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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Brasil registra mais de 33 mil denúncias de violência contra idosos no primeiro semestre de 2021

Familiares, muitas vezes, agridem e humilham verbalmente idosos que não escutam bem


O Disque 100 registrou mais de 33.600 denúncias de violência contra idosos somente no primeiro semestre deste ano. E a deficiência auditiva, consequência do processo natural de envelhecimento, quando não é tratada, é mais uma causa, dentre tantas, de violência contra os mais velhos. São inúmeros os casos de agressões verbais e maus-tratos, principalmente por parte de familiares.

A violência psicológica, uma das formas mais com comuns, é uma triste realidade. Ela é caracterizada por atos de humilhação, desvalorização moral ou deboche, que abalam a autoestima do idoso e podem desencadear situações de isolamento, bem como depressão e distúrbios nervosos.

Estudo conduzido pela socióloga Maria Cecília Minayo, pesquisadora emérita da Fundação Oswaldo Cruz, mostrou que, em todo o mundo, mais de 60% dos casos de violência contra idosos ocorrem dentro de casa. "Normalmente os agressores vivem dentro de casa com a vítima. Dois terços desses agressores são filhos, que agridem mais do que as filhas, seguidos por noras ou genros, e cônjuges, nesta ordem. Os idosos quase não denunciam, por medo e para proteger os familiares", revelou Minayo, acrescentando que "a violência faz parte da comunicação, quando se fala gritando, desprezando, abusando", lembrou a pesquisadora.

A socióloga explica que a razão é cultural e atinge todas as classes sociais. "Essa ideia de que o idoso já não serve mais, é tão errônea no Brasil que 55% dos idosos brasileiros ou mantém financeiramente suas famílias ou ajudam a manter suas famílias. Retirá-los do convívio é como ‘deixa ele lá, tá quietinho, é velho’, quando ele deveria estar integrado na família", pontuou.


Como lidar com idoso com perda auditiva não tratada

A perda de audição não tratada ainda é bastante comum. Por isso, para o familiar, o mais importante é ter calma para lidar com essas situações. Com frequência, o idoso que não ouve bem pergunta "o quê?" várias vezes durante uma conversação. E é preciso repetir quantas vezes for necessário, com frases curtas, até que ele compreenda. Isso vale, inclusive, no caso dos idosos que estão na fase de adaptação do aparelho auditivo. Não grite ou fale muito alto. Ao invés de ajudar, isso acaba dificultando o entendimento. O melhor é falar pausadamente. Gesticular também pode ajudar muito.

A fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas, Luciane de Sousa, pede que os familiares tenham paciência, principalmente neste momento em que as máscaras ainda são necessárias. "Falar um pouquinho mais alto, usar bastante os gestos, repetir as frases. A perda auditiva não tratada pode causar alguns problemas cognitivos, pode levar até ao Alzheimer", ressaltou.

É fundamental também que crianças e adolescentes que convivem com esse idoso sejam educadas para que tenham paciência e carinho com ele. O apoio dos netos e sobrinhos é fundamental para que ele se sinta bem à vontade em família. Antes de tudo, dê você mesmo o exemplo!

É preciso ter paciência também para convencer o idoso, muitas vezes, a buscar tratamento. Enfatize que o que vai resguardá-lo de todas essas dificuldades e chateações é voltar a ouvir! E que isso é possível! O primeiro passo é buscar a orientação de um médico otorrinolaringologia e/ou fonoaudiólogo para avaliar o tipo e o grau de perda auditiva. Na maioria dos casos, o uso de aparelhos auditivos é a opção para a reabilitação auditiva.

"Atualmente, há no mercado uma diversidade de modelos de aparelhos auditivos que, por serem pequenos, discretos e com design moderno, estão ajudando a derrubar resistências e preconceitos. É extremamente importante que a pessoa com perda auditiva se beneficie da tecnologia para voltar a ouvir os sons da vida, retomando a autoconfiança e a alegria do convívio em sociedade", aconselha, por sua vez, a fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo da Telex.

Por isso, é imprescindível que aos primeiros sinais de dificuldade para ouvir se busque tratamento. Após a avaliação audiológica, caberá ao fonoaudiólogo indicar o tipo de aparelho auditivo é mais apropriado para cada paciente.

A violência contra os idosos pode ser denunciada pelo Disque 100, em delegacias, por meio do 190 e pelo WhatsApp (61) 99656-5008. O governo garante a preservação da identidade do denunciante.

 

Mais destinos europeus reabrem e voos para Amsterdã, Lisboa e Frankfurt agora estão disponíveis para viajantes de lazer

 

A Delta operará mais voos para Amsterdã, na Holanda, do que

qualquer outra companhia aérea dos Estados Unidos (Crédito: Divulgação


Holanda, Alemanha e Portugal estão entre os países que

voltaram a receber turistas, incluindo os norte-americanos

 

Depois de mais de um ano de restrições às viagens internacionais, a Europa continua o processo de reabertura para turistas de lazer e outros que embarcam por motivos não essenciais, incluindo os norte-americanos. Agora, Holanda, Alemanha e Portugal também voltaram a receber aqueles que buscam novas aventuras ou se reconectar com os entes queridos no Velho Continente. 

A partir de 24 de junho, a Holanda será aberta a todos os viajantes dos Estados Unidos sem exigências de teste, vacinação ou quarentena. Portugal, por sua vez, anunciou a reabertura em 15 de junho, exigindo que os visitantes apresentem resultado negativo em um teste do tipo PCR/NAAT (exame de detecção de ácidos nucleicos), feito com 72 horas de antecedência ao embarque, ou em um teste de antígeno, o qual deve ser realizado 24 horas antes da entrada no destino. 

A Itália, em conjunto com a Alemanha, também simplificou os requisitos de entrada: os clientes podem fornecer comprovante de vacinação, resultado negativo em exame de antígeno/PCR/teste molecular realizado dentro de 48 horas antes da chegada ou, ainda, documento que certifique a recuperação de COVID-19. Sendo assim, a Delta encerrou seu protocolo pioneiro de voos com passageiros testados para o novo coronavírus em todas as rotas da Itália em 21 de junho, e os próximos embarques agora seguirão as exigências de entrada padrão. 

Os clientes que desejam viajar para o outro lado do Atlântico podem se conectar facilmente ao hub da Delta em Amsterdã, que, a partir de 07 de julho, receberá mais de 50 voos semanais de quase todos os principais aeroportos dos Estados Unidos: Atlanta, Boston, Detroit, Minneapolis/St. Paul, Nova York-JFK, Seattle e Salt Lake City, tornando a Delta a maior empresa aérea norte-americana servindo a Holanda. A parceria de longa data com a KLM também ajudou a companhia a continuar com o serviço de Amsterdã (AMS) desde o início da pandemia, mantendo aberto um acesso vital para os viajantes essenciais que fazem conexões para toda a Europa. 

No dia 1º de agosto, a Delta regressa a Lisboa com o voo a partir de Nova York-JFK, oferecido quatro vezes por semana, que ficou mais de um ano interrompido em virtude da COVID-19. 

A empresa também continuará operando rotas diárias e sem escalas entre Atlanta e Frankfurt. Os clientes podem se conectar de quase 150 cidades norte-americanas ao maior hub da Delta, em Atlanta, contando com várias oportunidades para embarcar com uma única parada rumo ao aeroporto mais movimentado da Alemanha.

 

Destinos abertos na Europa 

Aqui está um panorama dos destinos europeus que atualmente estão abertos ou se abrirão durante o verão do Hemisfério Norte para viajantes vacinados e/ou com resultado negativo em testes de COVID-19. Consulte a página Retorno das Viagens Internacionais da Delta para obter detalhes específicos sobre cada destino.

 

Amsterdã, Holanda

De Atlanta (ATL), são dois voos diários com os Airbus A350-900 e A330-300. A partir de 07 de julho, a rota será oferecida três vezes ao dia

Frequência diária de Detroit (DTW) com o A350-900

Frequência diária do JFK e de Seattle (SEA) com o A330-900

Voo cinco vezes por semana desde Boston (BOS) e Minneapolis/St. Paul (MSP) com o A330-300. Em 07 de julho, a rota de MSP se tornará diária

De Salt Lake City (SLC), há três frequências semanais com o A330-200, que passarão para cinco em 07 de julho

 

Frankfurt, Alemanha

Voo diário de ATL com o Airbus A330-300

 

Lisboa, Portugal

Retorno, em 1º de agosto, das quatro frequências semanais a partir do JFK, oferecidas com o Boeing 767-300ER

 

Paris, França

De MSP, o serviço três vezes por semana começa em 07 de julho com o A330-300

De ATL, são dois voos diários com os Airbus A350-900 e A330-300

Serviço diário desde o JFK com o Airbus A330-300

De DTW, são três serviços semanais com o Boeing 767-300ER

 

Nice, França

Do JFK, são três rotas semanais com o Boeing 767-400, que começam em 08 de julho 

 

Dubrovnik, Croácia

Do JFK, o novo serviço quatro vezes por semana tem início dia 02 de julho, a bordo do Boeing 767-300ER

 

Atenas, Grécia

O novo serviço diário desde ATL começa em 02 de julho com o Airbus A330-300  

Voo duas vezes ao dia do JFK com o Airbus A330-300

 

Reykjavik, Islândia

A nova rota desde BOS é oferecida com o Boeing 757-200

O serviço desde o JFK é com o Boeing 757-200, o qual terá um upgrade para o 767-300ER em 02 de julho

O voo diário de MSP é com o Boeing 757-200

 

Milão, Itália

Serviço diário do JFK é com o A330-300

 

Roma, Itália

A nova frequência de BOS se inicia em 05 de agosto com o A330-300

O serviço diário de ATL é com o Airbus A330-300

As três frequências semanais do JFK são com o Airbus A330. Em 1 de julho, a rota torna-se diária

 

Veneza, Itália

Do JFK, o voo três vezes por semana começa em 02 de julho com o Boeing 767-300ER

As cinco frequências semanais desde ATL serão oferecidas a partir de 05 de agosto com o Boeing 767

 

Barcelona, Espanha

De ATL, o serviço quatro vezes por semana tem início em 05 de agosto com o Boeing 767-300ER

Do JFK, são três frequências semanais com o Boeing 767-300ER, que se tornam diárias em 05 de agosto

 

Madri, Espanha

Os três voos por semana de ATL começam em 05 de agosto

O serviço diário do JFK é com o Boeing 767-300ER

 

Os voos para a Croácia, França, Alemanha, Grécia, Islândia, Holanda, Portugal e Espanha são realizados em parceria com a Air France, KLM e Virgin Atlantic, enquanto os voos para a Itália são oferecidos em conjunto com a Alitalia. Essa programação, incluindo rotas e frequência, está sujeita a alterações. 

A Delta também continua a operar serviços para outros mercados transatlânticos nos quais se aplicam restrições de entrada adicionais. 

As informações em português estão aqui. E, para ficar a par de todas as novidades da Delta, clique aqui.

 

Delta News Hub e delta.com

@DeltaNewsHub no Twitter e no Facebook.com/delta


Uso das maquininhas de cartão já é realidade para 56% dos donos de pequenos negócios

Nos últimos cinco anos, a adesão a esse modo de pagamento cresceu 17 pontos percentuais entre os empreendedores brasileiros


O uso de maquininhas de cartão de crédito é uma realidade para a maioria dos donos de micro e pequenas empresas no Brasil. Pesquisa realizada pelo Sebrae detectou que houve um aumento de 17 pontos percentuais, nos últimos cinco anos, no volume de empresários que usam essa modalidade de pagamento, quando saímos de 39% (em 2016), para 56% (em 2021). Segundo os entrevistados, a “satisfação dos clientes” e “aumento das vendas” são os principais benefícios alcançados com o uso desse recurso.

Ao fazer a opção pelas maquininhas, os empreendedores ainda levam em consideração a maior segurança, por não manterem dinheiro em caixa; a redução da inadimplência; maior tempo para controle do caixa e o aumento do faturamento. Os donos de pequenos negócios também se preocupam em ter mais de uma maquininha à disposição. Em 2016, apenas 27% possuíam mais de um equipamento, enquanto em 2021 esse número saltou para 41%.

“Os empreendedores sabem que precisam se adequar às exigências dos consumidores e acompanhar as tendências de mercado. Cada vez menos as pessoas usam dinheiro em espécie ou cheque e não oferecer esse serviço pode significar algumas vendas perdidas”, comenta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

De cada quatro entrevistados, três compararam os fornecedores antes de adquirir o serviço e a taxa mais barata foi o diferencial para 76%. Outro dado relevante é que há um maior número de operadoras e marcas sendo utilizadas, pois os donos de pequenos negócios procuram contratar serviços com menores taxas e melhor qualidade. “A concorrência do mercado beneficia os empreendedores e ajuda a reduzir custos para a manutenção desse meio de pagamento. Com um grande volume de operadoras, há melhores condições e serviços ofertados”, pontua Melles. 

Em 2016, a Cielo era responsável por 51% dos equipamentos operados pelo segmento. Cinco anos depois, a situação se inverteu e a marca responde, hoje, por 19% das maquininhas utilizadas, enquanto 35% dos empreendedores optaram entre uma grande diversidade de empresas.  O levantamento também revelou que pouco mais de metade dos entrevistados (51%) sabia que a lei permite praticar preços diferentes de acordo com a forma de pagamento (dinheiro, cartão de débito, crédito ou boleto bancário). Na pesquisa feita em 2018, o índice de conhecimento da lei era maior (54%).


Outros dados da pesquisa

  • Entre os negócios que não possuem maquininha, 1/3 prefere usar outras formas de pagamento, como dinheiro, boleto e cheque. Quase 20% alegam baixo volume de vendas, para não usar a maquininha;
  • Para 45% dos entrevistados, o alto custo de manutenção seria o motivo principal que levaria a parar de utilizar esse instrumento;
  • Para 81% dos entrevistados, o meio de pagamento de maior custo é o cartão de crédito;
  • 49% não sabiam que a lei permite praticar preços diferenciados para formas de pagamento diferenciado;
  • 1/3 pratica preços diferentes “sempre” ou “quase sempre”;
  • Diminuiu a proporção de empresas que dá desconto para pagamento em dinheiro (70% em 2018 para 56% em 2021)
  • Aumentou a proporção de empresas que antecipa (constantemente) o recebimento das vendas por cartão: o percentual saltou de 31% em 2018 para 45%, em 2021;
  • É pequena a proporção de empresas que enfrenta problemas com maquininhas (14%);
  • A conexão continua sendo a maior reclamação (45%) e reduzir taxas a maior sugestão de melhoria (73%).

 

Sobre a pesquisa

·         O levantamento foi feito a partir de 3.520 entrevistas, no período entre 03/02/21 a 19/03/21.


Dia do Imigrante: resiliência passada de geração em geração tem sido apoio na pandemia

Parque Histórico de Carambeí
Créditos: Acervo Parque Histórico de Carambeí
Cooperação e conhecimento de ancestrais imigrantes são principais forças de produtores do agronegócio paranaense


Viver em um mundo cada vez mais globalizado não significa apenas abraçar novas culturas e realidades, mas também olhar com muito carinho e orgulho para sua origem e entender como seus costumes são estreitamente impactados por ela. Esse é o desafio para os milhões de brasileiros que têm ascendência dos diversos povos que ajudaram a colonizar o Brasil a partir do século XIX. Com a pandemia, essa nova geração viu no negócio familiar uma possibilidade de se reinventar e alcançar novos objetivos, aproveitando o conhecimento e a resiliência que aprenderam com os pais e avós ao longo dos anos de imigração.

E esse esforço para manter o legado familiar se reflete até mesmo na economia brasileira como um todo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 65% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional é fruto do trabalho de empresas familiares. Essas companhias, inclusive, geram 75% dos empregos no país. Números que podem ser potencializados na pandemia. Uma pesquisa feita pela consultoria Banyan Global mostrou que essas empresas tendem a sair melhor da crise por meio da resiliência e que 80% delas, em todo o mundo, estão otimistas quanto ao futuro. 

Nesse cenário, a influência dos negócios familiares criados por descendentes de imigrantes é grande em todo o país, e no Paraná não é diferente. O estado conta hoje com uma imensa diversidade cultural, resultado da mistura dos povos que chegaram às terras paranaenses com a mesma vontade de prosperar, mas sem abandonar suas origens e valores, como respeito, dedicação e união. 

No caso da colonização holandesa, por exemplo, o Paraná registra a presença de  imigrantes que saíram do norte do país europeu e se instalaram em regiões como Carambeí, Castrolanda e Arapoti, no interior do estado. “Na Região dos Campos Gerais, a influência holandesa é muito forte. Muitos de nossos descendentes foram responsáveis pela construção de peças importantes para a cultura e economia local, como é o caso das cooperativas, que hoje são uma das principais fontes de renda da região”, explica o presidente da Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH), Koob Petter.

Essa é a gênese da família do agropecuarista Henri Martinus Kool, que aprendeu a passar adiante os costumes dos avós e pais holandeses, imigrantes em solo brasileiro desde a década de 1960. “Mantivemos muitos costumes familiares, como a língua, comidas e algumas vestimentas típicas holandesas”, diz Kool. Além dos traços culturais, o trabalho com suínos também foi herdado por Henri, que possui contato com o agronegócio desde criança, quando iniciou o aprendizado sobre o ofício dos Kool. 

Segundo ele, que fornece suínos para a Alegra, indústria de carne suína da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal,  parte importante do desenvolvimento do negócio da família é a prática da intercooperação que permitiu que a produção prosperasse de forma eficiente. “As cooperativas da Região dos Campos Gerais foram fundadas por imigrantes holandeses e isso está bem presente na cultura das cooperativas do grupo ABC como uma característica do nosso trabalho. Atualmente, contamos com 3.000 animais em engorda - e toda a nossa produção vai para a Alegra”, destaca o cooperado da Capal. 


Cultura preservada

Já os familiares do cooperado da Frísia e produtor de trigo, Bauke Dijkstra, chegaram ao Brasil dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1947. Com a experiência familiar acumulada há mais de setenta anos no País, Bauke exalta a importância da cultura do trabalho para os holandeses. Ele ressalta, inclusive, que o cooperativismo está em seu DNA. “Meu pai plantava trigo desde criança. E o imigrante tem essa característica de ser empreendedor. Por isso, 100% da minha produção vai para a cooperativa. Sou sócio há mais de 40 anos e meu pai e meu avô também eram”, conta. “As cooperativas de origem holandesa e sua intercooperação deram um impulso gigantesco para o desenvolvimento da economia dos Campos Gerais.”

No Brasil desde a década de 1950, a família do agropecuarista Ronald Henry Wolters, cooperado da Castrolanda, também manteve sua cultura de forma que os filhos e netos continuassem a preservar suas raízes holandesas. “Minha relação com a imigração é por meio de histórias que meus avós contam até os dias de hoje; os costumes e a cultura que inevitavelmente deixam rastros em nossa família, como a fé em Deus, o apoio aos familiares, a união, o trabalho e a dedicação”, afirma o brasileiro com sangue holandês.

Assim como no caso dos Kool, a herança deixada pelos familiares de Ronald está atrelada à indústria de lácteos. “Meu avô trouxe três vacas holandesas para o Brasil e assim começou a exercer atividade no País. Meu pai deu continuidade ao serviço e, há seis anos, eu e meu irmão estamos atuando na operação”, salienta o cooperativista. A produção familiar, nos dias atuais, chega a 58.000 litros por dia, com 1.400 vacas em lactação. 

Ronald ainda destaca que, devido às características da imigração holandesa, a valorização do trabalho em grupo e cooperativo foi o diferencial para que as famílias “vencessem” em um país distante com uma língua completamente desconhecida. “A cooperativa foi fundamental no processo de desenvolvimento da atividade leiteira, pois deu força para a estruturação de pequenos produtores, que ganharam competitividade no mercado, além de todo o desenvolvimento técnico que está à nossa disposição”, analisa. 

 


Alegra

www.alegrafoods.com.br.

 

Unium

http://unium.coop.br/

 

Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH)

 https://www.acbh.com.br


5 exercícios para aprimorar a dicção, habilidade essencial em tempos de áudios e vídeos

Segundo a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), mais de 15 milhões de brasileiros apresentam problemas vocais, capazes de atrapalhar a comunicação pessoal e profissional. Previsões apontam que no triênio 2020–2022, as doenças relacionadas à voz no Brasil atinjam 6.470 homens e 1.180 mulheres. 

“Em tempos de pandemia, em que os áudios e vídeos se tornaram nossos principais meios de comunicação, a fala se tornou uma das ferramentas de maior valia, seja no âmbito pessoal como profissional. No entanto, sua importância vai além da mensagem a ser transmitida. Para haver uma comunicação assertiva, clara e sem ruídos, é essencial ter uma boa dicção”, aponta a Dra. Cristiane Romano, fonoaudióloga, mestre e doutora em Ciências e Expressividade pela USP. 

Segundo ela, a dicção é a forma como pronunciamos os sons das palavras, sílabas e letras. É responsável pela perfeição da nossa fala que, por sua vez, é o elemento mais importante da comunicação. “A maneira como articulamos nossas palavras influencia diretamente no entendimento da mensagem. Por isso, quem sofre com problemas de dicção se sente inseguro na posição de orador. Para estes, aprimorar a dicção significa muito mais do que formular um bom discurso: ajuda a desenvolver autoconfiança, melhorando o poder da oratória”. 

A boa notícia é que falhas na dicção podem ser resolvidas com a correção da fala, por meio de técnicas que trabalham a respiração e o aquecimento dos músculos faciais, vocais e linguais. Confira os 5 exercícios sugeridos por Cristiane Romano para o aperfeiçoamento da sua dicção:

 

Grave e ouça a sua voz

A primeira dica é gravar a si mesmo lendo um texto aleatório. Esta ação ajudará você a parametrizar os pontos que precisam ser melhorados, ouvir quais sílabas você tem mais dificuldade em pronunciar e os trechos que ficaram menos compreendidos. Experimente falar com ritmos, propósitos e emoções diferentes. Quanto mais opções testar, mais conhecimento terá da sua voz e dos pontos a melhorar.

 

Pronuncie as consoantes com clareza

A atividade exige um pouco de atenção para se certificar de que as consoantes estão corretas na fala, com todos os fonemas pronunciados de forma clara e precisa, sem que se misturem ou emendem com outras palavras. Há uma série de frases, poesias e sons que podem ser repetidos para praticar as pronúncias. O importante é dedicar um tempo diariamente para o exercício.

 

Escolha o ritmo ideal para a fala

O ritmo é fundamental para definir a sua melhor dicção. Fale sempre no seu tempo e se concentre na melhor forma de pronunciar cada sílaba. Para ter um bom parâmetro de como está a clareza de sua fala, recorra novamente às gravações, tanto durante a prática de discursos, quanto durante os exercícios que estiver fazendo. Caso você detecte sons específicos em que sua dicção esteja ruim, procure por mais exercícios e continue a trabalhar em cada detalhe.

 

Trabalhe o relaxamento da voz

Em momentos de nervosismo, como em uma reunião online onde você terá que apresentar um projeto para toda a direção da empresa, por exemplo, é normal que a voz trave ou acelere, fazendo com que as palavras saiam atropeladas e prejudique a qualidade e a credibilidade da oratória. 

Nestes casos, além de respirar fundo e tentar se acalmar, faça um treino de nasalização para relaxar a voz: 

Primeiro, bloqueie a entrada de ar, fechando as narinas com os dedos. Depois, pronuncie o som “hummmm”, como se fosse um zumbido de abelha, com a boca fechada, por cerca de um minuto. Pause para respirar e depois repita por mais duas vezes o exercício. A vibração emitida pelo som ajuda a relaxar as cordas vocais.

 

Exercite os músculos faciais e linguais

Alguns exercícios trabalham a articulação da língua e dos músculos da boca, ajudando a obter a pronúncia perfeita de cada sílaba e palavra. Confira o exercício abaixo: 

Primeiro, é preciso travar os lábios com algum objeto — pode ser um lápis ou uma caneta —, com a ponta de trás posicionada cerca de 1 cm para dentro da boca. 

Depois, leia frases curtas e as repita muitas vezes, sem deixar que a qualidade da pronúncia caia durante as repetições. Quando cansar, tire o lápis ou a caneta e treine as frases nos movimentos normais. 

Uma boa dica é usar frases que tenham padrões diferentes, como trava-línguas, rimas e frases com sílabas as quais tenha mais dificuldade em pronunciar. Assim, você diversifica e aproveita melhor o exercício.  

“Lembre-se: o sucesso para uma boa fala está no quanto você se dedica a melhorar a dicção. Força de vontade e determinação são fundamentais para a prática das técnicas sugeridas. Se for preciso, busque um profissional especializado para te auxiliar neste processo”, finaliza Cristiane Romano.


SP abre inscrições para etapa Paralímpica dos Jogos Escolares 2021

Ao todo 12 modalidades esportivas serão realizadas para os alunos com deficiência das redes de ensino do estado de São Paulo, com o objetivo de fomentar a prática esportiva por jovens com deficiência nas escolas.


Até 15 de julho alunos com deficiência física, intelectual ou visual das redes de ensino estadual, municipal e privada, além das escolas técnicas estaduais, poderão se inscrever para os Jogos Escolares Paralímpico do Estado de São Paulo 2021 (JEESP).

Ação realizada pelo Governo de São Paulo, por meio das Secretarias de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Esportes, Educação e o Centro Paula Souza, tem como objetivo promover por meio da prática esportiva, o intercâmbio entre os alunos, além de favorecer a descoberta de novos talentos esportivos que possam ser indicados para participar dos programas "Bolsa Talento Esportivo" e "Centro de Excelência Esportiva".

No total são 12 modalidades para atletas com deficiência: Atletismo (masculino e feminino); Basquete em Cadeira de Rodas 3 X 3 (masculino); Bocha Paralímpica (misto); Futebol de 5 (Cegos) (masculino); Futebol de 7 (masculino); Goalball (masculino e feminino); Judô (masculino e feminino); Natação (masculino e feminino); Parabadminton (misto); Tênis em Cadeira de Rodas (misto); Tênis de Mesa (masculino e feminino); Voleibol Sentado (misto).

A ideia é que também fomente a prática esportiva por jovens com deficiência nas escolas, além de seleciona-los para as Paralimpíadas Escolares.


Serviço

Inscrições para alunos com deficiência nos Jogos Escolares Paralímpico 2021

Prazo: até 15 de julho de 2021

Inscrições de atletas: https://forms.gle/8REFDwzid3Afx13FA

Inscrições de adultos (professor/técnico/calheiro/atleta-guia/acompanhante/staff): https://forms.gle/tJo7wzuyjubx2i6F7

Regulamento: https://bit.ly/RegulamentoJEESP2021


Volta ao presencial: integrar as equipes, apostar na tecnologia, humanizar as relações e cuidar da saúde mental dos colaboradores faz a diferença

Em recente pesquisa promovida pela Thomas Case & Associados , 70,3% dos profissionais disseram que se sentem preparados para a volta ao trabalho presencial. Para 76,3%, o modelo híbrido é o ideal
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As áreas de recursos humanos precisarão mais uma vez se adaptar ao novo, de novo. São profissionais mais abalados, novas rotinas e cuidados para que o retorno seja seguro. Especialistas da Thomas Case & Associados dão dicas para tornar a adaptação mais saudável para todos


Com o avanço da vacinação, a expectativa da volta ao trabalho presencial, mesmo em modelo híbrido, se tornou também um desafio para os profissionais de recursos humanos, afinal, os colaboradores passarão por mais uma fase de adaptação pós pandemia. O comum entre eles: os abalos de saúde mental desenvolvidos durante os quase dois anos de trabalho em casa, divididos entre o pessoal e o profissional.

Em recente pesquisa promovida pela Thomas Case & Associados em maio, 70,3% dos profissionais disseram que se sentem preparados para a volta ao trabalho presencial. Para 76,3%, o modelo híbrido é o ideal. 61,9% relataram estafa emocional em algum momento do home office.

Mas quais serão os desafios do RH para adaptar os colaboradores ao novo de novo, quando o assunto é a saúde mental e a adaptação dos mesmos? O modelo híbrido será o mais adotado pelas empresas e visto com bons olhos por profissionais e gestores “Vejo que teremos pessoas muito ansiosas pelo retorno ao presencial, pessoas que estarão indiferentes e pessoas que realmente se encaixaram no home office. Essas últimas podem apresentar certa dificuldade a voltar ao modelo antigo, totalmente presencial. O RH precisará aplicar boa dose de inteligência emocional para lidar com tudo isso”, revela Deise Gomes, gerente de transição de carreira da Thomas Case & Associados.

Quando o assunto é saúde mental, os desafios dos departamentos de RH são ainda maiores, visto que, os abalos são inúmeros, principalmente queixas relativas a estresse e ansiedade. Segundo Deise, a pandemia trouxe uma série de demandas pessoais e profissionais que são importantes. A dificuldade será o apoio para equilibrar as duas faces dessa transição na volta, assim como aconteceu no começo de 2020 e a chave de tudo será a acolhida. “É o novo de novo. Toda mudança pode implicar em estresse e ansiedade. Vivenciamos isso no começo da pandemia e vivenciaremos outra vez no retorno ao ‘normal’, que na verdade, não é mais o ‘normal’ há quase dois anos. Ter sensibilidade e acolhida será essencial”, ressalta a especialista.


Recursos humanos como ponto de estratégia

Com a pandemia, o RH precisou sair do lugar operacional e se tornou, mais do que nunca, estratégico, de apoio aos gestores e equipes, com a realidade do home office. “Dentre as mudanças podemos destacar: incentivo a produtividade; acompanhamento comportamental e manutenção do diálogo, mas agora de forma online, explorando ferramentas tecnológicas”, ressalta Deise. 

E sobre as ferramentas tecnológicas, que aproximaram as relações à distância elas continuam aliadas, em outras funções, como por exemplo: receber os colaboradores de maneira mais humanizada. “Com a distância física, as tecnologias disponíveis para melhorar a comunicação e diminuir a sensação de estar sozinho foram bem importantes. Podemos salientar, ainda, os sistemas que colaboram para disponibilizar informações e, assim, minimizar a ansiedade dos colaboradores continuarão importantes nos processos de volta. As ferramentas são aliadas em mostrar um RH disponível e acessível. Canais diretos e digitais já implementados precisam continuar, por exemplo. Esse será um legado pós pandemia”, explica Deise.

Outra dica importante da especialista é a busca por ajuda especializada, como de psicólogos e terapeutas. “O apoio interno para a saúde mental do colaborador será essencial. Algumas empresas já oferecem esse benefício, outras não. O ideal é conversar com os colaboradores e até mesmo indicar ajuda especializada, se necessário. O apoio da empresa neste sentido será fundamental”.


Cuidados na integração

A volta, mesmo que gradual, precisará de integração. A equipe sairá de uma estrutura home office para o presencial novamente. Segundo a especialista, o ideal é o retorno gradual das equipes, em períodos escalonados.

Além disso, deixar claro na comunicação os cuidados e reforços que precisam ser seguidos para evitar contágios, para que todos trabalhem com mais confiança e segurança. Manter a utilização das ferramentas tecnológicas que já estão adaptadas é uma outra maneira de deixar o colaborador a vontade, “afinal, mais mudanças de novo tendem a atrapalhar o que já está funcionando”, ressalta a especialista.

A dica de ouro é a promoção de espaços abertos de conversas e ideias. “Todos voltam com ideias e com novas perspectivas. Dinâmicas neste sentido são importantes para começar os relacionamentos que se perderam nos dois anos que os profissionais ficaram afastados”, revela Deise.


Prepare a mente em casa para voltar

Uma das formas de começar a adaptar os colaboradores está em casa. Afinar a rotina como se já estivesse no escritório é uma boa forma de sentir menos o impacto no retorno, para que a ansiedade seja diminuída quando à ida ao escritório acontecer. “Caso ainda não tenha feito, o colaborador pode começar a estipular horários na sua rotina parecidos com aqueles que pratica no modelo presencial de trabalho. Organizar uma agenda contemplando todas as suas atividades pessoais e profissionais para que, entendendo ser possível dar conta de todas elas, a ansiedade diminua”, diz a especialista.

Para quem tem filhos, iniciar as conversas também é importante. “Mães e pais ficaram mais tempo em casa com os filhos. Esses laços também sofrerão abalos com o retorno ao presencial. A saída é sempre a conversa e a preparação dos filhos para que essa volta aconteça de maneira saudável para a família, até mesmo adaptando a rotina à nova realidade, antes dela acontecer”, conclui Deise.


Dia Mundial de Prevenção de Quedas: Pandemia da COVID-19 pede ainda mais atenção com os idosos

As quedas têm diversos motivos que vão muito além das questões neuromuscular


As quedas ocorrem em todas as idades, mas especialmente após os 60 anos ficam mais frequentes à medida que a idade avança, aumentando também, a gravidade das ocorrências.  Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2017, quase 12 mil pessoas com mais de 60 anos morreram em decorrência de quedas. Estimativas apontam que, por ano, no Brasil, cerca de 30% dos idosos caem pelo menos uma vez, dos quais 50% ficam com a mobilidade reduzida, gerando lesões que vão requerer vigilância contínua para este idoso.

“A queda é um evento comum, porém, não deve ser considerado um acontecimento normal. Devemos considerar a queda como uma ocorrência sentinela e avaliar o que está por trás”, informa a Dra. Juliana Junqueira, médica geriatra e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). 

“A queda em idosos pode estar ligada às doenças crônicas, não apenas doenças específicas da parte neuromuscular, mas doenças sistêmicas de forma geral. Doenças orgânicas como: insuficiência cardíaca e infecções. Por isso, é muito importante ter um olhar especial, pois muitas vezes a queda é a única manifestação de alguma descompensação aguda. Neste momento de pandemia, a queda pode sim, inclusive, ser uma manifestação de infecção por COVID-19 em uma pessoa idosa”, explica a médica.

A SBGG está à disposição para dar entrevistas e, assim, orientar os idosos e a população brasileira quanto à prevenção de quedas.


Especialista alerta sobre questões contábeis importantes para quem deseja importar ou exportar

 Em um momento considerado propício para internacionalização de empresas, é preciso entender a legislação e tributação para evitar riscos, prejuízos e penalidades no comércio internacional.


A importação e exportação estão crescendo diariamente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, somente no primeiro trimestre de 2021, as exportações de bens e serviços cresceram 3,7% em relação ao quarto trimestre de 2020. As importações cresceram 11,6% no mesmo período. Esses dados revelam que este é um momento propício para os negócios e chamam a atenção de empresários que buscam importar e exportar.

A contadora e diretora da Contax Contabilidade e Planejamento Tributário, Debora Christiane Correa, explica que aumentou consideravelmente a procura de empresas que querem buscar negócios internacionais, e alega como parte desse processo a importância de estar atento às questões fiscais e tributárias. “Qualquer tipo e tamanho de empresa pode importar ou exportar, pois a atividade não se restringe apenas a grandes empresas, mas é preciso conhecer os detalhes formais dos países com os quais se está negociando”, declara Debora.

A contadora explica que os escritórios de contabilidade são parceiros importantes nesse momento, orientando principalmente com relação à área fiscal e na avaliação dos custos. “A assessoria contábil auxilia em vários processos, desde a obtenção do RADAR/Siscomex, emissão de notas fiscais das operações, além de diversas outras questões tarifárias e burocráticas, bem como, a busca por benefícios fiscais como TTD – Tratamento Tributário Diferenciado, junto aos Estados da Federação”.

Criado pela Receita Federal do Brasil, o RADAR/Siscomex é o sistema utilizado para evitar fraudes em relações de comércio exterior e conta com dados contábeis, fiscais e aduaneiros em tempo real. “A contabilidade auxilia no processo de habilitação da empresa junto ao sistema para que se possa importar ou exportar dentro das regras vigentes”, declara.

A especialista ainda alerta que a alta complexidade tributária do Brasil e de países do exterior exigem atenção redobrada das empresas que desejam internacionalizar produtos e serviços. “Uma pequena irregularidade principalmente quanto as classificações fiscais dos produtos (NCM) podem acarretar em prejuízos nas operações, caso o produto fique retido em sua origem ou destino, ou seja, apreendido”, explica.

Outro ponto destacado por Debora é que o especialista contábil é indispensável para quem deseja encontrar caminhos e soluções para a economia nos gastos. “Para empresas que importam ou desejam iniciar na área, o profissional contábil pode auxiliar com o planejamento tributário visando o mercado de comércio exterior, com obtenções de incentivos fiscais disponíveis nos estados e no âmbito federal”, relata.

Por fim, Debora destaca que a revisão e a análise na formação do preço final do produto, seja ele importado ou exportado, é fundamental no processo de internacionalização da empresa. “Nessa etapa a empresa pode evitar perdas e gerar competitividade de mercado nacional e internacional”.

 

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