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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Pesquisadores propõem método para magnetizar um material sem aplicar campo magnético externo

      

         Grupo da Unesp mostrou ser possível induzir o fenômeno por meio de compressão adiabática, ou seja, sem troca de calor com meio. Tal processo faz com que os spins das partículas constituintes do material se alinhem, magnetizando o sistema (imagem: Wikimedia Commons)

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A magnetização de um material sem a aplicação de campo magnético externo foi proposta por um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em artigo publicado no periódico Scientific Reports, o grupo indicou também o caminho experimental para alcançar esse objetivo.

O estudo faz parte da pesquisa de doutorado de Lucas Squillante, orientando do professor Mariano de Souza no Departamento de Física da Unesp, em Rio Claro (IGCE-Unesp). E, além de Squillante e Souza, contou com a participação da doutoranda Isys Mello, orientanda de Souza e do professor Antonio Seridonio, do Departamento de Física e Química da Unesp no campus de Ilha Solteira. O grupo contou com apoio da FAPESP.

“Dito de forma muito resumida, a magnetização ocorre ao se comprimir um sal de maneira adiabática, isto é, sem troca de calor com o meio externo. A compressão faz com que a temperatura do sal aumente e, ao mesmo tempo, promove um rearranjo nos spins das partículas constituintes do sal. Tudo isso para que a entropia total do sistema seja mantida constante. O resultado é que o sistema fica magnetizado ao fim do processo”, conta Souza à Agência FAPESP.

Para se entender o fenômeno, é preciso discorrer um pouco mais sobre dois conceitos apresentados na afirmação anterior: spin e entropia.

O spin é uma propriedade quântica que faz com que as chamadas partículas elementares (quarks, elétrons, fótons etc.), as partículas compostas (prótons, nêutrons, mésons etc.) e até mesmo átomos e moléculas se comportem como diminutos ímãs, posicionando-se no sentido norte ou sul quando submetidos a um campo magnético. Esse posicionamento é caracterizado pelos termos up (para cima) e down (para baixo).

“Materiais paramagnéticos, como o alumínio, que é um metal, são magnetizados apenas sob a aplicação de campo magnético externo. Já materiais ferromagnéticos, como o próprio ferro, podem apresentar magnetização finita mesmo na ausência de campo magnético aplicado, pelo fato de possuírem domínios magnéticos”, explica Souza.

Quanto à entropia, ela é, basicamente, uma medida de configurações ou estados acessíveis do sistema. Quanto maior o número de estados acessíveis, maior a entropia. Por meio de uma abordagem estatística, o grande físico austríaco Ludwig Boltzmann (1844-1906) associou a entropia de um sistema, que é uma grandeza macroscópica, ao número de configurações microscópicas possíveis das partículas que o constituem. “No caso de um material paramagnético, a entropia incorpora uma distribuição de probabilidades que descreve o número de spins para cima [up] ou para baixo [down] das partículas constituintes”, pontua Souza.

No estudo agora apresentado por seu grupo, um sal paramagnético é comprimido em uma única direção e sentido. “Ao se aplicar estresse uniaxial, o volume do sal diminui. Como o processo é conduzido sem que haja troca de calor com o meio, a compressão produz um aumento adiabático da temperatura do material. Aumento de temperatura significa aumento de entropia. Para que a entropia total do sistema se mantenha constante, é preciso que exista um componente de diminuição local de entropia que compense o aumento da temperatura. Com isso, os spins tendem a se alinhar, levando à magnetização do sistema”, explica Souza.

Desse modo, a entropia total do sistema mantém-se constante e a compressão adiabática resulta em magnetização. “Experimentalmente, o caráter adiabático é atingido ao se comprimir a amostra em um intervalo de tempo menor do que o de sua relaxação térmica – ou seja, a típica escala de tempo que o sistema leva para trocar calor com seu entorno”, detalha Souza.

Além disso, os pesquisadores propõem que o aumento adiabático de temperatura possa também ser utilizado para investigar outros sistemas interagentes, tais como condensados de Bose-Einstein em isolantes magnéticos e sistemas dipolares do tipo “gelo de spin”.

O artigo Elastocaloric-effect-induced adiabatic magnetization in paramagnetic salts due to the mutual interactions pode ser acessado em www.nature.com/articles/s41598-021-88778-4.

 


 José Tadeu Arantes

Agência FAPESP

https://agencia.fapesp.br/pesquisadores-propoem-metodo-para-magnetizar-um-material-sem-aplicar-campo-magnetico-externo/36204/


Como a Teoria da Complexidade Pode ajudar a Sua Microempresa com 5 Dicas

Unicórnios, decacórnios, hectacórnios. Bilhões e até trilhões de dólares. Empresas com tamanhos inacreditáveis devem ser assustadoramente complexas. Bem, o que não é complexo hoje em dia? 

Um simples ponto de venda de açaí pode ser demasiadamente complicado e demandar muita energia da equipe. É o mundo líquido com suas muitas incertezas e pouca segurança assustando os mais bravios gestores. 

Mas, acalme-se, a mesma teoria da complexidade que norteia grandes corporações pode te oferecer uma bela ajuda. 

Vamos aos pontos! 

 

1.     Desestabilizando o sistema

 

Nem tensão a ponto de estourar e nem frouxidão que não provoca. Um dos nomes na teoria da complexidade, Tentebaum, dá a dica:

 “Os administradores precisam manter a tensão em um ponto que gere uma imaginação dinâmica, sem exceder a habilidade das pessoas de controlar o estresse provocado”.

 

2.     Inovando com atratores

A teoria da complexidade sugere que em ambientes empresarias, para lidar com inúmeros desafios e ainda ser inovadora, uma empresa pode entregar mais liberdade para suas equipes e ainda assim ter certo nível de segurança. Como? Usando seus atratores como base.

Segundo Giovannini e Kruglianskas (2004) "entende-se, por atrator, um conjunto invariante, para o qual órbitas próximas convergem depois de um tempo suficientemente longo, isto é, valores para os quais tendem os valores resultantes de um sistema dinâmico não linear, após certo número de ciclos".

Ou seja, deixe muito claro para a sua equipe a missão e os valores da empresa, dê uma dose de incentivo e liberdade e veja mudanças acontecerem.

 

3.     Sua empresa tem redundância?

“Os sistemas com capacidade de sobreviver e evoluir geram processos redundantes, sendo que a redundância é um afastamento previsível da aleatoriedade (CKEIK, 2008; BAUER, 2008, GIOVANNINI E KRUGLIANSKAS 2004).

Redundância nesse sentido não é algo ruim. Pelo contrário! Diferentes pessoas conhecendo processos iguais é importante para que o todo possa funcionar em caso da falta de uma unidade. Distribuir informação é necessário, não centralize.

 

4.     Para Improvisar tem que Comunicar

Improviso, esse é outro termo que pode confundir. Improvisar não é fazer de qualquer jeito. O autor e estudioso da teoria da complexidade, Bauer, explica de maneira fácil:

“A improvisação caracteriza-se por duas propriedades-chave: a primeira é que os participantes comunicam-se intensamente uns com os outros, em tempo real; a segunda é que eles se concentram, deliberadamente, no que está acontecendo naquele momento”.

Ou seja, comunicação e foco!

 

5.     Adaptação

 

Expectativa pode não ser a realidade, e para falar a verdade, na maioria das vezes não é. 

 

Adaptar-se é mais que sobreviver, é evoluir. Com a velocidade das mudanças e a quantidade de elementos que temos que levar em consideração em nossas tomadas de decisões, adaptação talvez seja a ferramenta mais importante para você ter no bolso.

 

  

André Nicolau - Empreendedor, fundador da rede de escolas de música U4M, formado em marketing, escritor do livro Dirigindo Eventos.

@drenicolau

 

Este texto foi produzido como adendo ao trabalho de encerramento da disciplina Complexidade nas Organizações da Pós Graduação pela PUC Campinas.


Pandemia faz brasileiro manter desejo por planos de saúde e ampliar por carro, celular e internet veloz, mostra Vox Populi

 Pesquisa realizada a pedido do IESS indica avanço na intenção de manter o plano


O instituto Vox Populi identificou que a pandemia levou o brasileiro a uma mudança no perfil de seus desejos de posse. Como em anos anteriores, contar com um plano de saúde é o terceiro maior desejo do brasileiro, após casa própria e educação. Mas a pesquisa realizada a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) aponta crescimento do desejo de posse de carro próprio, aparelhos celulares, acesso à internet de alta velocidade e computadores. Ou seja, o período da pandemia e as novas necessidades do brasileiro deflagrou um processo de redimensionamento dos desejos da população, ainda que não interfira no ranking geral.

Os quatro itens mais desejados (tanto os que já contam com plano quanto os que não) continuam sendo casa própria (1°), educação (2°), plano de saúde (3°) e carro próprio (4°). Olhando as edições anteriores da pesquisa nota-se que houve uma alternância entre educação e casa própria na primeira colocação. Já o plano odontológico, que não era avaliado, ficou na nona posição tanto entre beneficiários quanto não beneficiários.

"O medo de contágio pela Covid-19 fez o carro voltar a ser objeto de desejo do brasileiro como forma de evitar deslocamentos em veículos com aglomerações, enquanto o distanciamento social impôs maior uso de dispositivos eletrônicos e banda larga, para consultas em telemedicina, aulas online para filhos em idade escolar", aponta José Cechin, superintendente executivo do IESS. "Tanto essa quanto as demais alterações no ranking de bens e serviços desejados podem ser reflexos da crise sanitária atual", reflete.



Intenção de permanência e recomendação

Os índices de intenção de continuar no plano atual também atingem seu melhor desempenho na série histórica, desde 2015 - ano em que a pergunta sobre intenção foi inserida na pesquisa. Avançando de 86% em 2015 para 87% em 2017, 88% em 2019 e, agora em 2021, atingiu 90%.

A taxa de recomendação por parte dos beneficiários também avançou de 79% em 2015 para 86% em 2021 entre aqueles que responderam que recomendariam para amigos e familiares o seu plano de saúde atual. O maior número foi encontrado em Manaus, 92%, e o menor em São Paulo, com 83%.

"A taxa vem em linha com outros números da pesquisa e reforça que o brasileiro passou a valorizar ainda mais o plano de saúde em meio à pandemia de Coronavírus", avalia Cechin. Ele informa que o levantamento foi feito em oito capitais metropolitanas. "O maior índice foi encontrado na região de Manaus, que sentiu fortes impactos da crise atual", lembra.



‘Segurança’ é motivo de desejo para planos odontológicos

Os resultados que envolvem planos de saúde exclusivamente odontológicos também atingem o melhor patamar na série histórica, resultado que ajuda a entender por que indivíduos e empresas continuam a contratar o benefício mesmo durante a pandemia da Covid-19. O instituto Vox Populi identificou que 83% dos beneficiários de planos odontológicos estão "satisfeitos" ou "muito satisfeitos" com seus planos.

A mesma tendência acontece em relação à recomendação do plano odontológico atual para familiares e amigos, que chegou em 85% dos entrevistados e a intenção em continuar com o mesmo benefício, registrado em 89% dos casos. "Grande parte da expansão dessa modalidade nos últimos anos é justificada pela ampliação desses planos aos beneficiários de empresas de pequeno e médio porte (antes, centralizadas em grandes corporações)", relata Cechin. "No geral, as principais razões do brasileiro para a contratação dos planos são ‘não depender da saúde pública’ e ‘ter segurança em caso de emergência’, ambos com 42%", explica.

Observando os números nacionais, os índices de satisfação em relação a planos odontológicos também registraram alta. O maior número foi encontrado em Porto Alegre, 98%, e o menor em Belo Horizonte, com 79%, além desses estados, Rio de Janeiro registrou 87%; Brasília teve a marca de 85%; Salvador, com 89%; Recife, com 84% e Manaus, com 91%.

Em abril deste ano, o Vox Populi ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

A íntegra da pesquisa está disponível no portal do IESS (https://www.iess.org.br/).

Pesquisa: Levantamento mostra como mercado de Educação se prepara para retomada no segundo semestre

 

Estudo conduzido pelo Grupo Rabbit com 600 escolas de todo o país analisou como as práticas de mercado sobre mensalidades, rematrículas e descontos serão realizadas; a estimativa é que o reajuste das mensalidades para 2022 fique entre 8 e 10%


Por mais de um ano lidando com todas as turbulências geradas pela pandemia, o avanço da vacinação em todo o país enfim pode trazer um horizonte otimista para a maior parte das escolas privadas. A gradual redução das restrições de circulação às redes de ensino passa a ser debatida mais intensamente entre pais, professores e alunos no segundo semestre de 2021.

Estimativas feitas pelo Grupo Rabbit – maior consultoria de gestão educacional da América Latina – com 600 instituições privadas de ensino brasileiras apontam que, com a retomada das aulas presenciais e a melhora da economia, o retorno de alunos que ficaram fora da escola durante todo o período pandêmico vai movimentar o mercado, como esclarece Christian Coelho, CEO do grupo.

“Muitos alunos saíram no ano passado devido à impossibilidade da realização das aulas presenciais e por questões econômicas, como a redução de salário e perda de emprego. Com a retomada das aulas e a melhora da economia, existe uma grande chance desses alunos retornarem, pois a maioria não conseguiu ingressar na rede pública”, explica.

Após o período das férias de julho, dependendo do nível de satisfação, as famílias começam a pensar na permanência ou não dos seus filhos nas escolas. É nesse momento que as instituições precisam pensar no seu planejamento. Segundo Coelho, esse fenômeno vai acontecer até o final do ano, indo na contramão dos últimos anos, em que a alta sazonalidade ia até meados de setembro.

Ele conta que agora elas precisarão dedicar seus esforços no tripé que vai ditar as regras do mercado nos próximos meses, se quiserem voltar a crescer: política de mensalidades, gestão de matrículas e redução da inadimplência. “O sucesso das renegociações nas mensalidades escolares foi ponto chave para que o mercado educacional não definhasse de vez com a crise, no entanto, à medida em que a melhora da economia e a volta das aulas presenciais se tornarem mais presentes no cotidiano de todos, muitas escolas podem começar a diminuir essa política de descontos”.

Coelho afirma que as escolas ainda irão se deparar com um “forte sentimento de recusa em normalizar os seus valores das mensalidades.” Uma das alternativas sugeridas por ele é conceder um benefício aos pais em troca do pagamento integral da mensalidade. “Pode ser a troca da mensalidade por atividades extras sem custos; descontos no material didático; ganho do uniforme; isenção da taxa de eventos; desconto por desempenho do aluno; essas são algumas estratégias eficazes para manter o aluno”, diz.

Por isso, as instituições precisam pensar em uma nova política de mensalidades, que deve levar em conta dois fatores: a inflação e a primeira parcela da anuidade. Estimativas feitas pelas escolas entrevistadas projetam o índice de inflação em cerca 5,40% até o fim do ano. Dessa forma, o CEO explica que os reajustes deverão ficar entre 8% e 10%. “O valor da anuidade para o ano seguinte é igual à última parcela do ano anterior, mais a composição do aumento salarial dos colaboradores, a inflação e o repasse dos investimentos, como os protocolos de segurança e tecnologia”.

Já para a primeira parcela da anuidade, o estudo aponta que a tendência das instituições será praticar algo em torno de 30% de desconto, seguindo a média dos últimos anos. Essa prática, no entanto, alerta Coelho, precisa ser feita com transparência com as famílias, para não gerar interpretações equivocadas. Ele explica que muitas escolas cobram na matrícula um valor menor que nas demais mensalidades, podendo deixar implícito às famílias de que aquele é o valor total da mensalidade.


O otimismo com a retomada da economia pode ser benéfico para o mercado educacional começar a se recuperar das perdas da pandemia. Para além da expectativa de procura das famílias, as escolas precisaram se planejar para manter um relacionamento recíproco com toda a comunidade, mesmo para os alunos inadimplentes. Caso isso não tenha ocorrido, agora é o momento certo para iniciar esse trabalho e superar as dificuldades.

 

Grupo Rabbit


Varejista, bares e restaurantes poderão parcelar seus débitos na dívida ativa com redução de multas e juros inscritos

A crise causou enorme impacto em toda a economia, mas os setores mais afetados foram os varejistas e de bares e restaurantes, que tiveram que ficar fechados ou com atendimento limitado por grande parte do período. Para buscar auxiliar essas empresas na retomada, o Governo do Estado de São Paulo abriu a possibilidade de negociação e parcelamento de obrigações do ICMS, inscritas em dívida ativa.

Essa possibilidade, aberta pela Procuradoria Geral do Estado se refere a fatos geradores tenham ocorrido entre 1º/1/2020 a 31/12/2020, e o devedor poderá pagar o crédito final líquido consolidado em uma única parcela ou em até sessenta parcelas mensais e consecutivas.

"A medida é importante, mas pouco. Muitos falam que é melhor isso que nada, mas falta sensibilidade do Governo Paulista com os empresários desses. Com funcionamento limitado esse grupo sofreu um grande golpe em seus negócios. O ideal é que esses estabelecimentos fossem beneficiados com uma carencia para pagamente desses e outros tributos para diminuir o peso desses valores e não simplemente fazer um parcelamento com redução modesta nas penalidades", avalia o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

A adesão tratada neste edital será feita entre de 1/6/2021 até 30/11/2021. O valor da transação será apurado pela aplicação às dívidas escolhidas pelo devedor, do desconto de 40% (quarenta por cento) sobre multas e juros, até o limite de 20% (vinte por cento) sobre o valor total das mesmas dívidas, com todos os consectários legais.

"Para aqueles empresários que conseguirão atender as condições do parcelamento, é interessante a adesão, mas é importante paciência na hora da opção, buscando uma melhor alternativa, que caiba no orçamento da empresa e que será honrada no decorrer dos meses. Também é importante analisar todos os débitos existente, evitando problemas futuros", alerta Richar Domingos.

Segundo a Procuradoria Geral, para adesão o devedor deverá acessar o endereço eletrônico https://www.dividaativa.pge.sp.gov.br/transacao, mediante utilização do mesmo login e senha utilizados para acesso ao Posto Fiscal Eletrônico - PFE. O devedor que não dispuser de acesso ao Posto Fiscal Eletrônico - PFE - deverá comparecer àquele de sua vinculação, para solicitar login e senha, ainda que tenha encerrado as suas atividades ou esteja em situação irregular perante o fisco.

O devedor que não tenha inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS de São Paulo deverá comparecer ao Posto Fiscal mais próximo de seu estabelecimento e solicitar login e senha. Devedores sem inscrição estadual e sem estabelecimentos em São Paulo deverão solicitar acesso por e-mail, no endereço


70% dos funcionários escondem sua sexualidade no ambiente de trabalho, segundo estudo da MindMiners em parceria com a SafeSpace

Entretanto, 50% enxerga de maneira positiva as campanhas de marketing do mês do orgulho LGBTQIA+



Uma pesquisa produzida pela MindMiners em parceria com a SafeSpace mostra que 53% dos respondentes do estudo, que são também funcionários de diversas empresas, enxergam de maneira positiva as marcas e organizações que fazem campanhas de marketing no mês do orgulho LGBTQIA+. 

 

Apesar da visibilidade positiva em relação às ações realizadas em junho, quase 70% dos entrevistados disseram que escondem ou já esconderam sua sexualidade no ambiente de trabalho por medo de sofrer discriminação. Ao se assumirem membros da comunidade LGBTQIA+, 55% responderam que já foram ou são vítimas de discriminação.

 

Para Rafaela Frankenthal, cofundadora da SafeSpace, apenas fazer marketing não é o suficiente para apoiar o movimento LGBTQIA+. “É preciso trabalhar para mudar a cultura interna das empresas. Avaliar se os valores e práticas da organização estão caminhando de acordo com o que as empresas prometem na comunicação externa e nas campanhas de marketing''.

 

Outro dado alarmante é que 64% dos respondentes já testemunharam alguma experiência de discriminação com algum colega no ambiente de trabalho pelo menos uma vez - sendo que 45% dos perguntados já testemunharam mais de uma vez. “Adotar a bandeira do arco-íris, o famoso pride, é uma mobilização significativa. As grandes marcas e companhias têm um papel fundamental nessa discussão, mas é preciso que seja um movimento de dentro para fora. E para isso escutar relatos dos colaboradores e colaboradoras sobre a experiência deles no ambiente de trabalho é fundamental. Temos que colocá-los no centro do debate e não esquecer quem são as pessoas que devem ser protagonistas das ações a favor do movimento”, explica Frankenthal.

 

Para chegar a esses resultados, foram entrevistadas 220 pessoas, todas autodeclaradas LGBTQIA+, entre os dias 7 e 14 de junho de 2021, com recortes de classe social, faixa etária, e região.


 

Marketing LGBTQIA+


Cerca de 40% dos entrevistados não souberam dizer se a cultura interna de suas empresas sustentam os valores a favor do movimento LGBTQIA + que promete durante o mês do Orgulho.

 

Danielle Almeida, CMO da MindMiners, reforça que as empresas precisam trabalhar de forma a tornar essa discussão mais confortável entre os funcionários. Na pesquisa, 35% dos entrevistados destacou ainda se sentir pouco ou nada confortável para tratar sobre ser LGBTQIA+ no ambiente de trabalho. “Construir um ambiente seguro é um primeiro passo para conseguir também desenvolver campanhas mais efetivas, que reflitam verdadeiramente os valores que a marca já possui e coloca em prática internamente”, conta Almeida.

 

Para Rafaela, esse dado mostra como muitas empresas criam ações pontuais e, depois de um tempo, deixam que a temática caia no esquecimento. “Daí a importância das empresas não só levantarem bandeiras de diversidade e da inclusão nas datas comemorativas, e sim carregarem essa  no DNA da organização”, afirma Frankenthal.

 

Mais dados da pesquisa corroboram a afirmação da cofundadora da SafeSpace: 80% dos entrevistados concordam que as empresas se aproveitam da data para levantar uma bandeira de ativismo social como manobra publicitária.

 

O estudo também perguntou aos participantes o que eles acham sobre a venda de produtos comemorativos estampados com a bandeira  LGBTQIA+. Para 42% dos entrevistados, isso não passa de uma tacada de marketing.

 

“O grande perigo de não saber trabalhar a representatividade de forma justa e criativa nas campanhas é conseguir o efeito oposto ao pretendido, podendo gerar impressões negativas para a empresa ou marca”, destaca Almeida.


 

Como virar esse jogo?

 

Para aumentar, de fato, a inclusão de pessoas LGBTQIA+  dentro das empresas, as pessoas entrevistadas acreditam que a ação mais importante é  contratar mais pessoas da comunidade LGBTQIA+. Em segundo lugar, criar políticas e mecanismos anti-assédio e anti-discriminação, e em terceiro lugar participar de mais eventos da comunidade. “Essas são, sem dúvidas,  práticas mais concretas e que contribuem para a evolução verdadeira das empresas"", finaliza a co-fundadora da SafeSpace.

 


 

SafeSpace

https://safe.space/por-que-safespace


Ergonomia em coworking: qual a importância e como ela pode afetar diretamente na relação com os clientes

 Uma infraestrutura adequada pode ajudar no bom desempenho profissional e empresarial


Os coworkings vêm se destacando cada vez mais no mundo corporativo, além de todos os benefícios que oferecem às empresas, como flexibilidade e baixo custo, é muito importante que os escritórios compartilhados pensem também na ergonomia de seus espaços, afinal, essa área que estuda a relação entre pessoas e o ambiente e o trabalho, tem grande relevância quando se pensa no conforto, bem-estar e até na segurança de quem frequenta o local. Exemplos disto são a qualidade da cadeira ergométrica, o barulho, móveis e limpeza, questões importantes e consideradas um diferencial para muitas empresas e trabalhadores que estão em busca de um lugar para realizar suas tarefas.

Esses fatores podem interferir diretamente na produtividade e qualidade de vida dos coworkers. Essa questão é tão importante que, aqui no Brasil, existe a Norma Regulamentadora 17 (ou NR 17), que define parâmetros que permitem a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo conforto, segurança e desempenho eficiente. Nos coworkings é um daqueles elementos que podem ser responsáveis pelo sucesso e parceria com os clientes a longo prazo.

O Club Coworking é um exemplo de local que possui uma boa estrutura em suas unidades e oferece desde uma boa iluminação até o posicionamento adequado dos equipamentos de trabalho, garantindo um melhor rendimento e confiança aos empresários e colaboradores. “Projetamos o Club justamente pensando na ergonomia e organização dos ambientes do coworking. Temos desde sofás confortáveis para relaxar no momento do expediente, cadeiras ergométricas de qualidade e que não causam dores na coluna, até mesas colocadas na altura ideal para que o trabalhador possa ter uma postura adequada ao utilizá-las. Aqui o cliente mantém o foco total no crescimento do negócio enquanto nós cuidados dos detalhes para a saúde de seus colaboradores", conta Patricia Coelho, Diretora de Operações e novos negócios do Club Coworking.

A segurança com relação a ergonomia do trabalho vai muito além de reduzir acidentes, ela também protege a integridade de todos que estão no ambiente. E devido a pandemia do coronavírus, esses cuidados aumentaram ainda mais, pois agora os coworkings precisam se preocupar com a higienização e proteção para que seus ambientes estejam totalmente limpos e seguros. Um local que mostre preocupação neste quesito vem chamando a atenção das organizações. “Logo no início da pandemia, incluímos dentro dos nossos protocolos sanitários máquinas de ozônio e UV, que mantem os ambientes esterilizados durante todo o dia, fazendo a higienização frequente dos ambientes e garantindo a limpeza total de todas as salas, principalmente as que podem ser compartilhadas, como por exemplo as de reuniões”, afirma Patricia.

Outro tema importante dentro deste aspecto é a acústica, pois para obter concentração e privacidade, as salas privativas precisam ser equipadas de maneira correta para não ocorrer desconforto entre clientes. Alguns coworkings, como o Club Coworking, possui cabines acústicas e soluções de isolamento nas salas, com vidro antirruído ou vidro duplo, onde há vidros com duas espessuras diferentes para isolar o som evitando que a comunicação externa afete o local que deve ser mais reservado. “Aqui todo espaço é pensado para facilitar o meu trabalho. Tenho uma ampla proteção e sigilo que a minha própria sala oferece por meio das cadeiras ergométricas e excelente acústica com vidro duplo que isola totalmente o som, garantindo tranquilidade e privacidade em um espaço reservado e seguro. Gosto muito da qualidade dos serviços e não penso em sair daqui tão cedo”, conta Mayra Fragiacomo, Managing Partner da Job Transition Consultoria em RH, cliente do Club Coworking.

A decoração do ambiente também faz parte da NR-17, pois empresas modernas e inovadoras sabem que um local de trabalho decorado com bom gosto é muito mais acolhedor e motivador. Afinal, a apresentação do escritório faz parte de uma boa estratégia de branding, pois transmite aos clientes qualidade e credibilidade. “As unidades do Club Coworking foram construídas sob o comando de uma equipe de arquitetos e designers focados na missão de promover bem-estar para os clientes, de forma a colaborar com o crescimento de negócios e com a credibilidade de empresas e startups”, revela Patricia.

Muito mais que criar relacionamentos interpessoais e ter um clima organizacional agradável, os fatores físicos e concretos dos coworkings, como mobiliário, qualidade dos recursos tecnológicos até a decoração são importantes, pois um ambiente de trabalho humanizado e confortável tem o poder de motivar e engajar as pessoas. Por isso, os escritórios compartilhados devem adotar soluções técnicas eficientes e que faça sentido para cada lugar, pois cada um tem suas necessidades especificas e que devem ser consideradas para que ele seja, realmente, ergonômico.




Club Coworking

https://clubcoworking.com.br/ @clubcoworkingbr

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sábado, 26 de junho de 2021

Toxina botulínica, preenchimento com ácido hialurônico e harmonização facial: qual a diferença entre os procedimentos estéticos?

Coordenadora do serviço de dermatologia da Care Plus Clinic esclarece dúvidas e explica resultados exagerados

 

Com o avanço da tecnologia com relação aos procedimentos estéticos, cada vez mais homens e mulheres buscam profissionais com soluções para diversos incômodos, como marcas de expressão, assimetrias no rosto, rugas, olheiras, entre outros. A oferta de procedimentos é grande e muitas vezes surgem dúvidas sobre qual é específico para determinado objetivo, levando em consideração histórico, idade, tipo de pele, grau de exposição ao sol e demais fatores. Carolina Marçon, coordenadora do serviço de dermatologia da Care Plus Clinic, esclarece alguns pontos quanto a escolha dos procedimentos e explica sobre os efeitos exagerados em alguns casos.

 

Diferença entre toxina botulínica, preenchimento com ácido hialurônico e harmonização facial

Os procedimentos com toxina botulínica têm a função de paralisar a musculatura de determinado ponto do rosto, muitas vezes onde tem rugas e linhas de expressão. “Com a perda de colágeno (normalmente a partir dos 25 anos), associada com a contração repetida da musculatura, algumas linhas antes dinâmicas se tornam estáticas, o que marca ainda mais as expressões e as deixa mais fundas ao longo do tempo. A aplicação da toxina botulínica suaviza essas marcas, traz vitalidade e leveza para as expressões”, complementa Carolina.

A harmonização facial é o nome popular para o preenchimento com ácido hialurônico de determinadas regiões do rosto. A profissional explica que o procedimento tem a função de sustentar áreas “caídas”, criando um efeito lifting, e pode avolumar pontos que perderam massa, como olheiras, bigode chinês, testa, pescoço e sulcos. O procedimento é utilizado para embelezar pontos do rosto, como lábios; levantar o olhar, alinhar a simetria do sorriso e corrigir imperfeições no nariz.

 

Procedimentos mais procurados

Marçon destaca que muitas pessoas optam pelas clínicas dermatológicas para corrigir assimetrias e dar destaque para determinada região do rosto. “Para a toxina botulínica, a maioria dos pacientes desejam suavizar marcas de expressão na testa e região dos olhos, os “pés de galinha”, elevar o olhar e melhorar o contorno da face. Com o preenchimento, as aplicações campeãs de procura são nas maçãs do rosto, lábios, olheiras e nariz”, explica a médica.

 

Resultados dos procedimentos

Segundo Carolina, os resultados alcançados dependem do histórico de cada paciente: tons de pele mais escuros costumam marcar menos as linhas de expressão, mantendo o viço natural da pele por mais tempo. Tons mais claros, principalmente com histórico de exposição solar, tendem a perder hidratação mais rapidamente, além da própria idade. Alguns outros fatores, como uso de cigarros, alimentação e estilo de vida, também refletem diretamente na saúde da pele e no processo de envelhecimento; por isso o cuidado deve ser complementar a outros hábitos.

Com a toxina botulínica, a suavização das marcas de expressão é um dos principais resultados. A substância também é utilizada para tratamentos de hiperidrose, bruxismo, oleosidade excessiva da pele e rosácea, alcançando resultados de extrema eficácia.

Já com os preenchimentos compostos por ácido hialurônico, é possível projetar o queixo, afinar a face, arrebitar o nariz e corrigir o “ossinho”, aumentar o volume dos lábios, as olheiras, entre outros.

 

Procedimentos exagerados

Com a divulgação nas redes sociais de alguns procedimentos com aparência duvidosa em artistas e celebridades, muitas pessoas questionam se o erro é do profissional ou exagero do paciente. Para a dermatologista, é necessário bom senso de ambas as partes, além de alinhar expectativas e evitar comparações. “Visão e opinião estética são essenciais. Um bom profissional conhece cada ponto do rosto e entende quais resultados são possíveis com cada procedimento. Produtos e técnicas inadequados e exagero nas quantidades aplicadas são alguns dos erros frequentes, além de acatar somente a fala dos pacientes, que muitas vezes almejam o nariz da famosa X, o queixo da modelo Y ou o olhar da cantora Z; pedidos impossíveis de serem realizados. O desejo dos bons profissionais é que a melhoria ocorra de forma harmônica e suave, que as outras pessoas elogiem seus pacientes sem perceber exatamente qual ponto foi realçado”, finaliza Carolina.

 

3 dicas caseiras para não desidratar pele e cabelos no inverno

O clima frio e o ar seco fazem com que a camada mais externa das células da pele encolha, o que prejudica a ação das proteínas que fazem a barreira cutânea - responsável por não deixar que penetre agentes externos na pele e no couro cabeludo.

O farmacêutico homeopata Jamar Tejada da capital paulista, explica que quando essa barreira é quebrada a pele fica seca e sujeita à descamação e afeta principalmente algumas áreas como como as bochechas e as mãos, dando aquele aspecto de descuido durante o inverno.

Além disso, a queda dessa proteção natural aumenta o risco de sensibilidade, irritação e processos inflamatórios que podem ser mais graves, por isso vale o alerta: "Hábitos errados no inverno também podem piorar a qualidade da pele e do couro cabeludo, mas dá para evitar", diz Jamar.

• Cuidados com os banhos demorados e muito quentes: a água em alta temperatura retira a oleosidade e favorece o aparecimento da dermatite seborreica, inflamação da pele caraterizada por descamação (no couro cabeludo, a popular caspa, por exemplo).

• Bucha não: Esfregar em excesso a pele do corpo com buchas também agride demais os tecidos e resseca ainda mais.

Para minimizar os efeitos dos dias frios o farmacêutico revela três receitinhas interessantes para fazer em casa e ainda deixa a dica: "Em todos as receitas pode ainda acrescer algumas gotas (de 10 a 20 gotas) de óleo de copaíba, rosa mosqueta, calêndula e semente de uva, que além de hidratar possuem propriedades antioxidantes de proteção e inibição de agentes externos como fungos e bactérias", afirma.


Creme caseiro para pele ressecada

• 1 xícara de coco ralado

• 1 colher de aveia

• 1 copo de leite morno

Bata todos os ingredientes no liquidificador até virar um creme uniforme e passe em todas as áreas em que a pele esteja bastante seca. Deixe agir por 15 minutos e enxague a seguir com água.


Máscara para cabelo seco

• 1 abacate

• 2 colheres de chá de suco de limão (para cabelos loiros)

• 2 colheres de chá de vinagre de maçã (para cabelos escuros)

• 1 litro de água

Esmague bem o abacate e aplique-o nos cabelos e no couro cabeludo, massageando vigorosamente durante 5 minutos. Coloque uma touca plástica para aquecer. Lave com shampoo não alcalino. Adicione as 2 colheres de chá de suco de limão (cabelos loiros) ou as 2 colheres de chá de vinagre de maçã (cabelos escuros) a 1 litro de água para a lavagem final. Seque bem com a toalha.


Para se livrar das caspas

• 1 colher (sopa) de sálvia

• 1 (sopa) de alecrim

• 1 xícara de água fervente

Misture tudo, deixar esfriar e aplique no couro cabeludo. Faça este tratamento antes de passar o xampu.



Jamar Tejada - Farmacêutico graduado pela Faculdade de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Luterana do Brasil, RS (ULBRA), Pós-Graduação em Gestão em Comunicação Estratégica Organizacional e Relações Públicas pela USP (Universidade de São Paulo), Pós-Graduação em Medicina Esportiva pela (FAPES), Pós-Graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM, Pós-Graduação em Formação para Dirigentes Industriais com Ênfase em Qualidade Total - Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul-(UFRGS) e Pós-Graduação em Ciências Homeopáticas pelas Faculdades Associadas de Ciências da Saúde. Proprietário e Farmacêutico Responsável da ANJO DA GUARDA Farmácia de manipulação e homeopatia desde agosto 2008. https://www.tejardiando.com.br


Os riscos por trás de uma rinoplastia mal feita: Cirurgião plástico faz alertas após busca por 'nariz fino' aumentar nos últimos meses

Dr. Luiz Haroldo Pereira, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e médico com mais de 40 anos de experiência, destaca: “As complicações são muitas vezes de difícil solução. Uma alectomia mal realizada deixa o nariz triangular na sua base estreita”.

 

O tempo em casa por conta da pandemia de Covid-19, o aumento em reuniões de vídeo e o uso maior das redes sociais são alguns dos motivos, segundo especialistas, que elevaram o excesso de visualização da própria imagem e, com isso o aumento na busca por alguns procedimentos estéticos na face. A rinoplastia, por exemplo, no fim do primeiro semestre de 2020, teve um aumento de 4.800% nas buscas no Google. Porém, por trás da busca por um 'nariz fino' é preciso fazer uma série de alertas.

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Dr. Luiz Haroldo Pereira, médico com mais de 40 anos de experiência, destaca alguns desses cuidados, sendo o principal deles que todo procedimento seja sempre realizado com um verdadeiro especialista.

“O que tem acontecido é que dentistas, que não tem formação e nem especialização, estão tentando fazer a rinoplastia e começam a divulgar a cirurgia com o nome fantasia de rinomodelação. Ou seja, é o uso de um fio, que começa na raiz do nariz e vai até a ponta nasal, e que dá, no movimento, uma aparência de elevação da ponta nasal. Os médicos não podem fazer divulgação com foto do pré e pós-operatórios, enquanto que o conselho de Odontologia permite”, explica o cirurgião plástico.

Entre outros procedimentos realizados no nariz, o Dr. Luiz Haroldo Pereira fala sobre a ‘alectomia’ – procedimento que promete como resultado um nariz visualmente mais estreito, fino, com "abas" e aberturas menores. O médico ressalta possíveis complicações, já que a alectomia não é indicado para todos: “A alectomia se trata da retirada de parte da asa nasal, porém tem uma indicação bastante restrita e, se for mal realizada, deixa o nariz triangular na sua base estreita. As complicações são muitas vezes de difícil solução e quem tem que corrigir são os cirurgiões plásticos.”

Vale destacar que, apesar da promessa tentadora de valores menores e de um menor tempo de recuperação, as alectomias não podem ser feitas por dentistas em consultórios odontológicos. Elas estão proibidas desde uma resolução de agosto de 2020 do Conselho Federal de Odontologia.

Não é à toa que nas redes sociais muitos relatos desastrosos chamam a atenção. “É o que eu disse, o mais importante é você buscar um verdadeiro especialista para qualquer procedimento. A rinoplastia, por exemplo, pode ser associada a qualquer outro procedimento na face, mas é preciso conversar com um cirurgião plástico de confiança antes de cair na tentação e falsas promessas de resultados milagrosos”.





Dr. Luiz Haroldo Pereira, que atende em Copacabana, no Rio de Janeiro, é referência em cirurgia corporal e facial no Brasil. Ele se especializou na França, onde participou da equipe do Dr. Pierre Fournier. O médico tem mais de 25 artigos publicados nas mais diversas e importantes revistas nacionais e internacionais sobre cirurgia plástica e é autor de vários capítulos de livros sobre lipoaspiração, lipoenxertia, próteses de silicone, cirurgias de face e gluteoplastia, sendo considerado fonte no Brasil para todos estes assuntos.

Saiba os cuidados diários para diferentes tipos de pele

A médica Karla Lessa traz dicas para peles secas, oleosas e sensíveis

 

Cada pele possui características específicas, mas todas elas têm algo em comum: necessitam de cuidados diários para manter o viço e hidratação da cútis. A médica Karla Lessa indica como cuidar da pele de manhã e à noite. 

“A pele seca apresenta a tendência de envelhecer mais facilmente, por ter menos elasticidade. É importante hidratar esse tipo de pele e usar ativos antioxidantes, pois eles revitalizam e reforçam a sustentação da epiderme”, afirma. 

Já a pele oleosa precisa de um controle maior do sebo produzido. “Quem tem esse tipo de pele geralmente apresenta os poros dilatados e tende a ter acnes. Recomendo lavar o rosto duas vezes ao dia com um sabonete específico, para evitar que esse acúmulo de sebo, suor e impurezas aconteça. A dica é sempre usar produtos oil-free.” 

De acordo com a profissional, a pele sensível é mais propensa a irritações e inflamações. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de escolher os produtos de skincare. “Deve-se evitar produtos com álcool e o uso de maquiagens diárias. Deve ser usado um sabonete específico que promova uma sensação de conforto”, aconselha. 

Um passo fundamental para começar a rotina de cuidados é entender quais são os ativos recomendados para o seu tipo de pele.  

“Você precisa seguir sempre a prescrição do seu dermatologista para saber o que usar na sua pele. Mas não adianta utilizar os produtos corretos e não fazê-lo de forma contínua”, alerta. “A frequência com que você passa hidratante, protetor solar, antioxidante, sabonete facial faz toda a diferença.” 

Ela aponta como montar uma rotina ideal de skincare. “Basicamente, você deve focar em duas partes do seu dia. Quando acordar, faça o básico: lavar, tonificar e hidratar. E não se esqueça de usar o protetor solar. Quando chegar em casa, é hora de tratar: retire a maquiagem, limpe o rosto, e use os produtos indicados pelo seu médico, descreve. 

Para fazer da skincare um hábito natural, demora certo tempo e demanda paciência. Mas Karla garante que o esforço vale a pena. 

“Colocar lembretes no quarto ou no celular pode ajudar, por exemplo. Aquela dificuldade que você tem para manter a rotina vai diminuindo em pouco tempo”, acrescenta. “Higienizar corretamente e proteger a pele é uma ação diária essencial para manter a pele bonita e saudável”, finaliza.


Saiba os cuidados diários para diferentes tipos de pele

A médica Karla Lessa traz dicas para peles secas, oleosas e sensíveis

 

Cada pele possui características específicas, mas todas elas têm algo em comum: necessitam de cuidados diários para manter o viço e hidratação da cútis. A médica Karla Lessa indica como cuidar da pele de manhã e à noite.

“A pele seca apresenta a tendência de envelhecer mais facilmente, por ter menos elasticidade. É importante hidratar esse tipo de pele e usar ativos antioxidantes, pois eles revitalizam e reforçam a sustentação da epiderme”, afirma.

Já a pele oleosa precisa de um controle maior do sebo produzido. “Quem tem esse tipo de pele geralmente apresenta os poros dilatados e tende a ter acnes. Recomendo lavar o rosto duas vezes ao dia com um sabonete específico, para evitar que esse acúmulo de sebo, suor e impurezas aconteça. A dica é sempre usar produtos oil-free.”

De acordo com a profissional, a pele sensível é mais propensa a irritações e inflamações. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de escolher os produtos de skincare. “Deve-se evitar produtos com álcool e o uso de maquiagens diárias. Deve ser usado um sabonete específico que promova uma sensação de conforto”, aconselha.

Um passo fundamental para começar a rotina de cuidados é entender quais são os ativos recomendados para o seu tipo de pele.

“Você precisa seguir sempre a prescrição do seu dermatologista para saber o que usar na sua pele. Mas não adianta utilizar os produtos corretos e não fazê-lo de forma contínua”, alerta. “A frequência com que você passa hidratante, protetor solar, antioxidante, sabonete facial faz toda a diferença.”

Ela aponta como montar uma rotina ideal de skincare. “Basicamente, você deve focar em duas partes do seu dia. Quando acordar, faça o básico: lavar, tonificar e hidratar. E não se esqueça de usar o protetor solar. Quando chegar em casa, é hora de tratar: retire a maquiagem, limpe o rosto, e use os produtos indicados pelo seu médico”, descreve.

Para fazer da skincare um hábito natural, demora certo tempo e demanda paciência. Mas Karla garante que o esforço vale a pena.

“Colocar lembretes no quarto ou no celular pode ajudar, por exemplo. Aquela dificuldade que você tem para manter a rotina vai diminuindo em pouco tempo”, acrescenta. “Higienizar corretamente e proteger a pele é uma ação diária essencial para manter a pele bonita e saudável”, finaliza.

 

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