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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Internet e o suicídio


Com crescimento acelerado da tecnologia, é constante a exposição das pessoas nas redes sociais, forçando na maioria das vezes, a construção de uma vida perfeita “imaginária”, ditada pela sociedade. Quanto maior o destaque, maior a pressão e a cobrança dos outros e de si próprio, fazendo com que percam suas características reais.

Toda exposição e vulnerabilidade, faz com que muitos até sofram agressão psicológica, difamação e insultos. Segundo a psicóloga Célia Siqueira, em alguns casos graves de bullying virtual, a vítima pode desencadear baixa estima, culpa profunda, sentimento de desamor, depressão severa, entre outras complicações que podem levar ao suicídio.

“Pessoas que cometem suicídio, encontram na morte uma forma de se punir ou acabar com algum tipo de sofrimento, que na sua mente não tem solução. Num dia ser famoso na internet e no outro não tanto, somando ao ambiente de muito estresse, exigências, obrigações e até humilhação, pode gerar uma energia depressiva avassaladora, a ponto de tirar a própria vida”, diz Célia.
Segundo a psicóloga, os familiares de quem sofre de depressão, devem monitorar, acompanhar e ficar em alerta com sinais de suicídio como a tristeza excessiva, isolamento, raiva, irritabilidade, perda de interesse, ou seja, qualquer mudança brusca de comportamento.





Célia Siqueira - formada em Psicologia, atua também como grafóloga (pessoal, criminal e empresarial), psicoterapeuta, quiróloga, psicanalista, escritora e terapeuta holística. Atende em seu espaço localizado na zona sul de São Paulo, o “Instituto Célia Siqueira”, e presta também consultoria para pessoas e organizações de outros estados e países.



Gosto musical depende da estrutura do cérebro


Pesquisa científica mostra que a emoção causada por diferentes estilos musicais varia de acordo com a composição cerebral 

A música esteve e está presente em nosso dia a dia desde sempre. Seja para contar histórias, transmitir sentimentos ou apenas para tornar o ambiente mais confortável, a música estimula diferentes sentidos do corpo humano. Cientistas da Universidade de Barcelona e do Instituto de Pesquisa Biomédica de Bellvitge divulgaram recentemente um estudo no Jornal da Neurociência que mostra como a música sensibiliza pessoas de maneiras diferentes e o porquê.
De acordo com a pesquisa, a diferença está na estrutura do cérebro. Pessoas que possuem mais  ou menos substância branca, um conjunto de células que protege os neurônios, teriam maior ou menor afinidade com certos estilos musicais. A descoberta pode ajudar a entender e tratar doenças ligadas a determinados tipos de vícios e anedonia –  a incapacidade de sentir prazer com atividades agradáveis.
Diversos estudos científicos mostram que o treinamento musical pode melhorar habilidades cognitivas, de linguagem e de aprendizado. Uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), realizada em 2018, descobriu que aulas de piano, por exemplo, ampliam a capacidade dos alunos da Educação Infantil em diferenciar palavras e consequentemente melhora a aprendizagem da leitura. 
Na opinião da professora de música da Educação Infantil do Colégio Marista Maringá, a música, desde sua forma mais simplificada, sempre envolveu os sentimentos humanos. “O impacto sensorial que a música exerce sobre o corpo e o poder dos diferentes ritmos estimula as habilidades motoras e percepções de tempo e espaço”. Além disso, aprender um instrumento pode contribuir para o aprendizado de outras disciplinas.


Rede Marista de Colégios (RMC)


Ter saúde emocional é o primeiro passo para viver relações mais felizes

 Divulgação

Existe uma grande verdade quando o assunto é relacionamento amoroso: ninguém consegue viver a dois com qualidade de convivência e de vida se não estiver em dia com a própria saúde emocional. Veja o que a Orientadora Emocional Camilla Couto fala sobre o assunto.

 “Uma relação amorosa equilibrada e saudável é feita por duas pessoas que trabalham as próprias emoções. Que se conhecem, que têm plena consciência de suas qualidades e de suas fragilidades, e que caminham em busca de desenvolvimento pessoal e amadurecimento.” A frase é da Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em relacionamentos, Camilla Couto. Segundo ela, cultivar o autoconhecimento, conectar-se com a própria individualidade e buscar equilíbrio emocional – entendendo que o outro não é responsável pelos nossos sofrimentos internos – é fundamental na construção de relacionamentos saudáveis.
Camilla lembra que a nossa tendência é sempre responsabilizar o outro: “é ele quem vive me provocando. É ela quem não se entrega. É o meu parceiro ou parceira que não atende às minhas necessidades.” Mas a orientadora explica: “será que não é você quem morre de ciúme, que não se abre para receber o que o outro tem para dar ou exige demais da relação”? Ela enfatiza que isso não é uma acusação: “o que eu quero dizer é que tudo tem dois lados e é preciso identificar em você o que está permitindo que determinada situação aconteça no seu relacionamento”.
“Muitas vezes, o ajuste necessário, a mudança que tanto almejamos, está em nós mesmos”, lembra ela, que segue: “será que você consegue expressar como se sente e o que deseja da relação? E, antes disso, será que você sabe exatamente o que quer desse relacionamento? Quais são seus objetivos, seus sonhos, de que forma você gostaria de viver a dois? E quais são seus medos e traumas? Conseguir comunicar tudo isso a quem está do seu lado é muito importante. Só assim é possível gerar intimidade e construir bases sólidas para a relação”, complementa a orientadora.
“Muitas mulheres que me procuram com problemas de relacionamento têm a mesma característica: estão distantes de si mesmas”, revela, ”nunca pararam para pensar em quem são, em quem desejam ser, que objetivos têm, o que realmente buscam em seus relacionamentos, e isso acontece com todo mundo, homens e mulheres”. Segundo Camilla, vivemos em uma sociedade que destaca a importância de estarmos em uma relação a dois, mas não preza a necessidade de estarmos em contato e conexão com nosso próprio eu. E essa seria a causa de tantos relacionamentos disfuncionais nos dias de hoje.
“Quando falo em saúde do relacionamento, me refiro a ser saudável em nossas questões emocionais. Se o seu amor-próprio não estiver em dia, certamente você terá uma postura insegura na relação. Se você não estiver satisfeito com a própria vida e não souber encontrar alegria na própria companhia, seguramente apresentará traços de carência no relacionamento. Entende como está tudo conectado?”, questiona.
Por isso, para Camilla, quando cuidamos da nossa saúde emocional, procuramos entender o que há por trás das nossas reações, compreendemos nossos desejos mais profundos e nosso verdadeiro propósito, fica muito mais fácil encontrar alguém que também esteja no mesmo caminho. Assim, nossas chances de viver relações mais fluidas e satisfatórias são muito maiores.
Camilla enfatiza: “não deixe essa busca para depois. Você não precisa colecionar relacionamentos ruins para entender que a resposta está dentro de você. Encontre seu equilíbrio emocional, trabalhe seus dilemas, seus objetivos, estabeleça limites e encontre sua alegria interior. Aí, certamente, você passará a viver relacionamentos mais saudáveis, mais felizes, mais condizentes com quem você é e o que você deseja”, finaliza.
Para ajudar quem deseja trabalhar sua saúde emocional, Camilla criou o PAR – Programa Amarildas de Relacionamentos, um atendimento continuado, formado de 6 sessões individuais que trabalham os vários dilemas emocionais nas relações. Ela também atende com sessões avulsas, e, recentemente, lançou, com a colega Ana Luize, um curso Online de Inteligência Emocional nos Relacionamentos.


Camilla Couto - Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.br, compartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional - com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.

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