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quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Dia Nacional de Combate ao Fumo: Empresa realiza pesquisa com 2 mil pessoas para comparar o sono de fumantes e não fumantes

Foto: Envato
Estudo apontou que, além de prejudicar a saúde, o tabaco também influencia negativamente no descanso do corpo, independentemente da frequência de consumo 

 

O Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/08) foi criado pelo Ministério da Saúde para reforçar ações de sensibilização e conscientização da população a respeito dos danos causados pelo tabagismo. A Emma Colchões, líder mundial do sono em vendas D2C (Direct to Consumer), muito atenta à importância da saúde, desenvolveu um estudo em abril desse ano, com mais de 2.000 indivíduos ao redor do mundo, que mostrou que as pessoas não fumantes têm 20% a mais de chances de dormirem melhor, em relação aos que fumam. A pesquisa revelou também que a qualidade do sono é igualmente afetada, independentemente da frequência do uso do tabaco, seja regular ou ocasional.

“A qualidade do sono é fundamental para a nossa saúde: melhora a nossa performance nas atividades simples e complexas do dia a dia, porque influencia diretamente na nossa capacidade de concentração, memória e até controle dos impulsos e tempo de reação dos indivíduos”, comenta Theresa Schnorbach, especialista do sono da Emma. Adotar um estilo de vida longe do tabaco não só impacta na saúde, mas contribui para melhorias do sono. Pensando nisso, a especialista listou mitos e verdades s sobre a relação entre consumo do cigarro e o sono: 


1. Sou fumante: não devo fumar nas duas horas antes de dormir? VERDADE

Embora a melhor solução seja parar de fumar, se você é fumante, o mais indicado é evitar o cigarro nas duas horas antes de dormir. Isso porque a nicotina é um estimulante e pode atrapalhar o sono durante a noite.


2. Ao fumar, tenho mais chances de ter apneia do sono? VERDADE

Seja você um fumante regular ou ocasional, a possibilidade de ter apneia do sono está igualmente presente em ambos os casos, já que o uso de tabaco afeta consideravelmente os pulmões e, por consequência, a respiração, que pode piorar a experiência de sono.


3. Se eu parar de fumar, vou parar de ter insônia imediatamente? MITO

Ao parar de fumar, as primeiras semanas de abstinência são marcadas por insônia e distúrbios do sono. Durante esse período, algumas das soluções para combater essa situação são reduzir o consumo de cafeína pela metade e criar um ritual mais relaxante: estabelecer um horário consistente para ir dormir e evitar o uso de dispositivos eletrônicos na hora de dormir.


4. Fumar cigarros eletrônicos é menos prejudicial à qualidade do sono do que fumar cigarros convencionais? MITO

Assim como acontece com os cigarros convencionais, o principal componente dos cigarros eletrônicos é a nicotina e, como mencionado anteriormente, o fato de ser um estimulante impede que você tenha uma boa noite de descanso. Por isso, a melhor opção é sempre evitar essa prática, pensando em aumentar as chances de ter mais qualidade de sono. 



Emma – The Sleep Company
team.emma-sleep.com/press


Dores nas costas atingem grande parte dos idosos no Brasil

 Para ajudar a diagnosticar e tratar os problemas relacionados, especialista mostra as vantagens da endoscopia de coluna


A medicina continua a avançar, oferecendo soluções inovadoras para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Um estudo organizado pelo Ministério da Saúde em colaboração com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) listou os diagnósticos mais frequentes entre os idosos e as dores na coluna ficaram em segundo lugar, perdendo apenas para a hipertensão.

Nesse contexto, é importante estar atento aos problemas na região e realizar diagnósticos acertados para o tratamento. A endoscopia de coluna é uma abordagem minimamente invasiva que permite ao médico visualizar o interior da coluna vertebral, identificar problemas e realizar procedimentos corretivos com menor impacto no corpo. 

De acordo com o ortopedista Bruno Fabrizio, especialista em cirurgias de coluna, graças a técnicas minimamente invasivas, os pacientes têm experimentado menos dor pós-operatória, menor tempo de recuperação e cicatrizes mais discretas. “Esses procedimentos modernos têm permitido que muitas pessoas retornem para suas casas no mesmo dia, o que representa uma significativa melhoria na qualidade de vida durante o processo de recuperação”, destaca. 

Essa técnica, que utiliza uma pequena câmera e instrumentos cirúrgicos especializados, tem se mostrado altamente eficaz em tratar diversas condições, como hérnias de disco, estenose espinhal e outras patologias. Uma das maiores vantagens da endoscopia de coluna em idosos é a redução do trauma cirúrgico. Ao evitar incisões extensas, os pacientes experimentam menos dor pós-operatória, menor perda de sangue e uma recuperação mais rápida em comparação com procedimentos cirúrgicos convencionais. 

O Dr. Bruno enfatiza que é uma abordagem altamente personalizada, adaptada às necessidades específicas de cada paciente. Ele acrescenta: “Cada paciente é único, e é por isso que considero essencial oferecer tratamentos que minimizem o impacto em sua qualidade de vida. A endoscopia de coluna permite alcançar resultados eficazes, ao mesmo tempo em que respeitamos as individualidades”, explica.

Além disso, o tempo médio de recuperação dos pacientes submetidos ao procedimento é significativamente mais curto quando comparado aos métodos tradicionais. Isso significa que os idosos podem retomar suas atividades diárias e desfrutar de uma vida mais ativa em menos tempo. O exame oferece ainda outros benefícios significativos para esses pacientes, como redução dos riscos de infecção, preservação da estrutura espinhal e uma melhoria na qualidade de vida. 

É importante ressaltar que cada caso é único e nem todos os pacientes são elegíveis para procedimentos com retorno no mesmo dia. Uma avaliação médica individualizada é essencial para determinar a melhor abordagem de tratamento para cada pessoa. “É preciso que o tratamento seja personalizado, levando em consideração a condição clínica e o diagnóstico de cada paciente”, conclui o especialista.

 

Bruno Fabrízio - formado pela Faculdade de Medicina de Petrópolis e possui residência em Ortopedia e Traumatologia. É especializado em cirurgia endoscópica da coluna vertebral e procedimentos minimamente invasivos para o tratamento da dor. Foi chefe do serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Municipal Lourenço Jorge 2019-2023 e diretor médico do Hospital do Amparo Feminino entre 2020 e 2022. Atualmente, é diretor médico da Clínica Dr Bruno Fabrizio desde 2007. https://www.instagram.com/drbrunofabrizio/


Anestesia eletrônica dá um basta na dor

Segundo o Dr. José Todescan Júnior, é possível usar o aparelho para que o paciente não sinta o incômodo nem mesmo na picada


Muita gente tem medo de ir ao dentista porque não quer sentir dor. E quem é mais sensível, pode começar a sofrer até mesmo em razão da picada da anestesia. Mas a boa notícia é que a tecnologia atual proporciona deixar a dor no passado. Na anestesia eletrônica o paciente  realmente não sente nada. Normalmente, o medo ocorre por conta do receio do dentista e também pelo desconforto da picada e do barulho do motor. Mas, atualmente, há clínicas modernas que usam aparelhos de baixa produção de ruídos, proporcionando muito mais conforto ao paciente.

O Dr. José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental, odontopediatria  e endodontia, membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e da Associação Brasileira de Odontologia Estética, explica que a anestesia eletrônica é um injetor computadorizado que controla o fluxo do anestésico para que o paciente não sinta dor nem mesmo na picada. “Pode ser usado até mesmo em tratamentos nas crianças”, destaca. 

O dentista afirma que muita gente ainda não sabe como funciona esse método, que é realizado com um equipamento controlado eletronicamente. “É bastante seguro e consegue reduzir a dor em até 100% em alguns casos. Além disso, facilita para os dentistas, uma vez que o manuseio é simples e é possível selecionar a quantidade exata do medicamento que será injetado através do painel do aparelho. A aplicação pode ser feita de forma lenta, sem a pressão da mão do profissional, que é exercida na anestesia tradicional”, conta. 

Entre as vantagens da anestesia eletrônica apontadas pelo Dr. Todescan estão: 

  • Mais conforto durante a aplicação
  • É possível realizar uma anestesia praticamente indolor, minimizando efeitos colaterais
  • O paciente não sai mais do dentista com a boca torta
  • É utilizada menor quantidade de anestésico 
  • Proporciona mais segurança

Outra vantagem desse tipo de anestesia está na aparência da seringa, que é menor que a usual  e também mais discreta. “Isso ajuda especialmente quando estamos tratando crianças e também pacientes que costumam ficar nervosos no ato da aplicação”, conclui o Dr. Todescan. 



José Todescan Júnior - Atuando com excelência na área de Odontologia há mais de 33 anos, José Todescan Júnior é especialista em Prótese Dental e Odontopediatria pela USP, endodontia e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, membro da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e membro da Associação Brasileira de Odontologia Estética. Ele acredita que o profissional que se aperfeiçoa em diversas áreas pode escolher sempre o melhor para os pacientes.


Clínica Todescan
www.clinicatodescan.com.br
@todescanjrodontologia


Exames feitos em farmácias vão agilizar o diagnóstico rápido de doenças no Brasil

 

Freepik

Decisão da Anvisa diz que mudança ocorre pela qualidade e evolução tecnológica dos exames e busca a redução das filas do SUS

 

Desde o dia 01 de agosto, as farmácias brasileiras estão autorizadas pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, através da Resolução RDC no. 786/23, a realizar exames de análises clínicas e testes rápidos para detectar doenças como Dengue, Zika vírus, Chikungunya, Leishmaniose, Malária, Sífilis, HIV, Hepatite C, colesterol, ácido úrico, entre outras. Até então, esses locais possuíam permissão para fazer somente testes de glicemia, Covid-19 e medir a pressão arterial.

Apenas exames de triagem serão realizados, com o objetivo de compor as ações de assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária, sendo aqueles com o sangue coletado na ponta do dedo (sangue capilar). Estes exames não substituem os diagnósticos laboratoriais tradicionais, mas são capazes de facilitar, com agilidade, a identificação de doenças que, quanto antes forem reconhecidas, mais cedo podem contribuir com a tomada de decisões clínicas. 

Ainda segundo a Anvisa, facilitar a realização desses testes nas farmácias ocorre pela qualidade e evolução tecnológica que os exames já alcançam. Antes da liberação, foram realizadas audiências e consultas públicas. 


Quais as vantagens?

Entre as vantagens para a população, trazidas pela novidade, estão a agilidade na triagem, a facilidade para encontrar as farmácias e a redução das filas no Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode ser bem aproveitado por pessoas com problemas de saúde mais graves ou para as doenças que já estão em estágios mais avançados. 

Para 40% dos usuários do SUS, de acordo com a pesquisa encomendada pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), a principal dificuldade enfrentada pela população ainda é o acesso aos exames no tratamento médico. Os preços estão sujeitos à livre concorrência das farmácias, segundo a Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias) e podem variar entre R$ 15,00 e R$ 100,00, conforme o tipo e fabricante, por isso, realizar uma pesquisa nas redes de farmácias antes de realizar o exame é essencial. 

A Advagen Biotech, fabricante e fornecedora de testes rápidos e atuante na área da microbiologia desde 2015, por exemplo, passará a fornecer às farmácias testes rápidos para doenças como Dengue, Zika vírus, Chikungunya, Leishmaniose, entre outras. Renato Santos, gerente comercial da empresa, destaca que a companhia tem um histórico de fornecimento ao mercado de produtos de alta tecnologia, como o primeiro kit para identificação do Zika vírus, totalmente desenvolvido e produzido no Brasil, incluindo a purificação das proteínas que evita reação cruzada com Dengue e Chikungunya. 

“Utilizamos procedimentos aprovados por controles de qualidade exigentes e padronizados, contamos com lógicas estatísticas comprovadas e também com profissionais altamente capacitados para atender as exigências mais complexas do mercado nacional e internacional”, destaca Renato. 

Renato também observa que a Advagen Biotech tem a certificação de Boas Práticas de Fabricação classe IV, emitida pela Vigilância Sanitária, que garante total foco no processo e rastreabilidade dos produtos fabricados e comercializados pela marca: “Trabalhamos com fornecedores certificados e toda matéria prima utilizada é validada por nosso processo interno de qualidade antes de ser utilizada”. 

 

AdvaGen Biotech
www.advagen.com.br/

 

Depressão só pode ser tratada com remédio?

Internet
Especialista explica como terapia inovadora tem ajudado inúmeras pessoas a vencer transtornos emocionais


Depressão é um transtorno mental associado a inúmeros sentimentos de incapacidade, irritabilidade, pessimismo, isolamento social, perda de prazer, déficit cognitivo (memória e raciocínio ficam prejudicados), baixa autoestima e tristeza, que interferem na vida diária das pessoas,  afetando assim, a capacidade de trabalhar, dormir, estudar, comer,  e até de se socializar. Esse transtorno é caracterizado por sentimentos negativos e que podem persistir por pelo menos duas semanas ou até a vida inteira, causando prejuízos, quando não tratada da maneira correta.  

A depressão tem sido a principal causa de incapacidade em todo o mundo e estima-se que mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofrem com esse transtorno, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).  A OPAS e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam ainda, a importância da genética em algumas formas de depressão, apesar de indivíduos sem histórico familiar também apresentarem o transtorno. A gravidade, frequência e duração variam de acordo com cada pessoa e suas condições psíquicas. Só no Brasil, de acordo com a OMS, cerca de 5,8% da população sofre de depressão – um total de 11,5 milhões de casos. 

O psicólogo, Jair Soares - Presidente do Instituto Brasileiro de Formação de Terapeutas (IBFT), explica que ao longo da vida, diversos eventos podem ser gatilhos para um episódio depressivo:  “Traumas na infância, perda de pessoas queridas, mudanças significativas na rotina, separação, uso de substâncias psicoativas e outros, podem ser um gatilho para se iniciar a  depressão. Por exemplo, durante a infância e adolescência muitas vezes se manifesta a partir de sintomas diferentes daqueles apresentados por adultos, por isso, uma mudança brusca de comportamento precisa ser avaliada.” 

Como a depressão é tradicionalmente definida como um transtorno do humor, os médicos prescrevem antidepressivos para melhorar a disponibilidade da serotonina no sistema nervoso. De acordo com a pesquisa, um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados unidos, descreveu uma nova categoria de depressão, chamada - biótipo cognitivo - que afeta cerca de 27% dos pacientes com Transtorno Depressivo Maior (TDM), e relataram que medicamentos antidepressivos seriam menos eficazes, sendo que o objetivo é diagnosticar e tratar a condição de forma mais precisa. 

Em geral, quanto mais deprimido alguém estiver, ou seja, quanto mais intensos forem os sintomas, maior a probabilidade de ter indicação médica para que o paciente seja tratado com antidepressivos. Para muitas pessoas, inclusive, recomenda-se o remédio combinado a uma terapia. “O medicamento, entretanto, nunca dá conta de tudo, é fundamental encontrar a raiz do problema, os gatilhos que traz a tristeza profunda, para que seja tratada de maneira eficaz e mais rápida possível.”, explica Jair Soares.



Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG)

Foi por vivenciar essa mesma frustração de ser portador de transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e depressão e de ter passado por vários tratamentos psicológicos  tendo que se submeter a medicamentos com efeitos colaterais sem prazo para acabar com seu sofrimento, que Jair Soares, professor e psicólogo, teve a iniciativa de estudar para desenvolver uma metodologia que ajudasse a todos que passam por situações como esta, a resolver os seus problemas emocionais de forma breve e mais efetiva. Ele desenvolveu uma terapia completamente diferente, a TRG - Terapia de Reprocessamento Generativo.

 “A terapia não é voltada para o autoconhecimento, mas sim para resultados que possam, de forma breve, transformar a vida de cada cliente que procura por uma solução, proporcionando resultados mais breves e efetivos, através do tratamento”, explica o especialista.   

Jair tornou-se presidente do IBFT - Instituto Brasileiro de Formação de Terapeutas, órgão que gere a TRG que atualmente é praticada por mais de 30 mil terapeutas em todo o Brasil. Por meio dessa abordagem, vários casos foram tratados com sucesso. O reprocessamento realizado durante as sessões, explica Jair Soares, permite que o paciente reviva a cena traumática sem sentir o mesmo impacto emocional, resultando na superação dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida:

“Atendi um rapaz que aos 7 anos presenciou seu pai assassinar sua mãe a facadas. A partir daí ele desenvolveu o que chamamos de transtorno de ansiedade e pânico, e depressão, convivendo com essas dores emocionais durante 25 anos e à base de medicações. Durante as sessões, trabalhei com ele o reprocessamento, ao ponto dele conseguir enxergar a cena, lembrá-la e não sentir mais nada. O impacto de antes não existia mais e, em seguida, ele pôde livrar-se de todos os sintomas derivados do trauma que sofreu, levando uma vida livre de remédios e sem crises emocionais”, conta Jair Soares. 

Assim, o intuito da TRG é auxiliar o cliente a reprocessar e resolver seus problemas emocionais no menor tempo possível. Trata-se de uma terapia breve, geralmente com um número reduzido de sessões em comparação com a abordagem convencional que pode levar entre 3, 4 ou 5 anos. A ênfase é dada à urgência de aliviar o sofrimento emocional (que causa depressão) do paciente, utilizando métodos terapêuticos eficazes. “Eu costumo dizer que quem tem dor, tem pressa!”, conclui o especialista.

 

Pessoas em situação de rua e o mercado de trabalho: quais as alternativas?

 Há uma proposta legislativa , Projeto de Lei PL 2245/2023, que pretende instituir a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua - PNTC PopRua. 

Resumidamente, este projeto de lei pretende criar cotas de pessoas em situação de rua para as empresas que gozam de incentivos e tenham mais de 100 empregados. A proposta é louvável, mas há que se ter atenção. 

É certo que o problema das pessoas que vivem em situação de rua é muito grave. É grave, triste e lamentável que a sociedade não tenha conferido ainda para estas pessoas condições digna de trabalho, educação e vida.  

Segundo o IPEA, no Brasil, essas pessoas saltaram de 90.480 em 2021 para 281.472 em 2022. A pandemia da Covid 19 agravou esta condição, por certo. Segundo a FIPE, 41% das pessoas que vivem em situação de rua, estão ali decorrentes de conflitos familiares: 33% por conta de problemas de drogas; 26% devido à perda da moradia, por falta de trabalho e renda. Como se pode verificar, são pessoas envolvidas em problemas bem complexos.  

Em relação à escolaridade, 1% tem o curso fundamental incompleto; 3% têm de 1ª a 4ª série; 12% têm 5ª a 8ª série incompletas; 8% têm 5ª a 8ª série completas; 11% têm ensino médio incompleto; 37% têm ensino médio completo; 18 têm ensino superior completo; 7% têm ensino superior completo; 3% têm além disso. 

Como se pode notar, o nível de escolarização da maioria das pessoas em situação de rua é bastante precário, infelizmente. 

Por outro lado, quando se analisa a experiência profissional dessas pessoas, nota-se que 17%, 17% trabalharam em serviços de limpeza; 14% como ajudantes na construção civil; 14% como ajudantes de transporte; 11% como ajudantes gerais; 17% como ambulantes; 9% no comércio formal; 6% na indústria. 4,5% em serviços de administrativos; 4% não trabalhavam; 1% prostituição; 1% sem informação. 

Os dados indicam que são poucas as pessoas em situação de rua que têm experiências profissionais para abrir as portas das empresas que requerem habilidades e qualificação especiais, para não dizer específicas, necessárias ao seu ingresso no mercado de trabalho.  

Por outro lado, a questão não é menos complexa do lado das empresas, que provavelmente vão exigir um outro nível de escolarização e profissionalismo da maioria das pessoas que hoje se encontram em situação de rua. As exigências cada vez mais complexas, fazem com que o mercado de trabalho se afunile quando da contratação de novos empregados. E este fato atinge todos os que desejam ingressar no mercado de trabalho. No entanto castiga mais, infelizmente, as pessoas em situação de rua, que são os vulneráveis dos vulneráveis. Para atender às necessidades da empregabilidade destas pessoas, seria necessário um longo programa de qualificação e requalificação, que as empresas certamente não teriam condições de oferecer.  

É inviável desejar resolver este gravíssimo problema por meio de cotas compulsórias em empresas de grande porte, como pretende o PL 2.245/23. Não porque as empresas não são sensíveis à questão, mas por conta das exigências do mercado de trabalho, ao qual todos nós estamos submetidos, gostemos ou não. 

Ademais, como se já não bastasse todas as dificuldades da questão, tanto para pessoas em situação de rua quanto para as empresas, estas- as pessoas em situação de rua, geralmente vivem em zonas centrais das cidades e muitas empresas estão localizadas fora desta região. Este fato deve ser considerado porque a questão do deslocamento é muito complexo para as pessoas em situação de rua e para as próprias empresas que não teriam condições de proporcionar não só o deslocamento, bem como o alojamento, alimentação e treinamento para estas pessoas em situação de rua pudessem chegar ao seu trabalho e executá-lo a contento.  

Como se pode notar, a questão posta pelo PL 2.245/23 é extremamente complexa, ainda que louvável. Para que haja uma solução bem planejada e eficaz para o problema o Estado deveria inicialmente ser envolvido ativamente proporcionando assistência social condigna para estas pessoas, retirando-lhes, inicialmente, do ambiente em que vivem, onde este problema se agrava a cada dia. A assistência social, uma eficaz política pública, seria um bom início para se iniciar a solução da questão. Aí sim, após este primeiro passo, juntamente com outras medidas de preparação e acolhimento desta população, como cursos técnicos, qualificação desta mão de obra para a vida e para o trabalho, a iniciativa privada poderia contribuir para amenizar a vida extremamente dura das pessoas em situação de rua. É louvável, como traz o PL 2.245/2023, a proposta da Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua. É louvável a criação dos Centros de Apoio ao Trabalhador em Situação de Rua (CatRua). É louvável a instituição de Bolsas de Qualificação para o Trabalho e Ensino da População em Situação de Rua (QualisRua). É importantíssimo a integração de todas estas iniciativas com os Serviços Especializados de Abordagem Social (SEAS) e Consultórios na Rua (CnR). 

Não há dúvidas que as pessoas em situação de rua precisam ser acolhidas; não há dúvida que precisam de amparo; não há dúvida que precisam de políticas públicas que lhes dê mínimas chances de saíram da condição de rua, ingressarem no mercado de trabalho e terem sua cidadania de volta. 

No entanto, não parece ser a melhor saída impor às empresas que gozam de benefícios fiscais e com mais de 100 empregados, só por conta destas premissas,  cotas como forma de solucionar o problema.  

Todos nós devemos pensar em outro caminho para acolher as pessoas em situação de rua. É uma questão de civilidade, para não dizer, humanidade. 

 

José Eduardo Gibello Pastore - advogado, consultor de relações trabalhistas e sócio do Pastore Advogados

 

A indústria de carros autônomos no Brasil: desafios e caminhos para o futuro

A indústria de carros autônomos está se tornando uma realidade global, impulsionada por avanços tecnológicos notáveis e uma crescente demanda por soluções de transporte mais seguras e eficientes. Enquanto cidades como San Francisco/EUA concedem permissões para operações 24/7 de empresas como Cruise e Waymo, o Brasil encontra-se em um momento crucial para iniciar sua jornada na construção de uma indústria de carros autônomos próspera.


Cenário atual e potencial no Brasil

O Brasil possui um ambiente favorável para o crescimento da indústria de carros autônomos. Com vastas extensões de estradas e desafios de mobilidade urbana, a implementação de veículos autônomos pode trazer benefícios substanciais. No entanto, para transformar esse potencial em realidade, o país enfrenta desafios significativos, incluindo infraestrutura inadequada, regulamentações inexistentes e questões de segurança.


Experiências em San Francisco e lições para o Brasil

A recente concessão de permissões para empresas de carros autônomos operarem 24/7 em San Francisco é um passo crucial no caminho para a maturidade dessa indústria. No entanto, o Brasil precisa aprender com essa experiência e aplicar as lições aprendidas de maneira adaptada à sua realidade.

O Caminho a seguir passa por regulamentações claras e adequadas. Assim como San Francisco, o Brasil deve trabalhar na criação de regulamentações claras e abrangentes para carros autônomos. Isso inclui determinar responsabilidades legais em caso de acidentes, definir requisitos técnicos para veículos autônomos e estabelecer critérios rigorosos de segurança.

Infraestrutura Avançada: a implantação de carros autônomos requer uma infraestrutura de comunicação e sensoriamento sofisticada. Estradas equipadas com sinais de tráfego inteligentes, sistemas de gerenciamento de tráfego e conectividade confiável são fundamentais para o sucesso dessa indústria.

Investimento em Tecnologia e Pesquisa: o desenvolvimento de carros autônomos requer investimento em pesquisa e desenvolvimento. O Brasil precisa fomentar parcerias entre universidades, centros de pesquisa e a indústria para impulsionar a inovação tecnológica nessa área.

Testes e Validação: Programas de teste rigorosos são essenciais para garantir a segurança dos veículos autônomos. O Brasil deve criar zonas de teste designadas, onde as empresas possam testar e aprimorar suas tecnologias em condições controladas antes de lançá-las em vias públicas.

Educação e Capacitação: A transição para uma indústria de carros autônomos também exigirá mão-de-obra qualificada. O Brasil deve investir em programas de educação e capacitação para preparar engenheiros, desenvolvedores e técnicos especializados neste campo, como engenheiros de machine-learning especializados em visão computacional.

Ecossistema de capital de risco: O Brasil precisa de casos de sucesso para criar uma flywheel que faça crescer a quantidade de deals em startups atuando em veículos autônomos no Brasil. Nos EUA, diversas startups como Cruise, Waymo, Zoox, NuSimple, etc cresceram o mercado de autonomia a ponto de vários fundos de investimentos olharem para a tese com bons olhos.

A indústria de carros autônomos representa uma revolução no setor de transporte, com o potencial de tornar as viagens mais seguras, eficientes e acessíveis. Ao observar as permissões recentemente concedidas em San Francisco, o Brasil tem a oportunidade de aprender valiosas lições e aplicá-las em seu próprio contexto. Com ações deliberadas para desenvolver infraestrutura, regulamentações e expertise local, o Brasil pode não apenas acompanhar a evolução global, mas também se posicionar como um protagonista na indústria de carros autônomos.

 

Ramon Silva - empreendedor em série e especialista em tecnologia e startups que foi fundador e CEO da Avocado, uma startup de entrega de supermercado em 10 minutos que foi renomeada para Rappi Turbo após Ramon vendê-la para a Rappi e que conta hoje com mais de 300 dark-stores na América Latina. Hoje ele cursa MBA em Stanford, o mais concorrido do mundo.

Vagas de reposição: como substituir executivos com assertividade?

Todo executivo possui um papel estratégico para alavancar a empresa em seu segmento e transportá-la para uma posição de destaque frente a seus concorrentes. Contudo, quando este papel não está sendo performado conforme o que foi previamente acordado, a substituição deste profissional se torna algo inevitável – e deve ser conduzida com extremo cuidado, para que não gere impactos negativo ao negócio e as pessoas.

De acordo com dados colhidos pela Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta e média liderança, mais de 70% das posições neste ano foram originadas pela demanda de substituição de profissionais. Em um cenário de mercado repleto de incertezas e grandes mudanças, essa decisão se torna fortemente corriqueira, na busca por um perfil que saiba conduzir o empreendimento nesse caminho e, principalmente, se antecipe a esses momentos estrategicamente, se preparando para possíveis ameaças e como aproveitar as oportunidades do segmento a favor do negócio.

Assim, assumindo que essas expectativas foram transmitidas em sua contratação e, por razões diversas, este profissional não está conseguindo atendê-las, a empresa precisará tomar a decisão de buscar por alguém que tenha um perfil aderente ao seu momento – seja ele de transformação, evolução, ou outro que traga sua prosperidade.

Por sua vez, antes de iniciar a contratação deste talento, a empresa precisa entender, com clareza, o que motivou essa reposição e, a partir destes pontos que não deram certo, se preocupar em transmiti-los com a maior nitidez ao novo executivo. Ele deve compreender qual o seu compromisso de entrega a médio e longo prazo, bem como fazer um diagnóstico sobre as expectativas de sua entregava e sua autoavaliação de tal cenário. Este é o melhor momento para realinhar as expectativas caso algo não esteja dentro do que ele observou.

Como próximo passo, há o processo de onboarding completo com todas as equipes (diretas e indiretas), para o profissional estabelecer os “acordos de convivência” e modus operandi mútuo entre eles. Ele deve ter aptidão para conduzir a empresa nestes momentos de incertezas que visitam as companhias de todos os portes e segmentos constantemente, de forma que estejam o mais preparado possível para lidar com eles e não precisem tomar decisões às pressas.

Mesmo em situações mais inesperadas, será sua capacidade de “se arriscar”, de forma responsável e priorizando sempre pela máxima performance organizacional, que demonstrará seu potencial para assumir essa posição. Tudo isso, com base em uma comunicação clara, objetiva e transparente com os membros da empresa.

Nem sempre os executivos terão todas as respostas para eventuais cenários antecipadamente, o que é completamente normal em qualquer empresa. Por isso, ao contratar este novo profissional, é preciso assegurar pontos de confiança, processos bem definidos e, acima de tudo, uma comunicação clara constante, sempre prezando pelos ajustes de rotas necessários em momentos incertos para que todos os alinhamentos necessários sejam feitos, em prol do melhor desempenho possível da empresa.

Quanto mais claros e assertivos esses pontos forem tratados, menor será o tempo necessário para sua adaptação internamente e, maior será a chance de realizar uma contratação assertiva.



Thiago Xavier - sócio da Wide, consultoria boutique de recrutamento e seleção.

Wide
https://wide.works/


Ação de empregabilidade com 430 vagas para jovens em Pirituba

Também haverá emissão de documentos para pessoas entre 14 e 24 anos


Visando a inserção de jovens em vulnerabilidade social no mercado de trabalho, o Centro de Integração da Cidadania (CIC) Oeste, da Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC), promove ação com 430 vagas de estágio e jovem aprendiz, nesta sexta-feira (25), das 10h30 às 15h30, no Cantareira Norte Shopping, na zona noroeste da capital.

O evento “Rolê da Empregabilidade e da Cidadania” é destinado para jovens entre 14 e 24 anos e 11 meses, que cursem o 9.º ano, o ensino médio, o ensino superior ou que tenham terminado o ensino médio. Os interessados devem comparecer com RG, CPF, carteira de trabalho digital e comprovante de residência, e também o certificado reservista e o título de eleitor para os candidatos maiores de idade.

Na ocasião também haverá a emissão do CPF e do título de eleitor. Para ter acesso a esse serviço é necessário ter em mãos o comprovante de residência, e no caso de menores de 16 anos, estar acompanhado por um responsável legal.

 

Data: Sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Horário: 10h30 às 15h30

Local: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 11001 - Jardim Pirituba, São Paulo

Localização: https://goo.gl/maps/JcAhtzV4dL5E2hn78 


A educação é o primeiro passo. Ou, o primeiro passo é a educação

Desde que nascemos, via de regra, somos conduzidos a seguir os costumes do meio em que vivemos. Tomamos como espelho nossos pais, e a própria rotina social dita os próximos passos, como um ciclo de vida. Nossa vida acadêmica normalmente começa na creche, depois vamos para a escola cursar o nível fundamental, em seguida o nível médio – nesse período costumamos conciliar com um trabalho –, uma faculdade e por aí vai. Parece comum (e deveria), mas não é assim para todos, apesar da educação básica ser um direito constitucional garantido por lei. 

A cada quatro anos temos eleições para presidente, como também para governador. Nesse intervalo de dois anos, elegemos um prefeito – o cargo maioral do nosso município. E nessa jornada para ver quem ocupa as caras cadeiras durante o longínquo mandato de quatro anos, há muitas promessas e, sobretudo, com relação à educação. “Vamos zerar a fila das creches”, “vamos ter escolas em tempo integral”, “nenhuma criança em idade escolar ficará fora da sala de aula” – são frases bem entoadas em campanhas cheias de sorrisos e passeios na periferia, porém, vazios na prática, quando são fracassadas na vida real. 

A educação é o primeiro passo. Dizem. Ou, o primeiro passo é a educação. Deveriam fazer. A ordem dos fatores altera sim o produto, visto que, notoriamente, os passos dos nossos governantes estão inclinados a outras questões mais “pop” para eles. Agronegócio, economia, tecnologia 5G são pautas quentes no parlamento, mas não exatamente nas campanhas, pois o voto da massa, o X nas urnas de quem mais anseia por medidas sociais urgentes, não clama pelos passos adiantes sem terem dado sequer o primeiro passo, a educação. 

O investimento em educação não faz qualquer político ser melhor, faria-o, ao menos, ser coerente e justo com nossa sociedade que, especialmente a parcela mais enfraquecida financeiramente é a que arca com mais impostos, e o retorno desse império tributário seria, infimamente humano, revertido eficientemente em educação de qualidade. 

Os números não mentem. Para efeito de comparação com outras nações que levam o quesito educação como um tema prioritário para desenvolvimento humano, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 1980 o PIB per capita da Coreia do Sul representava 17,5% do PIB per capita dos Estados Unidos –menos da metade do PIB brasileiro no mesmo ano (39% do PIB per capita norte-americano). Após 42 anos, a Coreia do Sul passou a registrar 66% do PIB per capita dos norte-americanos. Já no país do futebol houve queda, caindo de 39% para 25,8%. 

As políticas públicas prometidas e executadas no país asiático refletiram no aumento da produtividade da indústria sul-coreana, com crescimento de 4,3% ao ano, com salários acrescidos no mesmo percentual. No mesmo período, historicamente curto, no Brasil, a indústria amargou crescimento em 0,7% ao ano, enquanto que os salários “subiram” 0,3%. 

Mais da metade dos adultos (51,2%) não concluíram o ensino médio, diz o IBGE. Apesar do índice ter melhorado, o PNAD Educação, realizado em 2019, apontou que 69,5 de pessoas maiores de 25 anos não conseguiram seguir com essa etapa do ensino. Entre as principais razões para a evasão escolar, os mais citados foram a necessidade de trabalhar (39,1%), e, entre as mulheres, destaca-se gravidez (23,8%). 

E assim sucessivamente. Sem estudo, não há trabalho digno. Sem trabalho digno, não há sustento. Sem renda, há fome. Mas sempre haverá impostos, os quais, se fossem designados corretamente para pavimentar o primeiro degrau da escada, a educação sempre seria o primeiro passo. Em tempo: a construção de uma casa começa-se pelo alicerce. 

 

Thiago Freitas é sócio e co-fundador do EJA Brasil EAD


Poupatempo oferece 11,5 mil vagas para o mutirão de CNH realizado em parceria com o Detran-SP no sábado (26)

 Ação é a oportunidade para motoristas com documentos vencidos em dezembro de 2022; para participar é necessário realizar agendamento pelos canais digitais

 

Os motoristas que precisam renovar a Carteira Nacional de Habilitação até o fim de agosto podem aproveitar o mutirão deste sábado (26), promovido em parceria com o Detran-SP para realizar o serviço de forma presencial nos postos do Poupatempo de todo o Estado. A partir de hoje (23), o agendamento para as mais de 11,5 mil vagas já está disponível nos canais digitais. 

Nos mutirões desse ano, as unidades do Poupatempo contabilizaram 152 mil atendimentos, sendo 8,6 mil só no último sábado (19). Em 2023 foram 2,3 milhões de solicitações concluídas para renovação de CNH, entre serviços presenciais e eletrônicos.

 

Agendamento 

Além de obrigatório é feito gratuitamente nos canais oficiais – portal www.poupatempo.sp.gov.br, aplicativo Poupatempo Digital, totens de autoatendimento e no WhatsApp, pelo número (11) 95220-2974. 

A renovação simplificada deve ser feita preferencialmente de forma remota.  Para isso, o motorista só precisa seguir o passo a passo do atendimento online e realizar exame médico na clínica indicada. O novo documento será enviado pelos Correios ao endereço de cadastro da CNH. 

Os motoristas com CNH nas categorias C, D ou E precisam fazer o exame toxicológico em laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) com antecedência. O exame é válido por dois anos e meio para quem tem menos de 70 anos e tem a mesma validade da CNH para aqueles com 70 anos ou mais. O condutor também pode solicitar a mudança de categoria nos canais digitais, inclusive durante o processo de renovação simplificada. 

Até 31 de agosto é a última oportunidade para os motoristas com as CNHs vencidas em dezembro de 2022 e que tiveram prazo estendido de renovação por deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).  

 

Renovação da CNH 

Desde o início de 2023, condutores com vencimento da CNH ao longo do ano precisam seguir o cronograma habitual de renovação, conforme a data prevista em cada documento. 

E tem novidade a partir de agora, de acordo com regulamentação do Detran-SP. A renovação da CNH com prazo antecipado de 30 dias antes do vencimento deixou de existir. Os condutores, porém, continuam com prazo máximo de até 30 dias após vencimento para regularizar a situação do documento.

 

Como renovar 

Basta acessar o portal www.poupatempo.sp.gov.br ou aplicativo Poupatempo Digital, clicar em Serviços > CNH > Renovação de CNH. Após confirmar ou atualizar os dados, o motorista agenda o exame médico em uma clínica credenciada indicada pelo sistema.

Quem exerce atividade remunerada ou optar pela inclusão desta modalidade na CNH também precisa passar por avaliação psicológica e será direcionado a um profissional credenciado. 

Após a aprovação nos exames, é necessário pagar a taxa de emissão e aguardar as orientações que serão enviadas por e-mail pela Senatran para acessar a CNH Digital. Ela tem a mesma validade do documento físico e fica disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). O código de segurança para acessar a CNH digital também pode ser consultado nos canais eletrônicos do Poupatempo e do Detran-SP.

 

Serviço:

Mutirão para renovação de CNH

Data: sábado, dia 26 de agosto

Horário: das 7h às 13h ou das 9h às 13h, de acordo com a unidade escolhida.

 

Para consultar os endereços e horários, basta acessar: www.poupatempo.sp.gov.br.

 

Rio de Janeiro tem 6 mil vagas gratuitas para curso profissionalizante

As vagas são destinadas para alunos formados ou que estão concluindo o Ensino Médio em escolas públicas


O Instituto PROA está com inscrições abertas para preencher 6 mil vagas de capacitação profissional no Rio de Janeiro. As vagas são destinadas a estudantes da rede pública de ensino que estão concluindo ou já terminaram o Ensino Médio em todo o estado.

A iniciativa conta com a parceria do Governo do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (SEDEICS), da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin-RJ) e da Procter & Gamble (P&G).

"A parceria com o Instituto PROA veio para promover a inclusão do jovem fluminense no mercado de trabalho e cumpre nossa missão de estimular a principal política de desenvolvimento social que existe: a geração de empregos. Capacitar milhares de jovens para conquistar o primeiro emprego significa abrir os horizontes dessa garotada para o futuro e dar a eles oportunidade de uma vida digna e com melhores expectativas. Seguimos firmes nesse objetivo", diz o governador Cláudio Castro.


Como participar

Para participar do processo seletivo, os interessados devem fazer a inscrição no site do PROA, depois responder a um teste básico de língua portuguesa e raciocínio lógico, além da análise de documentos, e, se for aprovado, segue para a etapa de preenchimento dos dados pessoais para realizar a matrícula no curso. O link para inscrição é o https://www.proa.org.br/.

O curso do PROA tem 100 horas e é dividido em 4 módulos que preparam os alunos para definirem metas profissionais e se saírem bem nas entrevistas de emprego: autoconhecimento, projeto profissional, raciocínio lógico e comunicação. Semanalmente há também encontros ao vivo mediados por tutores, sempre às quintas-feiras. 

Os jovens podem optar por cursar um 5º módulo com uma trilha técnica específica. São sete carreiras à escolha, patrocinadas por grandes empresas, com 50 horas de preparação para cada: Análise de Dados (patrocinado pelo iFood), Varejo (Via - Fundação Casas Bahia), Administração (P&G), Logística (P&G), UX Design (Accenture), Promoção de Marcas (BRF) e Educação Financeira (Bloomberg + Dahlia Capital).

Ao final do curso, os participantes recebem certificado de conclusão e acesso a uma plataforma exclusiva de vagas de emprego. A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico participa ajudando a inserir os jovens formados no mercado de trabalho.


Aulas Presenciais

Para os alunos que preferem estudar presencialmente, é oferecido na capital carioca um espaço com computadores para realizar as atividades da plataforma e tirar dúvidas com um monitor. A sala P&G + PROA fica na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio de Janeiro, e conta com 20 computadores com acesso à internet. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.

“Desde que fechamos essa parceria, estamos fomentando o mercado de trabalho para os jovens do Rio de Janeiro, promovendo a inclusão produtiva. Centenas de jovens são conduzidos às vagas em empresas parceiras do PROA em municípios do Estado e na própria P&G”, finaliza André Felicíssimo, presidente da P&G no Brasil.


Vida Nova!

A jovem carioca Cinthia Mendes é formada pelo Instituto PROA e destacou que o curso foi seu primeiro e decisivo passo para o início de sua carreira profissional. “Eu estava sempre procurando na internet oportunidades de cursos profissionalizantes gratuitos e quando encontrei o PROA foi uma luz em minha vida, o curso me fez crescer como pessoa, eu aprendi muita coisa por meio deles, profissionalmente abriu minha mente para o mercado de trabalho e assim que concluí o curso, eu fiz uma entrevista e hoje estou no mercado de trabalho. Posso dizer que sim, o PROA transformou minha vida”.

“Nosso trabalho está focado na formação desses jovens para o mercado de trabalho, sabemos o quanto esses jovens sofrem com a falta de qualificação profissional e o quanto isso reflete na busca pelo primeiro emprego, estamos oferecendo qualificação e oportunidades reais. Esse é o nosso comprometimento”, afirma Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA.

 

Sobre o Instituto PROA

O Instituto PROA foi fundado em 2007 com o objetivo de auxiliar jovens de baixa renda a ingressarem no mercado de trabalho, dividindo conhecimentos sobre carreiras, planejamento, autoconhecimento para vocações e comunicação. Desde então, já formou e impactou mais de 36 mil alunos com seus dois principais projetos, Plataforma PROA – preparação para o primeiro emprego – e PROPROFISSÃO – curso de programação para quem deseja ser um(a) desenvolvedor(a) Java Junior. Atualmente, a Plataforma PROA atua nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

https://www.proa.org.br/

 

Serviço – Plataforma PROA

Processo seletivo para a Plataforma PROA até 4 de setembro de 2023

Início das aulas: 11 de setembro de 2023

Inscrições através do site: https://www.proa.org.br/plataforma-proa/

 

Requisitos: 

- Ter entre 17 e 22 anos;

- Morar no estado do Rio de Janeiro

- Estar cursando ou ter concluído o 3º ano do Ensino Médio em escola pública.

Vagas para o todo o estado do Rio de Janeiro: 6 mil

 

Desejo de imigrar não deve ser movido apenas por questão financeira

Advogado Daniel Toledo explica que focar unicamente nesse motivo  pode gerar insatisfação


Mudar de país é o desejo de diversas  pessoas e, quando se trata de viver nos Estados Unidos, muitas vezes o sucesso é encarado principalmente como um objetivo financeiro. 

Para Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, as finanças não devem ser encaradas como única alternativa de sucesso quando se trata de mudar de país. “A maior parte do que nos ensinam sobre sucesso é mentira, especialmente quando se quer imigrar. Para o brasileiro, a questão do sucesso está muito atrelada à questão financeira. As pessoas postam nas redes sociais fotos em frente da casa ou do carro que compraram, e até de notas de cem dólares. Mas isso não é sucesso porque sempre haverá alguém com mais dinheiro. Quando você muda de país, a concepção de sucesso precisa mudar com você”, opina. 

De acordo com o advogado, é preciso ter cuidado com a história de que basta chegar nos Estados Unidos e já será possível  começar a trabalhar no dia seguinte, ganhar muito dinheiro e realizar sonhos rapidamente. “Pode acontecer com meia dúzia e a maioria vai trabalhar em subempregos.  É preciso falar que a  perseverança deve ser constante no dia a dia de quem está aqui. Será preciso trabalhar muito, sacrificar muitas coisas e se esforçar mais que no Brasil”, afirma. 

O fundador da Toledo e Associados lembra que quem imigra para os Estados Unidos precisa lidar com uma série de desconfortos, como a questão da língua,  da cultura e dos cuidados com a casa. “É muito caro, por exemplo, ter uma faxineira que cobra por hora, diferente do Brasil em que o serviço é pago por dia. A pessoa precisa considerar que vai ter que lavar roupa e também passar. Ou seja, será preciso se adaptar aos desconfortos, e mesmo assim pode valer a pena para alguns e para outros não”.

Toledo aponta que,  quem dá certo nos Estados Unidos,  é aquele que aprende a enxergar que o sucesso está na simplicidade do propósito. “Nos Estados Unidos existe a cultura do consumismo e fácil acesso ao crédito. Muita gente coloca como demonstração de êxito o fato de ter comprado um carro de US$ 50 mil, que no Brasil seria bem mais. Genuíno  é chegar em casa e ver a família bem e equilibrada, pois o dia a dia morando em outro país é estressante e complexo. Existe muita competição desleal. Por isso, a felicidade é se sentir feliz realmente, não são os bens que você possui ”, avalia. 

O advogado acredita que quem deseja sair do Brasil pensando  apenas na condição financeira está errado. “A felicidade vai muito além daquilo que a gente consegue encostar. Conheço pessoas que vieram para os Estados Unidos com US$ 3 milhões e não estavam felizes aqui. Ou seja, independentemente da questão financeira, de se ter muito dinheiro ou não, os problemas te acompanham e, se você não os resolve, eles continuam te desgastando. Não é a questão financeira que mudará essa realidade,  é por isso é preciso levar em consideração todas as questões  antes de mudar”, comenta.  



Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 180 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR e professor da PUC Minas Gerais do primeiro curso de pós graduação em Direito Internacional, com foco em Imigração para os Estados Unidos

Toledo e Advogados Associados
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ttp://www.toledoeassociados.com.br

 

Vendedores devem combinar eficiência tecnológica com empatia e compreensão

Abordagem centrada no cliente não apenas aumenta o número de vendas, mas também constrói relacionamentos de longo prazo, criando uma base sólida para o sucesso contínuo do negócio


Em um cenário corporativo cada vez mais competitivo e tecnológico, a constante busca por educação e treinamento torna-se um fator extremamente importante para o sucesso das empresas. Por isso, é um movimento estratégico promover treinamentos focados para a equipe de vendas, time que, se bem ajustado, pode transformar significativamente as operações e impulsionar o crescimento como um todo.

Esses colaboradores compõem a linha de frente da empresa, a interface direta com os clientes, e a qualidade dessa interação influencia diretamente a imagem da marca, a satisfação e, por consequência, os resultados financeiros. 

Por todos esses motivos, os treinamentos são essenciais, uma vez que fornecem as ferramentas necessárias para desempenhar diversas funções com excelência. Essas sessões de capacitação não apenas abrangem aspectos como técnicas de negociação, fechamento e gestão do ciclo de vendas, mas também se estendem a habilidades interpessoais, comunicação eficaz e empatia. Tais pontos são essenciais para criar conexões genuínas, compreender  necessidades e construir relacionamentos duradouros.

Outro ponto que deve ser observado é a adaptação a novas ferramentas e plataformas, essencial para permanecer relevante e alcançar os objetivos estabelecidos. “É extremamente importante apostar nas soluções automatizadas que existem hoje no mercado, mantendo os dados dos clientes atualizados, a agilidade dos processos e oferecendo um atendimento de excelência, capaz de encantar e fidelizar o público-alvo”, explica Renato Torres, empresário especializado em gestão, tecnologia e marketing.

Ao fornecer treinamentos regulares e acesso a recursos educacionais, as empresas capacitam ainda mais suas equipes. No entanto, Renato enfatiza que é crucial encontrar um equilíbrio entre a eficiência proporcionada pelas ferramentas tecnológicas e a personalização necessária para construir relacionamentos sólidos e duradouros com os consumidores. “A verdadeira magia acontece quando os vendedores conseguem combinar essa eficiência tecnológica com a empatia e a compreensão das necessidades individuais”, aponta o especialista.

A tecnologia desempenha um papel fundamental no aumento da eficiência dos processos de vendas, permitindo que os vendedores automatizem tarefas rotineiras e tenham acesso sobre o comportamento dos clientes e suas preferências. “A personalização aumenta a probabilidade do engajamento nas conversas de venda, uma vez que as recomendações e soluções oferecidas são diretamente relevantes para suas vidas e interesses.  Além disso, essas informações ajudam a identificar oportunidades de vendas cruzadas e adicionais, existindo a possibilidade de sugerir produtos ou serviços complementares. Isso não apenas aumenta o valor da compra, mas também maximiza a receita para o negócio”, destaca.

Desvendar os hábitos de consumo dos clientes também é crucial para os vendedores. Isso ajuda a determinar quando e como deve ser a abordagem em relação a ofertas e promoções. “Por exemplo, se uma determinada pessoa tem o hábito de comprar produtos sazonais a cada trimestre, as empresas podem se preparar com antecedência para oferecer esses produtos quando o momento for oportuno. Essa abordagem proativa pode resultar em vendas mais consistentes ao longo do ano”, conclui Torres. 



Renato Torres - empresário especializado em tecnologia e marketing, com ampla experiência no setor. Ao longo de sua carreira, ele tem ajudado empresas a implementarem estratégias eficazes de marketing digital e alcançarem resultados notáveis. Sua paixão pela tecnologia e seu conhecimento estratégico o tornam um consultor altamente respeitado no mercado: https://www.instagram.com/orenatotorres/


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