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domingo, 13 de novembro de 2022

Segundo estudos, crianças com pets desenvolvem habilidades múltiplas

Crianças que convivem com animais aprendem a fazer leitura corporal, um elemento fundamental para a empatia

 

Conviver com animais traz importantes benefícios na vida das crianças, pois ajuda na formação de competências para a vida adulta. É uma forma de experimentar o mundo físico e social, estimulando habilidades motoras e cognitivas, e, ao mesmo tempo, diminuindo problemas emocionais por meio do vínculo afetivo com o animal. 

Segundo Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, da Infância e Adolescência, preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria); o desenvolvimento infantil é dividido em crescimento biológico (aspecto físico) e o desenvolvimento das habilidades e das capacidades (cognitivo, emocional e social). 

“Apenas 30% do desenvolvimento infantil é genético, e 70% depende de estímulos externos (brincadeiras, atividades e exercícios), principalmente até os 3 anos de idade. Quanto mais estímulos ao cérebro, mais conexões neurológicas se formam, e a espontaneidade na relação da criança com os animais favorece essa evolução em diversas esferas”, afirma a psiquiatra. 

Estudos mostram que crianças com animais de estimação desenvolvem benefícios nas seguintes áreas:

 

Benefícios físicos

Um estudo publicado no American Journal of Public Health, realizado por pesquisadores da Universidade St. George, em Londres, no Reino Unido, mostrou que crianças que interagem com seu animal tendem a não desistir com facilidade de atividades que julgam ser difíceis. Junto com o animal, a criança tenta novamente, com persistência, até conseguir realizar seu objetivo, de maneira que nenhum programa de televisão, jogo, videogame ou brinquedo conseguiu estimular. 

“Além disso, crianças que interagem com animais possuem maior desenvolvimento motor, incentivando a realização de atividades de coordenação motora global (engatinhar, ficar em pé, andar, equilibrar-se, correr, subir e descer escadas) e atividades de coordenação motora fina (desenhar, pintar, segurar objetos pequenos)”, reforça a psiquiatra.

 

Benefícios psicológicos

Um estudo realizado pela Universidade de Oklahoma e publicado no site do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), nos Estados Unidos, acompanhou 643 crianças de 4 a 10 anos por 18 meses e concluiu que as crianças que convivem com animais têm menos probabilidade de sofrer de ansiedade infantil. 

Já outra pesquisa, feita pelo The Human Animal Bond Research Institute (HABRI), nos Estados Unidos, mostrou que 74% das crianças com pets têm um maior bem-estar mental. 

“Cuidar de um bichinho (alimentar, educar, treinar) auxilia na distração da mente, tirando o foco de pensamentos negativos. Isso faz a criança se sentir mais segura, confiante, útil, valorizada e importante, ajudando na sua autoestima”, pontua Danielle Admoni. 

Além disso, o pet ajuda a criança a se sentir competente e responsável, de maneira muito mais eficaz do que realizar tarefas cotidianas. Os animais proporcionam experiências que envolvem paciência, autocontrole, respeito e autonomia.

 

Benefícios sociais

Segundo um estudo da Universidade de Cambridge, crianças que têm vínculo forte com os pets ajudam mais aos outros, aprendem a dividir e interagem mais. A pesquisa analisou o comportamento de crianças de 2 a 12 anos de idade. 

De acordo com a psiquiatra, quando uma criança convive com algum animal, ela aprende a fazer leitura corporal, um elemento fundamental para a empatia (capacidade de compreender o sentimento ou a reação do outro). Assim, ela passa a enxergar o próximo com mais facilidade, como alguém com características e sentimentos diferentes dos seus. 

“Isso estimula a criança a não ser egoísta, a não olhar apenas para si mesma, tornando-se um ser humano mais sociável, compreensivo e empático. O animal também favorece a aproximação entre pessoas. Crianças mais tímidas, diante de situações novas e com pessoas desconhecidas, tendem a se fechar. A presença do pet tira o foco de atenção à criança, fazendo-a se sentir mais relaxada e segura para se relacionar com os outros”.

 

Benefícios cognitivos

O processo de cognição envolve o desenvolvimento de linguagem, pensamento, raciocínio, memória, atenção, percepção e imaginação. É nessa área do desenvolvimento que a criança percebe o ambiente externo em que vive e que nos relacionamos. Este processo passa por fases, sendo que a passagem de uma para outra depende dos estímulos que a criança recebe e da reação própria sobre esse novo conhecimento. 

Pesquisas da Academia Americana de Neurologia mostram que as crianças que interagem constantemente com os animais apresentam maior desenvolvimento cognitivo, obtêm pontuação maior em testes de QI (Quociente de Inteligência), melhoram o rendimento na leitura e possuem mais criatividade. 

“Vale lembrar que também haverá situações em que a criança poderá sentir raiva ou frustração, caso o animal não a obedeça ou morda suas coisas. Provavelmente, a primeira reação dela será de querer bater ou gritar. É aí que os adultos devem interceder e explicar que o animal não sabe o que está fazendo e orientar a criança de forma a aprender a lidar com ele com respeito e dedicação”, finaliza Danielle Admoni.

 

Veterinário alerta para o perigo de intoxicação em animais

Quanto antes o diagnóstico mais chances de minimizar os efeitos. Hemodiálise pode ajudar no tratamento dos casos de intoxicação e envenenamento.


Após recentes casos de intoxicação por etilenoglicol, muitos tutores estão preocupados em como identificar e tratar seus pets em caso de possível intoxicação. Por isso, o veterinário do Hospital Veterinário Veros, Rafael Trevisan, alerta aos primeiros sinais que o animal pode apresentar.

Segundo o especialista a principal função do etilenoglicol é agir como anticoagulante em países com temperaturas extremas, e aqui no Brasil, para resfriamento de máquinas, tratamento de ferrugens de motor e radiador de carros. Mas casos recentes colocaram um alerta importante sobre o tema envenenamento.

Avaliar os sintomas como diarreia, vômito e falta de apetite são possíveis indícios de intoxicação. “Caso seu pet esteja com algum desses sintomas é imprescindível a procura imediata por um especialista para avaliar de perto as causas e indicar o melhor tratamento”, afirma o veterinário.

O diagnóstico, na maioria das vezes, é por anamnese com histórico de ingestão alimentar e, quando identificada a intoxicação nas primeiras horas, é feito lavagem estomacal ou a utilização do carvão ativado para neutralizar qualquer resido da substância que não tenha sido absorvida.

“O álcool etílico também é utilizado -- com acompanhamento médico - para neutralizar o envenenamento e agir no fígado, com o objetivo de minimizar os prejuízos para o animal”, recomenda o especialista.

Outro ponto importante para a efetiva recuperação do animal é uma avaliação renal e hepática minuciosa com exames de sangue ou urina que irão detectar o aumento de toxinas na corrente sanguínea, podendo reduzir ou até mesmo parar a produção de urina, além da ultrassonografia. Casos de insuficiência renal podem ser diagnosticadas em casos de envenenamento.

“A partir do diagnóstico da insuficiência renal entramos com a hemodiálise para ajudar a retirar parte das enzimas”, recomenda o médico. Caso o diagnóstico seja recente, o tratamento irá ajudar no equilíbrio ácido básico no sangue controlando o PH e as toxinas que o rim não consegue mais depurar. Segundo o especialista o que se recomenda, no geral, é um tratamento de uma semana a 10 dias, com hemodiálises esporádicas até a recuperação e evolução do quadro do animal. 


É importante salientar que, uma vez diagnosticado o quadro de insuficiência renal, o animal poderá desenvolver a doença de forma crônica, precisando ser monitorado para o resto da vida dele, porém levando uma vida normal.

 

Pet mais saudável: 8 cuidados simples de higiene para a prevenção de doenças

Divulgação

Escovação dos dentes e dos pelos, cuidados no banho, vacinas em dia e atenção extra na hora dos passeios estão entre as principais recomendações para manter o seu pet saudável

 

A preocupação com a saúde dos pets é tema central na vida de quem tem um bichinho. E não à toa: eles fazem parte da família e qualquer fator que interfira em seu bem-estar, afeta diretamente todos à sua volta. Mas a boa notícia é que com a adoção de alguns cuidados simples e diários de higiene é possível manter a saúde do pet a todo o vapor e evitar o desenvolvimento de doenças.

“Os cuidados diários de higiene com os pets fazem a diferença para a manutenção de uma vida saudável. Entre as medidas que devem ser feitas todos os dias estão a escovação dos dentes e dos pelos, que evitam as complicações da má higiene causadas pela falta desses hábitos”, afirma Gisele Starosky, médica veterinária da Fórmula Animal ― rede de franquias de farmácia de manipulação veterinária, que produz medicamentos e produtos voltados à saúde animal de forma personalizada.

E para ajudar os tutores nessa missão, Gisele preparou um guia sobre o assunto. Confira!


1. Na hora do banho, quais são os principais hábitos que os tutores devem ter que ajudam na prevenção de doenças?

Os banhos devem ser realizados conforme indicação veterinária, já que dependem da raça e de outros fatores particulares de cada animal. Além disso, outro ponto que deve ser ressaltado é a secagem do animal após o banho, que deve ser realizada com cuidado, para evitar queimaduras ocasionadas pelo mau uso do secador. Ainda, as patinhas ― principalmente entre os dedos ― devem ser higienizadas e secas logo após o banho. Ouvidos e olhos devem ser higienizados com cuidado após o banho. Os ouvidos podem ser limpos com limpadores auriculares de ph fisiológico, sempre que necessário. Já os olhos, podem ser limpos com soro fisiológico com o auxílio de uma gaze, tomando o cuidado para não machucar.


2. É preciso escovar os dentes dos pets? Com qual frequência?

O mais indicado é que seja feita a escovação diária, a fim de evitar uma série de doenças na cavidade oral. Esse cuidado cotidiano evita, principalmente, o desenvolvimento de tártaro, mau hálito e outras complicações. Lembrando que os produtos utilizados também devem ser de uso veterinário, cremes dentais de uso humano não são indicados. A escovação pode ser realizada com escovas específicas de uso veterinário ou com o auxílio de uma gaze enrolada no dedo.


3. E no caso de pets que não deixam os tutores fazerem a escovação, existe alguma alternativa?

Alguns produtos práticos como spray bucal e espuma de halitose podem auxiliar, já que possuem propriedades antimicrobianas. Mas é importante ressaltar que eles não substituem a escovação, apenas auxiliam em casos em que a escovação diária ou a cada 48 horas não é possível.


4. Escovar os pelos dos animais pode ajudar na prevenção de doenças? Elas precisam ser regulares?

Em cães com pelagem longa, a escovação diária dos pelos pode prevenir a ocorrência de nós, além de remover pelos mortos e manter a pele e pelos limpos. Em cães com pelagem curta esses benefícios também são observados, mas a frequência da escovação pode ser diminuída. Já em gatos, a escovação também é extremamente importante, já que evita a ingestão dos pelos e, consequentemente, a formação das famosas bolas de pelo.


5. Em relação a casinhas, caminhas e potes de água e ração, existe algum risco de contaminação? Qual a maneira certa de higienizá-los para garantir o bem-estar do pet?

Não há uma frequência exata para a higienização de caminhas, elas devem ser higienizadas sempre quando necessário com produtos neutros, para evitar acúmulo de sujidades. Potinhos de água e comida devem ser higienizados pelo menos duas vezes por semana, já que o acúmulo de restos de comida pode contribuir para a proliferação de microrganismos que podem ser nocivos ao pet.


6. Os passeios também podem colocar a saúde dos pets em risco? A quais pontos que os tutores devem ficar atentos?

Os animais que costumam passear devem estar com o esquema vacinal e a aplicação de antipulgas e anticarrapatos em dia. Isso porque, durante os passeios, os pets ficam predispostos a uma série de doenças que podem ser facilmente prevenidas com esses cuidados.


7. Existem cuidados específicos com a higiene que devem ser tomados em épocas mais frias ou mais quentes?

Em dias frios e úmidos, a higienização das patas após os passeios é importante para evitar umidade entre os dedos. E, no verão, é importante manter os remédios contra pulgas e carrapatos sempre atualizados, além dos banhos regulares já que as brincadeiras ao ar livre se tornam mais frequentes.


8. Os tutores devem tomar algum cuidado na hora de interagir com o pet? Existe o risco de transmissão de doenças por falta de higiene?

Os tutores devem limpar diariamente a caixa de areia dos gatos e, logo após, higienizar bem as mãos. Além disso, é sempre importante lembrar da importância da vacinação anual, que previne uma série de doenças nos animais. O vermífugo também deve ser administrado conforme indicação veterinária.

 


Fórmula Animal

 

Quatro dicas para cuidar da higiene oral dos pets

 

A doença periodontal é uma das enfermidades mais frequentes entre cães e gatos, por isso prevenção e consultas periódicas são fundamentais
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Veterinária lembra que cuidados preventivos refletem na saúde geral dos animais 

 

A doença periodontal é uma das enfermidades mais frequentes entre cães e gatos e os danos vão muito além do mau hálito. Assim como nos humanos, a falta de higiene bucal pode causar doenças orais, complicações sistêmicas, comprometimento das funções biológicas e agravamento de outras enfermidades já instaladas. Por isso, o cuidado rotineiro e o acompanhamento veterinário regular são essenciais.

Segundo a médica veterinária da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Franciele Fraiz, estudos de caso da rotina clínica indicam que as doenças periodontais afetam mais de 80% dos pets adultos, impactando dentes, gengiva, osso, cemento e ligamento periodontal. “Além do processo inflamatório das doenças bucais ser dolorido para os pets, enquanto o organismo do animal trabalha para combater a infecção, são produzidas substâncias denominadas imunocomplexos, que se instalam nos rins, aumentando as chances do desenvolvimento de doenças renais. A inflamação gerada no local permite que as bactérias entrem na corrente sanguínea e se instalem em outros órgãos, causando ou agravando doenças como a bronquite, a artrite e a endocardite”, revela a veterinária. Por isso, algumas dicas são fundamentais.


Escovação sim, preguiça não

A escovação dos dentes deve ser feita diariamente ou, ao menos, três vezes por semana para evitar o acúmulo do biofilme bacteriano, uma placa que se forma na gengiva cerca de 24 a 32 horas após a ingestão de alimentos. São essas bactérias que formarão os cálculos dentários, ou tártaro, como são popularmente conhecidos, e a doença periodontal.

Para que os pets aceitem a escovação dentária com tranquilidade, o ideal é acostumá-los desde filhotes. As primeiras tentativas podem ser feitas com uma gaze umedecida ou com dedeiras, até que o pet se acostume. Depois a escova dental, adequada ao tamanho do pet, pode ser introduzida à rotina. Para os pets que não foram acostumados desde filhotes, a dica é vincular a higienização bucal a recompensas positivas, assim o pet passa a associar o momento da escovação com passeios, brincadeiras, elogios ou carinhos e, consequentemente, consegue tolerar a higienização com mais tranquilidade.


Nem tudo o que é bom para nós, é bom para eles

Os pets devem compartilhar do hábito de escovar os dentes, mas não dos nossos cremes dentais. O flúor e o xilitol na quantidade contida nas pastas de dentes para humanos são tóxicos para os animais e podem provocar dores abdominais, náuseas, vômitos, letargia, danos no fígado e, até mesmo, convulsões. Enxaguantes bucais para humanos e outros produtos como bicarbonato de sódio e peróxido de hidrogênio também são proibidos para os pets. “Existem cremes dentais específicos para pets que, além de serem seguros para eles, podem ser manipulados com sabores atrativos, como frango, bacon, banana, entre outros”, recomenda a veterinária.


Ajudinha extra

Petiscos com componentes que auxiliam na higiene bucal, brinquedos que estimulam a mordedura, spray e espumas bucais com ativos para higiene e prevenção do mau hálito são alguns aliados para o dia a dia. “Na manipulação veterinária é possível preparar mousses, filme oral e lenços umedecidos com fármacos adequados para cada pet e com o sabor de preferência dele, porém, devem ser utilizados de forma complementar à escovação, pois somente ela é capaz de fazer a remoção dos resíduos alimentares e biofilmes bacterianos depositados diariamente na superfície dos dentes e gengiva”, aponta Franciele.


Tratamento e acompanhamento veterinário

Cuidar da saúde bucal dos animais é tão importante quanto a vacinação e o controle de ectoparasitas. O exame clínico realizado periodicamente é essencial, pois os sinais iniciais da doença periodontal são discretos e o tutor pode demorar a perceber que algo não vai bem.

Quando a placa bacteriana está instalada é necessária a realização de um procedimento cirúrgico para retirada da placa, restauração da profundidade da gengiva e extração dos dentes comprometidos. Os cuidados diários com os pets que passam pelo procedimento continuam os mesmos. “A remoção cirúrgica vai corrigir os danos causados anteriormente, mas o acúmulo de biofilme bacteriano acontece diariamente. E vale lembrar que a rotina de higiene bucal não anula a necessidade de visitas regulares ao veterinário e nem a possibilidade de uma nova intervenção, pois alguns pets têm maior tendência à formação de placa bacteriana e doenças periodontais”, finaliza a veterinária.

 

 

DrogaVET

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Pets e calor: CEUB dá dicas para proteger cães e gatos do clima quente e seco

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Veterinário indica o que fazer para evitar os malefícios das altas temperaturas da estação 

 

Em tempos de temperaturas altas e baixa umidade do ar, os cuidados com a saúde precisam ser redobrados. Assim como os humanos, os animais de estimação sofrem uma série de problemas ocasionados pelo calor e precisam de atenção especial. Médico Veterinário e responsável pela Clínica-Escola de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília - CEUB, Bruno Alvarenga faz um alerta de como cuidar dos pets em dias de alta nos termômetros.

No período de calor e seca, muitos animais sofrem com desordens respiratórias e com o stress térmico. Para amenizar transtornos, Bruno aponta que algumas medidas podem ser adotadas para proteger os cães e gatos, como: brincadeiras com água, fornecimento de água gelada ou com gelo, uso de fontes circulatórias, aumento da oferta de alimentos úmidos, de potes com água e picolés caseiros de frutas e carnes. Além de disponibilizar um ambiente sombreado e, sempre que possível, colocar no ambiente umidificadores ou panos úmidos.

Para refrescar o pet, a tosa é outra medida válida, mas que deve ser realizada com cuidado, pois algumas raças de pelo longo já são adaptadas ao clima quente e a remoção dos pelos pode atrapalhar seus mecanismos de controle térmico. O veterinário afirma que, em alguns casos, a remoção do pelame de cães e gatos pode gerar grande estresse no animal.

No caso dos passeios diários com os pets, a dica do especialista é evitar sair nos horários em que a temperatura está mais elevada. “A exposição ao calor pode ocasionar queimaduras de coxins de cães (palmas das mãos e plantas dos pés) pelo contato com o piso quente, além de crises de hipertermia, que acometem principalmente raças braquicefálicas, como Pug e Bulldog, que podem culminar no óbito destes animais”, destaca Alvarenga.

O especialista alerta que caso um animal passe mal durante um passeio, seja apresentado prostração, dificuldade respiratória ou vermelhidão intensa das mucosas, ou apresente alteração ventilatória no ambiente doméstico, é recomendado prontamente buscar um atendimento numa unidade veterinária. “Lembrem-se que a prevenção sempre é o melhor cuidado”, completa o veterinário.

 

Obesidade e sobrepeso em cães e gatos: aprenda a identificar e a manejar essa condição


 

Para muitos, ver o pet com alguns quilos a mais pode parecer fofo, porém, quando se trata da realidade, pode ser extremamente prejudicial para a saúde e o bem-estar do animal. 

Segundo pesquisa da Mars Petcare, 59% dos cães e 52% dos gatos no mundo sofrem com o sobrepeso, ou seja, animais que estão entre 10% a 20% acima do peso ideal e, assim como a obesidade (animais que estão mais de 30% acima do seu peso ideal), são predominantemente causadas por um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de calorias. Algumas raças de cães são mais propensas a desenvolvê-lo em razão de suas características genéticas, como Basset Hounds, Beagles, Cocker Spaniels, Dachshunds e Labradores, de acordo com artigo da Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária (ABEV). No caso dos felinos, os mistos ou mestiços são mais vulneráveis a desenvolver essa condição. 

O sobrepeso e a obesidade podem ocorrer por uma alimentação inadequada e sedentarismo e são condições que podem predispor a diversas outras doenças como diabetes, problemas articulares, gastrintestinais, neoplasias, que impactam a qualidade de vida e a longevidade dos pets. Alguns sintomas costumam aparecer com frequência quando se trata de excesso de peso, são eles: 

  • Indisposição ao correr ou andar;
  • Dificuldades para se locomover ou se levantar;
  • Menor tolerância ao exercício;
  • Costelas pouco visíveis e palpáveis;
  • Depósito de gordura corporal, por exemplo, na base da cauda, região lombar, abaixo do pescoço e membros. 

Para solucionar as questões de obesidade e de sobrepeso, é recomendado que, em primeira instância, haja um direcionamento de um Médico-Veterinário, que possa diagnosticar o caso com precisão. Mas se tratando muitas vezes de uma questão de nutrição, a primeira opção é a reeducação dos hábitos alimentares do pet. 

A redução da quantidade de calorias ingeridas é essencial, porém, deve ser feita da forma correta para não comprometer a saúde do animal. A simples redução da quantidade de alimentos oferecida para o animal, geralmente, não é uma boa estratégia pois, além de restringir as calorias, todos os demais nutrientes acabam sendo restritos também, o que pode predispor a deficiências nutricionais. 

O principal objetivo do tratamento é o emagrecimento saudável, ou seja, perda de gordura corporal, manutenção da massa magra e controle do apetite para que o animal não sinta fome, o que pode comprometer a adesão do tutor ao tratamento. Vale ressaltar que a perda de peso é gradativa e o tempo de tratamento depende de qual percentual o pet está acima do peso. Tanto o diagnóstico quanto a recomendação da dieta e do tempo de tratamento devem ser feitos pelo Médico-Veterinário, e os acompanhamentos frequentes são fundamentais. 

Exercício físico também serve de grande aliado para que haja uma manutenção saudável da saúde do pet. Antes de realizá-los com intensidade, é importante seguir as orientações de um Médico-Veterinário para que não haja complicações. Exercícios de baixo impacto, como hidroterapia, são boas alternativas para cães que já tenham algum grau de comprometimento articular.

 

 Mars

 

Cães alérgicos: medidas para ajudar a superar as crises durante primavera-verão

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Alergia não tem cura, mas é possível controlar as crises e ajudar o pet a ter uma vida normal cuidando e nutrindo a pele
 

 

Coçar de vez em quando é normal, e isso não está necessariamente ligado a algum problema de saúde, mas para os animais alérgicos as mudanças de estações podem provocar piora nas coceiras e outros sintomas associados à alergia.

“As principais alergias nos cães são as alergias de pele, como a DAPE (Dermatite Alérgica à Picada de Ectoparasitos) e a dermatite atópica. Essa última é a condição alérgica mais comum, acometendo entre 20% e 30% dos cães e pode ser desencadeada por uma gama de alérgenos, incluindo o pólen que é extremamente comum nesta época do ano”, explica Mariana Raposo, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Ao mesmo tempo em que aumenta a incidência de alérgenos no ambiente, a primavera é conhecida pela mudança da pelagem do pet, onde os pelos mais densos que protegem do frio dão lugar à pelos mais leves para suportar o verão. A troca de pelos é um processo que também deixa a pele do animal um pouco mais sensível e suscetível aos desafios ambientais.

Mariana alerta que para os cães alérgicos o momento da troca de pelos é um pouco pior, porque, embora o processo seja comum em todos os animais, os pets que desenvolvem alergia já apresentam uma falha natural na barreira protetora da pele. Essa sensibilidade maior somada ao aumento da concentração de alérgenos no ambiente faz com que as crises de alergia se intensifiquem.

 

Como identificar uma crise de alergia no pet?

“As coceiras de alergia são bem mais intensas do que as coceirinhas normais, que todos os pets têm. São coceiras mais intensas, com as patas, os dentes, e até mesmo se esfregando em objetos e tapetes, ou no chão. Essas coceiras são acompanhadas de vermelhidão intensa na pele, queda de pelos em tufinhos em determinada região do corpo, e uma mudança perceptível na pele com descamação, um odor diferente do normal e até mesmo lesões de pele bem visíveis, como machucados ou feridinhas”, explica.

Além da coceira, o pet pode apresentar inflamação da pele, com uma vermelhidão característica ao redor dos olhos, da boca, nas patas, nas orelhas e na região de virilha e abdômen, locais onde a pele é mais fina.

 

Como curar e como prevenir as alergias nos cães?

Durante as crises agudas, quando a coceira é demasiado intensa e atrapalha a qualidade de vida do pet e dos tutores, é importante buscar ajuda veterinária para que o pet seja medicado de maneira adequada e a crise combatida, mas não existe cura! O que muitos tutores não sabem é que é possível utilizar algumas estratégias para que estas crises não sejam tão frequentes e nem tão intensas.

“Nós temos pouco controle sobre todos os alérgenos capazes de desencadear as crises, mas podemos auxiliar o pet no fortalecimento das defesas do organismo contra estes agentes. Seja através de protocolos capazes de educar o sistema imunológico do animal a não reagir de maneira exagerada quando exposto àquele agente, seja através do fortalecimento da barreira protetora da pele. A utilização de produtos como hidratantes, shampoos que nutrem o microbioma cutâneo, assim como os suplementos alimentares a base de ômegas com alta concentração de EPA, DHA e GLA específicos para o pet, ajudam a manter uma pele mais saudável e protegida, fortalecendo a barreira cutânea e ajudando na prevenção das crises alérgicas”, reforça Mariana.

Além dos cuidados com a saúde da pele, a proteção contra ectoparasitas (pulgas e carrapatos) é essencial para todos os pets, principalmente na primavera e no verão, quando eles se proliferam e estão mais presentes no ambiente. “A utilização de antipulgas e anticarrapatos na periodicidade correta indicada pelo médico veterinário também ajuda a prevenir as crises alérgicas, especialmente dos animais com DAPE, e atuam para a manutenção da saúde do pet como um todo”, finaliza. 

  

Avert Saúde Animal

www.avertsaudeanimal.com.br


Seis aspectos que devem ser levados em consideração na hora de escolher o alimento para o pet

A variedade de alimentos disponíveis no mercado pode gerar dúvidas nos tutores


As prateleiras dos pet shops comprovam: a variedade de alimentos para cães e gatos disponíveis no mercado é enorme! Existem opções para diferentes idades e portes de animais, raças específicas, condições fisiológicas e clínicas, versões naturais, preparadas com ingredientes frescos e livres de transgênicos, com antioxidantes naturais, entre muitas outras características. Com tantas opções, é natural que os tutores tenham muitas dúvidas sobre qual é a ideal para seu pet. 

Oferecer um alimento ao animalzinho vai além de saciar sua fome e garantir a sobrevivência. Geralmente, os animais de companhia têm uma única fonte de alimento, que será responsável também por assegurar sua saúde e qualidade de vida. “O cuidado com a nutrição dos pets pode evitar doenças e garantir uma vida longa e saudável, por isso, os tutores devem buscar opções que forneçam todos os nutrientes que eles precisam”, destaca Mariana Fragoso, médica-veterinária da Adimax e doutora em nutrição de cães e gatos. 

Mariana explica que as necessidades específicas dos animais dependem de fatores como espécie, porte, idade, condição física, entre outros, que devem ser levados em consideração pelo tutor: “Um animal filhote tem maior demanda energética, ou seja, precisa de mais energia para gastar ao longo do dia, e também precisa de maior quantidade de nutrientes no alimento quando comparado a um adulto. Assim como um animal idoso, castrado, uma fêmea gestante, ou lactante também possuem diferentes particularidades nutricionais. Por isso, existem alimentos desenvolvidos especialmente para cada fase da vida. O diferencial entre eles está exatamente na composição, pois o equilíbrio nutricional é feito conforme a necessidade de cada momento”. 

Para auxiliar os tutores, Mariana Fragoso relaciona seis aspectos que devem ser levados em consideração na hora de escolher o alimento mais recomendado para o pet:

 

Espécie:

Os gatos possuem necessidades nutricionais diferentes dos cães. Eles necessitam, por exemplo, de uma quantidade maior de proteína. Desta forma, cada espécie deve receber o alimento específico.

 

Idade:

Um filhote precisa de mais energia para gastar e de maior quantidade de nutrientes no alimento do que um animal adulto, uma vez que está em desenvolvimento e em plena atividade, e o alimento próprio para esta fase da vida fornecerá os nutrientes essenciais para que ele se desenvolva de maneira saudável. Da mesma forma, um animal sênior tem o nível de atividade menor e fornecer excesso de energia a ele pode resultar no ganho de peso.

 

Condição fisiológica:

Animais castrados, com tendência ao ganho de peso e fêmeas gestantes ou lactantes possuem necessidades nutricionais diferentes do que um animal adulto. A castração, por exemplo, promove mudanças fisiológicas e comportamentais que favorecem o ganho excessivo de peso, o que pode ser facilmente evitado com o alimento e manejo nutricional adequado.  

No caso de gestantes ou lactantes, as cadelas e gatas devem receber nutrição especial desde a gestação até o fim do período de amamentação, pois a lactação é considerada o maior desafio fisiológico que qualquer mamífero pode ter ao longo de sua vida, devido ao aumento de demanda energética e de nutrientes. Por isso, é fundamental que elas recebam um alimento que atenda suas necessidades e, consequentemente, beneficie os filhotes. Nesta fase da vida, a nutrição deve fornecer maior valor energético e níveis de proteína e gordura mais elevados. Os alimentos específicos para filhotes, por conta das necessidades desta fase de vida, são mais concentrados em nutrientes essenciais e fornecem mais energia do que as fórmulas para adultos, por isso, são ótimas opções para ajudar as futuras mamães a se manterem fortes e fornecem todos os nutrientes para seus filhotes. 

Já os animais com tendência ao ganho de peso necessitam de um alimento que forneça menos energia e promova mais saciedade, com equilíbrio entre gorduras e fibras para atender a esta necessidade.

 

Estilo de vida:

Cães e gatos sedentários podem apresentar necessidades energéticas diferentes dos animais ativos. Isso envolve, inclusive, o ambiente no qual o animal vive, que pode ou não demandar certa atividade na sua rotina (apartamento, casa com quintal, chácara).

 

Porte

Para os cães, o alimento específico conforme o porte se diferencia pelo tamanho da partícula, o que facilita a apreensão e mastigação.

 

O animal possui alguma enfermidade?

As doenças crônicas causam distúrbios fisiológicos ou metabólicos, que levam a exigências nutricionais específicas. Portanto, cães e gatos com alguma doença devem consumir, preferencialmente, o alimento recomendado pelo médico-veterinário para aquela condição. Entre as opções, temos alimentos que apresentam alguma condição clínica específica, como hipersensibilidade alimentar, obesos, com osteoartrite, em processo de recuperação de condições críticas (como traumas, pós-cirúrgico, caquexia, anorexia, hiporexia e convalescença), doença renal crônica, entre outras. O equilíbrio nutricional destes alimentos, chamados de coadjuvantes, é feito conforme a necessidade de cada enfermidade, para que eles auxiliem no controle da doença, melhorando a qualidade de vida e proporcionando maior longevidade aos cães e gatos. Seu uso deve ser feito sempre mediante prescrição de um médico-veterinário, que irá orientar o tutor, inclusive, quanto à porção a ser ofertada ao animal.

 

Adimax


Doença do Carrapato: a importância da detecção de Igm e IgG


As hemoparasitoses que acometem os cães são muito comuns no Brasil, principalmente porque as características climáticas, como as altas temperaturas e a umidade elevada, favorecem a proliferação dos carrapatos, principais vetores de hemoparasitas como a Babesia e Ehrlichia. Além da transmissão através do vetor, outra forma de contágio por estes patógenos pode ocorrer via transfusão de sangue. Fundamentais em acidentes graves, cirurgias complexas e transplantes de órgãos o sangue utilizado para a transfusão deve ser obrigatoriamente testado para evitar a infecções por hemoparasitas.    

A babesiose e a erliquiose são doenças com grande impacto para a saúde dos cães. Os sinais clínicos observados em cães acometidos muitas vezes são inespecíficos, e incluem apatia, falta de apetite, anemia e depressão. Considerando a dificuldade de identificar o agente causador da doença para realizar o tratamento adequado e efetivo, muitas vezes faz-se necessária a utilização de ferramentas complementares para o diagnóstico. 

O diagnóstico da babesiose e erliquiose pode ser feito pela detecção direta destes patógenos através de esfregaço sanguíneo periférico (como de ponta de orelha). Esta técnica é utilizada principalmente na rotina clínica, mas sabidamente possui baixa sensibilidade, e por isso a não detecção do patógeno na amostra não permite assegurar a ausência da infecção. Por outro lado, a sorologia baseada em ensaios imunoenzimáticos (Elisa), possuem alta precisão na identificação dos animais infectados, possibilitando ainda diferenciar a ocorrência de infecções recentes e tardias pela detecção de anticorpos de classe IgM e IgG, respectivamente. 

A Bioclin Vet é a única empresa que fabrica e comercializa kits licenciados no Ministério da Agricultura para o diagnóstico de Ehrlichia canis e Babesia canis para detecção de IgM, o lançamento Vetlisa Erliquiose IgM e o recém lançado Vetlisa Babesia IgM. A utilização destas ferramentas exclusivas, permitem ao médico veterinário:

-Detectar infecções recente destes patógenos (até 21 dias após a infecção), pela detecção de anticorpos de classe IgM

-Diferenciar da ocorrência de infecções tardias, pela detecção de anticorpos de classe IgG

-Diagnosticar a permanência de resposta imunológica residual utilizando os kits Vetlisa Erliquiose IgG e o Vetlisa Babesia IgG

-Realizar o diagnóstico diferencial da babesiose e/ou erliquiose que clinicamente apresentam sinais muito inespecíficos.

Desta forma, a Bioclin Vet possui a solução completa e os kits exclusivos que são aliados do médico veterinário, trazendo confiança e segurança no diagnóstico da erliquiose e babesiose canina.

 

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Nem todo passeio pode fazer bem para o pet

Freepik/rawpixel.com

Caso os tutores não sejam cautelosos, o passeio pode se tornar uma verdadeira cilada

 

Não há dúvidas, o passeio diário é fundamental para a saúde física e emocional do animal de estimação, porém, alguns locais ou simples caminhadas podem esconder alguns perigos para animais mais vulneráveis.

As médicas veterinárias da rede de hospitais WeVets - Giovanna Jurado e Luísa Rocchi, listaram os principais perigos e como garantir que todos divirtam-se em segurança. 


- Altas temperaturas proliferam parasitas;

Já é sabido que o calor contribuiu com a proliferação de ectoparasitas (pulgas e carrapatos). Por essa razão, para garantir a saúde do animal é muito importante manter a imunização em dia, caso haja algum tipo de contato com bactérias causadoras de zoonoses.  De acordo com a dra. Giovana, as principais vacinas são: V10, que protege o animal da Cinomose; Parvovirose; Coronavirose; Hepatite Infecciosa Canina; Adenovirose; Leptospirose Canina, etc. Além da anti-rábica, vacina de giárdia e Leishmaniose.


- Riscos da exposição ao calor ou frio intenso;

A dra. Luísa, alerta sobre a exposição ao calor ou frio extremo. Durante as altas temperaturas é muito importante se atentar aos horários dos passeios, uma vez que a temperatura do ambiente e do chão, principalmente asfalto, pode queimar as patinhas, que não são preparadas para resistir a superfícies quentes, além de sofrerem com quedas bruscas de pressão por conta do calor. “As patinhas dos cães não são resistentes ao calor e em contato com solos quentes sofrem com queimaduras. O ideal é programar os passeios para início da manhã ou fim de tarde e noite” – alerta a veterinária.

Já as temperaturas mais baixas provocam mudanças fisiológicas importantes no animal e ao contrário do calor, o ideal é optar por passeios no período da tarde, entre 10h e 15h, quando a o frio dá uma trégua. A exposição em horários de queda de temperatura pode causar gripes, resfriados, entre outros problemas de saúde de animais com pré-disposição.


- Atenção aos itens de Segurança;

Todo tutor adora ver seu pet livre para correr e brincar, porém, existem lugares apropriados para isso. Em grandes cidades, é extremamente importante que o animal ande sempre com coleiras de identificação, guias e em alguns casos focinheiras para proteção dele e dos demais. “Sugerimos sempre os peitorais, que devem ser resistentes e confortáveis, e sempre com a placa de identificação” – indica Giovanna.

Já Luíza alerta sobre os riscos externos, como carros, bicicletas e até o convívio com outros animais. “É natural que o animal disperse durante o passeio. Nestes casos é comum que outras coisas tirem sua atenção, por isso, estar preso ao tutor evita escapadas que podem ser fatais” – comenta.

Além disso, os animais que não são tão sociaiveis assim, também precisam do seu momento de descontração e nestes casos o mais indicado é que o animal use focinheira, garantindo a segurança dele e dos demais.

Por fim, as veterinárias afirmam que os passeios são de extrema importância e devem ser feitos regularmente. Com todos os cuidados, a prática só tornará o animal mais feliz e mais saudável, além de estreitar a relação com seu dono. E reforçam que nem todo lugar é apropriado para levar o cão, alguns ambientes com som alto, aglomerações e muito fechados, podem estressar o animal. “É obrigação do tutor preocupar-se com a higiene do animal, oferecer água fresca em todos os passeios e respeitar os limites do animal’ – finalizam.

  

Rede de hospitais Veterinários - WeVets

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https://www.instagram.com/we.vets/

 

Roupas com cores da bandeira do Brasil viram tendência e invadem ruas e academias

Água Azul lança a coleção Pentah, em comemoração aos cinco anos da marca.

 

A Copa do Mundo está chegando e muita gente já está entrando no clima e pensando nos looks e acessórios para torcer pelo Brasil. Pensando nisso, diversas marcas estão produzindo peças inspiradas na Copa, como é o caso da Água Azul -- marca de roupas fitness, que está lançando a coleção Pentah, em comemoração aos cinco anos da loja online. 

Rayssa Thebald, CEO da Água Azul, conta que gosta de participar ativamente da parte de criação das roupas da marca, ela esclarece que o ponto principal dessa coleção direcionada para o Brasil é transformar as peças em itens atemporais, que podem ser usados tanto em partidas, como em um barzinho com os amigos, festas e diversas outras ocasiões. 

“Normalmente as roupas produzidas exclusivamente para a Copa ficam estocadas no armário até o próximo campeonato, criamos peças que foram desenvolvidas com uma modelagem super confortável para que os amantes do esporte possam malhar e assistir aos jogos com um look super estiloso e confortável”, afirma.

A coleção Pentah possui camisão, cropped, top e legging. As peças estão disponíveis nas cores verde e amarela, estampas com um mix das cores do Brasil, além das combinações das cores do país com cores clássicas, como o preto e branco, para quem quer assistir à Copa com um look básico, mas ainda assim no clima. 

A Copa do Mundo acontecerá em um período em que o clima estará mais quente no Brasil, por isso as peças possuem um tecido fluído e super fresquinho para torcer sem medo. 

“Os brasileiros precisam voltar a se orgulhar de vestir as cores do Brasil. Muitos artistas e influenciadoras gringas estão trazendo essa tendência “Brazilcore” que são as roupas em alusão ao país para o dia a dia, que tem tudo para dar essa guinada com a expectativa do hexa”, assegura.





 


Água Azul

Insta: @useaguaazul

Site: Site Água Azul


10 ferramentas essenciais para quem mora sozinho: dicas para montar seu toolkit pessoal

 Joabson Lima, montador de móveis afiliado à plataforma online de serviços domésticos Parafuzo, compartilha sua lista pessoal de ferramentas indispensáveis 


Morar sozinho traz um grande número de vantagens, como a liberdade de decorar tudo do seu jeitinho, de poder escolher a hora de lavar a louça e arrumar a bagunça, e, por que não, de poder cantar alto e desafinado sem ninguém reclamar (salvo os vizinhos). Mas, apesar de todos esses benefícios, não ter uma companhia sob o mesmo teto também pode trazer muitos desafios, especialmente quando é a primeira vez que alguém administra um lar. 

Uma das maiores dificuldades na hora de cuidar da residência é a realização de pequenas tarefas que, quando acumuladas, podem dar uma grande dor de cabeça ao novo ‘dono de casa’. Trocar uma lâmpada, mudar a resistência do chuveiro, pendurar algo na parede, montar um móvel, etc, são habilidades que vão facilitar muito a rotina de quem mora sozinho, e, para que essas pequenas tarefas sejam realizadas, o morador vai precisar de alguns itens-chave. 

Joabson Lima, montador de móveis afiliado à Parafuzo – plataforma online que oferece serviços de limpeza e montagem de móveis de maneira prática e segura –  tem mais de 10 anos de experiência na profissão e compartilha com a gente as ferramentas essenciais que todo mundo deve ter em seu kit pessoal!

Martelo: Você não pode deixar de ter um martelo se quiser pregar qualquer coisa na parede. “E, se você optar pelo modelo com a cabeça bifurcada, ele também pode servir para extrair pregos”, explica.

Chave de fenda e chave phillips: A chave de fenda tem uma ponta reta e plana e a chave phillips tem uma ponta fina em formato de cone. Elas são fundamentais para montar móveis e apertar ou folgar parafusos. Joabson dá uma dica de ouro: “Recomendo comprar modelos com cabo emborrachado e pontas magneticas/imantadas, isso porque a presença do ímã facilita o trabalho em locais de difícil acesso, não deixando o parafuso cair tão facilmente”.   

Parafusadeira sem fio: Uma parafusadeira sem fio pode facilitar muito a sua vida na hora de instalar prateleiras, quadros, televisores, etc. “Dê preferência aos modelos mais leves e nunca esqueça de ler o manual de instruções”, recomenda o especialista.

Estilete: “O estilete é indispensável para cortes mais retos e precisos”, conta. Vale a pena investir em um modelo de boa qualidade e é sempre bom ter lâminas extras em mãos.

Base Para Corte: Uma superfície para corte é essencial para evitar danos na sua mesa ou no seu piso na hora de usar o estilete. Joabson ressalta: “Não é algo que todo mundo pensa na hora de montar sua caixa de ferramentas, mas evita problemas futuros”.

Alicate universal: O alicate não serve apenas para apertar parafusos, porcas e remover pregos. “É possível também cortar e dobrar arame, além de puxar e juntar fios”, complementa. 

Fita isolante: A fita isolante é essencial para pequenos trabalhos elétricos e hidráulicos. “Com ela é possível evitar problemas graves como um curto-circuito ou tapar temporariamente um vazamento no encanamento”.

Chave inglesa: É muito útil para segurar ou torcer objetos muito apertados, como porcas e fixadores. Joabson recomenda: “Dê preferência a uma chave ajustável, que pode se adequar a utensílios de vários tamanhos”.  

Trena: A trena é fundamental para medir móveis, paredes e pisos com precisão. 

Escada: Importantíssima não apenas para auxiliar na hora de fazer reparos, mas para trocar lâmpadas, alcançar prateleiras mais altas e até limpar os cantinhos do teto. “Sei que não é uma ferramenta e não caberá no seu toolkit, mas fará ajudará muito a sua vida em qualquer reparo doméstico”, finaliza Joabson. 

E nunca se esqueça: antes de começar a furar ou quebrar, é importante dar aquela olhada nas plantas elétrica e hidráulica do apartamento ou da casa para evitar um possível desastre!

 

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