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sexta-feira, 9 de março de 2018

5 verdades que a mulher de negócios deve conhecer



Ser mulher à frente de uma empresa já é uma realidade há algum tempo e os números só comprovam esse empoderamento. Atualmente, elas não somente são capazes, como constroem cada vez mais uma carreira sólida e de muito sucesso. Segundo levantamento do Sebra.

e, temos no Brasil cerca de 7,9 milhões de empreendedoras, número que cresceu 34% ao longo de quatorze anos. Mesmo assim, nem todas estão seguras para trocar uma vida relativamente segura para embarcar no sonho do próprio negócio. Por isso, vale destacar alguns itens para essas que buscam estar no poder.


1. É possível ser mãe e empresária

Sim! A tarefa 3 em 1 — ser mãe, empreendedora e empresária — parece complicada, mas é bem possível. É claro que a mulher com esse perfil vai viver em uma constante “ginástica”, mas pode se tornar muito prazeroso ter uma rotina sempre dinâmica, repleta de novidades e desafios, além de cheia de afazeres. 

Vale a pena lembrar que ser mãe e empresária requer uma dedicação extra para que nada saia do lugar ou perca o equilíbrio. Tendo esse cuidado, o cotidiano se tornará agitado, porém tranquilo, e a mulher sempre saberá como enfrentar todos os desafios.


2. Ter confiança e não ter medo de errar 

Infelizmente, ainda é recorrente encontramos muitas pessoas que acreditam que uma mulher precisa ser chefiada por um homem. Apesar disso, as mulheres vêm lutando para ganhar seu espaço e respeito perante os homens que estão em cargos melhores ou iguais, por exemplo. 

Já para as que estão à frente de um negócio, o respeito é maior e, muitas vezes, é esse exemplo positivo que vem impulsionando o sexo feminino a estar sempre procurando o próprio sucesso e com muita força de vontade de mudar um cenário que ainda é um tanto machista.


3. É preciso ter paixão e gostar do que faz

Não só isso, mas acreditar em si, em sua ideia e na capacidade de desenvolvê-la.  É preciso atualizar-se constantemente, seguir suas intuições e não desistir nunca. 

E como as mulheres são consideradas as que mais apostam em um novo negócio, que realmente pensam em novas soluções para a sociedade, é essencial ter todos esses fatores como prioridade, para que a carreira cresça, se desenvolva e realmente seja um sucesso. 


4. Não se importar em contar com um parceiro 

Ninguém consegue abraçar o mundo sozinho. Por isso, é preciso conhecer suas fraquezas e ter uma equipe ou parceiro que te proteja delas e que venha para somar. Com isso, o objetivo fica bem claro: começar uma empresa e fazer de tudo para que ela dê certo!


5. Estudar muito e potencializar o perfil de empreendedora

A recomendação é pensar grande, começar pequeno, mas crescer rápido. No entanto, a base que sustenta um negócio sólido passa por um tripé básico que consiste na parte técnica, de gestão e de empreendedorismo. Caso um desses itens não esteja resistente, a empresa desmorona.

A parte técnica e de gestão podem ser compartilhadas com outros parceiros, mas o perfil empreendedor tem que ser trabalhado constantemente para poder extrair qualidade como liderança, persistência, autoconfiança e comprometimento.
 

SAÚDE DA MULHER


Dois milhões de brasileiros sofrem de fobia no trânsito



   Shutterstock

     Quando dirigir é encarado com estresse e pressão e o motorista deixa o carro na garagem, o transtorno é classificado como fobia

 

 


Estudiosa sobre o assunto classifica em três grupos pessoas que sofrem de transtornos no trânsito



Diferentes posturas e comportamentos são facilmente identificados em condutores de veículos. Eles podem percorrer o mesmo trajeto, demorar o mesmo tempo presos em engarrafamentos, dirigir veículos iguais e, mesmo assim, terem sensações distintas ao dar a partida. Entre tantos perfis, um em especial merece atenção: aqueles que têm pânico ao dirigir, encarando essa atividade corriqueira como um momento de pressão e estresse. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Trânsito (Abramet), dois milhões de brasileiros não dirigem por medo. As mulheres são a maioria e somam 75% desse número. A Perkons ouviu uma especialista no assunto para entender melhor o que faz tantas pessoas vivenciarem esse temor.

A jornalista Fernanda Jashchenko Circhia, de 25 anos, é um desses casos.  Antes de começar a dirigir, acreditava que seria uma motorista feliz. Tirou carteira aos 19 anos e a expectativa era alta. “Eu adorava fazer as aulas práticas na autoescola. Estava empolgada e continuei a dirigir por dois meses, sem problemas, depois que tirei o documento”, relembra. No entanto, um episódio tirou Fernanda da “rota”. Ela perdeu o controle do veículo na garagem do prédio onde morava e acabou batendo na parede. “Isso me traumatizou. Fiquei me sentindo muito mal, frustrada com a situação. Depois da batida comecei a dirigir com muito medo, desde a hora de tirar o carro na garagem. Era uma atividade que eu gostava e que começou a se tornar muito chata e percebi que tenho medo do trânsito, de bater em alguém, de que alguém bata em mim, de causar estragos”, desabafa.

Neuza Corassa estuda o assunto há 20 anos e é autora do livro “Vença o medo de dirigir”. Ela diz que esse tipo de transtorno atinge, em geral, pessoas extremamente responsáveis. “Elas são confiáveis, detalhistas e sensíveis. Apresentam um alto grau de exigência consigo mesmas e se preocupam com os outros. Comumente, imagina-se que quem tem medo de dirigir não domina o carro. Isso pode ser em parte verdadeiro, mas não é tudo. O que atormenta grande parte dos fóbicos da direção é a fobia social, que corresponde ao medo da desaprovação do outro”, conta Neuza.



Síndrome do carro na garagem

A psicóloga classifica as pessoas que sofrem de transtornos no trânsito em três grupos. No primeiro estão aqueles que nunca se aprovam. Eles possuem habilitação, mas, apesar da chancela, o elevado grau de exigência pessoal os impede de se sentirem aptos a dirigir. “Chegam a pensar que o teste foi fácil e têm medo de procurar ajuda e não serem compreendidos”, observa.

Há também o grupo de pessoas que desiste de tirar a carteira de motorista antes mesmo de passar pelo exame. Elas iniciam as aulas, mas não seguem adiante, em razão do medo da reprovação. “Não é por falta de competência. Elas preferem sair de cena antes que alguém as reprove e, provavelmente, isto não iria acontecer, pois são pessoas que estão sempre se destacando no que fazem, seja no trabalho, família ou comunidade.

No terceiro grupo estão os indivíduos que esperam a hora da aposentadoria para começar a dirigir. “Parece que precisam parar tudo para poder cuidar apenas desse assunto. Não conseguem perceber o ato de guiar um automóvel como sendo uma atividade normal em suas vidas”.

Corassa também explica que existem transtornos de diferentes níveis, avaliados pelo grau de sofrimento causado pelo ato de dirigir. “Quando as pessoas deixam a atividade de lado e são acometidas pela “síndrome do carro na garagem”, o transtorno é classificado como fobia”, esclarece.  As manifestações físicas mais comuns entre elas são noites mal dormidas, tremedeira nas pernas, transpiração excessiva e taquicardia – comuns a outras fobias. Na opinião da psicóloga, é preciso ter paciência e apoiar quem enfrenta o problema. “São pessoas com capacidade intelectual muito boa e acostumadas a resolver coisas complexas. Porém, o receio produz a dificuldade e faz com que não consigam realizar a prática. Elas precisam desbloquear o medo, no tempo delas”, orienta a psicóloga.




 Giovana Chiquim




4 perguntas mais frequentes sobre sexo



Ginecologista e Obstetra Dr. Élvio Floresti esclarece dúvidas frequentes das mulheres


Mesmo em constantes conquistas de independência financeira, igualdade de gênero e outros, falar sobre sexo ainda é desconfortável para muitas mulheres, um verdadeiro tabu. Seja pela máxima "o que vão pensar de mim" ou mesmo por ter vontades sexuais e se reprimem.

Algumas dúvidas podem surgir e arruinar os momentos de prazer por essa falta de informação. Por isso, o Dr. Élvio Floresti Junior responde as principais dúvidas das mulheres em relação ao sexo.



1. Por que não consigo chegar no orgasmo?

Existem diversos fatores que explicam o motivo de muitas mulheres não sentirem o prazer do orgasmo. Um deles é no ciclo menstrual, nos dias da TPM e na ovulação por causa da tensão que a fase causa. Tente chegar lá entre a semana da menstruação e semana seguinte, nesse período os hormônios estarão em alta.

O psicológico da mulher conta muito para ter o orgasmo, pois esse momento é movido pela mente e corpo atinge a excitação máxima. Se existir algum tipo de medo, insegurança, falta de vontade ou baixa autoestima será empecilho para chegar ao orgasmo.

Além disso, se a mulher toma remédios controlados como antidepressivos podem afetar o libido.


2. Por que tenho pouca lubrificação?

Muitos acreditam que é falta de desejo sexual, mas não é bem assim. A lubrificação acontece por meio das preliminares que é todo o envolvimento antes da atividade sexual efetiva e o corpo passa por preparações para o sexo.

A dopamina que é produzida na relação faz com que o coração bata mais forte e o sangue corra mais rápido nas veias que gera acúmulo de sangue nos órgãos genitais liberando a lubrificação na vagina. Ou seja, se não tiver as preliminares não haverá lubrificação necessária. Por isso, é tão importante e necessário.


3. Não tenho vontade de fazer sexo. Como posso reacender a chama?

A falta de apetite sexual é um dos maiores tabus. Muitas mulheres fazem sexo por obrigação, sem vontade, e isso pode causar ainda mais repúdio ao ato. Existem algumas hipóteses como o medo, traumas, insegurança, doenças como depressão. Então, deve-se fazer a autoanálise para saber o que leva a perda da libido e usar de artifícios para que possa reacender a chama.
 
Entretanto, existem fatores hormonais que podem causar isso. Os anticoncepcionais podem ser responsável pela falta de libido, porque o estrogênio combinado com a progesterona que são componentes na maioria das pílulas, injeções, adesivos e anéis intravaginais, inibem a produção hormonal ovariana, e com isso a produção dos hormônios androgênios (masculinos) fica mais baixo , diminuindo a libido

Outro caso é quando a mulher tem filho e está no período da amamentação o corpo produz a prolactina, o hormônio que é responsável pela produção de leite diminuindo o apetite sexual.

O fator emocional ainda é o mais importante, ou seja, o bom relacionamento do casal, tranquilidade, sedução, namoros com muitas preliminares, deixar um pouco o lado maternal e assumir o da amante, enfim são vários fatores importantes para aumentar a libido


4. E o famoso ponto G? Onde ele está?

O ponto G não é um órgão aparente e sempre surge a dúvida sobre a real existência. Pois bem, a princípio ele fica na parte superior da vagina, próximo a entrada e quando o corpo da mulher recebe estímulos e se excita o ponto G incha e recebe os estímulos. Mas não vale se prender a ele. Existem outros lugares a ser explorado que também dão prazer a mulher, como o clitóris. O que vale realmente é a mulher se sentir à vontade na relação sexual.







Doutor Élvio Floresti Junior - ginecologista e obstetra formado pela Escola Paulista de Medicina desde 1984. Possui título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e título de especialista em colposcopia. Além disso é especializado em histerectomia vaginal sem prolapso uterino sem necessidade de corte abdominal e está atualizado com as últimas técnicas cirúrgicas como sling vaginal Realiza pré-natal especializado e atua em gestações de alto risco.



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