais que buscam construir carreira e residência nos Estados Unidos

 

Dados divulgados pelo Bureau of Labor Statistics (BLS) mostram que a economia americana criou 172 mil empregos em maio, acima das expectativas do mercado. A taxa de desemprego permaneceu em 4,3%, reforçando a leitura de que o mercado de trabalho dos Estados Unidos segue resiliente.

 

O resultado reduz a pressão sobre o Federal Reserve para cortes rápidos de juros. Com o emprego ainda aquecido e a inflação acima do ritmo de crescimento dos salários, o banco central americano tende a adotar uma postura mais cautelosa nos próximos passos da política monetária.

 

Para brasileiros que vivem, trabalham ou pretendem investir nos Estados Unidos, esse cenário pode ter efeitos diretos no custo do crédito, especialmente em financiamentos imobiliários, compra de veículos e dívidas atreladas a taxas variáveis.

 

“Os dados mostram que a economia americana continua gerando empregos em ritmo consistente, o que dá ao Federal Reserve mais espaço para manter os juros elevados por mais tempo. Para brasileiros nos Estados Unidos, isso pode significar crédito mais caro e maior cautela na hora de assumir financiamentos longos, especialmente no mercado imobiliário”, afirma o advogado de imigração Murtaz Navsariwala, formado em Economia e História pela Northwestern University e fundador do Murtaz Law.

 

Segundo Murtaz, embora os indicadores econômicos não alterem diretamente as regras migratórias, eles influenciam o ambiente de negócios, a disposição das empresas para contratar e os planos de profissionais estrangeiros que desejam construir carreira nos EUA.

 

“Um mercado de trabalho forte pode continuar criando oportunidades em setores com demanda por mão de obra qualificada. No entanto, cada processo migratório possui requisitos próprios e precisa ser analisado individualmente, de acordo com o perfil do candidato, sua área de atuação e seus objetivos nos Estados Unidos”, explica.

 

A geração de empregos em maio ficou concentrada principalmente nos setores de lazer e hospitalidade, governo local e saúde. Na direção oposta, o segmento de atividades financeiras registrou perda de postos de trabalho.

 

Para quem está organizando a vida financeira nos Estados Unidos, o cenário reforça a importância de revisar o orçamento, acompanhar dívidas com taxas variáveis e evitar decisões baseadas apenas na expectativa de queda rápida dos juros.

 


Reduzir perdas de água no Brasil poderia abastecer população maior que um dos países sede da Copa do Mundo 2026

 Estudo do Trata Brasil mostra que reduzir as perdas de água na distribuição poderia beneficiar quase 48 milhões de brasileiros por ano

 

A dias da estreia da Copa do Mundo 2026, que será disputada no Canadá, nos Estados Unidos e no México, o mundo volta as atenções para um dos maiores eventos esportivos do planeta e o Brasil se prepara dentro de campo para, quem sabe, alcançar o hexacampeonato. Fora das quatro linhas, o país enfrenta um outro desafio que merece atenção: o desperdício de água. 

De acordo com o estudo de Perdas de Água 2026, divulgado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, o Brasil perde 39,5% da água potável nos sistemas de distribuição, ou seja, todo esse volume é perdido antes de chegar à casa das famílias brasileiras. Assim como as seleções têm um objetivo a cumprir, o país também tem a sua meta: reduzir as perdas para 25% até 2033, conforme estabelece a Portaria 788/2024. 

Se o Brasil conseguisse alcançar esse patamar, o volume economizado seria da ordem de 2,8 bilhões de m³ por ano. Para ter dimensão do que isso representa, esse volume seria suficiente para abastecer aproximadamente 48 milhões de pessoas durante um ano inteiro, número superior à população estimada do Canadá em 2026, de 41,4 milhões de habitantes. 

Reduzir perdas é uma medida com impacto direto na vida da população, especialmente nas regiões onde o acesso à água ainda é precário. Avançar nessa agenda exige a implementação de programas que unam eficiência e inovação e, consequentemente, acelerar o ritmo dos investimentos até 2033. Para conquistar esse objetivo, o Brasil precisa colocar o saneamento em campo.


Percentual de famílias paulistanas endividadas atinge maior nível em quase quatro anos, aponta FecomercioSP

Percentual de famílias paulistanas endividadas atinge maior nível em quase quatro anos, aponta FecomercioSP

 

São 3,3 milhões de lares com algum tipo de dívida e 946,7 mil famílias inadimplentes na capital

 

Quase oito em cada dez famílias paulistanas (74,2%) estavam endividadas em maio – o maior nível em quatro anos, mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A taxa era de 72,9% em abril de 2026 e, no mesmo mês do ano passado, estava em 71,2%.  Hoje, em números absolutos, são 3,33 milhões de lares na capital paulista com algum tipo de dívida [gráfico 1].

[GRÁFICO 1]

Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)

12 meses

Fonte: FecomercioSP


Os dados indicam que as famílias seguem recorrendo
ao crédito para manter o padrão de consumo, diante de um cenário de inflação
que segue próxima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central, pressionando
o orçamento doméstico. 

Apesar da alta do endividamento, a parcela média da renda comprometida com dívidas recuou novamente, passando de 26,5% em abril para 26,1% em maio, um dos menores níveis da série histórica recente. À primeira vista, isso representa um aspecto positivo, indicando que o avanço do crédito ainda não está pressionando excessivamente o orçamento doméstico. Por outro lado, o cenário também sugere que parte das famílias tem utilizado crédito de menor valor e prazo mais curto para financiar despesas correntes do dia a dia, diante de uma renda menos suficiente para absorver todos os gastos.

Sobre os índices de inadimplência, o mercado de trabalho e o aumento da renda seguem evitando um descontrole. Em maio, 21,1% das famílias paulistanas declararam ter contas em atraso, estável em relação a abril (21,0%) e 0,6 p.p. abaixo do apurado em maio do ano passado, quando 21,7% das famílias estavam inadimplentes. Além disso, 8,9% das famílias afirmaram que não terão condições de pagar as contas no próximo mês, também praticamente estável em relação ao mês anterior e ao mesmo período de 2025.  

A tendência no curto prazo, assim, é de manutenção do endividamento em patamar elevado e de uma leve piora da inadimplência ao longo dos próximos meses, embora ainda dentro de níveis considerados razoáveis.

A conjuntura ainda está distante de uma crise, mas a combinação de endividamento em máxima histórica recente, atrasos mais longos, expansão do crédito de curto prazo e pressão inflacionária persistente merece atenção. Qualquer enfraquecimento do mercado de trabalho pode acelerar essa deterioração.

Cartão de crédito como fator de endividamento 

O avanço do endividamento cresceu em todas as faixas de renda. Entre as famílias que ganham até dez salários mínimos, o percentual daquelas que têm dívidas subiu de 76,3% para 77,5%. Já entre as de renda superior a dez salários mínimos, a alta foi de 63,1% para 64,6%. 

O cartão de crédito segue como a principal modalidade de dívidas, citada por oito em cada dez famílias (79,3%), seguida pelo financiamento da casa [gráfico 2].

[GRÁFICO 2]

Modalidades de dívidas das famílias paulistanas

Maio de 2026

Fonte: FecomercioSP


O tempo de comprometimento de renda com dívidas no prazo de até três meses subiu para 34,3% em maio, acima dos 33,6% de abril e dos 27,7% registrados no mesmo período do ano passado [gráfico 3]. Esse é um movimento típico do cartão de crédito, modalidade de curto prazo que foi escolhida pelos endividados e corrobora o diagnóstico de que as famílias estão recorrendo ao crédito para manter padrão de consumo. Já no prazo de até um ano, o índice passou de 34,3% para 34,5% e segue bem abaixo dos 40,4% registrados no mesmo período do ano passado — perfil associado a financiamentos de maior duração, como os de imóveis e veículos.

[GRÁFICO 3]

Tempo de comprometimento com dívida

Maio de 2026

Fonte: FecomercioSP


A Entidade avalia que as medidas do Desenrola 2.0 do governo federal têm eficácia limitada, por ser paliativa. Os descontos ajudam quem já tem alguma capacidade de pagamento, mas não resolvem a situação de quem simplesmente não consegue pagar. A eventual liberação do FGTS pode oferecer um alívio pontual, mas não combate o problema na raiz. Segundo a Federação, o caminho mais efetivo passa pela redução dos juros cobrados ao consumidor, pela ampliação da educação financeira e por políticas que garantam a sustentação da renda de forma consistente.

Nota metodológica 

PEIC 

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela FecomercioSP desde fevereiro de 2004. São entrevistados aproximadamente 2,2 mil consumidores na capital paulista. Em 2010, houve uma reestruturação do questionário para compor a pesquisa nacional da Confederação Nacional do Comércio (CNC), e, por isso, a atual série deve ser comparada a partir de 2010.O objetivo da PEIC é diagnosticar os níveis tanto de endividamento quanto de inadimplência do consumidor. O endividamento é quando a família possui alguma dívida. Inadimplência é quando a dívida está em atraso. A pesquisa permite o acompanhamento dos principais tipos de dívida, do nível de comprometimento do comprador com as despesas e da percepção deste em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos, além de ter o detalhamento das informações por faixa de renda de dois grupos: renda inferior e acima dos dez salários mínimos.  



FecomercioSP
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Estação Osasco promove ação de relaxamento aos seus clientes através de meditação e músic

Programa RelaxaMente proporciona um ambiente de bem-estar e descanso em um lugar de fácil acesso para a população

 

Em meio à correria do dia a dia, o estresse e o cansaço vão se tornando companhias costumeiras que, ao longo do tempo, mostram seus frutos no corpo e na mente. Por isso, nos dias 11, 18 e 25 de junho, e no dia 2 de julho, a ViaMobilidade e o Sesc vão promover, a partir das 10h, uma ação na Estação Osasco, das linhas 9-Esmeralda e 8-Diamante, para ajudar seus clientes a lidar com o estresse e desacelerar durante a rotina corrida da Grande São Paulo. 

O programa batizado de RelaxaMente, tem como intenção trazer um ambiente de relaxamento e descanso em um lugar de fácil acesso para a população, em uma estação de trem que recebe milhares de clientes por dia. 

Para proporcionar um refúgio de tranquilidade, será criada uma experiência voltada à desaceleração e ao bem-estar. Os visitantes que desejarem fazer uma pausa na correria do dia a dia poderão desfrutar de uma jornada de introspecção conduzida por áudios guiados, fones de ouvido e vendas. Em um ambiente especialmente dedicado para o relaxamento, a atividade convida cada pessoa a descansar, desacelerar e se reconectar consigo mesma.

 

Serviço: 

Data: 11, 18, 25 de junho e 02 de julho, a partir das 10h

Local: Estação Osasco (Linha 8-Diamante e 9-Esmeralda)

Ação: Ação RelaxaMente para promoção de descanso e relaxamento na estação de trem

 

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