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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Anguilla te espera: 7 motivos para visitar a ilha Caribenha nesta primavera e verão

Crédito: Anguilla Tourist Board


Entre outubro e março, Anguilla vive sua alta temporada. O clima é quente e estável, com médias em torno dos 30 °C, céu limpo e praias de água cristalina. É também o período em que a ilha britânica do Caribe combina eventos culturais, celebrações de fim de ano e a presença de visitantes do mundo todo. 

Confira abaixo sete motivos para incluir Anguilla no seu próximo roteiro de viagem. 

 

1. Meses ensolarados 

De outubro em diante, Anguilla recebe visitantes em busca de sol e mar. As praias mundialmente famosas, como Shoal Bay e Meads Bay, oferecem águas calmas e areias brancas perfeitas para mergulhos, passeios de barco e dias inteiros de descanso à beira-mar. 

 

2. Verão no Caribe 

Enquanto parte do Brasil encara chuvas de verão, Anguilla mantém tempo seco, brisas refrescantes e calor agradável, ideal para atividades ao ar livre. O pôr do sol, por volta das 17h30, convida a longos finais de tarde na praia ou em restaurantes à beira-mar. 

 

3. Encontros com celebridades 

Dezembro e janeiro marcam o auge da temporada. Mega-iates ancoram na costa e jatos particulares pousam no aeroporto, trazendo personalidades do esporte, da música e do cinema. Meads Bay e outros pontos da ilha se tornam palco de encontros casuais com famosos. 

 

4. Natal tropical 

As festas natalinas ganham um charme próprio. Em The Valley, a Coronation Avenue se ilumina com a tradicional árvore de Natal do Lion’s Club. Feirinhas, corais escolares e bandas locais completam a atmosfera festiva sob o céu estrelado do Caribe. 

 

5. O brilho de South Hill 

A comunidade de South Hill é famosa pelo concurso anual de luzes e enfeites de Natal. No dia 19 de dezembro, o South Hill Christmas Experience reúne moradores e turistas em uma noite de música ao vivo e pratos típicos como o johnny cake, ícone da culinária local. 

 

6. Orgulho e tradição 

Na mesma data, 19 de dezembro, Anguilla celebra o Dia dos Heróis e Heroínas Nacionais. A data homenageia os líderes da independência com desfiles, discursos e shows, transformando a memória histórica em uma festa de identidade e união. 

 

7. Réveillon à beira-mar 

Chamado de Old Year’s Night, o Réveillon em Anguilla é uma das festas mais animadas do Caribe. Resorts de luxo organizam jantares exclusivos, enquanto bares de praia, como o Dune Preserve, recebem festas embaladas pelo reggae. Fogos de artifício iluminam diferentes praias na virada do ano. 

 

Planeje sua viagem para Anguilla agora 

De dias ensolarados a celebrações festivas de fim de ano, Anguilla oferece experiências para todos os tipos de viajantes nesta temporada de primavera e verão. Venha pelo calor caribenho, pela gastronomia, pela cultura ou pelo luxo descontraído e leve de volta memórias inesquecíveis. 

 

Para mais informações, confira a publicação, em inglês, do Anguilla Tourist Board Uniquely Anguilla. Visite o site oficial: www.IvisitAnguilla.com. E siga-nos no Instagram: @VisiteAnguilla. Hashtag: #MyAnguilla

 

Anguilla 

Aninhada no nordeste do Caribe, Anguilla é uma beleza tímida, com um sorriso caloroso. Formada por coral e calcário, coberta de verde, a ilha é brindada com 33 praias de areias brancas e água azul turquesa, consideradas as mais bonitas do mundo pelos viajantes mais experientes e pelas principais revistas de viagens. Uma cena culinária fantástica, uma grande variedade de acomodações de qualidade com preços variados, uma série de atrações e um calendário rico em festivais fazem de Anguilla um destino atraente e fascinante. Anguilla fica fora dos roteiros mais populares do Caribe, por isso, manteve um caráter e apelo encantadores. No entanto, pode ser facilmente acessada via Miami, Porto Rico ou St. Maarten. Romance? Elegância pé na areia? Chique descomplicado? Felicidade sem limites? Anguilla é Beyond Extraordinary (“mais que extraordinária”, em tradução livre). Acesse www.ivisitanguilla.com.

 

Interamerican Network 



Especialista detalha novas funções do PIX que transformarão a experiência do usuário

Sistema já concentra 39% das transações e movimentou R$ 13 trilhões no semestre. Novas funções devem ampliar uso dos pagamentos instantâneos

 

O Pix alcançou 39% das transações financeiras no Brasil em 2025, ultrapassando cartões de crédito (32%) e boletos (7%), segundo o Banco Central. Apenas no primeiro semestre, o sistema movimentou mais de R$ 13 trilhões, consolidando-se como principal meio de pagamento do país. Com o lançamento do Pix Automático em junho, disponível em 50 instituições, consumidores poderão autorizar cobranças recorrentes sem custo adicional. Setores como educação, saúde e streaming devem se beneficiar, e 76% dos brasileiros já usam o sistema como principal forma de pagamento.

A adesão por pequenos negócios vem crescendo de forma acelerada. Muitos empreendedores e autônomos passaram a priorizar o Pix para reduzir custos com maquininhas de cartão e manter maior previsibilidade no fluxo de caixa. O movimento acompanha a digitalização da economia e reforça a tendência de bancarização via soluções de baixo custo.

Para Luis Molla Veloso, especialista em Fintech e Embedded Finance, com atuação em integração de serviços financeiros em plataformas digitais, a consolidação do Pix está apenas no começo. “A chegada do Pix Automático e do agendamento inteligente de pagamentos deve transformar a experiência do usuário e ampliar ainda mais o alcance do sistema. Estamos falando de ferramentas que reduzem a burocracia, aumentam a eficiência e criam novas possibilidades de relacionamento entre empresas e consumidores”, afirma.

Veloso avalia que, além da conveniência, o Pix fortalece a inclusão financeira. “Mais de 60 milhões de brasileiros não têm cartão de crédito. Com o Pix, essas pessoas passam a ter acesso facilitado a serviços digitais e produtos antes restritos a quem possuía limite de crédito. É uma mudança estrutural na forma de consumir e pagar no país”, diz.

O cenário aponta que a consolidação do Pix vai além da substituição dos meios tradicionais de pagamento. Em combinação com o avanço do Open Finance e a expansão do Embedded Finance no Brasil, o sistema tende a se firmar como base de um ecossistema financeiro mais integrado, competitivo e acessível. “Isso traz três grandes desafios: garantir infraestrutura tecnológica robusta, fortalecer o combate a fraudes e promover a integração do sistema. Caminhamos para pagamentos cada vez mais invisíveis e recorrentes, mas será essencial equilibrar conveniência, segurança e inclusão financeira para que os benefícios cheguem também à população menos bancarizada”, avalia Veloso.


Como funcionam as novas modalidades do Pix

Pix Automático

  • Permite autorizar cobranças recorrentes (como mensalidades escolares, planos de saúde, contas de consumo e assinaturas digitais) com apenas uma autorização inicial.
  • A liquidação é instantânea e sem custo adicional para o cliente.
  • Caso não haja saldo na conta, o sistema realiza até três tentativas automáticas antes de aplicar juros ou multa na parcela seguinte.
  • Empresas ganham previsibilidade no fluxo de caixa e reduzem inadimplência.

 

Pix com Agendamento Inteligente

  • Usuários podem programar pagamentos futuros de forma individual ou recorrente.
  • O sistema envia lembretes e confirmações, ajudando a evitar atrasos e multas.
  • Dá ao consumidor maior controle financeiro e permite que empresas planejem melhor o recebimento.

 

Benefícios para consumidores e empresas

  • Mais conveniência: pagamentos automáticos sem depender de boletos ou cartões.
  • Menor custo: elimina taxas de intermediação comuns nas maquininhas.
  • Inclusão financeira: beneficia cerca de 60 milhões de brasileiros que não possuem cartão de crédito.
  • Eficiência operacional: reduz processos manuais de cobrança e amplia a confiança na relação entre clientes e prestadores de serviço.

 

Luis Molla Veloso - Especialista em Fintech e Embedded Finance, atua na integração de serviços financeiros diretamente em jornadas digitais, conectando tecnologia, produto e estratégia para transformar a forma como empresas oferecem crédito, pagamentos, seguros e soluções de banking as a service.Com sólida atuação no desenvolvimento de plataformas e APIs financeiras, trabalha para tornar os serviços bancários mais acessíveis, invisíveis e centrados no usuário, com foco em escalabilidade, conformidade regulatória e experiência fluida. Acesse o LinkedIn.

 

8 dicas para se preparar para o Enem e vestibulares sem perder o equilíbrio entre desempenho e bem-estar físico e mental

Especialistas apontam caminhos para reduzir a ansiedade e alcançar bons resultados sem deixar de lado outros fatores importantes 

 

A reta final de preparação para o Enem e os vestibulares é um período que costuma intensificar a rotina de estudos e aumentar a pressão por resultados. Muitos estudantes acabam deixando de lado momentos de lazer, dedicando-se ao máximo aos conteúdos e cobrando-se de forma excessiva. Embora seja importante manter disciplina e constância nos estudos, exageros podem comprometer tanto a concentração quanto o desempenho no dia da prova. 

 

Segundo especialistas em educação, a chave para atravessar essa fase está no equilíbrio: organizar um cronograma de estudos eficiente, praticar com simulados e revisões direcionadas, mas também reservar tempo para descanso e atividades prazerosas. “Mais do que a quantidade de horas estudadas, o que faz diferença é a qualidade da preparação. Estudantes que respeitam seus limites e mantêm uma rotina equilibrada costumam apresentar melhores resultados”, destaca Fabiana Santana, assessora pedagógica do programa de educação socioemocional Líder em Mim

 

Na reta final, é comum que os jovens foquem somente nos estudos, abram mão de momentos de lazer e aumentem os níveis de cobrança pessoal. Esse comportamento, embora esperado, pode agravar a ansiedade e o estresse. “É essencial adotar estratégias para manter o equilíbrio físico e emocional nesse período, pois o excesso de pressão pode ser prejudicial tanto para o desempenho nas provas quanto para o bem-estar geral”, reforça a pedagoga. 

 

Mas afinal, como se preparar emocionalmente para os vestibulares e o Enem? Para ajudar os estudantes nesse desafio, professores e especialistas reuniram dicas práticas e valiosas. Confira a seguir:  

 

1. Estude, mas respeite seus limites 

 

Estudar de forma exagerada pode parecer produtivo, mas o efeito costuma ser o oposto: o cansaço mental compromete a memorização e aumenta a irritabilidade. Ter um cronograma realista, com tempo para pausas, lazer e descanso, ajuda a manter a mente mais preparada. “Mais importante do que a quantidade de horas estudadas é manter a constância e a qualidade do aprendizado, sempre respeitando os próprios limites”, explica Jessé Valério, diretor geral da Unidade São José do Rio Preto (SP) da Start Anglo Bilingual School.  

 

Ele ressalta que respeitar sinais de exaustão, como dores de cabeça, insônia ou dificuldade de concentração, é fundamental para evitar o esgotamento. “Alunos emocionalmente estáveis tendem a apresentar alta performance acadêmica”, completa. 

 

2. Não se compare com outros candidatos 

 

O desempenho acadêmico é individual e cada pessoa tem um ritmo de aprendizagem. Comparar-se com outros pode gerar insegurança, sensação de fracasso e perda de confiança. De acordo com Victor Haony, assessor pedagógico da Mind Makers, solução da SOMOS Educação que desenvolve disciplinas inovadoras, aprendizado é particular, cada aluno tem um ritmo próprio e ideal para absorver as informações com clareza. Comparar-se com outros é prejudicial, especialmente nesse período de alta pressão. Ele lembra que até mesmo as estratégias de estudo são diferentes. “Alguns aprendem melhor lendo, outros praticando exercícios, o importante é encontrar o método que funciona para si e confiar no processo”. 

 

3. Faça pausas estratégicas e programadas 

 

Estudos mostram que o cérebro precisa de períodos de descanso para consolidar memórias. Métodos como o Pomodoro, que intercala 25 minutos de estudo com 5 minutos de pausa, são altamente recomendados. “Reservar momentos tanto para o estudo quanto para o lazer permite que a mente assimile o conteúdo sem sobrecarga. Pausas estratégicas ajudam a manter o foco e a produtividade”, comenta Maysa Barreto, auxiliar pedagógica da plataforma Redação Nota 1000. “Além disso, pequenas pausas físicas, como alongamentos e respiração profunda, ajudam a reduzir a tensão corporal e melhorar a circulação”, complementa. 

 

4. Inclua atividades prazerosas na rotina 

 

Inserir momentos de lazer ajuda a reduzir a ansiedade e facilita a fixação de conteúdos. Atividades como ouvir música, caminhar, praticar hobbies ou até assistir a filmes podem ser grandes aliadas. “O aprendizado é contínuo, mas quando feito com leveza e prazer, torna-se mais natural. O Enem deve ser visto como uma oportunidade de mostrar conquistas, não como um obstáculo”, reforça João Paulo de Oliveira Silva, assessor pedagógico do Eduall. Segundo ele, atividades prazerosas também ajudam a desenvolver habilidades cognitivas, como a concentração e a criatividade, que são úteis na resolução das provas. 

 

5. Evite o excesso de simulados na reta final 

 

Embora os simulados sejam importantes, sua eficácia depende da reflexão sobre os erros cometidos. O excesso, sem tempo para análise, pode gerar frustração. “À medida que o aluno realiza os simulados e, principalmente, analisa seus erros e acertos, ele consegue perceber sua evolução. Essa sensação de progresso é um forte motivador para combater a insegurança”, afirma Yan Luz, coordenador de segmento da rede Anglo Alante. Ele recomenda priorizar revisões direcionadas e não apenas repetir exercícios por quantidade. 

 

6. Reconheça os sinais de sobrecarga emocional 

 

A ansiedade pode se manifestar de várias formas, como insônia, alterações no apetite, crises de choro e até isolamento social. Identificar esses sinais é essencial para que o estudante busque apoio e não permita que a situação se agrave. “O cuidado preventivo é parte fundamental do nosso trabalho. Por isso, treinamos nossos educadores para identificar sinais que podem gerar preocupação, como isolamento repentino ou desmotivação profunda. Nesses casos, o aluno é acolhido em nosso modelo de Suporte Multinível (MTSS), que inclui desde aulas de educação socioemocional até o encaminhamento para psicólogos externos, quando necessário”, explica Maria Laura Sanchez Toca, coordenadora do Student Well-Being Center da Beacon School

 

7. Entenda que a prova não define quem você é 

 

Apesar de sua importância, o Enem não deve ser tratado como o único parâmetro de sucesso acadêmico ou pessoal. Cada aluno tem sua trajetória e pode alcançar seus objetivos por diferentes caminhos. “O Enem ou qualquer outra prova não define quem é o aluno. Cada indivíduo tem suas próprias habilidades e talentos e existem muitos caminhos possíveis para o aprendizado e a realização pessoal. Já acompanhei estudantes que não alcançaram o resultado esperado, mas encontraram outras rotas para seus projetos de vida”, destaca Arthur Bertagia de Souza, coordenador pedagógico da FourC Bilingual Academy

 

8. Use a leitura como ferramenta de fortalecimento emocional 


Além de ser uma forma de ampliar o repertório cultural e linguístico, a literatura pode ajudar os estudantes a refletirem sobre sentimentos e desafios da vida. Laura Vecchioli do Prado, coordenadora da SOMOS Literatura, indica títulos como Aqui Dentro Há Um Longe Imenso, Os 13 Porquês e A Árvore do Medo. “Essas obras convidam à reflexão sobre identidade, emoções e relações humanas, temas centrais na vida dos adolescentes. Além disso, estimulam a empatia e ajudam a lidar melhor com as próprias emoções”, explica. 

 

A Democracia desequilibrada


Há um desequilíbrio fundamental no coração da Democracia brasileira, uma falha estrutural que distorce a vontade popular e nos afasta da promessa de um governo do povo e para o povo. A crise não é silenciosa; ela grita em números. 

O estado de São Paulo, lar de mais de 20% da população nacional, deveria, por uma lógica proporcional, ter mais de 111 deputados federais. No entanto, possui apenas 70. Essa não é uma mera questão matemática; é um silenciamento político que subtrai a força de milhões de vozes no debate nacional.
 

A quem serve esse desequilíbrio? 

Ao mesmo tempo em que a conta da representatividade não fecha, um abismo de prioridades se aprofunda entre o Congresso e a realidade social. Pautas de enorme impacto para a inclusão e a dignidade humana, como a isenção de impostos para veículos não-adaptados — essencial para a autonomia de inúmeras pessoas com deficiência —, ou a isenção do Imposto de Renda para quem tem renda de até 5 salários-mínimos, são relegadas ao esquecimento. 

Em seu lugar, assistimos ao avanço célere de propostas como a "PEC da Blindagem", exclusivamente preocupada em proteger a classe política e não o cidadão. Diante dessa inversão, a pergunta se torna inevitável: para quem nossos representantes governam? Onde, em meio a essas decisões, encontramos a essência da Democracia? 

Muitos se apegam à ilusão de que o voto deve ser depositado na pessoa, e não no partido. É um mito conveniente, mas perigoso. No sistema político brasileiro, a influência ideológica e pragmática dos partidos é avassaladora. São eles que definem as agendas, impõem a disciplina e, em última instância, detêm o mandato.

Por melhores que sejam as intenções individuais de um parlamentar, ele frequentemente se vê obrigado a curvar-se à vontade partidária. Ignorar o partido ao escolher um candidato é como admirar a fachada de um prédio sem se importar com seus alicerces. Sabe o ditado popular “por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento”?
 

Cedo ou tarde, a estrutura se impõe. 

Essa desconexão se torna emblemática e audível em casos extremos. Vemos um deputado, eleito por São Paulo para defender os interesses de seu povo, dedicar seu tempo e energia em solo estrangeiro, articulando contra os próprios interesses do Brasil. Quando seu partido, em vez de questionar essa conduta, o prestigia com um cargo de liderança, a mensagem é clara: a agenda partidária e ideológica endossa o distanciamento do representante e de seu eleitorado. 

A representação se esvai, transformada em um mandato a serviço de uma causa venenosa, e não da comunidade que o elegeu. 

As consequências dessa distorção transcendem a política e atingem nossa capacidade de evoluir como nação. Como podemos ser criativos e inovadores se as vozes da diversidade, as perspectivas dos grupos minorizados e as necessidades das diferentes realidades brasileiras são sub-representadas no epicentro do poder? 

A verdadeira inovação social não brota de gabinetes homogêneos, mas da escuta ativa e da pluralidade. Ao sufocarmos a representação justa, estamos sufocando as soluções que o Brasil real desesperadamente precisa. 

A tarefa de recalibrar essa bússola quebrada é nossa, cidadãos. Não podemos terceirizar nossa responsabilidade. É preciso cobrar, fiscalizar e, acima de tudo, escolher com consciência, analisando não apenas o candidato, mas o projeto político e os valores do partido que ele representa. 

A esperança, como ensina a sabedoria popular, não é um sentimento passivo de espera; é uma ação deliberada. Que nossa justa indignação com o estado atual das coisas se transforme em uma poderosa e organizada ação social, capaz de realinhar a atuação parlamentar com a pulsante realidade brasileira.  

 

André Naves - Defensor Público Federal formado em Direito pela USP, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social; mestre em Economia Política pela PUC/SP; Cientista Político pela Hillsdale College e doutor em Economia pela Princeton University. Comendador Cultural, Escritor e Professor (Instagram: @andrenaves.def).


Demanda por crédito desacelera entre empresas e dois setores apresentam retração, revela Serasa Experian

Maior queda aconteceu entre negócios do Comércio e dos segmentos “Primário”, “Financeiro” e “Terceiro Setor; entre as UFs, Amazonas se destaca com alta de 30,7%

 

Depois de dois meses com altas consecutivas, o Indicador de Demanda por Crédito das Empresas, da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, desacelerou em julho de 2025, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. A alta foi de 4,0% e dois setores apresentaram retração: “Comércio” caiu 0,1%, enquanto os segmentos “Primário”, “Financeiro” e “Terceiro Setor”, reunidos na classificação “Demais”, tiveram redução de 12%, a maior desde junho de 2023 (-16,1%). O segmento de “Serviços” apresentou a maior alta, 10,4%. 

Veja, no gráfico abaixo, os últimos 12 meses da busca das companhias por recursos financeiros, e na tabela em seguida, os dados completos por setores:

 


A economista Camila Abdelmalack explica que o indicador considera apenas as consultas feitas por CNPJ, sem refletir necessariamente a efetivação das operações. Segundo ela, apesar do avanço na busca por crédito empresarial, os dados mais recentes apontam uma mudança de tendência. “A demanda por crédito empresarial vinha crescendo em um ritmo acelerado nos últimos meses, mesmo em um ambiente econômico com juros tão altos, por uma questão de equalização do fluxo de caixa. Mas em julho observamos que houve uma desaceleração na procura, muito por conta das muitas negativas que esses negócios receberam nos últimos meses. Isso desestimula a busca por recursos e os empreendedores passam a enfrentar ainda mais dificuldade para manter as finanças em dia”, comenta. O indicador traz apenas as consultas feitas por CNPJ, não retratando se houve a efetivação da negociação.

 

Na visão por porte das empresas que buscaram recursos financeiros, o indicador revela que o aumento na demanda das “Médias” companhias foi o que impulsionou o indicador em julho deste ano, com 5,8%, o terceiro maior do ano. Já o crescimento na demanda das “Micro e Pequenas” foi de 4,0%, a menor desde abril deste ano. As “Grandes” registraram o menor do mês de referência 0,9%. Veja, no gráfico a seguir, o levantamento dos últimos 12 meses:

 


Estados da região Norte foram os que mais demandaram crédito em julho

 

Apenas Distrito Federal, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul registraram queda na demanda das empresas por crédito em julho de 2025, na análise da variação anual. O crescimento no restante das Unidades Federativas (UFs) foi liderado pelos estados do Amazonas (30,7%), de Roraima (22,8%) e do Pará (18,2%), impulsionando todo o Norte do país. Outras altas relevantes ocorreram em Alagoas (13,9%) e no Maranhão (13,7%). Confira abaixo os dados completos desta visão:

 


Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui. 

 

Metodologia do indicador  

O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de CNPJs, consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre empresas e instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2024 = 100). O indicador é segmentado por UF, setor e porte.

 

Experian
www.experianplc.com


EcoRodovias alerta: maioria dos acidentes acontece durante o dia, mas 60% das mortes em rodovias são à noite

Em 2025, concessionárias do grupo registraram 15,5 mil ocorrências de acidentes nas rodovias. Cada caso é analisado para definir ações que reduzam a frequência e a gravidade dos sinistros

 

Um levantamento da EcoRodovias, maior operadora de malha rodoviária do Brasil, revela que, embora 66% dos acidentes aconteçam durante o dia, a maior parte das mortes ocorre à noite, concentrando 60% das fatalidades. O período noturno se confirma como fator crítico, associado à menor visibilidade e ao maior risco de sonolência ao volante. Condições climáticas adversas, como chuva e neblina, elevam o risco por reduzir a visibilidade e deixar a pista molhada, mas não são determinantes: cerca de 90% das mortes ocorrem em clima favorável. Entre janeiro e agosto de 2025, as 12 concessionárias do grupo registraram 15.554 ocorrências de acidentes viários nos 4,8 mil quilômetros sob gestão.

Para enfrentar esse cenário, além das ações permanentes, a companhia participa da Semana Nacional de Trânsito (SNT) com mais de 80 atividades educativas nos oito estados em que atua. Estão previstas campanhas em parques, praias, ações em parceria com a Polícia Rodoviária e nos postos de atendimento ao usuário ao longo das rodovias. O objetivo é conscientizar motoristas, motociclistas e pedestres sobre a importância de adotar comportamentos seguros no dia a dia.

A SNT, de 18 a 25 de setembro, coordenada pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), traz em 2025 o tema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, reforçando a importância da empatia e da responsabilidade no trânsito.



Perfil dos acidentes


De janeiro a agosto deste ano, foram registrados 15.554 sinistros de trânsito nos 4,8 mil quilômetros administrados pelo grupo. O levantamento mostra que os atropelamentos responderam por 24% do total das vítimas fatais. Já as colisões traseiras e as colisões frontais somaram 17%. Somados, esses três tipos de ocorrência concentraram 58,5% das fatalidades.

“Os acidentes resultam de uma combinação de fatores. Por isso, analisamos cada ocorrência para definir planos de ação que ajudem a reduzir tanto a frequência quanto a gravidade dos sinistros”, afirma Felipe Martimiamo, gerente de Desenvolvimento Operacional da EcoRodovias.


 

Causas


O comportamento humano é o principal fator associado aos acidentes mais graves. Nos atropelamentos, destaca-se a travessia em locais inadequados, especialmente no período noturno. Nas colisões traseiras, predominam causas como excesso de velocidade, uso do celular, ausência do cinto de segurança e falta de distância segura em relação ao veículo à frente. Já nas colisões frontais, as principais origens são ultrapassagens em locais proibidos, manobras forçadas sem espaço ou visibilidade adequados e a sonolência do condutor.

“Rodovias de pista simples exigem foco especial em condutas de ultrapassagem, pois são nelas que registramos colisões frontais. Já em rodovias duplicadas, os maiores riscos são as colisões traseiras. E em trechos urbanos, infelizmente, os atropelamentos ainda têm presença marcante”, explica Felipe.
 


Compromisso com a segurança viária


Além das ações da SNT, a EcoRodovias mantém programas permanentes de conscientização e inovação, com mais de 20 projetos ativos em segurança viária e ocupacional, muitos deles baseados em inteligência artificial, automação e análise de dados em tempo real. Entre as iniciativas estão o Movimento Afaste-se, que orienta motoristas a reduzir a velocidade e mudar de faixa diante de atendimentos na pista, e as câmeras inteligentes instaladas em Uberlândia (MG), que identificam motoristas sem cinto ou usando celular ao volante e enviam alertas à Polícia Rodoviária Federal.

Já no Programa de Redução de Acidentes (PRA), a empresa realiza encontros regulares que reúnem profissionais de diferentes áreas com o objetivo de reduzir ocorrências nas rodovias sob sua gestão. As ações são estruturadas em três pilares fundamentais da segurança viária: infraestrutura, fiscalização e educação.

No campo da infraestrutura, destacam-se intervenções como o telamento de canteiros centrais, que evita a travessia irregular de pedestres, além de correções geométricas e melhorias na estrutura viária, que aumentam a segurança e o conforto dos usuários. Já no pilar da fiscalização e operações, a companhia investe na instalação de radares, na revisão dos limites de velocidade e na realização de operações especiais de tráfego, sempre com foco na redução de riscos e no reforço do comportamento seguro nas rodovias.

A educação e conscientização complementam esse conjunto de medidas, com campanhas permanentes voltadas a diferentes públicos. Entre elas, estão programas que oferecem exames rápidos e orientações de saúde e que incentivam pedestres a utilizarem passarelas para realizar a travessia de forma segura. Dessa forma, a EcoRodovias integra tecnologia, operação e educação em um esforço contínuo para reduzir acidentes e promover rodovias cada vez mais seguras para todos.

Até 2031, os investimentos da EcoRodovias incluem obras de duplicação, implantação de faixas adicionais e construção de vias marginais, além de melhorias no pavimento de 31 mil quilômetros de faixas das rodovias. Alinhada à 2ª Década de Ação para a Segurança Viária da ONU (2021–2030), a companhia busca reduzir em 50% o índice de mortes nas rodovias até 2030 em relação a 2021.


Dicas para segurança

•  Passarelas: use sempre passarelas e faixas de pedestres; evite celular durante a travessia.

•  Velocidade: respeite os limites; dirigir dentro dos limites estabelecidos aumenta o tempo de reação.

•  Distância segura: mantenha ao menos 3 segundos do veículo à frente.

•  Celular: não use o aparelho ao dirigir ou atravessar vias.

•  Ultrapassagem: só em locais permitidos e com visibilidade adequada.

•  Cinto: use sempre o cinto, inclusive no banco traseiro.

•  Álcool: não dirija após beber; o risco de acidentes aumenta significativamente.


Quais os principais direitos que acompanhantes e pessoas com deficiência têm ao viajar?

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Mais de 53% dos turistas com deficiência já deixaram de viajar por falta de acessibilidade, mostra pesquisa


Viajar ainda pode ser um desafio para pessoas com deficiência e seus familiares. Além das barreiras físicas, a falta de informação muitas vezes faz com que direitos garantidos por lei não sejam plenamente exercidos. O que pouca gente sabe é que os acompanhantes também têm proteção legal em situações de viagem, tanto no transporte aéreo quanto no atendimento em locais públicos e privados. Mas apesar dos avanços, dados do Ministério do Turismo mostram que 53% das pessoas com deficiência já deixaram de viajar por falta de acessibilidade em destinos brasileiros. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) considera idosos, gestantes e pessoas com deficiência e mobilidade reduzida como Passageiros com Necessidade de Assistência Especial (PNAE). Nesses casos, quando o viajante não pode embarcar sozinho, seja por limitações físicas ou cognitivas, ele tem direito a um acompanhante. 

“A legislação prevê que a companhia aérea disponibilize sem custo adicional ou permita que o próprio passageiro escolha alguém de confiança, para que o acompanhe, pagando uma tarifa reduzida, limitada a 20% do valor da passagem original. Em alguns casos, já está regulamentado o desconto de 80% para o assento dessa segunda pessoa”, explica Marco Lisboa, CEO da 3, 2, 1 GO!, rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagens completas para destinos nacionais e internacionais.

O direito não se restringe às passagens e garante também que acompanhantes de pessoas com deficiência também tenham: 

  • Atendimento prioritário em filas, repartições públicas, transportes coletivos e estabelecimentos privados, sempre que sua presença for necessária para viabilizar o atendimento da pessoa acompanhada. Isso significa que a sua presença, é parte essencial para que o PCD exerça seus direitos de forma plena.
  • Transporte de equipamentos indispensáveis, como cadeiras de rodas, andadores ou outros dispositivos assistivos. Esses itens não podem gerar cobrança extra, e a responsabilidade pela preservação deles é da companhia aérea.
  • Pessoas com deficiência (PCDs) e seus acompanhantes têm direito à meia-entrada em eventos culturais, esportivos e de lazer em todo o Brasil, incluindo cinemas, shows, teatros, parques temáticos e circos.

“Quando uma viagem inclui parques, shows ou museus, o impacto financeiro pode ser alto. A meia-entrada reduz barreiras econômicas e amplia as possibilidades de lazer e cultura para esse público, que historicamente esteve à margem dessas experiências”, diz o CEO da 3, 2, 1 GO!.

Muitas companhias aéreas, por exemplo, ainda falham em divulgar os descontos para as pessoas de apoio, o que acaba restringindo o acesso das famílias. A boa notícia é que há projetos em tramitação no Congresso que buscam ampliar esses benefícios, incluindo o passe livre aéreo para indivíduos com deficiência de baixa renda e maior clareza sobre os direitos dos acompanhantes. 

 

SP e Rio passam a vender passagens rodoviárias nas agências dos Correios

É possível adquirir passagens interestaduais para vários trechos do Brasil; pagamento pode ser realizado por Pix, cartão de débito e dinheiro

 

O Programa Roda Mais Passagens será ampliado para as agências próprias dos Correios nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Dessa forma, será possível comprar passagens interessaduais nas agências. Em um segundo momento, o programa contará com um inventário completo de viações de todo o Brasil, com cobertura de 100% do território nacional.

Consolidado após mais de um ano de operações no Estado do Rio de Janeiro e já disponível na capital paulista desde julho, a iniciativa da Buspay funcionou primeiramente nas casas lotéricas, com a expansão agora para as agências dos Correios, o que torna o serviço mais acessível à população.

A operação é simples, segura, e funciona por meio de sistema das agências dos Correios – neste primeiro momento somente nas agências próprias. É possível adquirir passagens interestaduais para vários trechos do Brasil e o pagamento pode ser realizado por Pix, cartão de débito e dinheiro.

O programa Roda Mais Passagens teve seu lançamento oficial em junho de 2024 na casa lotérica Trevo da Sorte, na Rocinha (RJ), uma das maiores comunidades do Brasil, onde também são oferecidas partidas e chegadas de viagens rodoviárias diretamente da localidade — uma inovação que democratiza ainda mais o acesso ao transporte de qualidade.

De acordo com Marco Spinardi, diretor da Buspay, o serviço permite que o comprador saia das agências dos Correios com a passagem em mãos, além de poder fazer a aquisição para mais de uma pessoa. “É um projeto em expansão e que traz muita comodidade para o usuário, que não precisa se deslocar a uma rodoviária, por exemplo, para realizar a compra”, afirma.

 

Disney é escolhida por 52% dos brasileiros como parque preferido; Especialistas dão dicas de como se virar no inglês durante a viagem

Mais da metade dos brasileiros sonha em viver a magia dos parques da Disney em Orlando (EUA) e aprender inglês é essencial para aproveitar cada detalhe da viagem. Desde os avisos de segurança e placas de orientação até os shows e interações com personagens, quase tudo é em inglês. Especialistas da KNN Idiomas destacam que a comunicação é tão importante quanto organizar passagens e visto, e compartilham frases úteis para desfrutar de tudo o que os parques oferecem, sem imprevistos.

 

A magia da Disney continua imbatível no coração dos brasileiros. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada recentemente, o complexo de Orlando (EUA) foi citado por 52% dos entrevistados como o parque temático internacional favorito dos viajantes. Este é o sexto ano consecutivo em que a Disney ocupa o topo da preferência dos brasileiros. 

Entretanto, aproveitar plenamente a experiência vai muito além de garantir passagens e ingressos. Nos parques, praticamente tudo acontece em inglês: desde placas de orientação e aplicativos até avisos de segurança, shows e interações com personagens. Para muitos turistas, isso pode se tornar um desafio em situações cotidianas, como pedir informações, se localizar nos mapas ou fazer um pedido em restaurantes. Afinal, como se virar no inglês durante uma viagem à Disney?

Para Reginaldo Kaeneêne Santos, CEO da KNN Idiomas, uma das maiores redes de escolas de idiomas do Brasil, falar inglês é tão importante quanto conseguir o visto americano. “Planejar uma viagem para a Disney envolve muito mais do que comprar ingressos. O visto americano, por exemplo, pode levar até seis meses para ser agendado. Já o inglês, é possível começar a praticar de forma imediata e com resultados rápidos. Conseguir se comunicar faz toda a diferença na experiência. Inclusive, temos na nossa escola o KNN Express, um curso de inglês gratuito de duas horas no qual o aluno já sai falando inglês básico. Ele ainda recebe uma apostila com as 100 palavras mais usadas no dia a dia, para embarcar mais seguro e confiante”, afirma Reginaldo KNN.



Especialistas da KNN separaram dicas de frases úteis para ‘se virar’ nos parques da Disney:

“Onde fica o banheiro?” – Where is the restroom?

“Posso tirar uma foto?”Can I take a picture?

“Por favor” / “Obrigado(a)”Please / Thank you

“Eu gostaria de comprar isso”I would like to buy this

“Quanto custa o ingresso?”How much is the ticket?

“Qual é o horário do próximo show?”What time is the next show?

“Pode me ajudar?”Can you help me?

“A fila começa aqui?”Does the line start here?

“Qual a altura mínima para esta atração?”What is the minimum height for this ride?

 


KNN Idiomas
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