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segunda-feira, 22 de abril de 2024

Consumidores podem ter limite de cartão aumentado com gestão de carteira realizada por instituições financeiras. Potencial é de R$ 3,1 bilhões, aponta estudo da Serasa Experian

 ·      Análise é baseada na carteira de clientes de quatro IFs e limites de cartão de crédito concedidos aos seus clientes 

·      Solução de gestão de limites permite também mitigar riscos de inadimplência em 33%

 

Segundo um levantamento realizado pela Serasa Experian - datatech, líder em soluções de inteligência para análise de riscos e oportunidades, com foco nas jornadas de crédito, autenticação e prevenção à fraude – há espaço para que bancos ampliem seu ganho potencial e minimizem os riscos de insolvência por meio de uma gestão mais apurada dos clientes que já estão em sua carteira e que possuem cartão de crédito.  

 

Com uma análise customizada por perfil, unindo dados exclusivos e de mercado com a capacidade de inteligência analítica, é possível verificar que há espaço para ampliação do limite de 27% dos clientes de quatro instituições financeiras. Entre as variáveis analisadas, o Score é uma delas que compõe a análise individualizada, trazendo ainda mais precisão. Verificou-se que score médio desses CPFs é de 798 pontos, considerado “muito bom” na classificação e que amplia as chances de obtenção de crédito no mercado.

 

Em valores, com um montante atual de 4,9 bilhões de reais, os correntistas teriam um potencial de aumento de limite em 67%, um incremento de R$3,1 bilhões e um total de R$8 bilhões em crédito concedido em cartões de crédito.

 

“A gestão de carteira customizada para a definição de limites de crédito mais adequada a cada perfil de consumidor, traz uma visão 360º desse cliente no mercado é essencial para a rentabilização das IFs, uma vez que é muito mais barato ampliar a oferta para um cliente que você já conhece do que ir em busca de clientes novos. O alto custo de aquisição de novos clientes, em especial para instituições financeiras, é um grande desafio e conhecer mais a fundo seus próprios clientes e fazer a oferta certa para cada um deles pode ser uma das alternativas para gerar mais receita com um custo menor de aquisição, além aumentar a taxa de fidelização e fazer com que ele centralize sua vida financeira naquele banco”, afirma Pedro Braga, diretor de Decison Analytics da Serasa Experian.


 

Redução de limite contribui para diminuir prejuízos


O estudo traz ainda a parcela da base que possui limites que trazem potenciais riscos de inadimplência. 14% dos CPFs analisados teriam redução, evitando uma possível perda de R$ 500 milhões. O montante total sairia de R$ 1,5 bilhão concedido para 1 bilhão, 33% a menos. Na análise do score dessa parcela, a média obtida fica em torno de 366 pontos, considerado regular e que indica que ainda não é o melhor cenário para a contratação e ampliação de crédito.

 

“Análise e políticas de concessão de crédito são ciências complexas e sensíveis para todo o mercado e que impactam diretamente no resultado financeiro das instituições. O estudo realizado mostra que existia um risco de inadimplência significativo. A eficiência de uma gestão de carteira de crédito depende de dados confiáveis, especialmente modelados para este objetivo e atualizados para extrair insights extremamente importantes para avaliar a eficácia das políticas de crédito. Por isso, unimos toda nossa expertise para oferecer soluções de negócio baseadas nas diferentes capacidades integradas unindo dados, Analytics e tecnologia diferenciadas que estão proporcionando maior eficiência operacional, financeira, redução de exposição aos riscos e rentabilização para nossos clientes. A gestão de limites é uma das opções de caso de uso da solução Gestão de Clientes que tangibiliza os pontos mencionados acima”, complementa Braga.

 


Metodologia


Os números são resultado de um estudo feito com base em resultados obtidos com a solução integrada Gestão de Clientes usando como ponto de partida cases de quatro instituições financeiras adeptas da plataforma.


A análise é feita por meio de uma avaliação estratégica e individualizada da base fornecida, unindo dados exclusivos e de mercado com a capacidade de inteligência analítica, possibilitando imprimir uma visão ampla do potencial de seus clientes por CPF e/ou CNPJ. Com isso, é possível sugerir aumento de limite de cartão de crédito, diminuição do limite ou mantê-lo da mesma forma. Cada CPF ou CPNJ recebe ainda um indicador de quanto deveria ser essa ampliação ou redução. Outros segmentos como varejo e seguradoras, por exemplo, também já são adeptos da solução Gestão de Clientes.




Experian
www.experianplc.com


Istambul: confira dicas de passeios menos óbvias nesse destino



Excursy traz algumas ideias do que conhecer na cidade que é a ponta entre Oriente e Ocidente


Considerada a ponte entre o Oriente e o Ocidente, Istambul, a deslumbrante metrópole turca, mantém-se como um destino turístico imperdível, atraindo visitantes de todo o mundo. Com sua rica história, cultura vibrante e uma paisagem que mescla modernidade e tradição, a cidade oferece uma experiência única aos viajantes.

De acordo com dados recentes do Ministério da Cultura e Turismo da Turquia, o número de visitantes internacionais em Istambul atingiu a marca de 15 milhões no último ano, demonstrando um crescimento constante no setor turístico da cidade. Esse aumento é atribuído não apenas à beleza natural e arquitetônica de Istambul, mas também ao esforço contínuo para promover a cidade como um destino acolhedor e acessível.

Carol  Caro, diretora da agência especializada em destinos exóticos e Oriente Médio Excursy, compartilhou sua visão sobre o crescente interesse por Istambul: “A cidade oferece uma combinação única de cultura, história e hospitalidade. Muitos de nossos clientes têm expressado o desejo de explorar esse destino que proporciona uma experiência enriquecedora.”


Dicas e Passeios Recomendados:

Istambul é uma cidade repleta de atrações, desde os icônicos pontos turísticos até os encantadores bairros locais. Anna Carolina Caro destaca alguns dos destaques que não podem ficar de fora do roteiro, além de sugestões para uma experiência mais autêntica:


  1. Santa Sofia (Hagia Sophia): O magnífico museu e antiga basílica, construído no século VI, é um testemunho da rica história de Istambul. 
  1. Mesquita Azul (Sultanahmet Camii): Conhecida por seus impressionantes azulejos azuis, esta mesquita é um exemplo extraordinário da arquitetura otomana. 
  1. Palácio Topkapi: Antiga residência dos sultões otomanos, o palácio é um mergulho fascinante na história do Império Otomano. 
  1. Bazar das Especiarias: Um paraíso para os amantes da culinária, este mercado oferece uma variedade de especiarias, chás, doces e outros produtos locais. 
  1. Basílica Cisterna: Uma maravilha subterrânea, esta antiga cisterna oferece um vislumbre surreal da engenharia bizantina. 
  1. Bairro de Balat: Explore as casas coloridas e a atmosfera boêmia deste antigo bairro, repleto de cafés charmosos e lojas de antiguidades. 
  1. Ilha de Büyükada: Faça uma viagem de balsa até esta tranquila ilha, onde você pode passear de bicicleta ou charrete e admirar as belas mansões antigas. 
  1. Espetáculo de Dervixes Rodopiantes: Assista a uma cerimônia sufi tradicional para uma experiência cultural única. 
  1. Rua Francesa (Fransız Sokağı): Desfrute da vida noturna nesta rua charmosa em Beyoğlu, repleta de bares, restaurantes e música ao vivo. 
  1. Museu de Arte Moderna de Istambul: Admire a impressionante coleção de arte contemporânea turca e internacional. 
  1. Bairro de Kadıköy: Descubra o lado asiático de Istambul, com seu mercado de alimentos frescos, bares descolados e cena artística vibrante. 
  1. Parque Emirgan: Relaxe neste belo parque, especialmente durante o Festival de Tulipas em abril, para apreciar a natureza e as vistas do Bósforo.

Carol Caro ressalta: “Recomendo explorar não apenas os pontos turísticos famosos, mas também se perder pelas ruas estreitas de bairros como Beyoglu e Balat, onde a autenticidade de Istambul se revela.”


Outras dicas interessantes de Carol:

Melhores Lugares para Desfrutar da Vista

  • Torre Gálata: Proporcionando uma vista panorâmica da cidade, esta torre histórica é um local perfeito para apreciar o pôr do sol sobre o Bósforo.
  • Café Pierre Loti: Localizado no topo de uma colina, oferece uma vista deslumbrante da cidade e do Bósforo.

Imperdíveis

  • Gastronomia Local: Experimentar pratos tradicionais turcos é essencial. Não deixe de provar o famoso kebab, baklava e o café turco.
  • Cruzeiro pelo Bósforo: Um passeio de barco pelo estreito que separa a Europa e a Ásia oferece uma perspectiva única da cidade.

Ao planejar uma viagem a Istambul, a escolha de uma agência de turismo confiável pode fazer toda a diferença na qualidade da sua experiência. A Excursy, sob a liderança de Anna Carolina Caro, destaca-se ao oferecer serviços que garantem tranquilidade, liberdade e conforto aos seus clientes, desde guias especializados até transfers em carros seguros e confortáveis.


Guia Especializado para Explorar a Cidade:

Contratar uma agência de turismo como a Excursy proporciona aos visitantes acesso a guias especializados que não apenas compartilham informações históricas e culturais, mas também garantem uma experiência personalizada. Os guias da Excursy são profissionais qualificados que conhecem a cidade intimamente, proporcionando insights valiosos e sugerindo roteiros adaptados aos interesses individuais dos viajantes.

Anna Carolina Caro enfatiza a importância de um guia experiente: “Nossos guias são apaixonados por Istambul e estão comprometidos em tornar a estadia dos nossos clientes memoráveis. Eles não apenas conduzem, mas também contam histórias que transformam cada visita em uma jornada enriquecedora.”

Em meio a essas dicas e números promissores, Istambul permanece como uma joia turística, cativando visitantes com sua riqueza cultural e sua atmosfera única. Como destaca Anna Carolina Caro, “Istambul é mais do que uma viagem; é uma jornada pela história e pela hospitalidade turca, uma experiência que ficará gravada na memória de quem a visita.”


Caixa d'água sem vedação adequada contribui para proliferação da dengue e outras doenças

Reservatório deve ser higienizado a cada seis meses; especialista explica como realizar a limpeza

 

Os números de casos de dengue no país apontam o que muitos especialistas já alertavam: o pico dos casos de dengue no Brasil nos meses de abril e maio. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o atual surto da doença caminha para ser o pior da história na América Latina. 

Apesar de todos os esforços públicos para controle da doença, o principal foco de transmissão da dengue está dentro das casas, o que reforça a necessidade de cuidados com os recipientes que podem armazenar água.

Nesse cenário, um dos itens que muitos não costumam dar atenção é a caixa d'água. Devido ao difícil acesso, por estarem localizadas nos telhados, a falta de cuidado pode transformar esses reservatórios em meios de transmissão da doença. 

Segundo o engenheiro de laboratório da Culligan, Alexandre Mariz, chuvas com ventos fortes ou mesmo a falta de manutenção são alguns dos motivos que danificam as tampas das caixas d'água, evitando a vedação. O especialista afirma que este é o principal erro que pode ser cometido, por conta da contribuição para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças, como gastroenterites, hepatite A e leptospirose. 

"A caixa d'água é o principal reservatório da casa de uma família e está diretamente relacionada à qualidade do líquido para nosso consumo. A responsabilidade da qualidade da água dentro das casas é do cidadão, que deve garantir um ambiente controlado de acordo com a recomendação dos fabricantes das caixas", alerta o engenheiro. 

De acordo com Mariz, a higienização das caixas deve ser realizada a cada seis meses ou quando o morador percebe a presença de um material "gelatinoso" nas paredes. "A presença deste material indica a formação de biofilme, ou seja, impregnação microbiológica na superfície do reservatório, o que representa um comprometimento da qualidade da água para consumo", ressalta. 

Um dos fatores que levam a proliferação deste material nas paredes da caixa d'água é a diminuição da concentração de cloro na água. O especialista explica que, se a concentração de cloro é inferior a 0,2 mg/L, permite a proliferação de microrganismos que oferecem riscos ao organismo humano. 

O engenheiro conta que a concentração de cloro diminui quando a água fica muito tempo parada, sem consumo. Por isso, diz ele, quando a família fica alguns dias fora de casa, é recomendado que o registro de abastecimento da caixa seja desligado para evitar que ela encha. 

"Ao retornar, essa água não deve ser utilizada para hidratação ou para cozinhar, apenas para a higienização. Apenas depois do esvaziamento completo, a caixa d'água deve voltar a encher e o consumo continuar", detalha.
 

Como realizar a higienização? 

Com o registro de entrada de água fechado, o morador precisa utilizar a água armazenada até ficar com apenas 20 cm de altura de água no reservatório (aproximadamente um palmo). Com uma escova de fibra vegetal ou de plástico, é preciso esfregar as paredes da caixa para retirar todo o resíduo. "Não se deve utilizar detergente ou outros produtos, muito menos escova de aço ou vassoura, pois pode danificar o material", ensina Mariz. 

Em seguida, o morador deve utilizar um pano limpo e um balde para retirar a água que fica no fundo da caixa e secar com um pano limpo. Retirada toda água utilizada para a limpeza, o morador deve abrir o registro de entrada de água até chegar a 20 cm de altura e adicionar dois litros de água sanitária. 

"Com a ajuda de um balde, o morador deve passar essa solução nas paredes da caixa e deixar descansando por duas horas. É preciso verificar, a cada 30 minutos, se as paredes secaram. Se sim, passar a solução quantas vezes forem necessárias até completar o tempo. Após esvaziar a caixa abrindo todas as torneiras, lembrando que esta água não deve ser utilizada de forma alguma, é necessário enxaguar as paredes e fundos, descartar o líquido e abrir o registro de entrada de água", diz. 

O especialista ainda ressalta que essa primeira água deve ser utilizada para limpeza da casa e a caixa deve ser novamente bem fechada. "Anote a data da higienização para programar a próxima", finaliza.


ESET Alerta: fraudes mais comuns usando o Booking

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Os cibercriminosos estão se aproveitando da popularidade do site de reserva de acomodações para realizar fraudes


O Booking se tornou uma plataforma de consulta constante para os viajantes, principalmente para procurar ofertas de acomodações, mas também outros serviços como aluguel de carros e até passagens aéreas. De acordo com dados do Statista.com, mais de 1 bilhão de transações foram registradas em 2023, dobrando a quantidade desde 2016. Esse fluxo de visitas ao site também chamou a atenção dos cibercriminosos, que se aproveitam da popularidade para realizar diversos tipos de fraudes.
 

A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisa quais são as fraudes mais comuns relacionadas ao Booking, como é possível se proteger e o que prestar atenção ao usar essa plataforma:

 

Suplantação de identidade: cibercriminosos frequentemente utilizam e-mails de phishing para suplantar identidades, como no caso do Booking, onde se passam por administradores de acomodações. Eles alertam a vítima sobre problemas no pagamento da reserva, induzindo-as a realizar um novo pagamento por meio de um link falso, resultando na transferência do dinheiro para o atacante.

 

Hackeando o chat: os cibercriminosos realizam phishing por meio do chat do aplicativo Booking, contatando diretamente os usuários após comprometer a segurança dos estabelecimentos. Um exemplo é mostrado pelo usuário do TikTok @tu_blog fiscal, que recebeu uma mensagem no chat solicitando um pagamento para confirmar a reserva. Os fraudadores se passam pelo hotel reservado, alegando problemas no pagamento e induzindo a vítima a efetuar um novo pagamento ou fornecer informações pessoais.

 

O Booking esclareceu que "nem os sistemas de backend nem a infraestrutura do Booking.com foram comprometidos (...). Em vez disso, é um esforço coordenado dos cibercriminosos para cometer fraude tanto contra os hóspedes quanto contra os parceiros por meio de e-mails de phishing".

 

Acomodação inexistente: um grande número de turistas foi vítima desse tipo de fraude que usou a reputação do Booking para definir a armadilha. Quando o viajante chega ao destino, a acomodação supostamente reservada não existe, ou é uma casa familiar que nada tem a ver com a reserva. Nesse caso, os cibercriminosos criam um anúncio com fotos de uma casa, muito luxuosa e a um preço muito bom, e a vítima pode fazer o pagamento sem problemas por meio do Booking.

 

"Medidas de segurança e sistemas de pontuação são importantes nesse aspecto, pois os usuários fornecedores de serviços da plataforma podem cometer essa fraude algumas vezes, antes de serem descobertos e removidos. Portanto, é fundamental verificar as referências dentro do próprio site, onde se pode ter uma ideia da realidade da oferta, além de outras avaliações de turistas que usaram o serviço. A regra que deve ser seguida é a que costumamos repetir aqui: se algo parece bom demais para ser verdade, é muito provável que realmente não seja", comenta Camilo Gutiérrez Amaya, Chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.
 

Para se proteger das fraudes, o Booking sempre encoraja que, ao receber um contato suspeito, os usuários recorram ao site oficial para validar as informações que a suposta notificação está fornecendo. Além disso, eles têm uma seção em seu site dedicada a prevenir fraudes. Por exemplo, eles enfatizam muito as tentativas de phishing e suplantação de identidade, onde alertam sobre vários endereços que se passam pela marca:

Como usuários deste tipo de plataformas, a ESET compartilha boas práticas que podem ser incorporadas para reduzir o risco de se tornar vítima:

  • Prestar atenção a erros gramaticais ou inclusão de links suspeitos, ao receber qualquer contato que afirme ser do Booking.
  • Em caso de dúvida ou suspeita, dirigir-se diretamente ao Booking ou à acomodação reservada.
  • Se não possuir, instalar uma solução de segurança, pois desempenha um papel crucial na detecção e prevenção de fraudes.


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De executivo a candidato: desafios e estratégias para líderes que buscam reentrada no mercado

No turbulento teatro corporativo onde desempenhamos nossos papéis, o ato final de uma longa carreira em uma empresa pode ser mais dramático do que se espera. Recentemente, um número significativo de profissionais de alto escalão encontrou um desfecho não tão aplaudido: o desligamento após anos de dedicação e conquistas. O cenário é paradoxal e amargo. Depois de anos navegando pelos complexos corredores do poder e ascendendo aos picos da liderança, esses profissionais se veem fora do script, sem palco e sem plateia.

Mas o drama não termina com a queda do pano. A questão latente que surge é: como retornar ao mercado e, mais desafiador ainda, como reconquistar um cargo de liderança?

Retornar ao mercado de trabalho não é uma tarefa para os fracos. Para os executivos desligados, trata-se de uma jornada repleta de introspecção, rebranding pessoal e, claro, uma dose saudável de networking. Não basta apenas atualizar o LinkedIn e disparar currículos. É necessário, primeiro, enfrentar o gigante no espelho: o próprio ego. Reconhecer que o mercado é dinâmico e que as regras do jogo podem ter mudado enquanto estavam confortavelmente alojados em seus escritórios executivos é o primeiro passo.

Ademais, o mercado atual não é apenas sobre o que você conhece, mas quem você é enquanto líder. As empresas modernas não buscam apenas um currículo impressionante; elas anseiam por líderes que sejam versáteis, adaptáveis e, acima de tudo, capazes de humanizar suas equipes em meio às pressões incessantes por resultados. A liderança de hoje tem menos a ver com a capacidade de comandar e mais com a habilidade de inspirar e empoderar.

E então, surge a necessidade de se reinventar. Não no sentido clichê de mudança radical, mas refinando a capacidade de liderar com empatia, transparência e responsabilidade social. O antigo mantra do "comando e controle" está fora de moda, substituído por "conectar e capacitar". Além disso, em um mundo cada vez mais pautado pela tecnologia e inovação, a contínua atualização profissional não é apenas desejável, é essencial.

Networking nunca foi tão vital. A ironia de que “é preciso uma vila para reconstruir uma carreira” não poderia ser mais verdadeira. Reconectar-se com antigos colegas, participar ativamente de fóruns da indústria e até mesmo oferecer-se como mentor ou consultor, pode abrir portas que antes pareciam seladas.

Para os que enfrentam este momento de transição, é crucial lembrar que cada término é também um começo. O mercado pode ser implacável, mas também é repleto de oportunidades para aqueles dispostos a adaptar-se e aprender com suas experiências. Ao final, liderar não é apenas dirigir outros ao sucesso, mas também guiar a si mesmo através das tempestades e calmarias de uma carreira que nunca é linear.

Portanto, caro leitor, se você se encontra nesse impasse, encare-o não como o fim, mas como um interlúdio. Um momento para afinar os instrumentos antes de subir ao palco novamente, sob novos holofotes, pronto para uma nova atuação, talvez a mais memorável de sua carreira.

Te vejo no www.mundorh.com.br 

 

Francisco Carlos - CEO Mundo RH - Top 100 People 2023 


Volume de passageiros afetados por atrasos e cancelamentos de voos cresce 57,4% no primeiro trimestre, segundo dados da AirHelp

Afetados por atrasos superiores a duas horas e cancelamentos passaram de 731 mil nos três primeiros meses de 2023 para 1,15 milhão no mesmo período deste ano, alta de 57,4%

 

Em 2023 um em cada 31 passageiros sofreu com o problema. Em 2024 foi 1 em cada 20 

Cancelamentos saltaram de 540,9 mil de janeiro a março de 2023 para 948,1 mil nos mesmos meses de 2024, salto de 75,4%

Em 2023 um em cada 43 passageiros sofreu com o problema. Em 2024 foi 1 em cada 16
 

Atrasos superiores a duas horas saíram de 190,3 mil no primeiro trimestre de 2023 para 202 mil na mesma época deste ano
 

Em 2023 um em cada 122 passageiros sofreu com o problema. Em 2024 foi 1 em cada 96

Número de passageiros caiu de 23,2 milhões para 19,5 milhões, queda de 16%

O volume de passageiros que embarcaram nos aeroportos brasileiros no primeiro trimestre deste ano caiu 16% em relação ao mesmo período de 2023, segundo dados da AirHelp, empresa líder global na defesa dos passageiros de companhias aéreas.

A menor movimentação, no entanto, não se traduziu em menos transtornos para os viajantes. O número de atrasos superiores a duas horas e cancelamentos saltou 57,4%, passando de 731 mil nos três primeiros meses de 2023 para 1,15 milhão no mesmo período deste ano. Um em cada 31 passageiros sofreu com o problema em 2023. Em 2024, a proporção foi de 1 em cada 20.

No mesmo intervalo, o número de passageiros afetados por cancelamentos saltou de 540,9 mil para 948,1 mil, alta de 75,4%. Um em cada 43 passageiros sofreu com o problema em 2023. Em 2024, essa proporção cresceu para 1 em cada 16.

Os atrasos superiores a duas horas também tiveram elevação. Em 2023, 190,3 mil passageiros sofreram com este tipo de problema no primeiro trimestre do ano (um em cada 122 passageiros). Em 2024, o número saltou para 202 mil passageiros (um em cada 96 passageiros). Este tipo de ocorrência, quando não provocado por questões meteorológicas ou de força maior, pode originar pedidos de indenização às companhias aéreas.

De acordo com o levantamento, feito a partir dados rastreados pela plataforma de inteligência artificial da empresa, o número de passageiros que embarcaram no país reduziu de 23,2 milhões nos três primeiros meses de 2023 para 19,5 milhões no mesmo período deste ano.



Compensação de passageiro  

Para reivindicar uma indenização, os passageiros devem estar cientes de certas condições. A primeira é verificar se o atraso ou cancelamento realmente causou sofrimento, estresse ou lesão ao usuário. Acontecimentos como faltar a uma consulta médica importante, cancelamento de contrato, demissão, afastamento de um acontecimento de grande relevância emocional, são situações que podem dar lugar a um pedido de indenização perante a companhia aérea. Se o passageiro já sofreu os chamados "danos morais" e pode prová-los, os passageiros têm boas chances de obter uma indenização financeira média de R
10.000 por pessoa. 

O passageiro tem mais chance de obter uma compensação financeira se a companhia aérea for a responsável direta pela interrupção do voo, por problemas técnicos ou falta de tripulação, por exemplo. A interrupção do serviço devido a condições climáticas extremas pode ser usada como justificativa e aceita pelos tribunais, como estando fora do controle da companhia aérea. No entanto, nesta situação, os passageiros continuam a ter direito ao serviço e à informação. 

“O conjunto de direitos dos passageiros aéreos que temos no Brasil é orientado para o cliente e oferece aos passageiros aéreos uma grande consideração, especificando exatamente quais os cuidados que as companhias aéreas devem oferecer e quando em caso de problemas de voo. No entanto, a lei é muito vaga quando se trata de critérios de compensação e pode ser um desafio para um único indivíduo sem conhecimento especializado interpretar a lei corretamente. Entre os principais motivos pelos quais os passageiros brasileiros não reivindicam seus direitos em caso de problemas de voo, podemos encontrar: falta de conhecimento sobre como fazer uma reclamação, mas também falta de consciência dos direitos dos passageiros”, diz Luciano Barreto, diretor-geral da AirHelp no Brasil. 

 

Leis de passageiros no Brasil 

Quem voa no Brasil está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor e pela legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que são os instrumentos jurídicos mais relevantes para o passageiro. Essas leis definem claramente as responsabilidades das companhias aéreas para com seus passageiros sempre que houver problemas de voo. 

A legislação brasileira abrange voos domésticos dentro do Brasil, voos internacionais com partida ou chegada em aeroportos brasileiros, bem como voos com conexão em um aeroporto brasileiro. 

A legislação brasileira protege os passageiros, desde que seus voos atendam aos 4 critérios a seguir: 

● O voo pousou ou decolou em um aeroporto brasileiro 

● O voo foi cancelado com aviso tardio, o voo estava com mais de 3 horas de atraso ou estava com overbook 

● Os passageiros não foram atendidos adequadamente pela companhia aérea  

O problema ocorreu nos últimos 5 anos (2 anos para voos internacionais)  

Para mais informações, visite link

 

Metodologia 

Todos os dados da pesquisa AirHelp são baseados em voos regulares em aeroportos brasileiros, contidos no banco de dados global de voos da AirHelp. Para garantir dados precisos, AirHelp usa uma variedade de fontes e as combina em um banco de dados global.  

 

AirHelp -  A companhia também oferece gratuitamente o Guia dos direitos do passageiro aéreo 2023. Trata-se de um manual simples, didático e prático, criado com o objetivo de garantir aos passageiros informações, assistência básica e procedimentos de indenização quando o voo não sai como planejado.


Licença-maternidade: decisão do STF derruba período de carência para mulheres autônomas, produtoras rurais e donas de casa que contribuem com o INSS

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Carla Benedetti, advogada e mestre em direito previdenciário e doutoranda pela PUC-SP, explica decisão que ainda precisa definir o valor do benefício 

 

Uma decisão do STF (Superior Tribunal Federal) permite agora que trabalhadoras autônomas e donas de casas, que não exerçam atividade remunerada, e que recolhem o INSS, tenham direito à licença-maternidade sem o período de carência, que são as dez contribuições mensais à previdência. 

Uma única contribuição recente já permite que as mulheres consigam solicitar o benefício ao órgão governamental. Esse mesmo direito já existe para pessoas que trabalham com carteira assinada. A medida, segundo Carla Benedetti, advogada, mestre em direito previdenciário e doutoranda em direito constitucional pela PUC-SP, traz certa justiça a uma classe de trabalhadoras, mas ela alerta para outro ponto que ainda vai gerar discussão após essa decisão. “A medida com certeza vai contribuir para melhorar a realidade de muitas mulheres brasileiras. O que precisamos ver a partir daqui é justamente como ficará o valor a ser pago do benéfico”. 

De acordo com a especialista, o valor da licença-maternidade para o caso de quem contribui uma única vez equivale ao último salário recebido. “As regras ainda para essa decisão não estão claras, portanto as mulheres ainda precisam aguardar essas informações. O plenário do STF já aprovou, então a medida está em vigor. Agora, cabe esperar a União esclarecer esse ponto essencial do direito previdenciário dessas contempladas”, comenta Carla. 


Como é a licença-maternidade? 

A licença-maternidade é um direito que garante à mulher um afastamento de 120 dias do trabalho, sem prejuízo do salário. Esse período pode começar a partir do dia do parto ou até 28 dias antes, conforme o que estabelece a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). 

Quem paga esse salário durante a licença é o INSS, que faz um cálculo para chegar ao valor do benefício com base no que a segurada recebeu no último ano.

Vale lembrar que além dessas mulheres, aquelas que já contribuíram por um tempo e pararam também possuem o mesmo direito, o chamado período de graça. Na prática, essa mulher tem a cobertura justamente por ter contribuído anteriormente.  



Carla Benedetti - sócia da Benedetti Advocacia; mestre em Direito Previdenciário pela PUC/SP; doutoranda em Direito Constitucional também pela PUC/SP; membro da Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina/PR; associada ao IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário); e coordenadora de pós-graduação em Direito Previdenciário.



Dia do Livro: 5 obras para seu pequeno desenvolver capacidade inventiva

Livros sobre invenção e matemática, por exemplo, podem estimular a criatividade, a imaginação e o raciocínio lógico, que ajudam no amadurecimento emocional

 

Qualquer pessoa, em qualquer idade, pode adquirir o hábito da leitura, mas é inegável que cultivá-lo ainda na infância faz uma grande diferença. Sejam gêneros de romance, aventura, história ou conto de fadas, escolhas não faltam para os pequenos explorarem; uma boa opção é investir em livros que instiguem o aprendizado, a criatividade e, sobretudo, a capacidade de criação, incentivando a inventividade. 

“Vemos casos de muitas ‘crianças-prodígio’ que idealizam soluções ou máquinas inovadoras sendo muito jovens. Às vezes, um livro é tudo o que basta para estimular o suficiente e encurtar a distância entre o que elas querem criar e a criação de fato”, comenta Henrique Nóbrega, diretor fundador da Ctrl+Play, escola de programação e robótica. “Muitas profissões têm por base o exercício contínuo de novas ideias e o estímulo à autoconfiança, e a tecnologia é um caso desses. Seu estudo permite aos pequenos desenvolverem robôs, aplicativos e jogos, dando a eles autonomia e confiança para tentar”, complementa.  

Assim, considerando o Dia do Livro, o especialista aponta algumas obras que familiares podem avaliar para ler e experienciar junto a seus pequenos inventores. Confira:

 

“Grandes invenções”, por Jozua Douglas

Com 28 páginas, o livro responde a perguntas como “O que é uma invenção?”, “E por que as coisas são inventadas?”, “Qual a influência dos inventos em nossas vidas?”. As respostas vêm acompanhadas de ilustrações que explicam as descobertas, suas importâncias e como elas ajudam no dia a dia. Ideal para guiar crianças em uma aventura pelas invenções do mundo de forma lúdica.

 

“Como as coisas funcionam”, por Rob Lloyd Jones

Estimulante e divertida, esta é outra opção de obra que leva as crianças a descobrirem como as coisas funcionam, trazendo respostas para “como os carros rodam pelas ruas?” ou “como os aviões cruzam o céu?”. Por meio de “janelas”, isto é, abas do livro que podem abrir e fechar, o livro instiga a curiosidade, a concentração e a imaginação. 

 

“101 mulheres incríveis que mudaram o mundo”, por Julia Adams 

Para inspirar jovens a se aventurarem no mundo das ciências, o livro traz biografias curtas de cientistas, ativistas, líderes, atletas, artistas e exploradoras. É um livro único e inspirador, especialmente para que meninas se vejam em posições de destaque e em profissões fora do estereótipo. A obra também incentiva a inclusão e a autoconfiança para os pequenos alcançarem seus sonhos.

 

“365 Atividades STEM”, por Francisca Barbosa Mailza & Rosa 

Por ser mais robusto, este livro é ideal para ser usado em sala de aula. No entanto, também funciona para as famílias que querem se aprofundar no método STEM (sigla em inglês para "Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática"), que pretende educar de forma interdisciplinar. Com diversas atividades lúdicas e divertidas, foca em incentivar a próxima geração de inventores, inovadores e líderes com conhecimentos e experimentos diversos, que podem ser feitos sozinhos ou em equipe.

 

“Robótica com sucata”, por Débora Garofalo 

Obra ideal para os pequenos que se interessam em construir materiais com as próprias mãos e que têm paixão por robôs. Os capítulos abordam desde a introdução básica, passando pelos conceitos de eletrônica até um passo a passo para criar os primeiros protótipos. Além disso, aguça o olhar das crianças para observar objetos do dia a dia e ver seu potencial de transformação.

 

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Produtor rural: saiba se já está na hora de você pedir sua Recuperação Judicial

O ano é 2024, entre bancos e fornecedores, apenas nesse primeiro semestre, você tem 30 milhões de reais para pagar, mas você colheu apenas 10 milhões de reais de soja na safra. E agora?

Você se vê desesperado, sempre honrou com seus compromissos e quer cumprir com todas as suas obrigações.

Você tem 80 milhões de dívidas acumuladas, entre vencidas e à vencer, e uma fazenda de 100 milhões de reais. Coloca ela à venda, decide pagar todo mundo e sair da atividade, mas, a única oferta que recebe é de 40 milhões de reais, e com prazo - sem saber sequer, se irá receber.

Essa saída infelizmente não é viável, além de liquidar todo o seu patrimônio, e perder sua fonte de renda, não irá lhe permitir pagar a todos, ou seja, não vai resolver o problema.

O custo efetivo das dívidas, em torno de 15% ao ano, gera um acréscimo anual de 12 milhões de reais, sendo que o lucro líquido da lavoura sequer chega a esse valor. Infelizmente, as dívidas se tornaram impagáveis.

Bateu o desespero, e ele não conseguia enxergar nenhuma saída, pensou até em suicidar, menos em pedir uma recuperação judicial.
Essa é uma história real, vivenciada por um cliente do nosso escritório, e que também pode ser a que você esteja vivendo.

Após consultar nosso escritório, nesse momento tão desafiador, questionamos se ele já havia estudado algo sobre RJ, e se esse caminho poderia ser uma alternativa viável. Ele disse que NÃO, de forma alguma.

Havia nele um pré-conceito muito grande quanto à recuperação judicial, uma crença de que seria uma ferramenta usada por caloteiros que não querem pagar suas dívidas, juntamente com uma preocupação do que as pessoas iriam pensar sobre ele.

A verdade é que ninguém irá cuidar do que é seu, se não foi você para lutar pelo seu patrimônio, ninguém o fará.

Após ouvirmos todos os detalhes da situação dele, entendemos que, excepcionalmente, a RJ seria a melhor saída, e após explicarmos todos os detalhes de como a ação funciona, que através dela ele poderia:

1- obter o congelamento de todas as dívidas e das cobranças por até um ano

2– blindar todo seu patrimônio contra riscos de arrestos, penhoras e leilões

3 – obter um desconto de até 20% sobre a dívida

4- conseguir um prazo de carência de até 2 anos para começar a pagar a dívida

5 – parcelar em até 10 anos à dívida com todos os credores e

6 – estabelecer uma nova taxa de juros mais adequada em todos os contratos.

Diante de todo esse cenário, e dessa informações, nosso cliente compreendeu que, em verdade, a RJ seria a única alternativa que ele teria para:

- conseguir o fôlego que precisava para não perder seus bens

- obter o desconto e parcelamento de TODAS as suas dívidas, diante da sua atual capacidade de pagamento e, por fim

- conseguir pagar todos os seus credores - com a sua produção e não com os seus bens, e continuar produzindo.



Dr. Leandro Marmo - Advogado especialista em Direito do Agronegócio, professor da pós-graduação de Direito do Agronegócio da PUC-PR, autor de obra jurídica.

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