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quinta-feira, 17 de novembro de 2022

VLI abre mais de 50 vagas para a carreira de maquinista

As oportunidades são para Aguaí e Campinas e os selecionados iniciarão o trabalho na companhia em janeiro de 2023


A VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos – está com processo seletivo aberto para preencher mais de 50 oportunidades para a carreira de maquinista no estado de São Paulo. Ao todo, são 20 vagas para trainee de maquinista de viagem em Campinas e 21 para trainee de maquinista de viagem em Aguaí e 10 vagas para maquinistas também em Aguaí. Vale ressaltar que 16 destas oportunidades para trainee de maquinista de viagem são exclusivas para mulheres.

Os candidatos precisam ter ensino médio completo, morar em Aguaí ou Campinas, bem como ter disponibilidade para trabalhar em regime de escala e turno. Os interessados têm até o dia 21 de novembro para se inscreverem pela página de carreira da empresa. A seleção se estende até o dia 10 de dezembro, com fases de triagem e entrevistas. Os selecionados começarão a trabalhar em janeiro de 2023.

Os novos colaboradores terão como benefícios vale-refeição ou vale-alimentação; vale-transporte ou ônibus fretado (dependendo da localização em que irá trabalhar); assistência médica e odontológica; plano de previdência complementar; participação nos lucros e resultados; Gympass (plataforma de academias, com foco em sua saúde e bem-estar); desenvolvimento profissional (por meio da Universidade Corporativa); reembolso educacional; cesta de Natal; auxílio-creche ou auxílio-babá; além de uma rede de descontos em várias lojas, restaurantes, salões e outros.


Formação

A analista de Gente da VLI, Lorena Maria Marinho Ribeiro Santana, destaca que a carreira do maquinista é fundamental para o negócio da companhia. “Investir no desenvolvimento destes profissionais, com programa de formação dos trainees de maquinista de viagem, é incrível. A VLI incentiva e promove a capacitação, bem como o encarreiramento dos empregados. Sendo assim, com estas oportunidades, temos como objetivo formar maquinistas qualificados e capacitados”.

Para tornar-se um maquinista, os profissionais podem começar na VLI em cargos como trainee operacional ou trainee de maquinista. Em ambas as posições, há um investimento nos desenvolvimentos técnico, teórico e prático destes profissionais. O período de formação pode variar de seis a oito meses, entre operação assistida e ações teóricas e práticas. Ao final, são realizadas práticas assistidas com o objetivo de validar o conhecimento adquirido e, conforme o desempenho, o empregado poderá tornar-se maquinista I, podendo trilhar carreira até maquinista IV.


Incorporação de mais quatro tecnologias ao rol não deverá encarecer planos de saúde, diz especialista

Advogada Mérces da Silva Nunes adverte que, em certos casos, paciente deverá ingressar com ação na justiça para defender seus direitos

 

No último dia 4 de novembro, a diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a incorporação de mais quatro tecnologias ao rol de procedimentos e eventos em Saúde. 

“A inclusão de novas tecnologias é sempre precedida de ampla discussão -- entre entidades profissionais, instituições de saúde, laboratórios e operadoras -- e de criteriosa análise técnica da ANS, de forma que o impacto financeiro, no valor das mensalidades, já está previamente dimensionado e considerado pelas operadoras e não deverá influir no valor dos planos já contratados”, afirma a advogada e especialista em Saúde Médica Mérces da Silva Nunes. 

Ela ressalta, no entanto, que “a partir da edição da Lei nº 14.454/22, que dispõe sobre o rol exemplificativo da ANS, as operadoras de planos de saúde podem ser obrigadas a oferecer cobertura para exames e tratamentos não incluídos no rol da ANS ou, ainda, para os que tenham indicação distinta das Diretrizes de Utilização -- ou DUTs -- estabelecidas pela ANS”.
A especialista adverte também que, “em caso de negativa de cobertura do plano de saúde, mesmo atendidos os requisitos legais, o paciente deverá ingressar com ação na justiça, pleiteando a concessão de liminar, para que a sua pretensão jurídica possa ser atendida”, adverte.

 

Mérces da Silva Nunes - advogada e especialista em Direito Médico. Mestre e Doutora em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo -- PUC/SP.


Promoção Comercial: as regras do jogo no mundial de futebol

“É aconselhável que as empresas contem com uma assessoria jurídica especializada para orientar o que pode e o que não pode ser feito neste período de Copa do Mundo", explicou o especialista em Direito Civil do PG Advogados, Lucas Patto


A Copa do Mundo 2022, que vai acontecer no Catar, entre os dias 20 de novembro e 18 de dezembro, deve movimentar R$ 1,48 bi em comércio e serviços no Brasil. A estimativa é de pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e, caso a projeção se concretize, o mercado varejista e o setor de serviços do País podem registrar um faturamento 7,9% maior em comparação com a Copa de 2018, que aconteceu na Rússia, e movimentou R$ 1,37 bi.

 

É considerada uma oportunidade lucrativa para empresas de todos os segmentos e portes para pegar carona na Copa e criar ofertas para seus produtos e serviços. Mas é preciso prestar muita atenção às regras de marketing da Copa do Mundo 2022 estabelecidas pela FIFA. Há uma série de proibições quanto ao uso de alguns elementos visuais, gráficos e verbais que as campanhas de promoção comercial devem obedecer ou estarão cometendo infrações de propriedade intelectual. 

 

“É aconselhável que as empresas contem com uma assessoria jurídica especializada para orientar o que pode e o que não pode ser feito neste período de Copa do Mundo, que é bastante complexo, ou tendem a se prejudicar no que chamamos de Marketing de Emboscada”, explicou o especialista em Direito Civil do PG Advogados, Lucas Patto. 

 

A Copa do Mundo é um grande evento esportivo comemorado por muitas pessoas, mas ela tem uma dona: a Federação Internacional de Futebol (FIFA) que, inclusive, leva o seu nome oficialmente: FIFA World Cup Qatar 2022. Isso significa que a marca é detentora de nomenclaturas e símbolos dirigidos ao evento e estabeleceu uma série de regras e proibições para a promoção comercial durante o evento.

 

“Em linhas gerais, se a empresa não é patrocinadora oficial do evento, isso significa que ela tem uma série de restrições para o uso de palavras, logo, termos e símbolos, dentre outros, para promover produtos e serviços em ações de marketing online e offline. Somente no Brasil, a FIFA registrou uma infinidade de regras. Por outro lado, isso não significa que as empresas não podem aproveitar o cenário do evento de futebol que tem o maior apelo mundial”, explicou Lucas Patto.

 

O PG Advogados traduziu o Guia Oficial de Propriedade Intelectual da Fifa (disponível em https://digitalhub.fifa.com/m/6c082ee6ab7bc802/original/FIFA-World-Cup-Qatar-2022_IP-Guidelines_EN.pdf4) apresentando os principais critérios para desenvolver ações de marketing de acordo com as regras do jogo. 


 

 O que pode usar

 

·        Copa: esta palavra pode ser utilizada isoladamente, mas não pode estar vinculada a uma promoção. Você pode dizer, por exemplo, “Que funcionará normalmente durante a Copa”, mas não que fará “Desconto da Copa do Mundo”.

 

·        Mundial: Assim como a palavra Copa, a palavra Mundial pode ser utilizada sem que seja vinculada a uma promoção.

 

·        Nome de jogadores: Você poderá utilizar o nome dos jogadores para efetuar comentários, mas nunca deixar “no ar” que há alguma relação do jogador com sua marca.

 

·        Cores da bandeira do Brasil: pode ser usada sem cunho comercial para divulgação e comentário dos jogos.

 


 O que não pode usar

 

Em campanhas de marketing da Copa do Mundo 2022 é proibido usar os seguintes elementos:

 

·        Hashtags oficiais da Copa nas redes sociais;

·        Emblema oficial da Copa;

·        A imagem da mascote oficial e seu nome;

·        Cartaz oficial;

·        Cartazes e logos oficiais das cidades da Copa;

·        Slogan oficial “Now is all” — Agora é tudo;

·        Imagem do troféu oficial;

·        Imagem da bola oficial;

·        Marcas corporativas da FIFA;

·        Fonte oficial “QATAR 2022”;

·        Estética visual do evento QATAR 2022 e seus componentes individuais.

 


Também é proibido o uso de comunicação e os seguintes símbolos com fins comerciais:

 

·        Copa do Mundo;

·        Copa do Mundo 2022;

·        Copa do Mundo FIFA;

·        Copa do Mundo FIFA 2022;

·        Copa do Mundo FIFA Catar 2022;

·        Copa do Mundo FIFA Qatar 2022;

·        Catar 2022 ou Qatar 2022;

·        Copa Mundial;

·        Mundial;

·        FIFA.

·        A camiseta da Seleção ou modelo parecido;

·        O nome ou a marca da CBF;

·        O escudo da CBF;

·        O mascote da Seleção;

·        Imagens dos jogadores ou dos jogos;

·        O termo “Seleção Brasileira”.


Perspectivas para a economia em 2023

Divulgação

Para Douglas Carvalho, Consultor Titular na Target Advisor, empresa especializada em Finanças Corporativas, o que devemos esperar da economia no próximo governo é manter os planos nos trilhos. Mas, segundo ele, o setor de serviços deve sofrer com a instabilidade do primeiro trimestre.


Douglas Carvalho, 12 anos de mercado financeiro, Consultor Titular na Target Advisor, empresa especializada em Consultoria Financeira, Reestruturação Empresarial e Recuperação Judicial, Fusão e Aquisição, Valuation e Finanças Corporativas, a tônica do começo do ano deve ser a incerteza: “apesar da instabilidade do momento, é importante que o novo governo comece, desde já, a passar uma tendência de permanência das políticas econômicas”, enfatiza.

Para ele, os investimentos estrangeiros devem permanecer, independentemente da mudança de governo: “somos um país continental, terceiro do mundo na produção de alimentos, de carnes, maior ativo educacional, uma das melhores saúdes, isso vai continuar. A única coisa que poderia influenciar, mas não acredito que vá acontecer, seria a taxação de commodities, de produtos base, como o aço e a soja, numa tentativa de ajudar a indústria nacional”.

Douglas lembra: “2022 mostra números muito melhores do que 2019, ou seja, conseguimos ‘vencer’ as sombras da pandemia, e a própria Petrobras, mesmo depois do resultado das eleições, divulgou um lucro gigantesco. Isso mostra que o país está crescendo e que a tendência do novo governo precisa ser a de manutenção desse crescimento”.

Ainda assim, o empresário reforça, a insegurança vai ser grande, pelo menos no primeiro trimestre do ano e quem deve sofrer com isso são os prestadores de serviço: “as empresas devem priorizar o crescimento do caixa e esperar até depois do carnaval para voltar a investir”, explica.

Para ele, o mais importante para a confiança dos investidores no país e para que as empresas sigam prosperando é a manutenção do dólar e a negação de qualquer grande aventura econômica. “Não acredito que a nova equipe de governo fará grandes mudanças, inclusive para evitar o acaloramento da opinião pública. Entretanto, uma certa cautela nunca fez mal a ninguém”, finaliza.


Em ritmo de Copa do Mundo, cresce a busca por escolinhas de futebol

Especialista da Tecnofit, principal plataforma de gestão fitness do país, destaca o aumento de matrículas nas escolas de futebol e mostra  também que as buscas por esse e outros termos relacionados à Copa aumentaram nos meses que antecederam o evento

 

Para além dos fãs de futebol, todos se preparam para acompanhar, a partir do próximo dia 20, o maior evento esportivo do mundo, a 21ª edição da Copa do Mundo, que neste ano será sediada no Catar. Como era de se esperar, o torneio tem movimentado várias frentes do mercado e impulsionado negócios dos mais variados segmentos, entre eles as escolinhas de futebol.

De acordo com levantamento interno realizado pela Tecnofit, principal plataforma de gestão fitness do Brasil, as escolas de futebol viram o número de alunos crescer em 20% no trimestre de julho a setembro deste ano. De acordo com Antonio Maganhotte Junior, CEO da Tecnofit, o aumento registrado nos estabelecimentos parceiros não é uma surpresa. “Percebemos que a busca por escolinhas [de futebol] tende a crescer em períodos de competições importantes, como pudemos observar na análise deste ano, período em que ocorre a Copa do Mundo”, comenta.

Neste cenário, além do aumento registrado nas matrículas em escolas de futebol, a busca na internet por termos relacionados ao torneio e à Seleção Brasileira de Futebol têm performado em alta desde o começo do ano. As análises do Google Trends tiveram como ponto de partida janeiro de 2021, um período de um ano e sete meses de antecedência. 

Em janeiro do ano passado, as buscas por escolinhas de futebol eram de uma média de quase 25 mil, ultrapassando essa barreira em maio e com um pico de 50 mil em agosto do ano passado, período em que muitos campeonatos europeus estavam começando e alguns nacionais na reta final ou em clássicos. 

Entre agosto de 2021 e março de 2022, as buscas variaram sempre acima dos 25 mil resultados. E, desde então, se manteve estável acima dos 40 mil. O comparativo também permite notar que o termo “escolinha de futebol” tem predominância em quase todos os estados, enquanto “escola de futebol” ganha o comparativo nos estados de Amazonas, Amapá, Ceará e Paraná.

Já os termos como camisa do Brasil, jogador de futebol, seleção brasileira e escalação de futebol também apresentaram crescimento, em especial nos últimos três meses, com base em informações do Google Trends.

Ainda segundo o executivo, é muito importante que empreendedores do setor acompanhem de perto o comportamento dos consumidores, como forma de entender o padrão de consumo e direcionar os negócios para a direção correta. “Esses resultados obtidos mostram que o brasileiro se mostra muito mais interessado em futebol em datas próximas a importantes competições. Mesmo simples, levantamentos como esses podem ser utilizados em benefício dos empreendedores que atuam no ramo para que possam estabelecer uma gestão bem definida de seus negócios e acompanhar a alta demanda”, diz Antonio Maganhotte Junior.



Tecnofit

https://www.tecnofit.com.br/


A Importância Estratégica das Cadeias Emergentes no Plano Nacional de Fertilizantes

A Importância Estratégica das Cadeias Emergentes no Plano Nacional de Fertilizantes


Ao longo das últimas décadas, a produtividade da agricultura brasileira foi mudando de patamar a partir da adoção de tecnologia no campo. Na década de 1970, por exemplo, o avanço do agronegócio para o centro-oeste do País foi possível graças à adoção da calagem, técnica em que se adiciona calcário ao solo para neutralizar sua acidez.

Mais tarde, outra inovação que propiciou a mudança de produtividade do agronegócio brasileiro foi a fixação biológica de nitrogênio na soja. Em paralelo, foi a vez dos ganhos de produtividade por meio da difusão dos fertilizantes tradicionais (NPK). Obviamente, esses são apenas alguns exemplos de tecnologias que ajudaram a agricultura nacional a alcançar os altos índices de produtividade que tem.

De qualquer forma, a agricultura nacional tem dois grandes desafios: (i) diminuir sua alta dependência externa de insumos básicos, como fertilizantes e defensivos; e (ii) aumentar sua produtividade ainda mais, mitigando efeitos sobre o meio ambiente, para atender a projeção de aumento de demanda de gêneros alimentícios por conta da previsão de aumento da população mundial em um padrão de liderança mundial agroambiental.

Em ambos os desafios, não há alternativa para o Brasil (e para o mundo) que não passe pela ciência, tecnologia e inovação. É por isso que o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) confere grande ênfase às cadeias emergentes. Os formuladores do PNF entenderam que, para o Brasil dar mais um salto de produtividade, será preciso complementar as tecnologias já consolidadas (calagem, FBN, fertilizantes tradicionais etc) com novas tecnologias relacionadas a bioinsumos, bioprocessos, biofertilizantes, inoculantes e condicionadores de solo, fertilizantes orgânicos e organominerais, subprodutos com potencial de uso agrícola, nanotecnologia e tecnologia digital, remineralizadores e agrominerais.

É por isso que o PNF conta com metas e ações claras para as cadeias emergentes. É preciso criar as condições necessárias para que as pesquisas evoluam dos laboratórios para a indústria e cheguem para os agricultores potencializarem suas produtividades, com custos menores. Investir nas cadeias emergentes é fundamental para diminuir a dependência externa por fertilizantes e também para garantir a segurança alimentar mundial. As cadeias emergentes podem suprir (a médio e longo prazo) mais de 25% da demanda por fertilizantes. Tudo isso com tecnologia nacional, gerando valor e mais riqueza do agronegócio para a sociedade brasileira.

 

Flávio Rocha - Secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e Presidente do Conselho Nacional de Fertilizantes

Bruno Caligaris - Diretor de Projetos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e Coordenador do Plano Nacional de Fertilizantes


Campanha solidária “Desejos de Natal”, promovida pela Cruz Vermelha São Paulo, recebe doações até 1º de dezembro

 As cartinhas para apadrinhamento foram produzidas com ajuda dos voluntários. As doações podem ser realizadas até 1 de dezembro.
Divulgação Cruz Vermelha São Paulo.
 

As doações de brinquedos e alimentos, ou em dinheiro, podem ser feitas na sede da Cruz Vermelha São Paulo, assim como a retirada das cartinhas para apadrinhamento



A Cruz Vermelha São Paulo já está recebendo doações para a tradicional campanha “Desejos de Natal”, que vai garantir que milhares de crianças em situação de vulnerabilidade social tenham um Natal mais completo. A ação recebe tanto doações em dinheiro quanto de alimentos e brinquedos, além de disponibilizar as cartinhas escritas pelas crianças para quem quiser se tornar Papai ou Mamãe Noel por um dia.

Como manda a tradição, cada criança participante da ação foi incentivada e recebeu ajuda dos voluntários da Cruz Vermelha para escrever uma cartinha para o Papai Noel, pedindo o que gostariam de ganhar de presente no Natal. As pessoas dispostas a ajudar podem coletar uma ou mais cartinhas e realizar os desejos das crianças, entregando as doações de brinquedos ou alimentos até o dia 1º de dezembro. Os presentes serão entregues em dezembro, junto com uma cesta básica de alimentos e produtos de higiene. São mais de 2 mil cartinhas que estarão disponíveis para apadrinhamento, na sede da Cruz Vermelha, em São Paulo.

“O Natal é uma data que mobiliza e sensibiliza a sociedade. As pessoas se sentem mais solidárias e mais dispostas a se engajarem em ações como a campanha Desejos de Natal, que proporciona para as crianças em situação de vulnerabilidade social momentos de felicidade e garante também que suas famílias tenham comida na mesa durante o mês. Esperamos que todas as 2 mil cartinhas sejam apadrinhadas, para fazer o final de ano dessas crianças muito mais completo”, conta Bruno Semina, diretor executivo da Cruz Vermelha São Paulo.

Além disso, a Cruz Vermelha São Paulo espera receber doações em dinheiro para comprar brinquedos, alimentos e produtos de higiene pessoal de empresas parceiras, que participam da ação e ajudam a aumentar o número de crianças atendidas. “A parceria das empresas é fundamental, mas a participação da sociedade civil, o apadrinhamento das cartinhas, é o que torna este momento realmente especial”, conclui Bruno.

É PIX, É PIX, É PIX!

Pagamento instantâneo brasileiro, o Pix, completa dois anos de existência com alta adesão e promessas de inovação para o futuro


Pix. Uma pequena palavra para o dicionário, mas que já representa um gigantesco salto para sistema financeiro brasileiro. Resultado de um projeto do Banco Central do Brasil (BACEN) iniciado em 2018, o Pix foi oficialmente lançado em 16 de novembro de 2020, completando 2 anos em 2022.

 

Nesse curto período de existência, o novo formato de pagamento instantâneo foi amplamente adotado por consumidores e lojistas, representando uma significativa evolução no cenário de meios de pagamento no Brasil.

 

Desde o seu lançamento, o Pix vem ganhando o espaço anteriormente ocupado por outras modalidades de pagamento, como cartões (débito e crédito) e boletos. No segundo trimestre de 2022, o Pix foi responsável por 27% do total de operações no período[1], sendo o instrumento mais utilizado pelo terceiro trimestre consecutivo. E esse crescimento não tem sinais de diminuir: apenas em outubro deste ano, mais de 2 bilhões de transações realizadas por Pix estão registradas no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) do BACEN[2].

 

O estrondoso sucesso do Pix pode ser justificado pelo fato de a operação de transferência ser barata, rápida e prática. Ao contrário das transferências bancárias tradicionais, que eram realizadas apenas em determinados horários dos dias úteis e possuíam taxas, o Pix pode ser realizado sem custo ao cliente e a qualquer dia e hora, inclusive nos feriados. Basta ter acesso a um aparelho celular e à chave Pix do recebedor e pronto: em questão de segundos a transação é concluída.

 

Apesar da crescente popularização do meio de pagamento, algumas das funcionalidades do Pix ainda são desconhecidas pelos usuários, como é o caso do Pix Saque e do Pix Troco. Essas funcionalidades correspondem, basicamente, na conversão do dinheiro disponível na conta do usuário em moeda corrente: basta procurar algum estabelecimento participante e solicitar a realização de uma operação do Pix Saque, na qual é transferido o valor para a conta da loja e o usuário recebe o dinheiro em mãos, sem a necessidade de utilização de um caixa eletrônico para sacar o valor. Além da praticidade de ser aceito em diversos locais, o Pix Saque representa um avanço na liberdade financeira das pessoas que possuem conta em fintechs e, em algumas situações, não têm à disposição caixas eletrônicos exclusivos disponíveis para saque, o que aumenta de forma orgânica a malha financeira nacional.

 

Outra funcionalidade pouco conhecida é o Mecanismo Especial de Devolução, isto é, a forma pela qual o usuário pagador pode questionar uma transação efetuada pelo Pix quando souber ou identificar que pode ter sido vítima de fraude. Além disso, as próprias instituições participantes do Pix podem se utilizar do Bloqueio Cautelar para congelar temporariamente valores transferidos pelo sistema, com o objetivo de analisar a existência de fraude na transação.

 

Acontece que, mesmo com esses mecanismos em vigor, a recuperação dos valores ainda é um desafio latente, sendo que apenas 5% dos valores envolvidos em golpes/fraudes são atualmente recuperados. Por conta disso, o BACEN incluiu em sua agenda prioritária a análise de alterações no Mecanismo Especial de Devolução do Pix, para coibir a ocorrência de golpes e para facilitar a recuperação do valor nesses casos.

 

Além dessa alteração no combate à fraude, o BACEN também possui outras melhorias e ampliações no Pix previstas na sua agenda regulatória, das quais se destacam o Pix Garantido e o Pix Internacional.

 

O Pix Garantido permitirá que os compradores parcelem suas compras realizadas pelo Pix, em uma espécie de transação que substituirá o cartão de crédito, com o valor parcelado pelo Pix sendo debitado nas datas agendadas diretamente da conta do pagador. Ao invés de contar com uma data única de vencimento, como ocorre com o cartão de crédito, o Pix Garantido permitirá a existência de diversas datas de vencimento, a depender da data de compra realizada.

 

Outra iniciativa importante presente na agenda do BACEN para os próximos anos é a regulamentação do Pix Internacional (denominação utilizada em nível Brasil), responsável por permitir a realização de pagamentos instantâneos entre bancos de diferentes países.

 

Essa iniciativa foi oficialmente batizada de Nexus e está sendo liderada pelo Banco de Compensações Internacionais (Bank of International Settlements – BIS), podendo contar futuramente com mais de 60 países participantes – inclusive o Brasil. Dentre os sistemas de pagamentos instantâneos existentes nos países participantes, o Pix é tido como uma das principais referências para o Nexus, servindo como modelo para o desenvolvimento do sistema internacional.

 

Atualmente em fase de testes, o Nexus é acompanhado de perto pelo Banco Central do Brasil, que também estudará como implementar o sistema no país, considerando as regras a serem definidas pelo BIS e outras questões, como a taxa de câmbio e conversão de valores, e eventuais custos da operação aos usuários.

 

Embora jovem, a relevância do Pix dentro do ecossistema de pagamento nacional tem escalado rápida e substancialmente, e os números de sua utilização, acima citados, corroboram a continuidade dessa ascendência.

 

Esse crescimento pode ser percebido, inclusive, com a criação de novas possibilidades de utilização geradas a partir do interesse e investimento dos próprios players de mercado, em especial das instituições financeiras, de pagamento ou fintechs em ofertar aos seus clientes funcionalidades relativas ao Pix. Nesse sentido, algumas instituições já permitem a realização de compras parceladas via Pix, por meio da modalidade conhecida como Pix Parcelado.

 

Diferentemente do Pix Garantido, que será objeto de regulação pelo BACEN e contemplará regras a serem observadas por todo o mercado, o Pix Parcelado é uma opção fornecida pelos próprios bancos e fintechs, mediante regras específicas estabelecidas por cada instituição, na qual o pagador possui acesso a uma espécie de linha de crédito similar ao empréstimo pessoal, sem a necessidade de utilização do cartão de crédito.

 

É nessa tendência de ascensão que o BACEN se apoia, considerando as iniciativas previstas em sua agenda regulatória. Novas funcionalidades e mecanismos de segurança já em desenvolvimento almejam, em um esforço contínuo, potencializar a praticidade, a segurança e confiabilidade do Pix. Nos próximos dois anos certamente comentaremos sobre algo consolidado como uma referência nacional e internacional no que tange não só a pagamento, mas ao acesso amplo, seguro e capilarizado ao sistema financeiro, seus atores, produtos e serviços.

 

Antônio Alves de Oliveira, Vivianne Prota de Oliveira e Arthur Bernstein - sócio, advogada líder e advogado da área de Contratos, Inovação, Legal Design, Propriedade Intelectual e Marketing Legal, respectivamente

 

[1] Disponível em: <https://www.bcb.gov.br/estatisticas/spbadendos>. Acesso em: 09 nov. 2022.

[2] Disponível em: <https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/estatisticaspix>. Acesso em: 09 nov. 2022.


CCR Rodovias implanta pagamento por aproximação nos pedágios das rodovias paulistas

Tecnologia NFC permite cobrança de tarifas nas funções débito e crédito e é aceito em todas as rodovias do Grupo CCR


 

A CCR Rodovias está implantando uma nova funcionalidade para tornar mais rápido, fácil e seguro o pagamento da tarifa nas praças de pedágio. As concessionárias da companhia que integram o Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo - gerenciado pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) - também aceitam cartão de crédito e débito que possuem tecnologia de 'pagamento por aproximação', conhecida como NFC (Near Field Communications), nas cabines manuais.

 

Por meio desta tecnologia, o cliente pode utilizar, além do cartão físico nas funções crédito e débito, gadgets como celulares, relógios, pulseiras inteligentes e outros dispositivos que façam uso do pagamento por aproximação.

 

O novo meio de pagamento está disponível nas praças de pedágio das concessionárias CCR SPVias (principais rodovias do sudoeste paulista), CCR AutoBAn (Sistema Anhanguera-Bandeirantes), CCR ViaOeste (Sistema Castello-Raposo) e CCR RodoAnel (trecho oeste do Rodoanel Mário Covas). Com a inclusão dessas rodovias, o sistema NFC passa a ser aceito em todas as rodovias administradas pelo Grupo CCR.

 

A aceitação de cartão de crédito e débito com a tecnologia de pagamento por aproximação traz diversos benefícios aos clientes, explica Cleber Chinelato, superintendente de Tecnologia de Arrecadação da CCR. "A digitalização da economia mudou a forma como os pagamentos são feitos e era muito importante acompanhar essas transformações para melhorar a jornada do cliente", explica.

 

Além das concessionárias de São Paulo, o serviço está disponível em todas as unidades de rodovias do Grupo CCR nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

 

Grupo CCR

grupoccr.com.br


Marcas de Moda investem em collabs de olho em engajamento digital

 Especialista alerta para riscos jurídicos



Com estratégias de marketing e vendas costumeiramente distintas, as exclusivas grifes de alta costura e as marcas de moda de grande capilaridade (e preços mais acessíveis) vêm se encontrando com frequência em uma tática comum: as collabs. O termo vem da abreviação da palavra inglesa “collaboration”, que significa colaboração.

“Por meio delas, duas marcas unem esforços para criar produtos únicos e exclusivos e iniciar uma conversa entre seus públicos – atingindo consumidores que, até então, não faziam parte da sua clientela”, afirma Maria Carolina de Souza Guazzelli, head da área de Fashion Law do escritório Felsberg e Advogados.

Embora não sejam novidade, as colaborações ganharam força nos últimos anos, por duas razões. A primeira diz respeito às mudanças nos hábitos de consumo em um ambiente cada vez mais digital – em que as redes sociais são, muitas vezes, o centro das campanhas, e o segredo do sucesso é o engajamento. A segunda é que as parcerias podem ser bastante estratégicas para a expansão das marcas para além de sua audiência costumeira.

Dados de mercado mostram o poder das collabs na hora de atrair a atenção dos consumidores. Uma pesquisa realizada pelo site britânico Hey Discount, leva em consideração o número de artigos publicados na mídia sobre as colaborações, as citações nas redes sociais e as pesquisas no Google para listar as 10 principais collabs da última década.

A maior delas, a parceria entre as marcas Off-White e Nike, rendeu mais de 2,6 milhões de buscas no site e 3,6 milhões de artigos jornalísticos. Nas redes sociais, foram 72 milhões de visualizações no TikTok e 558 mil posts no Instagram.



CUIDADOS JURÍDICOS

A advogada ressalta, porém, que não se trata de um simples acordo de licenciamento. “Estamos falando de um contrato de parceria, em que uma marca se responsabiliza, por exemplo, pelo design do produto, enquanto a outra contribui com a fabricação e comercialização.”

Do ponto de vista jurídico, Guazzelli afirma que, para implementar uma collab, é necessário que as empresas assinem um contrato, que deverá deixar claras as obrigações de cada uma das partes. 

“O objetivo é detalhar com precisão como será criado o produto, quem ficará responsável pelo design, se haverá a necessidade de aprovação da outra parte, quais materiais deverão ser utilizados, como será a forma de distribuição e comercialização, forma de lançamento, bem como divisão dos custos e receitas”, diz.

Ainda de acordo com ela, é importante lembrar que contratos de parceria envolvem não apenas a expertise das companhias na indústria da moda. Eles também precisam levar em consideração o conhecimento de diferentes áreas do direito – uma vez que remetem a questões de propriedade intelectual –, bem como a aspectos tributários importantes (principalmente quando uma das partes é estrangeira).

Questões contratuais relacionadas às delimitações de responsabilidade entre as partes também devem ser contempladas.

“As collabs já se mostraram extremamente eficientes do ponto de vista estratégico e vêm se consolidando no mercado. Compete às marcas e aos seus departamentos jurídicos zelarem pelos contratos, para que eles sejam claros e detalhados, permitindo o sucesso das colaborações – e sem dores de cabeça no futuro”, diz a advogada.

 


Felsberg Advogados

https://www.felsberg.com.br/


Shopping Taboão promove 1ª Feira Virtual de Adoção de Animais com Deficiência

 

Ação em parceria com o Projeto Cãodeirante acontece nas redes sociais até 18/11


O Shopping Taboão, em parceria com o projeto Cãodeirante, promove a  1ª feira virtual de adoção de animais com deficiência. A iniciativa, que acontece nas redes sociais do empreendimento, tem como principal objetivo dar voz a essa causa animal e trazer os pets com deficiência para mais perto de famílias que desejam adotar um melhor amigo.

Até o dia 18/11, os seguidores das redes do empreendimento conhecerão 10 animais e suas encantadoras histórias. Todos eles estão disponíveis para visitação de uma nova família e, quem sabe, receber uma nova casa.

“O Shopping Taboão assumiu o compromisso de ajudar nas causas animais. Temos um lindo histórico de dezenas de animais que encontraram uma nova família nas feiras realizadas aqui no empreendimento, com a ajuda de vários parceiros. Desta vez, nosso objetivo é dar voz aos animais com deficiência, que muitas vezes nem são cogitados na hora da adoção” comenta Mariuche Ismerim, gerente de marketing do Shopping Taboão.

Sophia Porto, psicóloga, uma das fundadoras do Projeto Cãodeirante e tutora do Marrom, cachorro paraplégico que inspirou a criação do projeto, fala da dificuldade da adoção desses animais, que muitas vezes passam a vida nos abrigos de resgate. “Sou voluntária há muitos anos em ONGs da causa animal e foi assim que conheci o Marrom, o meu ‘cãodeirante’. E ao longo desse trabalho, observamos muitos animais que não ganham uma família por conta de suas deficiências. Nosso projeto tem o objetivo de cuidar desses pets e desmistificar o preconceito diante de cada um deles”, explica.

Giovanna Perdomo, co-criadora do projeto, diz que ele nasceu da necessidade que ambas observaram em oferecer mais informação e apoio para quem adota um animal com deficiência, além de promover a visibilidade de cada um deles que ainda busca por um novo lar.  “Já passaram pelo projeto inúmeros animais que seriam eutanasiados e hoje, com muito carinho e cuidado, alguns até voltaram a andar. Poder levar informação para mais famílias, dar oportunidade para conhecer esses pets e entender que de ‘coitadinho’ só o preconceito, é fundamental para ampliar a adoção”, finaliza Perdomo.  

Com quase três anos de existência, o Projeto Cãodeirante já recebeu o apoio de diversas celebridades e influenciadores, incluindo a cantora Anitta. Para aqueles que desejam se tornar tutores, basta entrar em contato diretamente com o projeto Cãodeirante por meio das redes sociais ou pelo número 96873-6109. 

 

 

Shopping Taboão – 1ª Feira Virtual de Adoção de Animais com Deficiência
Data:
Até 18 de novembro
Instagram: @shoppingtaboão e @ocãodeirante
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Mulheres na Tecnologia: o que você tem a ver com isso?

Apesar das oportunidades e do crescimento do setor, ainda é baixa a representatividade das mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, no mercado de Tecnologia. O desafio é ainda maior para as mulheres que também são mães. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE, as mulheres representam somente  20% dos profissionais que atuam em Tecnologia da Informação (TI). 

Ouvimos essa constatação em vários fóruns diferentes, em artigos do LinkedIn e em outros meios. Porém, o quanto nos sensibilizamos por essa causa? Ou melhor, o quanto entendemos o que significa essa informação e o impacto no mercado de trabalho ou na sociedade?

Fato é que, a grande maioria das pessoas desconhecem os grandes feitos tecnológicos realizados por mulheres da nossa história. O primeiro algoritmo a ser processado em uma máquina foi escrito por uma mulher, Ada Lovelace, em meados do século 19. Grace Hopper liderou a equipe que criou o primeiro compilador para linguagem de programação chamado Cobol e Hedy Lamarr inventou o sistema que serviu de base para os telefones celulares. 

Além disso, se em 1962 o homem colocou o pé na lua, deve-se a Katherine Johnson, que calculou equações complexas para garantir que a missão ocorresse em segurança. E como as grandes mulheres da computação, existem milhares de outras com feitos extraordinários! A dicotomia então, é de um lado haver mulheres precursoras dos grandes feitos tecnológicos, e de outro um cenário desequilibrado de oportunidades entre gêneros.

Talvez, a resposta esteja mais na falta de compromisso das pessoas com o tema do que propriamente na ausência de iniciativas corporativas. Uma pesquisa realizada pela Organização não Governamental (ONG), Plan International Brasil, mostrou que mais de 80% das meninas entrevistadas entre 6 e 14 anos já possuem atribuições domésticas como lavar louça, arrumar a cama, limpar a casa. Enquanto isso, apenas cerca de 12% dos meninos se envolvem nessas atividades.

Para a pesquisadora da London School of Economics, Joanna Burigo, existe a determinação dos valores compartilhados por mulheres e homens e dentro dessa construção não há naturalização de que a mulher pertença ao campo das ciências. Ao contrário disso, as mulheres são associadas ao universo reprodutivo e aos cuidados com os outros e os estereótipos culturais moldam as escolhas femininas.

Outra pesquisa realizada pela PNAD revelou que 79% das mulheres que ingressam em graduações relacionadas a área de Tecnologia da Informação abandonam a faculdade ainda no primeiro ano. A escassez feminina nessas áreas é refletida na falta de profissionais no mercado de trabalho.

Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa McKinsey afirmou que a baixa presença feminina no mercado de trabalho de tecnologia é fator limitante ao crescimento econômico. Afinal, não se pode mudar o mundo com menos da metade da população. Escola, família e sociedade devem atuar juntas para estimular o interesse das mulheres nas exatas. A questão aqui é construir um mundo melhor para todos os gêneros.

Além disso, estudos revelam que existem habilidades mais proeminentes nas mulheres, como a resiliência e a capacidade de atuar com multitarefas, o que faz diferença no dia a dia corporativo.

São diversas as iniciativas de empresas engajadas em aumentar a representatividade feminina na tecnologia, através de cursos, ONGs, grupos, projetos e muitas outras oportunidades voltadas para formar e incluir mulheres. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), em 2020 a atuação feminina no setor saiu de 27,9 mil para 44,5 mil, um crescimento de 60%. 

Entretanto, enquanto não entendermos que somos todos responsáveis por essa inclusão, levaremos anos para mudar essa realidade.

Então, o que temos a ver com isso?

Temos o poder de incentivar nossas filhas, sobrinhas, vizinhas a participar dessas iniciativas. Podemos apresentar as possibilidades, estimular o estudo e o engajamento das nossas crianças e adolescentes na área de tecnologia. Entender a relevância e a importância dessa causa e passar adiante também pode contribuir. Essa é a nossa responsabilidade.

 

Daniella Hernandez - Agile Lead Coach na AP Digital Services, com 23 anos de experiência na área de TI. Pós-graduada em Engenharia de Software e mestrada em Engenharia da Computação, foi professora universitária por 10 anos. Possui certificação em SAFe 5.0, KIKF, SFPC e KMP. É voluntária em ações voltadas para crianças carentes, apresentando peças teatrais em abrigos e escolas públicas na cidade de Atibaia. Também é mãe orgulhosa da Mariana Hernandez, que aos 9 anos foi semifinalista do concurso internacional Technovation Girls e palestrante no TDC Kids edição 2021.


AP Digital Services


Gestão acertada reduz demissão surpresa

Pesquisa da consultoria Produtive, realizada nos meses de maio e junho deste ano, trouxe um apontamento interessante, 61,4% dos trabalhadores demitidos disseram que não esperavam por essa decisão.

Para começar gostaria de tocar em algo que venho falando com uma certa frequência que é o propósito em tudo o que fazemos, aqui em especial focando no campo profissional. A pandemia deixou um rastro que ainda não foi corrigido pelas empresas, que é o do excesso de reuniões. Num período fazia sentido, não estávamos acostumados a trabalhar à distância. Agora estamos. Porém não paramos com essa medida. 

Essa não é uma ação sem consequências, recente estudo realizado por Steven Rogelberg, professor de ciência organizacional, psicologia e gestão da Universidade da Carolina do Norte, conclui que as grandes empresas gastam US$ 100 milhões por ano com reuniões desnecessárias. Naturalmente as companhias menores têm uma despesa ou um desperdício menor com essas ações, mas é fato que também o tem. A conta tem que ser feita conforme o tamanho de cada uma.

De forma prática, além de todo esse gasto, se uso meu tempo participando de reuniões como resolvo aquilo que pede minha atenção? Além disso, é comum que muitos participantes nem saibam o porquê de terem sido convidados para aquele encontro. Isso pode de alguma forma comprometer o resultado do trabalho? É claro que sim e se não há entrega, naturalmente há um aumento na possibilidade de entrar na fila daqueles que serão desligados, caso a empresa passe por algum problema financeiro, o que temos visto de maneira recorrente, especialmente em startups.

É necessário adotar uma postura e ferramentas que permitam fazer a análise do desempenho de cada um dentro da organização da maneira mais objetiva e eficiente possível. Indico o uso dos OKRs - Objectives and Keys Results (Objetivos e Resultados Chaves) -, por ser uma ferramenta ágil de gestão onde, dentre várias outras coisas, você atualiza um software com o avanço do seu trabalho ou faz uma reunião bastante objetiva, aproveitando melhor o tempo dispensando com isso diversas reuniões. Também o funcionário sabe o que fez e o que precisa fazer, se não souber, cabe a liderança atuar e fornecer os elementos necessários. Naturalmente, se ele estiver em débito com suas atividades, não será surpreendido se entrar numa lista de demissões. 

Outro ponto importante em todo esse cenário é o de que é preciso entender os motivos do atraso nas entregas das atribuições de cada um. Neste caso, valem os feedbacks pontuais e frequentes para que se entendam essas razões e, mais, para ajudar aquele integrante do time a se desenvolver melhor. A pesquisa da Productive mostra, inclusive, que 35,7% dos funcionários desligados não ficam sabendo nem na hora da demissão quais foram as razões que os colocaram naquela condição. Há aqui uma demonstração clara de que a troca de informações é rara. Em alguns casos, vários até, aquele que não tem uma entrega satisfatória não está na função ideal. Basta um ajuste pequeno. Esse apontamento está nas premissas da gestão por OKR aliada ao Constant Feedback and Reward (CFR) ou feedback e reconhecimento constante. 

Uma boa troca de informações com cada membro da equipe, com ajustes pontuais, rende muito mais que uma reunião geral, que tira a todos de suas funções, mas que, na verdade, serve apenas para um ou outro. Nesses encontros pontuais e pessoais, indico apontar o que foi alcançado e o que ainda não se conseguiu alcançar para, não só corrigir uma rota, como também, se necessário, mudar, ou, no caso, trocar aquele membro da equipe de função.

 

Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKR. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas.

http://www.gestaopragmatica.com.br/


5 dicas preciosas para ser feliz na Black Friday

Pixabay

Advogado alerta: cautela e preparação antes das compras


Está chegando a Black Friday e, este ano, a corrida aos descontos e promoções acontece no próximo dia 25. Mas para os consumidores mais apressadinhos, as compras já começaram, com anúncios do Mês e da Semana Black Friday. 

Descontos antecipados, principalmente na data oficial do Black Friday, sair para comprar pede cautela e preparação. De acordo com o advogado Francisco Gomes Júnior, especialista em direito digital e presidente da ADDP (Associação de Defesa de Dados Pessoais), evitar atropelos de última hora pode ser o grande segredo para boas compras: “Pesquise, faça um planejamento orçamentário e não gaste mais do que pode”, afirma.

Segundo Gomes, o impulso e a pressa em realizar uma compra tornam todos mais vulneráveis a golpes. “Tenha calma e prudência, pois o dinheiro não aceita desaforos” finaliza.

O advogado lista 5 dicas úteis para o sucesso nas compras:

  1. Se estiver interessado em algum produto específico (um eletrodoméstico por exemplo) pesquise os preços desde já. Salve os valores que hoje são cobrados (tirando fotos ou imprimindo anúncios) para poder comparar com aqueles que serão praticados na Black Friday, assim você saberá se a promoção é verdadeira e qual desconto está sendo oferecido;
  2. Desconfie desde já de grandes promoções e promessas de venda de produtos em valores muito menores aos praticados no mercado. Pesquise sobre a reputação de lojas que estejam com promoções exageradas;
  3. Se possível, faça um planejamento para comprar o que deseja à vista ou no menor número de parcelas possíveis. Fuja dos juros que estão em alta e aumentam muito o custo do produto. Quando estiver diante de promoções para pagar em muitas vezes sem juros, verifique se os juros não estão embutidos no valor;
  4. Tome muito cuidado com golpes nesse período. Com a proximidade da Black Friday inúmeras fraudes são tentadas. Ao receber emails ou mensagens, não clique em links que não tenha certeza de serem seguros. Clicar em um link malicioso pode representar perigo para seus dados pessoais;
  5. Se for realizar uma compra on-line aproveitando promoção por meio de site de loja ou plataforma no exterior, observe bem a cotação da moeda estrangeira em relação ao real e veja se o câmbio está adequado. Verifique também o valor que será pago com imposto e outros encargos, bem como a previsão de entrega e a rastreabilidade de seu pedido. 

Francisco Gomes Júnior - Sócio da OGF Advogados. Presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). Autor do livro Justiça Sem Limites. Instagram: https://www.instagram.com/franciscogomesadv/

 

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