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terça-feira, 8 de abril de 2025

De que forma a atividade física ajuda no tratamento das doenças alérgicas?


Estimula o sistema imunológico, fortalece os músculos responsáveis pela capacidade respiratória e promove relaxamento e bem-estar. Esses são alguns dos benefícios da atividade física para o ser humano e para indivíduos com alergias crônicas, fazer algum tipo de exercício – pelo menos - 1 hora por dia pode fazer a diferença no resultado do tratamento.

 

Porém, atividades físicas diárias que durem acima de uma hora e meia podem trazer complicações ao sistema imunológico. O Dr. Sergio Duarte Dortas Junior, especialista em Alergia e Imunologia, e o Dr. Guilherme Azizi, também alergista, imunologista e pós-graduado em Medicina do Esporte e Exercício, ambos da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), explicam a seguir a relação da atividade física e as alergias crônicas como asma, rinite e urticária.


 

Como a atividade física beneficia pessoas com alergias crônicas como asma, rinite e urticária?


Dr. Sergio Dortas Jr. – A atividade física relaxa e promove o bem-estar, aumenta a capacidade de resistência, estimula o sistema imunológico (até certa intensidade e período) e fortalece os músculos respiratórios. Assim, na asma facilita a inspiração e a expiração profunda; na rinite aumenta a resistência além de exigir uma respiração adequada (evita respiração bucal); na urticária, ao causar relaxamento e promover o bem-estar pode melhorar o controle da doença (psicodermatose), exceto na urticária colinérgica.


 

Existe a atividade física ideal para quem sofre dessas condições alérgicas citadas acima?


Dr. Sergio Dortas Jr. - A atividade física ideal para o paciente que apresenta doenças alérgicas é aquela em que ele se sinta bem, sem causar crises da doença. Exemplos: Natação, corrida, caminhada, dança, ciclismo etc.

 


De que forma a atividade física pode ajudar a gerenciar os sintomas da asma, urticária, rinite ou outra alergia? Existem exercícios que devem ser evitados?


Dr. Guilherme Azizi - Os pacientes, principalmente, com asma e rinite podem obter melhores fluxos aéreos e respostas funcionais ao exercício físico, além de com a perda de gordura corporal, o paciente perderá conteúdo produtor de citocinas inflamatórias, melhorando a resposta ao tratamento e reduzindo crises.


 

A atividade física pode desencadear algum tipo de alergia?


Dr. Sergio Dortas Jr. e Dr. Guilherme Azizi - Temos alguns exemplos de condições que estão ligadas a atividade física, por exemplo a urticária colinérgica, a qual está ligada ao aumento da temperatura corporal e posteriormente uma "alergia ao suor", todavia, não é toda coceira que se caracteriza como urticaria colinérgica. É fundamental a avaliação destes sintomas. Outra situação é a anafilaxia induzida por exercício que é uma reação alérgica grave que pode ocorrer durante ou após a atividade física. É uma reação rara, mas potencialmente fatal.


 

Como a atividade física contribui para o fortalecimento do sistema imunológico?


Dr. Guilherme Azizi - A atividade física favorece o incremento em números e função de várias células do sistema imune, todavia, com períodos e intensidades adequados. Sabe-se que atividades de até 1h por dia podem ser benéficas neste sentido.


 

Existe um tempo mínimo de atividade física que é recomendado para observar melhorias no sistema imunológico?


Dr. Guilherme Azizi - Sim! É importante ressaltar que atividades físicas que superem 1h a 1h30 diárias podem favorecer a queda na resposta funcional de algumas células de defesa, como as Células Natural Killer, as quais são responsáveis pelo combate à vírus. Assim como, queda na resposta de anticorpos nas vias aéreas. Logo, é recomendado que o praticante de atividade física não supere 1h diária de atividade, visando obter as melhores condições do exercício.


 

Que cuidados as pessoas com alergias devem ter ao começar uma nova rotina de exercícios físicos?


Dr. Guilherme Azizi - Todo paciente alérgico deve estar com seu tratamento em dia. Acreditar que o tratamento de uma doença crônica só deve ser realizado durante "crises" pode ser um erro grave. Então, realizar uma avaliação pré-participação, consultar seu alergista sobre as condições atuais de sua doença e escolher o esporte adequado e prazeroso, são medidas fundamentais.


 

Há momentos do dia ou condições climáticas específicas que são mais favoráveis para a prática de exercícios por pessoas com alergias?


Dr. Guilherme Azizi - A atividade física em dias de baixas temperaturas e umidade relativa do ar reduzida podem favorecer a alterações graves em pacientes alérgicos. O broncoespasmo Induzido pelo exercício é um bom exemplo para entendermos que o paciente com asma, por exemplo, deve priorizar o ambiente mais úmido e com uma temperatura confortável durante sua prática de atividade física, visando minimizar possíveis crises durante a atividade. Nunca se esquecendo do tratamento diário prescrito pelo seu médico.





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Dê um passo pela saúde: os benefícios da caminhada diária

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Atividade Física, médica da rede Meu Doutor Novamed fala sobre os benefícios da caminhada

 
No dia a dia, realizamos diversas atividades. A ida matinal à padaria, a busca por ingredientes no supermercado, uma passada rápida na farmácia ou até mesmo o almoço no restaurante da esquina. Esses pequenos percursos diários, quando feitos a pé, podem ser grandes aliados da saúde.

A Dra. Paula Rocha, médica de família da unidade Niterói (RJ) da rede Meu Doutor Novamed, explica que a caminhada traz importantes benefícios para saúde física e mental, seja como atividade física ou apenas como meio de locomoção. Segundo ela, “a caminhada, como uma modalidade de exercícios, é uma forma simples e muito eficaz de combater o sedentarismo, podendo reduzir o risco de morte e mais de 40 tipos de doenças, como pressão alta, diabetes e alguns tipos de câncer”.

De acordo com o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, produzido pelo Ministério da Saúde em parceria com a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), há um tempo e uma intensidade mínimos adequados para garantir todos os benefícios da atividade física. No entanto, esses critérios, variam conforme a idade. Para crianças e jovens de 6 a 17 anos, a recomendação é de pelo menos 60 minutos diários de atividade física de intensidade moderada – aquela caminhada em que a pessoa consegue conversar, mas com alguma dificuldade. Já para adultos a partir de 18 anos, a recomendação é de no mínimo 150 minutos semanais, que podem ser divididos em pequenos blocos ou concentrados em períodos maiores.

“O melhor horário para caminhar é aquele que se encaixa na sua rotina. Caminhar faz bem a qualquer hora do dia ou da noite, embora alguns estudos indiquem que caminhar de manhã traz benefícios adicionais. É uma atividade que praticamente não tem contraindicação. Pelo contrário, ter um dia a dia fisicamente ativo é muito mais seguro do que ser sedentário”, afirma a médica.

Além dos benefícios físicos, caminhar também melhora a saúde mental, reduzindo a ansiedade, os sintomas da depressão, e aumentando o bem-estar e a disposição. Escutar música enquanto pratica a atividade, além de prazeroso, pode garantir um estímulo adicional, melhorando desempenho e intensidade. A paisagem também pode contribuir positivamente, ajudando na prática de atenção plena durante a caminhada. 

“É aconselhável limitar o uso do celular durante o movimento. Além do risco de acidente, caminhar mexendo no celular pode prejudicar a postura e a movimentação do braço”, acrescenta a médica.

A médica Paula Rocha chama atenção também para as pequenas caminhadas, enquanto são realizados os afazeres diários. O deslocamento ativo melhora também o condicionamento físico e traz benefícios para a saúde mental. “Você pode caminhar sozinho ou com companhia, faça como preferir. O importante é se movimentar. Os colegas de trabalho também podem ser uma boa companhia para aumentar a atividade física no deslocamento ativo, no próprio trabalho ou no tempo livre”.


Realizar exames periódicos possibilita a descoberta de doenças em fases iniciais

Priscila Fiedler
Maria Lucia descobriu a bactéria H. Pylori por meio de exames de rotina e tratou de forma precoce; Infecções pela bactéria aumentam em duas vezes o risco de câncer de estômago

 

Cuidar da saúde física e emocional inclui ações como beber água, alimentação saudável, fazer exercícios físicos, usar protetor solar, se expor ao sol por alguns minutos ao dia, realizar exames regulares, entre outras. Quando há doenças pré-existentes, os exames de rotina devem ter mais regularidade e se tornam essenciais, assim como em determinadas faixas etárias ou durante a gravidez. 

No próximo dia 07 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Saúde e, neste ano, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) busca conscientizar sobre a saúde materna e neonatal, dando início à campanha “Começos saudáveis, futuros esperançosos”. O objetivo é acabar com as mortes de gestantes e seus bebês e priorizar a saúde e o bem-estar de longo prazo das mulheres. Cuidar dos futuros esperançosos inclui a realização de exames de check-up, antes mesmo de possíveis gestações. 

Autocoletor vaginal é aliado da saúde feminina

O mês da conscientização sobre o câncer do colo do útero já passou, mas é importante que a prevenção seja durante o ano inteiro, principalmente quando levamos em consideração que o Papilomavírus Humano (HPV) é a principal causa da doença. Para mulheres de 20 a 39 anos, recomenda-se realizar o exame Papanicolau (após dois testes negativos) e o HPV, a cada três anos, enquanto a mamografia deve ser realizada a partir dos 40 anos. 

Para auxiliar mulheres a realizarem seus exames preventivos com maior segurança, privacidade e autonomia, a Mobius, empresa que desenvolve e comercializa produtos destinados ao segmento de medicina diagnóstica focada em biologia molecular, lançou o Autocoletor vaginal - V-VEIL UP2. O dispositivo foi desenvolvido com o objetivo de auxiliar a coleta de amostras vaginais, utilizadas no diagnóstico in vitro de infecções por patógenos como o HPV ou outras infecções sexualmente transmissíveis (IST). 

A coleta pode ser feita em casa e funciona da seguinte forma: após lavar bem as mãos com água e sabão, é orientado abrir com cuidado o plástico que reveste o dispositivo - manuseando o pela parte plástica, nunca pelo tecido -, e inserir dentro da vagina com cuidado, retirando a haste plástica e deixando o tecido de revestimento. Após a colocação, deve-se deixar o dispositivo por dez minutos, lavar as mãos novamente e retirar com cuidado, puxando pela ponta livre do tecido e armazenar no tubo, para então entregar à clínica de análise. 

Descoberta de doenças precocemente

Além dos exames relacionados à saúde feminina e a de pessoas com útero, existem outros que são indicados de acordo com a idade. A colonoscopia e a densitometria óssea são indicadas a partir dos 50 anos, especialmente após a menopausa para mulheres. Para os homens, o autoexame testicular deve ser incentivado a partir dos 20 anos, e a coleta do PSA e o toque retal torna-se relevante a partir dos 40 anos. Os exames de IST devem ser realizados por todas as pessoas após a primeira relação sexual. 

Foi durante um exame de rotina que Maria Lucia Fernandes, de 60 anos, descobriu a presença da bactéria H. pylori (Helicobacter pylori). A Mobius, por exemplo, oferece um diagnóstico molecular específico para detectar a bactéria e verificar possíveis resistências à Claritromicina, um dos antibióticos mais usados no tratamento. "Realizo a endoscopia anualmente para monitorar minha gastrite, mas foi através deste exame e da biópsia que descobri a bactéria. Naquela época, estava com sintomas mais intensos, como azia e indigestão", compartilha.

A bactéria é responsável por mais de 60% dos casos de câncer de estômago no Brasil, e estima-se que, em média, 71,2% da população brasileira esteja infectada. O tratamento é longo e decidido individualmente a partir de cada caso, mas geralmente é feito com o uso de antibióticos combinado com um inibidor de próton, como foi o caso de Maria Lucia. “Eu tomei antibióticos e Omeprazol por cerca de duas semanas e após algumas semanas, fiz o exame novamente”. 

Exames de rotina

A endoscopia não é um exame de rotina, mas para quem possui condições pré-existentes é importante a realização com frequência, assim como os exames de sangue. “A detecção precoce é fundamental em muitas doenças, como o diabetes, hipertensão, cânceres e doenças cardiovasculares. Quando essas condições são descobertas no início, o tratamento tende a ser mais simples, menos agressivo e com melhores resultados. Exames de rotina são uma das ferramentas mais importantes para tornar esse diagnóstico precoce possível”, explica Dr. André Vianna, endocrinologista do Centro de Diabetes Curitiba, do Hospital Nossa Senhora das Graças. 

De acordo com o endocrinologista, a realização de exames de sangue, como o hemograma, o colesterol e a glicemia, é importante para que os resultados funcionem como direcionamento ao estilo de vida. “Os exames periódicos funcionam como uma espécie de termômetro da saúde. Ao identificar fatores de risco - como colesterol elevado, glicemia alterada ou alterações hormonais - é possível orientar mudanças no estilo de vida com base em dados objetivos. Isso torna a prevenção mais personalizada e eficaz, ajudando o paciente a tomar decisões conscientes para preservar sua saúde no longo prazo”. 

A FirstLab, empresa com atuação no desenvolvimento de soluções para o mercado da saúde, oferece uma linha completa de produtos pré-analíticos que garantem a coleta segura e eficaz de amostras para exames. A linha contém materiais para coleta de sangue, como agulhas, escalpes, tubos de coleta, torniquetes e curativos, além de luvas,

 

FirstLab

 https://firstlab.ind.br/

Mobius

 www.mobiuslife.com.br

Sociedade Brasileira de Dermatologia apoia Anvisa em proibição de lâmpadas utilizadas em equipamentos de bronzeamento artificial

Entidade acredita que decisão vai coibir a prática do bronzeamento artificial no Brasil 

 

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) manifesta seu apoio à Anvisa que decidiu proibir o armazenamento, comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso de lâmpadas fluorescentes de alta potência utilizadas em equipamentos de bronzeamento artificial. 

A SBD já havia manifestado repúdio aos projetos de lei criados em alguns municípios brasileiros, que autoriza o uso de câmaras de bronzeamento para fins estéticos, e acredita que a proibição pela Anvisa pode ser uma forma eficaz de coibir a prática, considerada extremamente preocupante e que vai na contramão das políticas de saúde pública. 

A entidade alerta que diversos estudos científicos demonstraram que a utilização das câmaras de bronzeamento artificial aumenta o risco de câncer de pele – que é o campeão em ocorrências no Brasil, incluindo o melanoma, que é o que oferece risco maior de metástases e morte; pois esses equipamentos funcionam por meio de luzes artificiais que emitem radiação ultravioleta. 

A radiação ultravioleta danifica o DNA das células da pele, e a exposição excessiva durante o bronzeamento artificial leva ao envelhecimento precoce, pode causar câncer de pele dos tipos Melanoma, Carcinoma Basocelular e Carcinoma Epidermoide, além de imunossupressão; e danos oculares, incluindo catarata e Melanoma ocular. 

Devido a esses riscos, o Brasil, seguindo o exemplo de países como a Austrália e o Irã, foi pioneiro ao proibir o uso de câmeras de bronzeamento artificial em todo o território nacional em 2009, por meio da Resolução nº 56 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A SBD continuará empenhada na luta pela proibição das câmeras de bronzeamento artificial e na promoção de ações de saúde pública que priorizem o bem-estar da população.


DPOC: pouco diagnosticada, doença alcança cerca de 15 milhões de brasileiros1,2

Dra. Wisia Wedzicha, membro do GOLD, visitou o Brasil para discutir casos clínicos e trocar experiências com médicos locais a convite da biofarmacêutica GSK

 

Estima-se que cerca de 15 milhões de pessoas vivam com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), mais conhecida como enfisema pulmonar, no Brasil1,2. Porém, apenas cerca de 30% delas têm conhecimento da doença.2 Com o objetivo de trocar experiências de trabalho e discutir casos clínicos com os médicos locais, a Dra. Wisia Wedzicha, especialista em medicina respiratória, esteve no Brasil entre os dias 23 e 28 de março, a convite da biofarmacêutica GSK, para a ação DPOC On The Road. Professora de Medicina Respiratória no National Heart and Lung Institute, do Imperial College, no Reino Unido, e membro do Global Initiative For Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD), documento elaborado para prevenção, diagnóstico e manejo da DPOC, ela visitou a Policlínica Piquet Carneiro/UERJ, no Rio de Janeiro, passou pelo InCor - Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP, em São Paulo, e pelo Hospital Júlia Kubitscheck, em Minas Gerais, centros de tratamento de referência em Pneumologia no país. 

“Essa é uma doença muito subdiagnosticada em todo o mundo, porque os sintomas são insidiosos, o que significa que aparecem gradualmente. Além disso, a DPOC começa na vida jovem, mas só causa problemas realmente após os 60 anos. Portanto, é uma doença que é menosprezada”, comenta a Dra. Wisia, que afirma que a cessação do tabagismo é um ponto importante para diminuir os casos de DPOC. “Em primeiro lugar, parar de fumar. Além disso, precisamos conscientizar que a saúde pulmonar é uma prioridade. Os pulmões são tão preciosos quanto o coração, mas é mais fácil transplantar um coração do que regenerar um pulmão. Portanto, é muito importante que cuidemos dos nossos pulmões”, disse considerando, ainda, o vaping na mesma categoria de risco. 

Segundo a especialista, é essencial estar atento aos primeiros sintomas da DPOC, pois a doença é a quinta principal causa de morte no país4 e é responsável por cerca de 40 óbitos por dia.5** “Os sintomas iniciais são episódios de tosse e produção de muco nos meses de inverno. Em seguida, os pacientes ficam mais ofegantes. Precisamos tratar esses episódios porque sabemos que toda infecção, provavelmente, levará à progressão da doença”. 

O Dr. Ricardo Amorim (CRM/MG: 19214), presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), que se encontrou com a Dra. Wisia durante sua passagem ao Brasil complementa: “Uma coisa muito importante para os pacientes que têm DPOC é a gente treinar a atenção primária e dar acesso à espirometria, para que os profissionais saibam identificar os sintomas. Também é importante fazer campanhas para aumentar a conscientização a respeito da doença”. Atrasar a intervenção no tratamento da DPOC pode ter consequências graves, como um risco de 49% de morte em até dois anos após uma exacerbação grave, isto é, uma crise que resulte em hospitalização.12 

O médico fala sobre os fatores de risco da DPOC: “As doenças cardiovasculares andam juntas. O tabagismo é um fator de risco comum para ambos os grupos de doenças respiratórias e cardíacas. E a descompensação de uma doença interfere na evolução da outra. Pacientes que têm DPOC e que possuem crises constantes morrem mais de doença cardíaca do que o grupo que não exacerba. Outras comorbidades são o diabetes mellitus, as doenças respiratórias crônicas, por conta dos distúrbios da via aérea, a obesidade, e doenças do ponto de vista neurológico e quadros psiquiátricos, como depressão, que interferem muito na evolução do paciente, pois dificulta a sua adesão ao tratamento”. Ao que a Dra. Wisia afirma: “As crises têm impacto na qualidade de vida, na hospitalização, na progressão da doença, na mortalidade e nos estados psicológicos também. Sabemos que as exacerbações, particularmente as hospitalizadas, estão associadas a um aumento na quantidade de eventos cardiovasculares”. Estes dados se tornam ainda mais relevantes ao saber que há cerca de 125 mil internações ao ano por DPOC no Brasil3* e que os pacientes pós-crise aguda têm duas vezes mais riscos de infarto do miocárdio.6^

 

VSR e DPOC 

O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é o segundo principal vírus detectado nas crises da DPOC e identificado em, aproximadamente, 10% das crises agudas da doença.7 O paciente com DPOC possui até 13 vezes mais chances de ser hospitalizado quando infectado pelo VSR do que adultos sem essas comorbidades.8#$ “Pacientes com DPOC geralmente são mais suscetíveis a infecções virais. Originalmente, a importância do VSR foi vista durante as hospitalizações, particularmente, em pacientes idosos frágeis. Este é um vírus que depende da resposta imune e, com a imunidade enfraquecida, você tem mais problemas com o VSR. É por isso que, nos pacientes com DPOC, é uma causa de crise. Além disso, o VSR é frequentemente encontrado como um co-vírus com o resfriado comum e outros vírus”, alerta a Dra. Wisia. 

De acordo com a médica, a vacinação é uma importante estratégia de prevenção contra o VSR para pacientes com a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. “Toda vez que um médico vê um paciente com DPOC, ele deve perguntar sobre suas vacinas. Se eles não tiverem tomado, expliquem que as vacinas têm um perfil de segurança favorável, foram extensivamente testadas e são eficazes. Queremos que um paciente seja o mais estável possível, sem crises, e o VSR pode levá-los ao hospital e a todas as complicações da hospitalização. O VSR causa pneumonia, causa infecção das vias aéreas. Pode ser uma condição muito desagradável. A eficácia da vacina produzida pela GSK contra o VSR no primeiro ano chega a 94% para doença grave, o que é muito impressionante. E, em três temporadas de circulação do VSR - aproximadamente 31 meses, é de 62,9%. Isso é bom”,9-11 finaliza Dra. Wisia.

 

Notas: 

+Estimativa baseada nos dados do estudo Platino2, 12,5% da população do estudo foi diagosticado com DPOC (n = 1000). Utilizando os dados do IBGE, (n = 90.570.204), pessoas entre 40-90 anos, no ano de 2024.1,2 

$Estudo de vigilância, prospectivo e baseado na população para estimar a incidência de hospitalização por VSR entre adultos com ≥ 18 anos em geral e aqueles com comorbidades específicas. A vigilância ativa e passiva identificou 1099 adultos hospitalizados com VSR em 2 áreas geográficas nos Estados Unidos (Rochester e Cidade de Nova York) durante 3 temporadas de VSR. As razões de taxas de incidência apresentadas acima não são uma faixa, mas observações de 2 locais diferentes que compõem a área de vigilância. As taxas de incidência estimadas para todas as condições comorbidas aumentaram com a idade. #As taxas de internação por VSR foram maiores em adultos com idade ≥ 65 anos com comorbidades.8 

*Média de internações durante o período de 2008-2023.

^Aumento de 2,27 vezes (IC de 95%: 1,1 - 4,7; p=0,03) do risco 1-5 dias após uma exacerbação de DPOC.

**Mortalidade média para os anos entre 2007-2017 dividida pelos 365 dias do ano. Segundo óbitos categorizados no CID10: J44 outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

 

Material dirigido ao público geral. Por favor, consulte o seu médico.





GSK



Referências:

1. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa realizada na base de dados IBGE – Estatísticas > Sociais > Populações > Projeções da População > Tabelas; Utilizando o filtro 2024, População por sexo e idade simples.xlsx. Utilizando o filtro para Idade “40 a 90”, Sexo “Ambos”, Local “Brasil”, Soma da Coluna AD 2024. Disponível em: <link>. Acesso em: MAR/2025;

2. Moreira, G. L.,et al. (2013). PLATINO, estudo de seguimento de nove anos sobre DPOC na cidade de São Paulo: o problema do subdiagnóstico. J Bras Pneumo, 30-37

3. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Tabnet; Internação por DPOC 2008-2023. Pesquisa realizada na base de dados DATASUS, utilizando os limites REGIÃO" para Linha, CAPITULO CID 10" para Coluna, INTERNAÇÕES para Conteúdo", 2024-2023' para Periodos Disponiveis, 'Bronquite enfisema e outras doenc pulm obstr crônic" para Lista Morb CID 10 e 'TODAS AS CATEGORIAS" para os demais itens. Disponvel em: <link >

4. BRASIL. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Brasília, DF: CONITEC, 2021. Disponível em: <link>. Acesso em: MAR/2025;

5. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Tabnet; ÓBITOS por DPOC 2007-2017. Pesquisa realizada na base de dados DATASUS, ulilizando os limites "REGIÃO" para Linha, "ANO PROCESSAMENTO" para Colura, "ÓBITOS" para Conteúdo, "2017 a 2017" para Periodos Disponiveis, "144 Outr doenc pulmonares obstruivas cronicas" para Lista Morb CID-10 e "TODAS AS CATEGORIAS" para os demais itens. Disponível em: <link>.

6. Donaldson, G. et al. Increased risk of myocardial infarction and stroke following exacerbation of COPD. Chest 137, 1091-1097, 2010;

7. ZWAANS WA, Mallia P, van Winden ME, Rohde GG. The relevance of respiratory viral infections in the exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease systematic review. Journal of clinical virology, (2), 181-1, 2014;

8. BRANCHE, Angela R. et al. Incidence of respiratory syncytial virus infection among hospitalized adults, 2017–2020. Clinical Infectious Diseases, v. 74, n. 6, p. 1004-1011, 2022;

9. Clinicaltrials.gov, “Efficacy Study of GSK's Investigational Respiratory Syncytial Virus (RSV) Vaccine in Adults Aged 60 Years and Above”. Disponível em: <link>. Acesso em: MAR/2025;

10. Ison MG et al. The efficacy of a single dose of the respiratory syncytial virus prefusion F protein vaccine in adults ≥60 years years of age over 3 RSV seasons. In: CHEST, 6-9 October 2024, Boston,Massachusetts, EUA;

11. Papi A. et al, “Respiratory Syncytial Virus Prefusion F Protein Vaccine in Older Adults”, in New England Journal of Medicine, 2023;388:595-608 DOI: 10.1056/NEJMoa2209604

12. SOLER-CATALUÑA, JJ1 et al. Severe acute exacerbations and mortality in patients with chronic obstructive pulmonary disease. Thorax, v. 60, n. 11, p. 925-931, 2005;



BOLETIM DAS RODOVIAS

Confira o tráfego nas rodovias concedidas no início desta tarde 

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta terça-feira (08).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330) o tráfego é normal, sentido interior e lento, sentido capital do km 12 ao km 11+360. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido interior, o tráfego é normal, já no sentido capital, motorista encontra lentidão do km 17 ao km 13+360.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta tráfego normal em ambos os sentidos. Na Rodovia Castello Branco (SP-280), o tráfego lento do km 22 ao km 24, sentido interior, no sentido capital, o tráfego é lento do km 16 ao km 13+290, pista expressa e marginal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Há lentidão do km 19 ao km 17, sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Haiti: Médicos Sem Fronteiras suspende suas atividades em duas instalações de saúde após ataque a veículos da organização

Em meio à violência generalizada, MSF precisou tomar a difícil decisão de deixar dois hospitais em Porto Príncipe por pelo menos três meses


Médicos Sem Fronteiras (MSF) tomou a difícil decisão de suspender suas atividades no Centro de Emergência de Turgeau e no Hospital de Trauma Carrefour, em Porto Príncipe, no Haiti, por um período mínimo de três meses, após um ataque a um comboio da organização que viajava entre essas duas instalações, no dia 15 de março. Este período permitirá uma avaliação sobre as condições de segurança necessárias para o retorno das equipes de MSF.

No dia do ataque, MSF já havia evacuado o Centro de Emergência de Turgeau, pois os combates e a linha de frente do conflito avançaram perigosamente para perto da unidade de saúde, com balas perdidas caindo no complexo hospitalar todos os dias. Durante a evacuação das equipes de Turgeau para o Hospital de Trauma de Carrefour, veículos de MSF identificados de forma evidente, usando a única estrada de acesso que separa as duas instalações, foram deliberadamente alvejados por pelo menos um homem encapuzado de uniforme. Os veículos de MSF foram atingidos 15 vezes. O incidente forçou a organização a parar de usar essa rota.

“O Centro de Emergência de Turgeau e o Hospital de Trauma de Carrefour estão muito ligados em suas operações. Sem a possibilidade de usar esta estrada para transferir pacientes, transportar equipes ou entregar suprimentos médicos, essas instalações de saúde não podem mais funcionar. É por isso que também fomos forçados a nos retirar do Carrefour a partir de 9 de abril de 2025. Esta é uma decisão extremamente dolorosa, em um momento em que as necessidades médicas vitais da população continuam a crescer”, explica Benoît Vasseur, coordenador-geral de MSF no Haiti.

Nessas duas estruturas médicas, as equipes de MSF observaram um aumento alarmante no número de vítimas de violência. Entre janeiro e março de 2025, a organização tratou mais de 550 pessoas por traumas violentos. Ao mesmo tempo, essas duas instalações realizaram mais de 3.600 consultas médicas e atenderam mais de 3.600 casos de emergência no mesmo período. Essas eram as únicas unidades médicas na área para oferecer atendimento gratuito às vítimas de acidentes rodoviários e acidentes domésticos, ou para encaminhar os pacientes para instalações apropriadas.

MSF continua suas atividades em outras instalações médicas em Porto Príncipe e na região sul do Haiti. O Centro de Referência de Trauma de Tabarre continua com os atendimentos a vítimas de queimaduras graves, acidentes e violência. O Hospital Drouillard, em Cité Soleil, mantém um serviço de emergência 24 horas, que inclui tratamento de saúde física e mental para sobreviventes de violência sexual e de gênero. A clínica Pran Men'e, em Delmas, continua a oferecer cuidados para essas sobreviventes, fornecendo apoio médico e psicológico adequado, ao mesmo tempo que apoia a maternidade Isaïe Jeanty.

Desde 2021, MSF também vem implantando clínicas móveis em vários locais para pessoas deslocadas e em bairros mais vulneráveis em Porto Príncipe. No entanto, o transporte médico foi suspenso para todas as equipes de MSF em Porto Príncipe. Por fim, na região sul, principalmente em Port-à-Piment e nos arredores, MSF continua prestando atendimento obstétrico e neonatal de emergência, além de serviços de saúde materna.

Há mais de 30 anos, MSF responde às grandes crises que atingiram o Haiti – terremotos, furacões, epidemias de cólera – e continua apoiando a população diante da violência atual. No entanto, a equipe de MSF não pode continuar arriscando suas vidas para fornecer esse serviço. Anteriormente, em 22 de novembro de 2024, a organização teve que suspender todas as operações por cerca de três semanas devido a repetidos ataques e ameaças contra seus profissionais. Este é o segundo incidente crítico que a organização sofre nos últimos quatro meses, e MSF ainda aguarda os resultados das investigações realizadas pelas autoridades haitianas. 

“O sofrimento extremo das pessoas no Haiti torna essa decisão ainda mais dolorosa, mas um médico ou enfermeiro morto ou ferido não pode fazer nada pelos pacientes. Reiteramos nosso apelo a todas as partes envolvidas para que respeitem a missão médica e garantam a proteção das instalações de saúde, ambulâncias, pacientes e profissionais”, conclui Benoît Vasseur.

 

Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo abre processo seletivo para estágio

 Para o ensino superior, a bolsa-auxílio é de R$ 937,59, e para o técnico a remuneração chega a R$ 787,58 por mês. As inscrições vão até as 12h do dia 14 de abril no portal CIEE

 

O Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE e a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo – SEMIL abrem processo seletivo de estágio para diversas cidades paulistas, entre elas, Araçatuba, Campinas, Cananéia, Embu das Artes, Piracicaba, Registro, Ribeirão Preto, Santos, Sorocaba, São Bernardo do Campo, São José dos Campos e São Paulo. As vagas são para estudantes matriculados no ensino superior e técnico, e as inscrições podem ser feitas até às 12h do dia 14 de abril de 2025, no link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/13053/detalhe.

 

Os aprovados e contratados para as vagas de nível superior receberão uma bolsa-auxílio mensal de R$ 937,59, para a jornada de 30 horas semanais. Já para os estagiários do nível técnico, a bolsa-auxílio é de R$ 787,58 mensais (jornada de 30 horas semanais) e R$ 525,05 (carga horária de 20 horas semanais). Além disso, os estagiários de ensino superior e de ensino técnico com carga horária de 30 horas semanais terão direito a R$ 10,00 por dia de auxílio-refeição. Todos os estagiários contratados receberão R$ 228,80 por mês referente ao auxílio-transporte.

 

O processo seletivo conta com duas fases, a inscrição pela internet e a prova on-line. Podem concorrer às vagas de ensino superior os estudantes dos cursos de Administração de Empresas, Administração Pública, Audiovisual, Biologia, Engenharia Agronômica, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia De Minas, Engenharia Elétrica, Engenharia Florestal, Engenharia Química, Geografia, Gestão Ambiental, Gestão de Eventos, Gestão de Políticas Públicas, Jornalismo, Química, Biblioteconomia. E para as vagas do ensino técnico, os cursos de Técnico em Administração, Técnico em Laboratório, Técnico em Logística, Técnico em Meio Ambiente.

 

Link do edital:

https://uhmxoro2t8cx2o-my.sharepoint.com/:b:/g/personal/cleide_goncalves_tamer_com_br/EZo1mEHXdlFGqwjeUB296pwBsrKvlLtPT9G8aDqG4N477Q

 

CIEE
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Orlando: nova editora chega para fortalecer a publicação independente e abre chamada de originais

Com o lema “Histórias que desafiam o tempo” e nome inspirado em obra da Virginia Woolf, editora busca autores para sua primeira seleção de obras com chamada aberta até dia 15 de abril

 

A literatura independente ganha um novo fôlego com o lançamento da editora orlando, que chega ao mercado com o compromisso de dar voz a escritores e escritoras que desejam publicar suas obras com qualidade, transparência e profissionalismo.

 

Atenta às necessidades dos autores, a editora oferece um serviço completo que inclui edição e revisão profissional, projeto gráfico e diagramação, desenvolvimento de capas personalizadas, distribuição e estratégias de marketing literário focadas em assessoria de imprensa e redes sociais. Cada etapa do processo é planejada para garantir que o livro final tenha alta qualidade e alcance seu público-alvo.

 

A editora orlando surgiu da demanda identificada pela com.tato, uma agência de comunicação especializada na divulgação de autores e editoras independentes. "Nos últimos cinco anos, mais de 500 escritores utilizaram nossos serviços, sejam eles autores autopublicados ou vinculados a editoras de pequeno, médio e grande porte. Muitos realizaram o sonho de lançar um livro, mas também encontramos uma grande parcela de escritores frustrados com o processo e descrentes no mercado editorial", observa Karol Lopes, sócia-fundadora da com.tato e agora editora da orlando.

 

Com o lema "Histórias que desafiam o tempo", a editora é fundada pelos sócios da com.tato, os jornalistas Karol Lopes, Vincent Sesering e Marcela Güther. A orlando busca narrativas que rompam com o óbvio, questionem normas e explorem as complexidades da vida humana — o nome foi inspirado na obra homônima de Virginia Woolf, publicada em 1928. 


"Escolhemos esse nome como um tributo à fluidez e ao poder transformador da literatura. Assim como Woolf rompeu barreiras com 'Orlando', desafiando as convenções de gênero e tempo, queremos desafiar o tempo publicando histórias que permaneçam relevantes, atravessando gerações e culturas", explica Marcela Güther, sócia da empresa e coordenadora de assessoria de imprensa da com.tato e da orlando.


 

Chamada aberta para quatro selos editoriais


A orlando conta com uma estrutura editorial diversificada, organizada em selos específicos que refletem seu compromisso com a pluralidade literária e a valorização de diferentes gêneros. Cada selo foi criado para atender às particularidades de distintos estilos literários, garantindo que cada obra encontre seu espaço ideal no catálogo da editora. São eles: ziguezague (infantil e infantojuvenil), dobradura (poesia), espiral (ficção - romance e contos) e brecha (não ficção).

 

A primeira chamada de originais está aberta até 15 de abril. Os textos devem ser enviados via questionário do Google Formulários (acesse aqui) em formato .doc ou .docx (Word), seguindo a formatação: fonte Times ou Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5 e alinhamento justificado. As obras selecionadas serão anunciadas até 30 de abril. Os autores escolhidos serão contatados por e-mail e não precisarão arcar com custos de publicação, pois os livros serão financiados por campanhas de pré-venda.

 

Diferencial na divulgação

Além do suporte editorial, a orlando se destaca por sua abordagem voltada à divulgação. Publicar um livro é apenas o primeiro passo para conquistar leitores, e a editora investe em estratégias personalizadas de marketing, incluindo assessoria de imprensa, presença digital e parcerias com influenciadores do meio literário. O objetivo é ampliar a visibilidade das obras e fortalecer a conexão entre autores e leitores, garantindo que cada livro tenha o destaque que merece no mercado.

 

"Em um mundo onde grandes editoras dominam o mercado, escolhemos caminhar ao lado de escritores independentes, valorizando suas narrativas e temas que ressoam profundamente na sociedade contemporânea", reforça Karol Lopes.


Para mais informações sobre a editora Orlando, seus serviços e como publicar um livro, acesse editoraorlando.com.br e siga no Instagram: @editoraorlando. Em caso de dúvidas, escreva para oi@editoraorlando.com.br.



Projeto oferta apoio jurídico gratuito a pacientes com problemas renais

Atendimento será feito na Fundação Pró-rim por alunos e professores da Univali

 

Pacientes com problemas renais e seus familiares, atendidos pela Fundação Pró-rim e Associação de Pacientes Renais em Balneário Camboriú e região, poderão receber apoio jurídico, gratuito e integral. Os atendimentos serão ofertados pelo projeto JuríRim, conduzido pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e vão acontecer na sede da Fundação Pró-rim, em Balneário Camboriú. As atividades vão ocorrer nos dias 14, no período da manhã, e 22 de abril, no período da tarde. 

A iniciativa é coordenada pelo Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), vinculado ao curso Direito da Univali, Campus Balneário Camboriú. O atendimento será feito por acadêmicos do curso de Direito da Univali, supervisionados por professores especializados.  

“O objetivo é promover o acesso à justiça e garantir aos pacientes renais e suas famílias, suporte necessário para solucionar questões jurídicas, de forma simples, eficiente e gratuita.”, afirma a professora Flávia Cristina Oliveira Santos, responsável pelo Escritório Modelo de Advocacia -EMA. 

O projeto abrange as áreas de direito da família, seguridade social e Juizado Especial Cível (JEC), de modo a atender as necessidades mais urgentes dos pacientes. Sendo assim, na ocasião, os pacientes poderão tirar as suas dúvidas sobre assuntos como guarda, pensão alimentícia, partilha de bens, benefícios assistenciais e direitos previdenciários. 

A professora da Univali destaca que o projeto JuríRim é exclusivo para os pacientes atendidos na Fundação Pró-rim e Associação de Pacientes Renais, mas que os demais moradores da região podem buscar orientação jurídica diretamente na Univali, Campus Balneário Camboriú, no espaço do EMA. 

Mais informações: com a professora Flavia Cristina Oliveira Santos - flaviaoliveira@univali.br

 

Fim do PERSE: contribuintes devem redobrar atenção com a DIRBI

Após ter beneficiado muitas empresas do setor de eventos que se viram altamente prejudicadas na pandemia, o Ministro da Fazenda anunciou que o PERSE (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos) está definitivamente encerrado, após atingir o limite de R$ 15 bilhões. Agora, segundo o próprio Ministério, haverá uma auditoria rigorosa sobre os benefícios usufruídos conduzida pela RFB – a qual reforça a necessidade de os contribuintes revisarem atentamente os dados de benefícios declarados na DIRBI (Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária). 

A DIRBI, como obrigação acessória, impõe aos contribuintes a necessidade de reportar, com precisão, todos os incentivos e benefícios tributários utilizados. No contexto do PERSE, a declaração serviu como base para o cálculo do limite do programa pela Receita Federal do Brasil, a qual recolheu estes dados referentes ao período de abril de 2024 a dezembro de 2024, bem como informações parciais de 2025 para aqueles contribuintes que anteciparam sua entrega. Agora, este se tornou um instrumento-chave para fiscalização. 

Os efeitos da DIRBI já podem ser sentidos, uma vez que os dados apresentados ao fisco foram utilizados para justificar o encerramento do PERSE. A partir de agora, os contribuintes que usufruíram desses benefícios podem ser alvo de auditorias para verificar a regularidade das informações prestadas. Erros ou omissões, dessa forma, podem resultar em autuações, cobrança de tributos retroativos e penalidades. 

Essa primeira iniciativa da RFB e do Ministério da Fazenda quanto ao PERSE evidencia o propósito central da criação dessa obrigação acessória: garantir maior transparência e controle sobre os incentivos fiscais concedidos. E, apesar de haver uma alta expectativa sobre qual o próximo passo do governo quanto a valores que tenham excedido o limite do benefício e o resultado da auditoria previamente divulgada, é preciso, desde já, garantir a conformidade na entrega da DIRBI a fim de evitar as penalidades destacadas. 

Com a fiscalização mais rigorosa, é fundamental que os contribuintes garantam que as informações declaradas na DIRBI estejam corretas e devidamente documentadas. Isso inclui revisar os dados antes do envio, manter registros que comprovem os benefícios usufruídos e acompanhar eventuais comunicados da Receita Federal que apontem inconsistências. 

O impacto inicial da DIRBI sobre o PERSE é apenas o começo de um movimento de maior escrutínio sobre incentivos tributários, e sua implementação reforça o papel das obrigações acessórias como instrumentos de controle tributário, evidenciando a crescente digitalização da fiscalização.  

Diante desse novo contexto, o suporte de profissionais especializados torna-se ainda mais relevante. A orientação técnica adequada proporciona maior segurança no cumprimento das exigências, reduzindo a chance de erros e fortalecendo, assim, a gestão tributária da empresa neste novo cenário. 



Carlos Neris - Especialista Tributário na ECOVIS® BSP.


BSP
https://ecovisbsp.com.br/


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